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Trabalho Prático I - CIRCUITOS TRIFÁSICOS E CORREÇÃO DE FATOR DE POTÊNCIA

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as diferenças
entre as sequências de fases nas ligações do circuito.
Quando se trata de cargas equilibradas, as
defasagens são claramente vistas nas formas de
ondas obtidas através dos osciloscópios, e o processo
de verificação fica muito mais simples. Podendo
observar nitidamente os 120° para cada fase. Além
das diferenças de 30° para correntes de linha e fase
na conexão triângulo, e 30° para tensões de linha e
fase na conexão estrela.
Em relação à carga desequilibrada, percebe-se
que a defasagem depende do tipo da carga, indutiva
ou capacitiva. E um dos pontos mais importantes
observados é que a sequência de fases nesse circuito
tem extrema relevância, já que quando utilizado a
sequência positiva, as tensões possuem módulos
muito maiores do que na sequência negativa.
Os valores encontrados pelas simulações estavam
de acordo com o esperado, e validaram diversas
relações mostradas previamente. Além de que, por
envolver simulações tanto com fechamento em
estrela, como com fechamento em triângulo, foi
possível observar características específicas de cada
um.
O protagonismo da segunda parte é a correção do
fator de potência, tanto em série como em paralelo.
Vale lembrar que dois tipos de alimentação foram
propostos, o primeiro sendo uma fonte de
alimentação senoidal ideal e o segundo sendo uma
fonte de alimentação com distorção harmônica.
O processo da correção do fator de potência com
a adição de um capacitor em paralelo já havia sido
visto e estudado nas práticas anteriores, e percebeu
que cumpriu com o seu papel. Quando utilizando o
capacitor em série para tal correção, apesar de
apresentar formas de ondas satisfatórias, percebe-se
que as grandezas de tensões e correntes assumem
valores absurdos para os componentes, o que
provavelmente pode causar danos e riscos aos
dispositivos e às pessoas.
Com a mudança da fonte de alimentação senoidal
ideal para a fonte de alimentação com distorção
harmônica, percebe-se que não é possível atingir o
valor unitário de fator de potência com o capacitor
em paralelo, mas é possível encontrar a capacitância
que propõe seu valor máximo. Já para o capacitor
em série, ainda é possível atingir o valor unitário,
mas é de extrema importância verificar os riscos
dessa utilização.
As simulações em paralelo estavam conforme o
esperado e o previsto em práticas anteriores,
enquanto as simulações em série trouxeram
levantamentos importantes que serão de suma
importância para elaboração de circuitos futuros.
A partir das diversas análises de cada
experimento, conclui-se que a realização desse
relatório no modelo à distância torna-se muito mais
fácil, visto que pode-se colocar quaisquer valores
para os componentes, facilitando o processo
experimental. Caso fosse necessário a realização
prática, seria importante buscar por valores
comerciais.
É válido comentar que para o caso específico da
correção do fator de potência com capacitor em
série, cuidados maiores devem ser tomados, já que
foi observado uma grande elevação nos valores de
corrente e tensão do circuito, o que poderia
ocasionar eventuais problemas no regime presencial.
Conforme demonstrado durante todo o relatório,
todos os resultados simulados estavam de acordo
com os calculados, evidenciando que todo o
processo experimental ocorreu bem. Vale lembrar
que eventuais diferenças minimamente pequenas
podem surgir do processo de arredondamento tanto
manual, na parte dos cálculos, como virtual, na parte
das simulações no software. Por se tratar de
pequenas casas decimais, não prejudica nada o
entendimento das práticas.
Pode-se dizer que a realização desse relatório foi
concluída com sucesso, e que todo conhecimento
teórico e prático foi absorvido.
Referências
[1] Alexander CK, Sadiku MNO. Fundamentos de
Circuitos Elétricos. Quinta Edição. Porto Alegre:
AMGH, 2013.
[2] Material didático disponibilizado pelo professor
Carlos Andrey Maia durante as aulas.
[3] http://drb-m.org/3mve/10CircuitosRCserieecorre
caodofatordePotencia.pdf
ELE031 Laboratório de Circuitos Elétricos II - Turma L1 - Prof. Carlos Andrey Maia
Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG - Escola de Engenharia - Dep. de Engenharia Elétrica
Belo Horizonte - 13/12/2021
[4] https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/327725
4/mod_resource/content/0/DTMI_aula06_toleran
cia.pdf
[5] https://www.feis.unesp.br/Home/departamentos/e
ngenhariaeletrica/iei-deducao-do-fator-de-potenc
ia-na-presenca-de-harmonicas.pdf
[6] http://drb-m.org/av1/10CircuitosRCserieecorreca
odofatordePotencia.pdf
[7] http://lyceumonline.usf.edu.br/salavirtual/docum
entos/2092.pdf
https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/3277254/mod_resource/content/0/DTMI_aula06_tolerancia.pdf
https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/3277254/mod_resource/content/0/DTMI_aula06_tolerancia.pdf
https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/3277254/mod_resource/content/0/DTMI_aula06_tolerancia.pdf
https://www.feis.unesp.br/Home/departamentos/engenhariaeletrica/iei-deducao-do-fator-de-potencia-na-presenca-de-harmonicas.pdf
https://www.feis.unesp.br/Home/departamentos/engenhariaeletrica/iei-deducao-do-fator-de-potencia-na-presenca-de-harmonicas.pdf
https://www.feis.unesp.br/Home/departamentos/engenhariaeletrica/iei-deducao-do-fator-de-potencia-na-presenca-de-harmonicas.pdf
http://drb-m.org/av1/10CircuitosRCserieecorrecaodofatordePotencia.pdf
http://drb-m.org/av1/10CircuitosRCserieecorrecaodofatordePotencia.pdf