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No início da formação da glândula, 
ela mantém um contato direto com 
a língua através de um ducto, ducto 
tireoglosso. 
A medida que as células vão se 
proliferando para formar a tireoide, 
esse ducto vai se alongando e 
glândula descendo para chegar a 
sua posição final (na porção 
anterior e inferior do pescoço. 
(ela começa próxima a língua e vai 
descendo) 
 TIREOIDE LINGUAL 
(condição onde o ducto não se forma, a glândula 
tireoide se forma unida a língua) 
• Tecido glandular tireóideo ectópico 
• 2/3 desses pacientes não possuem tecido 
tireoidiano cervical); (2/3 apresentam 
totalmente o tecido tireoidiano posterior a 
língua 
• Incidência varia de 1:100.000 a 1:3.000; 
• O sexo feminino é mais acometido 
(Dependendo do tamanho precisa ser removida, o paciente vai ter 
que ser tratado com hormônios tireoidianos através de injeções ou 
comprimidos pq o T3 e T4 n vai ser produzido normalmente) 
 
• 2/3 ANTERIOR DA LÍNGUA (terço) 
- Perto do final da 4° semana, uma elevação triangular 
aparece no assoalho da faringe primitiva- tubérculo 
lingual mediano (broto da língua/tubérculo); 
- Logo, dois tubérculos linguais laterais (brotos 
linguais distais) ovais se desenvolvem de cada lado do 
broto lingual mediano. 
- Derivados no 1° par de arcos faríngeos (mandibular) 
 
 
 
 
- A tireoide é a primeira glândula endócrina a se 
desenvolver no embrião, começando a se formar 
no 24° dia; 
- Espessamento endodérmico mediano no 
assoalho da faringe primitiva que logo se 
transforma no primórdio da tireoide; 
* Espessamento celular: células no assoalho da faringe vão 
começar a se proliferar formando um agregado de células 
chamado de primórdio da tireoide. 
(glândula endócrina= produzem hormônios) 
(o que difere as glândulas endócrinas das exócrinas é que as 
endócrinas deixam os seus produtos nas correntes sanguíneas, 
já as exócrinas despejam seus produtos dentro de uma 
cavidade e a partir dessa cavidade que eles vão para as 
correntes sanguíneas) 
 
 
 
 
 
 
 
- Conexão com a língua por um tubo estreito, o 
ducto tireoglosso; (tiro: tireoide, glosso; língua) 
- Na 7° semana, a tiroide já assumiu a sua forma 
definida e geralmente está localizada na sua 
posição final no pescoço. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
DESENVOLVIMENTO CRANIO FACIAL II: FACE E PESCOÇO 
Faringe primitiva 
(dps orofaringe) 
Tubo digestivo anterior 
Cavidade oral Hioide 
Sistema cardiovascular 
Primórdio da tireoide 
Língua, órgão muscular com 
várias funções, gustativa, motora, 
sensorial. 
- Ela é formada em terços 
Terço anterior: porção oral da 
língua 
Terço posterior: porção faríngea 
da língua 
 
- A medida em que os tubérculos 
linguais laterais vão crescendo, 
vão recobrindo o tubérculo 
lingual mediano, até que eles se 
fusionam para formar os 2 terços 
anteriores da língua. 
Obs: por isso a nossa língua tem um 
sulco central. 
 
A união da cópula com a 
eminencia hipofaringea forma 
o terço posterior da língua. 
- Formada pelo 1 par de 
arco: 2 terços anterior 
- Formada pelo 2, 3 e 4 par: 
terço posterior. 
 -Depois ocorre a fusão desses 
2 terços anteriores com o 
terço posterior formando o v 
lingual 
Forame cego: era o ducto 
tireoglosso, que se 
desintegrou e formou o 
forame cego. Por isso quando 
a pessoa n tem a formação do 
ducto a glândula tireóidea se 
forma no ducto 
 
 2/3 POSTERIOR DA LÍNGUA (terço) 
- Duas elevações que se desenvolvem 
caudalmente ao forame cego: (atras dos 2 terços 
anteriores) 
 * A cópula formada pelo 2° par de arcos 
faríngeos; (arco hioide) 
 * A eminência hipofaríngea que se 
desenvolve caudalmente à cópula, a partir do 
mesênquima do 3° e 4° pares de arcos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 24 DIAS: 
- O primórdio da face aparece ao redor do 
estomodeu (primórdio da boca), (boca primitiva); 
- O desenvolvimento facial depende da influência 
indutora dos centros organizadores do encéfalo; 
(não precisa decorar os dias e o que acontece, só 
precisa ter uma noção do processo) 
 Os cinco primórdios da face são: 
- Uma proeminência frontonasal; 
- Um par de proeminências maxilares; (do 1°par 
de arco faríngeo) 
- Um par de proeminências mandibulares; (1° par)) 
 
 
 
 28 DIAS: 
- Os processos mandibulares se fundem, sendo 
projetados mais para posterior; 
- Espessamentos ovais bilaterais – placodes 
nasais (nariz) – se desenvolvem nas partes 
inferolaterais da proeminência frontonasal; 
- Aparecimendo do placote do cristalino (olhos). 
 
 
 
 31 DIAS: 
- O processo mandibular fica mais para anteior; 
- O mesênquima dos placodes nasais prolifera, 
produzindo elevações em forma de ferradura – as 
proeminências nasais mediais e laterais. Os 
placodes ficam nas depressões – as fossetas 
nasais; 
- Cada proeminência nasal lateral é separada da 
proeminência maxilar por uma fenda chamada 
sulco nasolacrimal. 
 
Frontonasal frontonasal 
Proeminências mandibulares 
Proeminências maxilares 
Cavidade bucal primitiva 
(estomodiao) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 33 DIAS: 
- Temos em evidência o processo maxilar, o 
processo mandibular, o processo nasal medial, o 
processo nasal lateral e o processo frontal; 
- Os processos nasais laterais ficam mais 
próximos do processo maxilar. Ao se fusionarem, 
formam o ducto nasolacrimal); 
- O meato acústico externo fica evidente. 
 
 
 
 
 
 35 DIAS: 
- Os placodes da lente (placodes opticos) ficam 
mais frontais; 
- Os processos nasais mediais ficam volumosos; 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 14 SEMANA: 
- A proeminência frontonasal forma a testa, o 
dorso e o ápice do nariz, além do filtro labial; 
- As proeminências nasais laterais formam as 
asas do nariz; 
- As proeminências nasais medias formam o 
septo nasal, o osso etmoide e a placa cribriforme; 
- As proeminências maxilares formam as regiões 
superiores das bochechas, junto as 
proeminências frontonasal, o lábio superior; 
- As proeminências mandibulares dão origem ao 
queixo, ao lábio inferior e as regiões inferiores 
das bochechas; 
 
 
 
OBS: Fendas labiais se formam pela falha de 
união das proeminências maxilares com a 
proeminência frontonasal; 
 
- A maxila desenvolve-se através de um centro 
de ossificações no processo maxilar do 1 arco 
faríngeo; (a maior parte dos ossos da nossa face 
são cartilagens que vão sofrendo um processo de 
ossificação) (o primeiro centro de ossificação da 
maxila iniciasse no forame infraorbitário) 
- A partir desse centro, vai progredindo; 
- Em direção a região incisiva; 
- Em direção ao processo frontal, formando o 
processo frontal; (união maxila + osso frontal) 
- Para a região dos processos palatinos, para 
formar o palato secundário; 
 
 
 
 
 
OBS: Ao nascimento o corpo da maxila é 
relativamente pequeno, pois os seios maxilares 
ainda são rudimentares. 
OBS: Pessoas com problemas respiratórios, 
sinusites e etc, podem ter um certo retardo no 
processo de crescimento da maxila, porque 
também prejudica o crescimento do seio maxilar. 
 
- A partir da 6° semana, o processo mandibular 
contém a cartilagem de MECKEL; (cart. 1 arco) 
- Ainda na 6° semana, ocorre, lateralmente à 
cartilagem de MECKEL, uma condensação de 
ectomesênquima, na altura da divisão do nervo 
alveolar inferior em seus ramos incisivos e 
mentual; 
- Na 7° semana inicia-se a ossificação nessa 
região; (iniciasse no forame mentual/ forame 
mentoniano) 
- A formação do osso da mandíbula ocorre em 
torno da porção lateral da cartilagem 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
-A palatogênese começa 6° semana; entretanto; o 
desenvolvimento do palato não está completo até 
a 12° semana.- O palato se desenvolve em 2 estágios: o 
desenvolvimento de um palato primário e o 
desenvolvimento de um palato secundário. 
- No início do desenvolvimento, as cavidades oral 
e nasal comunicam-se, e o espaço entre elas é 
ocupado pela língua em desenvolvimento e 
delimitado anteriormente pelo palato primário. 
(ele de inicio se desenvolve atras da língua) 
- Somente quando o palato secundário se 
desenvolve é que as cavidades oral e nasal se 
separam. 
 
