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Elementos da radiologia
Aula 6: Radiologia intervencionista e seus componentes
Apresentação
Nesta aula, apresentaremos os mais diversos equipamentos, acessórios e insumos necessários em procedimentos
diagnósticos e cirúrgicos. Desse modo, analisaremos os diferentes tipos de aparelhamento de angiogra�a e seus
periféricos, veri�cando ainda outros equipamentos que atendam, de maneira suplementar, a procedimentos (IVOS e OCT),
além da bomba injetora e dos insumos utilizados nos métodos cirúrgicos.
Objetivos
Identi�car diferentes equipamentos, insumos e acessórios necessários para procedimentos diagnósticos e cirúrgicos
em radiologia intervencionista;
Reconhecer a aplicação de cada componente na dinâmica dos procedimentos.
Atenção! Aqui existe uma videoaula, acesso pelo conteúdo online
Primeiras palavras
A radiologia intervencionista é uma subespecialidade médica que utiliza a radiação ionizante no desenvolvimento de
diagnóstico, assim como no auxílio de tratamento de várias doenças por meio da associação de práticas clínicas em
procedimentos cirúrgicos.
Diferentes recursos de imagem, cujas atividades eram unicamente relacionadas à utilização em diagnóstico, foram
incorporados a procedimentos intervencionistas, são elas: radiogra�a convencional, angiogra�a, tomogra�a computadorizada,
ultrassonogra�a e mamogra�a. Para que seja viável essa junção, insumos e instrumentos cirúrgicos são guiados por essas
diferentes modalidades de imagem para acessar e tratar praticamente qualquer órgão do corpo.
Atenção
De todos os segmentos intervencionistas, o grande destaque está nos procedimentos hemodinâmicos, que são de�nidos como
um método diagnóstico e terapêutico que atua por meio de técnicas de imagens para obter dados funcionais e anatômicos das
várias cardiopatias.
O procedimento diagnóstico realizado em hemodinâmica é o cateterismo, sua realização é de�nida pela utilização de tubos
�nos, �exíveis e radiopacos, em alguma veia ou artéria do paciente, a �m de que esses materiais alcancem a região de
interesse. Será pelo cateterismo que estudaremos a dinâmica circulatória cardíaca.
Insumos utilizados em procedimentos intervencionistas
Para que esses procedimentos sejam devidamente realizados, será necessária a utilização de diversos materiais em uma
técnica denominada Seldinger , e serão escolhidos de acordo com especi�cidades do paciente. Esses componentes, que
são de suma importância para realização e acerto dos procedimentos, serão citados e descritos quanto as suas
características.
1
https://stecine.azureedge.net/webaula/estacio/go0106/aula6.html
 Tipos diferentes de agulha e método de
utilização na técnica de Seldinger.
Agulha
Objeto pontiagudo vazado em sua região central, cujo objetivo é ultrapassar a camada epitelial até que atinja a região interna de
um vaso. Durante sua utilização, apenas uma das paredes do vaso será trans�xada, e o posicionamento correto será indicado
pelo re�uxo do sangue através da agulha.
 Procedimentos de introdução do fio guia
pela agulha e posterior retirada da agulha,
introdução do cateter e retirada do fio guia do
interior do vaso.
Fio guia
Tem o objetivo de facilitar a introdução de instrumentos endocirúrgicos em um procedimento de radiologia intervencionista.
Sua indicação e para procedimentos que necessitem guiar um cateter através do sistema vascular e permite que o cateter seja
direcionado e deslizado sobre a guia até o local desejado.
 Diferentes tipos de bainhas utilizadas em
procedimentos invasivos.
Bainha (introdutor de cateter)
Também denominados introdutores percutâneos para cateter com válvula hemostática, são compostos de material plástico e
têm forma de tubo que possibilitam acesso a regiões internas do corpo humano. Varia de acordo com o seu diâmetro e
comprimento (tamanho 5F a 14F) e tem em uma das extremidades um conector do tipo luer, onde poderá ser acoplada uma
válvula hemostática. Bainha com maiores tamanhos são utilizadas em casos onde serão introduzidos cateter do tipo balão.
