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Heva Fernandes – FPME – Turma V TUTORIA 4 • Compreender o desenvolvimento embrionário da 5ª a 8ª semana • Explanar sobre as causas de sangramento no 1º trimestre • Elucidar o aborto (causas, tipos, tratamento e diagnóstico) • Explicar a conduta frente a uma mãe com Rh negativo e abordar suas possíveis complicações *4ª semana* Semana dos somitos • Embrião 4-12 somitos • Somitos dão origem a musculo para-axial que seguram membros do esqueleto apendicular • Tubo neural se fecha no meio, mas fica aberto (extremidades abertas se chamam neuroporos) • Antes do fechamento do neuroporos, a cavidade do tubo neural é preenchida por líquido amniótico • Com o fechamento do neuroporos, a cavidade é preenchida por líquido ependimário. O termo líquido cerebroespinhal é usado quando surgem plexos coróides Arcos faríngeos • Originam mandíbula, hioide e maxila • Sinaliza a região da boca • Visíveis aos 26 anos Broto dos membros superiores na parede lateral Fossetas óticas = origina orelha interna Placóides do cristalino (vem do ectoderma): origina cristalino 4º par faríngeo Broto do MMII Cauda grande Neuroporo fechado no final da semana ª Semana da cabeça = crescimento do encéfalo Pouca mudança, +crescimento O crescimento do encéfalo, faz face encostar na proeminência cardíaca = feto muito encurvado 2º arco cresce sobre 3º e 4º e forma o seio cervical = origina o ouvido externo Cristas mesonéfricas indicam rins mesonéfricos: origina rins ª Semana dos sentidos Movimentos espontâneos, como contorção tronco e membros Reflexo ao toque Raios digitais: originará os dedos Saliências auriculares: meato acústico + orelha externa (pavilhão), ao retor da fenda faríngea e entre o 1º e 2º arcos Formação dos olhos Troco começa a ficar ereto Intestinos entram no celoma extraembrionário na parte proximal do cordão umbilical, pq a cavidade abdominal é pequena para acomodar os intestinos que crescem rapidamente ª Semana dos membros Chanfraduras entre os raios digitais das placas das mãos: dedos separados parcialmente Ossificação dos MMSS A comunicação entre intestino primitivo e vesícula umbilical se dá por ducto onfaloentérico ª Semana do mini-humano Formação do plexo vascular do couro cabeludo Heva Fernandes – FPME – Turma V Dedos separados totalmente e com movimentos voluntários, mas ainda há membranas entre eles Movimento coordenado dos membros Ossificação do fêmur Cabeça + da metade do embrião Intestinos na porção proximal do cordão Diferenças sexuais na aparência da genitália externa, mas não são significativas o suficiente para permitir distinção Cauda desaparece Intestino ainda está na região proximal do cordão umbilical º Muito comum = ocorrem em 25% das mulheres grávidas Causas: • Abortamento • Implantação da gestação no útero (a implantação do óvulo fecundado no útero pode causar pequenos sangramentos por ruptura de alguns vasos) • Gravidez ectópica (fora do útero, como nos casos de gravidez tubária) • Patologia do colo uterino, da vagina ou do útero (lesões por trauma, inflamação/infecção, pólipos) • Descolamento corioamniótico • Neoplasia trofoblástica gestacional benigna Se autolimitado: nidação Se não autolimitado • Acompanhado de dores fortes, contrações uterinas e colo dilatado • Ameaça de aborto: sangramento e espasmos brandos e o colo estiver longo e fechado • Aborto: sangramento e espasmos intensos e o colo estiver fino e aberto ou fechado (se for completo) É a expulsão do feto pesando <500g ou com <20 semanas de gestação (acima disso o bebê é natimorto) Podendo ser espontâneo ou provocado Pode ser • Subclínico: quando ocorre antes da próxima falha menstrual • Clínico: quando ocorre após gravidez confirmada pela dosagem de beta-hCG ou ultrassom Classificação • Precoce: <12 semanas, sem partes ósseas • Tardio: >12 semanas, com partes ósseas • Espontâneo • Provocado • Esporádico: caso pontual/isolado. Comum em anormalidades cromossômicas, comum em mulheres >40 anos • Habitual: 3 ou +. Causa se dá