 
 
 
 
 
 PALATO PRIMÁRIO (canino a canino) 
-Anterior ao forame incisivo, ele é a abertura final 
do ducto nasopalatino, esse ducto mantem a 
comunicação da cavidade oral com a cavidade 
nasal e por ele passa um feixe vasculo nervoso. 
- Começa a se desenvolver no início da 6° semana, 
processo mediano; 
- É formado pela fusão das proeminências nasais 
mediais; 
Sua forma: 
 - O aspecto anterior/ linha média da maxila; 
 - A parte pré-maxilar da maxila 
Representa apenas uma pequena parte do palato 
duro. 
(pré- maxila) 
 PALATO SECUNDÁRIO 
- Começa a se desenvolver no início da 6° semana, 
a partir de projeções mesenquimais das 
proeminências maxilares – os processos 
palatinos laterais; 
-Inicialmente, essas estruturas projetam-se 
inferomedialemente de cada lado da língua; 
 
 
 
 
 
 
 
 
 - À medida que a maxila e a mandíbula se 
alongam (sofrendo processo de ossificação), elas 
puxam a língua para a sua raiz e, como resultado, 
ela assume uma posição inferior a boca. (porque 
os processos palatinos sobem) 
- Durante a 7° e 8° semana, os processos 
palatinos laterais assumem uma posição 
horizontal superior à língua. 
 
 
 
 
 
- Quando ela chega nessa porção superior a 
língua que começa o processo de ossificação 
(antes era cartilagem); 
- O osso se desenvolve gradualmente no palato 
primário, formando a parte pré-maxilar da maxila; 
- Concomitamente, o osso se estende da maxila e 
dos ossos palatinos para os processos palatinos 
laterais, formando o palato duro. (até o tuber) 
- As partes posteriores desse processo não se 
tornam ossificadas, elas se estendem e se 
fundem para formar o palato mole, incluindo sua 
projeção cômica mole – A úvula; 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
- Fissuras labiopalatais são malformações 
congênitas faciais que se dão através de uma 
abertura/ruptura da região do lábio e/ou palato, 
ocasionada pelo não fechamento dessas 
estruturas, que ocorre durante a formação e 
desenvolvimento do feto; 
- Pode ocorrer uma falha na função do processo 
frontonasal com o processo maxilar, ocasionando 
a fenda labial; 
- A folha de penetração do tecido mesodérmico no 
sulco ectodérmico da linha média do palato 
posterior a lateral da pré-maxila ocasiona a 
fissura palatina. (MÁ FORM. PROC. PALATINOS) 
 
 
 
 
 ETIOLOGIA 
- Consiste em iterações de determinantes 
genéticos e ambientais. 
- Dentre os fatores etiológicos que parecem estar 
mais frequentemente relacionados a esta 
anomalia estão: Hipervitaminose A, estresse 
emocional, uso de corticoides, consanguinidade 
(dois parentes próximos se casam), viroses, 
radiações ionizantes, alcoolismo, uso de drogas, 
trauma mecânico e hereditariedade. 
 
 PREVALÊNCIA E INCIDÊNCIA 
- No Brasil, a prevalência varia entre 11,89/10.000 
e 3,09/10.000 nascidos, dependendo da 
região geográfica (RIBEIRO-RODA; GIL-DA-
SILVA-LOPES, 2008). 
- A incidência em relação à presença de 
familiares fissurados, observa-se nas seguintes 
proporções (CERQUEIRA et al., 2005): 
a) pais normais = 0,1% de chance de ter um filho 
fissurado; 
b) pais normais e um filho fissurado = 4,5% de 
chance de ter outro filho fissurado; 
c) um dos pais e um filho fissurado = 15% de 
chance de ter outro filho fissurado. 
 
 CLASSIFICAÇÃO 
- Muitas foram as tentativas de classificação de 
fissuras ao longo dos anos, atualmente elas se 
dividem em quatro categorias, tomando como 
ponto de referência o forame incisivo, limite 
entre o palato primário e secundário. 
- Assim, as fissuras são classificadas em: 
 
 
 
 
 
 
 
 
1- Fissura pré-forame unilateral incompleta 
2- Fissura pré-forame bilateral incompleta 
3- Fissura pré-forame unilateral completa 
4- Fissura pré-forame bilateral completa 
5- Fissura transforame unilateral 
6- Fissura transforame bilateral 
7- Fissura pós-forame completa 
8- Fissura pós-forame incompleta 
(1 pega apenas tecido mole, um dos lados do lábio) 
(2 pega apenas tecido mole, ambos lados do lábio) 
(3 pega tecido mole e duro, apenas de um lado) 
(4 pega tecido mole e duro, ambos os lados, é 
quando o palato primário não se fusionou com o 
palato secundário, osso solto) 
(5 pega apenas um lado, mas completa, vai do 
tecido mole até a região de úvula) 
(6 pega ambos os lados, do decido mole até a 
úvula, é o caso mais grave) 
(7 pega apenas o palato duro, tecido duro) 
(8 pega apenas a úvula, mais comum) 
 
 CONSEQUÊNCIA 
- As fissuras labiopalatinas desencadeiam uma 
série de alterações que podem comprometer 
severamente: 
 * A fala, a alimentação, 
 * O posicionamento dentário (algumas vezes 
a criança pode ter agenesia dos incisivos laterais 
superiores, porque a linha de fissura acontece na 
altura dos incisivos laterais superiores) 
 * A estética. 
 * Sem o devido tratamento, as fissuras 
podem provocar sequelas graves, como a perda 
da audição, problemas de fala e déficit nutricional, 
além do sofrimento com o preconceito 
 
 TRATAMENTO 
A maioria das crianças afetadas por fissuras 
orofaciais é tratada por uma equipe 
multiprofissional, envolvendo: 
 - Medicina, Odontologia, Fonoaudiologia, 
Fisioterapia, Psicologia, Enfermagem, 
 - Serviço Social, Recreação, Educação e 
Nutrição, 
 - Acompanharão o paciente do nascimento 
até a idade adulta 
 
 
 
 
 INTRODUÇÃO 
 Apesar de cada dente se desenvolver com 
uma estrutura independente e com tipos 
dentários morfologicamente diferentes, o 
processo do desenvolvimento, ontogênese, é 
basicamente o mesmo. 
 Os germes dentários seguem, as fases de: 
1. Botão; 
2. Capuz; 
3. Campânula; 
4. Coroa; 
5. Raiz; 
 No embrião, a cavidade oral primitiva é 
revestida pelo tecido ectoderma. Por volta do 
22°dia, este epitélio entra em contato com o 
endoderma que reveste o tubo digestivo anterior, 
formando-se, assim, a membrana bucofaríngea. 
(divide a boca da faringe que está se formando) 
 Por volta do 27° dia a membrana 
bucofaríngea se desintegra. Dessa forma, fica 
estabelecida a comunicação entre a cavidade oral 
primitiva, a faringe e o restante do tubo digestivo. 
 
 
 
 
 
 
 BANDA EPITELIAL PRIMÁRIA 
 Inicialmente a cavidade oral (boca) 
primitiva é revestida por um epitélio de apenas 2 
ou 3 camadas de celulas; (um tecido conjuntivo 
fica unido ao epitélio, para dar sustentação e 
nutrição, dentro do epitélio não encontramos 
vasos sanguíneo, apenas no tecido conjuntivo, por 
 
 
isso tem a união, para que ocorro a manutenção 
da célula) 
 Na 5° semana de V.I. células das cristas 
neurais começam a invadir a região subepitelial 
(ectomesênquima); 
 A proliferação produz uma banda epitelial 
em forma de ferradura na região em que irão se 
formar os arcos dentários – a banda epitelial 
primária. (ficam ao redor dos arcos primários) (o 
epitélio se prolifera forma no arco superior 10 
bandas epiteliais primárias e no arco inferior 10) 
 
 
 
 
 A banda epitelial primária 
sofre, quase que imediatamente 
após sua formação, uma 
bifurcação, resultando em 
duas populações de células 
epiteliais proliferativas que 
seguem a mesma forma do 
arco: 
 Lâmina vestibular 
 Lâmina dentária 
 LÂMINA VESTIBULARA lâmina vestibular continua a sua 
proliferação (crescendo) e aumenta de tamanho; 
 As células centrais começam a se 
degenerar (apoptose), dando lugar a uma fenda 
(sulco vestibular) que constituirá: O futuro fundo 
de vestíbulo, localizada entre a bochecha/lábios e 
os futuros arcos dentários; 
 Por volta da 6° e 7° 
semana, o sulco vestibular 
está bem estabelecido 
Odontogênese 
 
 LÂMINA DENTÁRIA 
 A lâmina dentária é a responsável pela 
formação dos dentes; (vai ter ao longo dos arcos 
dentários e das lâminas dentários, isso para os 
dentes decíduos) 
 Nessa estrutura epitelial a proliferação 
celular continua levando a um aprofundamento 
maior no ectomesênquima (tecido conjuntivo) do 
que a lâmina vestibular (entre a 6° e 7° semana); 
(ectomesênquima: É um 
mesênquima derivado 
das células das cristas 
neurais que migram 
para a cavidade oral.) 
(mesênquima: Tecido 
mesodérmico embrionário dos vertebrados) 
 Dessa forma, a lâmina dentária 
permanecerá como uma proliferação epitelial. 
 Após sua 
proliferação inicial 
uniforme ao longo dos 
futuros arcos, a lâmina 
dentária passa a 
apresentar, em alguns 
locais atividades 
mitóticas diferenciadas; (as lâminas dentárias se 
formam em um mesmo momento, todas 10 
superiores e as 10 inferiores, mas cada lâmina se 
desenvolve em um germe dentário em tempos 
diferentes) 
 10 pequenas esférulas que invadem o 
ectomesênquima, representando o início da 
formação dos germes dos dentes decíduos. 
(a lâmina dentária se transforma em germe 
dentário, que dá origem ao dente) 
Obs: O germe dentário, também chamado de 
folículo dentário. 
 
