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25/09/2017
1
COMPOSIÇÃO CORPORAL
princípios, técnicas e aplicações
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
FACULDADE DE NUTRIÇÃO
Laboratório de Nutrição Básica e Aplicada
Prof. Haroldo Ferreira
OBJETIVOS DA AVALIAÇÃO DA COMPOSIÇÃO 
CORPORAL
Previsão de riscos para a saúde ;
Monitoramento do C & D, envelhecimento e evolução de 
doenças;
Previsão de desempenho;
Avaliação do estado nutricional;
Embasamento para intervenções
Avaliação de impacto de intervenções (dieta, exercício);
Fatores que interferem na CC
 Fatores genéticos
 Idade
 Sexo
 Padrão alimentar
 Padrão de atividade física 
Fatores não 
modificáveis
Fatores 
modificáveis
Tabela de peso para altura (adultos)
WELHAM & BEHNKE (1942) 
pequena quantidade de gordura e que o
excesso de peso observado era devido
a um grande desenvolvimento muscular
17 atletas de futebol americano
reprovados para o serviço militar
Desenvolvimento de técnicas capazes 
de distinguir a composição corporal.
Diagnóstico de obesidade
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2
MODELOS DE ANÁLISE
Fracionamento do peso corporal
Dissecação de cadáver (Matiegka, fim do século XX)
% que cada componente (peso de gordura, peso muscular, peso ósseo e 
peso residual) contribui na determinação da CC. 
Os componentes corporais que sofrem maior influência da atividade física 
e da dieta são a massa muscular e a gordura
A tendência tem sido de fracionar o peso corporal em dois 
compartimentos: massa gorda e massa corporal magra.
Classificação dos métodos de avaliação da CC
Diretos – manipulação direta do componente a ser avaliado
Indireto – utilização de meios físicos ou químicos,
relacionados a parâmetros biológicos para estimativa dos
componentes corporais;
Duplamente indiretos: validados a partir de um método
indireto.
MÉTODOS
Diretos Indiretos Duplamente 
indiretos
Dissecação
macroscópica
Extração lipídica
Densitometria
Hidrometria
Espectrometria
DEXA (Densitometria com emissão de
raios-x de dupla energia)
Ultra-sonografia
Tomografia computadorizada
Ressonância magnética
Condutividade elétrica total
Absorção de fótons
Ativação de nêutrons
Interactância de raios infravermelho
Bioimpedância
elétrica
antropometria
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3
Dissecação macroscópica
Densitometria
Assim, a densidade corporal depende da proporção
com que cada um de seus componentes contribui
para o estabelecimento da massa corporal total.
Definindo-se as densidades relativas dos componentes corporais:
Densidade de todo o corpo
Como a densidade da gordura é menor que a de
qualquer outra estrutura do corpo, quanto maior a
quantidade de gordura em proporção ao peso corporal,
menor deverá ser a densidade total do corpo.
DENSIDADE CORPORAL
Massa corporal (kg)
Densidade corporal (kg/l) = ---------------------------
Volume corporal (l)
Massa corporal  Balança antropométrica
Volume corporal  pesagem hidrostática; pletismografia
Pesagem hidrostática
Tem por base o princípio de que um corpo totalmente submerso em água
sofre ação de uma força contrária, evidenciada por perda de peso igual ao
peso da água deslocada.
Preal - Págua
Volume corporal =
Dágua
Vantagem:
alta precisão na 
determinação da Densidade 
corporal.
Desvantagem:
somente indivíduos com 
razoável adaptação ao meio 
aquático podem ser submetidos 
aos seus procedimentos.
Pesagem 
hidrostática
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4
Pletismografia
Utiliza o deslocamento do ar, em
vez da perda de peso n’água,
para medir o volume corporal.
Baseia-se na lei de
deslocamento de ar de Boyle:
P1V1 = P2V2.
Vantagem:
tem a mesma precisão da pesagem hidrostática, 
eliminando o inconveniente de ter que submergir o 
indivíduo avaliado.
Desvantagem: 
equipamento caro
PERCENTUAL DE GORDURAL CORPORAL
Densidade corporal  expressões matemáticas propostas
com base em estudos com procedimentos diretos da
composição corporal  estimativa da proporção de gordura
corporal.
Densidade da 
gordura
Siri:
0,9000 g/ml
Brozek:
0,9007 g/ml
DEXA
Densitometria com emissão de raios-x de dupla energia
O grau de absorção de radiações de cada tecido orgânico depende do
comprimento de onda utilizada e do número atômico dos elementos
interpostos. Ao se estabelecer o nível de absorção diferencial de
fótons emitidos a duas diferentes energias, à medida que esses
ultrapassam o corpo, após tratamento matemático das informações,
obtém estimativas do conteúdo mineral ósseo, do componente de
gordura e da massa magra.
