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Avaliação Final (Objetiva) - Individualrrrr

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Questões resolvidas

A terapia nutricional para indivíduos com diabetes visa promover um padrão alimentar que ajude a melhorar a saúde geral e a prevenir complicações associadas à doença. Ela também leva em consideração aspectos individuais, culturais e comportamentais do paciente, com o objetivo de garantir que as escolhas alimentares sejam adequadas e sustentáveis a longo prazo.

Fonte: CAMPOS, T. F. de et al. Terapia nutricional no diabetes tipo 1. Diretriz oficial da Sociedade Brasileira de Diabetes. São Paulo: Sociedade Brasileira de Diabetes, 2024.
Sobre a terapia nutricional para diabetes, assinale a alternativa correta:
A O principal objetivo da terapia nutricional para diabetes é promover uma alimentação com restrições severas, sem flexibilidade alimentar, para garantir o controle glicêmico estrito.
B A terapia nutricional para diabetes deve se concentrar exclusivamente no consumo de alimentos ricos em um único nutriente específico para garantir a eficácia do tratamento.
C A terapia nutricional para diabetes deve focar apenas em alimentos processados, já que eles são mais fáceis de consumir para os pacientes com diabetes.
D A terapia nutricional deve ser adaptada às necessidades nutricionais individuais do paciente, levando em conta aspectos como preferências pessoais, condições socioeconômicas e adesão a mudanças comportamentais.
E A educação nutricional deve ser pontual, com poucas intervenções, visando exclusivamente o controle das calorias consumidas, sem considerar o contexto social e cultural do paciente.

A nutrição parenteral (NP) é frequentemente indicada para recém-nascidos prematuros e com baixo peso ao nascer (BPN) quando a nutrição enteral não é suficiente ou não é possível. Ela garante que o bebê receba todos os nutrientes essenciais para o crescimento e desenvolvimento. No entanto, a NP é uma terapia complexa que requer monitoramento rigoroso e manejo cuidadoso. Ela é administrada diretamente na corrente sanguínea, o que exige a inserção de um cateter venoso central. Embora vital para a sobrevivência e o crescimento desses bebês vulneráveis, a NP não é isenta de riscos.

Fonte: ZAMBERLAN, P. Recém-nascido pré-termo/baixo peso. In: SILVA, A. P. A.; NASCIMENTO, A. G.; ZAMBERLAN, P. Manual de Dietas e Condutas Nutricionais. São Paulo: Editora Atheneu, 2014.
Considerando o texto apresentado e as situações específicas que a NP é indicada, analise as afirmativas a seguir:
I. A NP é indicada na falta de acesso gastrointestinal, seja por obstruções ou malformações.
II. Em casos de enterocolite necrosante ou íleo paralítico, o recém-nascido possui indicação de NP.
III. O recém-nascido prematuro ou com baixo peso ao nascer é diagnosticado com cardiopatia congênita ou insuficiência respiratória, a NP deve ser indicada.
IV. O recém-nascido prematuro ou com baixo peso ao nascer, que está estável hemodinamicamente e com trato gastrointestinal funcionante, deve preferir a NP ao invés da nutrição enteral, para garantir melhor ganho ponderal.
A II e III, apenas.
B I, II e III, apenas.
C II, III e IV, apenas.
D I e IV, apenas.
E III e IV, apenas.

A deficiência de ácido fólico (vitamina B9) pode afetar diversos processos metabólicos essenciais no organismo, como a síntese de DNA e RNA, comprometendo a produção de células sanguíneas e a função neurológica. Além disso, a deficiência dessa vitamina está associada a fatores dietéticos, a condições clínicas específicas e ao uso de substâncias que interferem em seu metabolismo.

Fonte: WEFFORT, Virgínia Resende Silva; ALVES, Joel Lamounier. Nutrição em pediatria: da neonatologia à adolescência. 2. ed. Barueri: Manole, 2017.
Considerando o texto apresentado, as causas, o diagnóstico e o tratamento dessa deficiência, analise as afirmativas a seguir:
I. A deficiência de ácido fólico ocorre somente por causa da ingestão inadequada de alimentos ricos em folato, como feijões e vegetais de folhas verdes.
II. A fortificação de alimentos, como farinhas de trigo e milho, tem sido uma estratégia eficaz para reduzir a carência de ácido fólico no Brasil.
III. A deficiência de ácido fólico pode resultar em anemia macrocítica, glossite e taquicardia, além de causar alterações neurológicas quando combinada com a deficiência de vitamina B12.
IV. O diagnóstico de deficiência de ácido fólico é confirmado por exames hematológicos que revelam anemia macrocítica, e a suplementação é indicada especialmente para gestantes para prevenir defeitos do tubo neural.
A II e III, apenas.
B I, II e III, apenas.
C III e IV, apenas.
D I e IV, apenas.
E II, III e IV, apenas.