 
 FASE DO BOTÃO 
 
(Chamada de fase de botão por causa do formato 
parecido com um botão) 
(A atividade mitótica nessa fase acontece de 
forma muito rápida) 
 A fase de botão representa o verdadeiro 
início da formação de cada dente 
 As esférulas que surgem na lâmina 
dentária são denominadas de BOTÃO. 
 - Nesta fase de botão as células 
periféricas são cúbicas e as células 
centrais são poligonais; 
 - Costuma-se observar numerosas 
imagens de mitose, fato que reflete a sua 
alta atividade proliferativa 
 O ectomesênquima 
(tecido conjuntivo) subjacente 
apresente nesta fase uma 
discreta condensação (vão se 
aproximando) de suas células 
em torno da parte mais 
profunda da esférula epitelial; 
Obs: Essa condensação acontece porque é a partir 
dessa região que futuramente vai se formar a 
polpa e a dentina dos dentes. 
Obs: essas células mais escuras estão em 
processo de divisão celular. Elas ficam roxas 
porque ocorre a condensação da cromatina e 
pigmenta pela ematoxilia (produto roxinho) 
(formato poligonal: não tem formato único) 
 
(Todos os germes dentários na fase de botão e na 
fase de capuz são iguais) 
 
 
Lâmina dentária 
Sulco vestibular 
Olhos
s 
Cérebro 
Cav. nasal 
palato
s 
Maxila 
Germes dentários 
Mandíbula 
Cartilagem de MECKEL 
Língua 
 
 FASE DO CAPUZ 
 
 A fase de capuz caracteriza-se por intensa 
proliferação das células epiteliais. (as células 
continuam se multiplicando de forma acelerada) 
 Com a 
continuação da 
proliferação 
epitelial, o botão 
não continua a 
crescer 
uniformemente, 
apresentando o formado de “capuz”. (como as 
células mais próximas ao epitélio do botão 
começam a se condensar, por causa dessa 
condensação a parte epitelial do verme não 
consegue crescer de forme uniforme) (só cresce 
para o lado) 
 No centro da sua parte mais profunda, o 
capuz epitelial apresenta uma concavidade, sob a 
qual é observada maior concentração de células 
ectomesenquimais (tecido conjuntivo) do que a 
visualizada no estágio anterior. 
 (elas vão se condensando ainda mais). 
 
OBS: No final da fase de capuz, já perto de 
começar a fase de campânula já conseguimos 
observar os constituintes dos germes dentários 
 
OBS: TODOS OS DENTES VÃO SER FORMADOS 
PARTE POR EPITÉLIO E PARTE POR TECIDO 
CONJUNTIVO 
 
Parte epitelial do germe -> órgão do esmalte 
(porque vai formar o esmalte dentário) 
Parte conjuntiva (ectomesênquima) -> papila 
dentária 
 
 
 O germe dentário é constituído pelo órgão 
do esmalte e pela papila dentária (o restante que 
vemos ao redor não faz parte diretamente do 
germe dentário, vai fazer parte de uma parte 
anexa ao germe dentário) 
 Uma vez estabelecida a fase de capuz, 
observam-se vários componentes no germe 
dentário. 
 
Órgão do esmalte: epitélio (componentes) 
Papila dentária: ectomesênquima (tecido 
conjuntivo) 
Folículo dentário: rodeia o germe dentário e é 
composto por ectomesênquima 
Capilares sanguíneos: no folículo dentário 
 
OBS: O folículo dentário futuramente vai se 
transformar em cemento, em osso alveolar e em 
ligamento periodontal (periodonto). 
 (anexos ao dente). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Papila dentária 
Folículo dentário 
 
 
 
Órgão do esmalte 
Dentro desse epitélio interno 
algumas regiões vão ter células 
que vão diminuir ainda mais a 
atividade mitótica, essas 
regiões vão se transformar em 
dobras, dobras do epitélio 
interno, cada dobra representa 
a pontinha de uma cúspide. 
 
 FASE DA CAMPÂNULA 
 
 O processo de morfogênese e 
diferenciação celular iniciam-se na fase de 
campânula. 
 Após a fase de capuz, a proliferação das 
células epiteliais e, portanto, o crescimento do 
órgão do esmalte vai diminuindo; 
 (ele diminui o ritmo de proliferação, as 
células diminuem a atividade mitótica, se dividem 
de forma mais lenta, porque é nessa fase que 
acontece os processos morfogenéticos e os 
processos de diferenciação.) 
 (As células que compõem o órgão do 
esmalte e as células que compõem a papila 
dentaria começam a se transformar nas células 
produtoras de dentina, polpa e esmalte) 
 Nossa nova 
fase, a parte epitelial 
do germe dentário 
apresenta aspecto 
de um sino; 
 Ao passo que 
a divisão celular diminui, corre diferenciação das 
diversas células do órgão do germe dentário. 
 
 HISTODIFERENCIAÇÃO NA FASE DE CAMPÂNULA 
O germe dentário na parte do órgão do esmalte, 
parte epitelial é subdividida em 3 regiões: 
 As células do epitélio externo eram 
achatadas e nessa fase tornam-se 
pavimentosas; 
 As células do epitélio interno alongam-se, 
constituindo células cilíndricas baixas; 
 A região central, correspondente ao 
reticulo estrelado, cresce em volume 
(▲quantidade de água e proteoglicanos); 
 Aparecem entre o 
epitélio externo e o 
reticulo estrelado, 2 a 3 
camadas de células 
pavimentosas que 
constituem o estrato 
intermediário; 
 Na região onde o 
epitélio externo e o 
interno se encontram forma-se um ângulo 
agudo, a chamada alça cervical. (na região onde 
vai ter a porção cervical do dente, final da coroa 
do dente). (através da alça cervical que vai ter a 
raiz do dente) 
 O germe separa-se da lâmina e do 
epitélio oral; 
 O folículo dentário torna-se mais 
evidente, pois passa a envolver o germe dentário 
por completo, inclusive na extremidade oclusal. 
 FENOMENOS MORFOGENÉTCOS 
 Na fase de campânula, verificam-se 
alguns fenômenos morfogeneticos que levam a 
determinação da forma do futuro dente: 
- Dobras no epitélio interno (locais onde 
as primeiras células cessam a sua 
atividade mitótica); 
- Alça cervical fica; 
 Nó do esmalte: acúmulos de células 
epiteliais coesas na região correspondente ao 
estrato intermediário, nos futuros vértices das 
cúspides. Está relacionado com a determinação 
da forma da coroa. 
 
 
 
 
 
 
Germe dentário 
Epitélio interno 
(ele explicou em outra aula) 
(No germe dentário a formação de dentina, 
esmalte começa na pontinha do desce atea 
região final da coroa, depois disso que nasce a 
raiz) 
A DENTINOGÊNESE INICIA-SE ANTES DA AMELOGÊNESE 
 Após os eventos anteriores, as células do 
epitélio interno localizadas nos vértices das 
cúspides, até então cilíndricas baixas com núcleo 
próximo a lâmina basal, tornam-se cilíndricas 
altas e com núcleo do lado oposto; 
 Depois do 
fenômeno de inversão 
da polaridade, as células 
se transformam em pré-
ameloblastos; 
 Na papila 
dentária adjacente, as células ectomesenquimais 
da região periférica, sob influencia dos pré-
ameloblastos, param de se dividir, aumentam de 
tamanho e começam sua diferenciação em 
odontoblastos. 
 Os odontoblastos em diferenciação irão 
secretar a 1° camada de dentina - a dentina do 
manto; 
 Em estágio posterior, com a deposição da 
dentina do manto, completa-se a diferenciação 
dos pré-ameloblastos que se tornam assim, 
ameloblastos. 
 
