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No início da formação da glândula, ela mantém um contato direto com a língua através de um ducto, ducto tireoglosso. A medida que as células vão se proliferando para formar a tireoide, esse ducto vai se alongando e glândula descendo para chegar a sua posição final (na porção anterior e inferior do pescoço. (ela começa próxima a língua e vai descendo) TIREOIDE LINGUAL (condição onde o ducto não se forma, a glândula tireoide se forma unida a língua) • Tecido glandular tireóideo ectópico • 2/3 desses pacientes não possuem tecido tireoidiano cervical); (2/3 apresentam totalmente o tecido tireoidiano posterior a língua • Incidência varia de 1:100.000 a 1:3.000; • O sexo feminino é mais acometido (Dependendo do tamanho precisa ser removida, o paciente vai ter que ser tratado com hormônios tireoidianos através de injeções ou comprimidos pq o T3 e T4 n vai ser produzido normalmente) • 2/3 ANTERIOR DA LÍNGUA (terço) - Perto do final da 4° semana, uma elevação triangular aparece no assoalho da faringe primitiva- tubérculo lingual mediano (broto da língua/tubérculo); - Logo, dois tubérculos linguais laterais (brotos linguais distais) ovais se desenvolvem de cada lado do broto lingual mediano. - Derivados no 1° par de arcos faríngeos (mandibular) - A tireoide é a primeira glândula endócrina a se desenvolver no embrião, começando a se formar no 24° dia; - Espessamento endodérmico mediano no assoalho da faringe primitiva que logo se transforma no primórdio da tireoide; * Espessamento celular: células no assoalho da faringe vão começar a se proliferar formando um agregado de células chamado de primórdio da tireoide. (glândula endócrina= produzem hormônios) (o que difere as glândulas endócrinas das exócrinas é que as endócrinas deixam os seus produtos nas correntes sanguíneas, já as exócrinas despejam seus produtos dentro de uma cavidade e a partir dessa cavidade que eles vão para as correntes sanguíneas) - Conexão com a língua por um tubo estreito, o ducto tireoglosso; (tiro: tireoide, glosso; língua) - Na 7° semana, a tiroide já assumiu a sua forma definida e geralmente está localizada na sua posição final no pescoço. DESENVOLVIMENTO CRANIO FACIAL II: FACE E PESCOÇO Faringe primitiva (dps orofaringe) Tubo digestivo anterior Cavidade oral Hioide Sistema cardiovascular Primórdio da tireoide Língua, órgão muscular com várias funções, gustativa, motora, sensorial. - Ela é formada em terços Terço anterior: porção oral da língua Terço posterior: porção faríngea da língua - A medida em que os tubérculos linguais laterais vão crescendo, vão recobrindo o tubérculo lingual mediano, até que eles se fusionam para formar os 2 terços anteriores da língua. Obs: por isso a nossa língua tem um sulco central. A união da cópula com a eminencia hipofaringea forma o terço posterior da língua. - Formada pelo 1 par de arco: 2 terços anterior - Formada pelo 2, 3 e 4 par: terço posterior. -Depois ocorre a fusão desses 2 terços anteriores com o terço posterior formando o v lingual Forame cego: era o ducto tireoglosso, que se desintegrou e formou o forame cego. Por isso quando a pessoa n tem a formação do ducto a glândula tireóidea se forma no ducto 2/3 POSTERIOR DA LÍNGUA (terço) - Duas elevações que se desenvolvem caudalmente ao forame cego: (atras dos 2 terços anteriores) * A cópula formada pelo 2° par de arcos faríngeos; (arco hioide) * A eminência hipofaríngea que se desenvolve caudalmente à cópula, a partir do mesênquima do 3° e 4° pares de arcos. 24 DIAS: - O primórdio da face aparece ao redor do estomodeu (primórdio da boca), (boca primitiva); - O desenvolvimento facial depende da influência indutora dos centros organizadores do encéfalo; (não precisa decorar os dias e o que acontece, só precisa ter uma noção do processo) Os cinco primórdios da face são: - Uma proeminência frontonasal; - Um par de proeminências maxilares; (do 1°par de arco faríngeo) - Um par de proeminências mandibulares; (1° par)) 28 DIAS: - Os processos mandibulares se fundem, sendo projetados mais para posterior; - Espessamentos ovais bilaterais – placodes nasais (nariz) – se desenvolvem nas partes inferolaterais da proeminência frontonasal; - Aparecimendo do placote do cristalino (olhos). 31 DIAS: - O processo mandibular fica mais para anteior; - O mesênquima dos placodes nasais prolifera, produzindo elevações em forma de ferradura – as proeminências nasais mediais e laterais. Os placodes ficam nas depressões – as fossetas nasais; - Cada proeminência nasal lateral é separada da proeminência maxilar por uma fenda chamada sulco nasolacrimal. Frontonasal frontonasal Proeminências mandibulares Proeminências maxilares Cavidade bucal primitiva (estomodiao) 33 DIAS: - Temos em evidência o processo maxilar, o processo mandibular, o processo nasal medial, o processo nasal lateral e o processo frontal; - Os processos nasais laterais ficam mais próximos do processo maxilar. Ao se fusionarem, formam o ducto nasolacrimal); - O meato acústico externo fica evidente. 35 DIAS: - Os placodes da lente (placodes opticos) ficam mais frontais; - Os processos nasais mediais ficam volumosos; 14 SEMANA: - A proeminência frontonasal forma a testa, o dorso e o ápice do nariz, além do filtro labial; - As proeminências nasais laterais formam as asas do nariz; - As proeminências nasais medias formam o septo nasal, o osso etmoide e a placa cribriforme; - As proeminências maxilares formam as regiões superiores das bochechas, junto as proeminências frontonasal, o lábio superior; - As proeminências mandibulares dão origem ao queixo, ao lábio inferior e as regiões inferiores das bochechas; OBS: Fendas labiais se formam pela falha de união das proeminências maxilares com a proeminência frontonasal; - A maxila desenvolve-se através de um centro de ossificações no processo maxilar do 1 arco faríngeo; (a maior parte dos ossos da nossa face são cartilagens que vão sofrendo um processo de ossificação) (o primeiro centro de ossificação da maxila iniciasse no forame infraorbitário) - A partir desse centro, vai progredindo; - Em direção a região incisiva; - Em direção ao processo frontal, formando o processo frontal; (união maxila + osso frontal) - Para a região dos processos palatinos, para formar o palato secundário; OBS: Ao nascimento o corpo da maxila é relativamente pequeno, pois os seios maxilares ainda são rudimentares. OBS: Pessoas com problemas respiratórios, sinusites e etc, podem ter um certo retardo no processo de crescimento da maxila, porque também prejudica o crescimento do seio maxilar. - A partir da 6° semana, o processo mandibular contém a cartilagem de MECKEL; (cart. 1 arco) - Ainda na 6° semana, ocorre, lateralmente à cartilagem de MECKEL, uma condensação de ectomesênquima, na altura da divisão do nervo alveolar inferior em seus ramos incisivos e mentual; - Na 7° semana inicia-se a ossificação nessa região; (iniciasse no forame mentual/ forame mentoniano) - A formação do osso da mandíbula ocorre em torno da porção lateral da cartilagem -A palatogênese começa 6° semana; entretanto; o desenvolvimento do palato não está completo até a 12° semana.