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Direito Tributário questões

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Questões resolvidas

De acordo com a Constituição da República Federativa do Brasil, os impostos extraordinários:
a) são de competência da União e só podem ser instituídos em caso de guerra externa, interna ou sua iminência;

De acordo com a Constituição da República Federativa do Brasil, os impostos extraordinários:
b) são de competência da União e podem ter fato gerador próprio de tributos de competência das demais pessoas políticas de direito público interno;

De acordo com a Constituição da República Federativa do Brasil, os impostos extraordinários:
c) podem ser exigidos nos casos de calamidade pública, guerra externa ou sua iminência;

Com relação à competência tributária, assinale a afirmativa correta.
a) Permite que uma pessoa jurídica de direito público delegue a outra a atribuição de executar leis em matéria tributária, conforme a legislação.

Com relação à competência tributária, assinale a afirmativa correta.
c) Representa o poder que é outorgado pela Constituição Federal para a criação de tributos a todos os entes administrativos de direito público.

Com relação à competência tributária, assinale a afirmativa correta.
d) Admite a delegação da administração dos tributos, porém não confere ao delegatário as garantias e privilégios do poder delegante.

De acordo com a Constituição da República Federativa do Brasil, os impostos extraordinários:
a) são de competência da União e só podem ser instituídos em caso de guerra externa, interna ou sua iminência;
b) são de competência da União e podem ter fato gerador próprio de tributos de competência das demais pessoas políticas de direito público interno;
c) podem ser exigidos nos casos de calamidade pública, guerra externa ou sua iminência;
d) devem ser instituídos por meio de lei complementar;
e) deverão ter a sua cobrança suprimida imediatamente, quando cessadas as causas de sua criação.

Com relação à competência tributária, assinale a afirmativa correta.
a) Permite que uma pessoa jurídica de direito público delegue a outra a atribuição de executar leis em matéria tributária, conforme a legislação.
b) Significa que todos os entes políticos que compõem a Federação estão dotados de competência legislativa plena.
c) Representa o poder que é outorgado pela Constituição Federal para a criação de tributos a todos os entes administrativos de direito público.
d) Admite a delegação da administração dos tributos, porém não confere ao delegatário as garantias e privilégios do poder delegante.
e) Autoriza que pessoa jurídica de direito público possa exercer, em caráter residual, a competência conferida a outrem que, entretanto, não a exerce.

Com referência à competência tributária, assinale a afirmativa correta.
a) Limita-se à esfera legislativa e é plena para todos os entes políticos.
b) É plena nas esferas legislativa, administrativa e de julgar para todos os entes políticos.
c) à União cabe a competência tributária plena, sendo limitada para Estados e Municípios.
d) No caso da União, está restrita à possibilidade de editar normas gerais de direito tributário.
e) Aos Estados e Municípios cabe a competência plena na esfera legislativa.

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Questões resolvidas

De acordo com a Constituição da República Federativa do Brasil, os impostos extraordinários:
a) são de competência da União e só podem ser instituídos em caso de guerra externa, interna ou sua iminência;

De acordo com a Constituição da República Federativa do Brasil, os impostos extraordinários:
b) são de competência da União e podem ter fato gerador próprio de tributos de competência das demais pessoas políticas de direito público interno;

De acordo com a Constituição da República Federativa do Brasil, os impostos extraordinários:
c) podem ser exigidos nos casos de calamidade pública, guerra externa ou sua iminência;

Com relação à competência tributária, assinale a afirmativa correta.
a) Permite que uma pessoa jurídica de direito público delegue a outra a atribuição de executar leis em matéria tributária, conforme a legislação.

Com relação à competência tributária, assinale a afirmativa correta.
c) Representa o poder que é outorgado pela Constituição Federal para a criação de tributos a todos os entes administrativos de direito público.

Com relação à competência tributária, assinale a afirmativa correta.
d) Admite a delegação da administração dos tributos, porém não confere ao delegatário as garantias e privilégios do poder delegante.

De acordo com a Constituição da República Federativa do Brasil, os impostos extraordinários:
a) são de competência da União e só podem ser instituídos em caso de guerra externa, interna ou sua iminência;
b) são de competência da União e podem ter fato gerador próprio de tributos de competência das demais pessoas políticas de direito público interno;
c) podem ser exigidos nos casos de calamidade pública, guerra externa ou sua iminência;
d) devem ser instituídos por meio de lei complementar;
e) deverão ter a sua cobrança suprimida imediatamente, quando cessadas as causas de sua criação.

Com relação à competência tributária, assinale a afirmativa correta.
a) Permite que uma pessoa jurídica de direito público delegue a outra a atribuição de executar leis em matéria tributária, conforme a legislação.
b) Significa que todos os entes políticos que compõem a Federação estão dotados de competência legislativa plena.
c) Representa o poder que é outorgado pela Constituição Federal para a criação de tributos a todos os entes administrativos de direito público.
d) Admite a delegação da administração dos tributos, porém não confere ao delegatário as garantias e privilégios do poder delegante.
e) Autoriza que pessoa jurídica de direito público possa exercer, em caráter residual, a competência conferida a outrem que, entretanto, não a exerce.

Com referência à competência tributária, assinale a afirmativa correta.
a) Limita-se à esfera legislativa e é plena para todos os entes políticos.
b) É plena nas esferas legislativa, administrativa e de julgar para todos os entes políticos.
c) à União cabe a competência tributária plena, sendo limitada para Estados e Municípios.
d) No caso da União, está restrita à possibilidade de editar normas gerais de direito tributário.
e) Aos Estados e Municípios cabe a competência plena na esfera legislativa.

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176 QUESTÕES 
 
TEMAS DAS QUESTÕES: 
• COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA 
• CONHECIMENTOS BÁSICOS PARA O ESTUDO DOS IMPOSTOS 
• IMPOSTOS DE COMPETÊNCIA DA UNIÃO 
• IMPOSTOS DE COMPETÊNCIA DOS ESTADOS E DF 
• IMPOSTOS DE COMPETÊNCIA DOS MUNICÍPIOS 
• REPARTIÇÃO DAS RECEITAS TRIBUTÁRIAS 
 
 
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MÓDULO 04 – 54 QUESTÕES 
TEMAS DAS QUESTÕES: 
• COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA 
• CONHECIMENTOS BÁSICOS PARA O ESTUDO DOS IMPOSTOS 
• IMPOSTOS DE COMPETÊNCIA DA UNIÃO 
http://www.julison.com.br/
MÓDULO 04 
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1 - QUESTÕES FGV 
Q.01 (FGV/ISS-Cuiabá/2016) 
A atual Constituição Federal instituiu competências 
tributárias comuns, privativas e residuais. Sobre a 
atribuição de competência definida pela 
Constituição Federal de 1988, assinale a afirmativa 
correta. 
a) Os Municípios são competentes para instituir o 
imposto sobre transmissão “causa mortis” e 
doação, de quaisquer bens ou direitos. 
b) A União, os Estados, o Distrito Federal e os 
Municípios têm competência comum para instituir 
contribuição de intervenção no domínio econômico. 
c) Apenas os Estados e o Distrito Federal têm 
competência para a instituição de contribuição de 
melhoria, decorrente de obra pública. 
d) Os Estados têm competência para instituir 
imposto incidente sobre a prestação de transporte 
interestadual e intermunicipal. 
e) Os Estados e o Distrito Federal podem instituir 
impostos não previstos na Constituição Federal de 
1988, desde que sejam não cumulativos e não 
tenham fato gerador ou base de cálculo próprios 
dos discriminados na Constituição. 
 
Q.02 (FGV/Fiscal de Tributos-Niterói/2015) 
De acordo com a Constituição da República 
Federativa do Brasil, os impostos extraordinários: 
a) são de competência da União e só podem ser 
instituídos em caso de guerra externa, interna ou 
sua iminência; 
b) são de competência da União e podem ter fato 
gerador próprio de tributos de competência das 
demais pessoas políticas de direito público interno; 
c) podem ser exigidos nos casos de calamidade 
pública, guerra externa ou sua iminência; 
d) devem ser instituídos por meio de lei 
complementar; 
e) deverão ter a sua cobrança suprimida 
imediatamente, quando cessadas as causas de sua 
criação. 
 
Q.03 (FGV/Pref. Recife-PE-Auditor do Tesouro 
Municipal/2014) 
Com relação à competência tributária, assinale a 
afirmativa correta. 
a) Permite que uma pessoa jurídica de direito 
público delegue a outra a atribuição de executar leis 
em matéria tributária, conforme a legislação. 
b) Significa que todos os entes políticos que 
compõem a Federação estão dotados de 
competência legislativa plena. 
c) Representa o poder que é outorgado pela 
Constituição Federal para a criação de tributos a 
todos os entes administrativos de direito público. 
d) Admite a delegação da administração dos 
tributos, porém não confere ao delegatário as 
garantias e privilégios do poder delegante. 
e) Autoriza que pessoa jurídica de direito público 
possa exercer, em caráter residual, a competência 
conferida a outrem que, entretanto, não a exerce 
 
Q.04 (FGV/AL-BA-Auditor/2014) 
Com referência à competência tributária, assinale a 
afirmativa correta. 
a) Limita-se à esfera legislativa e é plena para todos 
os entes políticos. 
b) É plena nas esferas legislativa, administrativa e 
de julgar para todos os entes políticos. 
c) à União cabe a competência tributária plena, 
sendo limitada para Estados e Municípios. 
d) No caso da União, está restrita à possibilidade de 
editar normas gerais de direito tributário. 
e) Aos Estados e Municípios cabe a competência 
plena na esfera legislativa. 
 
Q.05 (FGV/PGE-RO-Analista da Procuradoria/2015) 
Em nosso Sistema Tributário, a competência 
residual tributária pode ser exercida: 
a) pelo Distrito Federal, que pode instituir impostos 
e taxas próprios dos municípios; 
b) pelos Municípios, que podem criar novos 
tributos de interesse local, observando os 
princípios constitucionais da anterioridade de 
exercício e da legalidade; 
c) pelos Estados, que podem instituir contribuições 
que não tenham fato gerador e base de cálculo 
próprios dos discriminados na Constituição Federal; 
d) pela União, que, através de lei complementar, 
pode instituir impostos que não sejam cumulativos 
e não tenham fato gerador ou base de cálculo 
próprios dos discriminados na Constituição Federal; 
e) pelos Estados e Municípios, que podem instituir 
contribuições especiais, que não sejam cumulativas 
e tenham a receita destinada à manutenção dos 
serviços de regiões metropolitanas. 
 
 
 
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Q.06 (FGV/SEFAZ-MT-Auditor Fiscal/2014) 
Com relação ao Imposto sobre Grandes Fortunas 
(IGF), assinale a afirmativa correta. 
a) Pode ser instituído pela União, pelos Estados e 
pelos Municípios, no exercício de competência 
concorrente. 
b) Pode ser instituído pela União, mas, enquanto 
esta não o fizer, poderão instituí-lo os Estados, no 
exercício de competência supletiva. 
c) Pode ser instituído pela União, mas, enquanto 
esta não o fizer, poderão instituí-lo os Municípios, 
no exercício de competência supletiva. 
d) Pode ser instituído apenas pela União, por meio 
de lei complementar, inexistindo competência 
concorrente ou supletiva de qualquer outro ente 
público. 
e) Pode ser instituído apenas pela União, por meio 
de lei ordinária, inexistindo competência 
concorrente ou supletiva de qualquer outro ente 
público. 
 
Q.07 (FGV/PGM-Niterói-RJ-Procurador/2014) 
Para custear serviço de saúde em favor de seus 
servidores, o Município X institui, por lei ordinária, 
contribuição compulsória equivalente a um dia de 
remuneração dos funcionários públicos a seu 
serviço. A esse respeito, assinale a afirmativa 
correta. 
a) A lei municipal é inconstitucional, porque tal 
contribuição só poderia ser instituída por lei 
complementar. 
b) A lei municipal é constitucional, pois se insere no 
exercício da autonomia político-administrativa do 
Município. 
c) A lei municipal é inconstitucional, por violação à 
vedação de exigência de tributo com efeito 
confiscatório. 
d) A lei municipal é constitucional, pois compete ao 
Município instituir contribuição, cobrada de seus 
servidores, para o custeio, em benefício destes, do 
regime previdenciário próprio. 
e) A lei municipal é inconstitucional, porque só à 
União compete instituir contribuições sociais para 
custeio da seguridade social, que abrange os 
serviços de saúde. 
 
 
 
 
 
Q.08 (FGV/ISS-Cuiabá/2014) 
Com relação ao Imposto sobre Grandes Fortunas 
(IGF), assinale a afirmativa correta. 
a) Pode ser instituído pela União, pelos Estados e 
pelos Municípios, no exercício de competência 
concorrente. 
b) Pode ser instituídopela União, mas, enquanto 
esta não o fizer, poderão instituí-lo os Estados, no 
exercício de competência supletiva. 
c) Pode ser instituído pela União, mas, enquanto 
esta não o fizer, poderão instituí-lo os Municípios, 
no exercício de competência supletiva. 
d) Pode ser instituído apenas pela União, por meio 
de lei complementar, inexistindo competência 
concorrente ou supletiva de qualquer outro ente 
público. 
e) Pode ser instituído apenas pela União, por meio 
de lei ordinária, inexistindo competência 
concorrente ou supletiva de qualquer outro ente 
público. 
 
 
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2 - QUESTÕES CEBRASPE/CESPE 
Q.01 (CESPE/SEFAZ-RS-Auditor Fiscal/2019) 
Instituir contribuições previdenciárias de servidores 
públicos do Distrito Federal é competência 
exclusiva da União. 
 
Q.02 (CESPE/SEFAZ-RS-Auditor Fiscal/2019) 
Com relação à competência tributária dos entes 
federados, assinale a opção correta. 
a) O Distrito Federal e os municípios têm competência 
para instituir contribuições para o custeio de serviços 
de iluminação pública. 
b) Os estados federados e o Distrito Federal têm 
competência residual para legislar sobre empréstimos 
compulsórios. 
c) Os municípios, os estados federados, o Distrito 
Federal e a União têm competência concorrente para 
instituir contribuições sociais interventivas e de 
interesse das categorias profissionais. 
d) À União competem originariamente os impostos 
sobre doações de bens imóveis quando o donatário 
vier a ser beneficiado com os direitos reais em dois 
ou mais estados. 
e) Aos municípios e ao Distrito Federal competem os 
impostos incidentes sobre operações relativas à 
circulação de mercadorias com a mudança de 
titularidade. 
 
Q.03 (CESPE/SEFAZ-RS-Técnico Tributário/2018) 
A capacidade ativa de arrecadação tributária pode 
ser transferida a título precário a outras pessoas 
jurídicas de direito público. 
 
Q.04 (CESPE/CGM-João Pessoa/2018) 
Em relação à divisão das competências em matéria 
tributária, compete ao município instituir o IPTU, o 
ITBI e o ISSQN. 
 
Q.05 (CESPE/PGM-Manaus-Procurador/2018) 
Compete aos municípios instituir o ITCMD. 
 
Q.06 (CESPE/TCE-MG-Analista de Controle Externo/2018) 
Determinado município da Federação, ao instituir 
contribuição para o custeio do serviço de 
iluminação pública e contribuição de melhoria, 
decorrente de obra pública, exerce, 
respectivamente, 
 
a) competência residual e competência privativa. 
b) competência privativa e competência residual. 
c) competência comum e competência privativa. 
d) competência privativa e competência comum. 
e) competência comum e competência comum. 
 
Q.07 (CESPE/EBSERH-Analista Administrativo/2018) 
No caso de importação de produtos de bens 
estrangeiros industrializados, a base de cálculo do 
IPI equivale ao preço normal do produto, acrescido 
não só das taxas exigidas para a entrada do produto 
no país, mas também dos encargos cambiais 
efetivamente pagos pelo importador ou dele 
exigíveis. 
 
Q.08 (CESPE/PGM-João Pessoa-Procurador/2018) 
A Procuradoria-Geral do Município de João Pessoa 
foi consultada a respeito da possibilidade de se 
aumentar a receita orçamentária decorrente de 
imposto territorial rural. 
Em relação a essa situação hipotética e ao referido 
tributo, é correto afirmar que, de acordo com a 
Constituição Federal de 1988 (CF), o município 
a) deverá auferir a totalidade do produto de 
arrecadação, se optar por promover sua cobrança 
e fiscalização. 
b) não poderá realizar fiscalização e cobrança, uma 
vez que o imposto em questão é um tributo federal. 
c) poderá deferir ao Estado sua cobrança e 
fiscalização. 
d) poderá aumentar a alíquota por lei municipal. 
e) poderá instituir renúncia fiscal por meio de lei 
municipal. 
 
Q.09 (CESPE/EMAP-Analista Portuário/2018) 
Para a ocorrência do fato gerador do imposto sobre 
a importação de produtos estrangeiros, é 
necessário que o bem seja incorporado à economia 
interna. 
 
Q.10 (CESPE/MPE-RR-Promotor de Justiça/2017) 
Um imóvel localizado na área urbana de 
determinado município é utilizado por seu 
proprietário comprovadamente para o exercício 
exclusivo de atividades agrícola e pecuária. 
Nessa situação hipotética, 
a) é cabível apenas a cobrança do ITR, por expressa 
previsão legal, uma vez que o imóvel é utilizado em 
exploração agrícola e pecuária. 
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b) o IPTU e o ITR serão tributos devidos e cobrados 
cumulativamente, pois se referem a dois fatos 
geradores distintos: o IPTU será devido em razão 
da propriedade urbana; o ITR será devido pelo uso 
de imóvel em atividades agrícola e pecuária. 
c) embora sejam devidos, os dois tributos não 
poderão ser cobrados cumulativamente, pois 
ambos incidem sobre o mesmo bem, devendo ser 
aplicado o princípio da não cumulatividade: o 
contribuinte terá o direito de descontar do valor do 
IPTU devido o montante que for eventualmente 
pago a título de ITR. 
d) somente será cabível a cobrança do IPTU, uma 
vez que o critério aplicado pelo CTN é o da 
localização do imóvel, sendo irrelevante a 
destinação dada por seu proprietário. 
 
Q.11 (CESPE/PC-PE-Delegado/2016) 
O imposto sobre produtos industrializados (IPI), 
além de ser não cumulativo, será progressivo em 
função da essencialidade do produto. 
 
 
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3 - QUESTÕES FCC 
Q.01 (FCC/Prefeitura de Manaus-Assistente 
Técnico Fazendário/2019) 
A Constituição Federal outorga competência para as 
pessoas jurídicas de direito público interno 
instituírem impostos. De acordo com o texto 
constitucional e com a legislação tributária nacional 
em vigor, compete aos Municípios instituir 
impostos sobre 
a) a transmissão inter vivos, a qualquer título, 
inclusive por doação, de bens imóveis, por natureza 
ou acessão física, e de direitos reais sobre imóveis, 
exceto os de garantia, bem como cessão de direitos 
a sua aquisição. 
b) serviços de qualquer natureza, inclusive de 
transporte intramunicipal, definidos em lei 
complementar. 
c) a propriedade predial e territorial urbana e rural. 
d) a transmissão, a qualquer título, inclusive causa 
mortis, exclusivamente de bens imóveis, por 
natureza ou acessão física, e de direitos reais sobre 
imóveis, exceto os de garantia, bem como cessão 
de direitos a sua aquisição. 
e) serviços de qualquer natureza, inclusive de 
transporte intermunicipal, definidos em lei ordinária 
municipal específica. 
 
Q.02 (FCC/TRF 4ª Região-Técnico Judiciário/2019) 
A Constituição Federal de 1988 estabelece que o 
Brasil é uma república federativa formada pela 
união indissolúvel dos estados e municípios e do 
distrito federal, e na parte que trata DA 
TRIBUTAÇÃO E DO ORÇAMENTO, determina as 
competências tributárias da União, Estados, Distrito 
Federal e Municípios. 
Conforme a referida Constituição, são tributos que 
podem ser instituídos pela União: 
a) imposto sobre operações de crédito, 
contribuição de melhoria, contribuição para o 
custeio da iluminação pública e imposto sobre 
serviços. 
b) imposto sobre a renda, imposto sobre 
importação de produtos estrangeiros e imposto 
sobre grandes fortunas. 
c) contribuição de intervenção no domínio 
econômico, contribuição de melhoria, imposto 
sobre propriedades territoriais urbanas e taxa de 
fiscalização de portos e ferrovias. 
 
d) taxa de serviço de polícia de fronteira, 
contribuição previdenciária, imposto sobre a renda, 
e imposto sobre a propriedade de veículos 
automotores terrestres e aquáticos. 
e) taxa de expedição de certidões, taxa de vigilância 
sanitária, imposto sobre produtos industrializados 
destinados ao exterior e imposto sobre propriedade 
territorial urbana. 
 
