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Unidade IV PLANEJAMENTO E ELABORAÇÃO DE CARDÁPIOS Profa. Camila Borges Um item fundamental no planejamento de um cardápio, sem dúvidas, é a ficha técnica ou receita padrão. O que são fichas técnicas? São fórmulas escritas para produzir um item alimentar em quantidade e qualidade específicas para uso em determinado estabelecimento (ABREU e SPINELLI, 2016). Elaboração de ficha técnica Os objetivos de uma ficha técnica, segundo SILVA e MARTINEZ (2011) são: tornar a receita reproduzível; economizar tempo na confecção do alimento; garantir a qualidade do produto final; reduzir os custos; controlar os gêneros alimentícios e a mão de obra. Elaboração de ficha técnica Os objetivos de uma ficha técnica, segundo SILVA e MARTINEZ (2011) são: racionalizar as atividades do restaurante/unidade produtora; elaborar cardápios, evitando a monotonia das refeições; manter qualidades organolépticas ou sensoriais, mesmo sendo as refeições preparadas por pessoas diferentes; diminuir o capital empatado no estoque. Elaboração de ficha técnica Segundo ABREU e SPINELLI (2016), p.125, os objetivos de uma ficha técnica são: determinar a quantidade e a qualidade dos ingredientes que devem ser usados, confirmando, assim, as especificações de compra; rendimento de cada preparação; custo por porção dos alimentos e valor nutritivo de determinado prato padrão. Elaboração de ficha técnica Um conjunto de fichas técnicas é chamado de receituário padrão. Importância de um receituário padrão: auxiliar na escolha das receitas que irão compor o cardápio; servir de apoio para treinamentos da equipe de cozinha e para sanar dúvidas referentes ao processo de produção do alimento; o receituário poderá ser fornecido para consulta; permitir a modificação de receitas para que se adequem ao gosto do cliente; permitir a revisão dos equipamentos e utensílios de cozinha, caso estejam necessitando de reparos ou troca. Elaboração de ficha técnica Existem diversas maneiras de se construir a ficha técnica. Neste curso vamos abordar com você alguns modelos que se adequem mais ao curso de Gastronomia. A ficha técnica também é muito utilizada pelos nutricionistas no planejamento e elaboração de cardápios. Elaboração de ficha técnica Os itens que frequentemente compõem uma ficha técnica são: Nome da receita Ingredientes Modo de preparo Porcionamento Facilidade de preparo Custo Per capita Quantidades em kg/grama/ml Perfil nutricional (calorias, proteínas, gorduras, etc.) Elaboração de ficha técnica Elaboração de ficha técnica Exemplos: Nome da preparação: Categoria Ingredientes Per capita (g) Quantidade p/almoço (kg) Quantidade p/jantar (kg) Quantidade p/ceia (kg) Modo de preparo: Porcionamento Custo Facilidade de preparo Exemplos: Elaboração de ficha técnica Nome da preparação culinária: Lista de ingredientes: 1 2 3. Modo de preparo: 1... 2... 3... 4... Perfil nutricional Calorias: Glicídios: Lipídeos: Proteínas: Elaboração de ficha técnica Exemplos: NOME DA PREPARAÇÃO CULINÁRIA: INGREDIENTES: QUANTIDADE (gramas) MEDIDA CASEIRA 1. 2. 3. 4. MODO DE PREPARO: 1. Processe... 1. Cozinhe .... 1. Misture ... 1. Tempere... Nome da preparação culinária: FOTO: Categoria da receita culinária (sobremesa, entrada, carnes, sopas, guarnição, lanche, bebida etc.): Ingredientes Per capita bruto (g) Peso bruto (g)/(kg) Peso líquido (g)/(kg) Fator de correção Per capita líquido/ (g) CUSTO R$ Unidade Unidade Total CUSTO PER CAPITA (R$): CUSTO TOTAL (R$): MODO DE PREPARO: Tempo de pré-preparo: Tempo de preparo sem cocção: Tempo de preparo total: Rendimento total da preparação (kg): Número de porções (g): ATRIBUTOS: Apresentação:_____________/Consistência:________________/ Harmonia:____________________/Sabor:________________/Temperatura de servir:_______________/Participação de alimentos in natura: ( ) sim ( ) não Participação de alimentos processados: ( ) sim ( ) não/Participação de alimentos ultraprocessados: ( ) sim ( ) não/Aproveitamento integral do alimento: ( ) sim ( ) não Elaboração de ficha técnica Definições importantes Peso bruto: corresponde ao peso total do alimento, incluindo cascas, aparas, talos, osso, camada de gordura, entre outros, antes do preparo e cozimento. Peso líquido: corresponde à quantidade de produto (alimento) pronta para ser servida ou já no prato do cliente após o preparo. Trata-se da quantidade de produto efetivamente pronta para ser consumida. Rendimento: o rendimento mostra o índice de aproveitamento do alimento ou da preparação culinária, ou seja, quanto rendeu (em kg, gramas, litros, porções) o produto final. O rendimento é igual ao peso líquido dividido pelo peso bruto. Elaboração de ficha técnica Definições importantes Modo de preparo: é a descrição detalhada do modo de fazer/preparar a preparação culinária e deve ser sempre escrito com verbos no imperativo, na terceira pessoa do singular. Exemplos: faça bolinhas, corte a banana em pedaços pequenos, fatie a carne ao meio, molde os bolinhos na palma da mão etc. Custo: soma dos gastos necessários à produção de alimentos e sua distribuição. Custo per capita: soma dos gastos necessários à produção de alimentos e sua distribuição por porção da preparação. Custo total da preparação: soma dos gastos necessários à produção e distribuição para o total da preparação. Elaboração de ficha técnica Para que serve uma ficha técnica no planejamento e elaboração de cardápio? a) Para controlar os custos somente. b) Para visualizar todo o cardápio da semana em uma única planilha. c) Para controlar a produtividade dos funcionários. d) Para verificar as preferências do cliente. e) São fórmulas escritas para produzir um item alimentar em quantidade e qualidade específicas para uso em determinado estabelecimento. Interatividade Para que serve uma ficha técnica no planejamento e elaboração de cardápio? a) Para controlar os custos somente. b) Para visualizar todo o cardápio da semana em uma única planilha. c) Para controlar a produtividade dos funcionários. d) Para verificar as preferências do cliente. e) São fórmulas escritas para produzir um item alimentar em quantidade e qualidade específicas para uso em determinado estabelecimento. Resposta Conhecer os custos de uma empresa é fundamental para planejar melhor os gastos dos recursos financeiros disponíveis. Uma empresa do tipo restaurante possui diversos e diferentes custos. Cálculo de custos Os custos podem ser classificados em: Custos contábeis do tipo diretos ou controláveis; Custos contábeis do tipo custos indiretos; Custos econômicos fixos; Custos econômicos variáveis; Custos de origem rateados. Cálculo de custos Os custos podem ser classificados em: Custos de origem comuns; Custos de origem padrão; Custos de natureza produção; Custos de natureza comercial; Custos de natureza administrativo. Cálculo de custos Custos econômicos fixos São os que permanecem constantes dentro de determinada capacidade instalada, ou seja, são aqueles que não variam em função da produção do bem ou do serviço (a empresa pode estar produzindo ou não, produzindo maior ou menor quantidade). Exemplos: aluguel, seguros, impostos, salários da mão de obra mínima para funcionamento do serviço etc. Cálculo de custos Custos econômicos variáveis São os que mantêm relação direta com o volume de produção ou serviço, ou seja, alteram-se dependendo da quantidade de produtos ou serviços produzidos pela empresa. Exemplos: matéria-prima, combustível, água etc. Cálculo de custos Custo x Preço de venda Para se determinar o preço da venda de maneira justa e adequada, é necessário estimar primeiro todos os custos envolvidos no processo de produção daquelarefeição, sejam fixos ou variáveis. Observação: o preço de venda também depende do preço do produto nos mercados semelhantes. Cálculo de custos Em um restaurante... O custo é composto por três componentes básicos: 1. Valor dos gêneros alimentícios e de outras matérias-primas compradas de outras empresas. 