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Sobre o calendário de vacinação 2023 do Programa Nacional de Imunização (PNI) e recomendações de imunização da Sociedade Brasileira de Pediatria, é correto afirmar que:
A. A Vacina de Pólio Oral atenuada (VOP) não é mais recomendada em nenhuma situação.
B. A vacina Pneumocócica 23 não conjugada está indicada para todas as crianças até 5 anos de idade, sendo superior à vacina Pneumocócica conjugada 10-valente disponibilizada pelo PNI.
C. Crianças que não apresentam cicatriz no local da vacina BCG em um período de 6 meses deverão ser revacinadas.
D. A vacina meningocócica B recombinante está disponível no PNI. A criança deve receber duas doses aos 3 e 5 meses, e um reforço aos 12 meses.
E. A vacina meningo ACWY está disponível no PNI para adolescentes de 11 a 14 anos de idade.
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há 4 horas

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há 4 horas

Vamos analisar cada alternativa com base no calendário de vacinação 2023 do PNI e recomendações da Sociedade Brasileira de Pediatria: A. Vacina de Pólio Oral atenuada (VOP) não é mais recomendada em nenhuma situação. — Incorreto. A VOP ainda é usada em campanhas de vacinação em algumas situações específicas. B. Vacina Pneumocócica 23 não conjugada está indicada para todas as crianças até 5 anos, sendo superior à conjugada 10-valente do PNI. — Incorreto. A vacina 23-valente é indicada para grupos de risco, não para todas as crianças, e a conjugada 10-valente é a recomendada para rotina infantil. C. Crianças que não apresentam cicatriz no local da vacina BCG em 6 meses devem ser revacinadas. — Correto. A ausência de cicatriz após 6 meses pode indicar falha na vacinação, e a revacinação é recomendada. D. Vacina meningocócica B recombinante está disponível no PNI com esquema 3, 5 e reforço aos 12 meses. — Incorreto. A vacina meningocócica B não está disponível no PNI. E. Vacina meningo ACWY está disponível no PNI para adolescentes de 11 a 14 anos. — Incorreto. A vacina ACWY está disponível para adolescentes, mas a faixa etária recomendada é geralmente 11 a 12 anos. Portanto, a alternativa correta é: C. Crianças que não apresentam cicatriz no local da vacina BCG em um período de 6 meses deverão ser revacinadas.

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Em Julho de 2023, o Ministério da Saúde anunciou uma mudança no esquema vacinal de poliomielite: “Em relação aos imunizantes contra a pólio, a indicação da Câmara Técnica de Assessoramento em Imunizações (CTAI) foi para que o Brasil passe a adotar exclusivamente a Vacina Inativada Poliomielite (VIP) no reforço aos 15 meses de idade, que atualmente é feito com a forma oral do imunizante. A VIP (forma injetável) já é aplicada aos 2, 4 e 6 meses de vida, conforme o Calendário Nacional de Vacinação. Portanto, após um período de transição que começa no primeiro semestre de 2024, as crianças brasileiras que completarem as três primeiras doses da vacina, irão tomar apenas um reforço com a VIP (injetável) aos 15 meses. A dose de reforço aplicada atualmente aos 4 anos não será mais necessária, já que o esquema vacinal com quatro doses garantirá a proteção contra a pólio. A atualização considerou os critérios epidemiológicos, as evidências relacionadas à vacina e as recomendações internacionais sobre o tema.”
É correto afirmar que essa retirada da Vacina Oral de Poliomielite (VOP) do Calendário Nacional de Vacinação é respaldada, entre outros fatores, no fato de que:
A. há uma baixa cobertura vacinal no mundo após a pandemia e a figura de propaganda do “Zé Gotinha” já está desgastada, pouco conhecida entre as crianças mais novas, e gera efeito oposto ao que ocorria no passado.
B. a VIP demonstrou uma efetividade superior a VOP e espera-se que, ao oferecer uma dose de VIP aos 15 meses, mesmo sem o reforço aos 4 anos, deve-se atingir a completa erradicação da doença no Brasil.
C. o Brasil não tem casos notificados de poliomielite há mais de 30 anos e a retirada da VOP irá mitigar o risco de ocorrências de poliomielite associada à vacina e de poliomielite por vírus derivado da vacina.
D. não há casos notificados de poliomielite no mundo há mais de 20 anos, e o uso da VIP, por mais que seja menos eficaz, é a melhor estratégia neste momento devido a menor custo de produção, armazenamento e distribuição da vacina.
E. a eficácia da VOP está diretamente relacionada à capacidade de absorção oral do antígeno, não devendo ser engolida, algo não controlável e que pode deixar algumas crianças desprotegidas, já a vacina VIP (injetável) não tem esse risco.

Menino, 4a, é trazido à Unidade Básica de Saúde para atualização do calendário vacinal. Faz uso regular de prednisona e ciclosporina há dois anos para tratamento de síndrome nefrótica. Traz carteira vacinal atualizada até os 15 meses.
QUAIS VACINAS ESTÃO CONTRAINDICADAS NESSE MOMENTO?
A) Varicela e febre amarela.
B) VOP e DPT.
C) Febre amarela e DPT.
D) Tríplice viral e DTPa.

Uma mãe levou o filho com quatro meses de vida à consulta de rotina. O lactente está em aleitamento materno exclusivo. A mãe viajará para Belém e não possui vacina contra a febre amarela.
Com base nesse caso hipotético, assinale a alternativa correta.
A) A vacina contra a febre amarela é constituída de vírus vivo atenuado. Sendo assim, deve-se suspender o aleitamento materno por 48 horas após a vacinação da mãe.
B) A vacina contra a febre amarela é constituída de vírus vivo atenuado. Sendo assim, deve-se suspender o aleitamento materno por dez dias, após a vacinação da mãe.
C) A vacina contra a febre amarela é constituída de vírus vivo atenuado. Sendo assim, deve-se suspender o aleitamento materno por 28 dias, após a vacinação da mãe.
D) A vacina contra a febre amarela é constituída de vírus inativado. Sendo assim, não é necessário suspender o aleitamento materno.
E) A vacina contra a febre amarela é constituída de vírus inativado. Sendo assim, deve-se suspender o aleitamento materno por catorze dias, após a vacinação da mãe.

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