Q.03 (FCC/Prefeitura de Manaus-TécnicoFazendário/2018) 
De acordo com a Constituição Federal, os 
Municípios têm competência para instituir, na 
forma da lei, 
a) contribuição para o custeio do serviço de 
iluminação pública. 
b) o ITBI, imposto que incide sobre a transmissão 
de quaisquer bens, a título oneroso. 
c) o IPVA, que incide sobre a propriedade de 
quaisquer veículos licenciados no Município. 
d) o IPTU, imposto que a incide sobre a propriedade 
e a transmissão de bens imóveis. 
e) o ITCMD, que incide sobre a transmissão de 
quaisquer bens ocorrida dentro dos limites 
municipais. 
 
Q.04 (FCC/ Assembleia Legistiva de SE - Analista 
Legislativo/2018) 
De acordo com a Constituição Federal, tanto os 
Estados como os Municípios brasileiros têm 
competência para instituir 
a) empréstimos compulsórios, condicionado a aval 
da União, Imposto sobre Serviços de Qualquer 
Natureza e contribuições sociais, de intervenção no 
domínio econômico e de interesse das categorias 
profissionais ou econômicas. 
b) o Imposto sobre a Propriedade Territorial e 
Predial Urbana, contribuição para o custeio do 
serviço de iluminação pública e taxas pela 
utilização, efetiva ou potencial, de serviços públicos 
específicos e divisíveis, prestados ao contribuinte 
ou postos a sua disposição. 
c) taxas, em razão do exercício do poder de polícia, 
contribuição de melhoria, decorrente de obras 
públicas, e contribuição cobrada de seus 
servidores, para o custeio, em benefício destes, do 
regime de previdência próprio, de caráter 
contributivo e solidário. 
d) tributos interestaduais e intermunicipais com a 
finalidade de limitar o tráfego de pessoas ou bens, 
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sempre que a segurança pública estiver ameaçada, 
podendo, na vigência de estado de emergência 
decorrente desta ameaça, serem instituídos e 
cobrados empréstimos compulsórios e 
contribuições de intervenção no domínio 
econômico. 
e) o Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e 
Doação, contribuição de melhoria, taxas em razão 
do exercício do poder de polícia e empréstimos 
compulsórios, condicionado a aval da União. 
 
 Q.05 (FCC/DPE-RS-Defensor Público do 
Estado/2018) 
Considerando-se as competências tributárias 
previstas na Constituição Federal, é autorizada 
a) à União a instituição de impostos sobre produtos 
industrializados. 
b) aos Estados e ao Distrito Federal a instituição de 
impostos sobre operações de câmbio. 
c) à União a instituição de impostos sobre a 
propriedade de veículos automotores. 
d) aos Municípios a instituição de impostos sobre 
circulação de mercadorias. 
e) aos Estados e ao Distrito Federal a instituição de 
imposto sobre grandes fortunas. 
 
Q.06 (FCC/CLDF-Procurador Legislativo/2018) 
O Código Tributário Nacional, no Título II do Livro 
Primeiro, trata da competência tributária. De acordo 
com estas regras, 
a) a competência dos Municípios para legislar 
concorrentemente sobre o IPVA, em razão da 
repartição de receita tributária deste imposto entre 
Estados e Municípios, alcança apenas os veículos 
de propriedade de pessoas naturais e jurídicas com 
domicílio nos referidos Municípios. 
b) a competência dos Municípios para legislar 
concorrentemente sobre o IPVA, em razão da 
repartição de receita tributária deste imposto entre 
Estados e Municípios, alcança apenas os veículos 
que efetivamente circulam no Município, durante 
mais de 181 dias por ano, demonstrando o uso 
concreto de vias públicas. 
c) a competência dos Municípios para legislar 
concorrentemente sobre o IPVA, em razão da 
repartição de receita tributária deste imposto entre 
Estados e Municípios, alcança apenas os veículos 
licenciados nos referidos Municípios. 
d) a competência para legislar sobre o ITR será dos 
Municípios, sempre que estes optarem por 
fiscalizar e cobrar este imposto, como estabelecido 
no inciso III do § 4o do art. 153 da Constituição 
Federal, desde que, com isso, não ocorra redução 
do valor do imposto ou qualquer outra forma de 
renúncia fiscal. 
e) o não exercício da competência tributária dos 
Municípios para instituir o ITBI não defere à União, 
nem aos Estados em que eles estão localizados, a 
competência para instituir o referido imposto. 
 
Q.07 (FCC/CLDF-Consultor Legislativo/2018) 
De acordo com a Constituição Federal, o Distrito 
Federal pode instituir tributos de competência tanto 
estadual como municipal. 
Em razão disso, esta pessoa jurídica de direito 
público poderá instituir 
a) o ICMS sobre a prestação de serviços de 
transporte intramunicipal, intermunicipal e de 
comunicação. 
b) o ISSQN sobre a prestação de serviços de 
transporte intramunicipal, intermunicipal e de 
comunicação. 
c) impostos sobre a prestação de serviços de 
transporte intramunicipal e intermunicipal. 
d) o ICMS sobre a prestação de serviços de 
transporte intramunicipal e intermunicipal e o 
ISSQN sobre a prestação de serviços de 
comunicação. 
e) o ICMS sobre a prestação de serviços de 
comunicação e o ISSQN sobre a prestação de 
serviços de transporte intramunicipal e 
intermunicipal. 
 
Q.08 (FCC/CLDF-Consultor Técnico Legislativo/2018) 
A Constituição Federal, em seu art. 147, estabelece 
que “ao Distrito Federal cabem os impostos 
municipais”. Ao atribuir esta competência 
específica para o Distrito Federal instituir impostos 
municipais, a Constituição 
a) proíbe que o Distrito Federal institua taxas pelo 
poder de polícia. 
b) proíbe que o Distrito Federal institua a 
contribuição para o custeio do serviço de 
iluminação pública. 
c) proíbe que o Distrito Federal institua 
contribuição, cobrada de seus servidores, para o 
custeio, em benefício destes, do regime próprio de 
previdência. 
d) permite, por via indireta, que o Distrito Federal 
institua o IOF, o ITR e o IPI. 
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e) não proíbe que o Distrito Federal institua 
contribuição de melhoria. 
 
Q.09 (FCC/CLDF-Consultor Técnico Legislativo/2018) 
O Sistema Tributário Nacional disciplinado pela 
Constituição Federal contempla diversas exações, 
sendo que, algumas delas, recebem a denominação 
de “contribuições”. De acordo com a atribuição de 
competências expressa no texto constitucional, as 
contribuições 
a) de melhoria, decorrentes de obras realizadas no 
território da pessoa jurídica de direito público, 
podem ser instituídas por essa pessoa jurídica e, de 
acordo com o Código Tributário Nacional, desde 
que essas obras acarretem o incremento 
organizado do processo de urbanização da região 
em que a obra venha a ser 
realizada. 
b) especiais para a modernização dos órgãos 
estaduais de segurança podem ser instituídas pelos 
Estados e pelo Distrito Federal. 
c) para o custeio dos regimes previdenciários 
estatutários próprios da União, dos Estados, do 
Distrito Federal e dos Municípios, em benefício dos 
servidores titulares de cargos efetivos dessas 
pessoas jurídicas de direito público, podem ser por 
elas instituídas. 
d) extraordinárias para o reforço da segurança das 
fronteiras, podem ser instituídas exclusivamente 
pela União, na iminência ou no caso de guerra 
externa, sem prejuízo da instituição dos impostos 
extraordinários constitucionalmente previstos. 
e) para o custeio do serviço de iluminação pública, 
na forma das respectivas leis, podem ser instituídas 
pelos Estados, pelo Distrito Federal e pelos 
Municípios. 
 
Q.10 (FCC/TJ-SC-Juiz Estadual/2017) 
A respeito da competência legislativa sobre normas 
gerais em matéria tributária: 
a) Trata-se de competência concorrente da União, 
Estados, Distrito Federal e Municípios. 
b) Trata-se de competência exclusiva da União. 
c) É afastada pelo exercício da competência plena 
dos entes tributantes quanto aos seus respectivos 
tributos. 
d) Pode ser exercida por lei ordinária, desde que 
comprovadaa relevância e urgência da matéria. 
e) Não tem relevância alguma para o imposto de 
transmissão causa mortis e doação de bens ou 
direitos. 
 
Q.11 (FCC/PGE-MA-Procurador do Estado do 
Maranhão/2016) 
Sobre a competência tributária, considere os itens 
a seguir. 
I. Muito embora a competência tributária seja 
privativa, a União pode instituir impostos de 
competência dos Estados e do Distrito Federal no 
âmbito dos Territórios Federais. 
II. A competência tributária pode ser exercida por 
outro ente na hipótese específica do ente 
constitucionalmente competente não instituir o 
tributo que tem previsão de repartição 
constitucional de receitas. 
III. A imunidade tributária expressa a incompetência 
do ente para instituição do tributo na situação ali 
prevista, podendo ser fixada na Constituição 
Federal ou em lei complementar. 
IV. A competência para instituição de tributos é 
privativa, ou seja, quando atribuída a um ente 
político os demais estão automaticamente 
proibidos de instituí-lo, visto não ser admitido ser 
tributado duas vezes por um mesmo fato imponível. 
É correto o que se afirma APENAS em 
a) I e IV. 
b) II e III. 
c) II e IV. 
D) I, II e III. 
 
Q.12 (FCC/ARSETE-Advogado/2016) 
Caso um determinado Município brasileiro decida 
instituir, em seu território, contribuições previstas 
na Constituição Federal, ele poderá fazê-lo em 
relação às contribuições 
a) para o custeio do regime previdenciário próprio 
dos servidores titulares de cargos efetivos desse 
Município, cobrada desses servidores e em 
benefício deles, bem como contribuições de 
interesse das categorias profissionais em atividade 
neste Município. 
b) para o custeio do serviço de iluminação pública, 
desde que o Estado em que se localiza esse 
Município não a tenha instituído, mas não poderá 
instituir contribuições de interesse das categorias 
econômicas em atuação neste Município. 
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c) de intervenção no domínio econômico em âmbito 
municipal, bem como contribuições de melhoria, 
decorrentes de obras realizadas no Município. 
d) de melhoria, decorrentes de obras públicas 
realizadas pelo poder público municipal, mas não 
poderá instituir contribuições sociais de 
intervenção no domínio econômico, em âmbito 
Municipal. 
e) para o custeio do regime previdenciário dos 
servidores federais, estaduais e municipais, 
titulares de cargos efetivos e que atuem nas 
respectivas repartições públicas localizadas neste 
Município. 
 
Q.13 (FCC/PGM-Teresina-Analista Administrativo/2016) 
Considere: 
I. Há bis in idem quando uma pessoa jurídica de 
direito público tributa mais de uma vez o mesmo 
contribuinte sobre o mesmo fato gerador. 
II. Ocorre bitributação quando duas pessoas de 
direito público tributam o mesmo contribuinte 
sobre o mesmo fato gerador. 
III. Haverá inconstitucionalidade ainda que a 
bitributação esteja prevista no próprio texto 
constitucional. 
Está correto o que se afirma APENAS em 
a) III. 
b) I e II. 
c) I e III. 
d) II e III. 
e) I. 
 
Q.14 (FCC/SEFAZ-MA-Auditor Fiscal/2016) 
Relativamente aos tributos de competência dos 
entes federados, a Constituição Federal 
a) autoriza a União a instituir impostos novos, não 
previstos no texto constitucional, desde que sejam 
não cumulativos e não tenham fato gerador ou base 
de cálculo próprios dos discriminados nesta 
Constituição, cabendo aos Estados e ao Distrito 
Federal 20% dessa arrecadação, a título de 
repartição de receita. 
b) autoriza a União, os Estados, o Distrito Federal e 
os Municípios a instituir impostos, taxas, 
contribuições sociais e de melhoria, cabendo 
somente à União instituir empréstimos 
compulsórios. 
c) não autoriza a União a instituir impostos que 
sejam da competência dos Municípios, exceto no 
caso de guerra interna ou golpe de Estado. 
d) autoriza a União a instituir impostos 
extraordinários, que também sejam da competência 
dos Estados, devendo entregar-lhes 50% da receita 
auferida, a título de repartição de receita. 
e) permite apenas aos Municípios instituir e cobrar 
a contribuição de melhoria. 
 
Q.15 (FCC/TJ-GO-Juiz Estadual/ 2015) 
Considere as seguintes afirmativas: 
I. A competência tributária pode ser deslocada para 
outro ente diante da inércia na instituição do tributo 
pelo ente político originalmente competente. 
II. A competência se distingue da capacidade 
tributária ativa porque esta está relacionada à 
instituição do tributo e aquela à cobrança do tributo. 
III. A competência tributária é fixada pela 
Constituição da República. 
IV. A imunidade tributária significa ausência de 
competência do ente para instituir tributo na 
situação definida pela norma constitucional 
imunizante. 
V. A competência tributária pode ser delegada por 
lei a outro ente político, hipótese em que se torna 
também o titular da capacidade tributária ativa. 
Está correto o que se afirma APENAS em 
a) I, II e III. 
B) III, IV e V. 
c) I e II. 
d) IV e V. 
e) III e IV. 
 
Q.16 (FCC/TCM-GO-Auditor Conselheiro Substituto/2015) 
De acordo com a Constituição Federal, a 
competência tributária para instituir o ICMS é dos 
Estados federados e do Distrito Federal. 
Relativamente a este imposto e, considerando a 
disciplina estabelecida no Código Tributário 
Nacional, 
a) a atribuição da função de arrecadar o ICMS pode 
ser cometida à pessoa jurídica de direito privado e 
isso não constitui delegação de competência. 
b) os Estados não poderão delegar sua 
competência tributária a nenhuma outra pessoa, 
mas poderão delegar aos Municípios a atribuição de 
fiscalizá-los, não podendo essa atribuição ser 
revogada sem a anuência do município que recebeu 
essa atribuição. 
c) o não-exercício da competência tributária pelo 
Estado defere-a, primeiramente, à União e, caso 
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essa competência não seja por ela exercida, defere-
a aos Municípios localizados no território do Estado 
que não a exerceu. 
d) a competência para legislar sobre ele é tanto dos 
Estados como dos Municípios que se encontram 
nesse Estado, em razão de uma parte do produto 
da arrecadação desse imposto pertencer a esses 
Municípios. 
e) a competência para instituir esse tributo poderá 
ser delegada aos Municípios localizados no 
território desse Estado. 
 
Q.17 (FCC/TCM-GO-Auditor Conselheiro Substituto/2015) 
De acordo com a Constituição Federal, os 
Municípios brasileiros podem 
a) mediante prévia autorização do Congresso 
Nacional, e por meio de lei complementar, instituir 
empréstimos compulsórios para atender a 
despesas extraordinárias, decorrentes de 
calamidade pública. 
b) instituir contribuição, na forma das respectivas 
leis, para o custeio do serviço de iluminação 
pública, observados os princípios da legalidade, 
anterioridade, anterioridade nonagesimal 
(noventena) e da irretroatividade. 
c) instituir imposto sobre a transmissão causa 
mortis de bens imóveis, por natureza ou acessão 
física, e de direitos reais sobre imóveis, exceto os 
de garantia, bem como cessão de direitos a sua 
aquisição. 
d) em caráter excepcional, mediante lei 
complementar e prévia autorização do Senado 
Federal, instituir empréstimos compulsórios, no 
caso de investimento público de caráter urgente e 
de relevante interesse social. 
e) instituir imposto sobre a prestação de serviços 
de qualquer natureza, definidos em lei 
complementar, inclusive a prestação de serviços de 
transporte interestadual e intermunicipal e de 
comunicação, definida na Lei Complementar nº 
87/1996. 
 
Q.18 (FCC/TCM-GO-Auditor de Controle Externo/2015) 
De acordo com a Constituição Federal, são tributos 
de competência 
a) do Distrito Federal: o ITBI, o IGF, o ITCD e o 
ISSQN. 
b) federal: o II, o IE, o ITR e os impostos 
extraordinários passíveis deserem instituídos na 
iminência ou no caso de guerra externa. 
c) estadual: o ICMS, o IPTU, o IPVA e o ITCD. 
d) municipal: o ISSQN, o IPTU, o ITR e o ITBI. 
e) federal: o IPI, o ITBI, o IOF, ITCD e o IR. 
 
Q.19 (FCC/TCM-GO-Auditor de Controle Externo/2015) 
A Constituição Federal atribui competência à União, 
aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios 
para instituir impostos, taxas e contribuições de 
melhoria. Essas pessoas jurídicas de direito público 
também têm competência para instituir 
contribuições. 
De acordo com a Constituição Federal, os 
Municípios podem instituir contribuições 
a) 1. para o custeio do serviço de iluminação 
pública, na forma das respectivas leis, 
2. sociais e 
3. cobrada de seus servidores, para o custeio, em 
benefício destes, do regime previdenciário 
estatutário. 
b) 1. para o custeio do serviço de iluminação 
pública, na forma das respectivas leis, 
2. cobrada de seus servidores, para o custeio, em 
benefício destes, do regime previdenciário 
estatutário e 
3. de intervenção no domínio econômico. 
c) 1. de intervenção no domínio econômico e 
2. de interesse das categorias profissionais ou 
econômicas. 
d) 1. de intervenção no domínio econômico, 
2. sociais e 
3. de interesse das categorias profissionais ou 
econômicas. 
e) 1. cobrada de seus servidores, para o custeio, 
em benefício destes, do regime previdenciário 
estatutário e 
2. para o custeio do serviço de iluminação pública, 
na forma das respectivas leis. 
 
Q.20 (FCC/MANAUSPREV-Procurador Autárquico/2015) 
De acordo com a Constituição Federal, os 
Municípios têm competência tributária para instituir 
a) a contribuição para o custeio do serviço de 
iluminação pública e a contribuição de melhoria. 
b) o ITR, observadas as cláusulas de convênio 
específico com a União para esse fim. 
c) o IR sobre os rendimentos auferidos pelos 
funcionários estatutários dos órgãos que compõem 
sua administração direta. 
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d) o ITBI sobre as transmissões de bens imóveis, 
por compra e venda ou por doação. 
e) o ISSQN sobre a prestação de serviço de 
transporte intermunicipal de carga. 
 
Q.21 (FCC/CGM São Luís-Auditor de Controle 
Interno/2015) 
De acordo com a Constituição Federal, compete à 
União instituir impostos sobre 
a) grandes fortunas, nos termos de lei 
complementar; operações de crédito, câmbio e 
seguro, ou relativas a títulos ou valores mobiliários; 
propriedade territorial rural. 
b) importação de produtos estrangeiros; 
propriedade predial e territorial urbana; renda e 
proventos de qualquer natureza. 
c) produtos industrializados; transmissão “causa 
mortis” e doação, de quaisquer bens ou direitos; 
grandes fortunas, nos termos de lei complementar. 
d) exportação, para o exterior, de produtos 
nacionais ou nacionalizados; propriedade de 
veículos automotores; operações de crédito, 
câmbio e seguro, ou relativas a títulos ou valores 
mobiliários. 
e) propriedade territorial rural; transmissão “inter 
vivos”, a qualquer título, por ato oneroso, de bens 
imóveis; exportação, para o exterior, de produtos 
nacionais ou nacionalizados. 
 
Q.22 (FCC/ PGM-Cuiabá - Procurador/2014) 
Procurador do município de Cuiabá consultado 
sobre possibilidades legislativas de iniciativa do 
executivo municipal que propiciassem um aumento 
da arrecadação, elaborou parecer indicando quais 
seriam as espécies tributárias de competência do 
município passíveis de serem alteradas. São 
tributos de competência da União, dos Estados e 
dos Municípios, respectivamente: 
a) Imposto sobre a propriedade territorial rural; 
Imposto sobre a prestação de Serviços de qualquer 
natureza, não compreendidos no art. 155, II, 
definidos em lei ordinária federal; Imposto sobre 
operações relativas à circulação de mercadorias. 
b) Imposto sobre a transmissão causa mortis e 
doação, de quaisquer bens ou direitos; Imposto 
sobre a transmissão inter vivos, a qualquer título, 
por ato oneroso, de bens imóveis por acessão 
física; Imposto sobre a propriedade de veículos 
automotores. 
c) Impostos extraordinários, no caso de iminência 
de guerra externa ou interna; Imposto sobre a 
propriedade predial e territorial urbana; Imposto 
sobre a prestação de serviços de comunicação. 
d) Imposto sobre serviços de qualquer natureza, 
não compreendidos no art. 155, II, definidos em lei 
complementar; Imposto sobre grandes fortunas, 
nos termos de lei ordinária federal; Imposto sobre 
a prestação de serviços de transporte interestadual. 
e) Imposto sobre operações relativas a valores 
mobiliários; Imposto sobre operações relativas à 
circulação de mercadorias; Imposto sobre a 
transmissão inter vivos, a qualquer título, por ato 
oneroso, de bens imóveis, por natureza. 
 
