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1 MÓDULO 2 DA FORMAÇÃO À CRIAÇÃO DOS CLUBES JUVENIS Clubes Juvenis Abertura do Módulo Bem-vindo ao Módulo 2! Até aqui, vimos como os Clubes Juvenis favorecem o desen- volvimento de uma cultura protagonista na escola e como três importantes premis- sas do Modelo de Gestão (o Protagonismo, a Corresponsabilidade e a Excelência em Gestão) se destacam nessa prática por estarem diretamente relacionadas com a criação, a organização, a gestão e o acompanhamento dos Clubes. Agora, vamos aprofundar nossos estudos ao conhecer o funcionamento dos Clubes Ju- venis na prática e descobrir como planejar as formações com os estudantes a fim de dar suporte e estruturar as etapas para a criação dos Clubes Juvenis na escola. Tome nota Aproveitamos para reiterar a relevância dos registros no Diário de Bordo, pois, nesta eta- pa do curso, você já deve ter feito diversos registros importantes, não é mesmo? Então, recomendamos que você continue fazendo anotações para registrar suas ideias, suas percepções e seus avanços. 2 Os objetivos de aprendizagem do módulo são: Compreender a definição e os objetivos dos Clubes Juvenis; Identificar a natureza flexível e norteadora dos instrumentos de formação com foco na adaptabilidade à realidade de cada unidade escolar; Valorizar os diferentes níveis de amadurecimento no processo de mediação e orienta- ção dos estudantes; Estruturar as etapas de proposta e criação de Clubes Juvenis; Idealizar um plano de ação para formação de Clubes Juvenis. 3 Introdução Cursista, sabemos quantos benefícios o Protagonismo Juvenil traz aos estudantes, à escola e às práticas educacionais e sabemos o quanto é desafiador romper com para- digmas de um modelo de educação bancária, que tem o professor como o detentor do conhecimento a ser transmitido aos estudantes. Contudo, esse movimento de rup- tura é fundamental para o sucesso escolar, uma vez que a autonomia, competência fundamental para educadores e estudantes, é consolidada pelo Protagonismo, seja ele Juvenil ou Sênior. A partir daqui, vamos conhecer detalhadamente os Clubes Juvenis para que, além de compreender a metodologia, você e sua equipe possam orientar, apoiar e auxiliar os estudantes durante todo o processo de formação e desenvolvimento dos Clubes. Propomos a você uma experiência de aprendizagem por meio de uma metodologia conhecida como Game Based Learning (Aprendizagem Baseada em Jogo), que lhe permitirá vivenciar todo o processo de formação dos Clubes Juvenis na escola. Durante o jogo, você encontrará desafios a partir de situações que poderão ocorrer na escola e orientações contidas nos documentos norteadores que darão suporte para superar esses desafios. 4 Percorrer essa trilha lúdica possibilitará que você experiencie todas as etapas de im- plementação dos Clubes: o planejamento inicial, os alinhamentos, a formação dos estudantes, a criação dos Clubes, a apresentação de propostas, as devolutivas, a divulgação e a construção dos planos de ação que envolvem esse trabalho. A nossa intenção é instigar o Protagonista Sênior que existe dentro de você, envol- vendo-o na construção desse conhecimento para tornar sua participação mais interativa. Antes de iniciar o jogo, assista à animação para conhecer as regras e entender o seu fun- cionamento. Você poderá assistir a essa animação sempre que surgir alguma dúvida. Acesse o jogo em: https://avaefape2.educacao.sp.gov.br/mod/scorm/view.php?id=4677. 