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AMANDA MOREIRA 
 MARCELO DONDONI 
MARCOS TASCA PENSO 
 
 
 
 
EXTRAÇÃO DO DNA DO CAQUI 
 
 
 
 
 
 
PONTA PORÃ – MS 
2019 
AMANDA MOREIRA 
MARCELO DONDONI 
MARCOS TASCA PENSO 
 
 
 
 
 
 
EXTRAÇÃO DO DNA DO CAQUI 
 
 
 
 
 
 
 
 
PONTA PORÃ – MS 
2019
Relatório apresentado ao Instituto Federal 
de Educação, Ciência e Tecnologia de 
Mato Grosso do Sul, Campus de Ponta 
Porã, como exigência da disciplina de 
Biologia Celular, ministrada pelo Prof. 
Alexandra Riquelme. 
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1. INTRODUÇÃO 
 
O caqui (Diospyrus kaki L.) é um fruto muito apreciado devido ao seu sabor 
doce e agradável, por conter alto teor de vitamina A, e grandes quantidades de água 
em seu interior. Além disto, possui quantidades consideráveis de fibras que são 
essenciais para regularizar as funções intestinais. 
Este fruto, de origem Asiática, especificamente na China, possui um cálice 
persistente e bastante desenvolvido. A cor da casca varia em tons de vermelho e 
amarelo, e sua polpa é geralmente amarelada, mas pode também variar, em função 
da presença ou não de sementes. O fruto maduro é rico em amido, açúcares, sais 
minerais e vitaminas A, B1, B2 e C. 
Uma das razões de se trabalhar com o caqui é que ele se presta muito bem à 
extração de DNA, porque caquis maduros são muito macios e fácies de 
homogeneizar. 
 
2. OBJETIVOS 
 
A fim de se tornar mais fácil a compreensão sobre o DNA, o experimento teve 
como objetivo mostrar, de forma simples e didática, como se dá a extração de 
células de um fruto, visualizar moléculas de DNA, além de conhecer alguns métodos 
utilizados no estudo da biologia celular. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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3. METERIAL E MÉTODOS 
 
3.1. – Materiais e Reagentes: 
 
Neste experimento foram utilizados: 
 1 saco plástico; 
 1 caqui maduro; 
 1 backer (250 mL); 
 15 mL de solução de solução de extração de DNA; 
 Aparato filtrante: 1 filtro de gaze e um funil; 
 Álcool etílico gelado (pode ser ácool 70º g.l. – 96º g.l.); 
 1 tubo de ensaio limpo; 
 1 bastão de vidro ou 1 palito de madeira. 
 
3.2. – Procedimentos: 
 
1º). Coloque a fruta, previamente lavado em um saco plástico; 
2º). Esmague o caqui com o punho por no mínimo 2 minutos; (Figura 1) 
3º). Adicione a solução de extração junto com o caqui amassado em um 
backer; (Figura 2) 
4º). Misture tudo, por no mínimo 1 minutos; (Figura 2) 
5º). Derrame o extrato no aparato filtrante; (Figura 3) 
6º). Deixe filtrar em um recipiente; (Figura 4) 
7º). Não encha totalmente o tubo (encha até 1/6 do seu volume total); 
8º). Derrame devagar o álcool gelado no tubo, até que o mesmo esteja cheio 
pela metade; (Figura 5) 
9º). Mergulhe o bastão de vidro dentro do tubo no local onde a camada de 
álcool faz contato com a camada de extrato; (Figura 6) 
10º). Mantenha o tubo ao nível dos olhos para ver o que está acontecendo. 
(Figura 6) 
 
 
 
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4. RESULTADOS E DISCUSSÃO 
 
Assim que os participantes derramarem o etanol gelado no extrato de caqui 
eles começarão a notar fitas brancas muito finas de DNA, que se formarão na 
interface entre as duas camadas. Agitando-se o DNA que se formou na camada de 
etanol, este formará fibras como as de algodão, que grudarão no objeto que se está 
usando para misturar. 
 Figura 2: Adição da solução 
Figura 1: Esmagando a fruta de extração Figura 3: Aparato filtrante 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fonte: Autor próprio. Fonte: Autor próprio. Fonte: Autor próprio. 
 
Figura 4: Filtrando a solução Figura 5: Adição de álcool Figura 6: Visualização do DNA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fonte: Autor próprio. Fonte: Autor próprio. Fonte: Autor próprio. 
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5. CONCLUSÃO 
 
De acordo com o que foi constatado através das observações e pelos 
resultados obtidos na metodologia, verificou-se que algumas frutas apresentam 
maiores ou menores aglomerações de material genético utilizando a tal específica 
técnica de extração. 
Espera-se que esse trabalho tenha contribuído para comprovar que a técnica 
utilizando a solução extratora realmente funciona e pode-se obter resultados 
incríveis e de fácil percepção. Também, através desse método, obtemos melhores 
resultados em algumas frutas do que em outras. 
 
6. REFERÊNCIAS 
 
MARTINEZ. Marina – INFOESCOLA – Caqui, 2019. [Internet] Disponível em: 
<https://www.infoescola.com/frutas/caqui/>. Acesso em: 16/06/2019 
 
INVIVO – DNA do morango, 2019. [Internet] Disponível em: < 
http://www.invivo.fiocruz.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=115&sid=3>. Acesso 
em: 16/06/2019 
https://www.infoescola.com/frutas/caqui/
http://www.invivo.fiocruz.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=115&sid=3

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