MEU DEUS, MEU DEUS ESTA EXTINTA A ESCRA Amparo de rosáno ao negro Benedito Um grito leto pela de tambor Deu ne noticiano, com lagrimas escrito Um na uma uta, um homem de cor Easm, quando asinada Uma lua atordnada asasti fogos no céu Aures leto o curo da bandeira Fui regar na cachoeira contra bondade cruel Meu Deus Meu Deus Se eu chorar ndo Pela luz do candeeind Liberte o cativeiro social Não sou escravo de nenhum senhor Meu parabo e meu basziko Meu tuut o quilombo da lavela Esencinela da libertação Claudio Russo Moacyr Luz, Dona Jet Jurandir Anbe LA macnia dos escravos negros continuou desempenhando papeis socias subaltamos depois de Acolga devido de fatores, tais como a falta de recursos financeiros, o benc nivel cultural e o descaso do Coverno Agam, podemos dior que o Estado deixou de cumprir o seu paper quaride relegou onegro à condição de excluidos da sociedade. Na verdade não havia espaço para s descendentes A desigual distribuição de riqueza e rer sociedade brasileira são as visivend práticas de segregação e discriminação que as regras de funcionamento de instituções públicas e privadas conferem a pessoas e grupos sociais considerados interiores NA condição de negro