Ed
há 3 semanas
Vamos analisar as opções com base no tratamento farmacológico da Doença de Parkinson: - A dopamina não atravessa a barreira hematoencefálica, por isso não se administra dopamina diretamente (eliminando a opção C). - O tratamento clássico envolve fornecer o precursor da dopamina, a levodopa, junto com inibidores da enzima dopa-descarboxilase periférica para evitar que a levodopa seja degradada antes de chegar ao cérebro (isso corresponde à opção A). - Estimular a atividade da COMT (catecol-O-metiltransferase) não aumenta a dopamina cerebral, pelo contrário, essa enzima degrada a dopamina (eliminando a opção B). - Fornecer apenas inibidores da enzima que degrada a dopamina periférica não é suficiente sem o precursor (eliminando a opção D). - Fornecer altas doses de dopamina-descarboxilase, que degrada a dopamina, não faz sentido (eliminando a opção E). Portanto, a alternativa correta é: Opção A: Fornecer ao paciente os precursores imediatos de dopamina e inibidores da enzima que degrada a dopamina nos tecidos periféricos.
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