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Os Pródigos e a interdição por prodigalidade


3 resposta(s) - Contém resposta de Especialista

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Carlos Eduardo Ferreira de Souza Verified user icon

Há mais de um mês

Pródigos são aqueles considerados relativamente incapazes de administrar seu próprio patrimônio, em razão de promoverem sua rápida e desarrazoada dilapidação. Assim, a Lei Civil determina que seus atos devem ser assistidos por curador, com intuito não apenas de proteção patrimonial, mas pessoal, pois visa resguardar a dignidade humana, preservando ao prógigo meios de subsistência.

Nos termos do art. 1.782, do CC: "A interdição do pródigo só o privará de, sem curador, emprestar, transigir, dar quitação, alienar, hipotecar, demandar ou ser demandado, e praticar, em geral, os atos que não sejam de mera administração."

Assim, pode o pródigo realizar diversos atos sem curador, ao contrário dos demais capazes relativamente a certos atos. Exemplificando, pode o pródigo casar, autorizar a realização de cirurgias, pode conceder emancipação, dentre outros.

 

Pródigos são aqueles considerados relativamente incapazes de administrar seu próprio patrimônio, em razão de promoverem sua rápida e desarrazoada dilapidação. Assim, a Lei Civil determina que seus atos devem ser assistidos por curador, com intuito não apenas de proteção patrimonial, mas pessoal, pois visa resguardar a dignidade humana, preservando ao prógigo meios de subsistência.

Nos termos do art. 1.782, do CC: "A interdição do pródigo só o privará de, sem curador, emprestar, transigir, dar quitação, alienar, hipotecar, demandar ou ser demandado, e praticar, em geral, os atos que não sejam de mera administração."

Assim, pode o pródigo realizar diversos atos sem curador, ao contrário dos demais capazes relativamente a certos atos. Exemplificando, pode o pródigo casar, autorizar a realização de cirurgias, pode conceder emancipação, dentre outros.

 

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Estudante PD

Há mais de um mês

Os pródigos segundo nosso código civil são relativamente incapazes de certos atos da vida civil segundo o Art. 4°. Segundo Carlos Roberto Gonçalves os relativamente incapazes devem ser assistidos para que seus atos sejam eficazes, pois um negócio jurídico feito por um relativamente incapaz (pródigo) é anulável segundo o art. 171, I CC. Os pródigos no entanto podem fazer atos que não envolvam seu patrimônio ou a administração deste.
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Marcelo Souza

Há mais de um mês

Complementando, pródigo é aquele que dilapida seus bens de forma compulsiva. É a pessoa que gasta imoderadamente seu dinheiro e seus bens, comprometendo o seu patrimônio.  De acordo com o artigo 1.782, do Código Civil, "a interdição do pródigo só o privará de, sem curador, emprestar, transigir, dar quitação, alienar, hipotecar, demandar ou ser demandado, e praticar, em geral, os atos que não sejam de mera administração".

Essa pergunta já foi respondida por um dos nossos especialistas