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PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAES 
INSTITUTO POLITÉCNICO 
 
 
 
 
 
CURSO: ENGENHARIA ELETRÔNICA E DE 
TELECOMUNICAÇÃO 
 
 
 
 
 
 
 
LABORATÓRIO DE CIRCUITOS 
ELÉTRICOS 
 
 
 
 
Apostila para orientação das aulas de Laboratório de Circuitos Elétricos 
 
 
 
 
 
 
Professores Organizadores 
Euler Nício Cerqueira Lima 
Flávio Macedo Cunha 
 Maria Luisa Grossi Vieira Santos 
Eudes Weber Porto 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
AGOSTO DE 2014 (Última Revisão) 
 
 2 
CONTEÚDO 
 
 
 
 
APRESENTAÇÃO 
 
NORMAS DE UTILIZAÇÃO DO LABORATÓRIO 
 
BLOCO 1 – CONCEITOS BÁSICOS E ANÁLISE DE CIRCUITOS EM CC: LEIS E TEOREMAS 
 
Unidade 1: Apresentação do Laboratório, Instrumentos de Medição, Fontes, Normas de Segurança 
Unidade 2: Verificação Experimental das Leis de Kirchhoff em CC 
Unidade 3: Análise Nodal e Análise de Malhas 
Unidade 4: Teoremas de Thèvenin, de Norton e de Máxima Transferência de Potência 
 
BLOCO 2 – ANÁLISE TRANSITÓRIA EM CC 
 
Unidade 1: Transitório em Circuitos RL e RC Série 
Unidade 2: Transitório em Circuitos RLC Série 
 
BLOCO 3 – ANÁLISE DE CIRCUITOS EM CA 
 
Unidade 1: Circuito Excitado com Fonte Alternada Senoidal – Análise da Forma de Onda Senoidal 
Unidade 2: Verificação Experimental das Leis de Kirchhoff em CA 
 
BLOCO 4 – CIRCUITOS RL, RC, RLC E MEDIÇÃO DE POTÊNCIA EM CA 
 
Unidade 1: Circuitos RL Série em CA 
Unidade 2: Circuitos RC Série em CA 
Unidade 3: Circuitos RLC Série em CA - Ressonância 
Unidade 4: Medição de Potência e Correção do Fator de Potência 
 
BLOCO 5 – CIRCUITOS TRIFÁSICOS 
 
Unidade 1: Circuitos Trifásicos Equilibrados em Conexões Estrela e Triângulo 
Unidade 2: Circuitos Trifásicos Desequilibrados em Conexão Estrela 
 
 
 
Correspondência com as disciplinas teóricas de Análise de Circuitos: 
Circuitos Elétricos I – corresponde aos Blocos 1 e 2; 
Circuitos Elétricos II – corresponde aos Blocos 3, 4 e 5. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 3 
APRESENTAÇÃO 
 
1. OBJETIVOS GERAIS DA DISCIPLINA 
Aprofundar os conceitos de circuitos elétricos aplicando-os em situações práticas, mediante 
realizações de experiências em laboratório. Para tanto, utiliza-se tanto de recursos computacionais 
(simulações nos softwares EWB e MATLAB) quanto de ensaios de circuitos em bancadas. A análise 
crítica dos resultados obtidos é essencial em cada fase das atividades envolvidas. 
 
2. DESENVOLVIMENTO DAS AULAS 
As aulas serão realizadas em grupos (de 3 alunos preferencialmente) que desenvolverão as seguintes 
etapas: 
- efetuar os cálculos pertinentes; 
- simular o circuito; 
- montar o circuito proposto a partir dos dados obtidos na simulação, efetuando as medições; 
- avaliar os resultados obtidos com base na teoria em estudo e nos resultados esperados. 
 
3. ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO 
Ao final de cada aula, os estudantes deverão apresentar um relatório da prática realizada, o qual deve 
conter os seguintes tópicos, conforme previsto no guia de aulas: 
- Circuito proposto para experimentação com indicação dos esquemas e equipamentos de medição. 
- Memória de cálculo relativa a cada prática realizada. 
- Tabela indicando resultados de cálculo, simulação e medições realizadas. 
- Análise de Resultados (discutir os procedimentos adotados e analisar os resultados). 
 
4. AVALIAÇÃO DA DISCIPLINA 
- Relatórios no guia de aulas e participação do estudante nas aulas (envolvimento com as 
atividades durante as aulas, organização do laboratório, pontualidade e desempenho) - 20 pontos. 
- 1ª Prova (Blocos 1 e 2) - individual - 40 pontos. 
- 2ª Prova (Blocos 3, 4 e 5) - individual - 40 pontos. 
- Prova de Reavaliação (Blocos 1, 2, 3, 4 e 5) - individual - 40 pontos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 4 
NORMAS DE UTILIZAÇÃO DO LABORATÓRIO 
 
1. Não é permitida a transferência de equipamentos, instrumentos e materiais entre 
laboratórios. 
Em caso de inviabilidade de realização de uma atividade prática por falta de material, 
poderá ser feito uso de material pertencente a outro laboratório desde que o mesmo esteja 
disponível e seja devolvido ao laboratório de origem tão logo seja liberado. 
O professor deverá registrar o fato no Livro de Ocorrências do laboratório de origem. 
 
2. Qualquer equipamento com problema deve ser deixado em cima da mesa do professor, o 
qual deve anotar no Livro de Ocorrências o problema apresentado, para que o técnico 
possa solucioná-lo. 
 
3. As montagens deverão ser feitas de forma clara e cuidadosa de modo a evitar acidentes 
pessoais e danos aos equipamentos. Confira as ligações elétricas e a adequação dos 
equipamentos, instrumentos e dispositivos usados na montagem. 
 
4. As montagens somente deverão ser energizadas após a conferência e autorização do 
professor, no horário de aula. 
 
5. Após a realização das práticas todos os materiais e equipamentos deverão ser guardados em 
seus respectivos locais de origem, inclusive os cabos que devem ser separados por cor e 
tamanho. 
 
6. Pastas, mochilas, ou quaisquer outros materiais, não deverão ser colocados sobre as 
bancadas. Condicione os seus objetos em um local apropriado indicado pelo professor. 
 
