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Mapas de Biofísica Faculdade de Ciências Mêdicas - UPE Disciplina de Biofísica André Sales Professora Marcela Moura BioeletrogêneseBiofísica demembrana Difusão simples Ativo - contra o gradiente - gasto de energia Passivo - a favor do gradiente Potencial de ação Difusão facilitada de sódio e potássio Tipos de proteína de transporte Uniporte Simporte Antiporte Potencial de repouso Capacidade das células vivas de gerar potencial elétrico Membrana Plasmática - geradora de potencial elétrico Para que serve ? Contrações musculares Liberação de neurotransmissores Secreção de substâncias neuroendócrinas Tipos de transportes de membrana A saída do K+, por difusão, deixa o meio intracelular com cargas negativas acumuladas. 1. 2. A saída do K+ faz o meio intracelular negativo, atraindo assim o íon de volta pela força elétrica. 3. Movimento do íon é considerado nulo. FORÇA DE DIFUSÃO FORÇA ELÉTRICA EM RELAÇÃO AO POTÁSSIO - membrana altamente permeável ao íonGRADIENTE DE CONCENTRAÇÃO Canal de sódio fechado Porque o potencial de membrana em repouso é negativo? permeabilidade muito superior do íon potássio em relação aos demais ÍONS, TORNANDO O POTENCIAL NEGATIVO. 0 - potencial em repouso Entre 0 e 1 - estímulo acima do limiar 1 - Disparo - abertura dos canais de Na+ Entre 1 e 2 - Despolarização 2 - Inativação dos canais de Na+ e abertura dos canais de K+ Entre 2 e 3 - Repolarização 3 - Hiperpolarização - fechamento dos canais de potássio 4 - restauração André Sales FCM - UPE Física das Radiações Partícula beta Partícula alfa Radiação gama RAIOS X PAPEL AÇO CONCRETO CAPACIDADE DE PENETRAÇÃO Elementos de núcleos instáveis emitem radiação + instabilidade z>83 + chance de transmutação Emissão de energia sob forma de radiação para gerar estabilidade Radiação Radiação Radiação Raios X Decaimento Não possui carga Pequeno poder de ionização Transição isomérica Tc Tc 9999m Tipos de radiação Não ionizante - Não possuem energia para arrancar elétrons Ionizante - Possui energia para arrancar elétrons dos átomos ao qual interage Particulada - alfa e beta Não particulada - raios gama e raios x André Sales FCM - UPE Alto poder de penetração Energia emitida da eletrosfera Não possuem carga nem massa Tipos Raios - X Caracterítisco Raios - X de freamento Detida por chumbo - aprox. 5 cm Transição de elétrons na eletrosfera Desaceleração de partículas carregadas Ejetadas durante a transformação do núcleo Tipos de carga: emissão de eletrons (-) emissão de pósitrons (+) Raios - X na medicina aplicações Confirmar ou diferenciar doenças clínicas Determinar a extensão da lesão óssea Detectar tumores e metástases Tratamento clínico x cirúrgico Auxilio para diagnósticos obscuros Acompanhamento da resolução da doença Adição de uma unidade ao n° atôMICO (z + 1) - eLÉTRON REDUÇÃO DE UMA UNIDADE AO N° ATôMICO (Z - 1) - PÓSITRON Poder médio de penetrância Baixo poder de penetrância Núcleo pesado semelhante ao He Alto poder de ionização Z - REDUÇÃO DE 2 UNIDADES (Z -2) A - REDUÇÃO DE 4 UNIDADES (A - 4) 4 2XZ A A-4 Z-2 YExcesso de nêutrons - emissão de antineutrinos Excesso de prótons - emissão de neutrinos Processo de formação de um elemento em outro, de comportamento químico diferente Meia vida profissionais sem proteção adequada Radiação e cosméticos: brilho da radiação usado como produto de beleza Área médica: experimentos científicos e testes laboratoriais sem proteção adequada Efeitos biológicos da radiação Efeitos e agravamentos Químicos - radicais livres - rearranjo de íons - formação de novas substâncias Físicos - absorção de energia - pode provocar quebra de ligações - desencadear efeitos químicos BIOLÓGICOS - Aberrações cromossômicas - Morte celular - Restauração ou não dependendo do grau de infecção ORGÂNICOS - Doenças como o câncer - acometimento de órgãos - Agravamento hereditário os Fatores de influência podem ser diversos como: - Nível de exposição - Intervalo de tempo - Textura orgânica - Radiossensibilidade -Danos celulares Observações relevantes e variáveis: - Reversibilidade celular - não ocorre Transmissibilidade dos danos - Variabilidade - Sexo - Estado físico USO INDUSTRIAIS INDEVIDOS E PRECEDENTES Conceitos Classificações TRANSFERÊNCIA LINEAR DE ENERGIA (LET): Quantidade de energia transferida durante a trajetória de um determinado material (dE/dX) Valor da dose e tipo de resposta Estocástico: - Associado a baixas doses e/ou fracionadas - Possui período de latência - Sem dose definida DOença comum: LEUCEMIA Nível alto: partículas Alfa, Fissões nucleares e nêutrons livres Alterações morfológicas severas Determinístico: - associado a Altas doses - lesões severas - Com dose definida - acometimento Total ou Parcial doença comum: CATARATA .............................. .. nível Baixo: Raios X, Gama, Beta/posítrons as Doses baixas(câncer) e elevadas(morte celular) ... .. ... .. A Eficiência Biológica Relativa (rbe): mede a influência da qualidade de um tipo de radiação na produção de efeitos radiobiológicos Ela depende da dose de radiação, da taxa de dose, do fracionamento da dose e da idade da pessoa exposta. .... Tempo de manifestação Imediato: PODE SER GERADO EM MINUTOS ATÉ SEMANAS DETERMINÍSTICO DOENÇA COMUM: RADIODERMITE TARDIO: DOSES MODERADAS PODE SER GERADO EM ANOS OU DÉCADAS ESTOCÁSTICO DOÊNÇA COMUM: CÂNCER ............ tIPO DE DANO ............... sOMáTICO - células somáticas - não acumulativo genético - células germinativas - afeta a geração André Sales FCM - UPE DEFINIÇÕES PRINCÍP IOS FATORES LEGISLAÇÃO COMISSÃO NACIONAL DE ENERGIA NUCLEAR - CNEN: NN-3.03: Certificação da qualidade de supervisores de radioproteção Normas CNEN NN - 3.01 -> Diretrizes Básicas da Radioproteção RADIOPROTEÇÃO Proteção da natureza Proteção do indíviduo Proteção e minimização dos efeitos da radiação DISTÂNCIATEMPO Blindagem Incidentes radiológicos Não utilização de EPI's tERRORISMO aCIDENTES RADIOLÓGICOS fALHAS HUMANAS ... ... ... . .. .. .. ..... cATÁSTROFES...... NE-3.02: Serviços de radioproteção NN-3.05: Requisitos de radioproteção e segurança para serviços de medicina nuclear AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA - ANVISA: Portaria 453/98 Resolução RDC no 330/2019 Regulação de exposição dos profissionais e do público Estabelecimento de requisitos sanitários Dose = Tempo de exposição x Taxa de dose - Controle das horas trabalhadas André Sales FCM - UPE Hi/Hf = df²/di² Dose é inversa ao quadrado da distância - Solução ACESSÍVEL E BARATA Contenção por material Depende da fonte radioativa CSR - pela metade CDR - por décimos jUSTIFICAÇÃO Prevenir eventos Estocásticos o uso de radiação deve ser justificado Benefícios: - sociedade - economia - saúde Permitido: área médica indústria - principalmente energética Não permitido: - fins lúdicos - treinamentos - adornos - pesquisas* - exames clínicos* Otimização limitação Prevenção de acidentes Otimização das práticas: - tamanho da dose - N° de pessoas expostas - Probabilidade de acidente construções, usinas e projetos de equipamentos obs* exceções para casos clínicos ALARA: "a mais baixa possível"" - parâmetros sociais e econômicos são levados em consideração - Menor radiação com qualidade nos resultados Prevenir efeitos determinísticos Obrigação da ANVISA: Minimização de falhas e ocorrências de acidentes Nenhum trabalhador deve ser exposto a doses acimas das permitidas pela CNEN e pela ANVISA Tipos de doses: - equivalentes - efetivas - absorvidas CENTRIFUGAÇÃO PRINCÍPIOS PROCESSO PARA SEPARAR OU CONCENTRAR MATERIAIS SUSPENSOS EM UMA SOLUÇÃO AÇÃO DA GRAVIDADE SOBRE AS PARTÍCULAS PARTÍCULAS DE MASSAS DIFERENTES IRÃO SEMIDENTAR EM VELOCIDADE DIFERENTES FATORES DE INFLUÊNCIA SEDIMENTAÇÃO X CENTRIFUGAÇÃO TAMANHO E DENSIDADE VISCOSIDADE DO MEIO VELOCIDADE DO ROTOR TIPOS DE CENTRÍFUGABANCADA 17000 g 2 - 180 mL CLÍNICA 4600 g 0,2 - 75 mL SOBRENATANTE PRECIPITADO MICROCENTRÍFUGA 16.000 g 0,2 - 2 mL SUSPENSÃO AÇÃO EXCLUSIVA DA FORÇA GRAVITACIONAL FORÇA CENTRÍFUGA AÇÃO DA FORÇA CENTRÍFUGA ALTA VELOCIDADE 15000 g 20 - 500 mL ULTRACENTRÍFUGA 800000 g 10 - 60 mL CENTRIFUGAÇÃO DO SANGUE Força centrífuga (“g” ou RCF) RCF = 0,00001118 x raio x rpm2 RCF = força centrífuga relativa Raio = raio da centrífuga em centímetros Rpm = rotações por minuto ANDRÉ SALES FCM - UPE