A abordagem para uma gestante desnutrida deve ser abrangente e adaptada às suas necessidades individuais. É preciso um planejamento alimentar cuidadoso e um acompanhamento contínuo para garantir que a gestante com baixo peso e o bebê recebam todos os nutrientes necessários para uma gravidez saudável.

Fonte: VASCONCELOS, M. J. O. B. et al. Nutrição Clínica: obstetrícia e pediatria. Rio de Janeiro: MedBook, 2011.
Considerando que as necessidades nutricionais aumentam ao longo da gravidez e as gestantes com baixo peso pré-gestacional precisam de intervenções que alterem a sua curva de ganho de peso, analise as afirmativas a seguir:
I. Em situações mais graves de restrição alimentar, quando o trato gastrointestinal estiver funcionando, pode-se indicar uso de alimentação por via enteral.
II. Na tentativa de normalizar o estado nutricional da gestante, é recomendado usar o peso aceitável, por meio do IMC ideal, para estimar a necessidade energética da gestante com baixo peso pré-gestacional.
III. A distribuição aceitável dos macronutrientes para as gestantes é de 45 a 65% do valor energético total (VET) proveniente dos carboidratos, 10 a 35% do VET vindo das proteínas, e 20 a 35% do VET dos lipídeos.
IV. No momento que a gestante desnutrida não tolerar o uso de nutrição enteral, existe a indicação de deixá-la em jejum de dois a três dias, e só então iniciar novamente a dieta por nutrição enteral.
A II e III, apenas.
B I e IV, apenas.
C I, II e III, apenas.
D III e IV, apenas.
E II, III e IV, apenas.

A apresentação clínica, a escolha da terapia e a resposta ao tratamento são diferentes conforme a faixa etária do paciente. Em lactentes, a dieta é exclusivamente líquida e a posição deitada é frequente, fatores que contribuem para exacerbar a regurgitação, exacerbada pela imaturidade do trato gastroesofágico. Em bebês e crianças pequenas, primeiramente deve-se descartar a possibilidade de APLV, e se descartada, o manejo dietoterápico envolve a modificação da frequência e volume da alimentação, com o espessamento do leite para garantir a adequada ingestão calórica. Em crianças maiores e adolescentes, é recomendado maior fracionamento das refeições, redução do volume e evitar líquidos durante as refeições. Para indivíduos com excesso de peso, a perda de peso é indicada. Além disso, deve-se evitar alimentos que estimulam a secreção gástrica, como cafeína e alimentos gordurosos. O tratamento medicamentoso deve ser usado apenas após falha no tratamento conservador.

Fonte: VENTURI, I.; SANT’ANNA, L. C.; MUTTONI, S. M. P. Terapia nutricional infantil. Porto Alegre: SAGAH, 2021. p. 170.
Considerando o texto apresentado e as recomendações para cada paciente, analise as afirmativas a seguir:

I. A posição de prona é indicada para bebês, pois ajuda a reduzir a regurgitação, melhorando o quadro clínico.

II. A perda de peso não é recomendada para crianças e adolescentes com excesso de peso, pois pode piorar os sintomas do refluxo gastroesofágico.

III. O tratamento medicamentoso deve ser utilizado somente após o tratamento conservador falhar, com o objetivo de reduzir os sintomas, facilitando a alimentação.

IV. Em bebês e crianças pequenas, deve-se primeiro descartar a possibilidade de APLV e, se descartada, pode-se utilizar o espessamento do leite para garantir a ingestão calórica adequada.

É correto o que se afirma em:
I. A posição de prona é indicada para bebês, pois ajuda a reduzir a regurgitação, melhorando o quadro clínico.
II. A perda de peso não é recomendada para crianças e adolescentes com excesso de peso, pois pode piorar os sintomas do refluxo gastroesofágico.
III. O tratamento medicamentoso deve ser utilizado somente após o tratamento conservador falhar, com o objetivo de reduzir os sintomas, facilitando a alimentação.
IV. Em bebês e crianças pequenas, deve-se primeiro descartar a possibilidade de APLV e, se descartada, pode-se utilizar o espessamento do leite para garantir a ingestão calórica adequada.
A I, II e III, apenas.
B I, apenas.
C I, II, III e IV.
D II e IV, apenas.
E III e IV, apenas.