7. Cuide para que o laboratório e seu acervo não sejam danificados ou destruídos. Tem sido 
comum práticas como escrever/rabiscar em bancadas, cadeiras e paredes; uso inadequado 
de cadeiras, reclinando-as e forçando seus pés e mesmo usando-as como meio de 
locomoção de forma sistemática, no caso daquelas que possuem rodízios. 
 
8. Não coma, beba ou fume no laboratório. 
 
9. É terminantemente proibida a instalação ou remoção de programas bem como alterar as 
configurações dos computadores. Apenas o corpo técnico do suporte de informática poderá 
fazê-lo. 
 
10. Venha para o laboratório preparado para a atividade a realizar. Isto ajuda a reduzir erros e 
procedimentos desnecessários. 
 
11. Use roupa adequada evitando o uso de camiseta cavada, bermuda e short. Relógios, cordões 
e anéis devem ser removidos para evitar conexões metálicas. Eles também podem desfazer 
uma ligação quando você menos espera. 
 
12. Se existir qualquer dúvida, pergunte ao professor ou responsável pelo laboratório. Não tente 
adivinhar! 
 
13. Lembre que a eletricidade é um bom empregado, mas um péssimo patrão! 
 
 
 5 
B1 - U1: Apresentação do Laboratório, Instrumentos de Medição, 
 Fontes, Normas de Segurança 
 
I. INTRODUÇÃO 
A disciplina Laboratório de Circuitos Elétricos I tem por objetivo estudar os conceitos de circuitos 
elétricos aplicados em situações práticas. Utilizam-se montagens em bancadas e recursos 
computacionais. Os circuitos elétricos usados neste laboratório utilizam componentes básicos de 
circuitos e protótipos tendo em vista aplicá-los em problemas típicos da engenharia elétrica. Esta 
apostila deve ser utilizada como um roteiro para as aulas no laboratório, porém não apresenta a teoria 
relativa a cada tema em estudo, uma vez que os assuntos são plenamente abordados no livro texto 
usado na disciplina teórica. O texto da aula deixa em aberto diversos pontos para que o estudante 
desenvolva sua atividade com mais autonomia e criatividade, visando abordá-las como um problema 
de engenharia. 
 
II. PRÁTICA 
2.1 – Normas de segurança 
No laboratório de circuitos elétricos o estudante trabalha com circuitos energizados com tensão que 
pode atingir até 220V eficaz. Para tanto deverão ser observadas as seguintes normas de segurança: 
- antes de iniciar a montagem do circuito verifique que a bancada deverá estar desligada; 
- montar o circuito usando cabos de cores diferentes para circuito de corrente e circuito de tensão; 
- nunca ligar o circuito sem que o professor tenha conferido e autorizado sua energização; 
- não tocar nas partes vivas do circuito; 
- ao concluir a experimentação, desligue o circuito, desfaça as ligações e coloque os instrumentos e 
dispositivos nos locais específicos; 
- analisarsempre a ordem de grandeza dos parâmetros a serem medidos de modo a aplicar 
adequadamente os equipamentos. 
 
2.2 – Instrumentos de medidas 
Para cada instrumento indicado descrever: função, escalas, forma de ligação no circuito: 
 
- amperímetro 
 
 
 
 
- voltímetro 
 
 
 
 
- wattímetro 
 
 
 
 
- cossifímetro 
 
 
 
- multímetro 
 
 6 
2.3 – Bancadas 
Realizar as medições de tensões nas bancadas seguindo orientações do professor: 
 
Tensões FF Tensões FN 
AB AN 
BC BN 
CA CN 
 
2.4 – Variador de tensão ca 
Ligar o variador de tensão e medir a tensão de saída. Fazer um desenho esquemático do aparelho e 
comentar seu princípio de funcionamento. 
 
 
 
 
 
 
 
2.5 – Fonte cc 
Analisar a operação da fonte cc e realizar medições de tensão e de corrente, considerando as fontes 
em paralelo, em série e independentes. 
 
 
 
 
 
 
 
2.6 – Gerador de sinal 
Analisar a operação do gerador de sinal: formas de onda, faixa de freqüência, amplitude de tensão. 
 
 
 
 
 
 
 
2.7 – Osciloscópio 
Analisar os principais parâmetros de controle do osciloscópio. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 7 
B1 - U2: Verificação Experimental das Leis de Kirchhoff em CC 
 
I. DISCUSSÃO DO TEMA PROPOSTO 
Nesta unidade serão analisadas a Lei das Tensões de Kirchhoff (LTK) e a Lei das Correntes de 
Kirchhoff (LCK). Este tema será abordado em circuitos de corrente contínua, e será utilizado, 
juntamente com a lei de ohm, para se obter o valor da resistência interna de um indutor. 
Adicionalmente pode-se observar como o indutor se comporta frente a uma fonte contínua, em 
regime permanente. 
 
II. DESENVOLVIMENTO PRÁTICO 
1. Utilizando resistores de 100 e 50, uma bobina, a fonte de tensão contínua e um 
voltímetro, montar o circuito abaixo e medir a tensão na bobina (ordem de grandeza de 5 V). 
 
 
2. Utilizando o valor de tensão medido anteriormente, calcular o valor da resistência interna da 
bobina. 
 
 
 
 
 
 
 
3. No novo circuito proposto a seguir, calcular a corrente que circula na bobina, utilizando para 
representá-la o valor da resistência Rbobina calculada. 
 Circuito 2: Divisor de Corrente 
 
 
4. Montar o circuito acima proposto, medindo a corrente que circula na bobina, comparando 
com o valor calculado. 
 
 
 
 8 
5. Utilizando a lei das tensões de Kirchhoff, determinar o valor da tensão aplicada na bobina. 
 
 
 
 
 
6. Montar o circuito acima e medir a tensão Vx, comparando com o valor calculado. 
 
 
III. ANÁLISE DE RESULTADOS 
1. Verificar a Lei das Tensões de Kirchhoff no circuito 1, utilizando o valor de Rbobina 
calculado. 
 
 
 
2. Verificar a Lei das Correntes de Kirchhoff no circuito 2. 
 
 
 
3. Como a bobina se comporta quando o circuito é excitado por uma fonte contínua? Se a 
bobina não tivesse resistência interna, fosse um indutor puro, como ela se comportaria? 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 9 
B1 - U3: Análise Nodal e Análise de Malhas 
 
I. DISCUSSÃO DO TEMA PROPOSTO 
Nesta unidade serão analisadas duas técnicas poderosas de análise de circuitos que facilitam a 
solução de circuitos mais complexos, quando comparadas com a utilização apenas das leis de 
Kirchhoff e lei de Ohm, quais sejam: o método das tensões de nó e o método das correntes de 
malha. 
 