5 Dicas da Rede para você Agora que finalizou o jogo, dê uma pausa e ouça o podcast com o depoimento de Osmar Francisco de Carvalho, Diretor de escola PEI trazendo suas experiências. Ouça o relato do Diretor Osmar Carvalho sobre sua participação nos Clubes Juvenis: https://midiasefape.educacao.sp.gov.br/ava/pei/011_OSMAR_M2_PODCAST.mp3. Podcast Gostou do jogo, cursista? E dos depoimentos da rede? Percebeu que o Clube Juvenil não é nenhum bicho de sete cabeças? Que essa metodologia é muito bacana e faz com que os estudantes exerçam o Protagonismo? Que é um jeito bem legal de encorajar a moça- da a encontrar mais gente com os mesmos interesses? Que incentiva o engajamento, a responsabilidade, a autonomia e o espírito de liderança? Esperamos que sim! https://midiasefape.educacao.sp.gov.br/ava/pei/011_OSMAR_M2_PODCAST.mp3 6 Certamente, você também percebeu que há muitos detalhes a serem observados, não é? Então, para facilitar a sua missão de apoiar os estudantes protagonistas da sua escola a se organizarem e não perderem o rumo nesse gostoso e divertido caminho, socializamos alguns instrumentos de registro que serão muito úteis e poderão facili- tar as ações de todos. Formulário de Inscrição O formulário de inscrição é importante para não deixar passar em branco nenhuma proposta. Como o gestor receberá inúmeras ideias de Clubes Juvenis para analisar, esse formulário vai ajudar a não deixar que nada seja esquecido! Às vezes, a memória pode falhar, não é mesmo? No Anexo 1, você pode visualizar o formulário. Quadro Organizador Outro momento importante para a formação dos Clubes Juvenis é o da escolha dos Clubes, e todo protagonista gosta de saber dos detalhes tim-tim por tim-tim. Então, fazer um levantamento sobre alguns pontos que podem gerar dúvidas e divulgá-los aos estudantes com antecedência pode ajudar a organizar os trabalhos e a otimizar o tempo. O quadro organizador do Anexo 2 é uma sugestão que já deu certo em outras escolas e também pode ser útil para você! 7 Cédula Depois que os Clubes forem validados, chegará o momento de divulgar as propostas aos demais estudantes da escola. Essa divulgação poderá acontecer de várias formas, como a cédula presente no Anexo 3, que é uma boa forma para o estudante registrar e encaminhar ao gestor suas opções. Modelo de Listagem Depois que a distribuição dos estudantes pelos clubes for concluída, o gestor preci- sará elaborar uma listagem a ser divulgada a todos para que saibam em que Clubes estarão engajados no semestre. Confira um modelo de lista no Anexo 4. Planilha de Comunicação Outro detalhe muito importante é a definição do espaço em que serão realizadas as reuniões dos Clubes. A planilha é um exemplo de instrumento de comunicação que você poderá afixar em vários locais da escola; também poderá realizar uma divulga- ção em formato digital. Para conferir um exemplo de planilha, veja o Anexo 5. 8 Modelo Orientador (Plano de Ação dos Clubes) Depois de passar pelo jogo e visitar essas sugestões de documentos organizadores do tra- balho nos Clubes Juvenis, você certamente está preparado para atuar como um Protago- nista Sênior, colaborando com a formação de jovens autônomos, solidários e competentes! Agora conheça, no Anexo 7, uma rubrica de autoavaliação que permitirá uma reflexão sobre sua organização e seu potencial para planejar ações. O Plano de Ação dos Clubes é um instrumento de gestão que será elaborado pelos integrantes dos Clubes. Sua construção será liderada pelo Presidente e pelo Vice-pre- sidente do Clube. Vimos na missão 6, em linhas gerais, as etapas que estruturam o Clube Juvenil e suas respectivas ações. Agora, compartilhamos com você maiores detalhes sobre o Plano de Ação. Mas lembre-se: você deverá orientar os Presidentes dos Clubes Juvenis a fazerem as adequações necessárias para melhor atender aos objetivos de cada Clube. Veja um modelo de Plano de Ação dos Clubes no Anexo 6. 9 Caro cursista, Vocês venceram mais uma missão: concluíram o Módulo 2! De maneira lúdica, apro- fundaram os conhecimentos acerca dos Clubes Juvenis ao percorrerem com sucesso cada etapa do jogo. Para isso, foi preciso relembrar quem são os “atores” responsáveis pelo sucesso dos Clubes Juvenis, apresentados no Módulo 1, e saber o que são os Clubes Juvenis, seus objetivos, as diretrizes de implantação, os materiais norteadores que regem os Clubes, como são formados e estruturados e, por fim, ver seus estudantes desenvolvendo o Protagonismo Juvenil. Ao percorrer as etapasdo jogo, você percebeu o quanto foi protagonista desse proces- so ao