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Questões resolvidas

A terapia nutricional para indivíduos com diabetes visa promover um padrão alimentar que ajude a melhorar a saúde geral e a prevenir complicações associadas à doença. Ela também leva em consideração aspectos individuais, culturais e comportamentais do paciente, com o objetivo de garantir que as escolhas alimentares sejam adequadas e sustentáveis a longo prazo.

Fonte: CAMPOS, T. F. de et al. Terapia nutricional no diabetes tipo 1. Diretriz oficial da Sociedade Brasileira de Diabetes. São Paulo: Sociedade Brasileira de Diabetes, 2024.
Sobre a terapia nutricional para diabetes, assinale a alternativa correta:
A O principal objetivo da terapia nutricional para diabetes é promover uma alimentação com restrições severas, sem flexibilidade alimentar, para garantir o controle glicêmico estrito.
B A terapia nutricional para diabetes deve se concentrar exclusivamente no consumo de alimentos ricos em um único nutriente específico para garantir a eficácia do tratamento.
C A terapia nutricional para diabetes deve focar apenas em alimentos processados, já que eles são mais fáceis de consumir para os pacientes com diabetes.
D A terapia nutricional deve ser adaptada às necessidades nutricionais individuais do paciente, levando em conta aspectos como preferências pessoais, condições socioeconômicas e adesão a mudanças comportamentais.
E A educação nutricional deve ser pontual, com poucas intervenções, visando exclusivamente o controle das calorias consumidas, sem considerar o contexto social e cultural do paciente.

A nutrição parenteral (NP) é frequentemente indicada para recém-nascidos prematuros e com baixo peso ao nascer (BPN) quando a nutrição enteral não é suficiente ou não é possível. Ela garante que o bebê receba todos os nutrientes essenciais para o crescimento e desenvolvimento. No entanto, a NP é uma terapia complexa que requer monitoramento rigoroso e manejo cuidadoso. Ela é administrada diretamente na corrente sanguínea, o que exige a inserção de um cateter venoso central. Embora vital para a sobrevivência e o crescimento desses bebês vulneráveis, a NP não é isenta de riscos.

Fonte: ZAMBERLAN, P. Recém-nascido pré-termo/baixo peso. In: SILVA, A. P. A.; NASCIMENTO, A. G.; ZAMBERLAN, P. Manual de Dietas e Condutas Nutricionais. São Paulo: Editora Atheneu, 2014.
Considerando o texto apresentado e as situações específicas que a NP é indicada, analise as afirmativas a seguir:
I. A NP é indicada na falta de acesso gastrointestinal, seja por obstruções ou malformações.
II. Em casos de enterocolite necrosante ou íleo paralítico, o recém-nascido possui indicação de NP.
III. O recém-nascido prematuro ou com baixo peso ao nascer é diagnosticado com cardiopatia congênita ou insuficiência respiratória, a NP deve ser indicada.
IV. O recém-nascido prematuro ou com baixo peso ao nascer, que está estável hemodinamicamente e com trato gastrointestinal funcionante, deve preferir a NP ao invés da nutrição enteral, para garantir melhor ganho ponderal.
A II e III, apenas.
B I, II e III, apenas.
C II, III e IV, apenas.
D I e IV, apenas.
E III e IV, apenas.

A deficiência de ácido fólico (vitamina B9) pode afetar diversos processos metabólicos essenciais no organismo, como a síntese de DNA e RNA, comprometendo a produção de células sanguíneas e a função neurológica. Além disso, a deficiência dessa vitamina está associada a fatores dietéticos, a condições clínicas específicas e ao uso de substâncias que interferem em seu metabolismo.