II. DESENVOLVIMENTO PRÁTICO 
1. Utilizando análise de nós, obtenha as equações necessárias para encontrar Va e Vb no 
circuito abaixo. Coloque as equações na forma matricial. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
2. Resolva as equações acima, utilizando o MatLab. 
 
 
 
 
 
3. Agora, utilizando análise de malhas, obtenha as equações necessárias para calcular i1, i2 e i3 
do mesmo circuito, na forma matricial. 
 
 
 
 
 
 
4. Utilizando o MatLab, obtenha os valores de i1, i2 e i3. 
 
 
 
 
5. Utilizando o módulo 3, montar o circuito e medir Va , Vb, i1, i2 e i3. 
 
R2=100Ω R3=270Ω 
R4=47Ω 
R5=100Ω V1=20V 
R1=270Ω 
V2=15V 
Va Vb 
 
 10 
6. Preencha a tabela abaixo e compare os resultados. 
 
Dados Va Vb i1 i2 i3 
Calculados 
Medidos 
 
III. ANÁLISE DE RESULTADOS 
 
1. Com os valores de Va e Vb é possível obter as tensões e correntes em todos os elementos do 
circuito? Se sim, obtenha. 
 
 
 
 
 
 
 
2. E com os valores de i1, i2 e i3 é possível? Como? 
 
 
 
 
 
 
 
3. O método das tensões nodais utiliza a lei das ________________ (correntes ou tensões) de 
Kirchhoff para escrever as equações e obter as tensões em nós. Já o método das correntes de 
malha utiliza a lei das _________________ (correntes ou tensões) de Kirchhoff para obter as 
equações necessárias para determinar as correntes de malha. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 11 
B1 – U4: Theoremas de Thévenin, de Norton e de Máxima 
Transferência de Potência 
 
I. DISCUSSÃO DO TEMA PROPOSTO 
Obter o equivalente de Thévenin ou de Norton de um circuito é extremamente útil quando 
estamos preocupados apenas com o que acontece em um certo par de terminais. Esses circuitos 
são bem mais simples que o circuito original, e apresentam o mesmo comportamento que o 
original do ponto de vista de um par específico de terminais. Nesta unidade o aluno irá obter o 
circuito equivalente de Thévenin de um circuito desconhecido, variando a carga conectada em 
seus terminais. 
 
II. DESENVOLVIMENTO PRÁTICO 
1. Utilizando o módulo 4, o qual deve ter sido previamente ligado pelo professor e deve estar 
devidamente “tampado”, alimentar o módulo com 25 V c.c., conectar uma carga R1=100Ω, 
como mostrado na figura abaixo, e medir a tensão a que ela fica submetida. VR1 = 
___________V 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
2. Em seguida, retire o resistor de 100 Ω e conecte a 2ª carga ao circuito (R2 = 250Ω), 
mantendo a mesma tensão da fonte. Medir a tensão na carga. VR2 = ___________V 
 
3. Com as medições obtidas anteriormente, obter o equivalente de Thévenin. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Carga 1 
R1=100Ω V=25V 
 
 
Módulo 4 
 
 12 
4. Utilizando o Thévenin obtido anteriormente, qual o valor esperado de tensão se um resistor 
de carga igual a 47 Ω for conectado ao módulo 4? 
 
 
 
 
 
5. Conecte o resistor e meça a tensão a que ele fica submetido, comparando com o resultado 
obtido anteriormente. VR47 = ___________V 
 
 
 
 
6. Utilizando o módulo 4, medir o valor da tensão de circuito aberto, ou seja, o valor da tensão 
de Thévenin e comparar com o dado obtido no item 3. VTH = ________V 
 
 
 
 
7. Substituir a fonte de tensão por um curto circuito e medir com o ohmímetro a resistência de 
Thévenin. Comparar com o dado obtido no item 3. RTH = _______ Ω 
 
 
 
 
 
 
III. ANÁLISE DE RESULTADOS 
1. Com as medições realizadas nos itens 1 e 2 seria possível descobrir qual o circuito elétrico 
exato representado pelo módulo 4? 
 
 
 
 
2. Determinar o circuito equivalente de Norton a partir do circuito equivalente de Thévenin. 
 
 
 
 
 
 
3. Qual a vantagem de se utilizar os equivalentes de Thévenin e Norton na análise de circuitos 
elétricos? 
 
 
 
 
4. Analisar qual é a condição para se obter máxima transferência de potência para uma carga. 
 
 
 
 13 
B2 – U1: Transitório em Circuitos RC e RL Série 
 
I. DISCUSSÃO DO TEMA PROPOSTO 
Nesta unidade serão analisados o comportamento de circuitos denominados de 1ª ordem, RL e 
RC série, excitados por uma fonte de tensão contínua, no estado transitório. Define-se estado 
transitório como o intervalo de tempo a partir do instante em que o circuito é energizado até 
entrar em regime permanente. O objetivo é analisar o comportamento da corrente, que irá variar 
até se estabilizar, relacionando o seu comportamento com o comportamento do indutor e 
capacitor presentes no circuito. 
 
II. DESENVOLVIMENTO PRÁTICO 
1. Circuito RC série excitado com funçãodegrau unitário. 
 
 Aplicando a lei das tensões de Kirchhoff, tem-se: 
 
t
dtti
C
tRiV
0
)(
1
)( 
 onde V = u(t), é uma função degrau unitário. 
 A solução da equação anterior é dada por: 
 RC
t
e
R
V
ti

)( 
 onde RC é a constante de tempo do circuito (τ). 
 
Analisar a corrente i(t) acima para as seguintes situações: 
i(t) para t = 0 
i(t) para t  
Traçar a curva genérica de i(t) x t . 
 
 
 
 
 
 
 
a) Simular um circuito de 1ª ordem RC série, utilizando um resistor de 1000 Ω, um capacitor de 
1μF, o gerador de sinal e o osciloscópio, medindo as formas de onda da tensão da fonte e da 
corrente. Para simular a função degrau utilizar uma onda quadrada. 
 
