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O Direito não pode limitar-se a reagir passivamente às transformações tecnológicas, devendo assumir um papel proativo na definição de limites e possibilidades da automatização. A inteligência artificial não constitui um fenômeno futuro, mas uma realidade presente que já afeta direitos fundamentais de milhões de brasileiros. Construir um arcabouço regulatório adequado exige coragem para a experimentação institucional, disposição para o diálogo interdisciplinar e um compromisso inabalável com a proteção da dignidade humana. O ordenamento brasileiro carece de um marco que equilibre o estímulo à inovação com a proteção efetiva de direitos, demandando mecanismos institucionais de supervisão algorítmica para garantir um desenvolvimento tecnológico responsável e ético. NARDI, Gustavo Davanco et al. Os desafios jurídicos da inteligência artificial no ordenamento jurídico brasileiro. Revista ReGeo, São José dos Pinhais, v. 17, n. 1, p. 1-14, 2024. Interprete o papel do Direito diante da IA, conforme as conclusões do artigo, e assinalar a alternativa correta: Alternativas Alternativa 1: O Direito deve atuar de forma reativa, intervindo apenas quando houver danos comprovados e irreversíveis. Alternativa
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Elziane Silva Oliveira

há 2 semanas

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há 2 semanas

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