comumente pela incompetência istmo cervical (colo não aguenta o peso do feto e começa a abrir, não é acompanhado por dor) e síndrome de anticorpo antifosfolípide (colo norma, mas há trombofilia autoimune, caso de trombose) Epidemiologia • Cerca de 75% dos ovos fertilizados são abortados • + da metade deles ocorre antes da 1ª falha menstrual • Em gestações diagnosticas clinicamente, 10-25% terminam espontaneamente e 80% delas ocorrem em 1º trimestre Etiologia • Doença materna grave • Traumatismo • Intoxicação • Infecções: rubéola, parvovirose, citomegalovirose, herpes, hepatite B, HIV, infecção urinária, toxoplasmose, malária • Anormalidade cromossômicas • Doenças endócrinas: insuficiência lútea, doenças de tireoides, DM, síndrome de ovários policísticos • Desordem anatômica: incompetência istmocervical, miomas, malformação uterina Fatores de risco • >=35 anos • Mãe >= 35 anos e pai >= 40 anos • Má formação cromossômica, como síndrome de turner e de down Tipos clínicos de abortamento • Ameaça de abortamento: gravidez complicada por sangramento <22 semanas de pequena a moderada intensidade, pode existir dor tipo cólica pouco intensa. Colo do útero fechado, volume uterino compatível com IG, sem sinais de infecção, ultrassom normal, feto vivo. Recomenda- se repouso, analgésico e não relação sexual, em caso de piora do quadro, retorno ao serviço de saúde para nova avaliação • Abortamento inevitável: colo dilatado, mas concepto não eliminado • Abortamento completo: concepto eliminado sem intervenção médica ou cirúrgica. Comum em <8 semanas. Dores e perda sanguínea cessam após expulsão do material, colo pode estar aberto ou fechado, volume uterino menor que o esperado para IG, ultrassom cavidade uterina vazia ou com imagens sugestivas de coágulos. Recomenda-se observação, uretônicos (previnem hemorragia pós-parto, tipo ocitocina, prostaglandina) e aspiração manual intrauterina (AMIU) se persistência de sangramento • Abortamento incompleto: concepto parcialmente eliminado, mas pode ter feto, placenta ou membranas retidos, observa-se espessura endometrial e tecido heterogêneo do endométrio. Sangramento abundante (pode precisar de transfusão) que diminui com saída de coágulos e restos embrionários, colo do útero aberto ☼ <12 semanas: aspiração manual ou elétrica Heva Fernandes – FPME – Turma V ☼ >12 semanas, feto no útero, não urgência: misoprostol 12/12h, via vaginal, ciclo de 2 dias de tratamento com 3- 5 de intervalo. Isos pode demorar mt tempo, então não é recomendado em caso de esvaziamento emergencial ☼ >12 semanas, urgência, não possibilidade de aspiração em <12 semanas: curetagem uterina • Abortamento infectado: geralmente incompleto e complicado por infecção intrauterina. Encontra-se abscesso pélvico, comum associado a tentativas de aborto com técnicas inadequadas e inseguras. Infecções polimicrobianas e provocadas, geralmente, por bactérias da flora vaginal. São casos graves e devem ser tratados, independentemente da vitalidade do feto, deve analisar perfuração uterina (perda de vácuo pode ser indicativo). Aumento da temperatura, sangramento genital com odor fétido, dores abdominais ou eliminação de secreção purulenta pelo do colo uterino, dor ao toque vaginal. Recomenda-se exames como: ☼ hemograma com contagem de plaquetas ☼ urina tipo I ☼ coagulograma ☼ hemocultura ☼ cultura da secreção vaginal e do material endometrial ☼ raios-x do abdome ☼ ultrassonografia pélvica ou de abdome total ☼ tomografia, principalmente para definir coleções intracavitárias Tratamento: antibioticoterapia ☼ <12 semanas: AMIU ☼ >12semanas: misoprostol + curetagem Ambos devem ser feitos sob infusão de ocitocina Em caso de peritonite: laparotomia exploradora, pode precisar retirar órgãos pélvicos • Abortamento retido: morte fetal sem sua expulsão. Diminui sinais e sintomas da gestação, colo do útero fechado, sem perda sanguínea, ultrassom revela ausência de sinais de vitalidade ou a presença de saco gestacional sem embrião (ovo anembrionado), pode ocorrer o