Q.23 (FCC/ TRF 4ª Região-Técnico 
Judiciário/2014) 
Sobre o Sistema Tributário Nacional, considere: 
I. Segundo a Constituição Federal, a União, os 
Estados, o Distrito Federal e os Municípios poderão 
instituir os seguintes tributos: impostos, taxas e 
contribuição de melhoria. 
II. A Constituição Federal é fonte instituidora de 
tributos, especialmente impostos e contribuições 
especiais. 
III. Constitucionalmente, o princípio da capacidade 
contributiva é direcionado aos impostos, que terão 
caráter pessoal e serão graduados segundo a 
capacidade econômica do contribuinte. 
IV. Segundo a Constituição Federal, a União tem 
competência para instituir impostos municipais, 
desde que sejam instituídos sobre Territórios não 
divididos em Municípios. 
V. É vedado à União, Estados, Distrito Federal e 
Municípios instituir tributos sobre patrimônio, 
renda e serviços, relacionados com as finalidades 
essenciais dos templos de qualquer culto. 
Está correto o que consta APENAS em 
a) I, II e III. 
b) III, IV e V. 
c) I, II e V. 
d) I, III e IV. 
e) II, IV e V. 
 
Q.24 (FCC/SEFAZ PE-Auditor Fiscal do Tesouro 
Estadual/2014) 
De acordo com a Constituição Federal, 
a) a União, os Estados, o Distrito Federal e os 
Municípios poderão instituir contribuição de 
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melhoria, decorrente de obra pública, ainda que não 
haja valorização imobiliária dela decorrente. 
b) a União poderá instituir empréstimos 
compulsórios, mediante medida provisória, no caso 
de investimento público de caráter urgente e de 
relevante interesse nacional. 
c) os Estados, o Distrito Federal e os Municípios 
poderão instituir contribuição, na forma das 
respectivas leis, para o custeio do serviço de 
iluminação pública. 
d) a União poderá instituir, mediante lei ordinária, 
na iminência ou no caso de guerra externa, 
impostos extraordinários, compreendidos ou não 
em sua competência tributária, os quais serão 
suprimidos, gradativamente, cessadas as causas 
de sua criação. 
e) a União poderá instituir, mediante lei ordinária, 
impostos não compreendidos em sua competência 
tributária, desde que sejam não cumulativos e não 
tenham fato gerador ou base de cálculo próprios 
dos discriminados na Constituição Federal. 
 
Q.25 (FCC/Pref. Teresina-PI-Analista de 
Orçamento e Finanças Públicas/2016) 
A respeito do imposto sobre produtos 
industrializados é INCORRETO afirmar que 
a) se inclui dentre os impostos de competência da 
União. 
b) será seletivo, em função da essencialidade do 
produto. 
c) terá reduzido seu impacto sobre a aquisição de 
bens de capital pelo contribuinte do imposto, na 
forma da lei. 
d) será não cumulativo, compensando-se o que for 
devido em cada operação com o montante cobrado 
nas anteriores. 
e) incidirá sobre produtos industrializados 
destinados ao exterior. 
 
Q.26 (FCC/Prefeitura de Teresina - Assistente 
Técnico Administrativo/2016) 
De acordo com a Constituição Federal, o Poder 
Executivo NÃO poderá alterar as alíquotas dos 
impostossobre 
a) exportação, para o exterior, de produtos 
nacionais ou nacionalizados. 
b) importação de produtos estrangeiros. 
c) renda e proventos de qualquer natureza. 
d) produtos industrializados. 
e) operações de crédito, câmbio e seguro, ou 
relativas a títulos e valores mobiliários. 
 
Q.27 (FCC/TCE-CE-Analista de Controle 
Externo/2015) 
O ITR 
a) tem a Prefeitura como sujeito ativo da respectiva 
relação jurídico-tributária, substituindo-se à União 
no exercício da função de fiscalização e cobrança 
desse imposto. 
b) terá a arrecadação repartida entre a União e a 
Prefeitura, nos casos de esta optar pelo exercício 
das funções de fiscalização e cobrança desse 
imposto. 
c) incidirá, em detrimento da cobrança do IPTU, 
sobre a propriedade localizada em área urbana 
utilizada para a exploração extrativa vegetal. 
d) será cobrado conjuntamente com o IPTU, de 
competência municipal, sobre propriedades rurais 
situadas nas zonas urbanas, definidas em lei 
municipal, que contem com determinados 
melhoramentos construídos ou mantidos pelo 
Poder Público. 
e) não pode ser exigido inclusive sobre pequenas 
glebas rurais, definidas em lei, quando as explore o 
proprietário ou arrendatário que não possua outras 
propriedades. 
 
Q.28 (FCC/PGE-BA-Analista de Procuradoria/2013) 
O Imposto de Renda de Pessoa Física 
a) tem lançamento por declaração, na medida em 
que o Fisco só passa a exigir o crédito tributário 
decorrente do imposto de renda após a 
apresentação, pelo contribuinte, da Declaração de 
Ajuste Anual. 
b) tem alíquota proporcional, pois as alíquotas vão 
aumentando gradativamente, conforme vai 
aumentando a base de cálculo, que é a renda ou 
provento de qualquer natureza. 
c) relativamente às rendas auferidas pelos 
servidores públicos estaduais e municipais, é de 
competência do Estado e do Município, 
respectivamente. 
d) pode ser instituído somente por lei 
complementar e não deve obediência à 
anterioridade anual e nonagesimal. 
e) tem por fato gerador as rendas e proventos de 
qualquer natureza (acréscimos patrimoniais 
líquidos) auferidos em determinado período de 
tempo. 
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4 - OUTRAS BANCAS 
Q.01 (VUNESP/ISS-Guarulhos-Inspetor Fiscal de 
Rendas/2019) 
A competência para instituir impostos não 
cumulativos e que não tenham fato gerador ou base 
de cálculo próprios dos discriminados na 
Constituição Federal, mediante lei complementar, é 
chamada de competência tributária 
a) extraordinária concorrente de todos os entes da 
Federação. 
b) plena dos Estados, Distrito Federal e Municípios. 
c) excepcional da União, exercida em caso de 
guerra externa ou sua iminência. 
d) ordinária de todos os entes da Federação. 
e) residual da União. 
 
Q.02 (VUNESP/Câmara Municipal de Poá-SP-
Procurador/2016) 
Segundo a Constituição Federal do Brasil, a União, 
no exercício da sua competência residual, poderá 
instituir, mediante lei 
a) complementar, impostos não previstos na sua 
competência originária, desde que sejam não-
cumulativos e não tenham fato gerador ou base de 
cálculo próprios dos discriminados na Constituição. 
b) ordinária, na iminência ou no caso de guerra 
externa, empréstimos compulsórios, 
compreendidos ou não em sua competência 
tributária, os quais serão suprimidos, 
gradativamente, cessadas as causas de sua 
criação. 
c) ordinária, impostos não previstos na sua 
competência originária, desde que sejam não-
cumulativos e não tenham fato gerador ou base de 
cálculo próprios dos discriminados na Constituição. 
d) ordinária, empréstimos compulsórios para 
atender a despesas extraordinárias, decorrentes de 
calamidade pública, de guerra externa ou sua 
iminência. 
e) complementar, impostos não previstos na sua 
competência originária, desde que sejam 
cumulativos e não tenham fato gerador ou base de 
cálculo próprios dos discriminados na Constituição. 
 
 
 
 
 
Q.03 (VUNESP/Pref. Registro-SP-Advogado/2016) 
Acerca da competência tributária, é correto afirmar 
que 
a) é delegável, irrenunciável e seu exercício é 
obrigatório. 
b) é delegável e renunciável, mas seu exercício é 
facultativo. 
c) é indelegável, salvo atribuição das funções de 
arrecadar ou fiscalizar tributos, ou de executar leis, 
serviços, atos ou decisões administrativas em 
matéria tributária, conferida por uma pessoa de 
direito público a outra, nos termos estabelecidos 
pela Constituição Federal. 
d) constitui delegação de competência o 
cometimento, a pessoas de direito privado, do 
encargo ou função de arrecadar tributos, como se 
verifica em relação às instituições financeiras. 
e) o não-exercício da competência tributária pelos 
Estados ou pelos Municípios a defere à União. 
 
Q.04 (VUNESP/TJ-SP-Titular de Serviços de Notas 
e de Registros/2014) 
Em relação à competência residual tributária da 
União Federal, outorgada pela Constituição, é 
correto afirmar que: 
a) esse direito não está sujeito ao princípio de 
legalidade e somente pode ser utilizado em caso de 
guerra ou comoção interna grave. 
b) é o direito de instituir taxas e contribuições de 
melhoria. 
c) é direito de a União instituir impostos não 
previstos no artigo 154, I da Carta Magna, desde 
que eles sejam não cumulativos e não tenham base 
de cálculo própria dos demais impostos descritos 
na Constituição. 
d) é o direto de a União instituir impostos e 
contribuições sociais por lei complementar, desde 
que não cumulativos 
 
Q.05 (VUNESP/ISS-Campinas-Auditor Fiscal/2019) 
A respeito do imposto sobre produtos 
industrializados, é correto afirmar com base na 
Constituição Federal que 
a) terá majorado seu impacto na aquisição do 
exterior de bens de capital pelo contribuinte. 
b) será progressivo e terá suas alíquotas fixadas de 
forma a desestimular a manutenção de plantas 
industriais improdutivas. 
c) será informado pelos critérios da generalidade, 
da universalidade e da não cumulatividade. 
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d) incidirá também nas operações de venda 
destinadas ao exterior. 
e) será seletivo em função da essencialidade do 
produto. 
 
Q.06 (VUNESP/Pref. Rosana-SP-Procurador/2016) 
Caso determinado município opte, na forma da lei, 
por fiscalizar e cobrar o Imposto Territorial Rural, 
desde que não implique redução do imposto ou 
qualquer outra forma de renúncia fiscal, é correto 
afirmar que 
a) não poderá fazê-lo, por invadir competência 
federal constitucionalmente prevista. 
b) poderá fazê-lo, somente se a União delegar sua 
competência legislativa a fim de que o município 
publique lei instituindo o imposto em seu âmbito 
territorial. 
c) não poderá fazê-lo, salvo se a União renunciar 
expressamente à competência que possui. 
d) poderá fazê-lo, se a União autorizar, e desde que 
o município lhe repasse 50% da receita que 
arrecadar. 
e) poderá fazê-lo, caso em que terá direito à 
totalidade dos valores que a título do imposto 
arrecadar. 
 
Q.07 (VUNESP/Câmara Municipal Jaboticabal-SP-
Agente Contábil e Financeiro/2015) 
O imposto, de competência da União, cujo fato 
gerador é a aquisição da disponibilidade econômica 
ou jurídica de renda, assim entendido o produto do 
capital, do trabalho ou da combinação de ambos; e 
de proventos de qualquer natureza, assim 
entendidos os acréscimos patrimoniais não 
compreendidos anteriormente, é o 
a) Imposto sobre Bens de Capital e da Renda. 
b) Imposto sobre a Produção e Circulação. 
c) Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer 
Natureza. 
d) Imposto sobre Transmissão Inter vivos. 
e) Imposto sobre Operações Financeiras. 
 
 
 
 
 
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5 - GABARITOS 
 
 
FGV 
 
 
 
 
 
 
 
 
CESPE/CEBRASPE 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
FCCOUTRAS BANCAS 
 
 
 
1 D 5 D 
2 B 6 D 
3 A 7 E 
4 C 8 D 
1 E 6 D 11 E 
2 A 7 E 
3 C 8 A 
4 C 9 C 
5 E 10 A 
1 B 8 E 15 E 22 E 
2 B 9 C 16 A 23 D 
3 A 10 B 17 B 24 D 
4 C 11 A 18 B 25 E 
5 A 12 D 19 E 26 C 
6 E 13 B 20 A 27 C 
7 C 14 A 21 A 28 E 
1 E 5 E 
2 A 6 E 
3 C 7 C 
4 C 
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MÓDULO 05 – 62 QUESTÕES 
TEMAS DAS QUESTÕES: 
 
• IMPOSTOS DE COMPETÊNCIA DOS ESTADOS E DF 
 
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1 - QUESTÕES FGV 
Q.01 (FGV/SEFIN-RO-Auditor Fiscal/2018) 
Joaquim Elias efetivou a remessa de 100 cabeças 
de gado da Fazenda Boa Vista, para a Fazenda 
Ribanceira, ambas de sua propriedade, sendo a 
primeira no Estado de Rondônia e a segunda no 
Estado de Tocantins. O gado é de sua titularidade, 
conforme prova documental incontroversa, 
inclusive do pagamento do imposto devido quando 
da aquisição dos animais. A Fazenda Estadual de 
Rondônia, no entanto, está a exigir o pagamento do 
Imposto sobre Circulação de Mercadorias e 
prestação de Serviços (ICMS) no deslocamento do 
rebanho de uma para outra propriedade. 
Nessa hipótese, o imposto 
a) não é devido, por que já foi pago na etapa 
anterior. 
b) é devido, por haver diferimento do pagamento 
do tributo. 
c) não é devido, por ser mero deslocamento físico 
do gado. 
d) é devido, por que há circulação da mercadoria. 
e) é devido, já que há substituição tributária. 
 
Q.02 (FGV/SEFIN-RO-Técnico Tributário/2018) 
Na entrega de mercadoria importada do exterior, 
considera-se ocorrido o fato gerador do Imposto 
Sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de 
Serviços (ICMS), o momento em que se dá 
a) o desembaraço aduaneiro. 
b) a entrada da mercadoria no estabelecimento do 
destinatário. 
c) a saída da mercadoria do exterior. 
d) a aquisição da mercadoria, ainda que a 
mercadoria não seja entregue corretamente. 
e) a entrega da declaração de importação pelo 
estabelecimento adquirente. 
 
Q.03 (FGV/Pref. Cuiabá-Auditor Fiscal/2016) 
Em relação à incidência do Imposto sobre 
Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre 
operações interestaduais de exportação e 
importação, analise as afirmativas a seguir. 
I. Cabe ao Senado Federal, por meio de Resolução, 
estabelecer as alíquotas do ICMS aplicáveis às 
operações e prestações, interestaduais e de 
exportação. 
II. Nas operações interestaduais que destinam bens 
a consumidor final, será aplicada a alíquota interna 
do Estado, quando o destinatário for contribuinte do 
ICMS. 
III. Incide ICMS sobre a entrada de bens importados 
por pessoa física, qualquer que seja sua finalidade. 
Assinale: 
a) se somente a afirmativa II estiver correta. 
b) se somente as afirmativas I e III estiverem 
corretas. 
c) se somente as afirmativas I e II estiverem 
corretas. 
d) se somente as afirmativas II e III estiverem 
corretas. 
e) se todas as afirmativas estiverem corretas. 
 
Q.04 (FGV/SEFIN-RO-Auditor Fiscal/2018) 
Argeu, residente e domiciliado no Estado de 
Rondônia, doou ao filho César, residente no Estado 
de Goiás, um rebanho com 2 mil cabeças de gado, 
o qual se encontra na Fazenda Riacho Doce, 
localizada no Estado de Mato Grosso. 
Nesse caso, o Imposto incidente sobre a doação 
a) é devido no Estado de Mato Grosso, onde está o 
rebanho. 
b) é devido no Estado de Goiás, onde reside o 
donatário. 
c) não é devido, por não haver incidência sobre 
transmissão de animais. 
d) é devido no Estado de Rondônia, onde o doador 
tem domicílio. 
e) é devido no Estado em que a escritura pública de 
doação for lavrada. 
 
Q.05 (FGV/SEFIN-RO-Auditor Fiscal/2018) 
Júlio Cesar, nascido, criado e falecido no Estado de 
Rondônia, deixou para ser inventariado um terreno 
a ser partilhado entre seus dois filhos e herdeiros, 
um deles menor. 
Nessa situação, a base de cálculo do Imposto de 
Transmissão Causa Mortis e Doação de Quaisquer 
Bens ou Direitos (ITCD) será o valor 
a) que o herdeiro indicar na petição inicial do 
inventário. 
b) constante da última declaração de bens e direitos 
feita por Júlio. 
c) venal do imóvel, assim entendido o valor de 
mercado do bem, na data do óbito. 
d) venal do imóvel, assim entendido o valor de 
mercado do bem, na data de início do inventário. 
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e) constante do espelho do carnê do Imposto 
Predial e Territorial Urbano (IPTU), emitido no ano 
do falecimento de Júlio. 
 
Q.06 (FGV/SEFIN-RO-Auditor Fiscal/2018) 
O Estado X editou uma lei na qual fixou alíquotas 
progressivas, que variam de 1% a 8% do Imposto 
sobre a Transmissão Causa Mortis e Doação 
(ITCD), em razão do valor do bem a ser transmitido 
e sua localidade. 
Sobre o caso descrito, assinale a afirmativa correta. 
(A) A fixação de alíquotas do ITCD não cabe aos 
Estados-membros e sim ao Senado Federal. 
(B) A fixação de alíquotas progressivas do ITCD é 
inconstitucional, uma vez que a progressividade, no 
caso dos impostos reais, só pode ser adotada se 
houver expressa previsão constitucional. 
(C) A progressividade estabelecida é válida, porém 
a alíquota máxima de 8% viola o confisco, uma vez 
que restringe desmedidamente o matrimônio do 
contribuinte. 
(D) A fixação de alíquotas progressivas do ITCD não 
ofende a Constituição Federal, pois é um imposto 
que revela efetiva capacidade contributiva de quem 
percebe a transferência patrimonial. 
(E) A fixação de alíquotas progressivas do ITCD é 
inconstitucional, uma vez que a Constituição 
Federal veda a progressividade de impostos de 
natureza real. 
 
Q.07 (FGV/AL-BA-Auditor/2014) 
Com referência à competência para exigir o 
pagamento do imposto causa mortis e doação, 
analise as afirmativas a seguir. 
I. Tratando-se de bens imóveis e respectivos 
direitos, o Estado competente para exigir o imposto 
será o da situação do bem ou do Distrito Federal. 
II. Se a mutação patrimonial envolver sucessão 
aberta no exterior, a competência transmuda-se 
para o local do óbito. 
III. Com relação a títulos, competente será o Estado 
onde o inventário ou o arrolamento se processar. 
IV. No que diz respeito aos bens móveis, a 
competência, no caso de doação, é do domicílio do 
donatário, mesmo se residente no exterior. 
Assinale: 
a) se somente as afirmativas I e III estiverem 
corretas. 
b) se somente as afirmativas III e IV estiverem 
corretas. 
c) se somente as afirmativas I e IV estiverem 
corretas. 
d) se somente as afirmativas II e III estiverem 
corretas. 
e) se somente as afirmativas II e IV estiverem 
corretas. 
 
 
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2 - QUESTÕES CEBRASPE/CESPE 
Q.01 (CESPE/SEFAZ-RS-Auditor Fiscal/2019) 
De acordo com a CF, no que se refere à distribuição 
de competência legislativa de natureza tributária, 
a) cabe ao Senado Federal estabelecer, 
obrigatoriamente, as alíquotas do ICMS aplicáveis 
às operações internas e às operações de 
exportação. 
b) é obrigatório ao Senado Federal estabelecer 
alíquotas mínimas de ICMS nas operações internas. 
c) é facultado ao Senado Federal fixar alíquotas 
máximas nas operações internas para resolver 
conflito específico que envolva interesse de 
estados federados. 
d) cabe ao Senado Federal fixar alíquotas mínimas 
do imposto sobre heranças e doações (ITCD). 
e) cabe ao Senado Federal fixar alíquotas máximas 
do imposto sobre a propriedade de veículos 
automotores (IPVA). 
 
Q.02 (CESPE/SEFAZ-RS-Auditor Fiscal/2019) 
Nas operações interestaduais, o ICMS incide sobre 
a) operações que destinem mercadorias ao 
exterior, inclusive produtos primários e produtos 
industrializados semielaborados. 
b) operações de entrada de bem importado do 
exterior por pessoa jurídica que não seja 
contribuinte habitual do imposto. 
c) operações de qualquer natureza, dasquais 
decorra a transferência de propriedade de 
estabelecimento industrial. 
d) operações com ouro, quando este for definido 
em lei como instrumento cambial. 
e) operações que envolvam livros, jornais, 
periódicos e o papel destinado à impressão destes. 
 
Q.03 (CESPE/SEFAZ-RS-Auditor Fiscal/2019) 
O ICMS é espécie tributária que pode ser 
classificada como um imposto 
a) direto e especial, que deverá ser seletivo. 
b) indireto e real, que poderá ser seletivo. 
c) direto e pessoal, que deverá ser seletivo. 
d) indireto e pessoal, que poderá ser seletivo. 
e) direto e real, que poderá ser seletivo. 
 
 
 
 
Q.04 (CESPE/SEFAZ-RS-Auditor Fiscal/2019) 
Determinado produto, oriundo do estado de São 
Paulo, foi comprado, pela Internet, por consumidor 
final residente no estado do Rio Grande do Sul. 
Nesse caso, com relação ao ICMS devido nessa 
negociação, é correto afirmar que o estado do Rio 
Grande do Sul 
a) não fará jus ao ICMS, devendo o estado de São 
Paulo auferir o valor integral de alíquota interna. 
b) fará jus ao diferencial entre a alíquota interna de 
ICMS do estado do Rio Grande do Sul e a alíquota 
interestadual apenas se o destinatário final for 
contribuinte do tributo. 
c) fará jus à integralidade da alíquota interna de 
ICMS do estado do Rio Grande do Sul. 
d) fará jus ao diferencial entre a alíquota interna de 
ICMS do estado de São Paulo e a alíquota 
interestadual. 
e) fará jus ao diferencial entre a alíquota interna de 
ICMS do estado do Rio Grande do Sul e a alíquota 
interestadual. 
 
