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Cultura Brasileira

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Na década de 1930, sociólogo Gilberto Freyre defendeu a tese de que 0 Brasil seria um exemplo de democracia racial, posto que brancos e negros conviveriam de maneira equilibrada e sem maiores adversidades. Por volta de 1950, no entanto, estudiosos como Florestan Fernandes e Octavio lanni ficaram conhecidos por difundirem a ideia de que essa democracia se tratava de um mito, visto a realidade de pobreza e a discriminação enfrentada por boa parte da população negra do país.
Com base no texto, qual autor passou a defender, por volta de 1950, que a democracia racial era um mito?
A Florestan Fernandes
B Marcel Mauss
C Octavio lanni
D Sérgio Buarque de Hollanda
E Gilberto Freyre
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diversidadeetnica

há 9 horas

Respostas

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há 9 horas

Analisando o enunciado: - Gilberto Freyre, na década de 1930, defendeu a tese da democracia racial no Brasil. - Por volta de 1950, Florestan Fernandes e Octavio Ianni passaram a defender que essa democracia racial era um mito, devido à discriminação e pobreza enfrentadas pela população negra. Portanto, os autores que criticaram a ideia da democracia racial foram Florestan Fernandes e Octavio Ianni. Como a pergunta pede qual autor passou a defender que a democracia racial era um mito, e entre as opções estão Florestan Fernandes e Octavio Ianni, a resposta correta é: A) Florestan Fernandes

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A escravidão no Brasil percorreu quatro séculos de história, deixando marcas profundas. Ainda hoje, há quem duvide da crueldade empregada contra os africanos escravizados, por isso, torna-se importante enfatizar que a escravidão no Brasil foi caracterizada por um cotidiano de torturas físicas e inúmeras violações de direitos.
Por que, mesmo após a lei que institui a abolição da escravidão (Lei Áurea, de 13 de maio de 1888), a realidade do negro no Brasil continuou marcada pela miséria e pelas péssimas condições de vida? Assinale a alternativa ERRADA.
a Não possuíam moradia.
b Não possuíam assistência.
c Não possuíam liberdade.
d Não possuíam emprego.
e Sofriam preconceito.

No colonial, a partir da exploração das riquezas naturais brasileiras, os portugueses tinham como objetivo produzir bens para serem comercializados no continente europeu. Para tanto, necessitavam de mão de obra. Inicialmente, os nativos eram utilizados como escravos nesse processo, mas, pouco tempo depois, foram substituídos. A lógica econômica e social da época tinha como objetivo assegurar a alta produção demandada pelo mercado europeu, e a mão de obra escrava se constituía como o modo mais rentável de exploração. Contudo, ela não era lucrativa apenas nesse sentido, uma vez que o tráfico negreiro também proporcionava ganhos para as metrópoles, de modo que a escravização do povo negro se tornava duplamente vantajosa para os europeus (MATTOS, 2007). SCHIMITT, M. Antropologia e Cultura Brasileira. 3. (Apostila)
A partir do texto, considere as asserções abaixo e a relação proposta entre elas. I. mão de obra escrava indígena foi substituída pela negra ao longo do processo de colonização. II. o lucro com tráfico negreiro interessava à Europa e os jesuítas se opunham à escravidão indígena. É correto afirmar que:
A As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.
B As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.
C A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
D A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.
E As asserções I e II são proposições falsas.

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