- O palato se desenvolve em 2 estágios: o desenvolvimento de um palato primário e o desenvolvimento de um palato secundário. - No início do desenvolvimento, as cavidades oral e nasal comunicam-se, e o espaço entre elas é ocupado pela língua em desenvolvimento e delimitado anteriormente pelo palato primário. (ele de inicio se desenvolve atras da língua) - Somente quando o palato secundário se desenvolve é que as cavidades oral e nasal se separam. PALATO PRIMÁRIO (canino a canino) -Anterior ao forame incisivo, ele é a abertura final do ducto nasopalatino, esse ducto mantem a comunicação da cavidade oral com a cavidade nasal e por ele passa um feixe vasculo nervoso. - Começa a se desenvolver no início da 6° semana, processo mediano; - É formado pela fusão das proeminências nasais mediais; Sua forma: - O aspecto anterior/ linha média da maxila; - A parte pré-maxilar da maxila Representa apenas uma pequena parte do palato duro. (pré- maxila) PALATO SECUNDÁRIO - Começa a se desenvolver no início da 6° semana, a partir de projeções mesenquimais das proeminências maxilares – os processos palatinos laterais; -Inicialmente, essas estruturas projetam-se inferomedialemente de cada lado da língua; - À medida que a maxila e a mandíbula se alongam (sofrendo processo de ossificação), elas puxam a língua para a sua raiz e, como resultado, ela assume uma posição inferior a boca. (porque os processos palatinos sobem) - Durante a 7° e 8° semana, os processos palatinos laterais assumem uma posição horizontal superior à língua. - Quando ela chega nessa porção superior a língua que começa o processo de ossificação (antes era cartilagem); - O osso se desenvolve gradualmente no palato primário, formando a parte pré-maxilar da maxila; - Concomitamente, o osso se estende da maxila e dos ossos palatinos para os processos palatinos laterais, formando o palato duro. (até o tuber) - As partes posteriores desse processo não se tornam ossificadas, elas se estendem e se fundem para formar o palato mole, incluindo sua projeção cômica mole – A úvula; - Fissuras labiopalatais são malformações congênitas faciais que se dão através de uma abertura/ruptura da região do lábio e/ou palato, ocasionada pelo não fechamento dessas estruturas, que ocorre durante a formação e desenvolvimento do feto; - Pode ocorrer uma falha na função do processo frontonasal com o processo maxilar, ocasionando a fenda labial; - A folha de penetração do tecido mesodérmico no sulco ectodérmico da linha média do palato posterior a lateral da pré-maxila ocasiona a fissura palatina. (MÁ FORM. PROC. PALATINOS) ETIOLOGIA - Consiste em iterações de determinantes genéticos e ambientais. - Dentre os fatores etiológicos que parecem estar mais frequentemente relacionados a esta anomalia estão: Hipervitaminose A, estresse emocional, uso de corticoides, consanguinidade (dois parentes próximos se casam), viroses, radiações ionizantes, alcoolismo, uso de drogas, trauma mecânico e hereditariedade. PREVALÊNCIA E INCIDÊNCIA - No Brasil, a prevalência varia entre 11,89/10.000 e 3,09/10.000 nascidos, dependendo da região geográfica (RIBEIRO-RODA; GIL-DA- SILVA-LOPES, 2008). - A incidência em relação à presença de familiares fissurados, observa-se nas seguintes proporções (CERQUEIRA et al., 2005): a) pais normais = 0,1% de chance de ter um filho fissurado; b) pais normais e um filho fissurado = 4,5% de chance de ter outro filho fissurado; c) um dos pais e um filho fissurado = 15% de chance de ter outro filho fissurado. CLASSIFICAÇÃO - Muitas foram as tentativas de classificação de fissuras ao longo dos anos, atualmente elas se dividem em quatro categorias, tomando como ponto de referência o forame incisivo, limite entre o palato primário e secundário. - Assim, as fissuras são classificadas em: 1- Fissura pré-forame unilateral incompleta 2- Fissura pré-forame bilateral incompleta 3- Fissura pré-forame unilateral completa 4- Fissura pré-forame bilateral completa 5- Fissura transforame unilateral 6- Fissura transforame bilateral 7- Fissura pós-forame completa 8- Fissura pós-forame incompleta (1 pega apenas tecido mole, um dos lados do lábio) (2 pega apenas tecido mole, ambos lados do lábio) (3 pega tecido mole e duro, apenas de um lado) (4 pega tecido mole e duro, ambos os lados, é quando o palato primário não se fusionou com o palato secundário, osso solto) (5 pega apenas um lado, mas completa, vai do tecido mole até a região de úvula) (6 pega ambos os lados, do decido mole até a úvula, é o caso mais grave) (7 pega apenas o palato duro, tecido duro) (8 pega apenas a úvula, mais comum) CONSEQUÊNCIA - As fissuras labiopalatinas desencadeiam uma série de alterações que podem comprometer severamente: * A fala, a alimentação, * O posicionamento dentário (algumas vezes a criança pode ter agenesia dos incisivos laterais superiores, porque a linha de fissura acontece na altura dos incisivos laterais superiores) * A estética. * Sem o devido tratamento, as fissuras podem provocar sequelas graves, como a perda da audição, problemas de fala e déficit nutricional, além do sofrimento com o preconceito TRATAMENTO A maioria das crianças afetadas por fissuras orofaciais é tratada por uma equipe multiprofissional, envolvendo: - Medicina, Odontologia, Fonoaudiologia, Fisioterapia, Psicologia, Enfermagem, - Serviço Social, Recreação, Educação e Nutrição, - Acompanharão o paciente do nascimento até a idade adulta INTRODUÇÃO Apesar de cada dente se desenvolver com uma estrutura independente e com tipos dentários morfologicamente diferentes, o processo do desenvolvimento, ontogênese, é basicamente o mesmo. Os germes dentários seguem, as fases de: 1. Botão; 2. Capuz; 3. Campânula; 4. Coroa; 5. Raiz; No embrião, a cavidade oral primitiva é revestida pelo tecido ectoderma. Por volta do 22°dia, este epitélio entra em contato com o endoderma que reveste o tubo digestivo anterior, formando-se, assim, a membrana bucofaríngea. (divide a boca da faringe que está se formando) Por volta do 27° dia a membrana bucofaríngea se desintegra. Dessa forma, fica estabelecida a comunicação entre a cavidade oral primitiva, a faringe e o restante do tubo digestivo. BANDA EPITELIAL PRIMÁRIA Inicialmente a cavidade oral (boca) primitiva é revestida por um epitélio de apenas 2 ou 3 camadas de celulas; (um tecido conjuntivo fica unido ao epitélio, para dar sustentação e nutrição, dentro do epitélio não encontramos vasos sanguíneo, apenas no tecido conjuntivo, por isso tem a união, para que ocorro a manutenção da célula) Na 5° semana de V.I. células das cristas neurais começam a invadir a região subepitelial (ectomesênquima); A proliferação produz uma banda epitelial em forma de ferradura na região em que irão se formar os arcos dentários – a banda epitelial primária. (ficam ao redor dos arcos primários) (o epitélio se prolifera forma no arco superior 10 bandas epiteliais primárias e no arco inferior 10) A banda epitelial primária sofre, quase que imediatamente após sua formação, uma bifurcação, resultando em duas populações de células epiteliais proliferativas que seguem a mesma forma do arco: Lâmina vestibular Lâmina dentária LÂMINA VESTIBULARA lâmina vestibular continua a sua proliferação (crescendo) e aumenta de tamanho; As células centrais começam a se degenerar (apoptose), dando lugar a uma fenda (sulco vestibular) que constituirá: O futuro fundo de vestíbulo, localizada entre a bochecha/lábios e os futuros arcos dentários; Por volta da 6° e 7° semana, o sulco vestibular está bem estabelecido Odontogênese LÂMINA DENTÁRIA A lâmina dentária é a responsável pela formação dos dentes; (vai ter ao longo dos arcos dentários e das lâminas dentários, isso para os dentes decíduos) Nessa estrutura epitelial a proliferação celular continua levando a um aprofundamento maior no ectomesênquima (tecido conjuntivo) do que a lâmina vestibular (entre a 6° e 7° semana); (ectomesênquima: É um mesênquima derivado das células das cristas neurais que migram para a cavidade oral.) (mesênquima: Tecido mesodérmico embrionário dos vertebrados) Dessa forma, a lâmina dentária permanecerá como uma proliferação epitelial. Após sua proliferação inicial uniforme ao longo dos futuros