Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

2. Dissecção de Aorta 
a) definição: 
- ocorre com muita frequência 
 
- como se fosse um “rasgo” entre as camadas da artéria 
- quando ocorre uma dissecção, uma das camadas é lacerada e ocorre a entrada de sangue 
naquele “flap”, que começa acumular e dissecar as camadas do vaso sanguíneo 
- geralmente ocorrem entre camada íntima e média 
- HAS é fator de risco para dissecção aórtica e outras doenças CV 
- algumas síndromes e doenças congênitas podem cursar com alterações do colágeno > como 
há colágeno na parede dos vasos sanguíneos (permitindo elasticidade), as deficiências ou 
deposições inadequadas podem gerar problemáticas de vasos 
- pós angiografia: uso de cateteres no interior das artérias pode realizar lesões que geram 
dissecções >> ex. trombolectomias, cateterismos 
- as válvulas seguem uma sequencia matemática de abrir e fechar >> uma válvula aórtica 
deficiente, não funcionando dentro das normalidades – devido à anormalidade, ocorre 
alteração do sistema de pressão no local próximo ao coração e nas artérias 
 
- ocorre uma laceração no revestimento interno da íntima >> fatores de risco: HAS, 
envelhecimento, aterosclerose, iatrogenia 
- a dissecção pode evoluir em decorrência do sistema pressórico, pode cessar ou pode 
progredir 
 
- o sangue que estava no sentido descendente começa entrar ascendendo e causando 
dissecções na artéria 
 
i. Normal 
ii. Mínima laceração na camada íntima (espécie de úlcera – depressão do tecido) 
iii. Flap (laceração) com entrada de sangue, nível de dissecção maior 
iv. Caso mais avançado, sangue começa realmente a ocupar o local >> formação de 
luz falsa, que começa mudar a anatomia do vaso sanguíneo, por vezes até 
obstruindo a luz falsa devido ao seu aumento 
 
 
b) generalidades 
 
- se suspeita for torácica, provavelmente será pedido um Rx, mas não se consegue observar 
muito o processo 
- o exame ouro para casos de dissecções de aorta são Angio Tomografias para diagnóstico 
- deve ser realizado um relatório juntamente para avaliação vascular 
- deve ser utilizado contraste 
 - em casos de pacientes que não possam utilizar contraste da TC >> solicitar angioRM 
como alternativa 
 
- azul: aorta ascendente 
- laranja: aorta descendente 
- seta vermelha: tronco da artéria pulmonar 
- corte axial de angiotomografia, em janela de mediastino, com priorização estruturas 
mediastinais 
- diferenças de contrastações e densidades sanguíneas entre luz verdadeira e luz falsa são 
diferentes 
- observar flap de dissecção e densidade de luz falsa mais baixa que a densidade de luz 
verdadeira 
 - densidade de luz falsa possui densidade mais baixa pois quando disseca, o sangue 
que fica acumulado nessa região, fica habitualmente mais lento, mais represado e pode 
coagular 
- fica mais hiperatenuante/hiperdenso a luz verdadeira com relação à luz falsa 
c) fases: 
 
d) quadro clínico: 
 
- dor clássica de dissecção é denominada dor lancinante > dor que “rasga” 
- a adventícia é rica em nervos periféricos para inervar a parede arterial >> gera dor 
- pode haver déficit neurológico a depender do local que ocorre >> especialmente se ocorrer 
em local de artéria aorta ascendente 
 > tronco arterial braquiocefálico >> carótida comum direita e artéria comum D 
 > artéria comum E e subclávia E 
- pode haver falta de sangue em extremidades 
- pode haver diferenças pressóricas entre membros, a depender do nível que ocorrer 
e) Complicações: 
 
- paciente pode infartar e ter angina, pois pode faltar sangue na região de artérias coronárias 
>>> quadro típico: MOV; descarta-se arritmias em ECG (60% dos infartos possuem alterações 
no ECG), solicita-se angioTC 
 
- obs: formação de pseudoaneurisma ** >> adventícia está integra; não houve dilatação das 3 
camadas (aneurisma) 
f) Exames 
- as imagens de Rx são inespecíficas, podem confundir e não possibilita fechar realmente o 
diagnóstico >> há sinais indiretos, que podem SUGERIR 
- deve-se solicitar exame de AngioTC quando há suspeita ou sugestão 
 
 
- incidência PA + perfil 
- alargamento do mediastino 
 
- alta acurácia (capacidade que o método tem de dar o diagnóstico de uma doença suspeita) 
- exame ouro para dissecção da aorta: AngioTC 
- aba intimal = flap intimal 
- lesões na camada íntima, se havia calcificação nessa parede, ela é deslocada para o interior 
da luz do vaso 
- alterações abruptas devido a dilatações da área da dissecção 
 
