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Micologia MMicologia Méédicadica Profa. Sonia Profa. Sonia RozentalRozental LaboratLaboratóório de Biologia Celular de Fungosrio de Biologia Celular de Fungos Instituto de BiofInstituto de Biofíísica Carlos Chagas Filhosica Carlos Chagas Filho SubSub--Solo Sala Solo Sala C0C0--026026 Universidade Federal do Rio de JaneiroUniversidade Federal do Rio de Janeiro Indicação de Leitura Adicional: 1) Microbiologia Médica 1) Microbiologia Médica –– PatrickPatrick R. R. MurrayMurray 5a Edição 5a Edição -- 20062006 Cap 69 a 78 (pág 693Cap 69 a 78 (pág 693--799)799) 2) Banco de Imagens de Micologia 2) Banco de Imagens de Micologia –– Sonia Sonia RozentalRozental & & Manoel Costa Manoel Costa http://http://acdacd.ufrj..ufrj.br/LabImgBio/Micologiabr/LabImgBio/Micologia 3) Essentials of 3) Essentials of ClinicalClinical MycologyMycology –– CarolCarol A. A. KauffmanKauffman 2a Edição 2a Edição -- 20112011 MICOLOGIA MICOLOGIA MÉDICAMÉDICA--ProfaProfa Sonia Sonia RozentalRozental ––IBCCF/UFRJIBCCF/UFRJ Fungo x Homem Levedura Homem MICOLOGIA MICOLOGIA MÉDICAMÉDICA--ProfaProfa Sonia Sonia RozentalRozental ––IBCCF/UFRJIBCCF/UFRJ ESTRUTURA CELULAR DOS FUNGOSESTRUTURA CELULAR DOS FUNGOS MICOLOGIA MICOLOGIA MÉDICAMÉDICA--ProfaProfa Sonia Sonia RozentalRozental ––IBCCF/UFRJIBCCF/UFRJ 1. Célula 1. Célula FúngicaFúngica - Organelas:Organelas: •Núcleo •Mitocôndria •Retículo •Vacúolos •Vesículas •Complexo de Golgi MICOLOGIA MICOLOGIA MÉDICAMÉDICA--ProfaProfa Sonia Sonia RozentalRozental ––IBCCF/UFRJIBCCF/UFRJ 2. Envoltórios Fúngicos: • Membrana Celular (presença de ergosterol) • Parede Celular (rica em quitina e glucana) • Cápsula (somente em algumas espécies) Envoltório Celular: Principais alvos dos antifúngicos. MICOLOGIA MICOLOGIA MÉDICAMÉDICA--ProfaProfa Sonia Sonia RozentalRozental ––IBCCF/UFRJIBCCF/UFRJ Manoproteínas β1,6 Glucana β1,3 Quitina Ergosterol β1,3 Glucana Sintase Membrana Celular Parede celular Membrana plasmática MICOLOGIA MICOLOGIA MÉDICAMÉDICA--ProfaProfa Sonia Sonia RozentalRozental ––IBCCF/UFRJIBCCF/UFRJ Envoltório Celular: Principais alvos dos antifúngicos. Evolução dos antifúngicosEvolução dos antifúngicos 1950 1960 1970 1990 20001980 Anfotericina B (AmB-d) 5-Fluorocitosina Cetoconazol Fluconazol Micafungina Itraconazol Voriconazol Caspofungina Posaconazol Anidalafungina LAMB ABCD ABLC Inibidor síntese parede (ex: Equinocandinas) Inibidor síntese ergosterol ( ex: Azois) Ligação ao ergosterol (ex: polienicos) Inibe síntese ácidos nucleicos Miconazol Principais características dos fungos: MICOLOGIA MICOLOGIA MMÉÉDICADICA--ProfaProfa Sonia Sonia RozentalRozental ––IBCCF/UFRJIBCCF/UFRJ • São seres eucarióticos: possuem DNA delimitado por dupla membrana (núcleo). • Podem ser organismos microscópicos (micélio ou levedura) ou macroscópicos (cogumelos). • heterotróficos, aeróbicos ou micro aerófilos, necessitando de fontes de