Ed
há 2 semanas
Vamos analisar passo a passo: - A paciente tem anemia (Hb 10,9 g/dL) e baixa ferritina (8 ng/mL), indicando deficiência de ferro. - Ela é ovolactovegetariana, o que pode dificultar a absorção de ferro, especialmente se consumindo chá verde junto com o suplemento, pois o chá contém polifenóis que inibem a absorção do ferro. - O extrato concentrado com 820 mg de epigalocatequina-galato (EGCG) deve ser ingerido em jejum e pode interferir na absorção do ferro, além de ter potencial hepatotóxico, exigindo monitoramento. - Os exames hepáticos estão normais, mas o uso concomitante do extrato e do ferro em jejum pode prejudicar a absorção do ferro e aumentar riscos. Analisando as alternativas: A) Substituir o suplemento por plano alimentar e manter o extrato após as refeições — não prioriza a correção rápida da anemia e mantém o extrato que pode interferir. B) Manter ferro no desjejum e iniciar extrato em jejum com monitoramento hepático — mantém o ferro junto com o chá e extrato em jejum, o que pode prejudicar absorção. C) Priorizar correção da deficiência, orientar afastar o chá do ferro, desaconselhar o extrato e reavaliar com o prescritor — esta opção prioriza a correção da anemia, evita interferências na absorção e considera segurança do extrato. D) Suspender infusão (não há infusão mencionada), iniciar extrato após refeições e manter ferro com vitamina C — não se aplica, pois não há infusão. E) Afastar chá do ferro, administrar extrato após refeições, manter 820 mg EGCG e monitorar transaminases — mantém alta dose de EGCG, que pode ser arriscado. Portanto, a alternativa mais adequada é: C) Priorizar a correção da deficiência, orientar o chá em horário afastado do ferro, desaconselhar o extrato nas condições propostas e articular a reavaliação da suplementação com o prescritor.
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