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Durante uma visita domiciliar, você percebeu que o esposo da paciente em gestação de risco que você foi visitar estava com odor de álcool, fala arrastada, agressivo, te levando a suspeitar de abuso de álcool. Conversando com a paciente, ela relatou que há dois meses, período em que o marido perdeu o emprego, ele não consegue parar de beber, e isso está afetando-a, pois ela precisa ficar em repouso, mas duas vezes precisou carregá-lo do bar para casa, porque estava arrumando confusão com outras pessoas. Ela relata que ama muito o marido, mas não sabe se consegue suportar o peso de cuidar do marido, da sua saúde e do seu bebê.
Que intervenções você sugeriria a essa família para ajudar a promover a saúde desses usuários?
Diria à paciente que ela deve se afastar imediatamente do marido, pois ele é dependente de álcool e cada vez mais irá expô-la a situações arriscadas.
Orientaria a paciente a acionar a Polícia caso seu marido precisasse ser carregado do bar novamente, pois eles já poderiam levá-lo direto a uma emergência psiquiátrica.
Diria à usuária que ela deve ser forte e superar o que está ocorrendo, para que sua família mantenha-se estruturada, evitando conflitos com seu marido.
Orientaria a paciente a cuidar de sua saúde, preocupando-se com ela e com o bebê, para que eles possam se manter saudáveis, independentemente do marido.
Diria à paciente que ela precisa se cuidar e, neste momento, precisa de apoio familiar. Perguntaria se ela tem algum familiar que possa ajudá-la e ajudar seu marido, para não passar pelo risco de carregá-lo em um momento que precise de repouso. Levaria a situação aos profissionais de saúde da ESF e do NASF para traçar um plano terapêutico na tentativa de auxiliar esses usuários a melhorar suas condições de saúde e diminuir os riscos a que estão expostos.
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Questões para Estudantes

há 19 horas

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há 19 horas

A melhor intervenção é a última opção: orientar a paciente a cuidar da própria saúde e do bebê, oferecer apoio familiar, perguntar sobre familiares que possam ajudar, e encaminhar a situação para os profissionais de saúde da ESF (Estratégia Saúde da Família) e do NASF (Núcleo de Apoio à Saúde da Família) para traçar um plano terapêutico. Essa abordagem promove o cuidado integral, respeita a autonomia da paciente, busca suporte social e profissional, e visa reduzir riscos para toda a família.

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A adolescência é uma etapa do ciclo de vida em que muitos conflitos acontecem e o indivíduo busca criar mais autonomia, desvinculando-se de aspectos que considera que o tornam dependente, afirmando-se em uma transição para a fase adulta. Durante essas mudanças, serão assumidas responsabilidades, serão tomadas decisões positivas e negativas, existirão mudanças físicas, comportamentais, hormonais e emocionais, deixando os adolescentes, algumas vezes, um pouco mais agressivos, mais tristes, mais alegres e mais valentes. Você recebe um adolescente que veio na consulta de Enfermagem da ESF acompanhado de sua mãe, que relata estar enfrentando muitos problemas com o filho, pois ele se coloca em situações de risco, a enfrenta, sai sem avisar, volta muito tarde e anda com más companhias. Ela solicita que ele seja encaminhado ao Médico Psiquiatra, para que possa se controlar e deixar a família sem preocupações, como as que vem trazendo.
Diante dessas afirmacoes, quais orientações e intervenções você passaria a esse adolescente e a sua mãe para que os conflitos possam ser diminuídos?
Explicaria que nesta etapa da vida existirá uma maior instabilidade nas ações, nas atitudes e nas emoções, mas que isso não significa que o adolescente está doente. Convidaria o adolescente a participar dos grupos de prevenção ao uso de drogas, saúde sexual, entre outros que estão voltados às necessidades do paciente, para que possa interagir com profissionais da saúde e outras pessoas da sua faixa etária, trocando experiências. Convidaria a mãe a participar de grupos voltados para a compreensão das transformações que ocorrem na adolescência, para que ela possa ter maior conhecimento das ações que podem ser foco de preocupação e como buscar ajuda.
Encaminharia o adolescente imediatamente a uma emergência psiquiátrica, para que tenha o atendimento adequado.
Informaria a mãe que a ESF não tem atendimento especializado em saúde mental, que ela deve agendar uma consulta no NASF.
Conversaria com a mãe sobre a necessidade de permitir que o adolescente amadureça sem interferências.
Encaminharia o adolescente ao CAPSi, para que fosse atendido dentro de um serviço que tem profissionais competentes para tratá-lo.

O técnico de enfermagem estava dando as medicações aos pacientes, mas, ao dar a medicação para um deles, este recusou-se a tomar. Ele tentou de várias formas fazer com que o paciente tomasse a medicação, mas este se negou. O técnico pediu que você o ajudasse no manejo do paciente. Ao chegar no quarto, você perguntou como o paciente estava, e ele respondeu que estava bem. Você perguntou se ele lembrava em que dia vocês estavam, e ele disse que sim e respondeu corretamente. Você perguntou a ele por que ele não queria tomar a medicação e ele informou que sabia que não era medicação que estava recebendo, e sim veneno, e por este motivo não iria tomar. Você informou a ele que no hospital todas as medicações são distribuídas por setor pela farmácia do hospital, e que o farmacêutico tem muito cuidado com cada medicação, e você pode garantir a ele que não é dado veneno aos pacientes. O paciente reforça que acredita ter veneno na medicação, pois fica sonolento e tonto depois de tomá-la. Você diz a ele que esta é uma reação da medicação e que ele não precisa se preocupar, pois sempre será bem tratado e ninguém irá fazer mal a ele no hospital. Depois desta conversa, ele toma a medicação e você precisa evoluir o ocorrido no prontuário. Marque a alternativa a seguir que conta com a evolução mais adequada para esta situação.


Paciente lúcido, orientado, apresentando pensamentos confusos. Agitado no momento da administração de medicação, quando relatou que acreditava que as medicações que estava recebendo não eram medicações, e sim veneno, pois sente-se sonolento após tomá-las. Após manejo, o paciente aceitou ser medicado. Nome do enfermeiro, data, horário, assinatura, carimbo.

Paciente agitado no momento da administração de medicação, quando relatou que acreditava que as medicações que estava recebendo não eram medicações, e sim veneno, pois sente-se sonolento após tomá-las. Após manejo, o paciente aceitou ser medicado.

Paciente resistente a fazer o uso de medicação, aceitando tomar o remédio após o manejo. Nome do enfermeiro, data, horário, assinatura, carimbo.

Paciente lúcido, desorientado, apresentando pensamentos confusos; agitado no momento da administração de medicação, quando relatou que acreditava que as medicações que estava recebendo não eram medicações, e sim veneno, pois sente-se sonolento após tomá-las. Após manejo, o paciente aceitou ser medicado.

Paciente torporoso, orientado, consciente, relatando que acreditava que as medicações que estava recebendo não eram medicações, e sim veneno, pois sente-se sonolento após tomá-las. Após manejo, o paciente aceitou ser medicado

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