Direito do Trabalho - Resumo completo
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Direito do Trabalho - Resumo completo


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1- tempo: qualquer função que faça um trabalhador \u2013 prazo certo; por um dois, dez dias, com prazo curtoé trabalhador eventual. 2- função: atípica (trabalho eventual) ou típica (empregador por prazo determinado).
OBS: Por que uma pessoa que trabalha até 3 vezes na semana não tem vinculo empregatício?
R: A definição de um empregado não eventual presente no artigo 3º da CLT não exige eventualidade. A definição de um trabalho doméstico exige continuidade sendo por quatro dias em uma semana de sete. O professor discorda porque continuidade e não eventualidade são palavras que mereciam tratamento como sinônimas. 
Trabalho avulso- trabalha com a mão de obra direcionada pelo sindicato ou para variados órgãos de gestor com aquelas diretrizes que vão contratar.
Sindicato dos empregados \u2013 os empregados recorriam a eles para exigirem melhores condições de trabalho.
Em 1993, a lei 8630 queria modificar a nossa forma de trabalho no porto => vinculado ao sindicato. Conhecida como lei de modernização dos portos. Tem objetivo de dar um chega pra lá nos sindicatos. Nas relações portuárias a figura opressora era o próprio trabalhador portuário. Essa lei prevê que a partir de agora teremos operadoras portuárias, que são empresas privadas, que prestaram serviços de carga ou descarga de navios. Logo, os sindicatos não serão mais procurados. A logica da lei é que haja mais de uma operadora, gerando mais concorrência. Isso tira o sindicato da jogada, pois não seria mais ele o procurado. O usuário do porto procuraria as operadoras. Elas precisariam de mão de obra. O trabalhador portuário só vai ao porto quando lhe interessa e podem chegar lá e não quererem fazer aquele trabalho. As operadoras portuárias passaram a ter como obrigação o OGMO, órgão gestor de mão de obra, que escalará uma equipe de trabalhadores avulsos trabalhando para a operadora portuária. O órgão é uma figura apenas operacional, ele não tem animo de lucro, mas sim apenas a organização portuária. A lei retirou dos sindicatos que não será ele que vai prestar serviços de mão de obra e sim apenas aquelas pessoas que vão estar no órgão gestor. Essa lei é muito bem elaborada. A lei sacou que se uma operadora portuária der certo (ter navio chegando um atrás do outro \u2013 começa a render), a mão de obra que ora era necessária e ora não era, será necessária sempre. Se a demanda de mão de obra for continua, ela terá interesse em contratar empregados por prazo indeterminado, assim eles irão ser treinados, com a logica de que quando o usuário procurar as operadoras elas vão contratar os empregados. 
Lógica empregatícia: Usuário => operadora portuária => OGMO => trabalhadores avulsos => operadora portuária => órgão gestor de mão de obra. 
Trabalhador avulso no porto é quando eu trabalho para diversas operadoras portuárias escaladas por um órgão gestor de mão de obra. Quem vai trabalhar para a operadora? O trabalhador que estará na vez e essa não escolherá o trabalhador. O seu objetivo é dar trabalho a quem precisa, ou seja, aquela que está a mais tempo sem trabalhar e mesmo assim vai muitas vezes ao porto, pois o simples ir ao porto mostra a necessidade. A mão de obra avulsa é complicada por conta do treinamento. 
Artigo 26 da CLT prevê que o avulso poderá trabalhar como empregado. O artigo 17 diz que os trabalhadores portuários poderão fundar uma cooperativa (associação de trabalhadores que optam por associar para otimizar o próprio trabalho). Quando o avulso entra numa cooperativa se transformará em um trabalhador autônomo, reduzindo os custos. Fundar uma cooperativa não requer apenas fundá-la, mas teria a força física dos trabalhadores, mas não teria acesso a uma boa infraestrutura. Isso deveria ser garantido pelo estado.
OBS: Avulso \u2013 escalado pelo órgão gestor, adere uma cooperativa e trabalha como se fosse autônomo ou trabalha em operadoras portuárias e trabalha como empregados próprios. A operadora só terá mão de obra: busca mão de obra no órgão ou busca empregados próprios. 
Usuário => cooperativa \u2013 trabalhador autônomo; operadora portuária => trabalhadores avulsos ou empregados próprios. 