Q.05 (CESPE/PGE-PE-Procurador/2018) 
Determinada empresa de revenda de veículos 
usados aceitou automóvel de passeio em 
consignação com o objetivo de intermediar a venda. 
Dada a pouca demanda dos clientes pelo veículo, 
resolveu transportá-lo para uma de suas filiais, 
dentro do mesmo estado, com maior visibilidade de 
mercado. 
No que se refere a essa situação hipotética, 
considere as asserções apresentadas a seguir. 
I O ICMS incide sobre a operação de transferência 
entre as filiais, mas não sobre a operação de 
consignação. 
II Para a incidência do ICMS, exige-se a 
transferência física da mercadoria. 
Assinale a opção correta. 
a) As asserções I e II são falsas. 
b) A asserção I é verdadeira, e a II, falsa. 
c) A asserção I é falsa, e a II, verdadeira. 
d) As asserções I e II são verdadeiras, e a II é 
justificativa da I. 
e) As asserções I e II são verdadeiras, e a II não é 
uma justificativa da I. 
 
Q.06 (CESPE/TJ-CE-Juiz Estadual/2018) 
Segundo a CF, a isenção do ICMS, salvo previsão 
legal específica, 
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a) implicará crédito, que será compensado em 
operações posteriores nas situações em que o 
imposto seja cumulativo. 
b) acarretará a anulação do crédito relativo às 
operações anteriores e não implicará crédito para 
compensação com o montante devido nas 
operações seguintes. 
c) não implicará crédito a ser compensado nas 
operações anteriores nem nas posteriores, salvo se 
o contribuinte optar pelo sistema de não 
cumulatividade. 
d) será aplicada apenas nas situações em que o 
imposto for cumulativo, mas será vedada a 
compensação em relação ao imposto cobrado nas 
operações anteriores. 
e) acarretará crédito a ser compensado nas 
operações seguintes, desde que o contribuinte 
recolha o tributo com base no lucro real. 
 
Q.07 (CESPE/PGM-João Pessoa-Procurador/2018) 
A Procuradoria-Geral do Município de João Pessoa 
foi instada a se manifestar sobre a incidência 
tributária no caso de serviço de transporte dentro 
do município e no caso de fornecimento de 
mercadorias com simultânea prestação de serviços 
em restaurantes. 
Nessa situação hipotética, 
a) o ICMS incidirá no tocante ao fornecimento de 
mercadorias, e o ISS, sobre os serviços de forma 
segregada. 
b) incidirá ISS sobre a primeira operação, e ICMS, 
sobre a segunda. 
c) incidirá ISS em ambas as operações. 
d) incidirá ICMS em ambas as operações. 
e) incidirá ICMS sobre a primeira operação, e ISS, 
sobre a segunda. 
 
Q.08 (CESPE/PGM-Fortaleza-Procurador/2017) 
O sujeito passivo do ICMS não pode, ainda que de 
boa-fé, aproveitar os créditos decorrentes de nota 
fiscal posteriormente declarada inidônea e emitida 
em virtude de efetiva concretização do negócio 
jurídico de compra e venda. 
 
Q.09 (CESPE/PGM-Belo Horizonte-Procurador/2017) 
Depois de ter sido regularmente contratada pelo 
município de Belo Horizonte – MG para o 
fornecimento de equipamentos médicos de 
fabricação estrangeira a hospitais municipais, a 
empresa Alfa, importadora de bens e mercadorias, 
tornou-se, nos termos do contrato administrativo 
celebrado com o município, a responsável pela 
importação e pelo pagamento de todos os tributos 
exigíveis por ocasião do desembaraço aduaneiro. 
Tendo os equipamentos ficado retidos na aduana 
em razão do não recolhimento do ICMS incidente 
sobre as mercadorias, a Alfa alegou que o imposto 
deveria ser recolhido pelo município de Belo 
Horizonte, destinatário final dos produtos. Entendeu 
a empresa que o ICMS não faz parte do 
desembaraço aduaneiro, visto que o fato gerador 
ainda não teria ocorrido e não decorreria do ato de 
importação, ou seja, o referido imposto somente 
seria devido no momento da entrada dos bens no 
estabelecimento do destinatário final. 
Considerando as regras de direito tributário, 
assinale a opção correta, a respeito dessa situação 
hipotética. 
a) É devida a retenção aduaneira, pois o ICMS não 
poderia ser cobrado de quem não é contribuinte 
habitual do imposto. 
b) Na entrada de mercadoria importada do exterior, 
é legítima a cobrança do ICMS por ocasião do 
desembaraço aduaneiro. 
c) Como os bens não serão comercializados, o 
ICMS não é devido, pois inexiste o fato gerador do 
tributo. 
d) O ICMS não é devido, dada a imunidade 
tributária. Nesse caso, somente pode ser exigido o 
imposto sobre a importação, sendo vedada a 
bitributação. 
 
Q.10 (CESPE/Defensor Público Federal/2017) 
A isenção ou não incidência do ICMS acarretará a 
anulação do crédito relativo às operações 
anteriores, salvo se houver determinação legal em 
contrário. 
 
Q.11 (CESPE/CGE-PI-Auditor Governamental/2015) 
De acordo com lei complementar pertinente, os 
estados e o DF podem decidir sobre a concessão 
de isenções, incentivos e benefícios fiscais, e, no 
caso do ICMS, isso deve ocorrer mediante 
convênio. 
 
Q.12 (CESPE/TCE-RN-Técnico Jurídico/2015) 
O ICMS é um tributo não-cumulativo, que incide na 
cadeia de circulação de mercadorias. 
Diferentemente do IPI, o ICMS pode ser seletivo, 
qualidade do tributo que é maior ou menor gravado 
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diante de sua importância e relevância para a 
economia nacional e bem-estar da população. 
 
Q.13 (CESPE/MPU-Analista/2015) 
O imposto sobre heranças e doações incidente 
sobre bens móveis é de competência da unidade da 
Federação onde tais bens forem localizados. 
 
Q.14 (CESPE/PGE-AM-Procurador do Estado/2016 
É inconstitucional a fixação de alíquota progressiva 
para o ITCMD. 
 
Q.15 (CESPE/TCE-PA-Auditor de Controle 
Externo/2016) 
Situação hipotética: O inventário de determinado 
contribuinte nascido em São Luís e residente em 
Manaus que faleceu em São Paulo foi aberto em 
Belo Horizonte. De seu inventário faz parte um 
imóvel situado em Salvador. Nesse caso, o imposto 
sobre heranças e doações referente a esse imóvel 
deve ser pago em Belo Horizonte. 
 
Q.16 (CESPE/TJ-DF-Titular de Serviços de Notas e 
de Registros/2014) 
A respeito do imposto sobre transmissão causa 
mortis e da doação, assinale a opção correta. 
a) Caso o doador tenha domicílio ou residência no 
exterior, a instituição do imposto será regulada por 
decreto legislativo. 
b) As alíquotas mínimas referentes aos impostosem questão serão fixadas pelo Congresso Nacional. 
c) A instituição desse imposto implica crédito para 
compensação com o montante devido nas 
operações ou prestações seguintes. 
d) Em função da essencialidade dos bens, o 
imposto deverá ser seletivo. 
e) No que diz respeito a títulos e créditos, o referido 
imposto compete ao estado onde se processar o 
inventário ou arrolamento, ou tiver domicílio o 
doador, ou ao DF. 
 
Q.17 (CESPE/TJ-DF-Titular de Serviços de Notas e 
de Registros/2014) 
A respeito do imposto sobre transmissão causa 
mortis e da doação, assinale a opção correta. 
a) Caso o doador tenha domicílio ou residência no 
exterior, a instituição do imposto será regulada por 
decreto legislativo. 
b) As alíquotas mínimas referentes aos impostos 
em questão serão fixadas pelo Congresso Nacional. 
c) A instituição desse imposto implica crédito para 
compensação com o montante devido nas 
operações ou prestações seguintes. 
d) Em função da essencialidade dos bens, o 
imposto deverá ser seletivo. 
e) No que diz respeito a títulos e créditos, o referido 
imposto compete ao estado onde se processar o 
inventário ou arrolamento, ou tiver domicílio o 
doador, ou ao DF. 
 
Q.18 (CESPE/TCE-PR-Analista de Controle 
Externo/2016) 
Conforme a CF, compete aos municípios instituir 
imposto sobre a propriedade de veículos 
automotores. 
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3 - QUESTÕES FCC 
Q.01 (FCC/DPE-SP-Defensor Público/2019) 
Acerca do imposto sobre circulação de mercadorias 
e serviços (ICMS), é correto afirmar: 
a) É lícito ao contribuinte de boa-fé aproveitar 
créditos de ICMS decorrentes de nota fiscal 
posteriormente declarada inidônea, desde que 
demonstrada a existência da compra e venda 
indicada no documento. 
b) O fornecimento de mercadorias com a 
simultânea prestação de serviços de bares, 
restaurantes e estabelecimentos similares não 
constitui fato gerador do ICMS, uma vez que perfaz 
a hipótese de incidência do ISSQN. 
c) Em razão do princípio da obrigatoriedade da 
tributação, as operações mistas, aquelas que 
comportam um “duplo objeto negocial”, podem ser 
tributadas por diversas pessoas políticas sem que 
se caracterize a bitributação, uma vez que 
constituem o fato gerador de dois ou mais tributos. 
d) Não caracterizam fato gerador do ICMS as 
hipóteses de movimentação de mercadorias entre 
estabelecimentos de um mesmo contribuinte, salvo 
se a movimentação ocorrer entre estabelecimentos 
situados em Estados diferentes ou entre Estados e 
o Distrito Federal. 
e) A contratação de arrendamento mercantil 
caracteriza o fato gerador do ICMS, devendo o 
tributo ser pago pela pessoa física ou jurídica que 
figurar no contrato como arrendatário do bem, 
firmada ou não a cláusula de opção de compra. 
 
Q.02 (FCC/DPE-RS-Defensor Público/2018) 
Quanto ao entendimento jurisprudencial do 
Superior Tribunal de Justiça e do Supremo Tribunal 
Federal sobre o imposto incidente sobre a 
circulação de mercadorias e serviços (ICMS), 
analise as assertivas abaixo: 
I. Constitui fato gerador do ICMS o deslocamento 
de mercadorias de um para outro estabelecimento 
do mesmo contribuinte. 
II. O ICMS incide no serviço dos provedores de 
acesso à internet. 
III. O ICMS não incide sobre o serviço de habilitação 
de telefone celular. 
IV. O ICMS não incide sobre o fornecimento de 
água tratada por concessionária de serviço público. 
V. É devida a cobrança de ICMS nas operações ou 
prestações de serviço de transporte terrestre 
interestadual e intermunicipal de passageiros e de 
cargas. 
Está correto o que consta APENAS de: 
a) II, III e IV. 
b) I, IV e V. 
c) III, IV e V. 
d) I, II e III. 
e) II e V. 
 
Q.03 (FCC/MPE-PB-Promotor de Justiça/2018) 
Embora o ICMS seja um dos impostos mais 
minuciosamente disciplinados no texto 
constitucional, a própria Constituição Federal 
estabeleceu que algumas matérias deveriam ser 
disciplinadas por meio de lei complementar federal. 
Em razão disso, no âmbito do ICMS, cabe à lei 
complementar 
a) definir “processo de industrialização”, para fins 
de incidência deste imposto e inclusão do IPI em 
sua base de cálculo; fixar, para efeito de sua 
cobrança e definição do estabelecimento 
responsável, o local das operações relativas à 
circulação de mercadorias e das prestações de 
serviços; e dispor sobre substituição tributária. 
b) regular a forma como, mediante deliberação dos 
Estados e do Distrito Federal, isenções, incentivos 
e benefícios fiscais serão concedidos e revogados; 
definir suas alíquotas; e excluir da incidência do 
imposto, nas exportações para o exterior, serviços 
e outros produtos além dos mencionados no 
próprio texto constitucional. 
c) prever casos de manutenção de crédito, 
relativamente à remessa para outro Estado e 
exportação para o exterior, de serviços e de 
mercadorias; disciplinar o regime de compensação 
do imposto; e definir infrações e cominar 
penalidades para irregularidades praticadas contra 
a legislação do imposto. 
d) disciplinar o regime de compensação do 
imposto; definir seus contribuintes; e fixar, para 
efeito de sua cobrança e definição do 
estabelecimento responsável, o local das 
operações relativas à circulação de mercadorias e 
das prestações de serviços. 
e) excluir da incidência do imposto, nas 
exportações para o exterior, serviços e outros 
produtos, além dos mencionados no próprio texto 
constitucional; prever casos de manutenção de 
crédito, relativamente à remessa para outro Estado 
e exportação para o exterior, de serviços e de 
mercadorias; e fixar as datas para pagamento do 
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imposto retido antecipadamente por substituição 
tributária. 
 
Q.04 (FCC/SEAD-AP-Analista Jurídico/2018) 
Sobre a fixação de alíquotas do Imposto sobre 
Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços 
de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de 
Comunicação, na disciplina da Constituição Federal, 
o Senado Federal 
a) não poderá fixar alíquotas máximas do imposto 
para solver conflitos federativos. 
b) não poderá, em hipótese alguma, estabelecer 
alíquotas mínimas para operações internas. 
c) só poderá fixar alíquotas máximas nas operações 
e prestações internas. 
d) fixará todas as alíquotas do imposto, desde que 
a cobrança seja feita na origem. 
e) estabelecerá as alíquotas aplicáveis às 
operações e prestações interestaduais e de 
exportação. 
 
 Q.05 (FCC/COPERGÁS-Contador/2016) 
De acordo com a Constituição Federal, o imposto 
sobre operações relativas à circulação de 
mercadorias e sobre prestações de serviços de 
transporte interestadual e intermunicipal e de 
comunicação – ICMS 
a) não incide sobre operações que destinem 
lubrificantes a outros Estados, mas incide, nesse 
mesmo tipo de operações, quando se tratar de 
combustíveis gasosos, derivados de petróleo, e de 
álcool combustível. 
b) não incide sobre operações que destinem 
energia elétrica a outros contribuintes, nem sobre 
operações que destinem mercadorias para o 
exterior. 
c) incide sobre operações que destinem brincos e 
anéis de ouro a outros Estados, mas não incide 
sobre serviços prestados a destinatários no 
exterior. 
d) incide nas prestações de serviço de 
comunicação, nas modalidades de radiodifusão de 
sons e imagens de recepção livre e gratuita. 
e) incide sobre o valor total da operação, quando 
mercadorias forem fornecidas com serviços não 
compreendidos na competência tributária dos 
Municípios, bem como sobre operações que 
destinem petróleo não refinado a outros Estados. 
 
 
Q.06 (FCC/SEFAZ-MA-Técnico da Receita 
Estadual/2016) 
A Constituição Federal atribui competência ao 
Estado para instituir o ICMS. De acordo com o texto 
constitucional, esse imposto 
a) não incidirá sobre operações que destinem 
mercadoriaspara o exterior, vedada a manutenção 
e o aproveitamento do montante do imposto 
cobrado nas operações e prestações anteriores. 
b) será não-cumulativo, exceto quando se tratar de 
mercadorias e serviços sujeitos ao regime de 
substituição tributária, com retenção antecipada do 
imposto. 
c) não incidirá sobre operações que destinem a 
outros Estados petróleo, inclusive lubrificantes, 
combustíveis líquidos e gasosos dele derivados, 
energia elétrica e álcool carburante. 
d) não compreenderá, em sua base de cálculo, o 
montante do IPI, sempre que a mercadoria seja 
considerada essencial tanto pela legislação do IPI, 
como pela legislação do ICMS. 
e) incidirá sobre o valor total da operação, quando 
mercadorias forem fornecidas com serviços não 
compreendidos na competência tributária dos 
Municípios. 
 
Q.07 (FCC/SEFAZ-MA-Técnico da Receita 
Estadual/2016) 
A Constituição Federal determina que algumas 
matérias atinentes ao ICMS sejam disciplinadas por 
meio de resolução do Senado Federal. De acordo 
com as regras constitucionais, é facultado a essa 
Casa Legislativa, por meio de resolução, 
a) estabelecer as alíquotas mínimas do imposto nas 
operações internas. 
b) definir os combustíveis e lubrificantes sobre os 
quais o imposto incidirá uma única vez, qualquer 
que seja a sua finalidade. 
c) disciplinar o regime de compensação do 
imposto. 
d) prever casos de manutenção de crédito, 
relativamente à remessa para outro Estado e 
exportação para o exterior, de serviços e de 
mercadorias. 
e) excluir da incidência do imposto, nas 
exportações para o exterior, serviços e outros 
produtos além daqueles já mencionados no texto 
constitucional. 
 
 
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Q.08 (FCC/SEFAZ-PI-Auditor Fiscal/2015) 
Em relação ao ICMS, cabe à lei complementar 
I. fixar a base de cálculo, de modo que o montante 
do imposto a integre, também na importação do 
exterior, de bem, mercadoria ou serviço. 
II. regular a forma como, mediante deliberação dos 
Estados e do Distrito Federal, isenções, incentivos 
e benefícios fiscais serão concedidos e revogados. 
III. fixar, para efeito de sua cobrança e definição do 
estabelecimento responsável, o local das 
operações relativas à circulação de mercadorias e 
das prestações de serviços. 
Está correto o que se afirma em 
a) I, apenas. 
b) II, apenas. 
c) I e II, apenas. 
d) II e III, apenas. 
e) I, II e III. 
 
Q.09 (FCC/SEFAZ-PI-Auditor Fiscal/2015) 
Cabe ao Senado Federal, além de outras 
competências, 
I. estabelecer as alíquotas de ICMS aplicáveis às 
operações e prestações, interestaduais e de 
exportação, por meio de resolução, de iniciativa do 
Presidente da República ou de um terço dos 
Senadores, aprovada pela maioria simples de seus 
membros. 
II. fixar as alíquotas mínimas de IPVA. 
III. fixar as alíquotas máximas de ITCMD. 
Está correto o que se afirma em 
a) II, apenas. 
b) II e III, apenas. 
c) I e III, apenas. 
d) III, apenas. 
e) I, II e III. 
 
Q.10 (FCC/SEFAZ-PE-Julgador Administrativo/2015) 
A empresa Costura Inglêsa, que atua no comércio 
varejista de tecidos, por meio de estabelecimento 
situado no Município de Timbaúba/PE, realizou 
operação com outro estabelecimento da mesma 
pessoa jurídica, localizado no Município do 
Teresina/PI, destinando-lhe material para a 
confecção de fardamento dos funcionários. Sobre a 
hipotética situação relatada, 
a) não incide ICMS, pois as operações realizadas 
entre estabelecimentos pertencentes à mesma 
pessoa jurídica são imunes ao mencionado 
imposto. 
b) não incide ICMS, posto que a destinatária utiliza 
o material adquirido para uso e consumo, e não 
para fins de revenda por meio de atos de comércio, 
o que afasta a exação de indicado imposto. 
c) não incide ICMS, não obstante previsão expressa 
em lei em sentido contrário, porquanto não houve 
circulação de mercadoria, pois não ocorreu a 
transferência de titularidade do bem, na medida em 
que a operação foi realizada entre estabelecimentos 
de uma mesma pessoa jurídica. 
d) incide ICMS, visto que houve operação relativa à 
circulação de mercadoria, caracterizado pelo fato 
de a operação ter tido como objeto mercadoria 
destinada a posterior comercialização ou 
industrialização por parte do estabelecimento 
destinatário. 
e) incide ICMS, uma vez que a saída de mercadoria 
de um estabelecimento para o outro de mesma 
titularidade, constitui fato gerador do referido 
imposto apenas quando situados em Estados 
distintos. 
 