carbono para sua sobrevivência (glucose, sacarose, maltose,..). • Algumas leveduras podem fazer fermentação (uso industrial e diagnóstico) NO MEIO AMBIENTE OS FUNGOS PODEM SER SAPRÓFITOS OU PATÓGENOS DEPENDENDO DO “HABITAT “. MICOLOGIA MICOLOGIA MÉDICAMÉDICA--ProfaProfa Sonia Sonia RozentalRozental ––IBCCF/UFRJIBCCF/UFRJ Alimentos contaminados com fungos…. MICOLOGIA MICOLOGIA MÉDICAMÉDICA--ProfaProfa Sonia Sonia RozentalRozental ––IBCCF/UFRJIBCCF/UFRJ • Se um pão ou uma laranja “com bolor/mofo” for examinado no microscópio, é assim que será visto… •• ZygomicetosZygomicetos: micélio contínuo: micélio contínuo •• AscomycetosAscomycetos: micélio : micélio septadoseptado ou leveduraou levedura •• BasidiomycetosBasidiomycetos: micélio : micélio septadoseptado ou leveduraou levedura CLASSIFICAÇÃO DOS FUNGOS: Zigotos Ascos e Ascosporos Basidios e Basidiosporos MICOLOGIA MICOLOGIA MÉDICAMÉDICA--ProfaProfa Sonia Sonia RozentalRozental ––IBCCF/UFRJIBCCF/UFRJ REPRODUÇÃO SEXUADA MICOLOGIA MICOLOGIA MÉDICAMÉDICA--ProfaProfa Sonia Sonia RozentalRozental ––IBCCF/UFRJIBCCF/UFRJ Clínica Médica / Formas assexuadas (Fungos Mitospóricos) REPRODUÇÃO ASSEXUADA Leveduras (unicelular) Micélio (hifa) contínuo (A) ou septado (B) MICOLOGIA MICOLOGIA MÉDICAMÉDICA--ProfaProfa Sonia Sonia RozentalRozental ––IBCCF/UFRJIBCCF/UFRJ Identificação Fungos Clínica Médica – Reprodução Assexuada Formação de conídios ►Blastoconídio => Síntese “de novo”, todos os componentes celulares são duplicados. Brotamento (ocorre em Leveduras e Micélio Septado): ● Leveduras: Ex1: Candida albicans Ex2: Cryptococcus neoformans ● Micélio Septado: Ex1: Sporothrix schenckii Ex2: Aspergillus spp Ex3: Penicillium spp 1 2 3 1 2 MICOLOGIA MICOLOGIA MÉDICAMÉDICA--ProfaProfa Sonia Sonia RozentalRozental ––IBCCF/UFRJIBCCF/UFRJ ► Artroconídio => Só ocorre em micélio septado. Reprodução onde ocorre a fragmentação do filamento original. No micélio septado: 1 célula = 1 ártrico. Ex1: Fungos dermatófitos Ex2: Coccidioides immites MICOLOGIA MICOLOGIA MÉDICAMÉDICA--ProfaProfa Sonia Sonia RozentalRozental ––IBCCF/UFRJIBCCF/UFRJ ► Intoxicações por toxinas fúngicas: (a) Micetismo - ingestão de fungos macroscópicos produtores de toxinas (Ex: cogumelos - toxínas endógenas). (b) Micotoxicoses - ingestão de alimentos crescidos, estocados e/ou transportados na presença de fungos produtores de toxinas secretáveis (toxinas exógenas). Doenças causadas por fungos MICOLOGIA MICOLOGIA MÉDICAMÉDICA--ProfaProfa Sonia Sonia RozentalRozental ––IBCCF/UFRJIBCCF/UFRJ ► Micoses: Infecções causadas pela presença do fungo no organismo. • Variam de quadros benignos e assintomáticos à quadros graves e letais. • Classificação: Micoses Superficiais, Micoses Cutâneas, Micoses Sub-Cutâneas, Micoses Sistêmicas. ► Quadros alérgicos por fungos: Asma, Bronquite, Rinite.... MICOLOGIA MICOLOGIA MÉDICAMÉDICA--ProfaProfa Sonia Sonia RozentalRozental ––IBCCF/UFRJIBCCF/UFRJ INFECÇÕES