No contexto brasileiro, a utilização de instrumentos padronizados para avaliação do Transtorno do Espectro Autista exige leitura crítica e integração com a análise clínica, considerando variáveis socioculturais, formativas e institucionais. Embora escalas e protocolos contribuam para maior rigor metodológico, seu uso isolado pode produzir interpretações parciais do desenvolvimento infantil. Com base nessa compreensão, analise as afirmativas a seguir. I. Instrumentos de triagem, como o M-CHAT-R/F, têm a finalidade de indicar risco e necessidade de investigação aprofundada, não sendo suficientes para confirmação diagnóstica. II. Escalas consideradas de referência internacional apresentam boas propriedades psicométricas, mas sua aplicação requer formação especializada, tempo clínico e adaptações culturais sensíveis ao contexto brasileiro. III. O uso de instrumentos padronizados elimina a necessidade de julgamento clínico, pois os escores obtidos são suficientes para definição diagnóstica objetiva. IV. Escalas de aplicação mais breve, como a CARS-2, podem ser úteis na prática clínica, embora sua interpretação dependa da experiência do avaliador e do perfil cognitivo avaliado. Assinale a alternativa
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