Fonte: WEFFORT, Virgínia Resende Silva; ALVES, Joel Lamounier. Nutrição em pediatria: da neonatologia à adolescência. 2. ed. Barueri: Manole, 2017.
Considerando o texto apresentado, as causas, o diagnóstico e o tratamento dessa deficiência, analise as afirmativas a seguir:
I. A deficiência de ácido fólico ocorre somente por causa da ingestão inadequada de alimentos ricos em folato, como feijões e vegetais de folhas verdes.
II. A fortificação de alimentos, como farinhas de trigo e milho, tem sido uma estratégia eficaz para reduzir a carência de ácido fólico no Brasil.
III. A deficiência de ácido fólico pode resultar em anemia macrocítica, glossite e taquicardia, além de causar alterações neurológicas quando combinada com a deficiência de vitamina B12.
IV. O diagnóstico de deficiência de ácido fólico é confirmado por exames hematológicos que revelam anemia macrocítica, e a suplementação é indicada especialmente para gestantes para prevenir defeitos do tubo neural.
A II e III, apenas.
B I, II e III, apenas.
C III e IV, apenas.
D I e IV, apenas.
E II, III e IV, apenas.

A abordagem para uma gestante desnutrida deve ser abrangente e adaptada às suas necessidades individuais. É preciso um planejamento alimentar cuidadoso e um acompanhamento contínuo para garantir que a gestante com baixo peso e o bebê recebam todos os nutrientes necessários para uma gravidez saudável.

Fonte: VASCONCELOS, M. J. O. B. et al. Nutrição Clínica: obstetrícia e pediatria. Rio de Janeiro: MedBook, 2011.
Considerando que as necessidades nutricionais aumentam ao longo da gravidez e as gestantes com baixo peso pré-gestacional precisam de intervenções que alterem a sua curva de ganho de peso, analise as afirmativas a seguir:
I. Em situações mais graves de restrição alimentar, quando o trato gastrointestinal estiver funcionando, pode-se indicar uso de alimentação por via enteral.
II. Na tentativa de normalizar o estado nutricional da gestante, é recomendado usar o peso aceitável, por meio do IMC ideal, para estimar a necessidade energética da gestante com baixo peso pré-gestacional.
III. A distribuição aceitável dos macronutrientes para as gestantes é de 45 a 65% do valor energético total (VET) proveniente dos carboidratos, 10 a 35% do VET vindo das proteínas, e 20 a 35% do VET dos lipídeos.
IV. No momento que a gestante desnutrida não tolerar o uso de nutrição enteral, existe a indicação de deixá-la em jejum de dois a três dias, e só então iniciar novamente a dieta por nutrição enteral.
A II e III, apenas.
B I e IV, apenas.
C I, II e III, apenas.
D III e IV, apenas.
E II, III e IV, apenas.

A apresentação clínica, a escolha da terapia e a resposta ao tratamento são diferentes conforme a faixa etária do paciente. Em lactentes, a dieta é exclusivamente líquida e a posição deitada é frequente, fatores que contribuem para exacerbar a regurgitação, exacerbada pela imaturidade do trato gastroesofágico. Em bebês e crianças pequenas, primeiramente deve-se descartar a possibilidade de APLV, e se descartada, o manejo dietoterápico envolve a modificação da frequência e volume da alimentação, com o espessamento do leite para garantir a adequada ingestão calórica. Em crianças maiores e adolescentes, é recomendado maior fracionamento das refeições, redução do volume e evitar líquidos durante as refeições. Para indivíduos com excesso de peso, a perda de peso é indicada. Além disso, deve-se evitar alimentos que estimulam a secreção gástrica, como cafeína e alimentos gordurosos. O tratamento medicamentoso deve ser usado apenas após falha no tratamento conservador.

Fonte: VENTURI, I.; SANT’ANNA, L. C.; MUTTONI, S. M. P. Terapia nutricional infantil. Porto Alegre: SAGAH, 2021. p. 170.
Considerando o texto apresentado e as recomendações para cada paciente, analise as afirmativas a seguir:

I. A posição de prona é indicada para bebês, pois ajuda a reduzir a regurgitação, melhorando o quadro clínico.

II. A perda de peso não é recomendada para crianças e adolescentes com excesso de peso, pois pode piorar os sintomas do refluxo gastroesofágico.

III. O tratamento medicamentoso deve ser utilizado somente após o tratamento conservador falhar, com o objetivo de reduzir os sintomas, facilitando a alimentação.

IV. Em bebês e crianças pequenas, deve-se primeiro descartar a possibilidade de APLV e, se descartada, pode-se utilizar o espessamento do leite para garantir a ingestão calórica adequada.