Q.11 (FCC/SEFAZ-PE-Julgador Administrativo/2015) 
A empresa Tudo Mais, que atua na prestação de 
serviço de terraplanagem, sediada no Estado do 
Paraíba, adquiriu da empresa Machine Express, 
sediada nos Estados Unidos, um trator de esteira 
para utilizar na exploração de sua atividade, tendo 
o equipamento ingressado no país por meio do 
Porto de Suape, no Estado do Pernambuco. Nesse 
caso, 
a) a empresa Tudo Mais, na condição de 
contribuinte, deverá recolher o ICMS para o Estado 
do Pernambuco, pois nas operações de importação 
o mencionado imposto cabe ao Estado por meio do 
qual foi promovido o desembaraço aduaneiro da 
mercadoria, bem ou serviço. 
b) a empresa Tudo Mais, na condição de 
contribuinte, deverá recolher o ICMS para o Estado 
da Paraíba, pois nas operações de importação o 
mencionado imposto cabe ao Estado onde estiver 
situado o domicílio ou o estabelecimento do 
destinatário da mercadoria, bem ou serviço. 
c) a empresa Machine Express, na condição de 
contribuinte, deverá recolher o ICMS para o Estado 
da Paraíba, pois nas operações de importação o 
mencionado imposto cabe ao Estado onde estiver 
situado o domicílio ou o estabelecimento do 
destinatário da mercadoria, bem ou serviço. 
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d) a empresa Machine Express, na condição de 
contribuinte, deverá recolher o ICMS para o Estado 
do Pernambuco, pois nas operações de importação 
o mencionado imposto cabe ao Estado por meio do 
qual foi promovido o desembaraço aduaneiro da 
mercadoria, bem ou serviço. 
e) nenhuma das empresas deverá recolher ICMS, 
tendo em vista que o destinatário do objeto da 
operação não é contribuinte do imposto e o bem 
adquirido não constitui mercadoria, mas bem 
destinado ao ativo fixo da empresa. 
 
Q.12 (FCC/SEFAZ-PE-Julgador Administrativo/2015) 
Sobre a incidência do ICMS, é correto afirmar: 
a) O serviço de habilitação de celular, enquanto 
operação integrante da prestação de serviço de 
comunicação a título oneroso, está sujeita à 
incidência do ICMS. 
b) A saída física de máquinas, utensílios e 
implementos a título de comodato está sujeita à 
oneração do ICMS, pois consubstancia negócio 
jurídico que tem o condão de transferir o domínio 
da mercadoria. 
c) O fornecimento de água potável por empresas 
concessionárias não é tributável por meio do ICMS, 
visto que as águas em estado natural são bens 
públicos e não mercadorias. 
d) A venda de softwares por meio de transferência 
eletrônica de dados não se submete à incidência do 
ICMS, pois não se trata de bem móvel corpóreo 
destinado à mercancia. 
e) Não incide ICMS sobre operações que destinem 
mercadorias para o exterior, nem sobre serviços 
prestados a destinatários no exterior, razão por que 
não é assegurado o aproveitamento do montante 
do imposto cobrado nas operações e prestações 
anteriores. 
 
Q.13 (FCC/SEFAZ-PE-Auditor Fiscal/2014) 
A empresa Linho e Linha, indústria que desenvolve 
atividade têxtil, com sede no Município de Santa 
Cruz do Capibaribe-PE, em face de uma crise 
assolou seu seguimento na região. Com o 
propósito de obter recursos para honrar os 
compromissos que havia assumido, resolveu, 
então, alienar dezessete máquinas de confecção de 
roupas, as quais foram adquiridas pela empresa 
Corte e Costura, sediadano Município de Recife-
PE. Nesse caso, a empresa Linho e Linha 
 
a) não deverá pagar ICMS sobre a operação 
envolvendo a venda das máquinas de confecção de 
roupas, pois não houve circulação de mercadoria, 
mas transferência, a título oneroso e não habitual, 
de titularidade de bem do ativo fixo. 
b) deverá pagar ICMS sobre a operação envolvendo 
a venda das máquinas de confecção de roupas, 
uma vez que houve circulação de mercadoria, na 
medida em que houve negócio jurídico por meio do 
qual se transferiu para outrem, a título oneroso, o 
domínio de bens móveis. 
c) deverá pagar o ICMS correspondente ao 
diferencial de alíquotas sobre a operação 
envolvendo a venda das máquinas de confecção de 
roupas, já que o destinatário dos produtos está 
sediado em outro município. 
d) deverá pagar ICMS sobre a operação envolvendo 
a venda das máquinas de confecção de roupas, 
porque, na qualidade de adquirente dos 
equipamentos, é a contribuinte do imposto. 
e) deverá pagar ISSQN sobre a operação 
envolvendo a venda das máquinas de confecção de 
roupas, pois as máquinas serão empregadas na 
prestação de serviços de confecção. 
 
Q.14 (FCC/TCE-RS-Auditor Público Externo/2018) 
Sobre o imposto sobre transmissão de causa 
mortis e doação de quaisquer bens e direitos, é 
correto afirmar que 
a) poderá ser instituído pela União. 
b) compete ao Conselho Nacional de Política 
Fazendária fixar suas alíquotas máximas. 
c) apenas poderá incidir sobre grandes fortunas. 
d) compete ao Congresso Nacional fixar suas 
alíquotas máximas. 
e) compete ao Senado Federal fixar suas alíquotas 
máximas. 
 
Q.15 (FCC/SEF-SC-Auditor Fiscal/2018) 
Os Estados têm competência para instituir o ITCMD 
em seus territórios. De acordo com as normas 
constitucionais a este respeito, cabe à lei 
complementar regular a competência para sua 
instituição, nos casos em que o 
a) de cujus, que sempre tiver tido seu domicílio no 
país, houver falecido, deixando apenas herdeiros de 
nacionalidade estrangeira. 
b) testamento tiver sido declarado nulo e os 
herdeiros declarados indignos, ou se todos os 
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herdeiros ou legatários forem domiciliados no 
exterior, na data da abertura da sucessão. 
c) de cujus, que sempre tiver tido seu domicílio no 
país, houver doado bens imóveis aqui localizados, 
menos de 360 dias antes da abertura da sucessão. 
d) doador tiver mudado seu domicílio de um Estado 
federado para outro, menos de 360 dias antes de 
antecipar a legítima para seus herdeiros 
necessários. 
e) de cujus possuía bens no exterior ou o seu 
inventário tiver sido processado no exterior. 
 
Q.16 (FCC/SEF-SC-Auditor Fiscal/2018) 
De acordo com a Constituição Federal, o ITCMD 
será devido ao Estado de Santa Catarina, caso 
ocorra 
a) transmissão causa mortis de valor em dinheiro, 
depositado em agência bancária localizada neste 
Estado, sendo que o processo de inventário tramita 
na Comarca de Curitiba/PR, e os herdeiros e 
legatários desta importância estão domiciliados em 
Chapecó/SC. 
b) doação de bem móvel localizado no Município de 
Palmas/TO, sendo o donatário domiciliado neste 
Estado e o doador domiciliado no Distrito Federal. 
c) doação do direito real de laje, relativamente a 
bem imóvel localizado no Município de Porto 
Alegre/RS, cujo titular da construção- base seja 
domiciliado no Município de Blumenau/SC e o titular 
do direito real de laje seja domiciliado, 
temporariamente, no Município de Nova Iguaçu/RJ. 
d) doação de bem imóvel localizado em Município 
catarinense, sendo o doador domiciliado no 
Município de Manaus/AM e o donatário domiciliado 
em país estrangeiro. 
e) transmissão causa mortis do direito real de 
superfície, relativamente a bem imóvel localizado 
no Município de Fortaleza/ CE, cujo titular da 
propriedade tem domicílio no Município de 
Joinville/SC, o autor da herança tinha domicílio no 
Município de Chapecó/SC, e os herdeiros têm 
domicílio no Município de Bragança Paulista/SP. 
 
Q.17 (FCC/DPE-AP-Defensor Público/2018) 
Antonio faleceu no Amapá, onde residia, deixando 
para seus sucessores a propriedade sobre bem 
imóvel e o direito de posse sobre outro imóvel, 
todos situados no Pará, além da propriedade de 
veículo automotor que se encontrava em uso de 
familiar residente em Roraima. Considerando que o 
processo de inventário foi regularmente aberto 
perante uma das Varas do Amapá, o imposto sobre 
a transmissão causa mortis será devido, nos 
termos da Constituição Federal, 
a) apenas ao Amapá, competente para instituir o 
tributo sobre a transmissão de todos os bens 
deixados pelo falecido. 
b) ao Pará, relativamente à transmissão da 
propriedade e do direito de posse sobre o imóvel; 
a Roraima, relativamente à transmissão da 
propriedade do veículo automotor. 
c) ao Pará, relativamente à transmissão da 
propriedade sobre o imóvel; ao Amapá, 
relativamente à transmissão do direito de posse 
sobre o imóvel e ao direito de propriedade do 
veículo automotor. 
d) ao Pará, relativamente à transmissão da 
propriedade e do direito de posse sobre o imóvel; 
ao Amapá, relativamente à transmissão da 
propriedade do veículo automotor. 
e) apenas ao Pará, relativamente à transmissão da 
propriedade e do direito de posse sobre o imóvel, 
sendo vedada pela Constituição Federal a 
instituição de imposto sobre a transmissão causa 
mortis de veículo automotor. 
 
Q.18 (FCC/PGE-MT-Analista/2016) 
Rafael, domiciliado em Cuiabá/MT, no ano de 2014, 
era proprietário de uma fazenda de gado nos 
arredores de Campo Grande/MS. Um ano antes de 
sua morte, doou 200 cabeças a seu primo 
Francisco, domiciliado em Rio Branco/AC, que as 
aceitou de bom grado, restando ao doador outras 
300 cabeças. Seis meses antes de falecer, Rafael 
mudou seu domicílio, de Cuiabá para Porto 
Velho/RO, cidade em que acabou vindo a falecer, 
em 2015, e onde se processou o inventário judicial 
dos únicos bens que deixou: a fazenda e as 300 
cabeças de gado. 
De acordo com a Constituição Federal, o ITCMD 
incidente sobre a transmissão 
a) por doação das 200 cabeças é devido ao Acre. 
b) causa mortis da fazenda é devido a Mato Grosso. 
c) por doação das 200 cabeças é devido a Mato 
Grosso do Sul. 
d) por doação das 200 cabeças é devido a Mato 
Grosso. 
e) causa mortis da fazenda e das 300 cabeças é 
devido a Mato Grosso do Sul. 
 
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Q.19 (FCC/PGE-MT-Procurador/2016) 
O imposto de transmissão causa mortis e doação 
de quaisquer bens ou direitos, de competência 
estadual, 
a) incide sobre a transmissão de bens, realizada 
entre pessoas jurídicas, em decorrência da 
transferência da propriedade de bem imóvel em 
virtude de aumento de capital aprovada pelos 
órgãos societários das pessoas jurídicas 
envolvidas. 
b) onera atos jurídicos relativos à constituição de 
garantias reais sobre imóveis. 
c) será devido em favor do Estado do Mato Grosso, 
em relação às doações de dinheiro, sempre que o 
donatário estiver domiciliado nessa Unidade da 
Federação, ou no Distrito Federal. 
d) não incidirá sobre as transmissões ou doações 
em que figurarem como herdeiros, legatários ou 
donatários, os partidos políticos e suas fundações, 
respeitados os requisitos de lei. 
e) tem lançamento apenas na modalidade “por 
declaração”. 
 
Q.20 (FCC/SEFAZ-MA-Técnico da Receita 
Estadual/2016) 
A Constituição Federal atribui competência aos 
Estados para instituir o ITCD. De acordo com o 
texto constitucional, esse imposto terá 
a) competência para sua instituição regulada por lei 
complementar, se o donatário residir ou tiver 
domicílio em Estado diverso daquele em que estiver 
domiciliado o doador. 
b) competência para sua instituição regulada por lei 
complementar, se o doador tiver domicilio no 
exterior. 
c) suas alíquotasmáximas fixadas por lei 
complementar. 
d) competência para sua instituição regulada por lei 
complementar, se o de cujus possuía bens imóveis 
em Estado federado diverso daquele que foi o do 
seu último domicílio. 
e) suas alíquotas mínimas fixadas pelo Senado 
Federal. 
 
Q.21 (FCC/SEMPLAN-Teresina-Analista em Gestão 
Pública/2016) 
Considere: 
I. Imposto sobre transmissão causa mortis, e 
doação de quaisquer bens ou direitos. 
II. Imposto sobre a propriedade de veículos 
automotores. 
III. Imposto de exportação, para o exterior, de 
produtos nacionais ou nacionalizados. 
IV. Imposto sobre operações relativas à circulação 
de mercadorias. 
Incluem-se na competência da União os impostos 
indicados APENAS em 
a) III. 
b) I, II e IV. 
c) I e III. 
d) II e IV. 
e) III e IV. 
 
Q.22 (FCC/PGM-Teresina-Analista Administrativo/2016) 
Instituir impostos sobre produtos industrializados, 
sobre operações relativas à circulação de 
mercadorias e sobre transmissão causa mortis e 
doação, de quaisquer bens ou direitos inclui-se na 
competência 
a) dos Estados e Distrito Federal. 
b) dos Estados e do Distrito Federal, dos Estados e 
do Distrito Federal e da União, respectivamente. 
c) da União, da União, e dos Estados e do Distrito 
Federal, respectivamente. 
d) da União. 
e) da União, dos Estados e do Distrito Federal e dos 
Estados e do Distrito Federal, respectivamente. 
 
Q.23 (FCC/TCM-RJ-Auditor Substituto de 
Conselheiro/2015) 
O ITCMD 
a) é devido em favor do Estado do domicílio do 
donatário, no caso de doações de bens móveis. 
b) poderá ser progressivo, a despeito da 
inexistência de disposição expressa autorizando a 
progressividade das alíquotas do ITCMD no texto 
constitucional. 
c) é devido em favor do Estado do donatário para o 
caso de doações de imóveis localizados no exterior, 
desde que o donatário seja domiciliado no Brasil. 
d) é devido em partes iguais aos Estados 
envolvidos, sempre que haja pluralidade de 
domicílios civis. 
e) poderá ser cobrado concomitantemente com o 
ITBI na hipótese de transmissão de bens móveis. 
 
 
 
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Q.24 (FCC/TJ-AL-Juiz/2015) 
Dr. Misael, renomado advogado, com escritório na 
cidade de Rio Largo/AL, foi consultado a respeito 
da incidência do ITCMD em transmissões de bens 
e direitos realizadas por alguns de seus clientes, 
tendo tomado 
nota das seguintes informações: 
− Júlio, que, na data de seu falecimento, era 
domiciliado no Município de Batalha/AL, deixou 
para sua filha, Telma, domiciliada em Porto 
Alegre/RS, o imóvel de sua propriedade, situado na 
cidade de Aracaju/SE. 
− Marcos, domiciliado em Natal/RN, possuía um 
prédio comercial localizado na cidade de 
Arapiraca/AL, que foi dado em usufruto 
gratuitamente a seu tio Arquimedes, domiciliado na 
cidade de São Luiz/MA, para que nele instalasse 
uma pequena padaria. 
− Adelaide, domiciliada no Município de 
Japaratinga/AL, possuía um veículo automotor, que 
fica permanentemente em sua casa de praia, na 
cidade de João Pessoa/PB, que foi doado a seu 
cunhado Joca, domiciliado na cidade de 
Salvador/BA, para utilizá-lo como táxi na capital 
baiana. 
− Augusto, domiciliado no Município de Maceió/AL, 
possuía uma caderneta de poupança em agência 
bancária da cidade de Recife/PE, com saldo no valor 
de R$ 200.000,00, importância essa que foi doada 
a seu irmão Carlos, domiciliado na cidade de 
Manaus/AM. 
− Dalva, domiciliada em União dos Palmares/AL, 
proprietária de dez caminhões adaptados para o 
transporte de cana, utilizados e guardados na 
fazenda de sua propriedade, localizada no município 
de Campo Maior/PI, doou a fazenda e os veículos a 
seu sobrinho Tarcísio. 
Com base nas notas tomadas pelo ilustre advogado 
e nas disposições da Constituição Federal acerca do 
ITCMD, e considerando, ainda, que todas essas 
transmissões são tributadas, Dr. Misael respondeu 
corretamente a consulta formulada quando afirmou 
que o ITCMD incidente sobre a transmissão 
a) por doação feita por Dalva a Tarcísio é devido 
integralmente ao Estado do Piauí. 
b) causa mortis decorrente do falecimento de Júlio 
é devido integralmente ao Estado de Alagoas. 
c) por doação feita por Marcos a Arquimedes é 
devido integralmente ao Estado de Alagoas. 
d) por doação feita por Adelaide a Joca é devido 
integralmente ao Estado da Bahia. 
e) por doação feita por Augusto a Carlos é devido 
integralmente ao Estado de Pernambuco. 
 
Q.25 (FCC/TJ-SC-Juiz/2015) 
Klaus, viúvo, domiciliado em Blumenau/SC, faleceu 
em 2013 e deixou bens no valor de R$ 
1.800.000,00 a seus quatro filhos: Augusto, Maria, 
Marcos e Teresa. Augusto, domiciliado em 
Chapecó/SC, em pagamento de seu quinhão, 
recebeu o terreno localizado em Maringá/PR. Maria, 
domiciliada em Belo Horizonte/MG, renunciou a seu 
quinhão a favor de sua irmã, Teresa. Marcos, 
domiciliado em São Paulo/SP, em pagamento de 
seu quinhão, recebeu o montante depositado na 
conta corrente que Klaus mantinha em São Paulo e 
com o imóvel localizado à beira-mar, em Torres/RS. 
A Teresa, domiciliada em Campo Grande/MS, em 
pagamento de seu quinhão, couberam os bens 
móveis deixados pelo falecido. Marcos renunciou 
ao imóvel localizado em Torres a favor de sua irmã, 
Teresa. O processo judicial de arrolamento dos 
bens deixados por Klaus correu em Blumenau/SC. 
Considerando as informações acima e a disciplina 
estabelecida na Constituição Federal acerca da 
sujeição ativa do ITCMD, compete ao Estado de 
a) São Paulo o imposto sobre a renúncia de Marcus 
em relação ao terreno recebido, pois essa renúncia 
caracteriza doação e o doador está domiciliado em 
São Paulo. 
b) Santa Catarina o imposto incidente sobre a 
transmissão causa mortis do terreno recebido por 
Augusto. 
c) Santa Catarina o imposto incidente sobre a 
transmissão causa mortis de todos os bens 
deixados por falecimento de Klaus. 
d) Mato Grosso do Sul, Estado de domicílio de 
Teresa, o imposto incidente sobre a transmissão 
causa mortis dos bens móveis recebidos por ela. 
e) Minas Gerais o imposto incidente sobre a 
transmissão inter vivos, não onerosa, de bens 
móveis integrantes do quinhão recebido por 
Teresa, em razão da renúncia efetivada por Maria. 
 
Q.26 (FCC/PGE-MT-Analista-Administrador/2016) 
No que diz respeito às alíquotas dos impostos 
estaduais, a Constituição Federal determina que 
cabe a 
a) lei complementar federal fixar as alíquotas 
internas máximas do ICMS. 
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b) resolução do Senado Federal estabelecer as 
alíquotas do ICMS aplicáveis às operações e 
prestações interestaduais. 
c) lei complementar federal fixar as alíquotas 
máximas do IPVA. 
d) lei complementar federal fixar as regras para 
diferenciação das alíquotas do IPVA em razão do 
tipo e utilização do veículo. 
e) resolução do Senado Federal fixar as alíquotas 
mínimas do ITCMD. 
 
Q.27 (FCC/PGE-RN-Procurador/2014) 
Analise os itens abaixo. 
I. O IPVA é um imposto de competência dos 
Estados e do Distrito Federal, mas pode ser 
instituído pelos Municípios na ausência de 
legislação estadual. 
II. As alíquotas mínimas para o IPVA são fixadas por 
Resolução do Senado Federal. 
III. O IPVA pode ter alíquotas diferenciadas em 
função do tipo e da utilização dos veículos. 
IV. O IPVA pode ter alíquotas progressivas em razão 
do valor venal do veículo, conforme disposição 
expressa na Constituição Federal. 
Está correto o que se afirma APENAS em 
a) I e II. 
b) II e III. 
c) III e IV. 
d) I e III. 
e) II e IV. 
 
Q.28 (FCC/SEAD-PI-Analista de Planejamento e 
Orçamento/2013) 
Considere as seguintes afirmações: 
I. Assim como o IPI de competência da União, o 
ICMS de competência estadual deve ser seletivo em 
função da essencialidade das mercadorias e dos 
serviços. 
II. As alíquotasinternas do ICMS não poderão ser 
inferiores às previstas para as operações 
interestaduais, a não ser que haja deliberação em 
contrário dos Estados e do Distrito Federal nos 
termos dos previstos pela Constituição Federal. 
III. O IPVA deve ter alíquotas diferenciadas em 
função do tipo e utilização dos veículos e suas 
alíquotas ínimas devem ser fixadas pelo Senado 
Federal. 
Está correto o que se afirma APENAS em 
 
a) I e III. 
b) II e III. 
c) I. 
d) II. 
e) III. 
 
Q.29 (FCC/AL-PB-Procurador/2013) 
Resolução do Senado Federal estabelecerá as 
alíquotas mínimas para a cobrança do IPVA 
instituído pelos Estados e pelo Distrito Federal. 
 