BIOIMPEDÂNCIA ELÉTRICA
A oposição oferecida por um circuito à passagem de uma corrente
elétrica é denominada impedância. No caso das estruturas biológicas, a
impedância deverá sofrer influência de dois componentes: da resistência
oferecida pelos próprios tecidos à condução da corrente elétrica e da
oposição adicional (reactância) causada pela capacidade de isolamento à
passagem de corrente elétrica apresentada pelas membranas celulares e
pelos tecidos não-iônicos.
A técnica da bioimpedância baseia-se nos diferentes níveis de
condutividade elétrica dos tecidos biológicos expostos a várias freqüências
de corrente. Aqueles tecidos que apresentam elevado conteúdo de água e de
eletrólitos apresentam elevada capacidade de condução de corrente,
enquanto os chamados tecidos secos (água) são altamente resistentes á
passagem da corrente elétrica. Logo, o componente líquido apresentado
pelo indivíduo, sobretudo na massa corporal isenta de gordura, deverá
apresentar estreita relação com a capacidade de condução de corrente
elétrica.
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Recomendações
1. não fazer uso de diuréticos nos últimos 7 dias;
2. não se alimentar ou beber líquidos pelo menos 4 horas antes do teste;
3. não se exercitar pelo menos 12 horas antes do teste;
4. não ter ingerido bebida alcoólica nas últimas 48 horas;
5. urinar 30 minutos antes da medida;
6. manter-se pelo menos 5-10 min de repouso absoluto em posição de 
decúbito dorsal antes de efetuar a medida;
7. não utilizar em pacientes no período pre-menstrual/menstrual.
ANTROPOMETRIA
Embora menos precisos que os métodos indiretos, apresentam a
vantagem da simplicidade de utilização, inocuidade e relativa
facilidade de interpretação.
Dobras cutâneas
Baseia-se no pressuposto de que a gordura subcutânea se correlaciona
com a gordura corporal total.
Existem vários protocolos de utilização dos valores das dobras na
avaliação da CC. Pode-se obter o valor de uma dobra ou o somatório
de várias dobras e comparar os resultados com valores de referência.
Outra alternativa é utilizá-las em equações de predição da gord corp.
Essas equações são grupo-específicas ou genéricas para a população.
Exemplos de equações de predição da gord corporal
Autores Características da equação
Durnin & Womersley (1974) Propõe 10 equações por faixa etária e 2 
generalizadas, para cada gênero.
Falkner (1968) Equação geral, específica para nadadores.
Guedes (1985) 2 equações, Homens e mulheres de 18 a 30 
anos 
Jackson & Pollock (1978) Homens de 18 a 61 anos
Jackson, Pollock & Ward (1980) Mulheres de 18 a 55 anos
Katch & McArdle (1973) 7 equações, 3 p/ homens e 4 p/ mulheres
Petroski (1995) 2 equações (homens/mulheres) generalizadas
Slaughter et al. (1988) As mais indicadas para aplicação em crianças e 
adolescentes (7 a 18 anos)
Thorland et al. (1984) Atletas jovens (homens/mulheres)
Normas para obtenção das medidas:
(adequar segundo o protocolo utilizado)
1. Colete todas as medidas do lado direito do corpo;
2. Identifique e marque com lápis dermográfico os pontos de medida;
3. Pegue a dobra cutânea firmemente entre os dedos polegar e o indicador de sua mão 
esquerda. Os dedos devem estar a 1 cm do ponto de medida;
4. Levante a dobra o mais distante possível do corpo;
5. Mantenha a dobra levantada enquanto realiza a medida;
6. Realize no mínimo 2 medidas em cada ponto (ordem rotacional). Se os valores 
variarem em mais de 10%, realize uma medida adicional;
7. Coloque as pontas do plicômetro 
perpendicular à dobra, cerca de 1cm abaixo 
dos dedos quea prendem. Solte as pinças 
do plicômetro vagarosamente
8. Faça a leitura após 3 seg. de pressão;
9. Em seguida, abra as pinças do plicômetro 
para removê-lo do local de medida (evite 
“beliscar” o paciente);
10. Não realize as medidas se o indivíduo 
estiver usando óleos, loções ou cremes de 
pele ou após a prática de exercícios físicos.