Quanto ao comprimento, as curtas (6 cm) serão utilizadas para acesso braquial, e as longas (23 cm), para angioplastia
transluminal coronária por ilíacas tortuosas.
Diferentes tipos de cateter
O cateter é o principal insumo utilizado na radiologia intervencionista. Trata-se de
um tubo �no e �exível que será inserido em um dos acessos vasculares para
conduzir o agente contrastante arti�cial ou material cirúrgico até a região de
interesse clínico.
O cateter tem forma e diâmetro especí�cos para cada procedimento, sua escolha
�ca condicionada ao tipo de paciente, vaso estudado e patologia que será
(diagnosticada ou tratada).
Diâmetro do cateter
A escolha do tamanho do cateter utilizado em cada procedimento será determinada de acordo com o diâmetro luminal do vaso
investigado ou tratado. Comercialmente, eles serão descritos por sistema de codi�cação para facilitar sua identi�cação
segundo apresentação a seguir.
Identificação do cateter Medidas em polegadas Medidas em (mm) Aplicações
4F 0,042 1.07
5F 0,046 1.17
5F 0,052 1.32 Alto fluxo
6F 0,052 1.37
6F 0,059 1.49 Alto fluxo
 Ilustração do diâmetro luminal de cada tipo de vaso que irá auxiliar na escolha do tipo de cateter.
Vejamos os tipos de cateter:
Clique nos botões para ver as informações.
Sua forma é especí�ca para facilitar a introdução do cateter na coronária direita e esquerda e, assim, proceder com um
diagnóstico e até tratamentos desses vasos.
Cateter de coronárias 
Denominado JL ou judkins left, possui forma especí�ca e angulação para facilitar a introdução na coronário E.
Cateter para coronária E 
Denominado JL ou judkins right, possui forma especí�ca e angulação para facilitar a introdução na coronário D.
Cateter para coronária D 
 Ilustração com um dos tipos de cateter JL e JR.
É um tipo de cateter utilizado para drenagem percutânea de �uidos de abscesso, nefrostomia e secreção biliar. A ponta do
cateter possui curvatura do tipo rabo de porco, aberta ou fechada, e quatro orifícios ovais de drenagem.
Cateter pigtail 
Um tipo de cateter pigtail, porém com as duas extremidades iguais. Sua aplicação serve para drenagem da urina dos rins
até a bexiga, em condições em que os ureteres não permitem a passagem natural.
Cateter duplo J 
 Cateter pigtail e cateter duplo J.
É uma modalidade de cateter que possui um “balão” in�ável em sua extremidade, além de dois marcadores metálicos
(antes e depois do balão). Para que este seja acionado, é necessária sua conexão com um instrumento denominado
insu�ador.
Sua principal aplicação é em procedimentos de angioplastia, em que, após a localização da região do vaso obstruído, se
aplica a expansão do balão para que seja reestabelecido o �uxo normal do sangue. Em procedimentos mais complexos
com necessidade de aplicação de um stent, o cateter balão também será utilizado.
Cateter balão 
 Cateter balão e insuflador.
Bomba injetora ou bomba infusora
Este importante equipamento acessório tem como função a otimização da administração do contraste que será utilizado em
todos os procedimentos de radiologia intervencionista. Sua aplicação proporciona inúmeras vantagens, como:
Possibilidade em realizar o controle de tempo e atraso da
injeção (delay – tempo necessário entre o começo da
administração de contraste e o início da exposição);
Interrupção imediata da injeção do contraste devido a
ocorrência de um bloqueio do cateter;
Seleção prévia de volume e pressão adequada para cada
procedimento. Com a administração manual, o controle da
pressão seria indeterminado e �caria a cargo do pro�ssional
de enfermagem.