2. Valor da mão de obra (funcionários) prestada na elaboração do produto. 3. Valor de serviços prestados por outras empresas ao restaurante: empresa de transporte, empresa de luz, água, gás, aquecimento central, seguros, gastos gerais. Cálculo de custos Cada componente do cardápio irá participar com certa porcentagem no cálculo do custo total de um cardápio. Por exemplo: a salada contribui em média com 5-6% do custo total; o prato principal baseado em carnes contribui de 39-58%; a guarnição/acompanhamento contribui com 6 a 11%; o arroz e feijão contribuem com 5-17%. Cálculo de custos Cada componente do cardápio irá participar com certa porcentagem no cálculo do custo total de um cardápio. Por exemplo: a sobremesa com 8-12%; as bebidas com 5-7%; os materiais descartáveis com 2,5-4%; e os produtos de limpeza com 2,5-4%; Cálculo de custos O preço de venda do produto final do cardápio depende de dois componentes básicos. Quais são esses componentes? a) Todos os custos envolvidos no processo de produção e o preço praticado no mercado. b) Os custos fixos envolvidos no processo de produção e o preço praticado no mercado. c) Os custos variáveis envolvidos no processo de produção e o preço praticado no mercado. d) Os custos contábeis envolvidos no processo de produção e o preço praticado no mercado. e) Os custos comuns envolvidos no processo de produção e o preço praticado no mercado. Interatividade O preço de venda do produto final do cardápio depende de dois componentes básicos. Quais são esses componentes? a) Todos os custos envolvidos no processo de produção e o preço praticado no mercado. b) Os custos fixos envolvidos no processo de produção e o preço praticado no mercado. c) Os custos variáveis envolvidos no processo de produção e o preço praticado no mercado. d) Os custos contábeis envolvidos no processo de produção e o preço praticado no mercado. e) Os custos comuns envolvidos no processo de produção e o preço praticado no mercado. Resposta Ao planejar um cardápio e colocá-lo à disposição dos clientes, nem sempre o que você planejou terá boa aceitação, por isso, é preciso dar atenção ao tipo de alimento deixado no prato e aos comentários da clientela sobre a preparação para identificar os motivos que levaram ao baixo consumo. O desperdício de alimentos em uma cozinha pode ser do tipo resto ou sobra. Desperdício de alimentos Resto O resto expressa a avaliação da qualidade da comida pelos clientes/indivíduos ou a adequação do tamanho da porção servida, que pode não ser adequada ao público-alvo (FAQUIM, 2012). Desperdício de alimentos Resto É comum alguns restaurantes possuírem porções individuais muito grandes, forçando o indivíduo a, muitas vezes, solicitar levar a comida para casa. Isso, sem dúvidas, gera problemas financeiros graves para o restaurante, pois o indivíduo pagou por uma porção e levou praticamente duas. Desperdício de alimentos Resto Qual a solução para reduzir o desperdício gerado pelos clientes? A construção da ficha técnica: poderá ajudar no cálculo do porcionamento adequado ao público-alvo, na padronização das receitas para agradar o paladar de todos e a evitar surpresas e adequação do valor de venda do produto final. Desperdício de alimentos Resto A lição que tiramos sobre restos É extremamente importante conhecer o perfil da clientela, seus gostos, sua cultura, saber se estão satisfeitos ou se desejam melhorias e mudanças no cardápio, aliando o gosto da clientela ao respeito aos hábitos saudáveis e à cultura alimentar da população. Reduzir o desperdício por restos! Desperdício de alimentos Sobras A qualidade de um restaurante comercial ou institucional é resultante, entre outros aspectos, da padronização dos processos de produção envolvidos. O desperdício de alimentos