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Durante o período medieval, a educação das mulheres foi algo importante. A base da segregação de gênero vivida ainda hoje tem origem nesse período.


1 resposta(s)

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Analu Xavier

Há mais de um mês

De jeito algum. A educação feminina na idade média era muito insentivada pela elite da época (principalmente pelas ordens religiosas, podemos encontrar vários casos de santas que desenvolviam papéis importantes nas áreas de filosofia, teologia e ciências em geral, podendo citar o caso de santa Hidelgarda de Bingen) . A segregação começaria a partir do renascimento, quando a elite intelectual buscava resgatar a cultura greco-romana, vale resaltar que no estilo familiar romano o patriarca (patricio) tinha poder de vida e morte sobre sua esposa, filhos e escravos, e com isso as mulheres eram tratadas como subalternas dos homens da família. Na Grécia antiga, a mulher não podia participar dos debates públicos e políticos, em contraste com os espartanos onde havia destaque feminino naquela sociedade. 

Resgatando esses valores antigos, em busca da ruptura com a cultura catolica vigente na época, fez com que outros movimentos surgissem, como o iluminismo, e foi a partir dai que as mulheres começaram a realmente perder cada vez mais direitos e haver uma segregação maior entre homens e mulheres, marginalizando a mulher na sociedade. Pensadores como Holbach que dizia que as mulheres baixavam o tom e a seriedade e responsabilidade das discussões, Jean-Jacques Rousseau que segundo ele, as mulheres não estavam presentes no contrato social, assim, os homens teriam o domínio sobre as mulheres e as crianças, e até mesmo Immanuel Kant que pensava que as mulheres lidavam com trivialidades, pois não foram feitas para raciocinar, mas para sentir.

De jeito algum. A educação feminina na idade média era muito insentivada pela elite da época (principalmente pelas ordens religiosas, podemos encontrar vários casos de santas que desenvolviam papéis importantes nas áreas de filosofia, teologia e ciências em geral, podendo citar o caso de santa Hidelgarda de Bingen) . A segregação começaria a partir do renascimento, quando a elite intelectual buscava resgatar a cultura greco-romana, vale resaltar que no estilo familiar romano o patriarca (patricio) tinha poder de vida e morte sobre sua esposa, filhos e escravos, e com isso as mulheres eram tratadas como subalternas dos homens da família. Na Grécia antiga, a mulher não podia participar dos debates públicos e políticos, em contraste com os espartanos onde havia destaque feminino naquela sociedade. 

Resgatando esses valores antigos, em busca da ruptura com a cultura catolica vigente na época, fez com que outros movimentos surgissem, como o iluminismo, e foi a partir dai que as mulheres começaram a realmente perder cada vez mais direitos e haver uma segregação maior entre homens e mulheres, marginalizando a mulher na sociedade. Pensadores como Holbach que dizia que as mulheres baixavam o tom e a seriedade e responsabilidade das discussões, Jean-Jacques Rousseau que segundo ele, as mulheres não estavam presentes no contrato social, assim, os homens teriam o domínio sobre as mulheres e as crianças, e até mesmo Immanuel Kant que pensava que as mulheres lidavam com trivialidades, pois não foram feitas para raciocinar, mas para sentir.

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