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A hipertensão arterial sistêmica (HAS) é uma condição crescente na infância e adolescência, frequentemente associada a fatores como obesidade, genética, idade e etnia. Apesar de sua prevalência, muitas crianças com HAS não apresentam sintomas evidentes, o que torna o diagnóstico um desafio. Além disso, crianças com HAS necessitam de monitoramento de órgãos-alvo para prevenir danos futuros.

Fonte: adaptado de: VENTURI, Ivonilce; SANT’ANNA, Lina C.; MUTTONI, Sandra M P. Terapia nutricional infantil. Porto Alegre: SAGAH, 2021.
Considerando o texto apresentado e sobre a hipertensão na infância e suas implicações, analise as afirmativas a seguir:
I. Crianças com HAS frequentemente apresentam sintomas clínicos como dores de cabeça, tontura e convulsões, sendo fáceis de diagnosticar.
II. Obesidade é um fator de risco importante para o desenvolvimento de HAS infantil, com mais de 20% das crianças obesas desenvolvendo HAS primária.
III. Bebês prematuros estão em maior risco de desenvolver hipertensão mais tarde na vida, devido à relação inversa entre peso ao nascer e risco de HAS.
IV. Hipertensão na infância está associada a danos em órgãos-alvo, como hipertrofia do ventrículo esquerdo, mas não existe relação entre hipertensão infantil e consequências a longo prazo para a saúde adulta.
A III e IV, apenas.
B I e IV, apenas.
C I, II e III, apenas.
D II, III e IV, apenas.
E II e III, apenas.
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há 20 horas

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há 19 horas

Vamos analisar cada afirmativa: I. Crianças com HAS frequentemente apresentam sintomas clínicos como dores de cabeça, tontura e convulsões, sendo fáceis de diagnosticar. Falso. Muitas crianças com hipertensão arterial sistêmica (HAS) são assintomáticas, o que torna o diagnóstico um desafio. II. Obesidade é um fator de risco importante para o desenvolvimento de HAS infantil, com mais de 20% das crianças obesas desenvolvendo HAS primária. Verdadeiro. A obesidade é um fator de risco reconhecido para HAS na infância, e a prevalência em crianças obesas é significativa. III. Bebês prematuros estão em maior risco de desenvolver hipertensão mais tarde na vida, devido à relação inversa entre peso ao nascer e risco de HAS. Verdadeiro. Existe evidência que relaciona baixo peso ao nascer e prematuridade com maior risco de hipertensão na vida adulta. IV. Hipertensão na infância está associada a danos em órgãos-alvo, como hipertrofia do ventrículo esquerdo, mas não existe relação entre hipertensão infantil e consequências a longo prazo para a saúde adulta. Falso. A hipertensão infantil está associada a danos em órgãos-alvo e pode levar a consequências graves na vida adulta. Portanto, os itens verdadeiros são II e III. Alternativa correta: E) II e III, apenas.

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A terapia nutricional para indivíduos com diabetes visa promover um padrão alimentar que ajude a melhorar a saúde geral e a prevenir complicações associadas à doença. Ela também leva em consideração aspectos individuais, culturais e comportamentais do paciente, com o objetivo de garantir que as escolhas alimentares sejam adequadas e sustentáveis a longo prazo.

Fonte: CAMPOS, T. F. de et al. Terapia nutricional no diabetes tipo 1. Diretriz oficial da Sociedade Brasileira de Diabetes. São Paulo: Sociedade Brasileira de Diabetes, 2024.
Sobre a terapia nutricional para diabetes, assinale a alternativa correta:
A O principal objetivo da terapia nutricional para diabetes é promover uma alimentação com restrições severas, sem flexibilidade alimentar, para garantir o controle glicêmico estrito.
B A terapia nutricional para diabetes deve se concentrar exclusivamente no consumo de alimentos ricos em um único nutriente específico para garantir a eficácia do tratamento.
C A terapia nutricional para diabetes deve focar apenas em alimentos processados, já que eles são mais fáceis de consumir para os pacientes com diabetes.
D A terapia nutricional deve ser adaptada às necessidades nutricionais individuais do paciente, levando em conta aspectos como preferências pessoais, condições socioeconômicas e adesão a mudanças comportamentais.
E A educação nutricional deve ser pontual, com poucas intervenções, visando exclusivamente o controle das calorias consumidas, sem considerar o contexto social e cultural do paciente.

