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Aluna: Alícia Rosa TEXTO 1 "Velhice é um modo de sentir frio que me assalta e uma certa acidez O modo de um cachorro enrodilhar-se quando a casa se apaga e as pessoas se deitam Divido o dia em três partes a primeira pra olhar retratos, a segunda pra olhar espelhos, a última e maior delas, pra chorar. Eu, que fui loura e lirica, não estou pictural. Peço a Deus, em socorro da minha franqueza, abrevie esses dias e me conceda um rosto de velha mãe cansada, de avó boa, não me importo. Aspiro mesmo com impaciência e dor Porque sempre há quem diga no meio da minha alegna 'põe agasalho' 'tens coragem?" 'por que não vais de óculos? Mesmo rosa sequíssima e seu perfume de pó, quero o que desse modo é doce, o que de mim diga: assim é Pra eu parar de tremer e posar pra um retrato, ganhar uma poesia em pergaminho." PRADO, Adélia "Páscoa" Bagagem São Paulo, Siciliano, 1999. O texto acima, pertencente ao gênero Poema, tem como todo texto, uma ou várias mensagens por ele produzida. Das palavras a seguir, a que resume uma dessas mensagens é a palavra () saudade. ( X ) nostalgia. ( ) delicadeza. () tormento. () amor TEXTO 2 O cérebro devassado (parte inicial do texto) Já é possível ver o cérebro em plena atividade. As descobertas são fascinantes e estão levando a uma melhor compreensão do funcionamento da mente humana. O cérebro é considerado a caixa-preta do corpo humano. De tão insondável, foi objeto de todo tipo de especulação. De filósofos a médicos, muito se arriscava em teorias, mas pouco se sabia na prática sobre o que acontecia nesse órgão que faz a grande diferença da espécie humana. Nos últimos cinco anos. contudo, com a invenção e o aprimoramento da ressonância magnética funcional, do PET/CT, que associa a tomografia por emissão de pósitrons à tomografia computadorizada de última geração, e da espectroscopia. novas imagens vieram à luz e estão revolucionando o conhecimento do cérebro. As descobertas são fantásticas. "É como se tivéssemos substituído a rudimentar luneta de Galileu pelo telescópio Hubble", compara o neurorradiologista Edson Amaro Júnior, do Hospital Albert Einstein e do Hospital das Clínicas, em São Paulo. Como esses exames podem flagrar o cérebro em plena atividade, os pesquisadores estão conseguindo mapear praticamente tudo o que acontece dentro dele - como se processam as emoções, a cognição, o pensamento e o raciocínio e até mesmo como se originam algumas doenças. Essa visão preciosa está prestes a mudar a forma como hoje se detecta e trata uma série de distúrbios, como Alzheimer, autismo, transtorno do déficit de atenção e perda de memória. Ela também ajuda a identificar os aspectos que contribuem para o aparecimento de problemas como depressão, esquizofrenia, alcoolismo e uso de drogas. O trabalho dos neurocientistas, amparado por esse impressionante aparato tecnológico, vai além de desvendar o funcionamento do cérebro. Está-se descobrindo de que maneira ele responde a estímulos externos tanto que já se criou uma nova - modalidade nos Estados Unidos, o neuromarketing. Em suas pesquisas, os neuromarqueteiros utilizam os aparelhos que fornecem imagens do cérebro, para saber que áreas são ativadas quando a pessoa é exposta a marcas, produtos ou imagens e falas de politicos. Dessa forma, ao detectarem as emoções suscitadas, podem direcionar melhor campanhas publicitárias. Não se exclui, ainda, que esse tipo de iniciativa também seja empreendido em tratamentos psicológicos. Anna Paula Buchalla. Disponível em: www.geocities.ws/epolnet/noticias/cerebrodevassado.htm. acesso em 10/01/2019 O uso da palavra devassado no título poderia ser substituída sem prejuízo sentido pela palavra (X ) pesquisado () inacessível ( ) encoberto () complexo () desgovernado Ainda em relação ao texto de Buchalla, na passagem: "O trabalho dos neurocientistas, amparado por esse impressionante aparato tecnológico, vai além de desvendar o funcionamento do cérebro. Está-se descobrindo de que maneira ele responde a estímulos externos tanto que já se criou uma nova modalidade nos Estados Unidos, o - neuromarketing.", a palavra aparato está se referindo ( ) à palavra mente. ( ) à palavra cérebro. () à palavra Hubble. ( ) às palavras ressonância, PET/CT e espectroscopia. (X) à palavra tecnológico. texto 3 no decorrer do texto, o autor usa a palavra amazônia e, depois, faz reiterações a ela. a palavra a seguir que não a retoma no texto é todos sabemos o que a existência da amazônia significa para o brasil. no entanto, a marca ou a presença do brasil na amazônia não tem significado tão claro. é uma região que tem sido explorada e pilhada. por onde passam o progresso e o homem, a civilização deixa a terra arrasada. mais de uma cultura de mercado substitui a floresta que é derrubada. a flora local, a exuberância da paisagem, o verde do cenário, tudo sugere ao explorador uma colheita generosa e produtiva. nada mais falso. uma e outra impressão criam ilusões: a terra è pobre e a colheita, mesquinha ignorante e prepotente, o civilizado com suas máquinas reage à derrota com novas devastações. busca-se no solo o impossível, o sonho. abre-se a terra. aglutina-se assim a miséria reúnem-se os homens, localizam-se os conflitos, aumenta-se a violência e se sucedem tragédias e comédias. doenças, miséria, prostituição se confundem na paisagem. isso serão os sinais de progresso? a milenar cultura da terra, que aprendeu a extrair da natureza sustento, proteção e cura, è perseguida. a memória é cancelada. a identidade, repudiada. sai o cupuaçu, entra a coca-cola (ciência hoje, nº 31 - maio 87). () progresso ( X ) região () terra () cenário () floresta