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• No Direito Brasileiro, a dignidade da pessoa humana:

Educação Física

EE Rui Barbosa


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Manoel Neto

Há mais de um mês

Princípio da dignidade da pessoa humana

O art. 1º da Constituição Federal de 1988, introduz os fundamentos do Estado Democrático de Direito brasileiros, pautado na segurança do exercício dos direitos sociais e individuais, da liberdade, da segurança per se, do desenvolvimento, da igualdade e da justiça. Entre os fundamentos apresentados, destaca-se o do inciso III: a dignidade da pessoa. Sobretudo em função dos debates acerca dos direitos humanos, o princípio da dignidade da pessoa humana ganha cada vez mais relevância no Direito brasileiro. E é, assim, introduzido em diferentes áreas.

A ausência de uma conceituação, contudo, acaba por levantar algumas discussões. De um lado, permite que o princípio seja interpretado de forma a buscar a efetivação da equidade na justiça brasileiro. De outro, a subjetividade com que é utilizado pode gerar discussões acerca da ausência de previsibilidade e da argumentação arbitrária.

Portanto, é imprescindível analisar os principais aspectos da dignidade humana no ordenamento jurídico brasileiro. E desse modo, compreender não apenas o panorama argumentativo por trás do princípios, mas também a forma como ele é introduzido nas diferentes áreas do Direito e suas respectivas legislações.

link

https://blog.sajadv.com.br/principio-da-dignidade-da-pessoa-humana/

Princípio da dignidade da pessoa humana

O art. 1º da Constituição Federal de 1988, introduz os fundamentos do Estado Democrático de Direito brasileiros, pautado na segurança do exercício dos direitos sociais e individuais, da liberdade, da segurança per se, do desenvolvimento, da igualdade e da justiça. Entre os fundamentos apresentados, destaca-se o do inciso III: a dignidade da pessoa. Sobretudo em função dos debates acerca dos direitos humanos, o princípio da dignidade da pessoa humana ganha cada vez mais relevância no Direito brasileiro. E é, assim, introduzido em diferentes áreas.

A ausência de uma conceituação, contudo, acaba por levantar algumas discussões. De um lado, permite que o princípio seja interpretado de forma a buscar a efetivação da equidade na justiça brasileiro. De outro, a subjetividade com que é utilizado pode gerar discussões acerca da ausência de previsibilidade e da argumentação arbitrária.

Portanto, é imprescindível analisar os principais aspectos da dignidade humana no ordenamento jurídico brasileiro. E desse modo, compreender não apenas o panorama argumentativo por trás do princípios, mas também a forma como ele é introduzido nas diferentes áreas do Direito e suas respectivas legislações.

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