O controle da bomba injetora é realizado pelo médico intervencionista durante o procedimento realizado, para isso, ele utiliza
um dispositivo especí�co de acionamento que permitirá a de�nição de: início da administração, volume de contraste, vazão de
administração, controle do tempo de delay, tempo de administração, interrupção da administração e controle da quantidade de
contraste presente na bomba.
 Comando da bombainjetora.
Materiais cirúrgicos metálicos implantados
Stents
Desenvolvido em metal (nitinol,
aço e ligas de cromo e cobalto),
tem forma tubular, sendo
classi�cada como uma
endoprótese expansível. Sua
aplicação baseia-se na colocação
no interior de um vaso para
recuperar o diâmetro normal de
um vaso patologicamente
obstruído.
Stent farmacológico
Trata-se de um stent típico,
contudo, o dispositivo revestido de
medicamentos anti-in�amatórios e
imunossupressores. Essas
medicações são liberadas nos
primeiros 12 meses de implante,
com o objetivo de minimizar as
chances de o vaso novamente
ocluir.
 Imagem de um stent ampliado e em sua dimensão normal com referência a ponta de um dedo.
Filtros de veia cava
São dispositivos metálicos em forma de guarda-chuva, utilizados na veia cava
inferior (VCI), abaixo da veia renal e implantados de maneira permanente ou
temporária.
A escolha da VCI se justi�ca pelo grande �uxo de sangue venoso decorrente da
porção inferior do corpo retornando ao coração. No caso de ocorrência de
formação de trombose venosa profunda (TVP) nos membros inferiores, para evitar
que esse trombo se solte e impeça o �uxo do sangue importante ao paciente.
 Imagem de um clip utilizado para isolar um
aneurisma em um típico vaso.
Clips
são componentes cirúrgicos utilizados para proporcionar o total fechamento com isolamento do �uxo sanguíneo em regiões
especí�cas de veias e artérias. Essa região isolada pode ser o aneurisma e má formação vascular (MAV) em seres
humanos.
2
 Molas utilizadas em aneurisma vasculares.
Molas (coil)
É uma técnica de obstrução que consiste em introduzir molas no interior de uma artéria. Esse procedimento tem o objetivo de
provocar obstrução completa e consequentemente necrose de regiões relacionadas a patologias.
 Tipos de equipamento angiógrafos com
fixação no teto e base com rodízio,
popularmente denominada de arco em “C”.
Angiógrafo
É o equipamento desenvolvido para a realização de procedimentos: diagnósticos, cirúrgico e, mais recentemente, terapêuticos
(radioembolização), em ambientes cirúrgicos por meio do auxílio de imagens radiográ�cas reproduzidos por um sistema de
aquisição de imagens digitais.
Atenção
Outros materiais podem ser utilizados em procedimentos de embolização, isso dependerá da patologia a ser tratada: polímeros –
miomas, molas – aneurismas e alcoólica – doenças septais.
https://stecine.azureedge.net/webaula/estacio/go0106/aula6.html
Os equipamentos angiógrafos são compostos minimamente por um tubo de radiação, com sistema de colimação, um receptor
de imagem, que irá variar de acordo com o aporte tecnológico do equipamento, monitores, mesa de comando com seletores de
movimento, parâmetros radiográ�cos e pedal para disparo e gravação de imagens.
Atenção! Aqui existe uma videoaula, acesso pelo conteúdo online
Tipos de equipamento angiógrafo
Clique nos botões para ver as informações.
É o equipamento de angiogra�a composto por apenas um tubo e um sistema de recepção da radiação para formação das
imagens.
Uniplanar 
É o equipamento de angiogra�a composto por dois tubos e dois sistemas de recepção da radiação para formação das
imagens. Cada receptor de radiação será relacionado com um dos tubos de raios X.