abortamento retido sem os sinais de ameaça ☼ <12 semanas: AMIU ☼ >12 semanas: misoprostol + curetagem • Abortamento habitual: perda espontânea e consecutiva de 3 ou + gestações antes da 22ª semana ☼ Primário: mulher jamais conseguiu levar a termo qualquer gestação ☼ Secundário: quando houve uma gravidez a termo. Quadro clínico: • Hemorragia: +comum e revela distúrbio na evolução da gravidez. Sangramentos precoces, de longa duração, escuros e do tipo “borra de café” são + sérios • Dor: pode vir antes, durante e depois da hemorragia • Contração uterina: indicam que é irreversível • Desmaios, febre, cólicas prolongadas Tratamento: • Repouso relativo • Coito proibido durante ameaça, mas sendo permitido pós- abortamento assim que a mulher se sentir a vontade • Tranquilizar gestante • Antiespasmódico e analgésico se cólicas • Progesterona vaginal não é recomendada • Retorno para revisão em 15 dias Orientações (MS): • Acolhimento e orientação • Não julgamento • Roteiro de conversa: aspectos que podem ser aprofundados a depender da disponibilidade de mulher, como a maternidade e o desejo de ser e não ser mãe, sexualidade, relacionamento com o parceiro, verbalização dos sentimentos, a compreensão dos significados do abortamento no contexto de vida de cada mulher e dos motivos que levaram ao surgimento de uma gravidez não planejada • Escuta qualificada Abortamento provocado “Não é crime e não se pune: o abortamento praticado por médico(a), se: a) não há outro meio de salvar a vida da mulher (Art. 128, I) b) a gravidez é resultante de estupro (ou outra forma de violência sexual), com o consentimento da mulher ou, se incapaz, de seu representante legal (Art. 128, II) c) anencefalia fetal – atualização STF 2012” Não depende de decisão judicial, nem boletim de ocorrência policial Em municípios que não realizam o serviço, a pcte deve ser encaminhada ao serviço de referência + próxima Equipe multiprofissional: médico/a ginecologista e/ou obstetra, anestesista, enfermeiro/a, psicólogo/a e/ou assistente social Em caso de risco a vida da mulher, não há idade máxima para realização do aborto, mas quanto +cedo, -risco para mulher. É necessário laudo com opinião de 2 médicos(as), incluindo especialista na doença que coloca risco a vida da mulher, se possível Em caso de violência sexual, a idade gestacional máxima é até 20ª semana ou até 22ª semana se feto pesar <500g. é necessário termo de consentimento que comprove a opção da mulher e que a responsabilize pelos fatos narrados à equipe, parecer técnico do médico que ateste a compatibilidade da IG e da data da violência sexual e um termo que aprove o procedimento de interrupção da gravidez. Não é necessário B.O, laudo do IML ou autorização judicial A mulher é ouvida por assistente social e/ou psicólogo > encaminhada para avaliação médica A decisão do aborto será tomada por no mínimo 3 pessoas da equipe de saúde multiprofissional Amostras do material embrionário devem ser guardadas para eventual investigação de DNA, se solicitado pelo Poder Judiciário Em caso de anencefalia fetal, não há IG máxima, mas após 20-22 semanas ou peso fetal maior que 500g, esse procedimento deve ser feito em hospital com estrutura de maternidade. É necessário ultrassonografia com diagnostico assinado por 2 médicos + termo de consentimento O diagnostico de anencefalia é obtido a partir da 12ª semana Heva Fernandes – FPME – Turma V Em caso de outros diagnósticos de inviabilidade de vida extrauterina, o aborto é proibido, mas pode ser solicitado judicialmente OBS: • Gestante <18anos, o termo de consentimento é feito pelos pais ou responsável, a menos que seja situação de urgência, como risco de vida iminente • Se família quer aborto e adolescente não: respeita opinião da adolescente • Se família não quer aborto e adolescente quer: situação deve ser analisada pelo conselho tutelar, defensoria pública ou ministério publico Médico pode se recusar a realizar abortamento, baseado no direito à liberdade de pensamento, crença e de