provenientes do excesso de produção de alimentos é entendido em uma cozinha como sobras. Desperdício de alimentos Sobras As sobras identificam Erros de planejamento do número de refeições. Erro no tamanho do per capita. Preparações não condizentes com os hábitos alimentares dos clientes (ABREU e SPINELLI, 2016). Desperdício de alimentos Sobras As sobras, quando bem armazenadas e em temperaturas adequadas, podem ser aproveitadas. Por exemplo: o arroz do almoço pode virar bolinho de arroz no jantar, o picadinho de carne pode virar recheio de panqueca, mas o ideal é não produzir sobras em excesso. Desperdício de alimentos Sobras A produção excessiva de sobras compromete os custos do restaurante e leva a prejuízos financeiros. Utilizar as fichas técnicas no preparo dos alimentos pode ser uma solução bastante efetiva para: padronizar a produção de alimentos, calcular o rendimento e o per capita, treinar os funcionários da linha de produção e, consequentemente, reduzir o volume de sobras. Desperdício de alimentos Ao planejar um cardápio, é necessário prever o volume de gêneros alimentícios que você irá precisar. Nem sempre é possível contar com entregas de fornecedores diariamente. O melhor a fazer para minimizar os custos, evitar faltas de produtos e racionalizar o trabalho é contar com um estoque de alimentos. Estoque No entanto, do ponto de vista financeiro, os estoques não podem ser tão grandes para que o capital investido também não seja tão grande. Um estoque muito grande requer: maior espaço de armazenamento, maior gasto de energia para manter os alimentos que necessitam de refrigeração, maior controle, com planilhas e softwares dos produtos que entram e saem do estoque e, consequentemente, aumento nos custos. Estoque Segundo as autoras ABREU e SPINELLI (2016), é necessário manter um estoque de alimentos em um restaurante pelos seguintes motivos: conveniência de ter itens disponíveis para atender às exigências sem providências de última hora; redução de custos, proporcionada pela compra ou produção de quantidades ótimas; proteção contra erros de previsão ou registros imprecisos; prevenção de erros de planejamento; provisão para as flutuações de vendas ou produção. Estoque O estoque pode ser do tipo mínimo, médio e máximo. Estoque mínimo: menor quantidade de material que o estoque deverá ter para garantir qualquer eventualidade (maioria dos restaurantes atualmente). Estoque médio: corresponde a 50% da quantidade de material a pedir, mais o estoque mínimo. Estoque máximo: maior quantidade de material que o restaurante deverá ter para garantir o preparo das refeições até chegar o próximo lote de entrega de materiais. Estoque Quais as diferenças entre o desperdício de alimentos por restos e sobras? a) Os restos são excedentes de produção e as sobras são geradas pelos clientes. b) Os restos são gerados pelos clientes, que deixam comida no prato, e as sobras são geradas por excedente de produção da cozinha. c) Os restos podem ser reaproveitados e as sobras não. d) Os restos são gerados por porcionamento inadequado, e as sobras são geradas pelos clientes. e) Os restos e sobras são provenientes do excedente de produção da cozinha. Interatividade Quais as diferenças entre o desperdício de alimentos por restos e sobras? a) Os restos são excedentes de produção e as sobras são geradas pelos clientes. b) Os restos são gerados pelos clientes, que deixam comida no prato, e as sobras são geradas por excedente de produção da cozinha. c) Os restos podem ser reaproveitados e as sobrasnão. d) Os restos são gerados por porcionamento inadequado, e as sobras são geradas pelos clientes. e) Os restos e sobras são provenientes do excedente de produção da cozinha. Resposta Atualmente, muito se fala de sustentabilidade na área de alimentação e consequentemente na área da gastronomia. Afinal, o que é sustentabilidade nos dias de hoje? Sustentabilidade no cardápio