Biplanar 
Atenção
Embora os dois equipamentos realizem exatamente a mesma função, os equipamentos biplanares auxiliam na e�ciência e
agilidade dos procedimentos.
 Equipamentos de angiografia uniplanar e biplanar.
Tipos de receptores de imagem
Após a transmissão da radiação ao corpo do paciente, é necessário que haja um componente que irá captar a radiação por
meio de diferentes intensidades, resultado das diferentes atenuações do fóton no paciente. Em relação ao receptor de imagem
serão descritos:
Por intensi�cador de imagem
Sistema com base em um típico detector de radiação do tipo cintilação.
Por detector �at panel
É um sistema de recepção mais moderno formado por uma tela plana, com base em componentes de selênio e silício
amorfo por captação da radiação igualmente por cintilação.
As principais vantagens em relação ao sistema de intensi�cador de imagem são:
Melhor imagem;
Maior velocidade de aquisição de imagens;
Redução de dose;
Melhores ferramentas
Periféricos do angiógrafo
São componentes importantes que servem de acessório aos equipamentos de angiogra�a. São eles:
Mesa de comando
Está presente junto à mesa de procedimento, é lá que o pro�ssional da radiologia de�nirá comandos de colimação, �ltração,
fatores de exposição e movimentos do equipamento.
 Típica mesa de comando em angiografia.
Pedais de disparo
Componente importante para realização do disparo de radiação (pulsado e �uoroscopia), além de gravação das imagens
mais relevantes. Por possuir um cabo, esse componente permite que o pro�ssional de radiologia se posicione o mais
distante possível da fonte, através da aplicação do parâmetro de proteção radiológica da distância.
 Típico pedal de angiografia.
Monitores
Por meio dos monitores, será possível o planejamento, o acompanhamento e a avaliação dos resultados dos procedimentos
realizados. A quantidade de monitores pode variar, assim como a função de cada monitor, contudo, serão apresentados os
principias tipos de monitores.
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Sempre o primeiro monitor da sequência. Por meio dele, o estudo será iniciado, o paciente é posicionado e o aplicação do
cateter será acompanhada.
Monitor dinâmico 
Será salva uma imagem de grande relevância para aquele momento do estudo, que �cará em movimento ou parada.
Quando a imagem não acrescentar mais ao procedimento, uma nova poderá ser gravada para se tornar a imagem de
referência.
Monitor de referência 
Por meio da evolução das workstations, novas perspectivas de imagens reconstruídas podem ser adicionadas para que
dessa maneira agreguem mais informações aos procedimentos.
Monitor de reconstruções 3D 
Onde a equipe de enfermagem realiza a monitoração de condições vitais do paciente.
Monitor polígrafo 
Outros equipamentos utilizados na radiologia intervencionista
Novas modalidades vêm sendo assimiladas ao serviço de radiologia intervencionista com o objetivo de agregar novas
perspectivas diagnósticas para que os procedimentos sejam cada vez mais assertivos e e�ciente.
Ultrassom Intravascular (IVOS)
Consiste na obtenção de imagens internas com cortes transversais dos vasos em tempo real para permitir uma avaliação das
artérias coronárias e produzir informações diagnósticas diferenciadas, quando comparadas aos métodos de imagem utilizados
na rotina, como a angiogra�a coronariana e as angiotomogra�as de coronárias.
O estudo por meio de IVOS permite o planejamento de importantes procedimentos cirúrgicos, como colocação de cateter,
assim como nas avaliações pós-cirúrgicas para con�rmar o posicionamento e a avaliação de expansão e aderência na parede
do vaso.
 Procedimento vascular utilizando modalidade IVOS.
Tomogra�a de coerência óptica
A origem dessa técnica está relacionada às aplicações oftalmológicas, sendo uma técnica similar ao ultrassom, contudo, o seu
estímulo é feito por meio de luz, com base no princípio de interferometria óptica.
