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[MG] Glória Stephane Cunha de Lima Arruda - Curso de Direito - Profa Simone

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FUNDAÇÃO EDSON QUEIROZ 
UNIVERSIDADE DE FORTALEZA – UNIFOR 
CENTRO DE CIÊNCIAS JURÍDICAS – CCJ 
Curso de Direito 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
TRIBUNAL DO JÚRI – A CRUCIALIDADE DA PLENITUDE 
DA DEFESA COMO GARANTIA CONSTITUCIONAL 
 
 
 
 
 
 
 
Glória Stephane Cunha de Lima Arruda 
Matr.: 1111805-4 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fortaleza – CE 
Dezembro, 2018
 
 
GLÓRIA STEPHANE CUNHA DE LIMA ARRUDA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
TRIBUNAL DO JÚRI – A CRUCIALIDADE DA PLENITUDE 
DA DEFESA COMO GARANTIA CONSTITUCIONAL 
 
 
 
 
 
 
 
Monografia apresentada como 
exigência parcial para obtenção do 
grau de Bacharel em Direito, sob a 
orientação de conteúdo do 
professor José Armando da Costa 
Júnior e orientação metodológica 
da professora Simone Trindade da 
Cunha. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fortaleza – Ceará 
2018
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Ficha catalográfica da obra elaborada pelo autor através do programa de 
geração automática da Biblioteca Central da Universidade de Fortaleza 
 
 
 
ARRUDA, Glória Stephane Cunha de Lima. 
Tribunal do Júri: A Crucialidade da Plenitude da Defesa como 
Garantia Constitucional / Glória Stephane Cunha de Lima Arruda. 
- 2018 
43 f. 
 
Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) - Universidade de 
Fortaleza. Curso de Direito, Fortaleza, 2018. 
Orientação: José Armando da Costa Jr. 
Coorientação: Simone Trindade da Cunha. 
 
1. Defensor. 2. Garantias. 3. Plenitude de defesa. 4. Réu. 
5. Tribunal do Júri. I. COSTA JR, José Armando da. II. CUNHA, 
Simone Trindade da. III. Título. 
 
 
 
 
GLÓRIA STEPHANE CUNHA DE LIMA ARRUDA 
 
 
 
 
TRIBUNAL DO JÚRI – A CRUCIALIDADE DA PLENITUDE 
DA DEFESA COMO GARANTIA CONSTITUCIONAL 
 
 
 
 
Monografia apresentada à banca 
examinadora e à Coordenação do 
Curso de Direito do Centro de 
Ciências Jurídicas da Universidade 
de Fortaleza, adequada e aprovada 
para suprir exigência parcial 
inerente à obtenção do grau de 
bacharel em Direito, em 
conformidade com os normativos 
do MEC, regulamentada pela Res. 
n° R028/99, da Universidade de 
Fortaleza. 
 
 
 
 
 
 
 
Fortaleza (CE), 12 de dezembro de 2018. 
 
José Armando da Costa Jr., Ms. 
Prof. orientador da Universidade de Fortaleza 
 
Antônio Carlos Fernandes, Ms. 
Prof. examinador da Universidade de Fortaleza 
 
Francisco das Chagas Jucá Bonfim, Ms. 
Prof. examinador da Universidade de Fortaleza 
 