É correto o que se afirma em:
I. A posição de prona é indicada para bebês, pois ajuda a reduzir a regurgitação, melhorando o quadro clínico.
II. A perda de peso não é recomendada para crianças e adolescentes com excesso de peso, pois pode piorar os sintomas do refluxo gastroesofágico.
III. O tratamento medicamentoso deve ser utilizado somente após o tratamento conservador falhar, com o objetivo de reduzir os sintomas, facilitando a alimentação.
IV. Em bebês e crianças pequenas, deve-se primeiro descartar a possibilidade de APLV e, se descartada, pode-se utilizar o espessamento do leite para garantir a ingestão calórica adequada.
A I, II e III, apenas.
B I, apenas.
C I, II, III e IV.
D II e IV, apenas.
E III e IV, apenas.

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GABARITO | Avaliação Final (Objetiva) - Individual
(Cod.:1628826)
Verde: resposta correta. Vermelho: alternativa marcada por você que está incorreta.
Peso da Avaliação 4,00
Prova 126287854
Qtd. de Questões 10
Acertos/Erros 9/1
Nota 9,00
A terapia nutricional para indivíduos com diabetes visa promover um padrão alimentar que ajude a 
melhorar a saúde geral e a prevenir complicações associadas à doença. Ela também leva em 
consideração aspectos individuais, culturais e comportamentais do paciente, com o objetivo de 
garantir que as escolhas alimentares sejam adequadas e sustentáveis a longo prazo.
Fonte: CAMPOS, T. F. de et al. Terapia nutricional no diabetes tipo 1. Diretriz oficial da Sociedade 
Brasileira de Diabetes. São Paulo: Sociedade Brasileira de Diabetes, 2024. 
Sobre a terapia nutricional para diabetes, assinale a alternativa correta:
A O principal objetivo da terapia nutricional para diabetes é promover uma alimentação com
restrições severas, sem flexibilidade alimentar, para garantir o controle glicêmico estrito.
B A terapia nutricional para diabetes deve se concentrar exclusivamente no consumo de alimentos
ricos em um único nutriente específico para garantir a eficácia do tratamento.
C A terapia nutricional para diabetes deve focar apenas em alimentos processados, já que eles são
mais fáceis de consumir para os pacientes com diabetes.
D
A terapia nutricional deve ser adaptada às necessidades nutricionais individuais do paciente,
levando em conta aspectos como preferências pessoais, condições socioeconômicas e adesão a
mudanças comportamentais.
E A educação nutricional deve ser pontual, com poucas intervenções, visando exclusivamente o
controle das calorias consumidas, sem considerar o contexto social e cultural do paciente.
As necessidades nutricionais para crianças com fenilcetonúria (PKU) são bastante específicas devido 
à necessidade de controlar os níveis de fenilalanina no sangue. A ingestão de fenilalanina deve ser 
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rigorosamente controlada, pois é encontrada principalmente em alimentos ricos em proteínas, como 
carne, peixe, ovos e laticínios.
Fonte: CUNHA, K. C. C. M. S.; SOARES, R. D. L.; KANUFRE, V. C. Nutrição na fenilcetonúria. In: 
WEFFORT, V. R. S.; LAMOUNIER, J. A. (Org.). Nutrição em pediatria. 3. ed. Barueri: Manole, 
2024. E-book. p. 955–966.
Com base nas informações apresentadas, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:
I. Na fenilcetonúria, fórmulas metabólicas são utilizadas quando as necessidades diárias de nutrientes 
não são alcançadas pela alimentação convencional.
PORQUE
II. As fórmulas metabólicas consistem em misturas de aminoácidos isentos de fenilalanina com 
macronutrientes e micronutrientes adequados, além da inclusão da tirosina.
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:
A As asserções I e II são verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.
B A asserção I é uma proposição falsa e a II é uma proposição verdadeira.
C As asserções I e II são verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.
D A asserção I é uma proposição verdadeira e a II é uma proposição falsa.
E As asserções I e II são falsas.
A dislipidemia infantil pode ser classificada como primária ou secundária, dependendo da sua causa. 
A dislipidemia primária está associada a causas genéticas, enquanto a dislipidemia secundária está 
relacionada a fatores como hábitos de vida inadequados, presença de patologias e o uso de 