Os sindicatos lutaram muito contra, pois sempre quiseram recuperar o contato com o operário e disponibilizar a mão de obra. Escalar é uma ordem publica do órgão gestor e de mais ninguém, não cabendo, portanto, ao sindicato. 
Como punir o trabalhador portuário? Advertido, suspenso ou desligado ao órgão gestor por falta grave através de uma comissão interna nesse órgão. 
O trabalho avulso nasceu na pratica e em função disso existirá esse trabalho fora do porto. Nos portos secos, o sindicato faz a escala. 
Artigo 8º da CF - livre a associação profissional ou sindical
Em 1988, a nossa constituição no artigo 7 diz sobre o trabalhador avulso, vinculado aos sindicatos aos trabalhadores avulsos, trabalhava no porto, 
O avulso tem os mesmos direitos do empregado, porém sem as mesmas vantagens com outra lógica=>artigo 4 da CLT. O empregado recebe pelo tempo em que está a disposição, o avulso ganha pelo seu trabalho.
Em 2009, a lei 12023 regra o trabalho avulso fora do porto e disse que fora do porto quem escala é o próprio sindicato e por outro lado a lei 8630 quem escala é o órgão gestor. Para o professor, a primeira lei é considerada inconstitucional, porém recebe ampla aplicação. 
A lei 8630 de 93 foi uma lei feita no governo Itamar caminhando para FHC, ambos não são simpáticos a sindicatos que são ligados a outros partidos. Já no 2009, o governo Lula é simpático a sindicatos, destinando a eles funções que muitas vezes não se aplicam a eles 
Sobre trabalhado avulso temos duas leis: 8630/93 e 12023/2009. O trabalho avulso tem os mesmos direitos do que um empregado, ora escalados pelo órgão gestor e ora escalados pelos sindicatos. 
Lei 11788 de 2008 que é a Lei de Estágio. O estagiário é próxima a figura do empregado, tem não eventualidade, tem pessoalidade (cumprir tarefas pessoalmente), é subordinado(se inserindo numa estrutura produtiva alheia). A lei prevê estágios remunerados e não remunerados. A lei divide em estágios obrigatórios ( aqueles que prejudicarão a sua diplomação; podem ser remunerados ou não) e estágios não obrigatórios (eu posso fazer a mais, mas a sua não feitura não impedirá a minha diplomação; SEMPRE remunerados). A remuneração nem sempre é nítida. O estagio é visto como uma atividade de educação a mesma uma atividade que é vista como primeiro emprego. O estagio é parte do currículo escolar, a parte facultativa que pode ser acrescida ao meu currículo, sendo parte de um processo de educação. O contrato é sempre escrito, assinado pela entidade concedente, pelo estagiário ou pelo contratante =>trilateralidade do contrato. 
Algumas entidades têm por papel buscar estágios, servindo como intermediadoras e que não poderá cobrar nada do estagiário. A lei antiga previa que só podia fornecer estágio pessoa jurídica e a lei atual diz que poderá ser pessoa liberal. O estágio tem como limite o período de dois anos. Após os dois anos, o estagiário poderá ser contratado como para-legal, que não poderá atuar com atos normativos do advogado. A lei permite uma contratação depois do termino desse prazo. Se for um ato educativo, é necessário que a pessoa cumpra a tarefa e siga adiante. 
A proteção ambiental deve estender a todos os funcionários da empresa, inclusive os estagiários. O desvirtuamento do estágio implica vinculo empregatício (lei 11788), havendo vinculo expressará onerosidade. A lei pressupõe matricula e frequência. Caso não existe virará vinculo empregatício. A lei segue o dever de fiscalizar. Alei só cria, em um momento apenas, que cada estagiário deveria ter um professor orientador. => isso é um devaneio da lei! O que todo o estabelecimento dessa fazer é ter um supervisor, um comando para regulamentar. O estagio é uma outra forma de trabalho ainda que prepondere uma natureza de ato normativo.
O estagiário que porta deficiência é o único que pode ficar no estágio por mais de dois anos. Às vezes pela deficiência ela
Mariane
Mariane fez um comentário
alguem me envia por email quero imprimir
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Paulo Lucas
Paulo Lucas fez um comentário
ótimo...
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maria
maria fez um comentário
Obrigado por disponibilizar o seu material, estou sem material de apoio, está sendo de grande valia, um abraço.
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Daiana
Daiana fez um comentário
perfeito!
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Nicolle
Nicolle fez um comentário
otimo
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