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Rhyan Coelho 
IMAGEM EM REUMATOLOGIA 
 
➔ Artrite reumatoide 
o Tem prevalência estimada em 1% da população mundial 
o É uma doença inflamatória crônica autoimune 
▪ Acomete principalmente articulações, causando deformidades 
▪ Períodos de remissões e exacerbações 
▪ Envolve órgãos e sistema 
o FR e Anti-CCP (autoanticorpos) 
o É mais comum em mulheres de meia idade (35-50 anos) 
o Fatores de risco: tabagismo, exposição à sílica (Síndrome de Kaplan) 
o Componentes genéticos: HLA-DR4 (presente em 70% dos casos) 
 
Existem as articulações: 
1. Sinartrose – articulação fibrosa imóvel. Ex.: suturas do crânio e sindesmose tibiofibular distal 
2. Anfiartrose – articulação cartilaginosa semimóvel. Ex.: sínfise púbica e sincondrose xifoesternal 
3. Diartrose – articulação sinovial, móvel. Ex.: maioria das articulações do corpo humano: ombro, 
joelho, cotovelo. 
 
 
 
 
 
 
 
 Patogênese da artrite reumatoide. Existe uma lesão histológica básica que indica todos os eventos 
destrutivos articulares que é a inflamação das membranas sinoviais – Sinovite. 
A proliferação inflamatória das membranas sinoviais determina erosão da cartilagem articular e osso 
subcondral (PANNUS). 
O processo inflamatório estimula a produção de enzimas proteolíticas. 
As lesões inicias começam, muitas vezes, onde a sinovia entre em contato com o osso e a cartilagem. 
 
 
Rhyan Coelho 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A imagem A demonstra a anatomia normal da articulação. Na imagem B temos o espessamento da cápsula 
sinovial, com presença de PANNUS. As erosões ósseas marginais vão começar principalmente onde há a 
inserção dessa cápsula sinovial, mas, da mesma forma, haverão enzimas proteolíticas que irão fazer o 
processo de erosão do osso em locais não relacionados com a inserção da cápsula sinovial. 
 
Outro padrão de lesão da AR é a entesite (inflamação de ênteses) e a tenossinovite (inflamação de 
tendões). 
 
 
 
 
 
 
Rhyan Coelho 
A artrite inflamatória tem PANNUS articular na membrana sinovial. 
A artrite degenerativa, acomete a cartilagem articular, porque ela está submetida a uma força e pressão 
maior, causando desgaste articular neste tipo de artrite. 
A artrite metabólica, pode comprometer tanto a cartilagem articular, membrana sinovial, osso subcondral 
quanto tecidos moles periarticulares. Ela vai acontecer de outras alterações metabólicas, a exemplo da GOTA 
(Artropatia metabólica) 
 
Na imagem B, em vermelho, ocorre uma grande 
proliferação inflamatória na sinovial; acompanhado de 
edema de partes moles (círculo preto); erosões ósseas 
marginais (setas brancas) onde a cápsula articular se 
insere; e irregularidades cartilaginosas (círculo azul). 
Na imagem C, há erosões marginais onde se inserem a 
cápsula articular (setas brancas). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Rhyan Coelho 
Manifestações clínicas. 
• Dor articular e rigidez (mais de uma hora de duração) 
• Fadiga, mal-estar, anorexia, desconforto muscular 
• Artrite simétrica das pequenas articulações das mãos e punhos! 
• Preserva articulações interfalangeanas distais 
 
Articulações mais acometidas: 
1. Pequenas articulações das mãos 
2. Pequenas articulações dos pés 
3. Punhos 
4. Ombros e cotovelos 
5. Articulações coxofemoral. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Rhyan Coelho 
Manifestações extra-articulares. 
• Cutâneas: nódulos subcutâneos, eritema palmar, infartos acastanhados distais, vasculite necrosante 
• Oftalmológicos: Síndrome de Sjogren, episclerite, escleromalácia perfurante 
• Pulmonares: derrame pleural, nódulos reumatoides no parênquima, fibrose intersticial difusa com 
penumonite, bronquiolite constrictiva. 
• Cardíaca: pericardite, IAM por vasculite, nódulos reumatoides no miocárdio, distúrbios de condução 
• Neurológicas: nódulos reumatoides nas meninges, síndrome do túnel do carpo, vasculite cerebral, 
mononeurite múltipla 
• Renais: nefropatia membranosa, glomerulonefrite, vasculite, amiloidose. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Figura 1- Nódulos reumatoides e infartos acastanhados distais Figura 2 - Nódulos reumatoides demarcados pelos círculos preto e 
branco (acometimento de tecido mole) e pequenas erosões ósseas 
mostradas pelas setas pretas, e remodelamento ósseo demonstrados 
pelos triângulos pretos 
Rhyan Coelho 
Diagnóstico. 
Manifestações articulares. 
1. Edema de tecidos moles 
2. Osteoporose periarticular (a medida que começa 
ter processo inflamatória, começa a aumentar a 
vascularização daquela região, logo há aumento da 
reabsorção óssea ocasionando osteoporose 
periarticular) 
3. Estreitamento do espaço articular (por conta das 
enzimas proteolíticas) 
4. Erosão óssea marginal/subcondral 
5. Lesões císticas subcondrais e derrame articular. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Rhyan Coelho 
• Mãos 
Anormalidades mais precoces: 
1. Aumento de partes moles, osteopenia periarticular, redução espaço articular e erosões ósseas 
marginais 
2. Alterações de 2° e 3° metacarpofalângeas (MCF) aparecem primeiro 
3. Erosões: aparecem em face ulnar e radial, porém, maiores em falange proximal 
 