arcos, a lâmina dentária passa a apresentar, em alguns locais atividades mitóticas diferenciadas; (as lâminas dentárias se formam em um mesmo momento, todas 10 superiores e as 10 inferiores, mas cada lâmina se desenvolve em um germe dentário em tempos diferentes) 10 pequenas esférulas que invadem o ectomesênquima, representando o início da formação dos germes dos dentes decíduos. (a lâmina dentária se transforma em germe dentário, que dá origem ao dente) Obs: O germe dentário, também chamado de folículo dentário. FASE DO BOTÃO (Chamada de fase de botão por causa do formato parecido com um botão) (A atividade mitótica nessa fase acontece de forma muito rápida) A fase de botão representa o verdadeiro início da formação de cada dente As esférulas que surgem na lâmina dentária são denominadas de BOTÃO. - Nesta fase de botão as células periféricas são cúbicas e as células centrais são poligonais; - Costuma-se observar numerosas imagens de mitose, fato que reflete a sua alta atividade proliferativa O ectomesênquima (tecido conjuntivo) subjacente apresente nesta fase uma discreta condensação (vão se aproximando) de suas células em torno da parte mais profunda da esférula epitelial; Obs: Essa condensação acontece porque é a partir dessa região que futuramente vai se formar a polpa e a dentina dos dentes. Obs: essas células mais escuras estão em processo de divisão celular. Elas ficam roxas porque ocorre a condensação da cromatina e pigmenta pela ematoxilia (produto roxinho) (formato poligonal: não tem formato único) (Todos os germes dentários na fase de botão e na fase de capuz são iguais) Lâmina dentária Sulco vestibular Olhos s Cérebro Cav. nasal palato s Maxila Germes dentários Mandíbula Cartilagem de MECKEL Língua FASE DO CAPUZ A fase de capuz caracteriza-se por intensa proliferação das células epiteliais. (as células continuam se multiplicando de forma acelerada) Com a continuação da proliferação epitelial, o botão não continua a crescer uniformemente, apresentando o formado de “capuz”. (como as células mais próximas ao epitélio do botão começam a se condensar, por causa dessa condensação a parte epitelial do verme não consegue crescer de forme uniforme) (só cresce para o lado) No centro da sua parte mais profunda, o capuz epitelial apresenta uma concavidade, sob a qual é observada maior concentração de células ectomesenquimais (tecido conjuntivo) do que a visualizada no estágio anterior. (elas vão se condensando ainda mais). OBS: No final da fase de capuz, já perto de começar a fase de campânula já conseguimos observar os constituintes dos germes dentários OBS: TODOS OS DENTES VÃO SER FORMADOS PARTE POR EPITÉLIO E PARTE POR TECIDO CONJUNTIVO Parte epitelial do germe -> órgão do esmalte (porque vai formar o esmalte dentário) Parte conjuntiva (ectomesênquima) -> papila dentária O germe dentário é constituído pelo órgão do esmalte e pela papila dentária (o restante que vemos ao redor não faz parte diretamente do germe dentário, vai fazer parte de uma parte anexa ao germe dentário) Uma vez estabelecida a fase de capuz, observam-se vários componentes no germe dentário. Órgão do esmalte: epitélio (componentes) Papila dentária: ectomesênquima (tecido conjuntivo) Folículo dentário: rodeia o germe dentário e é composto por ectomesênquima Capilares sanguíneos: no folículo dentário OBS: O folículo dentário futuramente vai se transformar em cemento, em osso alveolar e em ligamento periodontal (periodonto). (anexos ao dente). Papila dentária Folículo dentário Órgão do esmalte Dentro desse epitélio interno algumas regiões vão ter células que vão diminuir ainda mais a atividade mitótica, essas regiões vão se transformar em dobras, dobras do epitélio interno, cada dobra representa a pontinha de uma cúspide. FASE DA CAMPÂNULA O processo de morfogênese e diferenciação celular iniciam-se na fase de campânula. Após a fase de capuz, a proliferação das células epiteliais e, portanto, o crescimento do órgão do esmalte vai diminuindo; (ele diminui o ritmo de proliferação, as células diminuem a atividade mitótica, se dividem de forma mais lenta, porque é nessa fase que acontece os processos morfogenéticos e os processos de diferenciação.) (As células que compõem o órgão do esmalte e as células que compõem a papila dentaria começam a se transformar nas células produtoras de dentina, polpa e esmalte) Nossa nova fase, a parte epitelial do germe dentário apresenta aspecto de um sino; Ao passo que a divisão celular diminui, corre diferenciação das diversas células do órgão do germe dentário. HISTODIFERENCIAÇÃO NA FASE DE CAMPÂNULA O germe dentário na parte do órgão do esmalte, parte epitelial é subdividida em 3 regiões: As células do epitélio externo eram achatadas e nessa fase tornam-se pavimentosas; As células do epitélio interno alongam-se, constituindo células cilíndricas baixas; A região central, correspondente ao reticulo estrelado, cresce em volume (▲quantidade de água e proteoglicanos); Aparecem entre o epitélio externo e o reticulo estrelado, 2 a 3 camadas de células pavimentosas que constituem o estrato intermediário; Na região onde o epitélio externo e o interno se encontram forma-se um ângulo agudo, a chamada alça cervical. (na região onde vai ter a porção cervical do dente, final da coroa do dente). (através da alça cervical que vai ter a raiz do dente) O germe separa-se da lâmina e do epitélio oral; O folículo dentário torna-se mais evidente, pois passa a envolver o germe dentário por completo, inclusive na extremidade oclusal. FENOMENOS MORFOGENÉTCOS Na fase de campânula, verificam-se alguns fenômenos morfogeneticos que levam a determinação da forma do futuro dente: - Dobras no epitélio interno (locais onde as primeiras células cessam a sua atividade mitótica); - Alça cervical fica; Nó do esmalte: acúmulos de células epiteliais coesas na região correspondente ao estrato intermediário, nos futuros vértices das cúspides. Está relacionado com a determinação da forma da coroa. Germe dentário Epitélio interno (ele explicou em outra aula) (No germe dentário a formação de dentina, esmalte começa na pontinha do desce atea região final da coroa, depois disso que nasce a raiz) A DENTINOGÊNESE INICIA-SE ANTES DA AMELOGÊNESE Após os eventos anteriores, as células do epitélio interno localizadas nos vértices das cúspides, até então cilíndricas baixas com núcleo próximo a lâmina basal, tornam-se cilíndricas altas e com núcleo do lado oposto; Depois do fenômeno de inversão da polaridade, as células se transformam em pré- ameloblastos; Na papila dentária adjacente, as células ectomesenquimais da região periférica, sob influencia dos pré- ameloblastos, param de se dividir, aumentam de tamanho e começam sua diferenciação em odontoblastos. Os odontoblastos em diferenciação irão secretar a 1° camada de dentina - a dentina do manto; Em estágio posterior, com a deposição da dentina do manto, completa-se a diferenciação dos pré-ameloblastos que se tornam assim, ameloblastos. FASE DE COROA (Depois que acontece os fenômenos morfogeneticos começa a se formar dentina e esmalte e a partir do momento que o germe dentário começa a produzir dentina e esmalte ele passa da fase de campânula e começa a fase de coroa.) A fase de coroa é denominada também “fase avançada de campânula” e corresponde à deposição de dentina e esmalte da coroa do futuro dente. (abandono) Essa deposição progride desde os locais correspondentes às cúspides (pontinhas, dobras) para a região cervical (região final da coroa, antes da raiz); Em um mesmo germe dentário é possível observarmos diversos estágios de diferenciação. (começamos a ver dentina, esmalte e etc) A formação da dentina é centrípeta