Q.30 (FCC/INFRAERO-Advogado/2011) 
Considere: 
I. ITCMD (Imposto sobre a transmissão causa 
mortis e doação de bens ou direitos). 
II. ISS (Imposto sobre serviços de qualquer 
natureza). 
III. ITBI (Imposto sobre a transmissão intervivos de 
bens imóveis e direitos a eles relativos) 
IV. IPVA (Imposto sobre a propriedade de veículos 
automotores) 
V. IPI (Imposto sobre produtos industrializados) 
Compete aos Estados e ao Distrito Federal instituir 
os impostos indicados APENAS em 
a) II e III. 
b) I e IV. 
c) I. 
d) II, III e V. 
e) II. 
 
Q.31 (FCC/PGE-MT-Procurador do Estado/2011) 
Sobre o IPVA - Imposto sobre a Propriedade de 
Veículos Automotores é correto afirmar que. 
a) tem seu fato gerador, base de cálculo e 
contribuintes definidos no Código Tributário 
Nacional. 
b) a majoração de alíquota não se submete à regra 
da anterioridade nonagesimal. 
c) terá alíquotas mínimas fixadas por resolução do 
Senado Federal. 
d) considera-se veículo automotor, para fins de 
incidência do IPVA, apenas os de circulação 
terrestre. 
e) segundo entendimento do Supremo Tribunal 
Federal, pode ter alíquotas progressivas em razão 
do valor venal do veículo automotor. 
 
 
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Q.32 (FCC/PGE-AM-Procurador do Estado/2010) 
Em relação às alíquotas do IPVA, a legislação 
tributária do Estado poderá estabelecer 
a) apenas valores venais distintos, não podendo 
alterar as alíquotas. 
b) alíquotas diferentes em função do tipo e 
utilização, desde que observe a alíquota mínima 
fixada pelo Senado Federal. 
c) apenas a base de cálculo, devendo adotar a 
mesma alíquota dos demais Estados, em função do 
princípio da uniformidade geográfica. 
d) alíquotas diferentes em função do tipo e 
utilização, desde que observe a alíquota máxima 
fixada pelo Senado Federal. 
e) alíquotas em função do tipo, utilização e marca, 
aplicando- se apenas os limites estabelecidos na 
Lei Orgânica do Estado. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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4 - OUTRAS BANCAS 
Q.01 (VUNESP/ISS-Campinas-Auditor Fiscal/2019) 
A respeito do imposto sobre operações relativas à 
circulação de mercadorias e sobre prestações de 
serviços de transporte interestadual e 
intermunicipal e de comunicação, é correto afirmar 
que 
a) a isenção ou não incidência, salvo determinação 
em contrário da legislação implicará crédito para 
compensação com o montante devido nas 
operações ou prestações seguintes. 
b) deverá ser seletivo, em função da essencialidade 
das mercadorias e dos serviços. 
c) tem suas alíquotas fixadas por lei nacional (“Lei 
Kandir”), de maneira a mitigar os problemas 
decorrentes da chamada “guerra fiscal”. 
d) resolução do Senado Federal, aprovada pela 
maioria absoluta de seus membros, estabelecerá as 
alíquotas aplicáveis às operações e prestações, 
interestaduais e de exportação. 
e) as alíquotas internas, nas operações relativas à 
circulação de mercadorias e nas prestações de 
serviços, não poderão jamais ser inferiores às 
previstas para as operações interestaduais. 
 
Q.02 (CESGRANRIO/LIQUIGÁS-Profissional Júnior-
Ciências Contábeis/2015) 
O Imposto sobre Circulação de Mercadorias e 
Serviços (ICMS) é tradicional no sistema brasileiro, 
realizando a função que, em outros países, cabe ao 
Imposto sobre Valor Agregado. 
É uma das características desse tributo, no sistema 
nacional, a 
a) progressividade 
b) unitariedade 
c) residualidade 
d) habitualidade 
e) não cumulatividade 
Q.03 (CESGRANRIO/LIQUIGÁS-Profissional Júnior-
Ciências Contábeis/2015) 
Nos termos da Constituição Federal, no caso do 
ICMS sobre operações com lubrificantes e 
combustíveis derivados de petróleo, o imposto 
caberá ao Estado onde ocorrer a(o) 
a) captação 
b) exploração 
c) descarte 
d) transporte 
e) consumo 
 
Q.04 (CESGRANRIO/Petrobrás-Profissional Júnior/2015) 
Com relação ao imposto sobre operações relativas 
à circulação de mercadorias e sobre prestação de 
serviços de transporte interestadual e 
intermunicipal e de comunicação é lícito afirmar 
que ele é um imposto de competência do 
a) Estado, do Distrito Federal e do Munícipio para 
operações ou prestações que se iniciem no 
território nacional. 
b) Estado e do Distrito Federal, ainda que as 
operações ou prestações se iniciem no exterior. 
c) Estado e do Munícipio para operações ou 
prestações que se iniciem no território nacional. 
d) Estado e da União, ainda que as operações ou 
prestações se iniciem no exterior 
e) Estado, da União e do Município para as 
operações ou prestações que iniciem no território 
nacional. 
 
Q.05 (VUNESP/TJ-PA-Juiz de Direito Substituto/2014) 
No que respeita ao imposto sobre a transmissão 
causa mortis e doação de quaisquer bens ou 
direitos (ITCMD), cuja titularidade impositiva 
pertence aos Estados e ao Distrito Federal, é 
correto afirmar que 
a) terá suas alíquotas máximas fixadas por lei 
complementar. 
b) terá a competência para sua instituição regulada 
por lei complementar se o de cujus possuía bens, 
era residente ou domiciliado ou teve seu inventário 
processado no exterior. 
c) relativamente a bens móveis compete ao Estado 
da situação do bem, ou ao Distrito Federal. 
d) relativamente a bens imóveis e respectivos 
direitos compete aos Estados onde se processar o 
inventário ou arrolamento, ou tiver domicílio o 
doador, ou ao Distrito Federal. 
e) terá a competência para sua instituição regulada 
por resolução do Senado Federal se o doador tiver 
domicílio ou residência no exterior. 
 
 
 
 
 
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5 - GABARITOS 
 
FGV 
 
 
 
 
 
 
 
 
CESPE/CEBRASPE 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
FCC 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 OUTRAS BANCAS 
 
 
 
1 C 5 C 
2 A 6 D 
3 B 7 A 
4 D 
1 C 7 B 13 E 
2 B 8 E 14 E 
3 B 9 B 15 E 
4 E 10 C 16 E 
5 A 11 C 17 E 
6 B 12 C 18 E 
1 A 8 E 15 E 22 E 29 C 
2 C 9 B 16 D 23 B 30 B 
3 D 10 C 17 D 24 C 31 C 
4 E 11 B 18 D 25 E 32 B 
5 C 12 C 19 D 26 B 
6 E 13 A 20 B 27 B 
7 A 14 E 21 A 28 D 
1 D 
2 E 
3 E 
4 B 
5 B 
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MÓDULO 06 – 60 QUESTÕES 
TEMAS DAS QUESTÕES: 
• IMPOSTOS DE COMPETÊNCIA DOS MUNICÍPIOS 
• REPARTIÇÃO DAS RECEITAS TRIBUTÁRIAS
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1 - QUESTÕES FGV 
Q.01 (FGV/ALERJ-Procurador/2017) 
São tributos classificados como indiretos, de 
competência da União, Estados e Municípios, 
respectivamente: 
a) Imposto sobre produtos industrializados - IPI, 
Imposto sobre a transmissão causa mortis e 
doação – ITD e Imposto sobre a transmissão de 
bens imóveis – ITBI; 
b) Imposto sobre operações relativas à circulação 
de mercadorias e sobre prestações de serviços de 
transporte interestadual e intermunicipal e de 
comunicação – ICMS, Imposto sobre serviços de 
qualquer natureza – ISS e Imposto sobre 
Propriedade Territorial Rural – ITR, quando cobrado 
pelos Municípios; 
c) Contribuições de intervenção no domínio 
econômico - CIDE, Imposto sobre operações 
relativas à circulação de mercadoriase sobre 
prestações de serviços de transporte interestadual 
e intermunicipal e de comunicação – ICMS e 
Imposto sobre serviços de qualquer natureza – ISS; 
d) Imposto sobre produtos industrializados – IPI, 
Imposto sobre a propriedade de veículos 
automotores – IPVA e Contribuição para o custeio 
da iluminação pública – COSIP, quando cobrada na 
conta de energia elétrica; 
e) Imposto sobre produtos industrializados – IPI, 
Imposto sobre operações relativas à circulação de 
mercadorias e sobre prestações de serviços de 
transporte interestadual e intermunicipal e de 
comunicação – ICMS e Imposto sobre serviços de 
qualquer natureza – ISS. 
 
Q.02 (FGV/TCM-SP-Agente de Fiscalização/2015) 
Lei municipal, publicada em 20 de dezembro de 
2015, aumenta a base de cálculo e também a 
alíquota do IPTU. Em relação ao fato gerador que 
ocorrerá em 1º/01/2016: 
a) será aplicável a nova base de cálculo e será 
aplicável a nova alíquota; 
b) não será aplicável a nova base de cálculo, mas 
será aplicável a nova alíquota; 
c) será aplicável a nova base de cálculo e não será 
aplicável a nova alíquota; 
d) não será aplicável a nova base de cálculo e não 
será aplicável a nova alíquota; 
e) será aplicável a nova base de cálculo e será 
aplicável metade da nova alíquota. 
 
Q.03 (FGV/Agente Fazendário-Niterói/2015) 
Quanto ao Imposto sobre propriedade predial e 
territorial urbana - IPTU, a matéria que poderá ser 
veiculada por decreto é a: 
a) redução das alíquotas; 
b) majoração da base de cálculo; 
c) atualização da base de cálculo, desde que por 
índice oficial de correção monetária; 
d) redução da base de cálculo; 
e) atualização da base de cálculo, por qualquer dos 
índices de preço adotados pelo mercado. 
 
Q.04 (FGV/TCE-RJ-Auditor Substituto/2015 
O Município Alfa altera a legislação do Imposto 
sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana 
(IPTU), que, graças às inovações introduzidas, 
passa a ter alíquotas (i) diferenciadas pela 
localização do imóvel; e (ii) progressivas conforme 
o valor do imóvel. Nesse contexto, é correto afirmar 
que: 
a) é constitucional a inovação introduzida no item 
(i), apenas; 
b) é constitucional a inovação introduzida no item 
(ii), apenas; 
c) é constitucional a inovação introduzida em 
ambos os itens; 
d) é inconstitucional a inovação introduzida em 
ambos os itens, pois a diferenciação e a 
progressividade de alíquota do IPTU é tema 
reservado à lei complementar nacional; 
e) é inconstitucional a inovação introduzida em 
ambos os itens, pois nem mesmo por lei 
complementar se admite a diferenciação e a 
progressividade de alíquota do IPTU em razão da 
localização e do valor do imóvel. 
 
Q.05 (FGV/ISS-Cuiabá/2014) 
A pessoa jurídica Alfa Ltda. presta serviços de 
manutenção de eletrodomésticos. Por meio de 
concorrência pública, é contratada pelo Município 
Beta para a manutenção de eletrodomésticos 
utilizados nas escolas daquela municipalidade. Ao 
emitir a fatura para a cobrança de seus serviços a 
pessoa jurídica Alfa Ltda., estabelecida no próprio 
Município Beta, computou o valor do Imposto 
Sobre Serviços (ISS) incidente na operação. Nesse 
caso, a pessoa jurídica Alfa Ltda. 
 
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a) está correta, pois o ISS incide regularmente na 
operação realizada. 
b) está errada, pois a manutenção de 
eletrodomésticos não sofre a incidência do ISS. 
c) está errada, pois, embora o ISS incida sobre o 
tipo de serviço indicado, o Município é beneficiado 
pela isenção do tributo, mesmo inexistindo lei 
específica, visto que o Município não pode pagar 
tributo para ele mesmo. 
d) está errada, pois, embora o ISS incida sobre o 
tipo de serviço indicado, o Município é beneficiado 
pela imunidade do ISS. 
e) está correta, esteja ou não o tipo de serviço 
indicado sujeito ao ISS, pois um Município não 
pode contratar serviços e suportar o tributo cuja 
instituição é de sua própria competência. 
 
Q.06 (FGV/Pref. Salvador-BA-Técnico de Nível 
Superior/2017) 
O Imposto Sobre Serviços de qualquer natureza 
(ISS) incide sobre 
a) o valor intermediado no mercado de títulos e 
valores mobiliários. 
b) o valor dos depósitos bancários relativos a 
operações de crédito realizadas por instituições 
financeiras. 
c) o principal, os juros e os acréscimos moratórios 
relativos a operações de crédito realizadas por 
instituições financeiras. 
d) as exportações de serviços para o exterior do 
país. 
e) o serviço proveniente do exterior. 
 
Q.07 (FGV/Pref. Cuiabá-MT-Auditor Fiscal/2016) 
Sobre o Imposto sobre Transmissão de Bens 
Imóveis (ITBI), analise as afirmativas a seguir. 
I. Caso a transmissão do bem imóvel ocorra sem o 
pagamento do ITBI devido, os tabeliães e escrivães 
ficam solidariamente obrigados ao pagamento, 
relativamente aos atos por eles ou perante ele 
praticados, em razão do seu ofício. 
II. O pagamento do ITBI poderá ser progressivo em 
razão do valor do imóvel, conforme autorização 
constitucional. 
III. O ITBI incide sobre a transmissão de bens ou 
direitos incorporados ao patrimônio de pessoa 
jurídica em realização ou integralização de capital. 
Assinale: 
 
a) se somente a afirmativa I estiver correta. 
b) se somente a afirmativa II estiver correta. 
c) se somente as afirmativas I e III estiverem 
corretas. 
d) se somente as afirmativas II e III estiverem 
corretas. 
e) se todas as afirmativas estiverem corretas. 
 
Q.08 (FGV/PGM-Niterói-RJ-Procurador/2014) 
Lei federal introduz três inovações na legislação 
tributária, todas concernentes ao Imposto sobre a 
Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU), 
esclarecendo que elas deverão ser 
obrigatoriamente observadas por todos os 
Municípios 
I. fixa alíquota mínima do tributo; 
II. estabelece hipóteses de isenção do tributo; e 
III. fixa a data de recolhimento do tributo. 
Assinale: 
a) se somente são inválidas as inovações I e III. 
b) se somente são inválidas as inovações II e III. 
c) se somente é inválida apenas a inovação II. 
d) se são inválidas as inovações I, II e III. 
e) se somente é inválida apenas a inovação I 
 
Q.09 (FGV/PGM-Niterói-RJ-Procurador/2014) 
Com relação à disciplina constitucional do Imposto 
sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana 
(IPTU), assinale V para a afirmativa verdadeira e F 
para a falsa. 
( ) Pode ser progressivo no tempo. 
( ) Pode ser progressivo em razão do valor do 
imóvel. 
( ) Pode ter alíquota diferente de acordo com a 
localização e o uso do imóvel. 
As afirmativas são, respectivamente, 
a) V, V e V. 
b) F, V e V. 
c) F, F e F. 
d) V, F e F. 
e) V, V e F. 
 
Q.10 (FGV/PROCEMPA-Analista Administrativo-
Advogado/2014) 
Determinado município publica, em 10.06.2013, lei 
alterando a legislação anterior (que até ali previa 
alíquota fixa de IPTU para todos os imóveis 
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localizados em seu território e sujeitos à incidência 
do imposto). 
A nova lei prevê: 
I. alíquotas progressivas em razão do valor do 
imóvel; e 
II. alíquotas diferenciadas em razão da localização 
do imóvel. 
Com base no exposto, assinale a afirmativa correta. 
a) A nova lei é inválida em relação às duas 
previsões por ela introduzidas, pois a fixação de 
alíquotas do IPTU é reservada à lei complementar 
nacional. 
b) A nova lei é válida e produzirá efeitos sobre os 
fatos geradores ocorridos a partir de 1º de janeiro 
de 2014. 
c) A nova lei é válida apenas quanto à 
progressividade de alíquotas em razão da 
localização do imóvel. 
d) A nova lei é válida apenas quanto à diferenciação 
de alíquotas em razão da localização do imóvel. 
e) A nova lei é inválida em relação às duas 
previsões por ela introduzidas, pois a CRFB não 
admite alíquotas de IPTU progressivas ou 
diferenciadas. 
 
Q.11 (FGV/Fiscal de Tributos-Niterói/2015) 
Pertence aos Municípios:a) cinquenta por cento do produto da arrecadação 
do imposto da União sobre renda e proventos de 
qualquer natureza, incidente na fonte, sobre 
rendimentos pagos, a qualquer título, por eles, suas 
autarquias e pelas fundações que instituírem e 
mantiverem; 
b) quarenta por cento do produto da arrecadação 
do imposto da União sobre a propriedade territorial 
rural, relativamente aos imóveis neles situados; 
c) cinquenta por cento do produto da arrecadação 
do imposto do Estado sobre a propriedade de 
veículos automotores licenciados em seus 
territórios; 
d) trinta e cinco por cento do produto da 
arrecadação do imposto do Estado sobre 
operações relativas à circulação de mercadorias e 
sobre prestações de serviços de transporte 
interestadual e intermunicipal e de comunicação; 
e) oitenta por cento do produto da arrecadação do 
imposto da União sobre renda e proventos de 
qualquer natureza, incidente na fonte, sobre 
rendimentos pagos, a qualquer título, por eles, suas 
autarquias e pelas fundações que instituírem e 
mantiverem. 
 
Q.12 (FGV/SEFAZ-RJ-Auditor Fiscal/2011) 
A CRFB traça as linhas gerais para a repartição das 
receitas tributárias nos arts. 157 a 161. É correto 
afirmar que a Constituição determina que 
a) o produto da arrecadação do ITR seja dividido 
entre Estados e Municípios, relativamente aos 
imóveis neles situados, exceto se o Município 
fiscalizar e cobrar o referido imposto. 
b) a União entregue 50% (cinquenta por cento) do 
produto da arrecadação do IPI aos Estados e ao 
Distrito Federal, proporcionalmente ao valor das 
respectivas exportações de produtos 
industrializados. 
c) seja vedada a retenção à entrega dos recursos 
atribuídos a partir das receitas tributárias aos 
Estados, Municípios e ao DF, exceto adicionais e 
acréscimos relativos a impostos. 
d) caiba à lei ordinária disciplinar os aspectos 
relativos à repartição de receitas tributárias. 
e) pertençam aos Municípios 25% (vinte e cinco por 
cento) do produto da arrecadação do ICMS do 
Estado sobre a circulação de mercadorias e sobre 
prestações de serviços de transporte interestadual 
e intermunicipal e de comunicação. 
 
 
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2 - QUESTÕES CEBRASPE/CESPE 
Q.01 (CESPE/STM-Analista Judiciário/2018) 
Situação hipotética: Uma empresa, localizada no 
município de São Paulo – SP, contratou outra 
empresa, estabelecida no município do Rio de 
Janeiro – RJ, para a prestação do serviço de 
demolição de uma obra situada no município de 
Campinas – SP. Assertiva: Nessa situação 
hipotética, o ISS sobre o serviço será devido ao 
município de São Paulo – SP. 
 
Q.02 (CESPE/TRE-PE-Analista Judiciário/2017) 
O ISS 
a) é devido por serviços prestados que não 
constituam atividade preponderante do prestador. 
b) é de competência da União, com arrecadação 
destinada aos municípios. 
c) exclui a cobrança sobre serviços cuja prestação 
se tenha iniciado no exterior. 
d) pode ser cobrado em conjunto com o ICMS. 
e) tem sua incidência condicionada à denominação 
dada ao serviço prestado. 
 
Q.03 (CESPE/PGE-SE-Procurador/2017) 
Os tributos cuja instituição compete aos municípios 
incluem o 
a) ITBI, o IPI e o IPVA. 
b) ITR, o ITCMD e o IPI. 
c) ITBI, o IPVA e o ITCMD. 
d) IPTU, o ITR e o ISSQN. 
e) IPTU, o ITBI e o ISSQN. 
 
Q.04 (CESPE/TRT-7-Analista Judiciário-
Contabilidade/2017) 
A principal finalidade do imposto sobre serviços 
(ISS) é a arrecadação de recursos para o titular da 
competência tributária. Por esse motivo, o ISS 
configura um tributo essencialmente 
a) fiscal. 
b) indireto. 
c) adicional. 
d) pessoal. 
 
Q.05 (CESPE/TCE-PA-Auditor de Controle 
Externo/2016) 
O aspecto material da hipótese de incidência de 
ISSQN consiste na prestação de serviços, conceito 
jurídico de direito privado que indica uma obrigação 
de fazer a favor de terceiros mediante 
remuneração, de modo que abrange a atividade de 
locação de bens móveis. 
 
Q.06 (CESPE/MTE-Contador/2014) 
A prestação de serviços de transporte interestadual 
e intermunicipal está sujeita à incidência do ISS. 
 
Q.07 (CESPE/Polícia Federal-Contador/2014) 
Considere que determinada fundação mantida pelo 
poder público tenha contratado a prestação de 
serviços de instalação de andaimes em seu edifício 
principal. Considere, ainda, que o domicílio do 
prestador do serviço localize-se em município 
diverso daquele da sede da fundação. Nessa 
situação, prevalecerá como local para o pagamento 
do ISS o domicílio do prestador do serviço. 
 
