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Mulher de 27 anos, nulípara, procura o serviço de ginecologia com dismenorreia grave (EVA 9/10), que a impede de trabalhar por 2-3 dias por mês desde os 18 anos, dispareunia de profundidade e dor pélvica acíclica há 1 ano. Relata ciclos menstruais regulares. Ao exame: toque bimanual com útero retroversofletido, dor intensa à mobilização do colo uterino, nódulo palpável em fundo de saco posterior. Ultrassom transvaginal: cisto ovariano esquerdo de 4 cm com conteúdo ecogênico homogêneo (endometrioma).
Qual é o diagnóstico e a abordagem terapêutica mais adequada para esse caso?
(A) Endometriose com endometrioma; laparoscopia diagnóstica e terapêutica (cistectomia do endometrioma) + hormonoterapia de manutenção; discutir planejamento reprodutivo.
(B) Síndrome do ovário policístico; metformina + progestogênio cíclico.
(C) Doença inflamatória pélvica crônica; antibióticos de amplo espectro.
(D) Cisto funcional; aguardar regressão espontânea em 3 meses sem tratamento.
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CuriosidadesGerais

há 4 meses

Respostas

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há 4 meses

Analisando o caso: - Mulher jovem, nulípara, com dismenorreia grave, dispareunia profunda e dor pélvica acíclica. - Exame com útero retroversofletido, dor à mobilização do colo uterino e nódulo em fundo de saco posterior. - Ultrassom com cisto ovariano esquerdo de 4 cm com conteúdo ecogênico homogêneo, característico de endometrioma. Esses achados são típicos de endometriose com endometrioma. A conduta recomendada é a laparoscopia diagnóstica e terapêutica (remoção do endometrioma) associada à hormonoterapia para controle dos sintomas e prevenção de recidiva, além de discutir o planejamento reprodutivo da paciente. Portanto, a alternativa correta é: (A) Endometriose com endometrioma; laparoscopia diagnóstica e terapêutica (cistectomia do endometrioma) + hormonoterapia de manutenção; discutir planejamento reprodutivo.

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Um menino de 9 anos, com diagnóstico prévio de asma brônquica, é levado à Unidade de Emergência com quadro de dispneia intensa e "chiado" iniciado há 4 horas. A mãe relata que utilizou três jatos de salbutamol em casa, sem melhora. Ao exame físico, o paciente apresenta-se agitado, sentado e encurvado para frente. Consegue responder às perguntas do médico utilizando apenas palavras isoladas. Dados vitais e exame segmentar: Frequência Respiratória: 38 irpm; Frequência Cardíaca: 135 bpm; Saturação de O2 (SpO2 ): 89% em ar ambiente; Musculatura acessória: Presença de tiragem intercostal e fúrcula evidentes.
Considerando os critérios de classificação e o protocolo de tratamento apresentados nos anexos, qual é a classificação da crise e a conduta imediata correta?
A) Exacerbação Leve a Moderada; administrar 4 a 10 puffs de SABA (Salbutamol) a cada 20 minutos por 1 hora e considerar corticoide sistêmico se não houver resposta plena.
B) Exacerbação Grave; iniciar oxigenioterapia para manter SpO2 ≥94%, administrar 4 a 10 puffs de SABA associado ao Brometo de Ipratrópio e prescrever Corticoide Sistêmico na admissão.
C) Exacerbação Grave; indicar imediatamente Intubação Orotraqueal e ventilação mecânica, visto que o rebaixamento do nível de consciência e a SpO2 <90% indicam falência respiratória iminente.
D) Exacerbação Leve a Moderada; realizar nebulização com Soro Fisiológico a 3% e Adrenalina, visando reduzir o edema de mucosa, associado à Dexametasona intramuscular.

Uma mulher de 27 anos procura a Unidade Básica de Saúde devido à ausência de menstruação há 9 meses. Relata que a menarca ocorreu aos 12 anos e que possuía ciclos regulares até o início do quadro. Nega galactorreia, alterações visuais, perda de peso acentuada ou prática de exercícios extenuantes. No histórico médico, nega cirurgias uterinas (curetagens) ou infecções pélvicas. Ao exame físico: mamas e genitália externa com desenvolvimento normal (Tanner M5P5); IMC de 23 kg/m ². Resultados da investigação inicial: Beta-hCG: Negativo. TSH e Prolactina: Normais. Teste da Progesterona (Medroxiprogesterona 10mg/dia por 10 dias): Ausência de sangramento. Teste do Estrogênio + Progesterona: Presença de sangramento após a interrupção. Dosagem de FSH: 62 mUI/mL (Referência: 2 a 10 mUI/mL na fase folicular). Cariótipo: 46,XX. Ultrassonografia Transvaginal: Útero de volume normal; ovários de volume normal apresentando diversos folículos primordiais e antrais pequenos.
Qual é o diagnóstico mais provável?
A) Síndrome de Asherman; visto que a falha no teste da progesterona confirma a presença de sinéquias uterinas obliterantes, independentemente do resultado do teste combinado.
B) Insuficiência Ovariana Prematura (IOP) por depleção folicular; caracterizada pelo hipogonadismo hipergonadotrófico e falência na resposta aos testes hormonais.
C) Síndrome de Savage (Síndrome dos Ovários Resistentes); pois a paciente apresenta cariótipo normal, níveis elevados de gonadotrofinas e presença de folículos à ultrassonografia, indicando resistência periférica aos receptores de FSH/LH.
D) Amenorreia Hipotalâmica Funcional; justificada pela falha no teste da progesterona, embora os níveis de FSH devessem estar baixos ou inapropriadamente normais.

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