Prévia do material em texto
Faculdade Única de Ipatinga Curso: Matemática Disciplina: Pesquisa e Prática de Ensino (Metodologia do Ensino de Matemática I) Professora/Tutora: Vanessa da Luz Viera Aluno: Francisco Caripuna Alves Elaborar um plano de aula de acordo com a Base Nacional Comum curricular-BNCC, requer muito cuidado e conhecimento do que propõem o documento. Nesse trabalho irei me deter sobre a experiência após plano de aula, pautando-se nos objetivos que foram pensados, enfatizarei também a prática docente do professor de Matemática, com a utilização da BNCC e observarei o que diz especialistas sobre a prática do professor de matemática na atualidade. Elaborar um plano de aula de matemática no atual momento, não é algo simples de se fazer, principalmente para pessoas como eu, iniciante no estudo dessa disciplina, ainda complica mais quando se tem de estruturar de acordo com as normas da BNCC , que tem um série de competências e habilidades que tem de ser levado em conta na hora de planejar. Para formular o meu plano de aula, primeiro tive que me aprofundar um pouco mais sobre os principais pontos da BNCC, no que se refere a matemática para ensino fundamental, isto é, “Grandezas e medidas, Números, Álgebra, Geometria, Probabilidade e estatística”, entender a proposta documento para enfim começar a traçar o plano; foi um pouco trabalhoso, pois ainda não domino muitas disciplinas da matemática, isso se tornou um desafio para mim. Escolhi para realização do plano o assunto geometria, que relaciona as habilidades “(EF09MA16)”, que diz que nessa fase o aluno deve ser capaz de “determinar o ponto médio de um segmento de reta e a distância entre dois pontos quaisquer, dadas as coordenadas desses pontos no plano cartesiano, sem o uso de fórmulas, e utilizar esse conhecimento para calcular, por exemplo, medidas de perímetros e áreas de figuras planas construídas no plano”. O objetivo almejadocom essa escolha, foi que ao final da aula, o aluno fosse capaz de calcular o perímetro de figuras planas usando o plano cartesiano. Quanto ao trabalho do professor de Matemática, usando os fundamentos da BNCC; é importante se atentar, que a educação brasileira está passando por transformações imporante, proporcionada pela norma acima citada, que tem o objetivo de promover uma educação de qualidade para todos; esse documento define as aprendizagens essenciais que devem ser adquiridas pelo alunado de todo território nacional; tal aprendizado é pautado em princípios “éticos, estéticos e políticos” que visam a formação integral do estudante. (BRASIL, 2018, p. 8). Assim sendo, é imprescindível que o docente de matemática atente para essas mudanças e formule seu trabalho, levando em consideração as competências e habilidades a serem trabalhada e adquirida exposta no texto no corpo do documento em questão. O ensino da matemática na escola, durante muito tempo, foi entendido como um processo de transmissão do conhecimento, desconsiderando-a como uma construção humana, entretanto,com as novas formas de pensar à educação, esse paradigma foi quebrado; autores consagrados, como Antunes, 2010, idealizam as novas visões de como seria a forma ideal de eninar matemática, para esse autor , “Ensinar Matemática, em um conceito moderno, é saber substituir a avalanche de regras e técnicas sem lógica e relações e aumentar a participação do aluno na produção do conhecimento matemático, ajudando-o a aprender a resolver problemas, discutir ideias, checar informações e ser desafiado de maneira intrigante e criativa. (ANTUNES, 2010, p. 40,)” Diante do que foi pesquisado e estudo ao longo desse trabalho, no que se refere experiencia pós plano de aula, pratica docente do professor de matemática, percebe-se que ainda vai levar algum tempo para que todos os docentes se atualizem com as inovações trazida pela BNCC. É inegável que essa norma apresenta propostas excelente para melhoria do processo de ensino e aprendizagem de matemática, mas no entanto, os docentes ainda tem muitas duvidas a serem sanadas; não se sabe os motivos; se é por falta de formação ou disinteresse do docente; o fato é que ainda há muitos docentes que ainda não se adaptaram com as mudanças no momento de planejar suas aulas baseada nesse documento; principalmente nos interiores onde não se tem acesso a bibliotecas e muitos menos a internet. Espera-se que em um momento não tão distante, o corpodocente das escolas possam dominar os conhecimentos desse documento importantíssimo, que traz propostas interessantíssima para a melhoria da qualidade da educação, assim; todos os envoldidos, direta e indiretamente (alunos, professores, corpos docentes e sociedade) saem ganhando. SILVA, Giselle de Paiva. Prática pedagógica de professores que ensinam matemática: ensino e compreensão da linguagem matemática por alunos do 9º ano do Ensino Fundamental .2016.disponível em: < http://www.ebrapem2016.ufpr.br/wp-content/uploads/2016/04/gd2_Giselle_Paiva_Silva.pdf> Acessado em: 18 nov. 2021. BRASIL. Ministério da Educação/Secretaria de Educação Básica. Base Nacional Comum Curricular. Brasília. 2018. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images /BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf. Acesso em: 19 de nov. 2021. ROZEMBERG, Eduarda. Perguntas e Respostas sobre a BNCC. Plataforma Educacional (Par). jun. 2018. Disponível em: https://www.somospar.com.br/perguntas-e-respostas-sobrea-bncc/. Acesso em: 10 de jun. 2019. ANTUNES. Celso. Matemática e didática. 2ª Edição. Petrópolis-RJ: Editora Vozes, 2015. http://www.ebrapem2016.ufpr.br/wp-content/uploads/2016/04/gd2_Giselle_Paiva_Silva.pdf