Prévia do material em texto
UNIVERSIDADE FEDERAL DO DELTA DO PARNAÍBA CURSO BACHARELAHADO DE FISIOTERAPIA MONITORIA DE CARDIORRESPIRATÓRIA II RESUMO CARDIOPATIAS CONGÊNITAS A doença cardíaca congênita (DCC), é uma anormalidade do desenvolvimento do coração e dos grandes vasos, frequentemente encontrado na faixa etária pediátrica. CLASSIFICAÇÃO Podem ser classificadas em: Cianóticas e Acianóticas com acianótica ainda subclassificado em lesões de shunt e lesões obstrutivas. OBS: Doença cardíaca acianótica: lesões obstrutivas geralmente se manifesta em crianças mais velhas e adultos, mas a apresentação em neonatos costuma ser crítica e requer balonismo de emergência para estenose pulmonar e aórtica. DOENÇA CARDÍACA CONGÊNITA CIANÓTICA (CIANOSE CENTRAL) A doença cardíaca congênita cianótica é caracterizada por um shunt da direita para a esquerda, resultando na entrada de sangue desoxigenado no membro oxigenado do circuito vascular. CLASSIFICAÇÃO Pode ser dividida em quatro categorias: 1) Cardiopatia congênita cianótica com diminuição do fluxo sanguíneo, tipicamente classificada como tetralogia de fisiologia de Fallot; 2) Cardiopatia congênita cianótica com aumento do fluxo sanguíneo, tipicamente classificada como fisiologia de transposição: 3) Fisiologia de Eisenmenger; Características clínicas Crianças com estenose valvar pulmonar: leve a moderado são assintomáticas. Pacientes com estenose grave podem apresentar fatigabilidade fácil, com insuficiência cardíaca direita e/o cianose u cianose. Um recém-nascido com estenose pulmonar crítica ficará gravemente cianótico. 4) Cardiopatia congênita cianótica com pressões normais da artéria pulmonar (AP). A cianose no período neonatal é uma emergência cardíaca e muitas lesões cardíacas podem piorar dramaticamente com o fechamento do PCA. Essas crianças são estabilizadas com a infusão de prostaglandina E1 (PGE1) em emergência para manter o ducto aberto. A cardiopatias cianóticas podem ser divididas em: COM HIPOFLUXO: Tetralogia de Fallot (malformação cardíaca secundária a uma hipoplasia da porção infundibular do septo interventricular). Caracterizada por: • Comunicação interventricular - O defeito é centralizado na região mais superior do septo ventricular e na maioria dos casos é única e grande • Obstrução à saída do ventrículo D (estenose pulmonar) - Pode ocorrer na valva pulmonar ou abaixo da valva pulmonar (região infundibular), é o principal determinante dos sintomas e severidade da tetralogia de Fallot • Desvio da artéria aorta (cavalgamento ou dextroposta) – Valva aórtica com conexão biventricular, a raiz da aorta pode está deslocada para a frente (anteriormente ou diretamente acima do defeito septal) • Hipertrofia ventricular direita – Devido a sobrecarga Manifestações clínicas: principal é cianose central, dispneia ao exercício (ex: mamar), baqueteamento dos dedos, Policitemia (aumento da quantidade de hemácia). OBS: mortalidade alta (10% de todas as cardiopatias). Radiografia de Tórax: • Tamanho cardíaco normal e em forma de bota • Aumento do VD • Tronco pulmonar hipodesenvolvido • Hipofluxo pulmonar • Aorta descendente grande e botão aórtico dextraposto Tratamento: anastomose sistêmica-pulmonar, cirurgia corretiva o mais rápido possível Abordagem Clínica: Infusão de prostaglandina E1 para ajudar na maturação e manter o canal arterial aberto, oxigenoterapia.... COM HIPERFLUXO: cianose com aumento do fluxo sanguíneo pulmonar e história de cianose e insuficiência congestiva denominado de transposição das grandes artérias (TGA). A fisiologia da TGA é uma emergência e muitas doenças neste grupo exigem reconhecimento precoce, encaminhamento e cirurgia precoce para um bom