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Homem de 59 anos, obeso (IMC = 33), diabético e hipertenso, apresenta ultrassonografia com esteatose hepática difusa. Exames laboratoriais: transaminases discretamente elevadas, plaquetas normais, INR e albumina normais. FIB-4 calculado em 2,1.
Qual é a conduta mais adequada?
A) Reavaliar o FIB-4 em 6 meses, pois o valor atual é intermediário.
B) Iniciar biópsia hepática para diagnóstico e estadiamento.
C) Prosseguir com elastografia hepática (Fibroscan).
D) Apenas orientar perda de peso e manter seguimento clínico anual.
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CuriosidadesGerais

há 3 meses

Respostas

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há 3 meses

Vamos analisar o caso: - Homem de 59 anos, obeso (IMC=33), diabético e hipertenso — fatores de risco para doença hepática gordurosa não alcoólica (DHGNA). - Ultrassonografia mostra esteatose hepática difusa. - Transaminases discretamente elevadas. - Plaquetas, INR e albumina normais — indica função hepática preservada. - FIB-4 = 2,1 — valor intermediário (geralmente, valores entre 1,3 e 2,67 são considerados intermediários). Segundo as diretrizes para avaliação de fibrose em pacientes com DHGNA, quando o FIB-4 está em zona intermediária, o próximo passo recomendado é realizar um exame complementar para melhor avaliação da fibrose, como a elastografia hepática (Fibroscan). Portanto, a conduta mais adequada é: C) Prosseguir com elastografia hepática (Fibroscan).

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