Q.08 (CESPE/TJ-SE-Titular de Serviços de Notas e 
de Registros/2014) 
Assinale a opção correta com relação ao IPTU. 
a) Na determinação da base de cálculo do IPTU, 
computa-se o valor dos bens móveis mantidos em 
caráter permanente no imóvel para efeito de sua 
utilização, exploração, aformoseamento ou 
comodidade. 
b) Conforme previsão do CTN, apenas o 
proprietário do imóvel é considerado contribuinte 
do IPTU. 
c) Para os efeitos do IPTU, considera-se zona 
urbana aquela definida como tal em lei municipal e 
que conte com sistema de abastecimento de água, 
requisito mínimo expressamente previsto no CTN. 
d) Conforme entendimento do STF, a utilização de 
índices superiores aos índices oficiais de correção 
monetária para a majoração do valor venal de 
imóveis para efeito de cobrança do IPTU será 
inconstitucional se não tiver sido prevista em lei em 
sentido formal. 
e) Considera-se fato gerador do IPTU, imposto de 
competência dos estados, a propriedade, o domínio 
útil ou a posse de bem imóvel por natureza ou por 
acessão física, como definido na lei civil, localizado 
na zona urbana de município. 
 
Q.09 (CESPE/TEM-Contador/2014) 
A alíquota máxima do ISS é de 2%, de acordo com 
a Lei Complementar n.º 116/2003. 
 
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Q.10 (CESPE/STJ-Analista Judiciário/2018) 
A repartição das receitas tributárias deve observar 
rigorosamente a competência tributária de cada 
ente político. 
 
Q.11 (CESPE/TCE-PA-Auditor de Controle 
Externo/2016) 
O produto arrecadado pela União proveniente do 
imposto de renda é partilhado com os estados e 
municípios de forma indireta, por meio da 
instituição de fundos, qualificando-se como direito 
subjetivo dos entes federativos beneficiados. 
 
 
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3 - QUESTÕES FCC 
Q.01 (FCC/DPE-SP-Defensor Público/2019) 
Considere as assertivas abaixo a respeito do 
Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza 
(ISSQN) e seu regramento legislativo 
constitucional. 
I. O rol de serviços previstos pela Lei 
Complementar Federal nº 116, de 31 de julho de 
2003, é taxativo, não se admitindo interpretações 
analógicas ou extensivas por parte da legislação 
municipal em face do princípio da estrita legalidade. 
II. No que concerne ao ISSQN, a Lei Complementar 
nº 116, de 31 de julho de 2003, estabelece que os 
Municípios e o Distrito Federal, mediante lei, 
poderão atribuir de modo expresso a 
responsabilidade pelo crédito tributário à terceira 
pessoa, vinculada ao fato gerador da respectiva 
obrigação, excluindo a responsabilidade do 
contribuinte ou atribuindo-a a este em caráter 
supletivo do cumprimento total ou parcial da 
referida obrigação, inclusive no que se refere à 
multa e aos acréscimos legais. 
III. A Constituição Federal de 1988 garante a 
imunidade do ISSQN em relação aos Municípios e 
ao Distrito Federal e às demais pessoas políticas, 
salvo nos casos de exploração de atividade 
econômica realizada por empresas estatais, 
concessionários e permissionários que prestem 
seus serviços mediante regras de direito privado e 
pagamento mediante preço público ou tarifa. 
IV. Isenções ao ISSQN deverão ser veiculadas 
mediante lei complementar federal, vedada sua 
concessão por meio delei municipal ou distrital. 
Está correto o que se afirma APENAS em: 
a) I e II. 
b) I e III. 
c) II e III. 
d) I e IV. 
e) II e IV. 
 
Q.02 (FCC/CLDF-Consultor Legislativo/2018) 
A empresa Festas & Eventos, localizada no Distrito 
Federal, tem como atividade a organização de bufês 
para casamentos e batizados. Relativamente a cada 
evento que realiza, ela emite, apenas, a 
documentação fiscal relativa ao ISSQN, com a 
finalidade de documentar tanto a prestação de 
serviços realizada, como o fornecimento de 
alimentos e bebidas, pois ela entende que somente 
este imposto incide sobre o serviço prestado e 
sobre a alimentação e as bebidas fornecidas. 
Considerando o disposto na Lei Complementar 
federal 116/2003, e levando em conta, ainda, que o 
Distrito Federal tem competência para instituir tanto 
o ISSQN, como o ICMS, verifica-se que o 
procedimento da empresa está 
a) incorreto, pois, na medida em que incide o 
ISSQN sobre a prestação de serviços, e o ICMS 
sobre o fornecimento de alimentação e bebidas, a 
empresa deveria ter pagado o ISSQN sobre os 
serviços prestados e o ICMS sobre a mercadoria 
fornecida. 
b) incorreto, pois incide somente o ICMS tanto 
sobre a prestação de serviços, como sobre o 
fornecimento de alimentação e bebidas. 
c) correto, pois, embora incida o ISSQN sobre a 
prestação de serviços, e o ICMS sobre o 
fornecimento de alimentação e bebidas, no caso do 
Distrito Federal, que tem competência para instituir 
ambos os impostos, a legislação local admite que 
se lance apenas o ISSQN, pela soma dos serviços 
prestados e mercadorias fornecidas. 
d) incorreto, pois, embora incida o ISSQN sobre a 
prestação de serviços, e o ICMS sobre o 
fornecimento de alimentação e bebidas, no caso do 
Distrito Federal, que tem competência para instituir 
ambos os impostos, a legislação local admite que 
se lance apenas o ICMS, pela soma dos serviços 
prestados e mercadorias fornecidas. 
e) correto, pois incide somente o ISSQN tanto 
sobre a prestação de serviços, como sobre o 
fornecimento de alimentação e bebidas. 
 
Q.03 (FCC/TCM-GO-Procurador/2015) 
Em conformidade com a atribuição de competência 
tributária feita pela Constituição Federal, a 
tributação 
a) da transmissão inter vivos, a qualquer título, por 
ato oneroso, de bens imóveis, por natureza ou 
acessão física, está no campo de incidência do 
ITCMD. 
b) das prestações de serviço de comunicação está 
no campo de incidência do ISS. 
c) da transmissão de uma propriedade territorial 
rural por doação está no campo de incidência do 
ITR. 
d) das prestações de serviço de transporte 
intramunicipal está no campo de incidência do ISS. 
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e) da transmissão onerosa de veículo automotor, 
entre irmãos domiciliados na mesma unidade 
federada, está no campo de incidência do IPVA. 
 
Q.04 (FCC/TCM-RJ-Conselheiro Substituto/2015) 
Siglas Utilizadas: 
STF: Supremo Tribunal Federal. 
ISS ou ISSQN: Imposto sobre serviços de qualquer 
natureza. 
ICMS: Imposto sobre operações relativas à 
circulação de mercadorias e prestações de serviços 
de transporte interestadual e intermunicipal e de 
comunicação. 
ITCMD ou ITCD ou ICD ou ITC: Imposto sobre 
transmissão causa mortis e doação. 
Considere o seguinte dispositivo de Lei Municipal: 
Não incide o ISS sobre o serviço de transporte 
intermunicipal de passageiros. Tal disposição legal 
constitui 
a) isenção concedida pela lei municipal. 
b) hipótese de exclusão do crédito tributário 
definida pela legislação municipal. 
c) disposição legal inconstitucional, pois institui um 
benefício fiscal do ISSQN concedido sem amparo 
em Lei Complementar, e em violação ao texto 
constitucional. 
d) enunciado legal ineficaz. 
e) renúncia de receita tributária. 
 
 Q.05 (FCC/TCM-RJ-Conselheiro Substituto/2015) 
A isenção de ISSQN sobre a prestação de serviços 
públicos objetos de contrato de Parceria Público 
Privada concedida por lei pelo próprio Município 
que seja o parceiro público é 
a) medida conveniente e oportuna, pois não faz 
sentido tornar o serviço público municipal mais 
oneroso por conta do ISSQN que poderia ser 
arrecadado pelo próprio Município. 
b) inconstitucional, pois depende de convênio 
firmado entre os Municípios. 
c) constitucional, pois o Município tem o poder de 
tributar bem como o de isentar do ISSQN, 
observados, dentre outros, os princípios da 
legalidade, isonomia, capacidade contributiva e o 
interesse público. 
d) constitucional, pois na falta de disposição de lei 
complementar dispondo sobre os procedimentos 
relativos à concessão de benefícios, os Municípios 
têm a competência plena para concedê-los 
mediante lei. 
e) inconstitucional, independentemente da edição 
de lei ordinária municipal ou do interesse público 
relativo à modicidade tarifária do serviço público 
objeto da Parceria Público Privada. 
 
Q.06 (FCC/TJ-PI-Juiz/2015) 
Atenção: Para responder a questão, considere a 
seguinte situação hipotética: 
Banco Gaita S/A, instituição financeira regulamente 
constituída segundo as leis brasileiras, com 
estabelecimento matriz em Porto Alegre, Estado do 
Rio Grande do Sul e estabelecimento filial em 
Teresina, Estado do Piauí, onde desempenha suas 
atividades empresariais em imóvel próprio. 
Em Teresina o Banco Gaita S/A presta “Serviços 
relacionados ao setor bancário ou financeiro, 
inclusive aqueles prestados por instituições 
financeiras autorizadas a funcionar pela União ou 
porquem de direito”, passíveis de tributação por 
meio do Imposto Sobre Serviços de Qualquer 
Natureza − ISS, por serem expressamente 
contemplados no item 15 da Lista de serviços 
anexa à Lei Complementar federal n o 116/2003. De 
seu turno, a lei daquele Município nordestino tributa 
pelo ISS o preço desses serviços à alíquota de 5%. 
Procurando incrementar sua competitividade no 
referido Município, os dirigentes do Banco Gaita S/A 
reúnem-se com o líder da oposição da Câmara de 
Vereadores do Município de Teresina, após o que o 
parlamentar se comprometeu a apresentar projeto 
de lei 
(i) reduzindo a alíquota do ISS incidente nestes 
casos para 3% e, adicionalmente, 
(ii) concedendo benefício fiscal consistente no 
desconto de 50% do ISS devido pelas instituições 
financeiras que se comprometerem a manter 
estabelecimentos bancários em Teresina pelo prazo 
mínimo de 5 anos. Após regular processo 
legislativo, a lei, com estas disposições normativas 
é aprovada e publicada. 
Em seu juízo, e segundo a disciplina constitucional 
aplicável ao caso, esta lei é 
a) parcialmente constitucional, pois a iniciativa de 
lei em matéria de isenção e redução de tributos não 
é privativa do Chefe do Poder Executivo, tendo sido 
vulnerada, contudo, a disciplina constitucional 
balizadora do benefício fiscal concedido, 
permanecendo incólume, a despeito disto, a fixação 
da nova alíquota do ISS. 
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b) integralmente constitucional, pois a iniciativa de 
lei em matéria de isenção e redução de tributos não 
é privativa do Chefe do Poder Executivo, não tendo 
sido vulnerada, ainda, a disciplina constitucional 
balizadora da nova alíquota do ISS e do benefício 
fiscal concedido. 
c) integralmente inconstitucional, pois a iniciativa 
de lei em matéria de isenção e redução de tributos 
é privativa do Chefe do Poder Executivo, apesar de 
não ter sido vulnerada a disciplina constitucional 
balizadora da nova alíquota do ISS e do benefício 
fiscal concedido. 
d) integralmente inconstitucional, pois, apesar de a 
iniciativa de lei em matéria de isenção e redução de 
tributos não ser privativa do Chefe do Poder 
Executivo, restaram vulneradas as disciplinas 
constitucionais balizadoras da nova alíquota do ISS 
e do benefício fiscal concedido. 
e) parcialmente constitucional,pois a iniciativa de 
lei em matéria de isenção e redução de tributos não 
é privativa do Chefe do Poder Executivo, tendo sido 
vulnerada, contudo, a disciplina constitucional 
balizadora da nova alíquota do ISS, permanecendo 
incólume, a despeito disto, o benefício fiscal 
concedido. 
 
Q.07 (FCC/ALEPE-Analista Legislativo/2014) 
A característica comum ao ICMS e ao ISS é a 
a) imunidade integral nas exportações. 
b) instituição e cobrança descentralizada. 
c) não-cumulatividade. 
d) guerra Fiscal disciplinada apenas pela 
Constituição Federal. 
e) incidência excludente da cobrança do IPI sobre 
as mesmas operações ou prestações 
 
Q.08 (FCC/ELETROSUL-Administrador/2016) 
Considere que determinado Município, em face da 
queda de arrecadação de tributos que vem 
experimentando no exercício em curso, pretenda 
ampliar a receita proveniente da cobrança de 
Imposto Predial e Territorial Urbano − IPTU. 
Considerando os preceitos constitucionais que 
regem a matéria, a Municipalidade poderá 
a) aumentar o tributo, independentemente de lei, 
desde que para o próximo exercício, observando, 
assim, o princípio da anualidade. 
b) aumentar a base de cálculo do imposto, com 
incidência a partir do exercício seguinte e após 90 
dias da edição de lei específica. 
c) criar novo tributo, na forma de taxa e com a 
mesma base de cálculo do IPTU, mediante lei, 
observados os princípios da anterioridade e 
anualidade. 
d) estender a cobrança do referido imposto à 
propriedade territorial rural, mediante lei específica, 
com vigência apenas a partir do exercício seguinte 
à sua publicação. 
e) majorar alíquotas, de forma progressiva, com 
incidência ainda no exercício em curso, desde que 
observada a anterioridade de 90 dias. 
 
Q.09 (FCC/TCM-GO-Conselheiro Substituto/2015) 
A Constituição Federal, no inciso I do seu art. 156, 
estabelece: 
“Art. 156. Compete aos Municípios instituir 
impostos sobre: 
I − propriedade predial e territorial urbana;” 
De acordo com a Constituição Federal, o IPTU está 
sujeito aos princípios da legalidade, 
a) exceto no que diz respeito à fixação de sua base 
de cálculo, que pode ser estabelecida por decreto, 
irretroatividade, anterioridade, mas não está sujeito 
ao princípio da anterioridade nonagesimal 
(noventena). 
b) exceto no que diz respeito à variação de sua 
alíquota, que pode ser aumentada por decreto, 
irretroatividade, anterioridade e anterioridade 
nonagesimal (noventena). 
c) irretroatividade, exceto no que diz respeito ao 
desmembramento de um município em dois ou 
mais municípios, anterioridade e anterioridade 
nonagesimal (noventena). 
d) irretroatividade, anterioridade e anterioridade 
nonagesimal (noventena), sendo que o princípio 
da noventena não se aplica a fixação da base de 
cálculo do IPTU. 
e) irretroatividade, anterioridade nonagesimal 
(noventena), não se aplicando o princípio da 
anterioridade ao exercício em que houver 
desdobramento de um município em dois ou mais 
municípios. 
 
Q.10 (FCC/TJ-GO-Juiz/2015) 
O IPTU, 
a) é um imposto exclusivamente proporcional, de 
acordo com o valor venal do imóvel. 
b) admite progressividade extrafiscal, denominada 
no tempo, que varia de acordo com o valor venal 
do imóvel. 
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c) têm que ter alíquotas progressivas em razão da 
localização e da destinação do imóvel, submetendo-
se ao princípio da capacidade contributiva. 
d) poderá ter alíquotas progressivas em razão do 
valor venal do imóvel ou no tempo, e seletivas de 
acordo com a localização e o uso do imóvel, 
conforme o caso. 
e) não pode ter alíquotas progressivas porque se 
trata de imposto real, não se submetendo ao 
princípio da capacidade contributiva. 
 
Q.11 (FCC/TCE-AM-Auditor/2015) 
De acordo com o Código Tributário Nacional e com 
a Constituição Federal, o tributo que tem como fato 
gerador a propriedade, o domínio útil ou a posse de 
bem imóvel por natureza ou por acessão física, 
como definido na lei civil, localizado na zona urbana 
do Município denomina-se 
a) Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial 
Rural. 
b) Contribuição de Melhoria. 
c) Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e 
Doação de Bens e Direitos. 
d) Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial 
Urbana. 
e) Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis e 
de Direitos a eles Relativos. 
 
Q.12 (FCC/ISS-Teresina-Auditor Fiscal/2016) 
De acordo com a disciplina estabelecida na Lei 
Complementar no 116, de 31 de julho de 2003, o 
ISS 
a) incide sobre as exportações de serviços para o 
exterior do País, nos termos estabelecidos em lei. 
b) não incide sobre a prestação de serviços em 
relação de emprego, regida pela CLT, dos diretores 
de conselho fiscal de sociedades, salvo disposição 
de lei municipal em contrário. 
c) tem como contribuinte o tomador do serviço. 
d) tem como fato gerador a prestação de serviços 
constantes da lista anexa a essa Lei, desde que tais 
serviços se constituam como atividade 
preponderante do prestador. 
e) incide sobre os serviços mencionados na lista 
anexa à referida Lei, afastada a incidência do ICMS 
sobre eles, mesmo que sua prestação envolva 
fornecimento de mercadorias, ressalvadas as 
exceções expressas na própria lista. 
 
 
Q.13 (FCC/Pref. Campinas-SP-Procurador/2016) 
A previsão de alíquotas progressivas no tempo para 
o IPTU depende apenas de lei municipal, hipótese 
em que terão aplicação imediata para todas as 
situações em que existe caracterizado 
desatendimento à função social da propriedade 
urbana. 
 
Q.14 (FCC/PGM-Campinas-Procurador/2016) 
Sobre os impostos municipais é correto afirmar: 
a) Existe imunidade de ITBI para, dentre outras, a 
hipótese de incorporação de uma pessoa jurídica 
por outra, desde que a atividade preponderante da 
incorporadora não seja a compra e venda desses 
bens ou direitos, locação de bens imóveis ou 
arrendamento mercantil. 
b) O ITBI poderá ter alíquotas progressivas de 
acordo com o valor venal do imóvel, assim como 
acontece também com o IPTU. Neste caso, quanto 
maior o valor venal do imóvel, maior será a alíquota 
incidente. 
c) A previsão de alíquotas progressivas no tempo 
para o IPTU depende apenas de lei municipal, 
hipótese em que terão aplicação imediata para 
todas as situações em que existe caracterizado 
desatendimento à função social da propriedade 
urbana. 
d) O Município tem completa autonomia para fixar 
por lei as alíquotas mínima e máxima para o ISS, 
que terá alíquotas fixas para todos os tipos de 
serviços tributáveis, variando apenas em relação ao 
serviço, desde que haja expressa previsão em lei 
municipal. 
e) As isenções, incentivos e benefícios fiscais 
relativos ao ISS somente podem ser concedidos 
por meio de lei complementar nacional como forma 
de coibir a prática da guerra fiscal entre os 
Municípios. 
 
Q.15 (FCC/SEFAZ-PE–Julgador Administrativo 
Tributário do Tesouro Estadual/2015) 
Suponha que a empresa X, que explora atividade de 
arrendamento mercantil, incorporou a empresa Y, 
sendo-lhe transmitida a propriedade dos bens 
móveis e imóveis da segunda empresa. 
Nesse caso, 
a) não incide ITBI, posto que a transmissão de bens 
ou direitos decorrente de fusão, incorporação, 
cisão e extinção de pessoa jurídica é imune ao 
referido imposto. 
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b) incide ITBI, pois o fato de a adquirente explorar 
atividade de arrendamento mercantil afasta a 
imunidade do mencionado tributo sobre a 
transmissão de bens de direitos decorrente de 
incorporação. 
c) não incide ITBI, visto que a exação do referido 
imposto pressupõe a presença de pessoas físicas 
nos polos da relação jurídico-tributária, já recai 
sobre a transmissão inter vivos. 
d) a responsabilidade tributária da empresa X 
abrange os tributos, nãoalcançando as multas, 
posto que a penalidade tem caráter pessoal e não 
pode ser transferida para quem não cometeu 
infração. 
e) a responsabilidade tributária da empresa X 
abrange os tributos e a multa moratória, não 
incluindo as multas punitivas, por força do princípio 
de intransmissibilidade da sanção. 
 
Q.16 (FCC/TJ-GO-Juiz/2015) 
Sobre o ITBI é correto afirmar que 
a) incide sobre a transmissão, a qualquer título, da 
propriedade de bens imóveis, por natureza ou 
acessão física. 
b) não incide sobre a cessão de direitos relativos à 
transmissão de bens imóveis por ato inter vivos, a 
título oneroso. 
c) é um imposto de competência municipal e do 
Distrito Federal, sendo devido ao Município do 
domicílio do comprador, titular da respectiva 
capacidade contributiva. 
d) não incide sobre a cessão de direitos reais de 
garantia sobre o bem imóvel. 
e) não incide sobre a promessa de compra e venda 
de bem imóvel. 
 
