Durante as atividades pedagógicas ligadas à festividade de Santo Antônio, a professora de Língua Portuguesa do 1º ano do Ensino Fundamental realizou uma atividade de escrita espontânea. Ela pediu que os alunos listassem elementos típicos da festa que observaram na comunidade. A professora registrou a produção de um aluno chamado Caio. Ao tentar escrever as palavras "FESTA" e "DOCE", Caio escreveu da seguinte forma: Para FESTA, ele escreveu: ETA. Para DOCE, ele escreveu: OE. A professora observou que Caio já compreende que a escrita representa a fala e que, para cada segmento falado (sílaba), ele atribui uma letra, utilizando preferencialmente o valor sonoro das vogais. Considerando o caso de Caio, as diretrizes da BNCC para a alfabetização e as teorias da psicogênese da língua escrita, em qual nível de hipótese de escrita o aluno se encontra: A. Nível pré-silábico: Caio demonstra que ainda não realiza a correspondência entre grafema e fonema, pois utiliza menos letras do que o total de letras das palavras reais. B. Nível silábico-alfabético: a escrita de Caio aponta que ele superou completamente a fase silábica, pois já consegue grafar unidades menores que a sílaba, restando apenas adequar a ortografia regular da língua portuguesa. C. Nível silábico com valor sonoro: Caio analisa a composição fonética das palavras e faz corresponder uma letra para cada sílaba, utilizando letras cujo som representa graficamente o núcleo vocálico de cada uma dessas sílabas. D. Nível silábico sem valor sonoro: o aluno já percebe que a emissão sonora das palavras se divide em partes; entretanto, as letras escolhidas para representar cada sílaba foram aleatórias e não guardam nenhuma relação com o som real da fala. E. Nível alfabético: Caio atingiu o nível final mapeado pela BNCC para o ciclo de alfabetização, demonstrando domínio total da estrutura da palavra, visto que a omissão de consoantes decorre unicamente de uma variação linguística regional.