resultado. PREVALÊNCIA DE CARDIOMIOPATIA/SEXO Feminino Masculino Prolongamento do Canal Arterial Estenose aórtica Comunicação interatrial Coarctação da aorta Hipoplasia do coração esquerdo Transposição das grandes artérias DOENÇA CARDÍACA ACIANÓTICA: LESÕES SHUNT Normalmente, as estruturas vasculares que transportam sangue oxigenado e desoxigenado formam duas estruturas relativamente paralelas e estão completamente separadas uma da outra, sendo os únicos pontos de contato os pulmões e os tecidos periféricos onde o sangue desoxigenado é oxigenado e vice-versa, respectivamente. Qualquer comunicação entre essas duas estruturas paralelas resulta em desvio de sangue. O shunt da esquerda para a direita é caracterizado pela entrada de sangue oxigenado no circuito desoxigenado, contornando os tecidos. As lesões caracterizadas por um shunt da esquerda para a direita incluem defeito do septo atrial (CIA), defeito do septo ventricular (CIV), persistência do canal arterial (PCA) e defeitos do canal atrioventricular. O shunt da esquerda para a direita resulta em sobrecarga de volume nas câmaras para as quais o sangue é desviado. Pode ser dividida em: SEM HIPERFLUXO: estenose pulmonar, coarctação da aorta, estenose aórtica COM HIPERFLUXO: CIV, CIA e PCA ESTENOSE PULMONAR É uma valvulopatias que leva a insuficiência cardíaca (não é adquirida). Pode se dar na região: supra valvar, valvar (mais comum) e subvalvar. SINTOMAS A estenose leva a um “bloqueio” de sangue para os pulmões, logo uma quantidade reduzida de sangue chega no AE e VE, levando dessa forma a redução do VS, DC e PA. Esse mecanismo leva a sintomas como: • Precordialgia, Fadiga, Cianose, ↓DC, ↓PA, ↑FC TRATAMENTO: • Diuréticos (congestão pulmonar), digitálicos (disfunção ventricular sistólica) • Com balão (o balão enche e seca à medida que varia a pressão no coração • Troca da valva EX: a CIV onde o ventrículo direito passa a receber tanto sangue do retorno venoso, quanto do VE. Esse aumento do volume leva ao aumento do VD COARCTAÇÃO DA AORTA É caracterizada pelo estreitamento da aorta, também chamada de pinçamento da Aorta, o que causa. • ICC, ↓VS, ↓ DC. Recém-nascidos sintomáticos e crianças pequenas apresentam insuficiência cardíaca e choque circulatório após o fechamento da persistência do canal arterial (PCA). Adolescentes e adultos geralmente apresentam hipertensão. No exame físico, o retardo radiofemoral, o que leva a menor PA e pulso nos MMII, está presente com um sopro sistólico de ejeção na área aórtica. SINTOMAS • Pulsos femorais podem desaparecer • Claudicação intermitente aos esforços • ↓Peso, PA, ↑FC OBS: A coarctação também é observada na síndrome de Turner DIAGNÓSTICO • Radiografia: sinal de Röesler (apagamento ou corrosão das margens inferiores das costelas). • O ECG pode ser normal ou mostrar características de hipertrofia ventricular esquerda (alteração no complexo QRS) • A ecocardiografia é a modalidade diagnóstica de escolha e mostra estreitamento da aorta com Doppler de onda contínua mostrando aumento da velocidade na aorta torácica descendente. • O diagnóstico é confirmado na angio-TC ou angio-RM da aorta. TRATAMENTO Insuficiência cardíaca congestiva e hipertensão são indicações para intervenção imediata. Em indivíduos assintomáticos, um gradiente de pressão superior a 20 mm Hg é uma indicação de intervenção. A cirurgia é o tratamento de escolha em neonatos e crianças pequenas, exceto quando a criança está muito doente com disfunção sistólica ventricular esquerda grave (quando o balonismo de emergência é justificado e salva vidas). A angioplastia com balão com ou sem implante de stent é uma alternativa adequada, especialmente em crianças mais velhas. A