medicamentos.
Fonte: https://www.sbp.com.br/fileadmin/user_upload/22336c-GPA_-
_Dislipidemia_Crianca_e_Adoles.pdf. Acesso em: 18 ago. 2025.
Considerando o texto apresentado, as causas de dislipidemia e suas classificações, analise as 
afirmativas a seguir:
I. A dislipidemia primária é caracterizada por causas genéticas, como hipercolesterolemia familiar, 
hiperlipidemia combinada familiar e hipertrigliceridemia severa familiar.
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II. Os medicamentos como ácido valproico, betabloqueadores e corticosteroides são causas comuns 
de dislipidemia secundária em crianças, alterando os níveis lipídicos no organismo.
III. A síndrome da imunodeficiência humana e a síndrome nefrótica são exemplos de patologias que 
podem contribuir para o desenvolvimento de dislipidemia secundária na infância.
IV. A dislipidemia secundária está associada apenas a hábitos de vida inadequados, como dieta 
inadequada e sedentarismo, e não está relacionada a fatores médicos ou uso de medicamentos.
É correto o que se afirma em:
A I, apenas.
B II e IV, apenas.
C III e IV, apenas.
D I, II e III, apenas.
E I, II, III e IV.
A hipertensão arterial sistêmica (HAS) é uma condição crescente na infância e adolescência, 
frequentemente associada a fatores como obesidade, genética, idade e etnia. Apesar de sua 
prevalência, muitas crianças com HAS não apresentam sintomas evidentes, o que torna o diagnóstico 
um desafio. Além disso, crianças com HAS necessitam de monitoramento de órgãos-alvo para 
prevenir danos futuros.
Fonte: adaptado de: VENTURI, Ivonilce; SANT’ANNA, Lina C.; MUTTONI, Sandra M P. Terapia 
nutricional infantil. Porto Alegre: SAGAH, 2021.
Considerando o texto apresentado e sobre a hipertensão na infância e suas implicações, analise as 
afirmativas a seguir:
I. Crianças com HAS frequentemente apresentam sintomas clínicos como dores de cabeça, tontura e 
convulsões, sendo fáceis de diagnosticar.
II. Obesidade é um fator de risco importante para o desenvolvimento de HAS infantil, com mais de 
20% das crianças obesas desenvolvendo HAS primária.
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III. Bebês prematuros estão em maior risco de desenvolver hipertensão mais tarde na vida, devido à 
relação inversa entre peso ao nascer e risco de HAS.
IV. Hipertensão na infância está associada a danos em órgãos-alvo, como hipertrofia do ventrículo 
esquerdo, mas não existe relação entre hipertensão infantil e consequências a longo prazo para a 
saúde adulta.
É correto o que se afirma em:
A III e IV, apenas.
B I e IV, apenas.
C I, II e III, apenas.
D II, III e IV, apenas.
E II e III, apenas.
A nutrição parenteral (NP) é frequentemente indicada para recém-nascidos prematuros e com baixo 
peso ao nascer (BPN) quando a nutrição enteral não é suficiente ou não é possível. Ela garante que o 
bebê receba todos os nutrientes essenciais para o crescimento e desenvolvimento. No entanto, a NP é 
uma terapia complexa que requer monitoramento rigoroso e manejo cuidadoso. Ela é administrada 
diretamente na corrente sanguínea, o que exige a inserção de um cateter venoso central. Embora vital 
para a sobrevivência e o crescimento desses bebês vulneráveis, a NP não é isenta de riscos.
Fonte: ZAMBERLAN, P. Recém-nascido pré-termo/baixo peso. In: SILVA, A. P. A.; NASCIMENTO, 
A. G.; ZAMBERLAN, P. Manual de Dietas e Condutas Nutricionais. São Paulo: Editora Atheneu, 
2014.
Considerando o texto apresentado e as situações específicas que a NP é indicada, analise as 
afirmativas a seguir:
I. A NP é indicada na falta de acesso gastrointestinal, seja por obstruções ou malformações.
II. Em casos de enterocolite necrosante ou íleo paralítico, o recém-nascido possui indicação de NP.
III. O recém-nascido prematuro ou com baixo peso ao nascer é diagnosticado com cardiopatia 
congênita ou insuficiência respiratória, a NP deve ser indicada.
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IV. O recém-nascido prematuro ou com baixo peso ao nascer, que está estável hemodinamicamente e 
com trato gastrointestinal funcionante, deve preferir a NP ao invés da nutrição enteral, para garantir 
melhor ganho ponderal.
É correto o que se afirma em:
A II e III, apenas.
B I, II e III, apenas.
