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Faculdade Estácio 
Nome: Fernanda camyla da silva 
Matricula: 201902080998 
Prof.ª Noelma Saraiva Turno: Tarde 
Propriedade industrial é o conjunto de proteção de direitos sobre 
as patentes de invenção, patente de modelo de utilidade, registro de 
desenho industrial, registro de marcas, bem como a repressão da 
concorrência desleal e às falsas indicações geográficas. A 
propriedade industrial encontra-se regulada no art. 5º, inciso XXIX, 
da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, bem 
como disciplina seu regime jurídico por meio da Lei da Propriedade 
Industrial – LPI, Lei n. 9.279/96.Esta lei revogou o antigo Código da 
Propriedade Industrial (Lei n. 5.772/71), que por sua vez revogou o 
seu antecessor e também denominado Código da Propriedade 
Industrial (Decreto-lei n. 1.005/69). Segundo a Lei de Propriedade 
Industrial, os bens que compõem a propriedade industrial são 
considerados imateriais ou incorpóreos, bem como são tratados 
como bens móveis (art. 5º da LPI). Esse tratamento está em 
consonância com o que disciplina o art. 83, inciso III, do Código Civil 
de 2002, segundo o qual “consideram-se bens móveis para os efeitos 
legais: III – os direitos pessoais de caráter patrimonial e respectivas 
ações”. Dessa forma, por se tratar de bem móvel, é possível a licença 
de exploração de uma patente de invenção ou a cessão de um 
registro de marca, por exemplo. Além disso, com base no art. 225 da 
LPI, é cabível ação judicial para reparação de dano causado aos 
direitos de propriedade industrial, com prazo prescricional de 5 
anos. No Brasil, o órgão responsável pelo registro de propriedade 
industrial é o Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI). 
Trata-se de uma autarquia federal, criada em 1970, vinculada ao 
Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior 
(MDIC). Esse órgão é responsável pelo registro e concessão de 
marcas, patentes, desenho industrial, transferência de tecnologia, 
indicação geográfica, programa de computador e Topografia de 
Circuito Integrado. Assim, nasce para o inventor o direito de 
exploração industrial de sua invenção somente após registrar a 
devida patente, pois o registro de Propriedade Industrial só se 
contesta mediante a comprovação da existência de registro anterior. 
Propriedade Intelectual. Direitos autorais e propriedade industrial 
https://pt.wikipedia.org/wiki/Instituto_Nacional_da_Propriedade_Industrial_(Brasil)
Propriedade Intelectual. Direitos autorais e propriedade 
industrial 
Ao se estudar propriedade industrial, faz-se necessário destacar a 
diferença deste instituto para os institutos da propriedade intelectual 
e dos direitos autorais. Como o conceito de propriedade industrial foi 
abordado no tópico anterior, parte-se para os próximos conceitos. 
A propriedade intelectual é “o conjunto de normas de proteção sobre 
bens incorpóreos ou imateriais (o que não tem existência física) 
decorrente da criatividade, inteligência ou sensibilidade de seu 
criador – autor ou inventor.” 
A propriedade intelectual é considerada gênero, da qual decorrem 
duas espécies, o direito autoral (influenciado pela lei civil – Código 
Civil de 2002) e a propriedade industrial (decorrente do direito 
empresarial). 
Já os direitos autorais, segundo Tarcísio Teixeira, tratam da proteção 
dos interesses dos criadores de obras literárias, artísticas e cinéticas 
(Lei n. 9.610/98), bem como da tutela do programa de computador – 
software (Lei n. 9.609/98). 
O direito autoral encontra fundamentação legal no art. 5 º, inciso 
XXVII, da CRFB/88, o qual dispõe que “aos autores pertence o direito 
exclusivo de utilização, publicação ou reprodução de suas obras, 
transmissível aos herdeiros pelo tempo que a lei fixar;” e inciso 
XXVIII: 
“São assegurados, nos termos da lei: a) a proteção às participações 
individuais em obras coletivas e à reprodução da imagem e voz 
humanas, inclusive nas atividades desportivas; b) o direito de 
fiscalização do aproveitamento econômico das obras que criarem ou 
de que participarem aos criadores, aos intérpretes e às respectivas 
representações sindicais e associativas. 
Dessa forma, não há de se confundir propriedade intelectual e 
direitos autorais com propriedade industrial. Segundo André Luiz 
Santa Cruz Ramos, dentre as principais diferenças entre o direito de 
propriedade industrial e o direito autoral, podemos cita as seguintes: 
1. A proteção dos direitos de propriedade industrial depende da 
concessão do registro ou da patente (art. 2º da Lei 9.279/1996), 
ao passo que a proteção dos direitos autorais independe de 
registro (art. 18 da Lei 9.610/1998); 
2. Existe um órgão estatal específico para concessão de registros 
e patentes relativos aos direitos de propriedade industrial 
(Instituto Nacional da Propriedade Industrial – INPI; art. 2.º da 
Lei 5.648/1970), enquanto os direitos autorais são registrados, 
facultativamente e conforme a sua natureza, em órgãos 
variados que não foram criados especificamente para isso 
(Biblioteca Nacional, Escola de Música, Escola de Belas Artes 
da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Instituto Nacional 
do Cinema e Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e 
Agronomia – CREA; art. 17 da Lei 5.988/1973); 
3. Os prazos de vigência dos direitos de propriedade industrial 
(arts. 40, 108 e 133 da Lei 9.279/1996) são distintos dos prazos 
de vigência dos direitos autorais (art. 41 da Lei 9.610/1998). 
4. O direito autoral protege a obra em si, enquanto o direito de 
propriedade industrial protege uma técnica. 
Desenho Industrial 
 Os registros concedidos pelo INPI referem-se a dois diferentes 
bens industriais, o desenho industrial, conhecido como ''design'', 
e as marcas. O registro do primeiro guarda algumas semelhanças 
com a patente de invenção ou de modelo de utilidade, porque 
antigamente os desenhos industriais eram patenteados e não 
registrados, distanciando-se, por vezes, da marca. Por essa 
razão, ao contrário da patenteabilidade, a registrabilidade não 
comporta tratamento geral. São acentuadamente desiguais, em 
outros termos, as condições para o registro do desenho industrial 
e de marca. 
O conjunto de conhecimento resultante das observações e 
estudos compõe o estado da técnica, amparado pela lei como tudo 
que foi divulgado, por qualquer meio, até a data do depósito do 
pedido de registro. Integra também, o estado da técnica o desenho 
depositado no INPI, mesmo ainda não publicado. A exemplo do 
disposto relativamente ao estado da técnica das invenções e 
modelos de utilidade, também é concedido um ''período de graça'', 
ao autor do desenho.

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