Calcular τ para o circuito proposto. 
 
 
 
 
 14 
A freqüência da onda quadrada deve ser ajustada de forma que se possa observar o transitório na 
tela do osciloscópio. Dessa forma, utilizar um valor de freqüência tal que o transitório seja 
superado em cada ½ período da onda, ou seja, T =10 τ, uma vez que o regime permanente é 
atingido após 5 constantes de tempo. 
 
 
 
 
 
b) Efetuar as medições do valor máximo da corrente e tempo de duração do transitório. 
 
 
 
 
 
 
2. Circuito RL série excitado com função degrau unitário. 
 
 
Aplicando a lei das tensões de Kirchhoff, tem-se: 
 
dt
tdi
LtRiV
)(
)(  
 onde V = u(t), é uma função degrau unitário. 
 A solução da equação acima é dada por: 
 
)(
)(
ti
L
R
e
R
V
R
V
ti

 
 onde L/R é a constante de tempo do circuito (τ). 
 
Analisar a corrente i(t) acima para as seguintes situações: 
i(t) para t = 0 
i(t) para t  
Traçar a curva genérica de i(t) x t . 
 
 
 
 
a) Simular um circuito de 1ª ordem RL série, utilizando um resistor de 1000 Ω, um indutor de 
32mH, o gerador de sinal e o osciloscópio. Para simular a função degrau, assim como no 
circuito RC, utilizar uma onda quadrada com freqüência adequada. 
 
Calcular τ para o circuito proposto. 
 
 
 15 
b) Efetuar as medições do valor máximo da corrente e tempo de duração do transitório. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
III. ANÁLISE DE RESULTADOS 
 
1. Porque utilizar T = 10τ? Interpretar o significado da constante de tempo. 
 
 
 
 
2. Porque utilizar onda quadrada para esta análise? 
 
 
 
 
3. Qual a razão pela qual podemos obter a forma de onda da corrente do circuito mediante 
análise da forma de onda da tensão no resistor? 
 
 
 
 
4. Para os circuitos RL e RC, qual o tempo de duração do transitório e quais são os fatores que 
interferem neste tempo? 
 
 
 
 
5. O que acontece se aumentarmos a freqüência do sinal da onda quadrada? 
 
 
 
 
6. Como o capacitor e o indutor se comportam em regime permanente? 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 16 
B2 – U2: Transitório em Circuito RLC Série 
 
I. DISCUSSÃO DO TEMA PROPOSTO 
Nesta unidade serão analisados o comportamento do circuito denominado de 2ª ordem, RLC 
série, excitado por uma fonte de tensão contínua, no estado transitório. O objetivo é analisar o 
comportamento da corrente em 3 condições de amortecimento, quais sejam, superamortecido, 
amortecimento crítico e subamortecido. 
 
II. DESENVOLVIMENTO PRÁTICO 
Circuito RLC série excitado com função degrau unitário. 
 Aplicando a lei das tensões de Kirchhoff, tem-se: 
 
t
dtti
Cdt
tdi
LtRiV
0
)(
1)(
)( 
 onde V = u(t), é uma função degrau unitário. 
 
Diferenciando a equação acima, obtém-se: 
 
0)(
1)()(
2
2
 ti
Cdt
tdi
R
dt
tid
L 
 
A solução da equação acima tem por raízes: 
 
 s1 = α + β 
 s2 = α – β 
 
 onde: 
 
 LR 2/ é a razão de amortecimento do circuito 
    LCLR /12/ 2  refere-se à freqüência de oscilação (rad/s) 
 
 Verificam-se 3 casos, ou seja, 3 condições de amortecimento: 
 
 - Caso 1: Superamortecido 
 
    LCLR /12/ 2 raízes reais e distintas 
 
A solução é dada por: 
 
  ttt ececeti   21)( 
 
 17 
 - Caso 2: Amortecimento Crítico 
 
    LCLR /12/ 2 raízes reais e iguais 
 
 A solução é dada por: 
 
  tcceti t 21)( 
 
 
 - Caso 3: Subamortecido 
 
    LCLR /12/ 2 raízes complexas conjugadas 
 
 A solução é dada por: 
 
  tsenctceti t  21 cos)(  
 
 
a) Determinar os valores do resistor para se obter um circuito de 2ª ordem RLC série, nas 3 
condições de amortecimento, utilizando um indutor de 32 mH e um capacitor de 1μF. 
 
Valores de R (Ω) Condição de Amortecimento 
 Amortecimento Crítico 
 Superamortecido 
 Subamortecido 
 
 
 
 
 
 
b) Para cada caso, simular o circuito no EWB, utilizando o gerador de sinal e o osciloscópio, 
medindo as formas de onda da tensão da fonte e da corrente. Para simular a função degrau 
utilizar uma onda quadrada, com freqüência adequada. 
 
 
 
 
 
 
 
c) Efetuar as medições do valor máximo da corrente e tempo de duração do transitório. 
 
Condição de 
Amortecimento 
Freqüência 
da onda 
Valor de Pico 
de i(t) 
Tempo de duração 
do transitório 
Amortecimento Crítico 
Superamortecido 
Subamortecido 
 
 
 18 
d) Traçar a curva genérica de i(t) x t. 
 
 
 
 
 
 
 
 
e) Montar o circuito utilizando os instrumentos e componentes do laboratório e efetuar as 
medições. 
 
 
III. ANÁLISE DE RESULTADOS 
1. Comparar o tempo de amortecimento para os 3 casos citados anteriormente. Identificar os 
fatores que interferem no tempo de duração do transitório. 
 
 
 
 
2. O que acontece com o máximo valor da corrente i(t) no circuito à medida que o valor da 
resistência R diminui, partindo da condição de superamortecimento para a de 
subamortecimento? Qual o efeito dessa diminuição da resistência sobre o tempo necessário 
para o circuito RLC atingir o estado de regime permanente? 
 
 
 
 
 
3. Destacar situações aplicadas ao controle de sistemas com as quais este estudo apresenta 
similaridade. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 19 
B3 – U1: Circuito Excitado com Fonte Alternada Senoidal - Análise da 
Forma de Onda Senoidal 
 
I. DISCUSSÃO DO TEMA PROPOSTO 
Nesta unidade será estudado a forma de onda senoidal de tensão e de corrente em circuitos 
resistivos puros, RL e RC, no estado estacionário, considerando os seguintes parâmetros: valor 
máximo, valor eficaz, freqüência, período e defasagem entre tensão e corrente. 
 