consciência, com exceção de casos de urgência ou quando não há outro profissional para fazer atendimento Mulher pode ser atendida por outro profissional Caso a mulher venha a ter complicações de ordem moral, física ou psicológica em decorrência da omissão do profissional ou do Hospital, poderá haver responsabilização pessoal e/ ou institucional O médico não pode tentar convencer a mulher a mudar sua decisão Técnicas para realizar de abortamento: • Farmacológica: fármacos para indução do abortamento ou abreviação do abortamento em curso. Misoprostol e ocitocina • Procedimento aspirativo (Amiu) • Dilatação e curetagem Contraindicação do uso de misoprostol: Cesárea anterior, cirurgia uterina prévia, paciente asmática, uso concomitante com ocitocina e placenta prévia Período pré-gestacional: detecte risco de isoimunização maternofetal, pela solicitação da tipagem sanguínea com definição do fator Rh. Se identificar fator Rh negativo, deve-se pesquisar a presença do anticorpo anti-D, por meio do teste de Coombs indireto Período pré-natal: adote medidas recomendadas para o período pré-gestacional, caso ainda não tenham sido realizadas. A preocupação nesta fase é a instalação da DHP Se anticorpos anti-D (Coombs indireto positivo): as gestantes devem ser encaminhadas ao pré-natal de alto risco, no qual se determinará a intensidade da hemólise provocada no feto + indicação procedimentos invasivos Se Coombs indireto resulte negativo: deve ser novamente solicitado a cada 4 semanas, após a 24ª semana gestacional. A Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia recomenda que isso seja feito após a 20ª semana gestacional Período pós-natal: proteção de gestações futuras. Na gestante com Rh-, é feito: • Grupo sanguíneo e do fator Rh no sangue do RN • Teste de Coombs direto para verificar a presença de anticorpos maternos anti-D no sangue do RN • Se RN for Rh+ e seu Coombs direto for negativo = mãe deverá receber a imunoglobulina protetora Doença hemolítica perinatal = Doença Hemolítica Perinatal (DHP) = isoimunização = hemólise fetal, com suas múltiplas e graves repercussões sobre a vitalidade do feto Decorrente da incompatibilidade sanguínea materno-fetal, em que anticorpos maternos atravessam a barreira placentária e agem contra antígenos eritrocitários fetais Ocorre reação antígeno-anticorpo que promove a hemólise eritrocitária. Principal determinante das diversas manifestações clínicas da doença (anemia, hipóxia). Doença hemolítica não é exclusiva do sistema Rh, mas esta forma de incompatibilidade (sistema Rh) é responsável por 80% a 90% dos casos de Doença Hemolítica Perinatal clinicamente detectável. Principal antígeno de grupo sanguíneo associado à DHPN é o antígeno D ou Fator Rh, uma proteína que está na superfície das hemácias do feto Rh+ Fisiopatologia 1. Em princípio, as células do sangue materno e fetal não se misturam, mas, de fato, pequenos sangramentos podem ocorrer durante a gestação e permitir o contato 2. De início, os anticorpos produzidos são IgM, que não atravessam a placenta. 3. Em seguida, há produção de anticorpos IgG, moléculas pequenas que atravessam a placenta + provocam a ruptura das hemácias fetais = gerando um quadro progressivo deanemia 4. O feto inicia eritropoese compensatória à custa da medula óssea, do fígado e do baço, chegando a liberar na circulação eritroblastos jovens e imaturos, até cursar com hepatoesplenomegalia importante 5. Com a progressão do quadro, o feto sofre de hidropisia fetal (resultante da infiltração hepática por tecido hematopoiético), hipertensão do sistema porta (compressão parenquimatosa dos vasos porta) e hipoproteinemia (insuficiência de síntese) 6. A evolução para hidropisia é acompanhada por insuficiência cardíaca congestiva, anóxia e óbito Formas de exposição materna ao sangue fetal são: • Espontânea: ☼ Momento do parto ☼ Deslocamento prematuro de placenta ☼ Abortamento espontâneo ☼ Morte fetal intraútero ☼ Gestação ectópica ☼ Mola hidatiforme • Traumática: ☼ Amniocentese ☼ Biópsia