coarctação não tratada resulta em hipertensão, claudicação, insuficiência cardíaca, hemorragia intracraniana, dissecção, endocardite infecciosa, regurgitação aórtica e doença arterial coronariana prematura. COMUNICAÇÃO INTEATRIAL (CIA) CIA se refere a um defeito no septo interatrial. Existem quatro tipos de CIA: ostium primum, ostium secundum, seio venoso e seiocoronário. Alguns CIAs fecham espontaneamente com a idade, no entanto, o fechamento espontâneo é raro após os 2 anos de idade e quando o tamanho é maior que 8 mm. A CIA resulta em desvio de sangue da esquerda para a direita, levando a uma sobrecarga de volume no lado direito do coração. Isso resulta em dilatação do átrio direito (AR), ventrículo direito (VD) e artéria pulmonar. A maioria das crianças é assintomática e é detectada devido à detecção acidental de sopro. Tem como fator genético a síndrome de Down. SINTOMAS • CIV pequena: A criança tende a ser assintomática com desenvolvimento normal • CIV média: ICC, fadiga, dispneia ao mamar, retardo no crescimento, infecções respiratórias frequentes. • CIV grande: Criança gravemente enferma após o nascimento, Síndrome de Eisemmenger (característica- Cianose, Dispneia, fadiga). DIAGNÓSTICO O desdobramento fixo da segunda bulha cardíaca está presente com um sopro sistólico de ejeção na área pulmonar - uma consequência do aumento do fluxo sanguíneo através da válvula pulmonar. ECG mostra bloqueio de ramo direito como alteração na onda P. A radiografia torácica mostra cardiomegalia com dilatação da artéria pulmonar com aumento das marcações vasculares pulmonares. A ecocardiografia é a modalidade diagnóstica de escolha para localizar o tipo de CIA e avaliar a adequação para o fechamento do dispositivo. Os CIAs hemodinamicamente significativos estão associados à dilatação do AD e do VD. TRATAMENTO As CIAs pequenos não requerem nenhuma intervenção. A cirurgia é indicada em casos mais graves, sendo um método relativamente seguro e cronometrado para o fechamento de vários defeitos congênitos, no entanto, apresenta riscos de circulação extracorpórea, dor pós- operatória, cicatrizes incisionais, hospitalização mais longa e necessidade de hemoderivados. O fechamento transcateter traz as vantagens de simplicidade do procedimento em mãos experientes, menos complicações, conforto do paciente, alta precoce e evitar transfusões de sangue. No entanto, essa abordagem não é para todos. COMUNICAÇÃO INTERVENTRICULAR (CIV) Refere-se a um defeito no septo interventricular que resulta em desvio de sangue do ventrículo esquerdo para o direito. O grau de shunt depende do tamanho da CIV e das pressões da artéria pulmonar. Os diferentes tipos de CIV são CIVs de entrada, saída, perimembranosa e musculares, sendo as CIVs perimembranosos mais comum. MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS: dependem do tamanho. Crianças com pequenos CIV têm um pequeno shunt e um alto sopro e são detectados incidentalmente, enquanto as crianças com grandes CIVs podem se manifestar com infecções recorrentes do trato respiratório ou insuficiência cardíaca congestiva como consequência do aumento do fluxo sanguíneo pulmonar. A síndrome de Eisenmenger é geralmente detectada na segunda à terceira década em pacientes com grandes CIVs. EXAME FÍSICO Pacientes com um pequeno CIV têm um S1 e S2 normais e um sopro holosistólicos forte na borda esternal esquerda inferior, enquanto os pacientes com um shunt grande têm um P2 moderadamente alto e o sopro sistólico pode ser mais curto; um sopro médio-diastólico pode ser ouvido no ápice devido ao aumento do fluxo sanguíneo através da válvula mitral. ECG é normal em pacientes com uma pequena CIV, enquanto os