C II, III e IV, apenas.
D I e IV, apenas.
E III e IV, apenas.A obesidade durante a gravidez, assim como o excesso de peso pré-gestacional, pode comprometer a 
saúde materno-fetal, levando a complicações e sendo fator de risco para outras doenças crônicas. É 
essencial uma abordagem integrada que trata da nutrição pré-gestacional o ganho de peso adequado 
para garantir a saúde da mãe e do bebê, além de intervenções prévias e monitoramento contínuo para 
lidar com os desafios associados à obesidade durante a gestação.
Fonte: BRASIL. Manual de gestação de alto risco. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2022. 
Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_gestacao_alto_risco.pdf. Acesso 
em: 12 out. 2024.
Considerando o texto apresentado e o ganho de peso adequado para gestante com obesidade pré-
gestacional, analise as afirmativas a seguir:
I. Para classificação de obesidade, o Índice de Massa Corporal (IMC) pré-gestacional deve estar igual 
ou maior a 30 kg/m².
II. As gestantes diagnosticadas com obesidade pré-gestacional possuem uma recomendação de ganho 
ponderal total entre 5,0 e 7,2 kg até a 40ª semana da gestação.
III. As gestantes diagnosticadas com obesidade pré-gestacional com gestação gemelar possuem a 
recomendação do ganho de peso semanal de aproximadamente 340 g a partir de 28 semanas de 
gestação.
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IV. No primeiro trimestre, não se espera que mulheres com sobrepeso ou obesidade ganhem peso. No 
entanto, é possível que ocorra uma leve perda de peso, de até 1,5 kg, em razão da falta de apetite, 
náuseas e vômitos, que são sintomas frequentes nessa fase da gestação.
É correto o que se afirma em:
A I, apenas.
B II e IV, apenas.
C I, II e III, apenas.
D I, II, III e IV.
E III e IV, apenas.
A bronquiolite é uma infecção respiratória comum em crianças menores de 2 anos, especialmente 
entre 3 e 6 meses. O tratamento é predominantemente de suporte e inclui medidas como 
suplementação de oxigênio, administração de fluidos nos casos necessários e estratégias para garantir 
hidratação e nutrição adequadas. A alimentação pode ser comprometida em virtude da taquipneia e do 
aumento de secreções nasais, aumentando o risco de aspiração.
Fonte: adaptado de: https://www.nice.org.uk/guidance/ng9/resources/bronchiolitis-in-children-
diagnosis-and-management-pdf-51048523717. Acesso em: 18 ago. 2025.
Fonte: adaptado de: RALSTON, S. L. et al. Clinical Practice Guideline: the Diagnosis, Management, 
and Prevention of Bronchiolitis. Pediatrics, v. 134, n. 5, p. 1474-1502, 2014. 
Considerando o texto apresentado e o manejo nutricional da bronquiolite, analise as afirmativas a 
seguir:
I. Os fluidos isotônicos são recomendados para prevenir hiponatremia iatrogênica.
II. A alimentação fracionada é uma estratégia fundamental para o manejo nutricional.
III. A fisioterapia torácica é indicada para todos os casos de bronquiolite com dificuldade alimentar.
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IV. Na bronquiolite, a hidratação é uma prioridade, especialmente em bebês com dificuldade para 
ingerir líquidos.
É correto o que se afirma em:
A III e IV, apenas.
B I, apenas.
C I, II e IV, apenas.
D I, II, III e IV.
E II e IV, apenas.
A deficiência de ácido fólico (vitamina B9) pode afetar diversos processos metabólicos essenciais no 
organismo, como a síntese de DNA e RNA, comprometendo a produção de células sanguíneas e a 
função neurológica. Além disso, a deficiência dessa vitamina está associada a fatores dietéticos, a 
condições clínicas específicas e ao uso de substâncias que interferem em seu metabolismo.
Fonte: WEFFORT, Virgínia Resende Silva; ALVES, Joel Lamounier. Nutrição em pediatria: da 
neonatologia à adolescência. 2. ed. Barueri: Manole, 2017.
Considerando o texto apresentado, as causas, o diagnóstico e o tratamento dessa deficiência, analise 
as afirmativas a seguir:
I. A deficiência de ácido fólico ocorre somente por causa da ingestão inadequada de alimentos ricos 
em folato, como feijões e vegetais de folhas verdes.
II. A fortificação de alimentos, como farinhas de trigo e milho, tem sido uma estratégia eficaz para 
reduzir a carência de ácido fólico no Brasil.
III. A deficiência de ácido fólico pode resultar em anemia macrocítica, glossite e taquicardia, além de 
