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AGENTE PENITENCIÁRIO - SEJUS PI

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AGENTE PENITENCIÁRIO
- SEJUS/PI -
Editora Aprovare
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Editora Aprovare
www.editoraaprovare.com.br
contato@editoraaprovare.com.br
Secretaria de Estado da Justiça do Piauí: Agente Penitenciário. Apostila Teórica Com-
pleta. Curitiba: Aprovare, 2016.
415 p.; 21x29,7 cm.
1.Secretarias Estaduais. 2. Concursos Públicos.
Apostila baseada no EDITAL do Concurso Público.
Organização e Diagramação: Editora Aprovare.
TODOS OS DIREITOS DESTE MATERIAL SÃO RESERVADOS. Nenhuma parte desta publicação poderá 
ser reproduzida por qualquer meio ou forma sem a prévia autorização da Editora Aprovare. A viola-
ção dos direitos autorais é crime previsto na Lei 9.610/98 e punido pelo artigo 184 do Código Penal.
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APRESENTAÇÃO
É com grande satisfação que a Editora Aprovare, especialista em apostilas e livros jurídicos para 
concursos públicos, traz ao público a presente “Apostila Teórica para a Concurso Público da Secretaria 
de Estado da Justiça do Piauí: Agente Penitenciário”, escrita por uma competente equipe de professores 
especialistas.
Trata-se de material didático exclusivo: completo, minucioso e atualizado. A apostila foi totalmente 
estruturada de acordo com o Edital e contempla as disciplinas arroladas no aludido documento. 
O certo é que o candidato que se prepara com o material da Aprovare terá acesso ao melhor mate-
rial do mercado para o certame que se aproxima e pode confiar no seu conteúdo, pois foi elaborado de 
acordo com a metodologia testada e aprovada em outros concursos públicos.
Trata-se, pois, de um material imprescindível para que o candidato possa ter um adequado roteiro 
de estudos e uma preparação de qualidade para encarar a prova vindoura.
Dito isso, desejamos bons estudos a todos os candidatos a esta nobre carreira pública.
Conselho Editorial Aprovare.
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SUMÁRIO
① LÍNGUA PORTUGUESA
② NOÇÕES DE INFORMÁTICA
③ ATUALIDADES
④ NOÇÕES DE DIREITO ADMINISTRATIVO
⑤ NOÇÕES DE DIREITO CONSTITUCIONAL
⑥ NOÇÕES DE DIREITO PENAL
⑦ NOÇÕES DE DIREITO PROCESSUAL PENAL
⑧ LEGISLAÇÃO APLICADA
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01 FONÉTICA
02 ORTOGRAFIA
03 MORFOLOGIA - ESTRUTURA E FORMAÇÃO DAS PALAVRAS
04 MORFOLOGIA - CLASSIFICAÇÃO E FLEXÃO DAS PALAVRAS
05 ANÁLISE SINTÁTICA
06 REGÊNCIA VERBAL E NOMINAL
07 CRASE
08 CONCORDÂNCIA
09 FUNÇÕES DO SE
10 FUNÇÕES DO QUE
11 PONTUAÇÃO
12 COLOCAÇÃO PRONOMINAL
13 INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS
14 REDAÇÃO DE DOCUMENTOS OFICIAIS
01 LÍNGUA PORTUGUESA
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Língua Portuguesa
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01 FONÉTICA
FONEMAS E LETRAS
Os fonemas, conforme conceituação de Cegalla 
(2008), “são as menores unidades sonoras da fala”. São 
os sons cuja combinação é capaz de formar sílabas e 
palavras inteiras. 
Não se deve confundir fonema com letra. O fonema 
está relacionado ao som produzido pelo ser humano 
no momento da fala, enquanto a letra é a forma como, 
na escrita, é representado o som. As letras são, então, 
o signo utilizado para representar graficamente os fo-
nemas.
O alfabeto da língua portuguesa apresenta as se-
guintes letras:
VOGAIS: a, e, i, o, u.
CONSOANTES: b, c, d, f, g, h, j, k, l, m, m, p, q, r, s, 
t, v, w, x, y, z.
As letras em negrito (k, w, y) foram incorporadas 
ao nosso vocabulário pelo Acordo Ortográfico de 1990, 
que entrará em vigor definitivamente em 1o de janeiro 
de 2016. Até essa data, conviverão, no Brasil, as duas 
ortografias oficiais: a de antes e a de depois do Acordo.
As palavras podem ter...
... número de letras igual ao número de fonemas, 
como prato, casto, escola;
... número de letras maior do que o número de 
fonemas, como cachorro (caXoRo);
... número de letras menor do que o número de 
fonemas, como táxi (táCSi).