Sabemos que os restaurante comerciais e institucionais são responsáveis por: impulsionar parte do mercado produtor de alimentos, ditar regras e modismos alimentares, apoiar os indivíduos em decisões alimentares mais adequadas ou não, valorizar os recursos alimentares, regionais ou não. Sustentabilidade no cardápio Sabemos também que estes mesmos restaurantes: utilizam grande quantidade de água; utilizam grande quantidade de energia elétrica; produzem grande quantidade de lixo orgânico; produzem grande quantidade de lixo que poderia ser reciclado. Sustentabilidade no cardápio Afinal, o que a sustentabilidade tem a ver com esses pontos? Primeiro: sustentabilidade significa conseguir suprir as necessidades das gerações presentes sem comprometer as gerações futuras. Sustentabilidade no cardápio Quando o conceito de sustentabilidade está aplicado ao ato de se alimentar, ele pode ter diferentes significados: apoiar a produção de alimentos locais e regionais que não utilizem agrotóxicos, garantir a soberania alimentar por meio do cultivo de plantas típicas e locais, preferir alimentos in natura a alimentos ultraprocessados (utilizam mais recursos naturais em sua produção e geralmente não são saudáveis), estimular hábitos alimentares saudáveis, por meio de preparações culinárias que resgatem nossa cultura alimentar, evitar desperdício de alimentos, entre outros. Sustentabilidade no cardápio Garantir a sustentabilidade na elaboração de um cardápio é também pensar nos resíduos que você irá produzir, sendo assim, você deverá priorizar alimentos que dispensem embalagens e, quando houver embalagens, que essas sejam recicláveis. Sustentabilidade no cardápio Ações de sustentabilidade em um restaurante: prever, na cozinha, um mecanismo de separação dos resíduos orgânicos e recicláveis; ter controle da liberação de resíduos para a rede pública de esgotos, se possível, ter meios de fazer reúso de água, utilizar produtos de limpeza que sejam biodegradáveis; preparar refeições que priorizem alimentos in natura, de produção local e orgânica. Sustentabilidade no cardápio Como construir um cardápio sustentável? Quando você criar uma preparação culinária que fará parte do seu cardápio, pense: na origem do alimento, nos equipamentos e materiais que serão utilizados no preparo, nas embalagens que serão servidas, no volume de lixo que será gerado (cascas, bagaços, sementes), tente aproveitar integralmente o alimento! Sustentabilidade no cardápio Coloque em prática tudo o que você aprendeu nessa disciplina! A partir de agora você deverá ter em mente que o cardápio é apenas uma pequena parte de todo o sistema alimentar, que começa desde a produção dos alimentos e vai até o consumo destes. Sustentabilidade no cardápio Qual seria a melhor definição de sustentabilidade aplicada no planejamento de um cardápio? a) Incluir no cardápio alimentos regionais, de agricultura local e orgânica, e que utilizem práticas ambientais sustentáveis em sua produção. b) Incluir alimentos processados e ultraprocessados no cardápio. c) Incluir alimentos de agricultura convencional, que utiliza agrotóxicos e polui o meio ambiente. d) Incluir alimentos de todos os tipos, sem identificar a origem do produto. e) Incluir somente alimentos com embalagens plásticas e fechadas, que são mais seguras. Interatividade Qual seria a melhor definição de sustentabilidade aplicada no planejamento de um cardápio? a) Incluir no cardápio alimentos regionais, de agricultura local e orgânica, e que utilizem práticas ambientais sustentáveis em sua produção. b) Incluir alimentos processados e ultraprocessados no cardápio. c) Incluir alimentos de agricultura convencional, que utiliza agrotóxicos e polui o meio ambiente. d) Incluir alimentos de todos os tipos, sem identificar a origem do produto. e) Incluir somente alimentos com embalagens plásticas e fechadas, que são mais seguras. Resposta ATÉ A PRÓXIMA!