causar alterações neurológicas quando combinada com a deficiência de vitamina B12.
IV. O diagnóstico de deficiência de ácido fólico é confirmado por exames hematológicos que revelam 
anemia macrocítica, e a suplementação é indicada especialmente para gestantes para prevenir defeitos 
do tubo neural.
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É correto o que se afirma em:
A II e III, apenas.
B I, II e III, apenas.
C III e IV, apenas.
D I e IV, apenas.
E II, III e IV, apenas.
A abordagem para uma gestante desnutrida deve ser abrangente e adaptada às suas necessidades 
individuais. É preciso um planejamento alimentar cuidadoso e um acompanhamento contínuo para 
garantir que a gestante com baixo peso e o bebê recebam todos os nutrientes necessários para uma 
gravidez saudável.
Fonte: VASCONCELOS, M. J. O. B. et al. Nutrição Clínica: obstetrícia e pediatria. Rio de Janeiro: 
MedBook, 2011.
Considerando que as necessidades nutricionais aumentam ao longo da gravidez e as gestantes com 
baixo peso pré-gestacional precisam de intervenções que alterem a sua curva de ganho de peso, 
analise as afirmativas a seguir:
I. Em situações mais graves de restrição alimentar, quando o trato gastrointestinal estiver 
funcionando, pode-se indicar uso de alimentação por via enteral.
II. Na tentativa de normalizar o estado nutricional da gestante, é recomendado usar o peso aceitável, 
por meio do IMC ideal, para estimar a necessidade energética da gestante com baixo peso pré-
gestacional. 
III. A distribuição aceitável dos macronutrientes para as gestantes é de 45 a 65% do valor energético 
total (VET) proveniente dos carboidratos, 10 a 35% do VET vindo das proteínas, e 20 a 35% do VET 
dos lipídeos. 
IV. No momento que a gestante desnutrida não tolerar o uso de nutrição enteral, existe a indicação de 
deixá-la em jejum de dois a três dias, e só então iniciar novamente a dieta por nutrição enteral.
É correto o que se afirma em:
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A II e III, apenas.
B I e IV, apenas.
C I, II e III, apenas.
D III e IV, apenas.
E II, III e IV, apenas.
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A apresentação clínica, a escolha da terapia e a resposta ao tratamento são diferentes conforme a faixa 
etária do paciente. Em lactentes, a dieta é exclusivamente líquida e a posição deitada é frequente, 
fatores que contribuem para exacerbar a regurgitação, exacerbada pela imaturidade do trato 
gastroesofágico. Em bebês e crianças pequenas, primeiramente deve-se descartar a possibilidade de 
APLV, e se descartada, o manejo dietoterápico envolve a modificação da frequência e volume da 
alimentação, com o espessamento do leite para garantir a adequada ingestão calórica. Em crianças 
maiores e adolescentes, é recomendado maior fracionamento das refeições, redução do volume e 
evitar líquidos durante as refeições. Para indivíduos com excesso de peso, a perda de peso é indicada. 
Além disso, deve-se evitar alimentos que estimulam a secreção gástrica, como cafeína e alimentos 
gordurosos. O tratamento medicamentoso deve ser usado apenas após falha no tratamento 
conservador.
Fonte: VENTURI, I.; SANT’ANNA, L. C.; MUTTONI, S. M. P. Terapia nutricional infantil. Porto 
Alegre: SAGAH, 2021. p. 170.
Considerando o texto apresentado e as recomendações para cada paciente, analise as afirmativas a 
seguir:
I. A posição de prona é indicada para bebês, pois ajuda a reduzir a regurgitação, melhorando o quadro 
clínico.
II. A perda de peso não é recomendada para crianças e adolescentes com excesso depeso, pois pode 
piorar os sintomas do refluxo gastroesofágico.
III. O tratamento medicamentoso deve ser utilizado somente após o tratamento conservador falhar, 
com o objetivo de reduzir os sintomas, facilitando a alimentação. 
IV. Em bebês e crianças pequenas, deve-se primeiro descartar a possibilidade de APLV e, se 
descartada, pode-se utilizar o espessamento do leite para garantir a ingestão calórica adequada.
É correto o que se afirma em:
A I, II e III, apenas.
B I, apenas.
C I, II, III e IV.
D II e IV, apenas.
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E III e IV, apenas.
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