 
 
 FASE DE COROA 
 
(Depois que acontece os fenômenos 
morfogeneticos começa a se formar dentina e 
esmalte e a partir do momento que o germe 
dentário começa a produzir dentina e esmalte ele 
passa da fase de campânula e começa a fase de 
coroa.) 
 A fase de coroa é denominada também 
“fase avançada de campânula” e corresponde à 
deposição de dentina e esmalte da coroa do 
futuro dente. (abandono) 
 Essa deposição progride desde os locais 
correspondentes às cúspides (pontinhas, dobras) 
para a região cervical (região final da coroa, 
antes da raiz); 
 Em um mesmo germe dentário é possível 
observarmos diversos estágios de diferenciação. 
(começamos a ver dentina, esmalte e etc) 
 A formação da dentina é centrípeta e do 
esmalte é centrífuga!! 
(a dentina começa a se formar de fora para 
dentro) 
(o esmalte começa a se formar de dentro para 
fora) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 FASE DE RAIZ 
 
(depois que toda a coroa do dente está formada 
se inicia a formação da raiz) 
 Ao final da fase de coroa, quando os 
eventos de diferenciação alcançam a região de 
alça cervical (abaixo da coroa do dente), os 
epitélios interno do órgão do esmalte que 
constituem a alça, proliferam em sentido apical 
para induzir a formação da raiz do dente; 
 O epitélio resultante da proliferação das 
duas camadas de alça cervical sofre uma dobra, 
constituindo o diafragma epitelial; 
 A partir desse momento, as células 
epiteliais continuam a proliferar, originando 
outra estrutura: a bainha epitelial radicular de 
Hertwing. (na região da alça cervical vamos uma 
ter uma proliferação chamada de bainha epitelial 
radicular de Hertwing, a partir dessa bainha que 
vai se formar a raiz do dente, sem ela a raiz não 
é formada) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 O processo de erupção dentária começa 
com a fase de raiz, quando a raiz começa 
a ser formada o dente já começa o seu 
processo de erupção. 
 
 O dente vai caminhando em direção a 
cavidade oral pela formação da raiz, 
então a formação da raiz vai sendo para 
baixo e o dente em conjunto vai sendo 
erupcionado para cima. 
 
NA DISPLASIA CLEIDOCRANIANA 
não tem erupção do dente, porque n tem raiz e 
quando tem n tem força suficiente para empurrar 
o dente para cima, porque ele não se forma por 
completo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 RESUMÃO: 
 
- 1 sinais banda epitelial primária 
 
- Banda epitelial primária se divide em lâmina 
vestibular e lâmina dentária 
 
- A lâmina vestibular vai formar as regiões 
de fundo do vestíbulo, tanto superior quanto 
inferior (regiões q ficam entre a gengiva e a 
mucosa jugal) 
 
 - A lâmina dentaria se transforma em germe 
dentário 
 
- Germe dentário 1 fase do germe é a fase de 
botão 
 
- A fase de botão é aquela que o germe está 
redondinho, vai ser caracterizado por rápida 
proliferação celular e na região do tecido 
conjuntivo começa a condensação das células, 
elas vão se aproximando 
 
- Próxima fase fase do capuz 
 
- Fase do capuz a proliferação celular 
continua intensa, quando chega nessa fase, por 
causa da condensação celular do tecido 
conjuntivo, a parte epitelial não consegue 
crescer de forma uniforme e toma um formato 
de capuz, cresce para os lados por causa da 
condensação da ponta e também nessa fase a 
gente já consegue ver bem definido a parte 
epitelial que é o órgão do esmalte e a papila 
dentaria que é o constituinte mesenquimal 
(tecido conjuntivo). 
 
 
 
Terceira fase a fase de campânula, recebe 
esse nome pelo formato que lembra um sino, e 
nessa fase a atividade proliferativa diminui, as 
células começam a sofrer processo de 
diferenciação, aí que surge o epitélio interno, 
epitélio externo e o reticulo estrelado que fazem 
parte do órgão do esmalte (parte epitelial do 
germe dentário), além disso vão ter fenômenos 
morfogenéticos que determinam a forma da 
coroa do dente, são formadas as dobras do 
epitélio interno e cada dobra vai corresponder a 
uma cúspide dentária, que vai depender do dente 
(incisivo,1 dobra) (canino 1 dobra) (pré molares 2 
dobras) (molares de 4 a 5) começou a produzir 
esmalte e dentina inicia a fase de coroa 
 
- Fase da coroa vai até a formação total da 
coroa, quando a coroa está totalmente formada e 
começa a produzir raiz inicia a fase de raiz. 
 
- Fase da Raiz Formação da raiz e inicia o 
processo de erupção dos dentes. 
DENTINA E POLPA: PARTE CONJUNTIVA 
ESMALTE: PARTE EPITELIAL 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Denti -> dentina 
Gênese -> origem 
Obs: O processo de formação da dentina, da 
polpa e do esmalte acontecem ao mesmo tempo 
 
 
 
 O que é dentina?? 
- A dentina é um tecido 
mineralizado de natureza 
conjuntiva que constitui a 
maior parte da estrutura 
do dente. 
(Ele se forma através da papila dentária, que é 
parte conjuntiva do germe dentário) 
 É recoberto por: 
- Esmalte – na porção coronária 
- Cemento – na porção radicular 
 
 A dentina aloja do seu interior um tecido 
conjuntivo não mineralizado: 
- A polpa dentária 
 
 A constituição orgânica e mineral da 
dentina é semelhante à do tecido ósseo. 
 A dentina é uma estrutura avascular 
 A sua dureza 
é considerada um 
pouco maior que a 
do osso, decorrente 
do seu maior 
conteúdo mineral, 
estimado em 70% do 
seu peso – na forma 
de hidroxiapatita. 
 
 
 
 Embora a dureza da dentina seja maior 
que a do osso, ela é significativamente menor 
que a do esmalte que a recobre. 
 A dentina apresenta a cor branco-
amarelada, responsável pela cor do dente. 
E.: (a dentina, assim como o esmalte vai ser 
constituída por parte orgânica e parte inorgânica, 
a parte inorgânica é a que da dureza e 
resistência a estrutura, essa parte inorgânica é 
formada através de minerais, principalmente 
fosfato e cálcio, que se estruturam na forma de 
cristais, chamados de cristais de hidroxiapatita. 
Esses mesmos cristais compõe o esmalte 
dentário e o osso, o que difere o esmalte da 
dentina é a proporção dos seus componentes) 
 
 Quando fazemos clareamento dental, 
removemos pigmentos do dente, para deixá-lo 
mais branco ou menos amarelado. Entretanto, 
quando fazemos esse clareamento os pigmentos 
que são removidos são apenas os pigmentos 
extrínsecos, aqueles adquiridos devido aos 
nossos hábitos alimentares ou outros hábitos 
como tabagismo. 
 Porém, nós também temos a pigmentação 
intrínseca, que é a herdada geneticamente, 
algumas pessoas naturalmente já apresentam os 
dentes mais amarelados que outras, e nesse 
caso o clareamento não remove, por isso não 
devemos estar publicando o antes e depois. 
Dentinogênese 
Escala vita 
- Odontogênese - 
 
 
 Uma vez estabelecida a fase de 
campânula, o germe dentário praticamentepara 
de crescer, tendo, a essa altura, todos os 
elementos celulares necessários para formar 
estruturas dentárias; 
 Diferenciação das células do epitélio 
interno em pré-ameloblastos. 
Explicação: As células desse tecido vão sofrendo 
modificações para se transformarem nas celular 
que vão produzir essas estruturas dentárias, o 
epitélio interno se transforma em pré-
ameloblastos. Quando os pré-ameloblastos se 
formam eles vão mandar sinais através de 
proteínas, de genes para a região da periferia da 
papila dentária, e quando essas células da 
periferia da papila dentária recebem esses 
sinais, elas se transformam em pré-
odontoblastos. ESSE PROCESSO ACONTECE 
APENAS NA COROA DO DENTE, porque na raiz 
não tem esmalte. 
AMELOBLASTO -> PRODUZ ESMALTE 
 Pré-odontoblastos 
 
Lembrando: 
 Papila -> parte conjuntiva (mesênquima) 
do germe dentário, da origem a dentina e 
a polpa dentário. 
 Órgão do esmalte -> parte epitelial, da 
origem ao esmalte do dente 
 
 
 A dentina do manto é a primeira camda de 
dentina formada; 
 Esta camada, que alcança 10 a 30µm de 
espessura, é a formada pelos odontoblastos do 
manto, isto é, seus componentes são secretados 
pelos pré-odontoblastos enquanto estes estão 
diferenciado-se. 
Explicação: Assim que os pre-odonblastos se 
formam, começam a produzir a primeira camada 
de dentina, essa camada é chamada de dentina 
do manto, formada pelos preodontoblastos. 
(ANALOGIA: como se fosse um forro para depois 
vir o resto da dentina). 
Depois que toda essa dentina é formada, os pré-
odontoblastos se transformam em odontoblastos 
e irão produzir o restante de dentina. 
 Uma vez formada uma fina camada de 
matriz orgânica, inicia-se a deposição de mineral 
no seu interior; 
 Os locais em que os primeiros cristais de 
apatita são observados, sob a forma de finas 
agulhas, são as vesículas da matriz; 
 Nestes primeiros momentos de 
mineralização da dentina do manto não há 
deposição mineral no restante da matriz 
orgânica. 
 