e do esmalte é centrífuga!! (a dentina começa a se formar de fora para dentro) (o esmalte começa a se formar de dentro para fora) FASE DE RAIZ (depois que toda a coroa do dente está formada se inicia a formação da raiz) Ao final da fase de coroa, quando os eventos de diferenciação alcançam a região de alça cervical (abaixo da coroa do dente), os epitélios interno do órgão do esmalte que constituem a alça, proliferam em sentido apical para induzir a formação da raiz do dente; O epitélio resultante da proliferação das duas camadas de alça cervical sofre uma dobra, constituindo o diafragma epitelial; A partir desse momento, as células epiteliais continuam a proliferar, originando outra estrutura: a bainha epitelial radicular de Hertwing. (na região da alça cervical vamos uma ter uma proliferação chamada de bainha epitelial radicular de Hertwing, a partir dessa bainha que vai se formar a raiz do dente, sem ela a raiz não é formada) O processo de erupção dentária começa com a fase de raiz, quando a raiz começa a ser formada o dente já começa o seu processo de erupção. O dente vai caminhando em direção a cavidade oral pela formação da raiz, então a formação da raiz vai sendo para baixo e o dente em conjunto vai sendo erupcionado para cima. NA DISPLASIA CLEIDOCRANIANA não tem erupção do dente, porque n tem raiz e quando tem n tem força suficiente para empurrar o dente para cima, porque ele não se forma por completo. RESUMÃO: - 1 sinais banda epitelial primária - Banda epitelial primária se divide em lâmina vestibular e lâmina dentária - A lâmina vestibular vai formar as regiões de fundo do vestíbulo, tanto superior quanto inferior (regiões q ficam entre a gengiva e a mucosa jugal) - A lâmina dentaria se transforma em germe dentário - Germe dentário 1 fase do germe é a fase de botão - A fase de botão é aquela que o germe está redondinho, vai ser caracterizado por rápida proliferação celular e na região do tecido conjuntivo começa a condensação das células, elas vão se aproximando - Próxima fase fase do capuz - Fase do capuz a proliferação celular continua intensa, quando chega nessa fase, por causa da condensação celular do tecido conjuntivo, a parte epitelial não consegue crescer de forma uniforme e toma um formato de capuz, cresce para os lados por causa da condensação da ponta e também nessa fase a gente já consegue ver bem definido a parte epitelial que é o órgão do esmalte e a papila dentaria que é o constituinte mesenquimal (tecido conjuntivo). Terceira fase a fase de campânula, recebe esse nome pelo formato que lembra um sino, e nessa fase a atividade proliferativa diminui, as células começam a sofrer processo de diferenciação, aí que surge o epitélio interno, epitélio externo e o reticulo estrelado que fazem parte do órgão do esmalte (parte epitelial do germe dentário), além disso vão ter fenômenos morfogenéticos que determinam a forma da coroa do dente, são formadas as dobras do epitélio interno e cada dobra vai corresponder a uma cúspide dentária, que vai depender do dente (incisivo,1 dobra) (canino 1 dobra) (pré molares 2 dobras) (molares de 4 a 5) começou a produzir esmalte e dentina inicia a fase de coroa - Fase da coroa vai até a formação total da coroa, quando a coroa está totalmente formada e começa a produzir raiz inicia a fase de raiz. - Fase da Raiz Formação da raiz e inicia o processo de erupção dos dentes. DENTINA E POLPA: PARTE CONJUNTIVA ESMALTE: PARTE EPITELIAL Denti -> dentina Gênese -> origem Obs: O processo de formação da dentina, da polpa e do esmalte acontecem ao mesmo tempo O que é dentina?? - A dentina é um tecido mineralizado de natureza conjuntiva que constitui a maior parte da estrutura do dente. (Ele se forma através da papila dentária, que é parte conjuntiva do germe dentário) É recoberto por: - Esmalte – na porção coronária - Cemento – na porção radicular A dentina aloja do seu interior um tecido conjuntivo não mineralizado: - A polpa dentária A constituição orgânica e mineral da dentina é semelhante à do tecido ósseo. A dentina é uma estrutura avascular A sua dureza é considerada um pouco maior que a do osso, decorrente do seu maior conteúdo mineral, estimado em 70% do seu peso – na forma de hidroxiapatita. Embora a dureza da dentina seja maior que a do osso, ela é significativamente menor que a do esmalte que a recobre. A dentina apresenta a cor branco- amarelada, responsável pela cor do dente. E.: (a dentina, assim como o esmalte vai ser constituída por parte orgânica e parte inorgânica, a parte inorgânica é a que da dureza e resistência a estrutura, essa parte inorgânica é formada através de minerais, principalmente fosfato e cálcio, que se estruturam na forma de cristais, chamados de cristais de hidroxiapatita. Esses mesmos cristais compõe o esmalte dentário e o osso, o que difere o esmalte da dentina é a proporção dos seus componentes) Quando fazemos clareamento dental, removemos pigmentos do dente, para deixá-lo mais branco ou menos amarelado. Entretanto, quando fazemos esse clareamento os pigmentos que são removidos são apenas os pigmentos extrínsecos, aqueles adquiridos devido aos nossos hábitos alimentares ou outros hábitos como tabagismo. Porém, nós também temos a pigmentação intrínseca, que é a herdada geneticamente, algumas pessoas naturalmente já apresentam os dentes mais amarelados que outras, e nesse caso o clareamento não remove, por isso não devemos estar publicando o antes e depois. Dentinogênese Escala vita - Odontogênese - Uma vez estabelecida a fase de campânula, o germe dentário praticamentepara de crescer, tendo, a essa altura, todos os elementos celulares necessários para formar estruturas dentárias; Diferenciação das células do epitélio interno em pré-ameloblastos. Explicação: As células desse tecido vão sofrendo modificações para se transformarem nas celular que vão produzir essas estruturas dentárias, o epitélio interno se transforma em pré- ameloblastos. Quando os pré-ameloblastos se formam eles vão mandar sinais através de proteínas, de genes para a região da periferia da papila dentária, e quando essas células da periferia da papila dentária recebem esses sinais, elas se transformam em pré- odontoblastos. ESSE PROCESSO ACONTECE APENAS NA COROA DO DENTE, porque na raiz não tem esmalte. AMELOBLASTO -> PRODUZ ESMALTE Pré-odontoblastos Lembrando: Papila -> parte conjuntiva (mesênquima) do germe dentário, da origem a dentina e a polpa dentário. Órgão do esmalte -> parte epitelial, da origem ao esmalte do dente A dentina do manto é a primeira camda de dentina formada; Esta camada, que alcança 10 a 30µm de espessura, é a formada pelos odontoblastos do manto, isto é, seus componentes são secretados pelos pré-odontoblastos enquanto estes estão diferenciado-se. Explicação: Assim que os pre-odonblastos se formam, começam a produzir a primeira camada de dentina, essa camada é chamada de dentina do manto, formada pelos preodontoblastos. (ANALOGIA: como se fosse um forro para depois vir o resto da dentina). Depois que toda essa dentina é formada, os pré- odontoblastos se transformam em odontoblastos e irão produzir o restante de dentina. Uma vez formada uma fina camada de matriz orgânica, inicia-se a deposição de mineral no seu interior; Os locais em que os primeiros cristais de apatita são observados, sob a forma de finas agulhas, são as vesículas da matriz; Nestes primeiros momentos de mineralização da dentina do manto não há deposição mineral no restante da matriz orgânica. - Na parte esbranquiçada da imagem, abaixo da linha, junção amelodentinária, é onde se forma a dentina do manto. Órgão do esmalte Papila dentária Epitélio interno Papila dentária Esmalte do dente