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PTS GLOMERULONEFRITE

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FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS – AFYA 
 CRUZEIRO DO SUL- AC 
CURSO DE BACHARELADO EM MEDICINA 
CLINICA INTEGRADA II 
 
 
 
 
PATRÍCIA SILVA MIRANDA 
 
 
 
 
 
 
PROJETO TERAPÊUTICO SINGULAR - (PTS) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CRUZEIRO DO SUL, AC 
2026
 
PATRÍCIA SILVA MIRANDA 
 
 
 
 
 
PROJETO TERAPEUTICO SINGULAR (PTS) 
 
Trabalho acadêmico apresentado ao modulo de 
Clinica Integrada II (MARC) do 7° Período do Curso 
de Medicina da Faculdade de Ciências Médicas de 
Cruzeiro do Sul- Afya 
 
Orientador: Dr. Khermichael 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CRUZEIRO DO SUL, AC 
 
2026
 
 HIPOTESE DIAGNOSTICA: 
Paciente João Pedro Idade: 8 anos Cenário de cuidado: Unidade Hospitalar 
 
DEFINIÇÃO DE METAS: 
Curto prazo 
 Manter pressão arterial dentro da faixa adequada para idade e estatura 
 Reduzir edema periférico e periorbitário 
 Manter diurese ≥ 1 mL/kg/h 
 Garantir balanço hídrico negativo ou equilibrado 
 Monitorar e estabilizar função renal e eletrólitos 
 Prevenir complicações neurológicas e cardiovasculares 
Exames Solicitados: 
- Hemograma; 
- EAS 
- Ureia/Creatinina 
-Eletrólitos 
- USG Renal 
 
Médio prazo 
 Manter pressão arterial dentro da normalidade sem necessidade de múltiplos fármacos 
 Redução progressiva e desaparecimento do edema 
 Normalização da diurese e do balanço hídrico 
Hipótese 
diagnóstica: 
João Pedro 
Glomerolonefrite pós estreptocócica: caracteriza-se por inflamação glomerular 
aguda decorrente de resposta imunológica após infecção estreptocócica, 
manifestando-se por hematúria (frequentemente macroscópica, com urina em cor 
de coca-cola), proteinúria leve a moderada, edema sobretudo periorbitário, 
hipertensão arterial e redução da taxa de filtração glomerular. Pode cursar com 
oligúria e, nos casos mais graves, insuficiência renal aguda e sobrecarga volêmica. 
 
 Queda gradual da creatinina até valores basais para idade 
 Normalização dos níveis de complemento (C3 costuma voltar ao normal em ~6–8 semanas) 
 Diminuição progressiva da hematúria e da proteinúria 
 Retorno às atividades habituais conforme estabilidade clínica 
Exames Solicitados: 
- Urina tipo I (EAS) 
- Relação proteína/creatinina urinária 
- Creatinina/ureia 
- Eletrólitos séricos 
- Complemento C3: deve normalizar em cerca de 6–8 semanas 
Longo prazo: 
 Manter pressão arterial permanentemente normal 
 Função renal estável dentro da faixa esperada para idade 
 Ausência de edema ou retenção hídrica 
 Crescimento ponderoestatural adequado 
 Desenvolvimento neuropsicomotor normal 
 Desaparecimento da proteinúria 
 Desaparecimento ou níveis mínimos de hematúria microscópica 
 Creatinina normal e estável 
 Complemento normalizado (já deve estar há muito tempo) 
 Retorno completo às atividades físicas e escolares 
 Ausência de necessidade de medicação contínua 
 Sem sinais de doença renal crônica 
 
Exames solicitados: 
- Urina tipo I (EAS) 
- Relação proteína/creatinina urinária 
- Creatinina sérica e ureia 
- Eletrólitos séricos 
DIVISÃO DE TAREFAS: 
Médico Clinico: 
 Realizar avaliação clínica e diagnóstico 
 Solicitar e interpretar exames laboratoriais e de imagem 
 Prescrever tratamento medicamentoso (anti-hipertensivos, diuréticos quando indicados) 
 Monitorar função renal e pressão arterial 
 Avaliar presença de complicações (IRA, sobrecarga volêmica, encefalopatia hipertensiva) 
 Definir necessidade de internação ou seguimento ambulatorial 
 Orientar restrições físicas e retorno às atividades 
 
PRESCRIÇÃO HOSPITALAR 
 CLASSE 
MEDI 
MEDICAMENTO HORARIO 
/POSOLOGIA 
VIA JUSTIFICATIVA 
 1. Dieta 
hipossódica 
+ Restrição 
hídrica 

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