Essa nova tecnologia de diagnóstico aplica a dispersão de luz em forma de onda eletromagnética (infravermelho) como uma
fonte de energia que será a responsável pela formação de sinal das imagens transversais vasculares, que será aplicado nos
estudos de placas de ateroma e permite que os médicos possam visualizar e medir as características dos vasos em várias
fases da doença aterosclerótica e à resposta vascular ao tratamento, para que, dessa forma, possa servir de auxílio na decisão
do tratamento quanto à colocação ou não de um stent.
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 Exame de TCO na avaliação de um vaso.
Atividade
1. Qual das opções apresentadas a seguir não representa um tipo de insumo utilizado na técnica denominada de Seldinger, que
tem por objetivo, a realização de um acesso venoso minimamente invasivo,que será utilizado em procedimentos de radiologia
intervencionistas?
a) Agulha
b) Bainha
c) Bomba injetora
d) Cateter
e) Fio guia
2. Identi�que o equipamento descrito no parágrafo a seguir.
“É o equipamento desenvolvido para a realização de procedimentos: diagnósticos, cirúrgico e mais recentemente, terapêuticos
(radioembolização), em ambientes cirúrgicos por meio do auxílio de imagens radiográ�cas reproduzidos por um sistema de
aquisição de imagens digitais.”
a) Angiógrafo
b) Bomba injetora
c) Angiografia
d) Cateter
e) Hemodinâmica
3. Identi�que os materiais cirúrgicos metálicos implantados descritos no parágrafo a seguir.
“Este material possui forma tubular, sendo classi�cada como uma endoprótese expansível. Sua aplicação baseia-se na colocação
no interior de um vaso para recuperar o diâmetro normal de um vaso patologicamente obstruído.”
a) Filtro de veia cava
b) Clips
c) Molas
d) Stent
e) Coil
4. Qual opção é incorreta sobre os tipos de cateteres utilizados e suas respectivas características?
a) Cateter balão – para que seu balão seja acionado, é necessária sua conexão com um instrumento denominado insuflador.
b) Cateter JR – típico cateter ideal para estudo e tratamento de coronária direita.
c) Cateter JL – típico cateter ideal para estudo e tratamento de coronária esquerda.
d) Cateter duplo J – ideal para conexão entre os rins e a bexiga, quando estes possuem algum nível de obstrução.
e) Cateter pigtail – as duas pontas do cateter possuem curvatura do tipo rabo de porco, aberta ou fechada, e quatro orifícios ovais de
drenagem.
5. Qual das opções a seguir não representa um tipo de equipamento angiógrafo?
a) Flat panel
b) Intensificador de imagem
c) Uniplanar
d) Biplanar
e) IVOS
6. Qual das opções a seguir não representa uma característica do cateter utilizado em procedimentos de radiologia
intervencionista?
a) Flexível
b) Diâmetros relativos ao vaso
c) Hipotransparente
d) Hipertransparente
e) Forma que favoreça o acesso a determinados vasos
Notas
Seldinger 1
A técnica de Seldinger é um procedimento minimamente invasivo, cujo objetivo é criar acesso seguro aos vasos sanguíneos do
paciente.
Aneurisma 2
Aneurisma é a dilatação anormal de um vaso sanguíneo causado pelo enfraquecimento das paredes do vaso por trauma ou
doença vascular.
Referências
ANTÔNIO JR. Técnicas radiográ�cas. Rio de Janeiro: Rubio, 2006.
BONTRANGER, K. L. Tratado de técnica radiológica e base anatômica. 5. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2001.
BUSHONG, S. C. Ciência radiológica para tecnólogos. 9. ed. Rio de Janeiro: Elsevier 2010.
Próxima aula
Radiologia odontológica, ultrassonogra�a e densitometria óssea;
Tomogra�a computadorizada e bomba injetora;
Ressonância e seus componentes e acessórios.
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