II. DESENVOLVIMENTO PRÁTICO 
1. Utilizando os elementos disponíveis no laboratório, propor os seguintes circuitos para serem 
analisados: 
1.1 Circuito resistivo puro 
1.2 Circuito RL série 
1.3 Circuito RC série 
 
2. Simular no EWB cada um dos circuitos indicados no item anterior, utilizando uma fonte de 
tensão alternada senoidal dada por v(t) = 141,42cos(377t) e o osciloscópio para medir a 
forma de onda da tensão aplicada (canal A), analisando: 
a) Forma de onda da tensão aplicada ao circuito no canal A: medir a sua amplitude e o seu 
período: V =__________ e T =___________. 
- A qual valor se refere a amplitude medida, máximo ou eficaz? ____________. 
- Qual a freqüência da onda de tensão aplicada? ______________. 
- Como o próprio nome diz uma fonte alternada é chamada assim pois seus valores alternam, 
ou seja, variam com o passar do tempo. Sendo assim, se ligarmos um voltímetro em paralelo 
com a fonte de tensão que leitura ele indicará? __________. 
 
b) Forma de onda da corrente total do circuito no canal B (explicar como podemos obter a forma 
de onda da corrente): 
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________ 
 
Circuito resistivo: 
 Com o osciloscópio, medir a amplitude da corrente e o seu período: 
 I =__________ e T =___________. 
- Qual a freqüência da onda de corrente? Comparar com a freqüência da onda de tensão 
aplicada. 
 
 
 
- A tensão da fonte e acorrente estão em fase ou defasadas? Caso elas estejam defasadas, a 
tensão está adiantada ou atrasada da corrente? Calcular o defasamento entre elas utilizando o 
osciloscópio. 
 
 
 
c) Usar amperímetros e voltímetros para medir a tensão da fonte e a corrente total do circuito. 
 
 
 
 20 
d) Faça uma tabela contendo os valores máximos e eficazes da tensão da fonte e da corrente 
total. 
 
 Valor máximo Valor eficaz 
Tensão de Fonte (V) 
Corrente Total (A) 
 
e) Altere a freqüência da fonte, o que ocorre com o valor da corrente, porquê? 
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________ 
 
 
Circuito RL série: I =__________ e T =___________. 
- Qual a freqüência da onda de corrente? Comparar com a freqüência da onda de tensão 
aplicada. 
 
 
 
- A tensão da fonte e a corrente estão em fase ou defasadas? Caso elas estejam defasadas, a 
tensão está adiantada ou atrasada da corrente? Calcular o defasamento entre elas utilizando o 
osciloscópio. 
 
 
 
 
 
f) Usar amperímetros e voltímetros para medir a tensão da fonte e a corrente total do circuito. 
 
 
g) Faça uma tabela contendo os valores máximos e eficazes da tensão da fonte e da corrente 
total. 
 
 Valor máximo Valor eficaz 
Tensão de Fonte (V) 
Corrente Total (A) 
 
h) Altere a freqüência da fonte, o que ocorre com o módulo da corrente, porquê? 
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________ 
 
 
Circuito RC série: I =__________ e T =___________. 
- Qual a freqüência da onda de corrente? Comparar com a freqüência da onda de tensão 
aplicada. 
 
 
 
 
 21 
- A tensão da fonte e a corrente estão em fase ou defasadas? Caso elas estejam defasadas, a 
tensão está adiantada ou atrasada da corrente? Calcular o defasamento entre elas utilizando o 
osciloscópio. 
 
 
 
 
i) Usar amperímetros e voltímetros para medir a tensão da fonte e a corrente total do circuito. 
 
 
j) Faça uma tabela contendo os valores máximos e eficazes da tensão da fonte e da corrente 
total. 
 
 Valor máximo Valor eficaz 
Tensão de Fonte (V) 
Corrente Total (A) 
 
k) Altere a freqüência da fonte, o que ocorre com o valor da corrente, porquê? 
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________ 
 
3. Escolha um dos circuitos do item 1 para verificação prática na bancada, utilizando o varivolt, 
amperímetros e voltímetros. 
 
 
 
 
 
III. ANÁLISE DE RESULTADOS 
1. Os amperímetros e voltímetros nos fornecem qual valor da grandeza medida (eficaz, 
máximo, médio ou instantâneo)? 
 
 
 
2. Qual o valor médio de uma forma de onda senoidal? 
 
 
 
3. Defina o que é o valor eficaz. Em uma forma de onda senoidal, qual a relação entre o valor 
máximo e o eficaz? 
 
 
 
4. Em alguns circuitos simulados, a tensão e a corrente estavam defasadas. O que significa este 
termo? 
 
 
 
 
 22 
5. Quando aumentamos a freqüência da fonte houve um comportamento distinto entre os 3 
circuitos analisados: 
a) Resistivo puro: A corrente __________________________ (não alterou, aumentou ou 
diminuiu?) 
b) RL série: A corrente ________________________________. 
c) RC série: A corrente ________________________________. 
 
Este fato está associado ao que chamamos impedância do circuito. Desta forma podemos concluir 
que a impedância de um resistor é ______________________ freqüência, a impedância de um 
indutor é ______________________ freqüência e a impedância de um capacitor é 
______________________ freqüência (independente, inversamente proporcionas,diretamente 
proporcional). 
 
6. Calcule a impedância de cada circuito proposto e desenhe o diagrama (triângulo) de 
impedâncias respectivo. O que representa o ângulo da impedância? 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 23 
B3 – U2: Verificação Experimental das Leis de Kirchhoff em CA 
 
I. DISCUSSÃO DO TEMA PROPOSTO 
Nesta unidade serão analisadas a Lei das Tensões de Kirchhoff (LTK) e a Lei das Correntes de 
Kirchhoff (LCK). Este tema será abordado em circuitos de corrente alternada, envolvendo 
simulação no EWB, representação e montagem de diagrama elétrico de circuito para medição de 
corrente e tensão, cálculo e análise de resultados. 
 