 
 
 
 
 
 
- Na parte esbranquiçada da imagem, abaixo da 
linha, junção amelodentinária, é onde se forma a 
dentina do manto. 
Órgão do esmalte 
Papila dentária 
Epitélio interno 
Papila dentária 
Esmalte do dente 
Dentina 
Junção amelodentinária 
 
CONT. 
 
 As células ectomesenquimais (tecido 
conjuntivo) da periferia da papila, agora 
chamadas de pré-odontoblastos, aumentam de 
tamanho graças a organelas de síntese de 
secreção de proteínas, diferenciando-se nas 
células que formarão a dentina, os 
odontoblastos; 
 Com a 
diferenciação e a 
polarização, os 
odontoblastos se 
formam típicas 
células secretoras 
de proteínas, 
desenvolvendo o retículo endoplasmático 
granular e o complexo Golgi. 
EXPLICAÇÃO: depois que esses pré-
odontoblastos terminam de produzir a dentina do 
manto, eles se transformam em odontoblastos. 
Esses odontoblastos vão ser compostos por 2 
parte: - o corpo e - prolongamento. 
Odontoblasto e amelo. é uma célula excretora 
- O corpo (núcleo, organelas) 
- O prolongamento (a célula irá depositar os 
componentes da dentina). 
 
OBS: Essas celulalas (odontoblastos e 
ameloblastos) tem o retículo endoplasmático 
granular e o complexo Golgi bem desenvolvidos, 
porque são essas estruturas que são 
responsáveis pela síntese de pela secreção de 
componentes celulares. Por isso ela tem um 
corpo bem alongado, para poder suportar o 
retículo endoplasmático granular e o complexo 
de Golgi. 
 
 Como a formação ocorre por aposição 
centrípeta, a dentina do manto é externamente 
adjacente a uma nova camada de matriz não 
mineralizada, chamada de pré-dentina; 
 Constituirá, quando mineralizada, a 
primeira camada de dentina circumpulpar. Esta, 
por sua vez, também adjacente a outra camada 
recém-formada de pré-dentina. 
 Comprova que a dentina é formada por 
duas fases. 
EXPLICAÇÃO: depois que a dentina do manto é 
formada e pré-odontoblasto se transforma em 
odontoblasto, uma nova camada de dentina vai 
ser formada e essa outra dentina que é formada 
logo depois da dentina do manto é a pré-dentina. 
LEMBRAR: a dentina tem a parte orgânica (princ. 
Fibras colágenas) e a inorgânica (princ. Cristais 
de hidroxiapatita). 
Então, durante a formação da dentina, sempre a 
célula (odontoblasto) vai secretar primeiro toda 
a matriz orgânica, para depois em cima dessa 
matriz a célula depositar a matriz inorgânica 
(partes minerais). Então, quando o odontoblasto 
secreta a parte orgânica ele vai estar secretando 
a pré-dentina (dentina que ainda não recebeu a 
mineração) (matriz orgânica). A pré-dentina 
depois de mineralizada irá constituir a dentina 
circumpulpar. 
 A dentina é formada em camadas, então 
primeiro vem a matriz orgânica e em cima dessa 
matriz orgânica vem a inorgânica e mineraliza, 
sobre essa camada que sofreu mineralização vai 
ser depositava outra camada de matriz orgânica 
que vai sofrer mineralização e assim até formar 
todo o dente. 
SENTIDO DE FORMAÇÃO DA DENTINA -> CENTRIPEDO 
 
Túbulo dentinário 
Dentina peritubular 
Dentina intertubular 
 
 A dentina 
circumpulpar 
constitui a maior 
parte da dentina; 
 Entruturalmente é constituída pela 
dentina peritubular, que constitui as paredes dos 
túbulos dentinários e pela dentina intertubular. 
 Formação: uma vez terminada a formação 
da dentina do manto, os odontoblastos 
completamente diferenciados produzem a 
dentina circumpulpar. 
 
 
 
 
 
 
 Enquanto se deslocam centripetamente, o 
odontoblastos continuam depositando as 
moléculas da matriz orgânica, sendo que as 
fibras colágenas continuam sendo os elementos 
mais numerosos; 
 As fibrilas então formadas, entretanto, 
apresentam um menor diâmetro.; 
 Além do colágeno, outros componentes 
da matriz curricular e moléculas de 
mineralização são secretadas pelos 
odontoblastos. 
 
EXPLICAÇÃO: quando a pré-dentina sofre o 
processo de mineralização ela se transforma em 
dentina circumpulpar (circum - circular, pulpar - 
polpa), toda a dentina que circunda a polpa 
dentária. Ela constitui a maior parte da dentina 
 Essa dentina circumpulpar se subdivide 
em duas regiões: 
- Dentina peritubular e dentina intertubular 
O odontoblasto tem o corpo e prolongamento, 
quando a dentina vai sendo formada o 
prolongamento vai aumentando e chega um 
momento em que o prolongamento não consegue 
mais se alongar e quando ele para de crescer a 
dentina continua sendo formada e o corpo do 
odontoplasto desce e puxa junto a ele o 
prolongamento. Quando ele desce junto com o 
corpo da célula fica um espaço chamado de 
túbulos dentinários, (são esses túbulos 
dentinários que quando estão expostos causam a 
sensibilidade) 
- Ou seja, os túbulos dentinários são formados 
pela dentina ao redor do prolongamento do 
odontoblasto. 
Obs: a dentina fica se formando durante toda a 
nossa vida, fica se renovando, desde que a polpa 
esteja vital (dente que tem canal não produz 
dentina porque a celular que produz a dentina 
fica dentro da polpa) diferente do esmalte que só 
se forma uma vez. 
- Essa dentina circumpulpar se subdivide em 
duas regiões, uma é dentina peritubular (forma a 
parede do túbulo) e a dentina intertubular (fica 
entre os túbulos). 
 
 
 
 
 
POLPA DENTÁRIA 
ODONTOBLASTOS 
PRÉ-DENTINA 
DENTINA MINERALIZADA 
Esmalte sendo formado 
D
e
n
ti
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a
 s
e
n
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o
rm
a
d
a
 
Polpa dentária 
Corpo 
Prolongamento 
 
 
 Constitui a dentina que forma a parede do 
túbulo dentinário. 
 Inicialmente, os odontoblastos têm um 
único processo/ramificação, o qual vai tornando-
se rodeado pela dentina mineralizada na sua 
extremidade mais distal e rodeado pela pré-
dentina, adjacente ao corpo do odontoplasto; 
 Inicialmente, durante a calcificação da 
dentina, permanece um espaço em volta do 
prolongamento odontoblástico;Entretanto, uma vez alcançada espessura 
de 60 a 100µm, começa a secretar uma fina 
matriz orgânica quase totalmente desprovida de 
fibras colágenas, que se mineraliza rapidamente; 
 É mais densa e homogeneamente 
calcificada do que a dentina inicialmente 
formada. 
OBS: Sua formação ocorre durante toda a vida, 
podendo aumentar por estímulos, por exemplo, a 
atrição! 
(bruxismo, por exemplo, pode estimular a 
hiperprodução dessa dentina, fechando assim os 
túbulos dentinários, por isso que muitas vezes, 
mesmo as pessoas tendo o dente um pouco mais 
curto a polpa não é exposta, por causa da 
produção em maior quantidade dessa dentina) 
 
(quando as pessoas ficam mais velhas devido 
deposição de dentina durante toda a vida, esses 
túbulos dentinários podem fechar, ficar 
obliterados e quando isso acontece esse 
fechamento se dá por uma produção maior de 
dentina peritubular, os túbulos podem ficar 
esclerosados (fechados). isso acontece mais 
frequentemente em pessoas idosas.) 
 
 
(a vitalidade do dente está na polpa) 
obs: o dente vai estar diminuindo de tamanho e a 
polpa vai diminuindo, porque a dentina vai sendo 
produzida em sentindo interno. Por isso com 
exame radiográfico da pra saber quem é jovem,q 
quem é idoso, porque o volume da polpa de uma 
pessoa jovem é grande, o dente esta novo, não 
foi produzida muita dentina, já a do idoso 
produziu durante toda a vida, então o volume da 
polpa vai diminuindo, por isso para fazer 
tratamento de canal é mais complicado em idoso. 
 
 
 A dentina intertubular constitui a maior 
parte da dentina e ocupa todo o espaço entre os 
túbulos dentinários; 
 Em contraste com a dentina peritubular, a 
dentina intertubular apresente um maior número 
de fibras colágenas. 
 
