I. A atuação do Assistente Social inicia-se já com os pretendentes, antes mesmo da inclusão da criança na família substituta, através da orientação sobre aspectos jurídicos e legais, e pela oferta de reflexões acerca do universo da adoção nos cursos de preparação. II. No trabalho com as crianças e adolescentes em unidades de acolhimento institucional, após a destituição do poder familiar, o Assistente Social deve acompanhar e obter informações sobre a preparação destes indivíduos, certificando-se de que estão elaborados em relação ao rompimento com a família biológica, para evitar sofrimento desnecessário. III. A "conta não fecha", ou seja, o número de pretendentes é muito superior ao de crianças disponíveis sem que a adoção se concretize para todas – porque o Assistente Social não realiza a devida avaliação social, que é exigida pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). IV. A avaliação social, exigida por lei, busca conhecer as motivações e expectativas dos pretendentes, incluindo as características da criança ou adolescente que desejam (como idade, cor, sexo), sendo este um dado crucial para entender a seletividade que impede