II. DESENVOLVIMENTO PRÁTICO 
1. Desenhar o diagrama de um circuito elétrico com os respectivos instrumentos de medição 
(amperímetros e voltímetros), composto por um resistor de 50  em série com uma bobina 
(L = 0,2 H e Rint = 11,5 Ω) a qual está em paralelo com um capacitor de 20 μF. A fonte de 
tensão alternada é de 100 V (rms). 
 
 
 
 
 
 
 
 
2. Simular o circuito no EWB, analisando a ordem de grandeza da tensão da fonte, tensão em 
cada elemento, corrente total e corrente em cada elemento. 
 
3. Verificar as leis da tensão e corrente de Kirchhoff. 
 
 
 
 
 
4. Calcular as tensões e correntes em todos os elementos do circuito. 
 
 
 
 
 
5. Montar na bancada o circuito proposto, utilizando o varivolt, amperímetros e voltímetros. 
 
 
6. Realizar as medições fazendo uma tabela de dados com os valores simulados, medidos e 
calculados. 
 
 
 
III. ANÁLISE DE RESULTADOS 
Avalie a aplicação das leis de Kirchhoff em corrente alternada. 
 
 
 
 
 
 24 
B4 – U1: Circuitos RL Série em CA 
 
I. DISCUSSÃO DO TEMA PROPOSTO 
A associação de elementos em CA deve ser observada com atenção com relação à aplicação da 
Lei das Tensões de Kirchhoff e da Lei das Correntes de Kirchhoff. Nesta unidade serão 
observadas as características de um circuito CA série com carga RL, além de estudar potência 
ativa, reativa e fator de potência. Montar o circuito apresentado. Realizar as medições e anotar na 
tabela de dados apresentada. 
 
II. DESENVOLVIMENTO PRÁTICO 
Considere o circuito da figura 10, onde R = 100 Ω e B: r = 11,5 Ω e L = 0,2 H. 
 
 
Figura 10: Circuito RL série 
 
Calcular: 
a) A corrente I; 
b) As queda de tensões nos elementos; 
c) As potências ativa, P, reativa, Q e aparente, S e o fator de potência. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fazer medições para cada situação apresentada: 
a) Bobina com núcleo de ar; 
b) Bobina com núcleo de Fe. 
c) Bobina com núcleo de FeSi. 
 
 
 25 
 Núcleo I(A) Vr(V) Vb(V) P(W) Q(Var) S(VA) FP 
Valores 
calculados 
ar 
Valores 
medidos 
ar 
Valores 
medidos 
Fe 
Valores 
medidos 
FeSi 
 
Após realizar as medições usando os núcleos de Fe e de FeSi na bobina, calcular o novo valor de L. 
 
 
 
d) Utilizando o osciloscópio, obter e desenhar as formas de onda da tensão da fonte e da 
“corrente”. Interpretar os resultados. 
 
 
 
 
 
III. ANÁLISE DOS RESULTADOS 
1. Traçar o diagrama fasorial de V X I e o triângulo de potência. 
 
 
 
 
 
 
2. Representar fasorialmente cerificando a LTK: V= Vr + Vb. 
 
 
 
 
 
 
 
3. Analisar a variação de L mediante uso do núcleo de Fe e de FeSi na bobina. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 26 
B4 – U2: Circuitos RC Série em CA 
 
I. DISCUSSÃO DO TEMA PROPOSTO 
A associação de elementos em CA deve ser observada com atenção com reação à aplicação da 
Lei das Tensões de Kirchhoff e da Lei das Correntes de Kirchhoff. Será realizado ainda o cálculo 
da capacitância (C) a partir de medições no circuito. Determinar as características de um circuito 
CA série com cargas RC. Estudar potência, fator de potência e as leis de Kirchhoff em CA. 
Montar o circuito apresentado. Realizar as medições e anotar na tabela de dados apresentada.II. DESENVOLVIMENTO PRÁTICO 
Considere o circuito da figura 11, onde R = 100 Ω e C = 10µF. 
 
Figura 11: Circuito RC série 
Calcular 
d) A corrente I; 
e) As queda de tensões nos elementos; 
f) As potências ativa, P, reativa, Q e aparente, S e o fator de potência. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 27 
Fazer as medições e completar a tabela abaixo: 
 
 I(A) Vr(V) Vc(V) P(W) Q(Var) S(VA) FP 
Valores 
calculados 
 
Valores 
medidos 
 
 
Utilizando o osciloscópio, obter e desenhar as formas de onda da tensão da fonte e da “corrente”. 
Interpretar os resultados. 
 
 
 
 
 
 
III. ANÁLISE DOS RESULTADOS 
1. Traçar o diagrama fasorial de V X I e o triângulo de potência. 
 
 
 
 
 
 
2. Representar fasorialmente certificando a LTK: V= Vr + Vc 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 28 
B4 – U3: Circuitos RLC Série em CA – Ressonância 
 
I. DISCUSSÃO DO TEMA PROPOSTO 
Na configuração RLC série em regime permanente, vamos analisar o comportamento do circuito 
considerando os seguintes aspectos: 1 – aplicação da LTK e da LCK; 2 – cálculo de potência e 
fator de potência do circuito; 3 – comportamento do circuito com variação da freqüência; 4 – 
ressonância. A ressonância pode ser obtida mediante alteração dos seguintes parâmetros (em 
conjunto ou isoladamente): freqüência da fonte, capacitância, indutância. A indutância será 
alterada mediante variação do núcleo magnético (materiais usados FeSi e ferro) da bobina. 
Vamos avaliar o efeito destes núcleos no comportamento do circuito, comparando valores 
previstos em cálculo com valores obtidos nas medidas realizadas. 
 
 
II. DESENVOLVIMENTO PRÁTICO 
 
Considere o circuito RLC série abaixo: 
 
 R = 100 Bobina Bobina 
 
 
 
 
 10F 
 
 
 
 
 
No circuito série a impedância é: Z = R + j XL – j Xc 
 
Na condição de ressonância, temos: 
- a corrente está em fase com a tensão; 
- o circuito é puramente resistivo; 
- a corrente e a potência ativa têm valor máximo; 
- o fator de potência é 1; 
- XL = Xc. 
 
Seqüência para desenvolvimento da parte prática: 
 
1. Desenhar o circuito indicando os seguintes instrumentos: voltímetro para medir tensão total 
e em cada componente, amperímetro, wattímetro para medir potência ativa total, 
cossifímetro. 
 