 
 A dentina interglobular são áreas 
hipomineralizadas localizadas na porção mais 
externa da dentina coronária do manto e a 
circumpulpar; 
 Estas áreas resultam da inadequada 
fusão dos glóbulos de mineralização ao 
coalescerem. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
OBJETIVO DA DENTINA -> PROTEJER A POLPA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Linhas esbranquiçadas -> túbulos dentinários, 
temos milhares, que vão da superfície mais 
próxima ao esmalte até as partes mais internas; 
 
EXPLICAÇÃO: outro tipo de dentina que pode ser 
formada ou não, a dentina interglobular 
representa áreas onde a mineralização sofreu 
alguma alteração (durante a deposição da matriz 
inorgânica, dos cristais de glandocepatitas, pode 
acontece alguma falha e algumas áreas pode 
ficar falhadas e formam a dentina interglobular, 
entretanto, essas áreas são muito pequenas, 
então o dente não fica mais fraco com a presenta 
dessa dentina interglobular, isso não influencia 
diretamente na resistência da dentina. 
 
Detalhe: quando vamos fazer clareamento 
usamos ácido, temos peroxido de hidrogênio e 
peroxido de carbamida, quando utilizamos esse 
ácido, ele faz com que ocorra a abertura dos 
túbulos dentinários, porque essa pigmentação 
extrínseca fica impregnada na superfície dos 
túbulos dentinários. Por isso que quando abre, 
muitas pessoas ficam com sensibilidade 
dentárias depois que fazem clareamento. 
 
 
 
 
 
 
 O início da 
dentinogênese 
radicular marca 
o início da fase 
de raiz da 
odontogênese; 
 Como se forma a dentina radicular se 
nessa região não temos esmalte? 
 Do mesmo modo que na região coronária, 
na porção radicular também são as 
células epiteliais que desempenham o 
papel de induzir a diferenciação dos 
odontoblastos; porém, desta vez, 
provenientes da bainha radicular de 
Hertwing; 
 Contudo, como não se forma esmalte 
sobre a dentina radicular, as células 
epiteliais não se diferenciam em 
ameloblastos. Pouco tempo depois ocorre 
a fragmentação da bainha, constituindo-
se os restos epiteliais de Malassez. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
EXPLICAÇÃO: depois que é formada a coroa do 
dente, inicia a formação da com isso começa seu 
processo de erupção dentária 
É outra estrutura que vai induzir a formação 
desses pré-odontoblastos, existe uma estrutura 
chamada de alça cervical (união do epitélio 
interno com o epitélio externo), nessa região da 
alça algumas células vão se proliferar formando 
outra estrutura chamada bainha radicular de 
Hertwing, essa estrutura vai ser a responsável 
por induzir a formação dos pré-odontoblastos, 
vai induzir a papila dentária a se transformar em 
pré-odontoblastos (na coroa, são os pré-
ameloblastos e na raiz a bainha radicular de 
Hertwing), depois disso, tudo acontece igual 
acontece na coroa, única diferença é quem vai 
induzir. Quando essa bainha radicular de 
hertwing induz esse processo, depois ela se 
fragmenta e esses fragmentos são chamados de 
restos epiteliais de malassez (que pode se 
transformar em cisto radicular, cisto que causa 
necrose na polpa dentária). 
CARACTERÍSTICAS DA DENTINA: 
 
 Os túbulos dentinários constituem a 
característica principal da estrutura dentária. 
 São túbulos originados pela formação de 
dentina mineralizada em volta dos 
prolongamentos odontoblásticos; 
 Em qual localização do dente podemos 
observar uma maior quantidade de dentina? 
 Percorrem toda a espessura da dentina, 
sendo muito ramificada junto ao limite 
amelodentinário. 
 No dente formado, os túbulos nem 
sempre contêm prolongamentos em toda sua 
extensão; 
 
 A porção que não apresenta 
prolongamentos é preenchida por fluido 
dentinários. 
 Existem diversas 
comunicações entre os 
túbulos dentinários, 
denominadas de 
canalículos dentinários. 
(Os túbulos dentinários quando não estão 
com a presença dos prolongamentos do 
odontoblantos, eles são preenchidos por um 
fluido, chamado de fluido dentinério (ele tem 
total relação com a sensibilidade dos dentes, 
quando ganha um estimulo externo esse fluido 
vibra e leva a informação para a polpa, e a polpa 
é sensibilizada e sente a dor.) 
 
CARACTERÍSTICAS DA DENTINA: 
 
 
 A formação da dentina segue um padrão 
incremental. 
 A formação da matriz orgânica de dentina 
e sua subsequente mineralização seguem um 
padrão rítmico: longas fases de formação de 
dentina seguida por curtos períodos de repouso. 
 Isso determina a formação de linhas 
incrementais, denominadas de linhas de von 
Ebner. 
 
 
 
 
 
A dentina é formada em camadas e entre uma 
camada e outra se forma uma linha, que é 
chamada de linha de Von Ebner 
 
 
 A dentina primária se forma até que é 
completado o ápice radicular. Entretanto, a 
deposição de dentina ocorre durante toda a vida; 
 A camada de dentina formada após o 
fechamento do ápice é denominada dentina 
secundária. Dessa maneira, as duas constituem a 
dentina circumpulpar. 
A constante deposição de dentina secundária 
provoca maior dificuldade no acesso à câmara 
pulpar!! 
 
 
 
 
 
 
 
 A dentina terciária tem estrutura 
irregular e pode ser de dois tipos: reacional e 
reparativa! 
 A dentina terciária reacional é formada 
pelos odontoblastos numa tentativa de proteger 
a polpa frente à agentes externos crônicos e de 
baixa intensidade; 
 É irregular, não tento, portanto, a 
estrutura tubular ordenadas dentinas primária e 
secundária. 
 A dentina terciária do tipo reparativa é 
formada por células indiferenciadas da polpa, 
frente à agentes externos agudos e intensos. 
 
 
 
 
 
 
EXPLICAÇÃO: Toda a dentina que é formada antes do 
dente se erupcionar na cavidade oral é chamada de 
dentina primária. Quando o dente erupciona em 
cavidade oral a dentina que é produzida a partir daí é 
chamada de secundária ou terciária. A camada de 
dentina formada após o fechamento do ápice é 
secundaria, as duas constituem a dentina 
circumpulpar, a constante deposição de dentina 
secundaria provoca maior dificuldade no acesso da 
câmara pulpar(porque vai diminuindo o volume da 
câmara pulpar a medida em que vai sendo depositava 
a dentina secundária). 
O ato de mastigar estimula a produção de dentina 
secundária, o ato do bruxismo (produz a dentina do 
tipo terciária) 
A dentina terciária só é produzida frente a um 
estímulo crônico ou agudo, tem estrutura irregular e 
pode ser de dois tipos: 
 - Reacional ou reparativa. 
A dentina terciaria reacional é formada pelos 
odontoblastos na tentativa de proteger a polpa frente 
a estímulos externos de baixa intensidade (bruxismo, 
por exemplo), reação de defesa para proteger a polpa. 
A dentina terciária reparativa é formada quando há 
agente externos agudos e intensos (cárie, por 
exemplo), para proteger o dente contra invasão a 
dentina tem que ser produzida de forma mais 
acelerada. (coloração amarronzada). A cárie libera 
uma ácido quando metaboliza os carboidratos e esse 
ácido vai desmineralizar a estrutura dentarias e 
amolece ela (a dentina), quando vamos remover a 
carie, só removemos a dentina infectada (a dentina 
mole, secundária), a do tipo terciaria reparativa a 
gente mantém. 
Essa reparativa apesar de ser produzida de forma 
mais acelerada a depender do nível de agressão da 
lesão de carie o ritmo de produção da dentina não vai 
alcançar o ritmo de agressão da carie, então chega 
um momento em que se o processo não for barrado a 
carie chega à polpa dentária. Aí vai precisar fazer 
canal. 
Pulpite -> dor de dente 
 
 
 
 
- Dentina + polpa = Complexo dentino pulpar 
 
 
 A polpa é um tecido conjuntivo não 
mineralizado rodeado inteiramente por dentina; 
 A polpa se comunica com o ligamento 
periodontal, outro tecido conjuntivo, pelo forame 
apical e pelas foraminas acessórias. 
 