- área mais interna é a luz falsa 
- calcificação que estava presente na parede do vaso se deslocou para a luz do vaso sanguíneo 
falso 
- fase venosa: coração todo preenchido 
- observar flap 
 
g) Stanford 
 
- A: mais comum – conduta cirúrgica; paciente não pode ir embora, pois há várias 
complicações possíveis que podem causar a morte do paciente 
 - dissecções ocorrem após ou na artéria subclávia E 
- B: menos comum – conduta clínica 
 - dissecções ocorrem após a artéria subclávia E 
>> DeBankey (caiu em desuso) 
 
 
- dissecção tipo A iniciada na crossa aórtica (arco aórtico), com dissecção que progride até 
aorta abdominal 
 
- alargamento de mediastino é inespecífico 
- presença de laminas ou de flaps na aorta ascendente >> tipo A 
- nasceu na raiz da aorta >> começou antes da subclávia E > Stanford A 
- nem sempre o rasgo é uniforme, pode haver ondulações irregulares 
- nasceu antes da subclávia E e está se estendendo até a aorta abdominal 
- corte sagital: nascida na raiz da aorta ascendente 
- paciente possui sangue no pericárdio >> hemopericárdio – paciente evoluiu para 
tamponamento cardíaco >> necessário drenar o pericárdio 
 
- vermelho: vasos da base do coração – tronco braquicefálico, artéria carótida comum E, 
artéria subclávia E 
- azul: crossa aórtica 
- rosa: artéria aorta torácica descendente 
- dissecção iniciada na artéria aorta descendente 
- seta vermelha: luz falsa 
- seta verde: luz verdadeira 
 
- verde: tronco braquicefálico 
- azul: carótida comum E 
- vermelho: subclávia E 
- rosa: crossa aórtica 
- flap na subclávia E >> dissecção do tipo A 
- densidades diferentes – luz falsa menos contrastada (lado direito) 
- presença de vários coágulos na crossa aórtica 
- trombos no interior da luz falsa 
 
- alargamento mediastinal em RX 
- dissecção evidenciada em AngioTC 
- tipo A: flap de dissecção antes da subclávia E que desceu até aorta abdominal 
- afetou aorta ascendente (rasgos diferentes) e descendente 
- ponto de laceração da íntima 
 
- seta vermelha: formação de trombo excêntrico em área não preenchida por contraste 
- rosa: luz verdadeira 
- azul: luz falsa 
- obs: tríplice de Virshow 
 - estase vascular + hipercoagulabilidade + lesão endotelial 
 - sangue mais lentificado, o que propicia a formação de trombos 
 - a dissecção empurra o vaso sanguíneo e vai lentificando o sangue (estase vascular) 
 - o trombo está entre a camada íntima e a média 
- obs: trombos podem ser formados nos arredores da luz falsa ou no seu interior 
 
- corte torácico 
- verde: veia cava superior 
- rosa: aorta ascendente 
- azul: aorta descendente 
- roxo: esôfago 
- setas laranjas: brônquios fontes 
- verde musgo: cavidade pleural com derrames pleurais posteriores 
- amarelo: ramo esquerdo da artéria pulmonar 
- tipo A > afetou aorta ascendente 
 
 
- conduta CIRURGICA – tipo A 
- rosa: aorta ascendente 
- azul: aorta descendente 
- seta laranja: luz falsa 
 
- rosa: tronco braquicefálico 
- azul: carótida comum E 
- verde: subclávia E 
- dissecção do tipo A > afetou a artéria subclávia E e pra trás dela 
 
- verde: rins 
- observar diferenças de densidade entre os rins >> artéria renal E 
- hipoperfusão renal E gerou a dissecção da aorta abdominal >> pode evoluir para infarto renal 
- tipo B 
 
- síndrome que afeta produção de colágeno, o que pode afetar vários órgãos, dentre eles, os 
vasos sanguíneos 
- paciente tinha um aneurisma grande deaorta ascendente, que evoluiu para uma dissecção 
 
- dissecção da aorta ascendente e da aorta descendente 
- dissecção grave com liquído no pericárdio, gerando tamponamento pericárdico 
- presença de líquido nas cavidades pleurais > derrames pleurais posteriores 
 
- quadro mais intenso: Dor precordial lancinante, que irradia pras costas, defict neurologico, 
diferença de pressao dos membros 
 - pode ser confundida com IAM 
 
- Tipo A, conduta cirúrgica (colocação de próteses endovasculares ou reparos endovasculares, 
pode ser por inserção de stent > nem sempre será toracotomia) 
 
- tipo B, conduta clínica (esperar, pede para paciente voltar em casos de piora, dá 
medicamento, observa o paciente) 
- defeito de volume sagital

Mais conteúdos dessa disciplina