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INFECÇÃO SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEL (IST) NO SISTEMA PENITENCIÁRIO FEMININO – Revisão de Literatura
Autor*:Leticia Carla Cian, Layane Gabrielle Tamarossi, Isadora Emília Maia da Costa
Orientadora**: Prof.ª Dra. Rosemeire Aparecida Milhim Cordova 
Referências:
 ALCÂNTARA, R. L. S.; SOUSA, C. P. C; SILVA, T. S. M. Infopen mulheres de 2014 e 2018: desafios para a pesquisa em psicologia. Psicologia, Ciência e Profissão, Brasília, v. 39, n. esp2, p. 88-101, 2018. DOI: https://doi.org/10.1590/1982-3703000212154. Acesso em: 22 abril de 2022.
 Ministério da Justiça e Segurança Pública (Brasil). Relatório temático sobre mulheres privadas de liberdade - junho de 2017. Brasília: Departamento Penitenciário Nacional – DEPEN, 2019. Disponível em: http://antigo.depen.gov.br/DEPEN/depen/sisdepen/infopen-mulheres/copy_of_Infopenmulheresjunho2017.pdf. Acesso em: 30 abril. 2022
*Estudantes do Curso de enfermagem da Universidade Paulista – UNIP, campus JK.
**Professora do curso de graduação em enfermagem, disciplina de Projeto Técnico Cientifico Interdisciplinar – UNIP.
 UNIVERSIDADE PAULISTA – UNIP
Instituto de Ciências da Saúde – ICS
Curso Enfermagem – Campus JK
O Brasil é um país com alta criminalidade, apresenta a quarta maior população carcerária do mundo, ele é considerado a quinta maior população do planeta. O Levantamento Nacional de Informações Penitenciárias (INFOPEN) constatou que no ano de 2017 a população prisional brasileira foi de 726.354. Portanto a quantidade de unidade carcerárias não atende a demanda de prisioneiros, tornando o local sobrecarregado, sendo assim uma vida que deveria apenas ser privada de liberdade, acaba sendo privada dos direitos básicos e públicos, por exemplo o Sistema Único de Saúde (SUS) ALCÂNTARA, R. L. S.; SOUSA, C. P. C; SILVA, T. S. M. 2014).
 Há algumas décadas, especificamente na década de 80, a maioria da população infectada pelas Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) eram da classe social alta, escolaridade superior, brancos e homossexuais. Nos dias atuais a infecção expandiu-se a população de baixa classe social e escolaridade, aos negros, heterossexuais, especialmente a população feminina (Ministério da Justiça e Segurança Pública Brasil, junho de 2017).
Tipo de Estudo
Trata-se de um estudo de caráter exploratório e descritivo do tipo revisão de literatura. A formulação e identificação do problema de pesquisa se deu por meio da indagação: Qual a prevalência e os fatores associados a IST nas diferentes prisões do Brasil?
 Coleta de dados 
Para alcançar os objetivos, serão pesquisados artigos dos últimos seis anos nas bases de dados Bireme, na base de dados: LILACS (Literatura Latino Americana e do Caribe em Ciências e Saúde), MEDLINE (Literatura Internacional em Ciências e Saúde) e Scielo. Foi primeiramente identificado os descritores, junto à base de dados da Biblioteca Virtual de Saúde (Descritores de Ciências da Saúde – DeCs), a saber: Infecção Sexualmente Transmissível, epidemiologia, prisão. 
Dos critérios de inclusão e exclusão, foram incluídas as pesquisas publicadas em periódicos nacionais e internacionais, disponíveis na íntegra, com descritores no português/inglês e que abordassem o tema “IST prevalentes e fatores de risco no sistema prisional brasileiro”, assim como pesquisas publicadas entre janeiro de 2016 a outubro de 2021. A exclusão será por meio das seguintes etapas: período anterior ao estabelecido, publicações como dissertações de mestrados/tese de doutorado, resumos de congressos e trabalho de conclusão de curso, cartas do editor.
Conhecer as produções científicas sobre as Infecções sexualmente transmissíveis (IST) na população privadas de liberdade no Brasil. 
INTRODUÇÃO
MATERIAL E MÉTODOS 
OBJETIVO GERAL 
Ação de educação de saúde no sistema penitenciário, 2021.

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