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Diagnóstico Cinesiofuncional 
Avaliação da Coluna Torácica 
Generalidades 
• 12 vértebras 
• Pouca mobilidade 
• Corpo vertebral de tamanho médio 
• Processos espinhosos longos com inclinação 
inferior 
• Ponto de fixação das costelas 
• Permite ficarmos em pé e movimentar-se 
• Conduz e protege medula 
Articulações 
 
 
Histórico do paciente 
1. idade e ocupação 
2. qual foi o mecanismo da lesão 
3. sente dor relacionada a respiração ou dificuldade 
para respirar 
4. locais, limite e irradiação da dor 
5. dor profunda, superficial, contínua, indistinta 
6. quais atividades agravam o problema 
7. que atividades ou postura aliviam 
8. está melhorando, piorando ou a mesma coisa 
Inspeção 
• arcabouço costal 
• tipo de tórax 
• padrão respiratório 
• simetria dos hemitórax 
• sinais e cicatrizes 
• edema 
• trofismo muscular 
• coloração da pele 
• escápulas 
• postura da parte superior das costas 
 
 
Palpação 
OSSO ESTERNO 
• anterior e medial na parede torácica 
• 3 partes: manúbrio, corpo e proc. Xifóide 
• Articula-se: clavícula e cartilagens costais 
• Incisura supra-esternal 
• Art. Esternoclavicular 
• Ângulo esternal 
 
CLAVÍCULA 
A partir da articulação esternoclavicular no sentido 
lateral, ao longo da superfície óssea curvada 
superior e anterior da clavícula 
 
COSTELAS E ESPAÇOS INTERCOSTAIS 
• Anterior: fixadas no esterno 
• Posterior: fixadas no corpo vertebral e 
processo transverso por uma cápsula e uma 
série de ligg. e mm. 
• Há 3 camadas de mm. intercostais e um n. 
intercostal 
• Palpar cartilagem costal com sua costela 
associada desde a área lateral ao esterno até 
axila e coluna 
• Analisar simetria do alinhamento e 
movimento 
• Analisar ângulos costais 
• Palpar espaços intercostais 
 
ESCÁPULA 
• Articula-se com a face posterior das costelas 
• Estende-se dos processos espinhosos de T2 
a T7 
• 3 bordas: medial, lateral e superior 
• Achatada ao longo do gradil costal 
• Paciente sentado 
• Iniciar pela parte posterior do acrômio e 
seguir medialmente ao longo da espinha da 
escápula, então palpar bordas 
 
PROCESSOS ESPINHOSOS 
• Mais proeminentes, mais longos e mais finos 
do que os da coluna cervical 
• Paciente sentado com flexão anterior de 
tórax 
• Palpar processos espinhosos com os dedos 
indicador e médio 
 
- “Regra de três “ 
• T1 – T2 – T3 = processo espinho mesmo 
nível processo transverso. Dirigido 
posteriormente. 
• T4 – T5 – T6 = ponta do processo 
espinhoso localizada em um ponto a meio 
caminho entre o processo transverso do 
mesmo nível e vértebra abaixo. Angulados 
para baixo 
• T7 – T8 – T9 = mesmo nível do processo 
transverso vértebra abaixo. Angulados para 
baixo 
• T10 – T11 – T12 = processos espinhosos 
retornam a direção horizontal 
PROCESSOS TRANSVERSOS 
• T1 – T2 – T3 e T12 = mesmo nível dos 
processos espinhosos 
• T4 – T5 – T6 e T11 = meio caminho entre 
processo espinhoso da própria vértebra e o 
da vértebra acima 
• T7 – T8 – T9 e T10 = nível do processo 
espinhoso da vértebra acima 
 
MUSCULATURA DO DORSO 
- 3 camadas 
• Superficial = trapézio, grande dorsal, elevador 
da escápula e rombóides. Palpa movendo os 
dedos de modo transversal sobre o ventre 
do m. 
• Intermédia = serrátil póstero-superior e 
póstero-inferior 
• Profunda = espinhal, longo e iliocostal 
eretores da espinha. Palpada com a ponta 
dos dedos diretamente adjacentes aos 
processos espinhosos 
Exame do movimento ativo 
• Flexão para frente: tocar dedos dos pés 
 
• Extensão 
 
• Flexão lateral: levar mão para baixo pela 
lateral da perna. Sem curvar-se para frente 
ou para trás 
 
• Rotação: 
 
Testes especiais 
1. TESTE DE ADAM (escoliose) 
 
2. TESTE DE EXPANSÃO TORÁCICA (ancilose de 
articulações costovertebrais)

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