Dentina Junção amelodentinária CONT. As células ectomesenquimais (tecido conjuntivo) da periferia da papila, agora chamadas de pré-odontoblastos, aumentam de tamanho graças a organelas de síntese de secreção de proteínas, diferenciando-se nas células que formarão a dentina, os odontoblastos; Com a diferenciação e a polarização, os odontoblastos se formam típicas células secretoras de proteínas, desenvolvendo o retículo endoplasmático granular e o complexo Golgi. EXPLICAÇÃO: depois que esses pré- odontoblastos terminam de produzir a dentina do manto, eles se transformam em odontoblastos. Esses odontoblastos vão ser compostos por 2 parte: - o corpo e - prolongamento. Odontoblasto e amelo. é uma célula excretora - O corpo (núcleo, organelas) - O prolongamento (a célula irá depositar os componentes da dentina). OBS: Essas celulalas (odontoblastos e ameloblastos) tem o retículo endoplasmático granular e o complexo Golgi bem desenvolvidos, porque são essas estruturas que são responsáveis pela síntese de pela secreção de componentes celulares. Por isso ela tem um corpo bem alongado, para poder suportar o retículo endoplasmático granular e o complexo de Golgi. Como a formação ocorre por aposição centrípeta, a dentina do manto é externamente adjacente a uma nova camada de matriz não mineralizada, chamada de pré-dentina; Constituirá, quando mineralizada, a primeira camada de dentina circumpulpar. Esta, por sua vez, também adjacente a outra camada recém-formada de pré-dentina. Comprova que a dentina é formada por duas fases. EXPLICAÇÃO: depois que a dentina do manto é formada e pré-odontoblasto se transforma em odontoblasto, uma nova camada de dentina vai ser formada e essa outra dentina que é formada logo depois da dentina do manto é a pré-dentina. LEMBRAR: a dentina tem a parte orgânica (princ. Fibras colágenas) e a inorgânica (princ. Cristais de hidroxiapatita). Então, durante a formação da dentina, sempre a célula (odontoblasto) vai secretar primeiro toda a matriz orgânica, para depois em cima dessa matriz a célula depositar a matriz inorgânica (partes minerais). Então, quando o odontoblasto secreta a parte orgânica ele vai estar secretando a pré-dentina (dentina que ainda não recebeu a mineração) (matriz orgânica). A pré-dentina depois de mineralizada irá constituir a dentina circumpulpar. A dentina é formada em camadas, então primeiro vem a matriz orgânica e em cima dessa matriz orgânica vem a inorgânica e mineraliza, sobre essa camada que sofreu mineralização vai ser depositava outra camada de matriz orgânica que vai sofrer mineralização e assim até formar todo o dente. SENTIDO DE FORMAÇÃO DA DENTINA -> CENTRIPEDO Túbulo dentinário Dentina peritubular Dentina intertubular A dentina circumpulpar constitui a maior parte da dentina; Entruturalmente é constituída pela dentina peritubular, que constitui as paredes dos túbulos dentinários e pela dentina intertubular. Formação: uma vez terminada a formação da dentina do manto, os odontoblastos completamente diferenciados produzem a dentina circumpulpar. Enquanto se deslocam centripetamente, o odontoblastos continuam depositando as moléculas da matriz orgânica, sendo que as fibras colágenas continuam sendo os elementos mais numerosos; As fibrilas então formadas, entretanto, apresentam um menor diâmetro.; Além do colágeno, outros componentes da matriz curricular e moléculas de mineralização são secretadas pelos odontoblastos. EXPLICAÇÃO: quando a pré-dentina sofre o processo de mineralização ela se transforma em dentina circumpulpar (circum - circular, pulpar - polpa), toda a dentina que circunda a polpa dentária. Ela constitui a maior parte da dentina Essa dentina circumpulpar se subdivide em duas regiões: - Dentina peritubular e dentina intertubular O odontoblasto tem o corpo e prolongamento, quando a dentina vai sendo formada o prolongamento vai aumentando e chega um momento em que o prolongamento não consegue mais se alongar e quando ele para de crescer a dentina continua sendo formada e o corpo do odontoplasto desce e puxa junto a ele o prolongamento. Quando ele desce junto com o corpo da célula fica um espaço chamado de túbulos dentinários, (são esses túbulos dentinários que quando estão expostos causam a sensibilidade) - Ou seja, os túbulos dentinários são formados pela dentina ao redor do prolongamento do odontoblasto. Obs: a dentina fica se formando durante toda a nossa vida, fica se renovando, desde que a polpa esteja vital (dente que tem canal não produz dentina porque a celular que produz a dentina fica dentro da polpa) diferente do esmalte que só se forma uma vez. - Essa dentina circumpulpar se subdivide em duas regiões, uma é dentina peritubular (forma a parede do túbulo) e a dentina intertubular (fica entre os túbulos). POLPA DENTÁRIA ODONTOBLASTOS PRÉ-DENTINA DENTINA MINERALIZADA Esmalte sendo formado D e n ti n a s e n d o f o rm a d a Polpa dentária Corpo Prolongamento Constitui a dentina que forma a parede do túbulo dentinário. Inicialmente, os odontoblastos têm um único processo/ramificação, o qual vai tornando- se rodeado pela dentina mineralizada na sua extremidade mais distal e rodeado pela pré- dentina, adjacente ao corpo do odontoplasto; Inicialmente, durante a calcificação da dentina, permanece um espaço em volta do prolongamento odontoblástico;Entretanto, uma vez alcançada espessura de 60 a 100µm, começa a secretar uma fina matriz orgânica quase totalmente desprovida de fibras colágenas, que se mineraliza rapidamente; É mais densa e homogeneamente calcificada do que a dentina inicialmente formada. OBS: Sua formação ocorre durante toda a vida, podendo aumentar por estímulos, por exemplo, a atrição! (bruxismo, por exemplo, pode estimular a hiperprodução dessa dentina, fechando assim os túbulos dentinários, por isso que muitas vezes, mesmo as pessoas tendo o dente um pouco mais curto a polpa não é exposta, por causa da produção em maior quantidade dessa dentina) (quando as pessoas ficam mais velhas devido deposição de dentina durante toda a vida, esses túbulos dentinários podem fechar, ficar obliterados e quando isso acontece esse fechamento se dá por uma produção maior de dentina peritubular, os túbulos podem ficar esclerosados (fechados). isso acontece mais frequentemente em pessoas idosas.) (a vitalidade do dente está na polpa) obs: o dente vai estar diminuindo de tamanho e a polpa vai diminuindo, porque a dentina vai sendo produzida em sentindo interno. Por isso com exame radiográfico da pra saber quem é jovem,q quem é idoso, porque o volume da polpa de uma pessoa jovem é grande, o dente esta novo, não foi produzida muita dentina, já a do idoso produziu durante toda a vida, então o volume da polpa vai diminuindo, por isso para fazer tratamento de canal é mais complicado em idoso. A dentina intertubular constitui a maior parte da dentina e ocupa todo o espaço entre os túbulos dentinários; Em contraste com a dentina peritubular, a dentina intertubular apresente um maior número de fibras colágenas. A dentina interglobular são áreas hipomineralizadas localizadas na porção mais externa da dentina coronária do manto e a circumpulpar; Estas áreas resultam da inadequada fusão dos glóbulos de mineralização ao coalescerem. OBJETIVO DA DENTINA -> PROTEJER A POLPA Linhas esbranquiçadas -> túbulos dentinários, temos milhares, que vão da superfície mais próxima ao esmalte até as partes mais internas; EXPLICAÇÃO: outro tipo de dentina que pode ser formada ou não, a dentina interglobular representa áreas onde a mineralização sofreu alguma alteração (durante a deposição da matriz inorgânica, dos cristais de glandocepatitas, pode acontece alguma falha e algumas áreas