tomar decisões, resolver “problemas” e atingir as metas estabelecidas? Assim, se queremos formar estudantes engajados, precisamos adotar metodologias ativas que priorizem atividades reais e complexas, em que eles tenham que tomar decisões e avaliar os resultados. Esperamos, então, que, ao chegar aqui, você tenha se sentido um vencedor e um jo- gador persistente que caminha para missões ainda mais concretas e desafiadoras. E, com esse espírito de garra e curiosidade, convidamos você para avançar mais uma fase do curso Clubes Juvenis, o Módulo 3. Vamos lá? Ilustrações e fotografias: Getty Images. 10 Anexo 1 Formulário de Inscrição - CLUBE JUVENIL Conheça uma sugestão de Formulário de Inscrição ESCOLA:____________________________________________________ FFoorrmmuulláárriioo ddee IInnssccrriiççããoo -- CCLLUUBBEE JJUUVVEENNIILL NNOOMMEE DDOO CCLLUUBBEE JJUUVVEENNIILL Nome(s) do ou dos estudantes(s) responsável e ano/série de cada um Ementa (descrever a proposta de criação do clube) Objetivo(s) do Clube Juvenil Data: ___/___/_____ Assinaturas: Recebido por: _________________________________________ NÃO Validado: Validado: ASSINATURA DO(A) DIRETOR(A) DE ESCOLA: ________________________ Fonte: Caderno do gestor CLUBES JUVENIS MÓDULO 2 – DA FORMAÇÃO À CRIAÇÃO DOS CLUBES JUVENIS DICAS DA REDE PARA VOCÊ 11 Anexo 2 QUADRO ORGANIZADOR – ESCOLHA DOS CLUBES JUVENIS (Clubes Juvenis - Caderno do Gestor) EESSCCOOLLHHAA DDOOSS CCLLUUBBEESS JJUUVVEENNIISS PPrraazzoo ppaarraa aa eessccoollhhaa Definido na agenda da escola TToottaall ddee iinnddiiccaaççõõeess Os estudantes poderão indicar quantas opções? Duas, três, quatro? PPúúbblliiccoo--aallvvoo Definir o público-alvo para os Clubes Juvenis. Aqueles voltados aos estudantes dos anos finais do Ensino Fundamental e aqueles orientados para o Ensino Médio (lembre-se que há escolas híbridas na rede). DDeeffiinniiççããoo ddee nnúúmmeerrooss ddee eessttuuddaanntteess ppoorr cclluubbee Definir o número de estudantes de acordo com a proposta do Clube. Evitar clubes com um número excessivo de estudantes. CCrriittéérriiooss ddee ddeesseemmppaattee Quais serão os critérios de desempate? Será por ano/série, por ordem de inscrição ou de acordo com o Projeto de Vida de cada um? As regras devem ser definidas pelos gestores e estudantes e divulgadas nas salas de aula antes da escolha. CLUBES JUVENIS MÓDULO 2 – DA FORMAÇÃO À CRIAÇÃO DOS CLUBES JUVENIS DICAS DA REDE PARA VOCÊ 12 Anexo 3 CÉDULA EE..EE.. _______________________________________________ EEssccoollhhaa CClluubbee JJuuvveenniill –– __________________________________________________________ SSeemmeessttrree //__________ NNoommee:_______________________________________________ nº: _______ AAnnoo//sséérriiee:: ____________ 11ªª ooppççããoo:: registrar o nome do clube pretendido 22ªª ooppççããoo:: registrar o nome do clube pretendido 33ªª ooppççããoo:: registrar o nome do clube pretendido Data: ______/_______/_______ Fonte: Caderno do gestor CLUBES JUVENIS MÓDULO 2 – DA FORMAÇÃO À CRIAÇÃO DOS CLUBES JUVENIS DICAS DA REDE PARA VOCÊ 13 Anexo 4 REGISTRO NA LISTAGEM OFICIAL DE TURMA nº Listagem de Alunos 9º ano A/EF Clube Juvenil 1 Adriana Gastronomia 2 André Games 3 Aparecida ENEM 4 Beatriz Dança 5 Claudio Jornal 6 Diogo Gastronomia 7 Fabiana Teatro 8 Guilherme ENEM 9 Mariana Ciência 10 ……….. ……….. Fonte: Clubes Juvenis - Caderno do Gestor páginas 28 - 29 CLUBES JUVENIS MÓDULO 2 – DA FORMAÇÃO À CRIAÇÃO DOS CLUBES JUVENIS DICAS DA REDE PARA VOCÊ 14 Anexo 5 DIVULGAÇÃO DO LOCAL DOS CLUBES E TOTAL DE PARTICIPANTES Nº Local CLUBE JUVENIL Presidente do Clube nº de Alunos 1. Sala 01 TEATRO 2. Sala 02 JORNAL 3. Sala 04 MEDICINA 4. Sala 05 RÁDIO 5. Sala 06 GAMES 6. Sala 07 LIBRAS 11. Refeitório GASTRONOMIA 12. Pátio MÚSICA 13. Área verde PAISAGISMO Fonte: Clubes Juvenis - Caderno do Gestor página 29 CLUBES JUVENIS MÓDULO 2 – DA FORMAÇÃO À CRIAÇÃO DOS CLUBES JUVENIS DICAS DA REDE PARA VOCÊ 15 Anexo 6 MODELO ORIENTADOR Plano de Ação dos Clubes Juvenis Identificação do Clube Definição do