POR FUNGOS OPORTUNÍSTAS São causadas por fungos que, normalmente, não são infectantes e se aproveitam de alterações nas condições imunológicas e/ou fisiológicas do hospedeiro para causarem as doenças. MICOLOGIA MICOLOGIA MÉDICAMÉDICA--ProfaProfa Sonia Sonia RozentalRozental ––IBCCF/UFRJIBCCF/UFRJ INFECÇÕES POR FUNGOS OPORTUNÍSTAS: Cenário Atual dos Pacientes: • HIV+ • Transplantados de MO e órgãos sólidos • Neoplasias • UTI (cateter, sondados, respirador...) • Neonatos • Uso de antibióticos de amplo espectro • Uso de substâncias imunossupressoras FUNGOS NA FORMA DE LEVEDURAS Candida albicans Cryptococcus neoformans FUNGOS NA FORMA DE MICÉLIO Aspergillus spp Fusarium spp MICOLOGIA MICOLOGIA MÉDICAMÉDICA--ProfaProfa Sonia Sonia RozentalRozental ––IBCCF/UFRJIBCCF/UFRJ PRINCIPAIS AGENTES ETIOLÓGICOS 1- Candidíase e Candida albicans �� Levedura comensalLevedura comensal �� Temperatura: 20Temperatura: 20--38 °C38 °C �� pH: 2,5 pH: 2,5 –– 7,57,5 Candidíases: Superficiais Profundas TRANSMISSÃO: Pode haver transmissão por contato inter-humano. Diferentes espécies de Candida fazem parte da microbiota humana. Candida albicans: Dimorfismo fúngico Levedura Tubo germinal Hifa Secreção enzimas hidrolíticas: “secreted aspartyl proteinases” (SAPs) Invasão tecidual �� Infecção por HIVInfecção por HIV �� AntibioticoterapiaAntibioticoterapia �� PósPós--cirúrgicoscirúrgicos �� TransplantadosTransplantados �� CorticosteróidesCorticosteróides �� Terapia contra o câncerTerapia contra o câncer EspEspééciescies NNúúmeromero de de casoscasos (%) (%) C. C. albicansalbicans 291 (40,9)291 (40,9) C. C. tropicalistropicalis 149 (20,9)149 (20,9) C. C. parapsilosisparapsilosis 146 (20,5)146 (20,5) C. pelliculosa 44 (6,2) C. glabrata 35 (4,9) C. guilliermondii 17 (2,4) C. krusei 8 (1,1) Outrasa (3,1) CandidíaseCandidíase: Principais grupos de pacientes: Principaisgrupos de pacientes (COLOMBO et al., Journal of clinical microbiology, v.44, n.8, 2006) Incidência de espécie em 712 casos no Brasil ►Candidíases superficiais: ■ Candidíase intertriginosa: lesões eritematosas localizadas nas dobras da pele: axilas, região submamária, interglútea, perianal, espaços interdigitais, etc. Comum em obesos e crianças que usam fraldas ■ Vulvovaginite: lesões pruriginosas com leucorréia e sensação de queimadura. Comum em mulheres grávidas. MICOLOGIA MICOLOGIA MÉDICAMÉDICA--ProfaProfa Sonia Sonia RozentalRozental ––IBCCF/UFRJIBCCF/UFRJ ■ Candidíase oral: formação de placas brancas na mucosa oral e cantos dos lábios (sapinho). Comum em recém-natos. ■ Onicomicose: lesões na unha e região periungueal, que se apresenta edemaciada. ► Candidíase disseminada (casos mais graves): • Ocorre em mais de 80% dos pacientes HIV+, como primeira infecção oportunísta. • Formas clínicas mais freqüentes são candidíase esofagiana e pulmonar, (prognóstico ⇓). Esofagite com multiplas placas esbranquiçadas e discreto edema ao redor de toda a