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Rotavírus é o patógeno que mais frequentemente causa gastroenterite aguda em lactentes, constituindo importante causa de internações hospitalares. A vacinação é importante estratégia para redução da sua morbidade, mas é contraindicada em qual das seguinte situações?
A. História familiar de intussuscepção intestinal.
B. Imunodeficiência combinada grave.
C. Prematuridade extrema.
D. Contactante domiciliar no primeiro trimestre de gestação.
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há 4 horas

Respostas

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há 4 horas

Vamos analisar as alternativas: A vacina oral contra rotavírus é contraindicada em casos de: - História familiar de intussuscepção intestinal: a intussuscepção é uma complicação rara, mas a vacina é contraindicada em casos pessoais ou familiares graves. - Imunodeficiência combinada grave: vacinas de vírus vivos atenuados, como a do rotavírus, são contraindicadas em imunodeprimidos graves. - Prematuridade extrema: prematuros podem receber a vacina, desde que estejam clinicamente estáveis. - Contactante domiciliar no primeiro trimestre de gestação: não é contraindicação para a vacinação do lactente. Portanto, a contraindicação absoluta é a imunodeficiência combinada grave. Resposta correta: B. Imunodeficiência combinada grave.

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Em Julho de 2023, o Ministério da Saúde anunciou uma mudança no esquema vacinal de poliomielite: “Em relação aos imunizantes contra a pólio, a indicação da Câmara Técnica de Assessoramento em Imunizações (CTAI) foi para que o Brasil passe a adotar exclusivamente a Vacina Inativada Poliomielite (VIP) no reforço aos 15 meses de idade, que atualmente é feito com a forma oral do imunizante. A VIP (forma injetável) já é aplicada aos 2, 4 e 6 meses de vida, conforme o Calendário Nacional de Vacinação. Portanto, após um período de transição que começa no primeiro semestre de 2024, as crianças brasileiras que completarem as três primeiras doses da vacina, irão tomar apenas um reforço com a VIP (injetável) aos 15 meses. A dose de reforço aplicada atualmente aos 4 anos não será mais necessária, já que o esquema vacinal com quatro doses garantirá a proteção contra a pólio. A atualização considerou os critérios epidemiológicos, as evidências relacionadas à vacina e as recomendações internacionais sobre o tema.”
É correto afirmar que essa retirada da Vacina Oral de Poliomielite (VOP) do Calendário Nacional de Vacinação é respaldada, entre outros fatores, no fato de que:
A. há uma baixa cobertura vacinal no mundo após a pandemia e a figura de propaganda do “Zé Gotinha” já está desgastada, pouco conhecida entre as crianças mais novas, e gera efeito oposto ao que ocorria no passado.
B. a VIP demonstrou uma efetividade superior a VOP e espera-se que, ao oferecer uma dose de VIP aos 15 meses, mesmo sem o reforço aos 4 anos, deve-se atingir a completa erradicação da doença no Brasil.
C. o Brasil não tem casos notificados de poliomielite há mais de 30 anos e a retirada da VOP irá mitigar o risco de ocorrências de poliomielite associada à vacina e de poliomielite por vírus derivado da vacina.
D. não há casos notificados de poliomielite no mundo há mais de 20 anos, e o uso da VIP, por mais que seja menos eficaz, é a melhor estratégia neste momento devido a menor custo de produção, armazenamento e distribuição da vacina.
E. a eficácia da VOP está diretamente relacionada à capacidade de absorção oral do antígeno, não devendo ser engolida, algo não controlável e que pode deixar algumas crianças desprotegidas, já a vacina VIP (injetável) não tem esse risco.

Menino, 4a, é trazido à Unidade Básica de Saúde para atualização do calendário vacinal. Faz uso regular de prednisona e ciclosporina há dois anos para tratamento de síndrome nefrótica. Traz carteira vacinal atualizada até os 15 meses.
QUAIS VACINAS ESTÃO CONTRAINDICADAS NESSE MOMENTO?
A) Varicela e febre amarela.
B) VOP e DPT.
C) Febre amarela e DPT.
D) Tríplice viral e DTPa.

Uma mãe levou o filho com quatro meses de vida à consulta de rotina. O lactente está em aleitamento materno exclusivo. A mãe viajará para Belém e não possui vacina contra a febre amarela.
Com base nesse caso hipotético, assinale a alternativa correta.
A) A vacina contra a febre amarela é constituída de vírus vivo atenuado. Sendo assim, deve-se suspender o aleitamento materno por 48 horas após a vacinação da mãe.
B) A vacina contra a febre amarela é constituída de vírus vivo atenuado. Sendo assim, deve-se suspender o aleitamento materno por dez dias, após a vacinação da mãe.
C) A vacina contra a febre amarela é constituída de vírus vivo atenuado. Sendo assim, deve-se suspender o aleitamento materno por 28 dias, após a vacinação da mãe.
D) A vacina contra a febre amarela é constituída de vírus inativado. Sendo assim, não é necessário suspender o aleitamento materno.
E) A vacina contra a febre amarela é constituída de vírus inativado. Sendo assim, deve-se suspender o aleitamento materno por catorze dias, após a vacinação da mãe.

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