título do clube e descrição do assunto (temática) que será desenvolvido. Exemplo: Título: “Jardim do Éden”; Tema: Paisagismo dos espaços de convivência escolar. Presidente e Vice-presidente Nomes dos jovens que exercerão a liderança do clube. Padrinho/Madrinha e/ou Parceiros Professores e/ou outros Parceiros (internos ou externos à escola) que vão apoiar o clube. Visão A visão procura responder onde o Clube quer chegar e o que deseja ser no futuro. Deverá ser inspiradora, realizável e ter uma dimensão objetiva e com prazos coerentes ao espaço do Clube Juvenil. Valores Os valores são os princípios que regem as ações dos participantes do clube. Quais são os valores que são importantes para desenvolver a visão do clube? Os valores têm que ser coerentes e praticados pelos integrantes. Se o clube tem como valor a colaboração, os estudantes devem agir de maneira colaborativa; se a harmonia é um valor, então devem atuar de maneira a estimular e a preservar a harmonia entre todos. Outros exemplos: cidadania, responsabilidade, ética, solidariedade, cooperação, respeito. Missão A missão é a razão de ser do Clube Juvenil, a definição de seu propósito, dando norte à construção de ações possíveis e que estejam de acordo com o objetivo geral do clube. São os objetivos específicos do clube, apresentando o que se pretende atingir, quais as ações e a justificativa. Os objetivos devem CLUBES JUVENIS MÓDULO 2 – DA FORMAÇÃO À CRIAÇÃO DOS CLUBES JUVENIS DICAS DA REDE PARA VOCÊ 16 Objetivos estar relacionados à missão e precisam ser apresentados de forma clara para que se identifique as ações dos organizadores. Resultados Esperados Os resultados precisam ser possíveis de serem alcançados e coerentes com os objetivos e ações planejadas para o Clube Juvenil. Estratégias São as ações que serão desenvolvidas para atingir os objetivos do clube. Funções dos(as) participantes Neste campo se define quem faz parte da ação e quais as atribuições de cada um. Local Definição do espaço que o clube realizará suas atividades na escola (sala de aula, sala de leitura, quadra poliesportiva, pátio, áreas de convívio etc.). Recursos Necessários Descrever quais recursos serão necessários para a realização das ações do clube, desde equipamentos (aparelho de som, computadores, filmadora, microfone, etc.), materiais de consumo (papéis diversos, tintas, canetas e lápis coloridos, cartolinas, etc.), materiais recicláveis (latas, garrafas plásticas, caixas, pallets, etc.), entre outros. Plano de Atividades Definição das atividades que o Clube pretende desenvolver no semestre, elaborando um cronograma para as ações previstas no clube. Resultados Alcançados Divulgação dos resultados alcançados pelo clube, que pode ocorrer por meio de uma Culminância com as apresentações dos resultados dos Clubes Juvenis da escola e ao final de cada semestre letivo. Fonte: Clubes Juvenis - Caderno do Gestor página 30-32. 17 Anexo 7 RUBRICA DE AUTOAVALIAÇÃO – EQUIPE ESCOLAR CRITÉRIO AVALIADO PODE MELHORAR COMEÇOU QUASE LÁ CHEGOU LÁ SUPEROU DISPOSIÇÃO PARA MUDANÇA • Não gosto de mudanças, acredito que minhas ações e decisões estão funcionando muito bem e se melhorar estraga. • Tomo decisões que acredito serem bem estruturadase funcionais, contudo considero que alguns ajustes poderiam ser realizados, porém gostaria que meus colegas e superiores fornecessem formações que julgo adequadas ao meu aprimoramento profissional. • Reconheço que todo trabalho pode ser aperfeiçoado, porém ainda não disponho de tempo para participar de cursos e palestras de forma engajada. • Sigo aquilo que aprendi e sempre que possível testo novas práticas, abandonando aquelas muito complexas ou que não deram certo. • Mantenho-me atualizado, assistindo palestras, workshops e afins, procuro discutir com meus colegas os prós e contras na implementação de novas ideias, conforme minha realidade, e, depois de aplicar, faço um exercício de readequação e ajustes. • Sou persistente e não desisto fácil. • Mantenho-me sempre atualizado, participando