A nutrição parenteral (NP) é frequentemente indicada para recém-nascidos prematuros e com baixo peso ao nascer (BPN) quando a nutrição enteral não é suficiente ou não é possível. Ela garante que o bebê receba todos os nutrientes essenciais para o crescimento e desenvolvimento. No entanto, a NP é uma terapia complexa que requer monitoramento rigoroso e manejo cuidadoso. Ela é administrada diretamente na corrente sanguínea, o que exige a inserção de um cateter venoso central. Embora vital para a sobrevivência e o crescimento desses bebês vulneráveis, a NP não é isenta de riscos.

Fonte: ZAMBERLAN, P. Recém-nascido pré-termo/baixo peso. In: SILVA, A. P. A.; NASCIMENTO, A. G.; ZAMBERLAN, P. Manual de Dietas e Condutas Nutricionais. São Paulo: Editora Atheneu, 2014.
Considerando o texto apresentado e as situações específicas que a NP é indicada, analise as afirmativas a seguir:
I. A NP é indicada na falta de acesso gastrointestinal, seja por obstruções ou malformações.
II. Em casos de enterocolite necrosante ou íleo paralítico, o recém-nascido possui indicação de NP.
III. O recém-nascido prematuro ou com baixo peso ao nascer é diagnosticado com cardiopatia congênita ou insuficiência respiratória, a NP deve ser indicada.
IV. O recém-nascido prematuro ou com baixo peso ao nascer, que está estável hemodinamicamente e com trato gastrointestinal funcionante, deve preferir a NP ao invés da nutrição enteral, para garantir melhor ganho ponderal.
A II e III, apenas.
B I, II e III, apenas.
C II, III e IV, apenas.
D I e IV, apenas.
E III e IV, apenas.

A deficiência de ácido fólico (vitamina B9) pode afetar diversos processos metabólicos essenciais no organismo, como a síntese de DNA e RNA, comprometendo a produção de células sanguíneas e a função neurológica. Além disso, a deficiência dessa vitamina está associada a fatores dietéticos, a condições clínicas específicas e ao uso de substâncias que interferem em seu metabolismo.

Fonte: WEFFORT, Virgínia Resende Silva; ALVES, Joel Lamounier. Nutrição em pediatria: da neonatologia à adolescência. 2. ed. Barueri: Manole, 2017.
Considerando o texto apresentado, as causas, o diagnóstico e o tratamento dessa deficiência, analise as afirmativas a seguir:
I. A deficiência de ácido fólico ocorre somente por causa da ingestão inadequada de alimentos ricos em folato, como feijões e vegetais de folhas verdes.
II. A fortificação de alimentos, como farinhas de trigo e milho, tem sido uma estratégia eficaz para reduzir a carência de ácido fólico no Brasil.
III. A deficiência de ácido fólico pode resultar em anemia macrocítica, glossite e taquicardia, além de causar alterações neurológicas quando combinada com a deficiência de vitamina B12.
IV. O diagnóstico de deficiência de ácido fólico é confirmado por exames hematológicos que revelam anemia macrocítica, e a suplementação é indicada especialmente para gestantes para prevenir defeitos do tubo neural.
A II e III, apenas.
B I, II e III, apenas.
C III e IV, apenas.
D I e IV, apenas.
E II, III e IV, apenas.

A abordagem para uma gestante desnutrida deve ser abrangente e adaptada às suas necessidades individuais. É preciso um planejamento alimentar cuidadoso e um acompanhamento contínuo para garantir que a gestante com baixo peso e o bebê recebam todos os nutrientes necessários para uma gravidez saudável.