Simone Trindade da Cunha, Ms. 
Profa. Orientadora de Metodologia 
 
Profa. Núbia Maria Garcia Bastos, Ms. 
Supervisora de Monografia 
 
Coordenação do Curso de Direito
 
 
AGRADECIMENTOS 
Aos meus pais, que tanto me apoiaram, fazendo todo o possível para que eu conseguisse 
galgar sonhos como este, e de forma íntegra, baseada no respeito ao próximo e esforço diário, 
concluísse mais essa etapa de luta em minha vida. 
À minha irmã, que, mesmo sendo mais nova, me incentiva por meio do exemplo a 
buscar meus verdadeiros sonhos e não temer as dificuldades. É observando sua garra, força de 
vontade e perseverança que, fundada no meu orgulho por ela, permaneço adiante em meus 
objetivos. 
Ao meu namorado, Márcio Frota, pelo companheirismo e ânimo em momentos difíceis 
durante toda a graduação, pela paciência dedicada a mim dia após dia e pelo estímulo em 
tempos de desânimo, se tornando meu modelo de responsabilidade, capacidade e competência 
por toda a vida. 
Ao professor e orientador, Armando da Costa Júnior, pela aceitação da tarefa de 
orientação e pelo apoio sempre gentil e dedicado, não apenas na realização deste trabalho, 
mas também durante a disciplina de estágio penal, quando tive o imenso prazer de conhecer 
sua metodologia e trabalho voltado à garantia da defesa, me ajudando a escolher os rumos do 
meu futuro profissional. 
À professora Simone Trindade da Cunha, pela imensa colaboração no desenvolvimento 
metodológico que deu forma a este trabalho. 
 
 
 
 
LUTA. Teu dever é lutar pelo Direito. Mas no 
dia em que encontrares o Direito em conflito 
com a Justiça, luta pela Justiça. 
(Eduardo Couture) 
 
 
RESUMO 
O Tribunal do Júri é uma instituição dentro do Código de Processo Penal, a qual tem sua 
matéria bastante definida, uma vez que trata apenas de crimes dolosos contra a vida elencados 
no Código Penal, dos Arts. 121 ao 127. Com estrutura escalonada, conta com duas fases, 
sendo a primeira conhecida como Instrução Preliminar ou Juízo de Acusação e a segunda, 
juízo da causa ou judicium causae. Devido a sua estrutura diferenciada, além de ser regido por 
princípios comuns, como ampla defesa, contraditório e devido processo legal, o Tribunal 
Popular conta ainda com princípios que lhe são próprios, como o princípio do sigilo das 
votações, a soberania dos vereditos e a plenitude de defesa. O júri, que se apresenta como 
maior representação de democracia em meio ao judiciário, demonstra um viés no qual se faz 
necessário dar plenas condições ao réu de ter uma defesa impecável, uma vez que a situação 
de desigualdade é indiscutível, e isto só se torna possível por meio do Princípio da Plenitude 
de Defesa e com a competência e esforço do Defensor. 
Palavras–chave: Defensor. Garantias. Plenitude de defesa. Réu. Tribunal do Júri. 
 
 
 
 
SUMÁRIO 
INTRODUÇÃO .......................................................................................................................... 8 
1 A CONCEPÇÃO E EVOLUÇÃO DO TRIBUNAL DO JÚRI ............................................. 11 
1.1 Da origem do Tribunal do Júri ......................................................................................... 11 
1.2 Da evolução do Júri no Brasil ......................................................................................... 12 
1.3 Dos princípios que regem o Tribunal do Júri .................................................................. 14 
1.3.1 A plenitude de defesa (Art. 5º, XXXVIII, alínea “a”, CF/88) ................................ 15 
1.3.2 O sigilo das votações (Art. 5º, XXXVIII, alínea “b”, CF/88) ................................ 16 
1.3.3 A soberania dos vereditos (Art. 5º, XXXVIII, alínea “c”, CF/88) .......................... 17 
1.3.4 A competência para o julgamento dos crimes dolosos contra a vida (Art. 5º, 
XXXVIII, alínea “d”, CF/88) .......................................................................................... 19 
2 AS PECULIARIDADES DOS JULGAMENTOS NO TRIBUNAL DO JÚRI .................... 21 
2.1 Da organização do Tribunal Popular ............................................................................... 21 
2.1.1 Primeira fase: instrução preliminar ou juízo de acusação ....................................... 22 
2.1.1.1 Pronúncia .................................................................................................... 22 
2.1.1.2 Impronúncia ................................................................................................ 24 
2.1.1.3 Absolvição Sumária do Réu ....................................................................... 25 
2.1.1.4 Desclassificação ......................................................................................... 26 
2.1.2 Segunda fase: juízo da causa ou judicium causae ................................................... 27 
3 DO PRINCÍPIO DA PLENITUDE DE DEFESA ................................................................. 30 
3.1 Ampla defesa x Plenitude de defesa ................................................................................ 30 
3.2 Das ações que garantem o princípio da plenitude de defesa ........................................... 33 
3.2.1 Ordem

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