pode ficar falhadas e formam a dentina interglobular, entretanto, essas áreas são muito pequenas, então o dente não fica mais fraco com a presenta dessa dentina interglobular, isso não influencia diretamente na resistência da dentina. Detalhe: quando vamos fazer clareamento usamos ácido, temos peroxido de hidrogênio e peroxido de carbamida, quando utilizamos esse ácido, ele faz com que ocorra a abertura dos túbulos dentinários, porque essa pigmentação extrínseca fica impregnada na superfície dos túbulos dentinários. Por isso que quando abre, muitas pessoas ficam com sensibilidade dentárias depois que fazem clareamento. O início da dentinogênese radicular marca o início da fase de raiz da odontogênese; Como se forma a dentina radicular se nessa região não temos esmalte? Do mesmo modo que na região coronária, na porção radicular também são as células epiteliais que desempenham o papel de induzir a diferenciação dos odontoblastos; porém, desta vez, provenientes da bainha radicular de Hertwing; Contudo, como não se forma esmalte sobre a dentina radicular, as células epiteliais não se diferenciam em ameloblastos. Pouco tempo depois ocorre a fragmentação da bainha, constituindo- se os restos epiteliais de Malassez. EXPLICAÇÃO: depois que é formada a coroa do dente, inicia a formação da com isso começa seu processo de erupção dentária É outra estrutura que vai induzir a formação desses pré-odontoblastos, existe uma estrutura chamada de alça cervical (união do epitélio interno com o epitélio externo), nessa região da alça algumas células vão se proliferar formando outra estrutura chamada bainha radicular de Hertwing, essa estrutura vai ser a responsável por induzir a formação dos pré-odontoblastos, vai induzir a papila dentária a se transformar em pré-odontoblastos (na coroa, são os pré- ameloblastos e na raiz a bainha radicular de Hertwing), depois disso, tudo acontece igual acontece na coroa, única diferença é quem vai induzir. Quando essa bainha radicular de hertwing induz esse processo, depois ela se fragmenta e esses fragmentos são chamados de restos epiteliais de malassez (que pode se transformar em cisto radicular, cisto que causa necrose na polpa dentária). CARACTERÍSTICAS DA DENTINA: Os túbulos dentinários constituem a característica principal da estrutura dentária. São túbulos originados pela formação de dentina mineralizada em volta dos prolongamentos odontoblásticos; Em qual localização do dente podemos observar uma maior quantidade de dentina? Percorrem toda a espessura da dentina, sendo muito ramificada junto ao limite amelodentinário. No dente formado, os túbulos nem sempre contêm prolongamentos em toda sua extensão; A porção que não apresenta prolongamentos é preenchida por fluido dentinários. Existem diversas comunicações entre os túbulos dentinários, denominadas de canalículos dentinários. (Os túbulos dentinários quando não estão com a presença dos prolongamentos do odontoblantos, eles são preenchidos por um fluido, chamado de fluido dentinério (ele tem total relação com a sensibilidade dos dentes, quando ganha um estimulo externo esse fluido vibra e leva a informação para a polpa, e a polpa é sensibilizada e sente a dor.) CARACTERÍSTICAS DA DENTINA: A formação da dentina segue um padrão incremental. A formação da matriz orgânica de dentina e sua subsequente mineralização seguem um padrão rítmico: longas fases de formação de dentina seguida por curtos períodos de repouso. Isso determina a formação de linhas incrementais, denominadas de linhas de von Ebner. A dentina é formada em camadas e entre uma camada e outra se forma uma linha, que é chamada de linha de Von Ebner A dentina primária se forma até que é completado o ápice radicular. Entretanto, a deposição de dentina ocorre durante toda a vida; A camada de dentina formada após o fechamento do ápice é denominada dentina secundária. Dessa maneira, as duas constituem a dentina circumpulpar. A constante deposição de dentina secundária provoca maior dificuldade no acesso à câmara pulpar!! A dentina terciária tem estrutura irregular e pode ser de dois tipos: reacional e reparativa! A dentina terciária reacional é formada pelos odontoblastos numa tentativa de proteger a polpa frente à agentes externos crônicos e de baixa intensidade; É irregular, não tento, portanto, a estrutura tubular ordenadas dentinas primária e secundária. A dentina terciária do tipo reparativa é formada por células indiferenciadas da polpa, frente à agentes externos agudos e intensos. EXPLICAÇÃO: Toda a dentina que é formada antes do dente se erupcionar na cavidade oral é chamada de dentina primária. Quando o dente erupciona em cavidade oral a dentina que é produzida a partir daí é chamada de secundária ou terciária. A camada de dentina formada após o fechamento do ápice é secundaria, as duas constituem a dentina circumpulpar, a constante deposição de dentina secundaria provoca maior dificuldade no acesso da câmara pulpar(porque vai diminuindo o volume da câmara pulpar a medida em que vai sendo depositava a dentina secundária). O ato de mastigar estimula a produção de dentina secundária, o ato do bruxismo (produz a dentina do tipo terciária) A dentina terciária só é produzida frente a um estímulo crônico ou agudo, tem estrutura irregular e pode ser de dois tipos: - Reacional ou reparativa. A dentina terciaria reacional é formada pelos odontoblastos na tentativa de proteger a polpa frente a estímulos externos de baixa intensidade (bruxismo, por exemplo), reação de defesa para proteger a polpa. A dentina terciária reparativa é formada quando há agente externos agudos e intensos (cárie, por exemplo), para proteger o dente contra invasão a dentina tem que ser produzida de forma mais acelerada. (coloração amarronzada). A cárie libera uma ácido quando metaboliza os carboidratos e esse ácido vai desmineralizar a estrutura dentarias e amolece ela (a dentina), quando vamos remover a carie, só removemos a dentina infectada (a dentina mole, secundária), a do tipo terciaria reparativa a gente mantém. Essa reparativa apesar de ser produzida de forma mais acelerada a depender do nível de agressão da lesão de carie o ritmo de produção da dentina não vai alcançar o ritmo de agressão da carie, então chega um momento em que se o processo não for barrado a carie chega à polpa dentária. Aí vai precisar fazer canal. Pulpite -> dor de dente - Dentina + polpa = Complexo dentino pulpar A polpa é um tecido conjuntivo não mineralizado rodeado inteiramente por dentina; A polpa se comunica com o ligamento periodontal, outro tecido conjuntivo, pelo forame apical e pelas foraminas acessórias. EXPLICAÇÃO: A polpa dentária é caracterizada como um tecido conjuntivo (derivada nas papilas dentarias, ectomesênquimas condensados, células migradas das cristas neurais), ela é formada do mesmo tecido que dá origem a dentina (papila dentária). Porém, diferentemente da dentina a polpa dentaria não sofre processo de mineralização, ela se mantém como um tecido conjuntivo frouxo. A dentina vai se comunicar com o lig. Periodontal através do forame apical (porção final do dente), através desse forame apical vai haver a entrada de nervos e vasos sanguíneos para dentro da polpa e também a saída de outros vasos, é através dessa região que também vai haver a comunicação da polpa com o ligamento periodontal (o ligamento periodontal faz parte do periodonto de inserção, ele ajuda o dente a se inserir no osso mantendo-o naquela região) A polpa deriva da papiladentaria, tendo, portanto, origem ectomesenquimal. As mudanças na papila começam na fase de campânula da odontogenese quando as células ectomesenquimais da sua periferia diferenciam-se