Então, não confunda: letra é o que se escreve; fone-
ma, o que se fala.
CLASSIFICAÇÃO DOS FONEMAS
a. Vogal: sons correspondentes a a, é, ê, i, ó, ô, u, 
assim como suas variantes nasais, como em mãe e tem-
peratura.
b. Semivogais: sons correspondentes a i e u átonos 
e que formam uma sílaba acompanhados de uma vo-
gal. As letras e e o poderão ser semivogais. Isso acon-
tecerá quando elas tiverem, respectivamente, som de 
i e u. Veja os exemplos com as semivogais em negrito:
pai, afoita, mamão, aéreo.
c. Consoantes: os fonemas consonantais são os pro-
duzidos quando os órgãos responsáveis pela fala pro-
duzem resistência à passagem de ar, como em praticar 
e correr.
ENCONTROS VOCÁLICOS E CONSONANTAIS
Existem três tipos de encontros vocálicos: diton-
gos, tritongos e hiatos.
Ditongo: encontro de uma vogal e uma semivogal 
ou de uma semivogal e uma vogal em uma mesma sí-
laba. Os ditongos podem ser:
a. crescentes: a semivogal vem antes da vogal, 
como em história, bilíngue, quantidade.
b. decrescentes: a vogal vem antes da semivogal, 
como em pai, flauta, besouro.
Atenção: a letra l, em fim de palavra, por ser pro-
ferida com som de u, pode formar ditongos de-
crescentes fonéticos, perceptíveis na fala, mas 
não na escrita. São exemplos desse fenômeno:
funil (=funiu), feltro (feutro), soldado (=soudado).
c. orais: som passa pela cavidade bucal, com em 
dói, pleito, Rui.
d. nasais: som passa pela cavidade nasal, como 
em pães, muito (=mũito), tem (=tẽi).
Atenção: as semivogais dos ditongos nasais am e 
em não aparecem na escrita. Trata-se, então, de 
ditongos fonéticos, pois são percebidos na fala, 
mas não na escrita. São, dessa forma, ditongos:
também (tambẽi), cantaram (cantárão), morrem 
(morrẽi).
e. abertos: céu, pai, alegrai, heróico.
f. fechados: açougue, foi, zeugma. 
Tritongo: encontro de semivogal, vogal e semivo-
gal, na mesma sílaba, sempre nessa ordem. Os triton-
gos podem ser:
a. orais: Paraguai, desiguais, averiguei.
b. nasais: saguões, minguam (=mínguão), desá-
guam (=deságuão).
Atenção: as semivogais dos tritongos nasais uam 
e uem não aparecem na escrita. Trata-se de triton-
gos fonéticos.
Hiato: encontro, em uma palavra, de duas vogais 
que ficam em sílabas diferentes. Exemplos:
saída (sa-í-da), dia (di-a), leem (le-em), saúde 
(saú-de), Luísa (Lu-í-sa).
Encontro Consonantal: sequência de duas ou mais 
consoantes pronunciadas em uma palavra, na mesma 
sílaba ou em sílabas diferentes.
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Na mesma sílaba: prato, oblongo, atrevido, bíceps, 
crente.
Em sílabas diferentes: escolar, apto, asteroide, naf-
talina.
Cuidado para não confundir encontros consonan-
tais com dígrafos, que serão estudados na sequência!
DÍGRAFOS
Dígrafos são conjuntos formados por duas letras 
que equivalem a um único fonema e que podem repre-
sentar sons de consoantes ou de vogais.
Dígrafos Consonantais: 
a. que ficam em sílabas separadas:
rr: arrepio, carro
ss: asseado, cassação
sc: crescer, piscina
sç: cresça, desça
xc: exceder, excitante
b. que ficam na mesma sílaba:
ch: cachoeira, enchente
lh: pilha, agulha
nh: dinheiro, apanhar
gu (antes de e ou i): águia, caran-
guejo
qu (antes de e ou i): queijo, quilo
Dígrafos Vocálicos: dígrafos vocálicos são repre-
sentados por vogais seguidas de m ou n. Nesse caso, 
as letras m e n são empregadas apenas para nasalizar o 
som da vogal que as antecede. São dígrafos vocálicos:
am/an (ã), em/en (ẽ), im/in (ĩ), om/on (õ) e um/un 
(ũ)
acampamento (=acãpamẽto), onde (=õde), tinto 
(=tĩto), imundo (=imũdo), vende (=vẽde)
Atenção: se m ou n vierem depois de vogal no 
final da palavra, não haverá dígrafo. Nesse caso, 
haverá ditongo, como visto anteriormente. Veja 
exemplos:
hífen (=ífẽi),

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