 
 
 
 
 
 
 
EXPLICAÇÃO: A polpa dentária é caracterizada 
como um tecido conjuntivo (derivada nas papilas 
dentarias, ectomesênquimas condensados, 
células migradas das cristas neurais), ela é 
formada do mesmo tecido que dá origem a 
dentina (papila dentária). Porém, diferentemente 
da dentina a polpa dentaria não sofre processo 
de mineralização, ela se mantém como um tecido 
conjuntivo frouxo. 
A dentina vai se comunicar com o lig. Periodontal 
através do forame apical (porção final do dente), 
através desse forame apical vai haver a entrada 
de nervos e vasos sanguíneos para dentro da 
polpa e também a saída de outros vasos, é 
através dessa região que também vai haver a 
comunicação da polpa com o ligamento 
periodontal (o ligamento periodontal faz parte do 
periodonto de inserção, ele ajuda o dente a se 
inserir no osso mantendo-o naquela região) 
 
 
 
 
 
 
 A polpa deriva da papiladentaria, tendo, 
portanto, origem ectomesenquimal. 
 As mudanças na papila começam na fase 
de campânula da odontogenese quando as 
células ectomesenquimais da sua periferia 
diferenciam-se em odontoblastos; 
 
 
 
 
 
EXPLICAÇÃO: O germe dentário na fase final de 
odontogenese, ou seja, na fase final e campânula, 
ele vai sofrer alguns processos de 
transformação celular, no epitélio interno vai 
haver a transformação das células desse epitélio 
interno inicialmente em pré-ameloblastos, eles 
vão induzir a região periférica da papila dentaria 
a se transformar em pre-odontoblastos, é nessa 
região periférica que acontece os primeiros 
sinais para a formação da polpa (e tbm na 
dentina). 
 
 O restante da papila é constituído por: 
 Células indiferenciadas, fusiformes ou 
estreladas, com numerosos prolongamentos 
citoplasmáticos e quase desprovidos de 
organelas; 
 Abundante matriz extracelular com 
escassas e finas fibrilas colágenas e grande 
quantidade de substância fundamental. 
Polpa Dentária 
Coroa 
Raiz 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
(germe dentário em fase de coroa porque dá para 
identificar a formação de dentina e de esmalte) 
EXPLICAÇÃO: O restante da papila que não se 
transforma em odontoblastos vai se manter 
como células indiferenciadas (células tronco, são 
células pluripotentes, tem a capacidade de se 
transformar em outros tipos celulares, na polpa 
dentaria tem muitas), além dessas celulas tronco 
(indiferenciadas) também encontramos 
fibroblastos e matriz extracelular (onde 
encontramos as fibras colágenas). 
Ou seja, essa é a porção da papila que ainda não 
se transformou em polpa dentária, são os 
constituintes da papila dentária 
 
 Com o avançar da dentinogênese, o 
volume da papila diminui em razão da deposição 
centrípeta de dentina; 
 A transformação da papila em polpa 
dentária ocorre com: 
 A diminuição da concentração de células 
ectomesenquimais; 
 O aparecimento de fibroblastos e; 
 O aumento gradual de fibras colágenas na 
matriz extracelular 
 
 
 
 
 
 
EXPLICAÇÃO: A medida em que a odontogênese 
vai evoluindo, ou seja, as estruturas que formam 
os dentes vão se desenvolvendo, o volume da 
papila dentaria vai diminuindo e essa diminuição 
se da por conta da formação de dentina (a 
formação da dentina se dá no sentido centrípeto 
(vai da periferia para o centro) a medida em que 
a dentina vai sendo depositada nesse sentido o 
volume da papila dentaria vai diminuindo, 
enquanto o esmalte vai se desenvolver no 
sentido contrário, do centro para periferia. 
Então, inicialmente as células são próximas, mas 
a medida em que a dentina e o esmalte vão 
sendo formados, as células vão se afastando. 
Então, a medida em que o volume da papila 
dentária vai diminuindo, essa papila dentária vai 
se transformando em polpa e essa 
transformação vai acontecendo incialmente com 
a diminuição na concentração de células 
ectomesenquimais, com o aparecimento de 
fibroblastos (eles são as principais células do 
tecido conjuntivo, logo, a polpa é rica em 
fibroblastos) e vai havendo um aumento gradual 
de fibras colágenas na matriz extracelular. 
OBS: Essas fibras colágenas vão diminuindo a 
medida em que a pessoa vai envelhecendo, ou se 
o dente sofrer algum tipo de trauma, de qualquer 
tipo. Então o processo inflamatório que possa 
atingir a polpa pode estimular uma diminuição 
dessas fibras colágenas, o tecido vai ficando 
mais fibroso, mais rígido. (Como a cicatriz que 
tem poucas fibras colágenas e muito 
fibroblastos, por isso o tecido é mais rígido) 
OBS: Os fibroblastos são células de origem 
mesenquimática que tem como função a síntese 
de componentes fibrilares (colágeno e elastina) e 
não fibrilares (glicoproteínas e proteoglicanas) 
da matriz extracelular do tecido conjuntivo. 
 
 A transformão da papila em polpa se 
completa durantes estágios avançados da 
erupção dentária, quando do aparecimento do 
dente na cavidade oral. 
 
 
 
 
 
 
 
EXPLICAÇÃO: A transformação total da papila 
dentária em polpa, só se completa em estágios 
avançados da erupção dentária, a polpa só vai 
completar o seu desenvolvimento quando o 
dente erupcionar. A medida em que vai se 
formando a raiz, vai também se formando a 
polpa dentária. O processo de erupão do dente 
vai acontecendo a medida em que a raiz do dente 
vai sendo formada, consequentemente, ao 
formar a raiz se forma a dentina radicular e 
polpa radicular. 
 
 A polpa é um tecido 
conjuntivo frouxo com duas 
camadas periféricas, a 
camada de odontoblastos e 
a região subodontoblástica. 
A outra porção é a região central. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Odontoblastos: 
 - São células de origem ectomesenquimal 
responsáveis pela formação da dentina; 
 Dispõem-se em paliçada, constituindo 
uma só camada de células coladas à pré-dentina. 
 
 
 
 
 
 Embora a camada odontoblástica seja 
considerada a região mais periférica da polpa, os 
odontoblastos, após formarem a dentina, 
mantêm com esse tecido uma estreita relação, 
pois os seus prolongamentos ficam contidos nos 
túbulos dentinários; 
 Os odontoblastostem duas partes 
nitidamente diferentes: o corpo celular e o 
prolongamento. 
 Na coroa apresentam seu corpo celular 
com forma cilíndrica, o qual vai diminuindo sem 
sentido radicular, tornando-se células cúbicas; 
 São mais numerosos, por unidade de 
área, na coroa do que na raiz; 
 São células altamente polarizadas, com 
seu núcleo localizado no polo proximal. 
EXPLICAÇÃO: A primeira camada, mais periférica 
que fica em contato com a dentina é a camada 
odontoblástica. Apesar dos odontoblastos 
produzirem dentina eles ficam dentro da polpa (a 
dentina é uma estrutura acelular, não tem célula 
no seu interior). Essas células de dispõem uma 
ao lado da outra formando uma camada, elas 
ficam coladas na pré-dentina (dentina que ainda 
não sofreu a mineralização). 
odontoblastos= células produtoras de dentina. 
Embora essa camada seja considerada a mais 
periférica da polpa eles continuam tendo um tipo 
de contato com a dentina e esse contato se dá 
através dos túbulos dentinários. 
(o prolongamento fica dentro dos túbulos 
dentiários) 
Na polpa coronária os odontoblástos apresentam 
forma cilíndrica, formam uma camada expessa, 
na medida em que essa camada vai descendo 
para a polpa radicular ela vai se tornando células 
cúbicas. São mais numerosos na polpa coronária 
do que na radicular e são células polarizadas 
(núcleos próximos ao polo proximal, não fica no 
centro, embora a maioria fique) 
POLPA NA PORÇÃO CORONÁRIA 
(camada de odontoblástos mais expessas, mais larga) 
 
 
 
 
 
 
 
POLPA NA PORÇÃO RADICULAR 
(camada de odonblastos menos expessa) 
 
 
 
 
 
 
 
 - A polpa coronária tem mais odontoblastos do que 
a polpa radicular porque a dentina é formada durante 
toda a vida e existe um volume maior de dentina na 
porção coronária do que na radicular. 
Outro fator é que requer uma maior proteçao na 
região da polpa coronária do que na radicular porque 
o processo carioso começa na coroa do dente e vai se 
estendendo em direção a polpa coronária para depois 
chegar na polpa radícular) 
 
 Encontra-se, como indica o seu nome, 
logo abaixo da camada de odontoblastos. 
 Nesta região diferenciam-se, ainda, duas 
zonas: 
 Uma mais periférica, zona pobre em células 
 E outra subjacente, zona rica em células 
 
- ZONA POBRE EM CÉLULAS – 
 É uma zona atravessada por: 
 Numerosos prolongamentos das células 
subjacentes; (zona rica) 
 Numerosos vasos sanguíneos, que 
penetram até a camada odontoblástica; 
 Fibras nervosas que se dirigem para a 
camada odontoblástica. 
EXPLICAÇÃO: Na zona pobre vamos ter a 
presença de prolongamentos da zona rina, vasos 
sanguíneos e fibras nervosas, os nervos e os 
vasos chegam normalmente até essa camada 
subodontoblástica, mas alguns ramos podem 
chegar até os odontoblastos. 
 