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Tricipital Bicipital
Subescapular Suprailíaca
Coxa
Abdominal
Equação de Falkner (Falkner, 1968)
G% = 5.783 + 0.153 (TR + SE + SI + AB)
Usada em atletas, masculino, acima de 17 anos
Algumas equações
Equação de Guedes (Guedes & Guedes, 1991)
(F) Dens = 1,1665 – 0,0706Log10(X1)
(M) Dens = 1,1714 – 0,0671Log10(X2)
X1= ∑ SE SI CX; (Mulheres de 18 a 30 anos)
X2= ∑ TR SI AB; (Homens de 18 a 30 anos)
Equação generalizada de Jackson (Jackson et al. 1978; 1980)
DensF=1,0994921–0,0009929 (X1)+0,0000023 (X1)
2-0,0001392(idade)
DensM= 1,109380–0,0008267 (X2) +0,0000016 (X1)
2-0,0002574(idade)
X1= ∑ TR SI CX; (Mulheres de 18 a 55 anos)
X2= ∑ PE AB CO; (Homens de 18 a 61 anos)
Nível /Idade 18 - 25 26 - 35 36 - 45 46 - 55 56 - 65 
Excelente 4 a 6 % 8 a 11% 10 a 14% 12 a 16% 13 a 18% 
Bom 8 a 10% 12 a 15% 16 a 18% 18 a 20% 20 a 21% 
Abaixo da Média 12 a 13% 16 a 18% 19 a 21% 21 a 23% 22 a 23% 
Média 14 a 16% 18 a 20% 21 a 23% 24 a 25% 24 a 25% 
Acima da Média 17 a 20% 22 a 24% 24 a 25% 26 a 27% 26 a 27% 
Ruim 20 a 24% 20 a 24% 27 a 29% 28 a 30% 28 a 30% 
Muito Ruim 26 a 36% 28 a 36% 30 a 39% 32 a 38% 32 a 38% 
% DE GORDURA PARA HOMENS (Pollock & Wilmore,1993) 
Nível /Idade 18 - 25 26 - 35 36 - 45 46 - 55 56 - 65 
Excelente 13 a 16% 14 a 16% 16 a 19% 17 a 21% 18 a 22%
Bom 17 a 19% 18 a 20% 20 a 23% 23 a 25% 24 a 26% 
Abaixo da Média 20 a 22% 21 a 23% 24 a 26% 26 a 28% 27 a 29% 
Média 23 a 25% 24 a 25% 27 a 29% 29 a 31% 30 a 32% 
Acima da Média 26 a 28% 27 a 29% 30 a 32% 32 a 34% 33 a 35% 
Ruim 29 a 31% 31 a 33% 33 a 36% 35 a 38% 36 a 38% 
Muito Ruim 33 a 43% 36 a 49% 38 a 48% 39 a 50% 39 a 49% 
% DE GORDURA PARA MULHERES Pollock & Wilmore,1993
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FAIXA DE PERCENTUAL DE GORDURA IDEAL, DE ACORDO 
COM SEXO E A IDADE
Faixa Etária Homens Mulheres
de 18 a 29 anos 14% 19%
de 30 a 39 anos 16% 21%
de 40 a 49 anos 17% 22%
de 50 a 59 anos 18% 23%
acima de 60 anos 21% 26%
Fonte: ACMS - Lea & Febiger, 1986
CLASSIFICAÇÃO DOS PERCENTUAIS DE GORDURA 
CORPORAL
Classificação Homens Mulheres
Muito Baixo 5% 8%
Abaixo da Média 6 a 14% 9 a 22%
Média 15% 23%
Acima Média 16 a 24% 24 a 31%
Muito Alto 25% 32%
Fonte: Heyward e Stolarczyk,1996
Diretrizes Sugeridas da Composição Corporal para Esporte, 
Saúde e Aptidão
Classificação Homens Mulheres
Gordura essencial 01 a 05 % 03 a 08 %
Maioria dos atletas 05 a 13 % 12 a 22 %
Saúde ótima 12 a 18 % 16 a 25 %
Obesidade limítrofe 22 a 27 % 30 a 34 %
Fonte: Foss & Keteyian, 2000
Procedimento para calcular o %Gord, segundo 
o protocolo de Guedes
1. Verifique o somatório das dobras cutâneas:
a. Homens: tricipital, supra-ilíaca e abdominal;
b. Mulheres: subescapular, supra-ilíaca e coxa.
2. Verifique nas respectivas tabelas (homens ou mulheres) 
na linha correspondente ao valor do somatório obtido, 
qual o %Gord correspondente.
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Exercício 1: Qual o %Gord de uma mulher cujo somatório das dobras
subescapular, supra-ilíaca e coxa seja 39 mm?