circunferência do orgão. APOSTILA DE MICOLOGIA APOSTILA DE MICOLOGIA MÉDICAMÉDICA--ProfaProfa Sonia Sonia RozentalRozental ––IBCCF/UFRJIBCCF/UFRJ Formação de biofilme por Formação de biofilme por CandidaCandida sppspp. em . em catétercatéter.. CATETER VENOSO (48 h) Terapia antifúngica para candidemia Candidemia em geral: •Equinocandinas (caspofungina) •Derivados azólicos (fluconazol e itraconazol) •Anfotericina B Biofilmes: •Formulações lipídicas de Anfotericina B •Equinocandinas DIAGNÓSTICO LABORATORIAL • Exame direto: Em caso de invasão tecidual, Candida albicans pode formar tubos germinativos que vão gerar formas filamentosas (também chamadas de pseudohifas). • Testes complementares para identificação das espécies: 1. Indução de formação de tubo germinativo em meio com soro: C. albicans MICOLOGIA MICOLOGIA MMÉÉDICADICA--ProfaProfa Sonia Sonia RozentalRozental ––IBCCF/UFRJIBCCF/UFRJ 2. Meios específicos para Candida sp. com alteração de cor: Permite a identificação de algumas espécies. 3. Leitura automatizada detecta respiração e fermentação de açúcares. EX: VITEK 2 Todas as espécies do gênero Candida têm capacidade de fermentar pelo menos um tipo de açúcar. Pode fazer teste de suceptibilidade a antifungos também. MICOLOGIA MICOLOGIA MÉDICAMÉDICA--ProfaProfa Sonia Sonia RozentalRozental ––IBCCF/UFRJIBCCF/UFRJ C. albicans C. glabrata C. tropicalis C. krusei 2. CRIPTOCOCCOSE: • Micose sistêmica de evolução subaguda ou crônica que atinge vários órgãos, principalmente, pulmões e sistema nervoso central. • AGENTE ETIOLÓGICO: Cryptococcus neoformans EPIDEMIOLOGIA E TRANSMISSÃO: Encontrado na poeira doméstica, solos com fezes de pombos e outras aves. A transmissão se faz por inalação do fungo. MICOLOGIA MICOLOGIA MÉDICAMÉDICA--ProfaProfa Sonia Sonia RozentalRozental ––IBCCF/UFRJIBCCF/UFRJ 2. CICLO DA CRIPTOCOCCOSE: Inalação de conídios ou esporos → circulação → estímulo produção cápsula MICOLOGIA MICOLOGIA MÉDICAMÉDICA--ProfaProfa Sonia Sonia RozentalRozental ––IBCCF/UFRJIBCCF/UFRJ (Em 80% dos casos) Leveduras encapsuladas 1- Comprometimento do Sistema Nervoso Central (90% dos casos): � A meningoenfalite ocorre em80% dos casos; � Cefaléia e febre ocorrem em 76 e 65% dos casos; respectivamente. � O paciente pode, também, apresentar demência, confusão mental e diminuição da acuidade visual. http://anatpat.unicamp.br Principais Formas Clínicas MICOLOGIA MICOLOGIA MÉDICAMÉDICA--ProfaProfa Sonia Sonia RozentalRozental ––IBCCF/UFRJIBCCF/UFRJ 2- Comprometimento pulmonar: � É o segundo mais freqüente; � Pode ser assintomático em 1/3 dos casos; � Apresentação clínica pode variar entre manifestações localizadas até falência respiratória. Jasinowodolinski et al, 2007 Principais Formas Clínicas MICOLOGIA MICOLOGIA MÉDICAMÉDICA--ProfaProfa Sonia Sonia RozentalRozental ––IBCCF/UFRJIBCCF/UFRJ DIAGNÓSTICO LABORATORIAL O material biológico: escarro, líquor, material ganglionar, lesões