Fonte: VASCONCELOS, M. J. O. B. et al. Nutrição Clínica: obstetrícia e pediatria. Rio de Janeiro: MedBook, 2011.
Considerando que as necessidades nutricionais aumentam ao longo da gravidez e as gestantes com baixo peso pré-gestacional precisam de intervenções que alterem a sua curva de ganho de peso, analise as afirmativas a seguir:
I. Em situações mais graves de restrição alimentar, quando o trato gastrointestinal estiver funcionando, pode-se indicar uso de alimentação por via enteral.
II. Na tentativa de normalizar o estado nutricional da gestante, é recomendado usar o peso aceitável, por meio do IMC ideal, para estimar a necessidade energética da gestante com baixo peso pré-gestacional.
III. A distribuição aceitável dos macronutrientes para as gestantes é de 45 a 65% do valor energético total (VET) proveniente dos carboidratos, 10 a 35% do VET vindo das proteínas, e 20 a 35% do VET dos lipídeos.
IV. No momento que a gestante desnutrida não tolerar o uso de nutrição enteral, existe a indicação de deixá-la em jejum de dois a três dias, e só então iniciar novamente a dieta por nutrição enteral.
A II e III, apenas.
B I e IV, apenas.
C I, II e III, apenas.
D III e IV, apenas.
E II, III e IV, apenas.

A apresentação clínica, a escolha da terapia e a resposta ao tratamento são diferentes conforme a faixa etária do paciente. Em lactentes, a dieta é exclusivamente líquida e a posição deitada é frequente, fatores que contribuem para exacerbar a regurgitação, exacerbada pela imaturidade do trato gastroesofágico. Em bebês e crianças pequenas, primeiramente deve-se descartar a possibilidade de APLV, e se descartada, o manejo dietoterápico envolve a modificação da frequência e volume da alimentação, com o espessamento do leite para garantir a adequada ingestão calórica. Em crianças maiores e adolescentes, é recomendado maior fracionamento das refeições, redução do volume e evitar líquidos durante as refeições. Para indivíduos com excesso de peso, a perda de peso é indicada. Além disso, deve-se evitar alimentos que estimulam a secreção gástrica, como cafeína e alimentos gordurosos. O tratamento medicamentoso deve ser usado apenas após falha no tratamento conservador.

Fonte: VENTURI, I.; SANT’ANNA, L. C.; MUTTONI, S. M. P. Terapia nutricional infantil. Porto Alegre: SAGAH, 2021. p. 170.
Considerando o texto apresentado e as recomendações para cada paciente, analise as afirmativas a seguir:

I. A posição de prona é indicada para bebês, pois ajuda a reduzir a regurgitação, melhorando o quadro clínico.

II. A perda de peso não é recomendada para crianças e adolescentes com excesso de peso, pois pode piorar os sintomas do refluxo gastroesofágico.

III. O tratamento medicamentoso deve ser utilizado somente após o tratamento conservador falhar, com o objetivo de reduzir os sintomas, facilitando a alimentação.

IV. Em bebês e crianças pequenas, deve-se primeiro descartar a possibilidade de APLV e, se descartada, pode-se utilizar o espessamento do leite para garantir a ingestão calórica adequada.

É correto o que se afirma em:
I. A posição de prona é indicada para bebês, pois ajuda a reduzir a regurgitação, melhorando o quadro clínico.
II. A perda de peso não é recomendada para crianças e adolescentes com excesso de peso, pois pode piorar os sintomas do refluxo gastroesofágico.
III. O tratamento medicamentoso deve ser utilizado somente após o tratamento conservador falhar, com o objetivo de reduzir os sintomas, facilitando a alimentação.
IV. Em bebês e crianças pequenas, deve-se primeiro descartar a possibilidade de APLV e, se descartada, pode-se utilizar o espessamento do leite para garantir a ingestão calórica adequada.
A I, II e III, apenas.
B I, apenas.
C I, II, III e IV.
D II e IV, apenas.
E III e IV, apenas.

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