Aumento de partes moles (comparar com o dedo do lado); 
erosão (círculo preto); espessamento da capsulossinovial 
(setas brancas), com possível grau de derrame articular 
associado. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
2 - Evolução da erosões ósseas marginais metacarpofalangeana (demonstrada 
a erosão pelas setas brancas) 
1 Interfalangeana proximal: redução do espaço 
articular (seta preta), e erosões marginas (setas 
brancas) 
Rhyan Coelho 
 
 
Anormalidades tardias: 
1. Destruição de cartilagem e osso, leva à obliteração do espaço articular 
2. Cistos subcondrais 
3. Anquilose [mais comum em interfalangeanas proximais (IFP) e menos comum em MCF] - quando um 
osso se junta com o outro. A articulação entre os ossos é toda destruída e deixa de existir 
 
3- Alterações tardias de erosões e fusões ósseas (seta preta) – 
anquilose. 
4 - Alteração típica de desvio ulnar dos dedos 
Rhyan Coelho 
Algumas deformidades: 
1. Hiperextensão das IFP com a flexão das IFD – pescoço de 
cisne 
 
 
 
 
 
 
 
2. Hiperflexão das IFP com a hiperextensão das IFD – 
abotoadura (Boutonnière) 
 
 
 
 
 
 
3. Desvio radial radiocarpal + desvio ulnar – 
deformidade em zigzag 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
4. Hiperflexão da articulação MCF e hiperextensão da 
IF – deformidade em Z 
 
 
 
 
 
 
 
 
Rhyan Coelho 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
5- Pescoço de cisne 
6 Desvio ulnar 
Rhyan Coelho 
• Punho 
1. Prefere compromete a extremidade distal e processo 
estilóide da ulna 
a. Erosão na área do recesso estilóide 
b. Sinovite do compartimento radiocarpal inferior 
c. Tenossinovite dos extensores ulnar do carpo 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
7 - Erosão de processo estilóide 
8 - Erosão de rádio distal (seta de baixo) e erosão de 
osso escafóide adjacente (seta de cima) 
9 - Erosão margial em piramidal (mais evidente no círculo preto da img da 
direita) 
Rhyan Coelho 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
10 Anquilose dos ossos da mão 
Rhyan Coelho 
• Cotovelo 
1. As erosões com deformidade mais típicas são na cabeça do rádio, processo coronóide da ulna e 
porção distal do úmero 
2. Lesões císticas do processo olecraniano podem levar a fraturas espontâneas. 
 
Rhyan Coelho 
Imagem demonstra osteoporose periarticular (círculo 
branco) porque o osso está bem mais “preto” do que 
deveria. 
Também há elevação da cabeça umeral, porque o 
manguito (seta branca) também já foi, provavelmente, 
“pro espaço” (palavras do professor.), com ruptura do 
manguito rotador e isso diminui o espaço subacromial, 
subdeltóideo. (setas pretas) 
 
 
 
 
11 Imagensde articulação glenoumeral 
Rhyan Coelho 
Na articulação acromioclavicular, 
ocorre reabsorção óssea da porção 
distal (evidenciada por parte mais 
escura na imagem – seta preta) e da 
clavícula. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
• Antepés 
o 80 a 90% dos casos 
o 10 a 20% tem manifestação inicial 
o Articulações metatarsofalangeanas dos dedos laterais são mais frequentemente afetadas 
o Algia constante ou intermitente com edema de partes moles 
o Hálux valgo, desvio lateral dos dedos na articulação metatarsofalangeana, dedo em martelo. 
o Alterações radiológicas precoces: 
▪ Edema de partes moles 
▪ Osteopenia peri-articular 
▪ Redução do espaço articular 
▪ Reabsorção óssea marginal 
 
Características radiológicas das deformidades do antepé: 
1. Desvio fibular dos dedos (com exceção do 5º dedo) 
2. Dorso-flexão e subluxação lateral da articulação 
metatarsofalangeana 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Rhyan Coelho 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
• Joelho 
o Derrame articular 
o Acometimento simétrico de compartimentos femorotibiais medial e 
lateral 
o Redução do espaço articular patelofemoral 
o Cistos e erosões subcondrais tibiais, femorais e patelares 
o Joelho varo ou valgo com ou sem subluxação 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 12 Redução do espaço articular e cisto ósseo subcondral 
(círculo preto 
Rhyan Coelho 
Outra coisa que a AR pode causar é a distensão do recesso 
posterior do joelho, que inicialmente leva à formação do cisto 
de Baker, que de forma imediata não dá tantos problemas, 
porém esse cisto pode romper e ir dissecando todos os planos 
da perna, fazendo com que ela fique inchada, simulando uma 
trombose venosa profunda. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
13 Cisto de Baker em RM (círculo preto) 
Rhyan Coelho 
• Quadril 
o São bilaterais e simétricos 
o Redução do espaço articular (mais precoce) 
o Obliteração do espaço articular: posterior protusão intrapélvica do acetábulo e cabeça 
femoral 
o Osteonecrose da cabeça femoral (pelo uso crônico de corticoides) 
 