de cursos, palestras, workshops e afins. • Estudo os documentos institucionais orientadores com frequência, troco experiências com meus colegas, planejo e preparo minhas ações alinhadas com o plano de ação da minha unidade escolar, utilizo novas metodologias adequando-as a minha realidade e aplicando o ciclo PDCA em todas as minhas atividades em busca de ajustes e aperfeiçoamento. Nota: Sabemos que o exercício de autoavaliação não é fácil. Nesta rubrica autoavaliativa, escolhemos como níveis classificatórios “pode melhorar”, “começou”, “quase lá”, “chegou lá” e “superou”, porém não há limites para a superação. Portanto, tome suas respostas como um incentivo para continuar a trilhar uma carreira de excelência. • Gosto de desafios e encaro as novidades como grandes oportunidades. CORRESPONSABILIDADE • Acredito que a corresponsabilidade é definida pela equipe gestora, que deve informar com antecedência os papéis e as atribuições de cada um. • Procuro fazer a minha parte, se algo não sair como o esperado, fiz o que pude. • Considero que as pessoas devem desempenhar suas atividades em equipe e com alinhamentos frequentes em suas frentes de trabalho, porém sempre sob o comando de um ou mais coordenadores, pois estes têm melhores condições para avaliar, apontar melhorias e alinhar com outras equipes • Considero que todos são corresponsáveis pelas ações desenvolvidas na escola, porém observo muitas dificuldades de comunicação e integração entre as equipes. • Procuro desenvolver projetos em parceria com alguns colegas e solicito a colaboração de quase todos na escola. Mesmo diante das dificuldades e • Considero o erro como parte do processo de amadurecimento e aprendizagem e que todos são corresponsáveis pelas ações da escola e pelos processos de construção de conhecimento. • Busco propor projetos que favoreçam o aprendizado e as metas traçadas pela escola, garantindo a conscientização, o sentimento de pertencimento e a • Considero o erro como parte do processo de amadurecimento, aprendizagem e construção de conhecimento, afinal, todos são corresponsáveis pelo êxito e também pelas falhas. • Não limito a corresponsabilidade apenas aos projetos propostos por mim, procuro fazer ajustes e adequações das minhas práticas e dou sugestões e apoio às ações de meus colegas, colaboro ativamente para que meus projetos ou aulas também favoreçam meus colegas e os levem ao êxito, Nota: Sabemos que o exercício de autoavaliação não é fácil. Nesta rubrica autoavaliativa, escolhemos como níveis classificatórios “pode melhorar”, “começou”, “quase lá”, “chegou lá” e “superou”, porém não há limites para a superação. Portanto, tome suas respostas como um incentivo para continuar a trilhar uma carreira de excelência. e a comunidade escolar. certa falta de adesão e apoio, não desisto e levo meus projetos e ideias até o fim. autogestão da escola. • Mostro-me disponível para ajudar e contribuir de forma positiva com meus colegas e estudantes. planejando com antecedência e sempre alinhados com o Plano de Ação da escola, procuro fazer intervenções pertinentes no sentido de evitar saturação de projetos ou excesso de demandas a uma única pessoa. Sou solidário, proativo e prestativo. Nota: Sabemos que o exercício de autoavaliação não é fácil. Nesta rubrica autoavaliativa, escolhemos como níveis classificatórios “pode melhorar”, “começou”, “quase lá”, “chegou lá” e “superou”, porém não há limites para a superação. Portanto, tome suas respostas como um incentivo para continuar a trilhar uma carreira de excelência. e a comunidade escolar. certa falta de adesão e apoio, não desisto e levo meus projetos e ideias até o fim. autogestão da escola. • Mostro-me disponível para ajudar e contribuir de forma positiva com meus colegas e estudantes. planejando com antecedência e sempre alinhados com o Plano de Ação da escola, procuro fazer intervenções pertinentes no sentido de evitar saturação de projetos ou excesso de demandas a uma única pessoa. Sou solidário, proativo e prestativo.