Resposta: verificando na tabela A (Mulheres), na linha correspondente ao
valor 39 (coluna mm), verifica-se que a mulher possui um %Gord de 19,58%
Exercício 2: Qual o %Gord de um homem cujo somatório das dobras
tricipital, supra-ilíaca e abdominal seja 25 mm?
Resposta: verificando-se na tabela B (Homens), na linha correspondente ao
valor 25 (coluna mm), verifica-se que o indivíduo possui um %Gord de 9,35%
Índices antropométricos para previsão da CC
IMC e RCQ
Habilidade de predizer os riscos para a saúde 
correlacionados com a gordura corporal
ÍNDICE DE MASSA CORPORAL
Massa corporal (Kg)
IMC = 
Estatura (m2)
Embora o IMC não defina CC, mas sim o excesso de peso, apresenta
grande utilidade na estimativa da prevalência de obesidade na
população, em estudos epidemiológicos.
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Classificação (OMS, 1997)
Baixo peso: IMC < 18,5 Kg/m2
Magreza 1º Grau: IMC 17 a 18,4 Kg/m2
Magreza 2º Grau: IMC 16 a 16,9 Kg/m2
Magreza 3º Grau: IMC < 16,0 Kg/m2
Normal: IMC  18,5 a 24,9Kg/m2
Sobrepeso: IMC  25 a 29,9Kg/m2
Obesidade 1º Grau: IMC 30 a 34,9 Kg/m2
Obesidade 2º Grau: IMC 35 a 39,9 Kg/m2
Obesidade 3º Grau: IMC  40,0 Kg/m2
OBS: EM INDIVÍDUOS < 18 ANOS, NÃO SE USAM ESSES PONTOS DE
CORTE: O IMC É CALCULADO E O VALOR SERÁ EXPRESSO EM
ESCORE Z OU PERCENTIL, USANDO-SE OS PONTOS DE CORTE
TRADICIONAIS PARA DÉFICIT (MAGREZA) OU EXCESSO DE PESO.
RELAÇÃO CINTURA QUADRIL (RCQ)
A localização de deposição de gordura corporal é mais
importante na determinação de risco para a saúde do que sua
quantidade total no organismo. Vague (1947) foi o criador dos
termos obesidade ANDRÓIDE e GINÓIDE, conforme a
distribuição regional da gordura. A RCQ é calculada pela razão
entre as circunferências da cintura e do quadril:
Circunferência da cintura (cm)
RCQ = 
Circunferência do quadril (cm) 
Este procedimento classifica os indivíduos como portadores de
obesidade andróide (associada com > risco cardiovascular) quando
RCQ  a 1,0 para homens e  a 0,8 para mulheres (Krause, 1998).
 EXISTEM OUTROS PONTOS DE CORTE
CLASSIFICAÇÃO DA
CIRCUNFERÊNCIA DA CINTURA
Sexo
Risco de complicações associadas à obesidade
Elevado Muito elevado
Homem ≥ 94 cm ≥ 102 cm
Mulher ≥ 80 cm ≥ 88 cm
Fonte: OMS, 1998.
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10
CIRCUNFERÊNCIAS
 DA CINTURA
 DA COXA
DO ABDÔMEN

Circunferência do Braço (CB) 
Parâmetro antropométrico recomendado pela OMS, para estimativa da reserva
esquelética total. Representa o somatório das áreas constituídas pelo tecido
adiposo, ósseo e muscular.
Adequação da CB (%) = CB do avaliado x 100
CB (P50)
Procedimentos técnicos para obtenção da medida da CB: 
1. Identifique no lado direito do corpo do
paciente o local onde será realizada a
medida (ponto médio entre o processo
acromial e o olécrano). A seguir envolva a
região com a fita métrica de fibra de vidro,
sem no entanto comprimir (apertar) o tecido,
a fita deve apenas envolver o braço.
2. Efetue a medida e registre o valor
encontrado.
Circunferência Muscular do Braço (CMB)
Parâmetro cuja avaliação estima a reserva de tecido
muscular (sem correção da área óssea). Obtém-se seu
valor a partir dos valores da CB e PCT.
CMB (cm) = CBcm -  x PCT mm 10
CMB (cm) = CBcm - 0,314 x PCTmm
Adequação da CMB (%) = CMB do avaliado x 100
CMB (P50)
Parâmetro
(cm)
Normal
Desnutrição
SP O
L M G 
CB >90-110 >80-90 70-80 <70 >110-20 >120
CMB >90 >80-90 70-80 <70 - -
Condição nutricional de acordo com o % de
adequação da CB e CMB.
Fonte: Blackburn & Thornton, 1979.
L, M, G: Desnutrição leve, moderada e grave, respectivamente;
SP = Sobrepeso;
O = Obesidade.

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