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Acadêmicos(as): Daniela Rohde, Isabeli Marchesan, Josiane Machado, Laura Krysan, Laura Shulz, Leticia Neuhaus, e Tatyane Marin. Medula Espinhal CENTRO UNIVERSITÁRIO DINÂMICA DAS CATARATAS MISSÃO: FORMAR PROFISSIONAIS CAPACITADOS, SOCIALMENTE RESPONSÁVEIS E APTOS A PROMOVEREM AS TRANSFORMAÇÕES FUTURAS Anatômia Anatômia Função: Controle dos movimentos do corpo; Regulação de funções viscerais; Processamento de informações sensoriais dos membros, tronco e órgãos internos; Condução do fluxo de informações aferentes e eferentes ao encéfalo. Sinais Clínicos Doença crônica. Comum em cães de grande porte; Causa uma “desordem” na medula espinha; Afeta o sistema nervoso central; Pode progredir para afetar as porções cervicais e lombares da medula espinhal em estágios posteriores. Dor extrema ou pressão no pescoço, cabeça ou costas. Formigamento ou perda de sensibilidade nas patas. Perda parcial ou completa do controle sobre qualquer parte do corpo Sinais Clínicos Mielopatia degenerativa Considerada uma doença crônica e lentamente progressiva pode causar uma “desordem” na medula espinhal. Doença mais comum em cães de grande porte Afeta o SNC do cão e pode progredir, afetando as porções cervicais e lombares da medula espinhal em estágios posteriores. As lesões são muitas vezes presentes na medula espinhal. Os neurônios no tronco cerebral poderão ser afetados pela doença. AS doenças medulares podem ocorrer por via secundária pois algumas patologias podem desenvolver alterações no local. Possíveis sintomas da lesão da medula espinhal incluem: Dor extrema ou pressão no pescoço, cabeça ou costas. Formigamento ou perda de sensibilidade nas patas Perda parcial ou completa de controle sobre qualquer parte do corpo Etiologia lesões exógenas ; lesões endógenas ; Lesão primária; Lesão secundÁria ; Lesão aguda: Interrupção anatômica, Concussão, Compressão, Isquemia. Diagnóstico Animal consciente; Suspeita clínica; Exames de imagem. Extrusão do disco interverbral (hérnia) Diagnóstico In vivo x Post mortem. Aparelhos disponíveis; $$ Doença do disco intervetebral Diagnóstico DOENÇA DO DISCO INTERVERTEBRAL AGUDA Resenha Anamnese Sintomas Clínicos Exames complementares: Análise do líquido cérebro-espinhal Raio X Radiografia Simples Mielografia (radiografia com contraste opaco na região subaracnóide) Tomografia Ressonância Magnética Avaliar o estado de consciência do animal e avaliação dos reflexos espinhais. Radiografia Lateral simples demonstrando diminuição do espaço intervertebral entre T13- L1 Fonte: SLATTER Esquema demonstrando localização entre L4-L5, para aplicação de contraste na região lombar. Fonte: NELSO E COUTO Diagnóstico TRAUMA DA MEDULA ESPINHAL Diagnóstico varia de acordo com o exame a ser realizado MIELOPATIA EMBÓLICA FIBROCARTILAGINOSA Anamnese e reconhecimento de uma disfunção aguda, não progressiva e indolor da medula espinhal Exames complementares: Análise do líquido cefalorraquidiano, costuma encontra-se normal, em alguns casos ocorre aumento na concentração de proteínas, bem como, nas primeiras 24horas após iniciar a sintomatologia, alguns cães apresentam aumento discreto do número de neutrófilos do LCR. Raio X: auxiliam na avaliação de discoespondilite, fraturas, neoplasia vertebral e doença do disco intervertebral, sendo normais em casos de embolia fibrocartilaginosa. Radiografia Simples Mielografia: serve para descartar leões compressivas, fraturas, protusões e neoplasias. Já o diagnostico da mielopatia embólica fibrinocartilaginosa só pode ser feito pela a exclusão dos distúrbios medulares compressivos e inflamatórios Diagnóstico DOENÇA DO DISCO INTERVERTEBRAL CRÔNICA A presença de sinais progressivos de disfunção da medula espinhal sugere a presença discal do tipo II, sendo a discoespondilite, as neoplasias e a mielopatia degenerativa o diagnostico clínico diferencial. Tal como na discopatia do tipo I, a realização de exames de grau neurológicos sugerem o local da lesão . Raio X simples da coluna vertebral a fim da observação a diminuição do espaço intervertebral, presença de osteofitos e esclerose. Mielografia também é utilizada para determinar a extensão e o local da lesão Exames complementares: Análise do liquido cerebroespinhal Tomografia computadorizada. Diagnóstico MIELOPATIA DEGENERATIVA A patologia normalmente acomete cão de grande porte com progressão lenta de ataxia medular e fraqueza de neurônio motor superior nos membros posteriores, sendo assim, o porte do animal já auxilia no diagnóstico. A radiografia de coluna e a análise do LCR normalmente são normais e assim o diagnóstico é realizado por exclusão. Por exemplo: um cão idoso que possui sinais de neurônio motor superior lentamente progressivo em membros pélvicos, a radiografia simples de coluna está normal, mielografia espinhal normal e o exames citológico do LCR normal, automaticamente o mesmo é passível de diagnóstico como portador de mielopatia degenerativa. Porém, o mesmo só pode ser confirmado após a necropsia nas lesões histopatológicas características na medula espinhal. Diagnóstico NEOPLASIA Anamnese Sinais clínicos Raio-x da medula espinhal. Em grande parte das neoplasias de vertebras visualiza-se lise óssea, com ausência do contorno cortical nas imagens radiográficas das vértebras que foram acometidas, com ou sem evidência de proliferação óssea. Normalmente a radiografia simples da coluna vertebral não altera-se em neoplasias espinhais de tecidos moles . Mielografias Ressonância magnética Tomografia computadorizada Análise histopatológica da lesão Tratamento O tratamento dependerá de cada caso. O tratamento geralmente é cirúrgico na maioria das lesões referentes a trauma medular e discopatias (Laminectomia, hemilaminectomia, pediculectomia, artrodese), ocasionalmente, quando o paciente apresentar um quadro de dor aguda sem déficits sensoriais ou motores, o tratamento conservador pode ser uma opção. Imagem: Vértebra torácica humana. Fonte: Google imagens. Tratamento Medicações: Opióides (controle da dor): Tramadol, Metadona, Cetamina (infusão intratececal ou CRI); Corticóides (inflamação e dor): Dexametasona, Prednisona, Metilpredinisolona; Agonistas Gabaérigicos (dor crônica): Gabapentina, Pregabalina; Retenção urinária: Diazepam, Fenoxibenzamina (antagonista α-adrenérgico), Prazosina (antagonista α-adrenérgico); Incontinência urinária: Cloridrato de Oxibutinina. Nutracêuticos: Vitaminas do ComplexoB, suplementos a base de Sulfato de Controitina + Glicosamina, Colágeno, Açafrão. Tratamento Tratamentos complementares e coadjuvantes Fisioterapia; Acunpuntura; Limitações de certos tipos de movimento e adequação dos exercícios físicos realizados pelo animal de acordo com suas limitações; Perda de peso; Medicamentos homeopáticos; Coletes estabilizadores; Adaptações no ambiente doméstico para melhorar a locomoção e qualidade de vida do animal. Prevenção Prevenção Obrigada