Uma senhora trouxe o filho de 18 anos para observação psicológica, com o seguinte preâmbulo: "Eu mesma não sei se meu filho precisa de tratamento, mas achei prudente trazê-lo para ouvir a sua opinião, porque ele é diferente do irmão, e eu acho mais natural o modo pelo qual o outro se comporta no meio social". Depois de examinar o paciente, o psicólogo eu o seguinte parecer: “(...) chegamos mesmo à conclusão de que se tratava de um adolescente extraordinariamente inteligente, capaz, honesto, com ideais construtivas, capazes de ser realizadas por ele, atendendo às suas qualidades potenciais; apenas não é grande apreciador das futilidades sociais e é menos loquaz do que o irmão. No caso vertente, ficou apurado que justamente o filho mais apreciado era realmente o que precisava de tratamento, pois a sua grande atividade era um recurso que usava para escoar um pouco da sua ansiedade” (DOYLE, 1950).
De acordo com os estudos sobre normalidade, esse caso reflete:
| a. | A utilização de tendências retrógradas nos diagnósticos realizados pelos profissionais da área de Psicologia. | |
| b. | A necessidade de se estabelecer critérios universais para averiguar problemas psicológicos. | |
| c. | O rigor é a unilateralidade sob a qual o conceito de normalidade está erigido. | |
| d. | A incapacidade analítica dos familiares diante dos problemas de origem psicológica. | |
| e. | O descompasso do senso comum e dos profissionais da área da Psicologia na compreensão sobre normalidade. |
Geisson Oleques
há 7 anos
RESPOSTA: O descompasso do senso comum e dos profissionais da área da Psicologia na compreensão sobre normalidade.
Essa é a resposta certa, mas em minha humilde opinião, essa pergunta está muito mal formulada com conceitos bem toscos.
Inglês com Carol Rezende
há 7 anos
Resposta: Letra E.
Há uma inadequação conceitual entre o que o senso comum chama de normal ou natural para o que ,na comprensão científica, é o patológico.