Durante um teste de caminhada de seis minutos aplicado em uma sala da UBS, um usuário de 58 anos, sedentário e com relato de hipertensão, refere dor torácica leve, sensação de falta de ar incomum e náusea. Ele insiste em continuar para “não perder a chance”, pois faltou em avaliações anteriores e teme ser excluído. O bacharel precisa decidir conduta imediata, registro e comunicação com a equipe, mantendo abordagem educativa. Qual conduta é mais adequada diante do quadro apresentado, integrando segurança, interrupção, registro, coordenação do cuidado e devolutiva educativa? Múltipla Escolha: A. Interromper o teste, acolher e manter o usuário em repouso assistido, reavaliar sintomas e sinais vitais quando possível, acionar fluxo de encaminhamento conforme protocolo local, registrar a intercorrência e comunicar a equipe, e realizar devolutiva clara sobre segurança e continuidade do cuidado, pactuando próximos passos. B. Concluir o teste com pausas curtas para manter padronização e, em seguida, suspender participação do usuário no grupo por risco; registrar como inapto e excluir de avaliações futuras; orientar repouso prolongado; realizar devolutiva centrada em restrições; comunicar a equipe somente se houver piora evidente, para evitar encaminhamentos desnecessários. C. Encerrar o teste e liberar o usuário para ir sozinho para casa descansar, registrando que houve queixa durante esforço; orientar que retorne apenas com liberação médica, sem pactuar acompanhamento; evitar conversar sobre sinais de alerta para não assustar; não comunicar à equipe por considerar que a avaliação não faz parte da coordenação do cuidado. D. Reduzir a velocidade e incentivar respiração profunda para completar o teste, pois o dado é importante para prescrição; registrar o tempo final com observação de desconforto; orientar que procure atendimento se a dor piorar; evitar comunicar a equipe para não gerar sobrecarga; realizar devolutiva breve destacando a necessidade de “ser mais resistente”.