mucocutâneas. • Exame direto: Observação de levedura capsulada, utiliza-se tinta-nanquin para aumentar o contraste. • Testes complementares: 1. Aglutinação em látex para detecção do antígeno capsular: A cápsula do Cryptococcus é formada por um polissacarídeo contendo xilose, manose e ácido glucurônico (GXM). + _ + - 2. Prova da urease em meio ágar uréia de Christensen: Leveduras do gênero Candida são urease - e leveduras do genero Cryptococcus são + + - 3. Leitura automatizada detecta respiração e fermentação de açúcares. EX: VITEK 2 Todas as espécies do gênero Cryptococcus não têm capacidade de fermentar nenhum tipo de açúcar. Pode fazer teste de suceptibilidade a antifungos também. Cryptococcus Candida MICOLOGIA MICOLOGIA MÉDICAMÉDICA--ProfaProfa Sonia Sonia RozentalRozental ––IBCCF/UFRJIBCCF/UFRJ 3. FUNGOS FILAMENTOSOS - ASPERGILOSE: AGENTES ETIOLÓGICOS: Aspergillus fumigatus Aspergillus niger Aspergillus flavus Aspergillus clavatus Aspergillus nidulans, etc... EPIDEMIOLOGIA E TRANSMISSÃO: Inalação ou ingestão de conídios que existem no meio ambiente (solo, ar, vegetação, água, alimentos). FATORES DE RISCO: Leucemias e linfomas transplantados renais, defeitos na função leucocitária. MICOLOGIA MICOLOGIA MÉDICAMÉDICA--ProfaProfa Sonia Sonia RozentalRozental ––IBCCF/UFRJIBCCF/UFRJ MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS Variam desde toxicose, alergia, colonização até invasão tecidual. ► Pulmonar: Presença de hifas nos tecidos, formação de lesões granulomatosas e necróticas. ► Cutânea, cerebral, intestinal: Manifestações menos freqüentes. ►“Bola fúngica” ou Aspergiloma: Colonização de cavidades pré-existentes, causadas por processos patológicos anteriores tais como: tuberculose, abcessos, etc. MICOLOGIA MICOLOGIA MÉDICAMÉDICA--ProfaProfa Sonia Sonia RozentalRozental ––IBCCF/UFRJIBCCF/UFRJ DIAGNÓSTICO LABORATORIAL • O material biológico é constituído, principalmente, por biópsias de tecidos afetados. • Na cultura evidencia-se a presença de fungos na forma de micélio septado, com fiálides e conídios arredondados com variável coloração. MICOLOGIA MICOLOGIA MÉDICAMÉDICA--ProfaProfa Sonia Sonia RozentalRozental ––IBCCF/UFRJIBCCF/UFRJ DIAGNÓSTICO LABORATORIAS DIFERENCIAL DE OUTROS FUNGOS FILAMENTOSOS (RESISTENTES AOS AZOLES): ► Fusariose – Fusarium spp ► Scedosporiose – Scedosporium spp ► Zigomicoses – Por fungos de micélio contínuo – Ex: Rhizopus spp. ; Mucor spp. MICOLOGIA MICOLOGIA MÉDICAMÉDICA--ProfaProfa Sonia Sonia RozentalRozental ––IBCCF/UFRJIBCCF/UFRJ TRATAMENTO DAS INFECÇÕES FÚNGICAS INVASIVAS - IFIs ► Anfotericina B (poliênicos): ação fungicida, se liga ao ergosterol lisando a membrana plasmática de fungos, uso apenas intravenoso, alta toxicidade. ► Caspofungina (inibidor de síbntese de parede): ação contra Aspergillus e Candida, uso apenas intravenoso. ► Triazóis (azois): ação fungistática, inibe sintese do ergosterol, uso intravenoso e oral, baixa toxicidade