Logo Passei Direto
Buscar

Mercado Financeiro

Colégio Objetivo
Ao final de cada mês, ao realizar o pagamento dos salários dos funcionários de uma empresa, o RH escolhe um entre os funcionários para receber uma bonificação, além do seu salário normal. A bonificação terá um valor fixo de R$ 100,00 e, a esse valor fixo, será somada a oitava parte do salário normal recebido por esse funcionário. Dessa forma, se no final de determinado mês o funcionário escolhido para receber a bonificação possuir um salário normal igual R$ 3.568,00,
Então, o valor total que ele irá receber como pagamento será igual a
R$ 5.046,00.
R$ 4.114,00.
R$ 5.546,00.
R$ 4.546,00.
R$ 3.546,00.
User badge image
Estudando com Questões

há 3 horas

Respostas

User badge image

Ed Verified user icon

há 3 horas

Vamos calcular o valor total que o funcionário receberá: 1. Salário normal: R$ 3.568,00 2. Bonificação fixa: R$ 100,00 3. Oitava parte do salário normal: 3.568 ÷ 8 = R$ 446,00 Agora, somamos tudo: Salário + bonificação fixa + oitava parte do salário = 3.568 + 100 + 446 = R$ 4.114,00 Resposta correta: R$ 4.114,00.

Essa resposta te ajudou?

0
Dislike0

Ainda não achou a resposta?

  • Integrado com os principais modelos de IA do mercado
  • Respostas em segundos
  • IA treinada para estudantes brasileiros.
PasseIA logoEvolua sua forma de estudar

Cadastre-se ou realize login

Ainda com dúvidas?

Envie uma pergunta e tenha sua dúvida de estudo respondida!

Essa pergunta também está no material:

Mais perguntas desse material

As questões de 1 a 10 referem-se ao Texto.

Saúde mental em tempos de pandemia Relações sociais, estresse e resiliência

KELLY PEREIRA ROBIS

O ser humano tende a buscar prazer em todas as suas vivências. No entanto, momentos ruins fazem parte da vida e precisam ser vividos. Vivências negativas não são totalmente deletérias: pessoas que estão passando por momentos de estresse tendem a ajudar mais os outros e valorizam muito mais as relações interpessoais. Essas relações sociais podem contribuir para que a prevenção do adoecimento mental aconteça, podendo fazer parte de um mecanismo chamado resiliência.

A família, sob uma perspectiva antropológica, é um grupo social concreto no qual se estabelece a reciprocidade e a complementaridade que certamente podem ser um mecanismo de proteção em termos de saúde mental, em tempos de estresse e de isolamento.

Considerando o contexto atual de pandemia, essa relação, que é tão importante, para o ser humano pode ser fragilizada pela mudança abrupta da rotina e por reações emocionais inerentes ao momento. Dessa forma, a qualidade dos relacionamentos precisa ser valorizada. Problemas individuais devem ser levados em consideração, uma vez que respostas afetivas como a ansiedade e o medo podem nos tornar mais irritáveis e impulsivos.

Agressividade

Como consequência, podemos imputar ao outro o resultado de uma vivência pessoal, ao sermos hostis e agressivos. Claramente, essa emoção precisa ser “colocada para fora”, mas, não de forma violenta: dividir o sofrimento e as preocupações por meio do diálogo é consideravelmente mais efetivo e saudável do que uma comunicação agressiva.

Todavia, o estado emocional do outro também precisa ser levado em consideração, por isso a leitura do ambiente é fundamental. Sinais de estresse podem ser expressos pela pessoa com quem dividimos o convívio como alterações de sono, apetite, irritabilidade e tristeza.

Diálogo

A abordagem não empática desse sofrimento pode desgastar ainda mais as relações interpessoais, justamente quando mais precisamos delas. Oferecer ajuda com diálogo aberto e uma visão menos estigmatizada do sofrimento mental, pode ser um grande passo para uma relação saudável.
De acordo com o texto, é correto afirmar que
os seres humanos culpabilizam seus familiares e/ou amigos próximos por seus medos e anseios.
as pessoas tornaram-se mais agressivas e mais facilmente irritáveis com a pandemia.
relações familiares calcadas, sobretudo, em diálogo e empatia podem ser grandes aliadas para fortalecimento da saúde mental.
pessoas que sofrem com a depressão costumam expor suas emoções de modo violento e agressivo.
problemas individuais, em um contexto familiar, devem ser priorizados em detrimento dos problemas coletivos.

As questões de 15 a 20 referem-se ao Texto. LAR AMARGO Empregada doméstica, Val trabalha numa casa paulistana de classe média há dez anos e escuta repetidas vezes que é praticamente da família. Dorme num quartinho quente e abafado nos fundos da casa, perto da cozinha, onde passa boa parte de seu tempo. Adora seus patrões e cuida do filho deles como se fosse seu. No entanto, sua filha biológica, Jéssica, foi criada pela irmã em Recife, com a ajuda financeira que Val lhe enviava todos os meses. Quando Jéssica vai a São Paulo para prestar vestibular e fica hospedada com Val (ou seja, na casa dos patrões), questiona a subserviência da mãe – que mora na casa dos patrões, mas não come na mesma mesa que eles e nunca colocou os pés na piscina da residência. [...] Essa é a história de Que horas ela volta?, longa brasileiro que fez sucesso nos cinemas do país. Val (interpretada por Regina Casé) não é negra, mas lida com um cotidiano que mistura afeto e poder por parte dos patrões – tal como Gilberto Freyre relatou no livro Casa-Grande & Senzala. “Nas coletivas de imprensa para o lançamento do filme, os jornalistas europeus queriam saber se a situação descrita era real ou fictícia”, conta a diretora, Anna Muylaert. “Quando dizia que era real, ficavam em choque.” Nem sempre percebemos, mas situações como a vivida por Val são resquícios da escravidão abolida há mais de 125 anos no Brasil e podem ser encontradas em muitos lugares – inclusive dentro de casa. Contar com a ajuda de empregadas domésticas e diaristas é visto com naturalidade no Brasil. É assim também com a existência de casas e apartamento com quarto e banheiro de empregada e a distinção entre elevadores. [...] Quando isso é comparado com outras culturas que desconhecem esses hábitos, como a norte-americana e a europeia, essas peculiaridades sociais e arquitetônicas ganham um caráter segregacionista. “Fazer com que a doméstica fique disponível 24 horas por dia, uma vez que ela dorme em casa, e separar os espaços de convivência é imitar as relações escravistas”, afirma o sociólogo Emerson Ricardo Girardi, professor da Fundação Armando Álvares Penteado (Faap), de São Paulo.
A partir da leitura do texto, assinale a alternativa correta.
Em seu emprego, Val é tratada como parte da família.
O “quartinho da empregada” é um aspecto da arquitetura brasileira que indica que as relações escravistas ainda não foram completamente superadas.
A situação descrita em Que horas ela volta? é uma exceção, visto que, no Brasil, as empregadas domésticas não costumam morar na casa dos patrões.
O texto faz uma crítica à precariedade dos quartos de empregadas, com o objetivo de que eles sejam melhorados para que elas tenham um pouco mais de conforto.
Val está longe de sua filha, Jéssica, há dez anos.

Mais conteúdos dessa disciplina