de vilosidades coriônicas ☼ Cordocentese ☼ Abortamento induzido ☼ Transfusão sanguínea intrauterina ☼ Versão externa ☼ Manipulação obstétrica ☼ Trauma abdominal • Incompatibilidade Rh: mãe é RhD- e o feto RhD+, a mãe tem 9% de chance de ser estimulada a produzir Anti-D • Incompatibilidade Rh e compatibilidade ABO: risco de isoimunização Rh é maior, podendo ocorrer em 16 a 17% dos casos Heva Fernandes – FPME – Turma V • Maior risco de imunização é durante o parto. Antes do nascimento, o risco de sensibilização é de 1,5 a 1,9%. --------------------------------------------------------------------- Abortamento espontâneo e provocado: ansiedade, depressão e culpa OBJETIVOS: Caracterizar a população que sofreu abortamento; investigar a existência de ansiedade e depressão; verificar se existe ou não sentimento de culpa após o abortamento e comparar os resultados entre mulheres que sofreram abortamento espontâneo e as que provocaram-no MÉTODOS: 50 mulheres com abortamento espontâneo e 50 com provocado foram entrevistadas 30 dias após o abortamento. Foi realizada entrevista com questões abertas e fechadas e aplicada a escala Hospital Anxiety and depression. RESULTADOS: As mulheres que viveram o abortamento espontâneo encontram-se mais culpadas (30%) que as que provocaram-no (18%). No entanto, as mulheres que provocaram o abortamento encontraram-se mais ansiosas (média de 11) e mais deprimidas (média de 8,3) que as mulheres que viveram abortamento espontâneo (médias de 8,7 e 6,1; respectivamente, p<0,05) CONCLUSÃO: As mulheres que provocaram o abortamento encontravam-se mais ansiosas e mais deprimidas, demonstrando a necessidade da realização de acompanhamento psicológico. https://www.scielo.br/j/ramb/a/ZQts56b4FZsbG8CjKXgSy6C/abst ract/?lang=pt Referências https://aluno.sanarflix.com.br/#/portal/sala- aula/5daafa4b4340d20011fb2ff7/5daafa1f132ed4001119f0f1/vid eo/5daaf9fe75f1530028c33c5d Moore Rezende Medcurso 2015 Atenção humanizada ao abortamento: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/atencao_humanizad a_abortamento_norma_tecnica_2ed.pdf Aborto legal: https://www.defensoria.sp.def.br/dpesp/repositorio/0/AbortoLe gal%20(5).pdf https://www.institutovillamil.com.br/curetagem-ou-amiu- conheca-as-diferencas/ https://cbr.org.br/wp-content/uploads/2017/06/04_10v2.pdf https://www.mdsaude.com/gravidez/sangramento-primeiro- trimestre-gravidez/ https://aps.bvs.br/aps/como-proceder-na-ubs-com-uma- gestante-que-relata-ser-rh-negativo-apenas-na-sua-5a-gestacao/ https://www.scielo.br/j/ramb/a/ZQts56b4FZsbG8CjKXgSy6C/abstract/?lang=pt https://www.scielo.br/j/ramb/a/ZQts56b4FZsbG8CjKXgSy6C/abstract/?lang=pt https://aluno.sanarflix.com.br/#/portal/sala-aula/5daafa4b4340d20011fb2ff7/5daafa1f132ed4001119f0f1/video/5daaf9fe75f1530028c33c5d https://aluno.sanarflix.com.br/#/portal/sala-aula/5daafa4b4340d20011fb2ff7/5daafa1f132ed4001119f0f1/video/5daaf9fe75f1530028c33c5d https://aluno.sanarflix.com.br/#/portal/sala-aula/5daafa4b4340d20011fb2ff7/5daafa1f132ed4001119f0f1/video/5daaf9fe75f1530028c33c5d https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/atencao_humanizada_abortamento_norma_tecnica_2ed.pdf https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/atencao_humanizada_abortamento_norma_tecnica_2ed.pdf https://www.defensoria.sp.def.br/dpesp/repositorio/0/AbortoLegal%20(5).pdf https://www.defensoria.sp.def.br/dpesp/repositorio/0/AbortoLegal%20(5).pdf https://www.institutovillamil.com.br/curetagem-ou-amiu-conheca-as-diferencas/ https://www.institutovillamil.com.br/curetagem-ou-amiu-conheca-as-diferencas/ https://cbr.org.br/wp-content/uploads/2017/06/04_10v2.pdf https://www.mdsaude.com/gravidez/sangramento-primeiro-trimestre-gravidez/ https://www.mdsaude.com/gravidez/sangramento-primeiro-trimestre-gravidez/ https://aps.bvs.br/aps/como-proceder-na-ubs-com-uma-gestante-que-relata-ser-rh-negativo-apenas-na-sua-5a-gestacao/ https://aps.bvs.br/aps/como-proceder-na-ubs-com-uma-gestante-que-relata-ser-rh-negativo-apenas-na-sua-5a-gestacao/