Ed
há 3 meses
Claro! Vamos por partes: 1. Positivismo jurídico e discricionariedade judicial O positivismo jurídico defende que o direito é um conjunto de normas criadas pelo Estado, independentes de valores morais. Nesse contexto, a discricionariedade judicial ocorre quando a lei é vaga ou omissa, e o juiz precisa interpretar e decidir com certa liberdade, dentro dos limites legais, para preencher essas lacunas. 2. Hermenêutica filosófica como forma de controle judicial A hermenêutica filosófica é o estudo da interpretação dos textos jurídicos, considerando não só o texto literal, mas também o contexto histórico, social e os valores envolvidos. Ela serve como controle judicial ao orientar os juízes a interpretarem as normas de forma fundamentada, evitando decisões arbitrárias e garantindo coerência e justiça. 3. Como chegar a respostas corretas a partir da hermenêutica jurídica A hermenêutica jurídica busca respostas corretas por meio da análise sistemática das normas, considerando princípios gerais do direito, valores sociais e a finalidade da lei. O juiz deve interpretar a norma de forma racional e contextualizada, buscando a solução que melhor realize a justiça e a segurança jurídica. Resumindo, o positivismo jurídico reconhece a discricionariedade quando a lei não é clara; a hermenêutica filosófica orienta essa discricionariedade para que o juiz tome decisões fundamentadas e justas, possibilitando respostas corretas e equilibradas no direito.
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