pacientes com uma CIV moderada têm Hipertrofia de VE. A hipertrofia biventricular é observada em pacientes com grande CIV. A radiografia torácica mostra cardiomegalia com dilatação da artéria pulmonar e aumento da vascularização pulmonar. A ecocardiografia confirma o diagnóstico, identifica o tipo de CIV, tamanho e gradiente ao longo da CIV, além de avaliar a pressão da artéria pulmonar. TRATAMENTO A indicação para o fechamento da CIV é dilatação AE/VE, insuficiência cardíaca congestiva. As indicações para o fechamento em um pequeno CIV incluem o desenvolvimento de regurgitação aórtica leve, membrana subaórtica com obstrução ou regurgitação leve e obstrução adquirida do fluxo de saída do VD. PESISTÊNCIA DO CANAL ARTERIAL (PCA) O canal arterial (DA) na vida fetal conecta a aorta à artéria pulmonar, contornando a alta resistência da vasculatura pulmonar. O AD normalmente fecha espontaneamente após o nascimento ou dentro de 24 horas na maioria, a falha desse evento normal resulta em persistência do canal arterial. O grande gradiente de pressão entre a artéria pulmonar e a aorta resulta em um shunt da esquerda para a direita. Pacientes com PCA pequeno geralmente são assintomáticos e são detectados incidentalmente por causa de um sopro contínuo. PCAs grandes estão associados a infecções recorrentes do trato respiratório e podem causar insuficiência cardíaca congestiva e deficiência de crescimento. EXAME FÍSICO Pacientes com um pequeno PCA apresentam S1 e S2 normais, com um sopro contínuo ouvido na borda esternal esquerda superior. Pacientes com um grande PCA têm um P2 alto e, em vez de sopro contínuo, haverá um longo sopro sistólico ao longo da borda esternal esquerda superior, o componente diastólico sendo reduzido por pressões PA elevadas. A síndrome de Eisenmenger geralmente se desenvolve no mesmo período da VSD, com a única diferença sendo a cianose diferencial reversa (ou seja, unhas rosa das mãos e unhas azuis das pernas). O ECG é normal em pacientes com um PCA pequeno, enquanto a HVE é observada em pacientes com um PCA grande. A radiografia torácica mostra cardiomegalia com artéria pulmonar dilatada, aorta proeminente e vascularização pulmonar aumentada. TRATAMENTO O fechamento do PCA é recomendado em todos os pacientes com PCA moderado a grande e em pacientes com PCA pequeno com sopro audível. O fechamento do dispositivo é o tratamento de escolha. O momento de fechamento do PCA é: grande shunt / ICC congestiva: Fechamento cirúrgico a qualquer momento na infância, antes dos seis meses, se a ICC congestiva / Hipertensão Arterial pulmonar (HAP) grave. PCA de tamanho moderado com HAP moderado - dentro de 1 ano e em PCA pequeno com PA normal - a qualquer momento após um ano. O PCA não fecha espontaneamente no recém-nascido a termo enquanto no pré-termo, se o bebê for assintomático, deve-se esperar até um ano, pois existe a possibilidade de fechamento espontâneo. TRANSPOSIÇÃO DAS GRANDES ARTÉRIAS (TGA) A fisiologia da transposição é caracterizada pela presença de cianose com insuficiência cardíaca congestiva. É típico da TGA a aorta originando-se do VD e a artéria pulmonar originando-se do VE. Sobrevida depende da existência de CIV, CIA OU PCA. A menos que se faça ecocardiografia de todas as crianças com cianose, essa condição pode passar despercebida, pois muitas crianças morrerão antes do reconhecimento. Portanto, a cianose em um recém-nascido deve ser tratada como uma emergência. ACHADOS CLÍNICOS Cianose ocorre nas primeiras horas de vida, com piora após 12 a 24 horas (com o fechamento do canal arterial); a cianose é sempre sistêmica; ICC, Desdobramento da 2º bulha ou única, sopro sistólico por hiperfluxo ou estenose