em odontoblastos; EXPLICAÇÃO: O germe dentário na fase final de odontogenese, ou seja, na fase final e campânula, ele vai sofrer alguns processos de transformação celular, no epitélio interno vai haver a transformação das células desse epitélio interno inicialmente em pré-ameloblastos, eles vão induzir a região periférica da papila dentaria a se transformar em pre-odontoblastos, é nessa região periférica que acontece os primeiros sinais para a formação da polpa (e tbm na dentina). O restante da papila é constituído por: Células indiferenciadas, fusiformes ou estreladas, com numerosos prolongamentos citoplasmáticos e quase desprovidos de organelas; Abundante matriz extracelular com escassas e finas fibrilas colágenas e grande quantidade de substância fundamental. Polpa Dentária Coroa Raiz (germe dentário em fase de coroa porque dá para identificar a formação de dentina e de esmalte) EXPLICAÇÃO: O restante da papila que não se transforma em odontoblastos vai se manter como células indiferenciadas (células tronco, são células pluripotentes, tem a capacidade de se transformar em outros tipos celulares, na polpa dentaria tem muitas), além dessas celulas tronco (indiferenciadas) também encontramos fibroblastos e matriz extracelular (onde encontramos as fibras colágenas). Ou seja, essa é a porção da papila que ainda não se transformou em polpa dentária, são os constituintes da papila dentária Com o avançar da dentinogênese, o volume da papila diminui em razão da deposição centrípeta de dentina; A transformação da papila em polpa dentária ocorre com: A diminuição da concentração de células ectomesenquimais; O aparecimento de fibroblastos e; O aumento gradual de fibras colágenas na matriz extracelular EXPLICAÇÃO: A medida em que a odontogênese vai evoluindo, ou seja, as estruturas que formam os dentes vão se desenvolvendo, o volume da papila dentaria vai diminuindo e essa diminuição se da por conta da formação de dentina (a formação da dentina se dá no sentido centrípeto (vai da periferia para o centro) a medida em que a dentina vai sendo depositada nesse sentido o volume da papila dentaria vai diminuindo, enquanto o esmalte vai se desenvolver no sentido contrário, do centro para periferia. Então, inicialmente as células são próximas, mas a medida em que a dentina e o esmalte vão sendo formados, as células vão se afastando. Então, a medida em que o volume da papila dentária vai diminuindo, essa papila dentária vai se transformando em polpa e essa transformação vai acontecendo incialmente com a diminuição na concentração de células ectomesenquimais, com o aparecimento de fibroblastos (eles são as principais células do tecido conjuntivo, logo, a polpa é rica em fibroblastos) e vai havendo um aumento gradual de fibras colágenas na matriz extracelular. OBS: Essas fibras colágenas vão diminuindo a medida em que a pessoa vai envelhecendo, ou se o dente sofrer algum tipo de trauma, de qualquer tipo. Então o processo inflamatório que possa atingir a polpa pode estimular uma diminuição dessas fibras colágenas, o tecido vai ficando mais fibroso, mais rígido. (Como a cicatriz que tem poucas fibras colágenas e muito fibroblastos, por isso o tecido é mais rígido) OBS: Os fibroblastos são células de origem mesenquimática que tem como função a síntese de componentes fibrilares (colágeno e elastina) e não fibrilares (glicoproteínas e proteoglicanas) da matriz extracelular do tecido conjuntivo. A transformão da papila em polpa se completa durantes estágios avançados da erupção dentária, quando do aparecimento do dente na cavidade oral. EXPLICAÇÃO: A transformação total da papila dentária em polpa, só se completa em estágios avançados da erupção dentária, a polpa só vai completar o seu desenvolvimento quando o dente erupcionar. A medida em que vai se formando a raiz, vai também se formando a polpa dentária. O processo de erupão do dente vai acontecendo a medida em que a raiz do dente vai sendo formada, consequentemente, ao formar a raiz se forma a dentina radicular e polpa radicular. A polpa é um tecido conjuntivo frouxo com duas camadas periféricas, a camada de odontoblastos e a região subodontoblástica. A outra porção é a região central. Odontoblastos: - São células de origem ectomesenquimal responsáveis pela formação da dentina; Dispõem-se em paliçada, constituindo uma só camada de células coladas à pré-dentina. Embora a camada odontoblástica seja considerada a região mais periférica da polpa, os odontoblastos, após formarem a dentina, mantêm com esse tecido uma estreita relação, pois os seus prolongamentos ficam contidos nos túbulos dentinários; Os odontoblastostem duas partes nitidamente diferentes: o corpo celular e o prolongamento. Na coroa apresentam seu corpo celular com forma cilíndrica, o qual vai diminuindo sem sentido radicular, tornando-se células cúbicas; São mais numerosos, por unidade de área, na coroa do que na raiz; São células altamente polarizadas, com seu núcleo localizado no polo proximal. EXPLICAÇÃO: A primeira camada, mais periférica que fica em contato com a dentina é a camada odontoblástica. Apesar dos odontoblastos produzirem dentina eles ficam dentro da polpa (a dentina é uma estrutura acelular, não tem célula no seu interior). Essas células de dispõem uma ao lado da outra formando uma camada, elas ficam coladas na pré-dentina (dentina que ainda não sofreu a mineralização). odontoblastos= células produtoras de dentina. Embora essa camada seja considerada a mais periférica da polpa eles continuam tendo um tipo de contato com a dentina e esse contato se dá através dos túbulos dentinários. (o prolongamento fica dentro dos túbulos dentiários) Na polpa coronária os odontoblástos apresentam forma cilíndrica, formam uma camada expessa, na medida em que essa camada vai descendo para a polpa radicular ela vai se tornando células cúbicas. São mais numerosos na polpa coronária do que na radicular e são células polarizadas (núcleos próximos ao polo proximal, não fica no centro, embora a maioria fique) POLPA NA PORÇÃO CORONÁRIA (camada de odontoblástos mais expessas, mais larga) POLPA NA PORÇÃO RADICULAR (camada de odonblastos menos expessa) - A polpa coronária tem mais odontoblastos do que a polpa radicular porque a dentina é formada durante toda a vida e existe um volume maior de dentina na porção coronária do que na radicular. Outro fator é que requer uma maior proteçao na região da polpa coronária do que na radicular porque o processo carioso começa na coroa do dente e vai se estendendo em direção a polpa coronária para depois chegar na polpa radícular) Encontra-se, como indica o seu nome, logo abaixo da camada de odontoblastos. Nesta região diferenciam-se, ainda, duas zonas: Uma mais periférica, zona pobre em células E outra subjacente, zona rica em células - ZONA POBRE EM CÉLULAS – É uma zona atravessada por: Numerosos prolongamentos das células subjacentes; (zona rica) Numerosos vasos sanguíneos, que penetram até a camada odontoblástica; Fibras nervosas que se dirigem para a camada odontoblástica. EXPLICAÇÃO: Na zona pobre vamos ter a presença de prolongamentos da zona rina, vasos sanguíneos e fibras nervosas, os nervos e os vasos chegam normalmente até essa camada subodontoblástica, mas alguns ramos podem chegar até os odontoblastos. - ZONA RICA EM CÉLULAS- É constituída pelos corpos das células que emitem seus prolongamentos para a zona acelular; Essas células têm, na sua maioria, forma bipolar, apresentando prolongamentos que se dirigem também para a região central da polpa. Embora algumas dessas células sejam fibroblastos, a maioria delas são células indiferenciadas; Esta zona rica em células é muito mais distinguível