Q.17 (FCC/TCM-RJ-Procurador/2015) 
Certo município, para ver aumentada sua 
arrecadação através do Imposto sobre a 
Transmissão Inter Vivos por ato oneroso de bens 
imóveis − ITBI, amplia a incidência do imposto 
sobre a alienação fiduciária de bem imóvel. Esta 
medida é 
a) perfeitamente válida, já que na alienação 
fiduciária a propriedade fiduciária já é transferida 
para o credor fiduciário. 
b) ilegal, pois não há transmissão onerosa de bem 
imóvel na alienação fiduciária, posto que a 
transmissão é gratuita. 
c) inconstitucional, pois a Constituição Federal 
exclui da regra matriz de incidência do ITBI os 
direitos reais de garantia. 
d) ilegal, enquanto direito real de garantia, pois só 
pode haver a incidência do ITBI com o registro da 
garantia do cartório de registro de imóveis. 
e) constitucional, pois a alienação fiduciária de bem 
imóvel é uma cessão de direito real de aquisição, 
passível de tributação por ITBI se o negócio for 
oneroso. 
 
Q.18 (FCC/SEF-SC-Auditor Fiscal da Receita 
Estadual/2018) 
De acordo com a Constituição Federal, aos 
Municípios pertencem 50% do produto da 
arrecadação do 
a) ITR, relativamente aos imóveis situados em sua 
área urbana, desde que os Municípios optem por 
fiscalizar e cobrar este imposto. 
b) ICMS incidente, especificamente, sobre a 
prestação de serviços de radiodifusão livre e aberta 
em seu território. 
c) ITR, relativamente aos imóveis neles situados, 
desde que optem por não fiscalizar nem cobrar este 
imposto. 
d) ITCMD incidente sobre a transmissão de bens 
imóveis localizados em seu território. 
e) IPVA incidente sobre a propriedade de veículos 
licenciados em seu território, desde que seu 
proprietário nele tenha domicílio, e o referido 
veículo tenha menos de 20 anos de fabricação. 
 
Q.19 (FCC/SEAD-AP-Analista Jurídico/2018) 
Sobre a repartição de receitas tributárias, conforme 
a Constituição Federal, os 
a) Municípios participam da arrecadação do 
Imposto sobre Propriedade de Veículos 
Automotores, em 50% do montante relativo aos 
veículos licenciados em seus territórios. 
b) Estados e Distrito Federal participam da 
arrecadação do Imposto sobre a Renda, em 20% do 
montante relativo aos fatos geradores ocorridos em 
seus territórios. 
c) Municípios participam da arrecadação do 
Imposto sobre Transmissão de Bens Causa Mortis 
e Doações, em 20% do montante relativo aos fatos 
geradores ocorridos em seus territórios. 
d) Estados, Distrito Federal e Municípios não 
participam da arrecadação do Imposto sobre a 
Renda. 
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e) Municípios participam da arrecadação do 
Imposto sobre Circulação de Mercadorias e 
Prestação de Serviços de Transporte Interestadual 
e Intermunicipal e de Comunicação, em 10% do 
montante relativo aos fatos geradores ocorridos em 
seus territórios. 
 
Q.20 (FCC/Pref. São Luís-Procurador/2016) 
Um Município brasileiro publicou matéria, no 
periódico local, esclarecendo aos munícipes de que 
a Secretaria Municipal de Finanças efetivamente 
fiscaliza e cobra o IPTU referente à totalidade dos 
imóveis localizados em seu território, e que, 
também, já há 6 anos, optou por fiscalizar e cobrar 
o ITR de todos os imóveis que se localizam nesse 
território, sem proporcionar qualquer redução 
deste último imposto, bem como sem promover 
qualquer forma de renúncia fiscal. 
O mesmo periódico, em matéria recentemente 
publicada, informou que o referido Município é um 
dos campeões de arrecadação do ICMS, do IPVA, 
do ITCD, do ISSQN, do IPTU e do ITBI em seu 
Estado. 
Com base nas normas da Constituição Federal 
acerca da repartição de receitas tributárias, a esse 
Município pertencem 
a) 50% da receita do IPTU e 25% da receita do ITCD. 
b) 25% da receita do IPVA e 50% da receita do ITR. 
c) 50% da receita do IPVA e 25% da receita do 
ICMS. 
d) 100% da receita do ITR, 50% da receita do ITCD 
e 25% da receita do ICMS. 
e) 90% da receita do ISSQN e 50% da receita do 
ITBI. 
 
Q.21 (FCC/ISS-Teresina-Auditor Fiscal/2016) 
É no texto da Constituição Federal que se 
encontram as atribuições de competência tributária 
em relação aos impostos, e também, as regras 
básicas de repartição de receitas de alguns desses 
impostos. De acordo com o texto constitucional, 
cabem aos Municípios 
a) 50% do produto da arrecadação do IPVA, a ser 
repartido entre os Municípios localizados no Estado 
competente para instituir esse imposto, de modo 
proporcional ao número de habitantes desses 
Municípios. 
b) de origem do metal, 70% do montante da 
arrecadação do IOF, incidente sobre o ouro ativo 
financeiro ou instrumento cambial, devido na 
operação de origem. 
c) 25% do produto da arrecadação do ICMS sobre 
operações com mercadorias e sobre prestações de 
serviço de transporte interestadual e 
intermunicipal, e 50% do produto da arrecadação 
desse mesmo imposto sobre prestações de serviço 
de comunicação. 
d) 50% do produto da arrecadação do ITR, 
relativamente aos imóveis neles situados, cabendo-
lhes 80% desse produto, quando ele for fiscalizado 
e cobrado pelos Municípios que assim optarem, na 
forma da lei, desde que não implique redução do 
imposto ou qualquer outra forma de renúncia fiscal. 
e) 75% do produto da arrecadação do IR, incidente 
na fonte, sobre rendimentos pagos, a qualquer 
título, por suas autarquias. 
 
Q.22 (FCC/SEFAZ-PI-Auditor Fiscal/2015) 
Do produto da arrecadação do 
I. IR incidente na fonte, sobre rendimentos pagos, 
a qualquer título, pelos Estados e pelo Distrito 
Federal, por suas autarquias e pelas fundações que 
instituírem e mantiverem, 75% pertencem ao ente 
federado que tiver efetuado o pagamento. 
II. IPVA, 50% pertencem aos Municípios em que os 
veículos automotores se encontrarem licenciados. 
III. ICMS, 25% pertencem aos Municípios. 
IV. ITR, 50% pertencem aos Municípios, 
relativamente aos imóveis neles situados, cabendo-
lhes 99,3% desse produto, no caso de o Município 
optar por fiscalizar e cobrar o referido imposto, e 
desde que essa opção não implique redução do 
imposto ou qualquer outra forma de renúncia fiscal. 
Está correto o que se afirma APENAS em 
a) II e III. 
b) II e IV. 
c) I e II. 
d) I, III e IV. 
e) I e IV. 
 
Q.23 (FCC/ TRF 3ª Região-Analista Judiciário/2014) 
Sobre repartição de receitas tributárias, analise os 
itens a seguir: 
I. Os Estados repartem com os Municípios o 
produto de sua arrecadação com o ICMS. 
II. A União reparte o produto de sua arrecadação 
com Imposto sobre a Renda Pessoa Física incidente 
na fonte com os Estados e Municípios. 
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III. Os Municípios repartem o produto de sua 
arrecadação com Imposto sobre Serviços de 
Qualquer Natureza com os Estados. 
IV. O ente federado que institui empréstimo 
compulsório tem que repartir 25% do produto da 
arrecadação com os demais entes, em partesiguais. 
V. A União reparte com os Estados e Distrito 
Federal o produto de sua arrecadação com imposto 
residual. 
Está correto o que consta APENAS em 
a) I e V. 
b) II e IV. 
c) III e V. 
d) I, II e IV. 
e) III, IV e V. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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4 - OUTRAS BANCAS 
Q.01 (ESAF/AFRFB/2012) 
A progressividade no tempo das alíquotas do IPTU 
– imposto sobre a propriedade predial e territorial 
urbana, de competência dos Municípios e do 
Distrito Federal, prevista na Constituição Federal, 
como medida de política pública que busca dar 
efetividade à função social da propriedade, 
caracteriza-se pela 
a) seletividade. 
b) parafiscalidade. 
c) capacidade contributiva. 
d) extrafiscalidade. 
e) essencialidade. 
 
Q.02 (VUNESP/ISS-Campinas-Auditor Fiscal/2019) 
A empresa ABC Logística Ltda. (“ABC”) é dedicada 
à atividade de locação de galpões logísticos e 
possui imóvel não utilizado em suas atividades que 
gostaria de destinar à venda. Outra empresa, a XYZ 
Sociedade de Arrendamento Mercantil S/A (“XYZ”), 
interessada no imóvel em questão, propõe à ABC a 
seguinte operação, com o objetivo de reduzir a 
incidência de impostos: (i) cisão da empresa ABC, 
com destinação do imóvel ao patrimônio de nova 
empresa resultante da cisão chamada SPE 
Consultorias Ltda. (“SPE”), seguida imediatamente 
de; (ii) aquisição pela XYZ da integralidade das 
ações da SPE detidas pela ABC; e de, (iii) 
incorporação integral da SPE pela XYZ. 
A respeito dessa operação, assinale a alternativa 
correta. 
a) A operação resultaria em economia de impostos 
caso, em lugar da operação de cisão, fosse utilizada 
em substituição à SPE uma empresa “de prateira”, 
pois não incide ITBI nas operações de transmissão 
de bens incorporados ao patrimônio de pessoa 
jurídica em decorrência de realização de capital. 
b) A operação não resultará em economia de 
impostos municipais, pois, embora haja imunidade 
constitucional do ITBI na transmissão do imóvel 
relativamente à operação de cisão, o mesmo não 
ocorre quanto à posterior operação societária de 
incorporação da empresa SPE. 
c) A operação não resultará em economia de 
impostos municipais, em decorrência da atividade 
econômica a que se dedica a empresa vendedora 
do imóvel, que corresponde à exceção prevista à 
imunidade constitucional. 
d) A operação resultará em economia de impostos 
municipais, pois não incide ITBI nas operações de 
transmissão de bens ou direitos incorporados ao 
patrimônio de pessoa jurídica em decorrência de 
cisão. 
e) A operação não resultará em economia de 
impostos municipais, em decorrência da atividade 
econômica a que se dedica a empresa adquirente 
final do imóvel, que corresponde à exceção à 
imunidade constitucional. 
 
Q.03 (VUNESP/ISS-Guarulhos-Inspetor Fiscal de 
Rendas/2019) 
De acordo com a Constituição Federal, em relação 
ao imposto sobre serviços de qualquer natureza 
(ISSQN), cabe à lei complementar 
a) conceder e revogar isenções, incentivos e 
benefícios fiscais. 
b) prever casos de manutenção de crédito, 
relativamente à remessa de serviços para outro 
Município e exportação para o exterior. 
c) dispor sobre substituição tributária. 
d) excluir da sua incidência exportações de serviço 
para o exterior. 
e) definir seus contribuintes e disciplinar o regime 
de compensação do imposto. 
 
Q.04 (VUNESP/Pref. Sertãozinho-SP-Procurador/2016) 
Os municípios podem, exercendo a opção que lhes 
permite a Constituição Federal, cobrar e fiscalizar 
um imposto pertencente à competência impositiva 
de outro ente tributante, caso em que terão direito 
a totalidade do produto da arrecadação. Trata-se do 
imposto sobre 
a) a transmissão inter vivos, a qualquer título, por 
ato oneroso, de bens imóveis, por natureza ou 
acessão física. 
b) transmissão causa mortis e doação, de 
quaisquer bens ou direitos. 
c) propriedade territorial rural. 
d) produtos industrializados. 
e) propriedade de veículos automotores. 
 
Q.05 (VUNESP/Pref. Caieiras-SP-Assessor Jurídico/2015) 
É imposto que não incide sobre a transmissão de 
bens ou direitos incorporados ao patrimônio de 
pessoa jurídica em realização de capital, nem sobre 
a transmissão de bens ou direitos decorrente de 
fusão, incorporação, cisão ou extinção de pessoa 
jurídica, salvo se, nesses casos, a atividade 
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preponderante do adquirente for a compra e venda 
desses bens ou direitos, a locação de bens imóveis 
ou arrendamento mercantil. Trata-se do imposto 
cuja competência impositiva pertence 
a) à União, exclusivamente 
b) à União, privativamente. 
c) aos Estados. 
d) aos Municípios. 
e) aos Estados e ao Distrito Federal. 
 
Q.06 (VUNESP/TJ-SP-Juiz Substituto/2015) 
Na cobrança do ISSQN sobre serviços bancários, é 
correto afirmar, com base nos atuais julgamentos 
do STJ, que 
a) a lista de serviços previstos na legislação é 
taxativa e não admite outras inclusões. 
b) a lista de serviços previstos na legislação é 
taxativa, porém, admite leitura extensiva para 
serviços idênticos embora com denominações 
distintas. 
c) a lista de serviços previstos na legislação é 
exemplificativa, logo, admite outras inclusões. 
d) a lista de serviços previstos na legislação para a 
atividade bancária tem tratamento específico 
porque os serviços bancários têm natureza 
genérica, sujeitos, portanto, como regra, ao 
pagamento daquele tributo. 
 
Q.07 (VUNESP/TJ-SP-Juiz Substituto/2015) 
Na Arguição de Inconstitucionalidade 0056693-
19.2014, o Órgão Especial do Tribunal de Justiça do 
Estado de São Paulo, ao analisar legislação do 
Município de São Paulo, fixando a base de cálculo 
do Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis 
(ITBI), concluiu que 
a) a base de cálculo do ITBI a ser considerada pelo 
contribuinte é aquela periodicamente apurada pelo 
órgão municipal competente. 
b) compete ao contribuinte impugnar, caso 
discorde da cobrança, o valor indicado como base 
de cálculo do ITBI pela Municipalidade, presumido 
como correto. 
c) é válido instituir como base de cálculo do ITBI o 
valor pelo qual o bem ou direito é negociado à vista. 
d) o contribuinte deve recolher o ITBI e o IPTU 
adotando como base de cálculo o valor venal de 
referência. 
 
 
 
Q.08 (VUNESP/TJ-SP-Juiz Substituto/2015) 
O Supremo Tribunal Federal, no julgamento do ARE 
639632 AgR/MS, ao analisar a questão relativa à 
cobrança progressiva do IPTU estabeleceu alguns 
parâmetros e, de acordo com tal julgamento, é 
correto afirmar que 
a) a parafiscalidade é o fenômeno por meio do qual 
se busca a concretização da função social da 
propriedade. 
b) é inconstitucional o regime de alíquotas 
progressivas do IPTU com base no valor venal do 
imóvel. 
c) a progressividade extrafiscal também tem 
previsão normativa no Estatuto da Cidade. 
d) os pressupostos e condições para aplicação da 
progressividade extrafiscal e da progressividade 
fiscal devem ser os mesmos. 
 
Q.09 (VUNESP/Pref. São José dos Campos-SP-Auditor 
Tributário Municipal/2015) 
Em relação às transferências constitucionais que 
recebe de outros entes da federação, é correto 
afirmar que os municípios participam com 
a) cinquenta por cento (50%) do produto da 
arrecadação do imposto cobrado pela União sobre 
a propriedade territorial rural, relativamente aos 
imóveis neles situados. 
b) vinte por cento (20%) do produto da arrecadação 
do imposto do Estado sobre operações relativas à 
circulação de mercadorias e sobre prestações de 
serviços de transporte interestadual e 
intermunicipal e de comunicação. 
c) vinte por cento (20%) do imposto de renda e 
proventos de qualquer natureza, por meio do Fundo 
de Participação dos Municípios. 
d) vinte e cinco por cento (25%) do produto da 
arrecadação do imposto do Estado sobre a 
propriedadede veículos automotores licenciados 
em seus territórios. 
e) dez por cento (10%) do produto da arrecadação 
do imposto sobre produtos industrializados, por 
meio do Fundo de Participação dos Municípios. 
 
Q.10 (VUNESP/Pref. São José dos Campos-SP-Auditor 
Tributário Municipal/2015) 
Cinquenta por cento do produto da arrecadação do 
imposto do Estado de São Paulo sobre a 
propriedade de veículos automotores licenciados 
no território do Município de São José dos Campos 
pertence a essa Municipalidade. Suponha-se, por 
hipótese, que o Município de São José dos Campos 
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não cumpra com medidas, impostas pelo Estado, 
de economia de água por conta da crise hídrica. Em 
consequência, o Estado de São Paulo retém os 
valores arrecadados a título de IPVA e condiciona 
seu pagamento ao cumprimento das metas de 
economia de água. A conduta do Estado de São 
Paulo, nesse caso, pode ser considerada 
a) irregular, pois a Constituição Federal considera 
que a retenção de valores devidos a título de 
repartição de receitas é possível desde que haja 
autorização do Senado Federal. 
b) regular, pois permitida pela Constituição Federal, 
que considera que a retenção de valores pelo 
Estado é possível, desde que haja ato 
administrativo específico e motivado. 
c) irregular, por previsão expressa da Constituição 
Federal, que veda a retenção ou qualquer restrição 
à entrega e ao emprego dos recursos atribuídos 
aos Municípios por repartição de receitas 
tributárias, não sendo tal hipótese prevista como 
exceção. 
d) regular, pois a Constituição Federal prevê que o 
Estado pode reter tais valores por motivos de força 
maior e para pagamento de seus créditos. 
e) irregular, pois a conduta estadual somente 
estaria amparada se houvesse um decreto federal 
de calamidade pública no âmbito do Estado de São 
Paulo ou do Município de São José dos Campos. 
 
Q.11 (VUNESP/Pref. São José dos Campos-SP-
Procurador/2017) 
A União entregará, do produto da arrecadação do 
imposto sobre produtos industrializados, 10% aos 
Estados e ao Distrito Federal, proporcionalmente ao 
valor das respectivas exportações de produtos 
industrializados; dos recursos que receberem a 
esse titulo, os Estados entregarão aos respectivos 
Municípios o percentual de 
a) 21,5%. 
b) 22,5%. 
c) 25%. 
d) 27,5%. 
e) 50%. 
 
Q.12 (VUNESP/Pref. Porto Ferreira-SP-Procurador/2017) 
Na repartição das receitas tributárias, a União 
entregará, do produto da arrecadação dos impostos 
sobre renda e proventos de qualquer natureza e 
sobre produtos industrializados, 49% aos Fundos 
de Participação dos Estados, do Distrito Federal e 
dos Municípios. Desse percentual, caberá ao Fundo 
de Participação dos Municípios: 
a) 50%. 
b) 30%. 
c) 25%. 
d) 22,5%. 
e) 21,5%. 
 
Q.13 (VUNESP/Pref. Alumínios-SP-Procurador/2016) 
Segundo a Constituição Federal do Brasil (CFB), 
pertencem aos Municípios 
a) cinquenta por cento do produto da arrecadação 
do imposto do Estado sobre a propriedade de 
veículos automotores licenciados em seus 
territórios. 
b) cinquenta por cento do produto da arrecadação 
do imposto do Estado sobre operações relativas à 
circulação de mercadorias e sobre prestações de 
serviços de transporte interestadual e 
intermunicipal e de comunicação. 
c) trinta e cinco por cento do produto da 
arrecadação do imposto do Estado sobre 
operações relativas à circulação de mercadorias e 
sobre prestações de serviços de transporte 
interestadual e intermunicipal e de comunicação. 
d) vinte e cinco por cento do produto da 
arrecadação do imposto do Estado sobre a 
propriedade de veículos automotores licenciados 
em seus territórios. 
e) trinta e cinco por cento do produto da 
arrecadação do imposto do Estado sobre a 
propriedade de veículos automotores licenciados 
em seus territórios. 
 
Q.14 (VUNESP/Pref. Marília-SP-Procurador/2016) 
Do produto da arrecadação do imposto do Estado 
sobre operações relativas à circulação de 
mercadorias e sobre prestações de serviços de 
transporte interestadual e intermunicipal e de 
comunicação (ICMS), pertencem aos Municípios 
a) 22,5%. 
b) 25% 
c) 27,5%. 
d) 30%. 
e) 50%. 
 
 
 
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5 - GABARITOS 
 
FGV 
 
 
 
 
 
 
 
 
CESPE/CEBRASPE 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
FCC 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 OUTRAS BANCAS 
 
 
1 E 7 A 
2 C 8 D 
3 C 9 A 
4 C 10 B 
5 A 11 C 
6 E 12 E 
1 E 7 E 
2 A 8 D 
3 E 9 E 
4 A 10 E 
5 E 11 E 
6 E 
1 C 8 B 15 B 22 A 
2 A 9 D 16 D 23 A 
3 D 10 D 17 C 
4 D 11 D 18 C 
5 E 12 E 19 A 
6 A 13 E 20 C 
7 B 14 A 21 B 
1 D 6 B 11 C 
2 E 7 C 12 D 
3 D 8 C 13 A 
4 C 9 A 14 B 
5 D 10 C 
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