pulmonar ou ausente DIAGNÓSTICO Raio X (não é o exame mais adequado para auxiliar no diagnóstico): mediastino superior estreito, sombra cardíaca como “ovo deitado”, aumento da trama vascular. A ecocardiografia é a modalidade diagnóstica de escolha e mostra a complexa anatomia da TGA. TRATAMENTO O tratamento de escolha para TGA é a Cirurgia de Jatene.. Até que o recém-nascido seja encaminhado ao centro adequado, o PGE1 deve ser iniciado para manter o PCA aberto. A cirurgia deve ser feita nas 2 primeiras semanas de vida para preservar a massa muscular do VE. FISIOTERAPIA É importante ressaltar que o fisioterapeuta trataria os sintomas relacionados a cada patologia. No caso das cardiopatias congênitas, os sintomas que podem surgir são: Dispneia, dor, ↓VS, DC, PA; ↑FC, cianose periférica (acianótica); cianose central (ascianóticas). Alguns tipos de cardiopatias leva a hipertensão pulmonar (cor Pulmonale), a exemplo: CIV, CIA, estenose pulmonar. As cardiopatias cianóticas necessitam de intervenção cirúrgica imediata. Em casos da necessidade de intervenção cirúrgica, o papel da fisioterapia seria fazer: • Manobra de higiene brônquica (EX: Aspiração, bag squeezing-para tixotropismo). A criança já hipersecretiva, mas essa condição é exacerbada com o procedimento cirúrgico. • Reexpansão pulmonar: a sedação e a ventilação mecânica reduz a expansibilidade torácica, então a técnica teria o objetivo de↑ pressão pulmonar, recrutar unidades alveolares colapsadas, ↑área de troca gasosa e prevenir atelectasia. • Estimular o movimento motor, cinesioterapia como alongamentos, mobilização no leito (paciente deve está estável hemodinamicamente). • Estímulo neuropsicomotor: para prevenir e tratar possíveis atrasos de desenvolvimento infantil VAMOS PRATICAR? Acerca das CARDIOPATIAS CONGÊNITAS, podemos afirmar que Alternativas a) a tetralogia de Fallot é uma cardiopatia congênita cianótica, que apresenta as seguintes alterações anatômicas: estenose pulmonar, CIV, hipertrofia do ventrículo direito e dextroposição da aorta. b) A CIA é uma cardiopatia congênita acianótica que apresenta sopro sistólico suave no 2º espaço intercostal esquerdo e desdobramento fixo e constante da 2ªbulha. c) A CIA, CIV e PCA são cardiopatias congênitas que cursam com Hiperfluxo pulmonar. d) Todas as alternativas acima estão corretas. Uma menina de dez meses de vida nasceu com uma cardiopatia congênita cianogênica. O ecocardiograma transtorácico mostrou D-TGA + CIA e massa do VE maior que a massa do VD. Diante de tal situação, qual a indicação cirúrgica mais correta para essa lactente? a) Cirurgia de Jatene. b) Cirurgia de Rastelli. c) Cirurgia de Senning. d) Cirurgia de Blalock-Taussig. e) Cirurgia de Yacoub como preparo para a cirurgia de Jatene. Dadas as afirmativas sobre a comunicação interventricular (CIV), I. O tipo perimembranoso é o mais frequente. II. II. Os defeitos do tipo muscular podem ser únicos ou múltiplos. III. III. A CIV do tipo infundibular é também denominada subarterial, por localizar-se logo abaixo das valvas aórtica e pulmonar. IV. IV. Trata-se da cardiopatia mais comum na infância, se forem excluídas a A radiografia de tórax, qual das cardiopatias congênitas caracteristicamente mostra o coração com silhueta ovoide? a) Canal arterial patente. b) Hipertensão pulmonar. c) Defeito do septo atrioventricular. d) Transposição das grandes artérias. e) Drenagem anômala parcial das veias pulmonares A radiografia de tórax, o sinal de Röessler é sugestivo de qual cardiopatia congênita? a) Ventrículo único. b) Coarctação da aorta. c) Estenose aórtica congênita. d) Dupla via de saída do ventrículo direito. e) Drenagem anômala total das veias pulmonares.