na polpa coronária do que na porção radicular. zona rica zona pobre Prolongamentos (na polpa coronária é fácil de observar as células subodontoblásticas, já na polpa radicular dificilmente conseguimos observar) Celular tronco= quando estimuladas dão origem a tipos diversos de tecidos. A região central da polpa é constituída pro tecido conjuntivo frouxo simples; É formada por matriz celular e matriz extracelular. - MATRIZ CELULAR – As células mais abundantes são os fibroblastos, com aspecto fusiforme; Outras células são: células indiferenciadas; macrófagos e linfócitos; plasmócitos em casos de inflamação crônica. - MATRIZ EXTRACELULAR- Elementos fibrosos- - Colágeno e fibras elásticas (apenas na parede dos vasos); Substância fundamental- - Proteoglicanos, glicosaminoglicanos, glicoproteínas e água. EXPLICAÇÃO: Quando as células tronco vão ser extraídas da polpa, é pela camada da zona rica em células, porque tem muito mais células troncos (indiferenciadas) do que na região central. Além dessas células tronco e fibroblastos, na região central na matriz celular encontramos células do sistema imune, como macrófagos e linfócitos (para caso ocorra uma agressão essas células estão preparadas para combater o agente agressor, como a carie, quando a carie vai ficando próximo da polpa se estabelece um processo inflamatório na região da polpa por isso sentimos o dente doer) Na região central, na matriz extra celular, quando ocorre o aumento do suprimento sanguíneo da polpa os vasos dilatam, por causa das fibras elásticas (dilatam e contraem, vasodilatação e vasoconstricção) Nervos que contêm fibras sensoriais provenientes do nervo trigêmeo e ramos simpáticos do gânglio cervical superior penetram no forame apical e pelos forames acessórios como grossos feixes; Atravessam a polpa radicular e quando chegam na coronária, ramificam-se em direção à periferia, especialmente na região subodontoblástica; EXPLICAÇÃO: Através do forame apical vai ocorrer a entrada dos feixes vasculhos nervosos, cada grupo de dentes vai ser inervado por grupos diferentes de nervos. Quando o nervo entra na polpa dentária, na porção radicular ele emite poucas ramificações, mas quando chega na porção coronária esse nervo se ramifica bastante (a região da polpa coronária tem mais terminações nervosas que a porção da polpa radicular) em pequenas terminações nervosas, a maioria delas terminam na região da camada subodontoblástica, entretanto, alguns desses ramos atravessam essa camada e podem chegar a região da pré-dentina, alguns desses nervos conseguem penetrar na porção inicial dos túbulos dentinários. Enquanto a maioria dos ramos terminam na região subodontoblástica, alguns atravessa a camada de odontoblastos, alcançando a pré- dentina; Poucos penetram a porção inicial dos túbulos dentinários, ficando em íntimo contato com os prolongamentos odontoblásticos. Seja qual for o estímulo no complexo dentino-pulpar (bacteriano, térmico, mecânico ou químico), a sensibilidade é sempre traduzida em dor; Regiões diferentes da dentina têm graus diferentes de sensibilidade dolorosa: - Maior sensibilidade na dentina superficial, próxima à junção amelodentinária, quanto na dentina mais profunda, próxima à polpa. (próximo a junção da dentina com o esmalte dentário) (a sensibilidade se dá principalmente pela exposição dos túbulos dentinários e pode ser por diversos motivos (escova dura, força ao escovar) • 1° teoria: Considera que, por causa das finas fibras nervosas na porção inicial dos túbulos dentinários, os estímulos atingiram diretamente essas terminações nervosas; (Essa teoria não é muito aceita, pois são poucos os túbulos dentinários que apresentam no seu interior essas fibras nervosas) • 2° teoria: Propõe que o odontoblasto e seu prolongamento funcionam diretamente como receptores sensoriais. (Se baseia na origem do odontoblasto, as células da crista neural migram para a região da cabeça e do pescoço e da origem a várias outras estruturas. Então, por essas células terem origem neural, essa teoria tenta vincular o odontoblasto ao neurônio, porém, foi visto que os odontoblastos não conseguem propagar os impulsos nervosos iguais os neurônios (neurônios periféricos recebem estimulo, vai passando de um neurônio para outro até chegar no sistema central), essa teoria tenta explicar que os odontoblastos teriam a mesma função do neurônio na região da polpa,eles iriam propagar esses estímulos do meio externo. Essa teoria foi deixada de lado. • 3° teoria: Teoria hidrodinâmica, é a mais cotada para explicar a sensibilidade dentinária. - Baseia-se no fato de os túbulos dentinários estarem preenchidos por fluidos dentinários. (Os túbulos são preenchidos por fluidos, e quando chega estímulo externo, faz com que esse fluido vibre, e essa vibração vai sendo propagada por esse líquido até chegar na região da polpa, onde tem presença de nervos e esses nervos vão receber esses estímulos. Por isso que a maior parte dos tratamentos para sensibilidade do dente é ou fechando esses túbulos que estão expostos ou dessensibilizando as terminações nervosas da região. (o esmalte tem que ser desgastado para que esses túbulos fiquem expostos). (anotar, pasta, caderno FUNÇÃO: É o “porque” do sistema ou evento - Qual o objetivo, importância de ele acontecer. PROCESSOS FISIOLÓGICOS: São o “como” de um sistema. - Como ele acontece, quais as etapas. 1- Uso de energia biológica Processos que ocorrem nos organismos, requerem entrada constante de energia. (O uso de ATP nas trocas, dão auxílio principalmente contra o gradiente de concentração) 2- Relação estrutura-função • Estrutura e função estão intimamente relacionadas. • Capacidade de interações específicas é essencial para funções biológicas. (nada é por acaso, as estruturas e inserções das estruturas do nosso corpo tem um propósito, função, a importância de ter aquela característica. Existem cílios que favorecem na movimentação, encontra-se por exemplo no trato respiratório, capta as partículas que a gente inspira, removendo as impurezas, visando não haver uma quebra da ameostase, do equilíbrio do bom funcionamento do sistema. Dano a estrutura -> quebra de ameostase Quando se faz o uso de cigarro, algumas subs. Que estão ali acabam induzindo a morte programada (APAPTOSE) das células ciliadas (cílios) do trato respiratório. O trato deixa de ser ciliado e vira um epitélio diferenciado. Ou seja, o quadro do bom funcionamento do sistema é quebrada e incentiva processos inflamatórios que são importantes para o corpo sinalizar o que precisa ser melhorado, porém quando acontece sempre tem consequências relacionadas a isso. (não é só a nível de estrutura essa relação estrutura-base, até enzimas apresentam especificidades, aceleram reações, conseguem produzir produtos, que vão dar condições, nesse caso, de absorção pelo organismo. Temos a lactase que é uma enzima especifica para lactose, a necessidade que ela possa interagir com esse substrato para ter a formação de glucose e galactose, quando temos a quebra, formação desses produtos o corpo entende que conhece e absorve. Quando não temos a lactase (enzima que age de forma especifica e associada função) a lactose não é transformada em galactose e glucose, logo, o corpo não reconhece e gera quadros de intolerância à lactose, pois o corpo vê como uma molécula estranha. Propriedades mecânicas das células, dos tecidos e órgãos: 3- Comunicação • O fluxo de informações coordena funções corporais; • O corpo precisa que as suas células se comuniquem de forma rápida e eficiente; • Por sinais químicos e elétricos; • Por fluxo de massa através de um gradiente de concentração: - Fluxo de ar, dentro e fora dos pulmões.