Na Artropatia degenerativa (osteoartrite), ela tende a 
trocar a porção superior (S) do acetábulo e tende a 
migrar para cima. 
Na AR (art inflamatória) ela tende a ‘furar’ o acetábulo 
(círculo preto), em sentido axial. Exemplo nas imgs 
abaixo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Rhyan Coelho 
• Articulação sacro-ilíaca 
o Associada a duração e severidade da doença 
o Mais frequente no sexo feminino do que masculino 
o Pode ser bi ou unilateral, porém não são simétricos como na espondilite anquilosante; 
o Erosões ósseas, redução do espaço articular e leve esclerose. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Rhyan Coelho 
• Coluna vertebral 
o A coluna cervical é envolvida nos 50% 
o Raramente os seguimentos torácico e lombar são afetados: 
▪ Colapso de corpos vertebrais 
▪ Necrose isquêmica (corticóides) 
▪ Diminuição dos espaços discais 
▪ Esclerose 
o Achados característicos 
▪ Erosões no processo odontóide e nas articulações interapofisárias 
▪ Subluxação na articulação atlantoaxial (frouxidão do ligamento transverso que une o 
odontóide ao atlas) 
o Pode acometer discos e corpos vertebrais adjacentes 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
14 - Subluxação atlatoaxial 
Rhyan Coelho 
 
Rhyan Coelho 
➔ Espondilite anquilosante 
 
O corpo e disco vertebral são compostos por: 
A. Núcleo pulposo 
B. Anel fibroso 
C. Porção cartilaginoso do disco vertebral 
D. Fibras de Sharpey 
E. Ligamento longitudinal anterior 
F. Ligamento longitudinal posterior 
 
 
Na EA ocorre o comprometimento de ênteses, que são 
quando um osso se liga no osso, ou quando um tendão se 
liga no osso. 
 
 
Os osteófitos da coluna podem ser: 
1. Sindesmófitos (é o clássico da EA) 
2. Osteófitos marginais (não estão relacionados com EA, mas sim artropatia degenerativa da coluna) 
3. Osteófitos não marginais 
4. Osteófitos paraespinhais 
 
 
18 Síndesmófito 
 
 
 
 
 
 
 
 
15 Sindesmófito 16 - Sindesmófito 
17 Osteófito marginal 
Rhyan Coelho 
➔ Artropatias soronegativas 
 
• Fator reumatoide negativo 
• Antígeno HLA-B27 
• Inflamação das inserções ósseas de ligamentos ou 
tendões (enteses) 
• Envolvimento axial – sacroiliíte e espondilite 
(presença de sindesmófitos) 
• Manifestações sistêmicas variam 
 
Principais espondiloartropatias soronegativas: 
1. Espondilite anquilosante 
2. Síndrome de Reier 
3. Artrite psoriática 
4. Artrite enteropática 
 
• Espondilite anquilosante – doença inflamatória 
crônica que afeta o esqueleto axial. 
o Etiologia desconhecida 
o 20 aos 40 anos 
o 4 homens:1 mulher 
▪ Mulheres acometidas mais brando 
o Tendência a se familiar 
o 20% evoluem para incapacidade significativa 
o Sinais patognomônicos 
▪ Pequenas erosões e proliferações subcondrais 
▪ Ossificação dos ligamentos e tendões 
▪ Anquilose 
o Distribuição: 
▪ Simétricas e bilaterais 
▪ Articulações sacroilíacas e coluna (lombossacral e toracolombar) – começa na 
sacroilíaca e vai subindo 
▪ Quadril, ombros, joelhos e metatarsofalangeanas 
▪ Mãos e pés – incidência menor que 5% 
o Articulações sacroilíacas: 
▪ Primeiro acometimento radiográfico 
▪ Acomete primeiro o componente ilíaco 
▪ Tardiamente – anquilose da articulação 
 
 
 
 
19 Anquilose da articulação sacroilíaca 
20 Esclerose subcondral da articulação sacroilíaca 
Rhyan Coelho 
Depois de comprometer a sacroilíaca, o comprometimento sobe para coluna, em que há as seguintes 
alterações iniciais: 
1. Cantos em marfim ou brilhantes 
2. Corpos vertebrais quadrados 
3. Ossificação das fibras de Sharpey e camadas profundas dos ligamentos longitudinais 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
As alterações tardias incluem: 
1. Calcificações dos discos intervertebrais 
2. Coluna em bambu 
3. Osteoporose 
 
 
23 Coluna em bambu 
 
 
 
 
21 Começo da formação de 
sindesmófitos 
22 Osteoporose 
Rhyan Coelho 
 
 
24 Coluna em bambu

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