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Um lactente de 10 meses de idade é levado à Unidade Básica de Saúde para consulta de rotina. Durante o exame físico, o médico observa que a bolsa escrotal esquerda está vazia e apresenta-se menos desenvolvida (hipoplásica) em relação à direita. Ao realizar a palpação com o paciente em posição supina, o médico localiza o testículo esquerdo na região do canal inguinal. Ao tentar tracioná-lo para o interior da bolsa escrotal, observa que o testículo retorna imediatamente à posição inguinal assim que a tração é interrompida. O testículo direito está bem posicionado na bolsa escrotal e não há outras alterações genitais, como hipospádia.
Considerando os dados do anexo e a conduta recomendada, qual é o diagnóstico e o manejo adequado?
(A) Testículo Retrátil; o manejo deve ser apenas o acompanhamento clínico anual, pois trata-se de uma variante da normalidade causada pelo reflexo cremastérico exacerbado.
(B) Criptorquidia; a conduta indicada é a orquidopexia cirúrgica, visto que a descida espontânea é improvável após os 6 meses de vida.
(C) Testículo Ectópico; deve-se solicitar uma ultrassonografia de bolsa escrotal e canais inguinais para localização precisa da gônada antes de qualquer programação cirúrgica.
(D) Distúrbio do Desenvolvimento Sexual (DDS); é obrigatória a investigação laboratorial com cariótipo e dosagens hormonais, dada a associação entre testículo não descido e ambiguidade genital.
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CuriosidadesGerais

há 2 semanas

Respostas

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há 2 semanas

Analisando o caso: - Lactente de 10 meses com bolsa escrotal esquerda vazia e hipoplásica. - Testículo esquerdo palpável no canal inguinal. - Ao tentar tracionar o testículo para a bolsa escrotal, ele retorna imediatamente para o canal inguinal. - Testículo direito normal. - Sem outras alterações genitais. O retorno imediato do testículo para o canal inguinal após tração caracteriza o testículo retrátil, que é causado por reflexo cremastérico exagerado. Agora, analisando as alternativas: (A) Testículo Retrátil; manejo com acompanhamento clínico anual, pois é uma variante da normalidade causada pelo reflexo cremastérico exacerbado. — CORRETA. (B) Criptorquidia; orquidopexia cirúrgica indicada após 6 meses, mas no caso o testículo é palpável e retorna, o que não caracteriza criptorquidia verdadeira. (C) Testículo Ectópico; ultrassonografia para localização — não condiz com o caso, pois o testículo está no canal inguinal, não em local ectópico. (D) Distúrbio do Desenvolvimento Sexual; investigação laboratorial — não há ambiguidade genital, então não é indicado. Resposta correta: (A) Testículo Retrátil; o manejo deve ser apenas o acompanhamento clínico anual, pois trata-se de uma variante da normalidade causada pelo reflexo cremastérico exacerbado.

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Considerando os critérios de classificação e o protocolo de tratamento apresentados nos anexos, qual é a classificação da crise e a conduta imediata correta?
A) Exacerbação Leve a Moderada; administrar 4 a 10 puffs de SABA (Salbutamol) a cada 20 minutos por 1 hora e considerar corticoide sistêmico se não houver resposta plena.
B) Exacerbação Grave; iniciar oxigenioterapia para manter SpO2 ≥94%, administrar 4 a 10 puffs de SABA associado ao Brometo de Ipratrópio e prescrever Corticoide Sistêmico na admissão.
C) Exacerbação Grave; indicar imediatamente Intubação Orotraqueal e ventilação mecânica, visto que o rebaixamento do nível de consciência e a SpO2 <90% indicam falência respiratória iminente.
D) Exacerbação Leve a Moderada; realizar nebulização com Soro Fisiológico a 3% e Adrenalina, visando reduzir o edema de mucosa, associado à Dexametasona intramuscular.

Uma mulher de 27 anos procura a Unidade Básica de Saúde devido à ausência de menstruação há 9 meses. Relata que a menarca ocorreu aos 12 anos e que possuía ciclos regulares até o início do quadro. Nega galactorreia, alterações visuais, perda de peso acentuada ou prática de exercícios extenuantes. No histórico médico, nega cirurgias uterinas (curetagens) ou infecções pélvicas. Ao exame físico: mamas e genitália externa com desenvolvimento normal (Tanner M5P5); IMC de 23 kg/m ². Resultados da investigação inicial: Beta-hCG: Negativo. TSH e Prolactina: Normais. Teste da Progesterona (Medroxiprogesterona 10mg/dia por 10 dias): Ausência de sangramento. Teste do Estrogênio + Progesterona: Presença de sangramento após a interrupção. Dosagem de FSH: 62 mUI/mL (Referência: 2 a 10 mUI/mL na fase folicular). Cariótipo: 46,XX. Ultrassonografia Transvaginal: Útero de volume normal; ovários de volume normal apresentando diversos folículos primordiais e antrais pequenos.
Qual é o diagnóstico mais provável?
A) Síndrome de Asherman; visto que a falha no teste da progesterona confirma a presença de sinéquias uterinas obliterantes, independentemente do resultado do teste combinado.
B) Insuficiência Ovariana Prematura (IOP) por depleção folicular; caracterizada pelo hipogonadismo hipergonadotrófico e falência na resposta aos testes hormonais.
C) Síndrome de Savage (Síndrome dos Ovários Resistentes); pois a paciente apresenta cariótipo normal, níveis elevados de gonadotrofinas e presença de folículos à ultrassonografia, indicando resistência periférica aos receptores de FSH/LH.
D) Amenorreia Hipotalâmica Funcional; justificada pela falha no teste da progesterona, embora os níveis de FSH devessem estar baixos ou inapropriadamente normais.

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