 
 
 
 
 
 
 
Varivolt 
 
 
100 V rms 
60Hz 
 
 
 29 
2. Calcular os seguintes parâmetros para o circuito apresentado: Z, I, P, FP. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
3. Simular o circuito para medir V e I. 
4. Montar o circuito com os instrumentos de medidas indicados no item 1. 
5. Preencher a tabela abaixo: 
 
Dados V I P FP 
Calculados 
Simulados 
Medidos 
 
6. Alterar o valor da indutância (experimentalmente) usando núcleo de FeSi para obter a 
condição de ressonância mantendo a tensão original. Quais parâmetros serão considerados 
como referência para obter ressonância? Medir os valores de I, P e FP. 
 
 
 
 
 
 
 
 
7. Repetir os mesmos procedimentos aplicados no item 7, usando núcleo de Fe. 
 
 
 
 
 
 
 
8. Calcular os parâmetros do circuito acima na condição de ressonância: novo valor de: XL, L, 
Z, I, P e FP. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 30 
III. ANÁLISE DOS RESULTADOS 
1. Fazer uma tabela de dados para os resultados encontrados nos itens 6, 7, 8 do 
desenvolvimento prático. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
2. Compare os valores dos parâmetros obtidos nos itens 6, 7 e 8. 
 
 
 
 
 
 
 
 
3. Representar o circuito equivalente para a condição de ressonância para cada situação 
apresentada nos itens 6, 7 e 8. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
4. Avaliar o motivo pelo qual os resultados são diferentes: trata-se de uma questão de leitura e 
margem de erro dos instrumentos bem como de valores dos componentes ou há algum 
parâmetro a mais a ser considerado? 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 31 
B4 – U4: Medição de Potência e Correção do Fator de Potência 
 
I. DISCUSSÃO DO TEMA PROPOSTO 
Nesta unidade serão efetuados os cálculos das potências ativa, reativa e aparente de um circuito 
indutivo, assim como de seu fator de potência. 
 
II. DESENVOLVIMENTO PRÁTICO 
1. Desenhar o diagrama de um circuito elétrico com os respectivos instrumentos de medição 
(amperímetro, voltímetro, wattímetro, varímetro e cossifímetro), composto por uma carga 
indutiva formada por um resistor de 100  em série com uma bobina (L = 0,2 H e Rint = 11,5 
Ω). A fonte de tensão alternada é de 100 V (rms). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
2. Calcular a corrente total, as potências aparente, ativa, reativa e o fator de potência do 
circuito. Desenhar o triângulo de potências. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
3. O fator de potência do circuito está baixo, isto é, menor que 0,92 indutivo. Calcular o valor 
do capacitor a ser acrescentado ao circuito para corrigir o fator de potência para 0,92 
indutivo. Como este capacitor deve ser conectado ao circuito? Porquê? Checar se os valores 
de capacitor disponíveis no laboratório atendem a sua necessidade, senão utilizar um valor 
aproximado. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 32 
4. Para o circuito com o capacitor calcular a corrente total, a corrente na carga indutiva, 
acorrente no capacitor, as potências aparente, ativa e reativa totais. Desenhar o triângulo de 
potências e o diagrama fasorial das correntes. 
 
 
 
 
 
 
 
 
5. Montar na bancada o circuito proposto, primeiramente sem o capacitor, utilizando o varivolt, 
amperímetro para medir a corrente total e voltímetro para medir a tensão na carga indutiva, 
wattímetro para medir potência ativa total, cossifímetro e varímetro para medir potência 
reativa total. 
6. Em seguida acrescentar o capacitor e realizar as medições anteriores, além de medir as 
correntes na carga e no capacitor. 
7. Realizar as medições fazendo uma tabela de dados com os valores medidos e calculados, 
com e sem o capacitor. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
III. ANÁLISE DE RESULTADOS 
1. Comparar os resultados obtidos com e sem o capacitor e fazer uma análise. 
 
 
 
 
 
2. Observe o valor da potência ativa antes e depois da colocação do capacitor. O mesmo 
ocorreria se o capacitor fosse inserido em série com a carga? 
 
 
 
 
 
 
3. Observe o valor da corrente antes e depois da instalação do capacitor. Relacione a 
modificação no valor da mesma com a melhor utilização da energia elétrica. 
 
 
 
 
 
 33 
B5 – U1: Circuitos Trifásicos Equilibrados em Conexões Estrela e 
Triângulo 
 
1. OBJETIVOS 
Nesta unidade será estudado o comportamento, montagem e medição de um circuito trifásico 
equilibrado em conexão estrela e triângulo. 
 
2. CIRCUITO PARA EXPERIMENTAÇÃO 
2.1. Utilizando os componentes disponíveis no laboratório, propor um sistema trifásico 
equilibrado com a carga conectada em Y e em Δ, observando a limitação de corrente de 
linha (máximo de 5A). 
 
Ligação em Estrela: 
 
A 
 Za 
 
B Neutro 
 Zb 
 
C 
 Zc 
 
Ligação em Triângulo: 
 
 I fase 
A 
 I linha Zac 
 
B 
 Zab 
 
C 
 Zbc 
 
 
2.2. Simular o circuito estrela (com e sem o neutro) no computador avaliando a ordem de 
grandeza. Devem ser avaliadas as correntes de linha, de fase, a corrente de neutro e as 
tensões de linha e de fase. 
 
 
2.3. Efetuaros cálculos para as correntes de linha e de fase (nas 3 fases), corrente de neutro, 
potência ativa monofásica, potência ativa trifásica e fator de potência. Considere que a 
tensão de fase da fonte é VAN = 1270° V (rms), sequência positiva (sequência abc). 
 
 
2.4. Montar o circuito na bancada, realizando medições das correntes de linha e de fase, da 
corrente de neutro, das tensões de linha e de fase, do FP e da potência monofásica. 
 
 
 34 
2.5. Fazer uma tabela de dados com os dados calculados, simulados e medidos. 
Tabela de Dados – carga Y 
Grandeza Vlinha (V) Vfase (V) Ia (A) Ib (A) Ic (A) In (A) P (W) P3 (W) FP 
Valor calculado 
Valor simulado 
Valor medido 
 
2.6. Simular o circuito em triângulo no computador avaliando a ordem de grandeza. Devem ser 
avaliadas as correntes de linha, de fase, e as tensões de linha e de fase. 
 