- ZONA RICA EM CÉLULAS- 
 É constituída pelos corpos das células 
que emitem seus prolongamentos para a zona 
acelular; 
 Essas células têm, na sua maioria, forma 
bipolar, apresentando prolongamentos que se 
dirigem também para a região central da polpa. 
 Embora algumas dessas células sejam 
fibroblastos, a maioria delas 
são células indiferenciadas; 
 Esta zona rica em 
células é muito mais 
distinguível na polpa 
coronária do que na porção 
radicular. 
zona rica 
zona pobre 
Prolongamentos 
 
 
 
 
 
 
 
(na polpa coronária é fácil 
de observar as células 
subodontoblásticas, já na 
polpa radicular dificilmente 
conseguimos observar) 
Celular tronco= quando estimuladas dão origem 
a tipos diversos de tecidos. 
 
 
 A região central da polpa é constituída 
pro tecido conjuntivo frouxo simples; 
 É formada por matriz celular e matriz 
extracelular. 
 
- MATRIZ CELULAR – 
 As células mais abundantes são os 
fibroblastos, com aspecto fusiforme; 
 Outras células são: células 
indiferenciadas; macrófagos e linfócitos; 
plasmócitos em casos de inflamação crônica. 
 
- MATRIZ EXTRACELULAR- 
 Elementos fibrosos- 
- Colágeno e fibras elásticas (apenas na 
parede dos vasos); 
 Substância fundamental- 
- Proteoglicanos, glicosaminoglicanos, 
glicoproteínas e água. 
 
 
 
EXPLICAÇÃO: Quando as células tronco vão ser 
extraídas da polpa, é pela camada da zona rica 
em células, porque tem muito mais células 
troncos (indiferenciadas) do que na região 
central. 
Além dessas células tronco e fibroblastos, na 
região central na matriz celular encontramos 
células do sistema imune, como macrófagos e 
linfócitos (para caso ocorra uma agressão essas 
células estão preparadas para combater o 
agente agressor, como a carie, quando a carie 
vai ficando próximo da polpa se estabelece um 
processo inflamatório na região da polpa por 
isso sentimos o dente doer) 
Na região central, na matriz extra celular, 
quando ocorre o aumento do suprimento 
sanguíneo da polpa os vasos dilatam, por causa 
das fibras elásticas (dilatam e contraem, 
vasodilatação e vasoconstricção) 
 
 
 Nervos que contêm fibras sensoriais 
provenientes do nervo trigêmeo e ramos 
simpáticos do gânglio cervical superior penetram 
no forame apical e pelos forames acessórios 
como grossos feixes; 
 Atravessam a polpa radicular e quando 
chegam na coronária, ramificam-se em direção à 
periferia, especialmente na 
região subodontoblástica; 
 
 
 
EXPLICAÇÃO: Através do forame apical vai ocorrer a 
entrada dos feixes vasculhos nervosos, cada grupo de 
dentes vai ser inervado por grupos diferentes de 
nervos. 
Quando o nervo entra na polpa dentária, na porção 
radicular ele emite poucas ramificações, mas quando 
chega na porção coronária esse nervo se ramifica 
bastante (a região da polpa coronária tem mais 
terminações nervosas que a porção da polpa 
radicular) em pequenas terminações nervosas, a 
maioria delas terminam na região da camada 
subodontoblástica, entretanto, alguns desses ramos 
atravessam essa camada e podem chegar a região da 
pré-dentina, alguns desses nervos conseguem 
penetrar na porção inicial dos túbulos dentinários. 
 
 Enquanto a maioria dos ramos terminam 
na região subodontoblástica, alguns atravessa a 
camada de odontoblastos, alcançando a pré-
dentina; 
 Poucos penetram a porção inicial dos 
túbulos dentinários, ficando em íntimo contato 
com os prolongamentos odontoblásticos. 
 Seja qual for o estímulo no complexo 
dentino-pulpar (bacteriano, térmico, mecânico ou 
químico), a sensibilidade é sempre traduzida em 
dor; 
 Regiões diferentes da dentina têm graus 
diferentes de sensibilidade dolorosa: 
- Maior sensibilidade na dentina superficial, 
próxima à junção amelodentinária, quanto na 
dentina mais profunda, próxima à polpa. 
(próximo a junção da dentina com o esmalte 
dentário) 
(a sensibilidade se dá principalmente pela 
exposição dos túbulos dentinários e pode ser por 
diversos motivos (escova dura, força ao escovar) 
 
• 1° teoria: Considera que, por 
causa das finas fibras nervosas na 
porção inicial dos túbulos dentinários, os 
estímulos atingiram diretamente essas 
terminações nervosas; 
(Essa teoria não é muito aceita, pois são poucos os 
túbulos dentinários que apresentam no seu interior 
essas fibras nervosas) 
 
• 2° teoria: Propõe que o odontoblasto e 
seu prolongamento funcionam diretamente como 
receptores sensoriais. 
(Se baseia na origem do odontoblasto, as células da 
crista neural migram para a região da cabeça e do 
pescoço e da origem a várias outras estruturas. 
Então, por essas células terem origem neural, essa 
teoria tenta vincular o odontoblasto ao neurônio, 
porém, foi visto que os odontoblastos não conseguem 
propagar os impulsos nervosos iguais os neurônios 
(neurônios periféricos recebem estimulo, vai 
passando de um neurônio para outro até chegar no 
sistema central), essa teoria tenta explicar que os 
odontoblastos teriam a mesma função do neurônio na 
região da polpa,eles iriam propagar esses estímulos 
do meio externo. Essa teoria foi deixada de lado. 
 
• 3° teoria: Teoria hidrodinâmica, é a mais 
cotada para explicar a sensibilidade dentinária. 
- Baseia-se no fato de os túbulos dentinários 
estarem preenchidos por fluidos dentinários. 
(Os túbulos são preenchidos por fluidos, e quando 
chega estímulo externo, faz com que esse fluido vibre, 
e essa vibração vai sendo propagada por esse líquido 
até chegar na região da polpa, onde tem presença de 
nervos e esses nervos vão receber esses estímulos. 
Por isso que a maior parte dos tratamentos para 
sensibilidade do dente é ou fechando esses túbulos 
que estão expostos ou dessensibilizando as 
terminações nervosas da região. (o esmalte tem que 
ser desgastado para que esses túbulos fiquem 
expostos). (anotar, pasta, caderno 
 
 
FUNÇÃO: É o “porque” do sistema ou evento 
- Qual o objetivo, importância de ele acontecer. 
PROCESSOS FISIOLÓGICOS: São o “como” de um 
sistema. 
- Como ele acontece, quais as etapas. 
 
 
 
1- Uso de energia biológica 
Processos que ocorrem nos organismos, 
requerem entrada constante de energia. 
(O uso de ATP nas trocas, dão auxílio principalmente contra o 
gradiente de concentração) 
 
2- Relação estrutura-função 
• Estrutura e função estão intimamente 
relacionadas. 
• Capacidade de interações específicas é 
essencial para funções biológicas. 
(nada é por acaso, as estruturas e inserções das estruturas do 
nosso corpo tem um propósito, função, a importância de ter aquela 
característica. 
Existem cílios que favorecem na movimentação, encontra-se por 
exemplo no trato respiratório, capta as partículas que a gente 
inspira, removendo as impurezas, visando não haver uma quebra 
da ameostase, do equilíbrio do bom funcionamento do sistema. 
 Dano a estrutura -> quebra de ameostase 
Quando se faz o uso de cigarro, algumas subs. Que estão ali 
acabam induzindo a morte programada (APAPTOSE) das células 
ciliadas (cílios) do trato respiratório. O trato deixa de ser ciliado e 
vira um epitélio diferenciado. Ou seja, o quadro do bom 
funcionamento do sistema é quebrada e incentiva processos 
inflamatórios que são importantes para o corpo sinalizar o que 
precisa ser melhorado, porém quando acontece sempre tem 
consequências relacionadas a isso. 
 
 
 
 
 
(não é só a nível de estrutura essa relação estrutura-base, até 
enzimas apresentam especificidades, aceleram reações, 
conseguem produzir produtos, que vão dar condições, nesse caso, 
de absorção pelo organismo. Temos a lactase que é uma enzima 
especifica para lactose, a necessidade que ela possa interagir 
com esse substrato para ter a formação de glucose e galactose, 
quando temos a quebra, formação desses produtos o corpo 
entende que conhece e absorve. Quando não temos a lactase 
(enzima que age de forma especifica e associada função) a lactose 
não é transformada em galactose e glucose, logo, o corpo não 
reconhece e gera quadros de intolerância à lactose, pois o corpo 
vê como uma molécula estranha. 
 
Propriedades mecânicas das células, dos tecidos 
e órgãos:
 
 
 
 
 
 
 
 
3- Comunicação 
• O fluxo de informações coordena funções 
corporais; 
• O corpo precisa que as suas células se 
comuniquem de forma rápida e eficiente; 
• Por sinais químicos e elétricos; 
• Por fluxo de massa através de um 
gradiente de concentração: 
- Fluxo de ar, dentro e fora dos pulmões.