2.7. Efetuar os cálculos para as correntes de linha e de fase (nas 3 fases), potência ativa 
monofásica, potência ativa trifásica e fator de potência. Considere que a tensão de fase da 
fonte é VAN = 1270° V (rms), sequência positiva (sequência abc). 
 
 
 
 
 
2.8. Montar o circuito na bancada, realizando medições das correntes de linha e de fase, das 
tensões de linha e de fase, do FP e da potência monofásica. 
 
2.9. Fazer uma tabela de dados com os dados calculados, simulados e medidos. 
 
Tabela de Dados – carga Δ 
Grandeza Vcarga (V) Ia (A) Ib (A) Ic (A) Iab (A) Ibc (A) Ica (A) Pfase (W) PTOTAL (W) FP 
Valor 
calculado 
 
Valor 
simulado 
 
Valor 
medido 
 
 
 
3. ANÁLISE DE RESULTADOS 
3.1. O que significa o termo equilibrado? 
 
 
3.2. O que acontece se desconectarmos o neutro em circuito equilibrado? Por quê? 
 
 
 
 
 35 
3.3. Considerando a carga em Y, comparar a tensão de linha com a tensão de fase; qual a relação 
entre elas? Qual a tensão aplicada em cada fase da carga? Defina tensão de linha e tensão de 
fase, considerando a carga 3. Desenhar o diagrama fasorial das tensões de linha e de fase, 
seqüências positiva e negativa. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
3.4. Relacionar a potência ativa monofásica e trifásica, analisando o resultado. 
 
 
 
3.5. Qual o FP da carga 3? 
 
 
 
 
 36 
3.6. Se conectarmos primeiramente uma carga em Y e depois uma em  à mesma fonte trifásica, 
qual ficará submetida a maior tensão? Supondo que a tensão da fonte é VAN = 2200° V 
(rms), qual será a tensão a que cada carga (Y e ) ficará submetida? 
 
 
 
3.7. Quando a carga é conectada em triângulo há a presença do neutro? 
 
 
3.8. Considerando a carga em triângulo, comparar a corrente de linha com a corrente de fase; 
qual a relação entre elas? Defina corrente de linha e corrente de fase. Desenhar o diagrama 
fasorial das correntes de linha e de fase, seqüências positiva (abc) e negativa (cba). 
 
 
 
 
 
 
 
3.9. Comparar as potências nas cargas equilibrada em Y e em Δ. 
 
 
 
 
 
 
 37 
B5 – U2: Circuitos Trifásicos Desequilibrados em Conexão Estrela 
 
1. OBJETIVOS 
Nesta unidade será estudado o comportamento, montagem e medição de um circuito trifásico 
desequilibrado em conexão estrela, com e sem o neutro. 
 
2. CIRCUITO PARA EXPERIMENTAÇÃO 
2.1. Utilizando os componentes disponíveis no laboratório, propor um sistema trifásico 
desequilibrado com a carga conectada em Y, observando a limitação de corrente de linha 
(máximo de 5A). 
 
Ligação em Estrela: 
 
A 
 Za 
 
B Neutro 
 Zb 
 
C 
 Zc 
 
 
2.2. Simular o circuito com e sem o neutro, seqüência positiva e negativa, avaliando a ordem de 
grandeza. Devem ser avaliadas as correntes de linha, a corrente de neutro, as tensões de linha 
e de fase na carga trifásica. 
 
 
2.3. Para o neutro conectado, efetuar os cálculos para as correntes de linha (nas 3 fases), corrente 
de neutro, potências ativas monofásicas, potência ativa trifásica e fator de potência. 
Considere que a tensão de fase da fonte é VAN = 1270° V (rms), sequência positiva (abc) e 
seqüência negativa (cba). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 38 
2.4. Para o neutro desconectado, efetuar os cálculos para as correntes de linha (nas 3 fases), 
potências ativas monofásicas, potência ativa trifásica e fator de potência. Calcular a tensão 
aplicada em cada fase. Considere que a tensão de fase da fonte é VAN = 1270° V (rms), 
sequência positiva (abc) e seqüência negativa (cba). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
2.5. Montar o circuito na bancada, realizar medições com e sem o neutro das correntes de linha, 
da corrente de neutro, das tensões de linha e de fase, e da potência trifásica. 
 
Tabela de Dados – Seqüência ABC com neutro 
Grandeza Vlinha (V) Vfase (V) Ia (A) Ib (A) Ic (A) In (A) PA (W) PB (W) PC (W) 
Valor calculado 
Valor simulado 
Valor medido 
 
Tabela de Dados – Seqüência CBA com neutro 
Grandeza Vlinha (V) Vfase (V) Ia (A) Ib (A) Ic (A) In (A) PA (W) PB (W) PC (W) 
Valor calculado 
Valor simulado 
Valor medido 
 
Tabela de Dados – Seqüência ABC sem o neutro 
Grandeza Vao (V) Vbo (V) Vco (V) Von (V) Ia (A) Ib (A) Ic (A) PA (W) PB (W) PC (W) 
Valor calculado 
Valor simulado 
Valor medido 
 
Tabela de Dados – Seqüência CBA sem o neutro 
 Grandeza Vao (V) Vbo (V) Vco (V) Von (V) Ia (A) Ib (A) Ic (A) PA (W) PA (W) PC (W) 
Valor calculado 
Valor simulado 
Valor medido 
 
 
 39 
3. ANÁLISE DE RESULTADOS 
3.1. O que significa o termo desequilibrado? 
 
 
3.2. O que acontece se desconectarmos o neutro? Por quê? 
 
 
3.3. Com o neutro conectado: Comparar a tensão de linha com a tensão de fase; podemos obter 
alguma relação entre elas? Qual a tensão aplicada em cada fase da carga? 
 
 
3.4. Com o neutro desconectado: Comparar a tensão de linha com a tensão de fase; podemos 
obter alguma relação entre elas? Qual a tensão aplicada em cada fase da carga? 
 
 
3.5. Relacionar as potências ativas monofásicas e trifásica, analisando o resultado. 
 
 
3.6. Como podemos interpretar o FP da carga 3 desequilibrada? 
 
 
3.7. Há relevância em conhecermos como o sistema se comporta nas duas seqüências de fase? 
Por quê?