Prévia do material em texto
3º Ano MATERIAL DE APOIO PEDAGÓGICO PARA APRENDIZAGENS Ensino Fundamental GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS ESCOLA DE FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL DE EDUCADORES SUMÁRIO LÍNGUA PORTUGUESA................................................................pág. 1 Planejamento 1: Leitura Literária ........................................................pág. 2 Planejamento 2: Receita Culinária .....................................................pág. 8 Planejamento 3: Piada? Há! Ha! Há... Vamos rir, aprender e divertir! .....pág. 16 Planejamento 4: A COVID e a volta às aulas .......................................pág. 23 Planejamento 5: Vamos trabalhar com quadrinhas? .......................... pág. 31 ARTE ....................................................................................................... pág. 37 Planejamento 1: Materialidades na arte ............................................. pág. 37 EDUCAÇÃO FÍSICA.................................................................................. pág. 42 Planejamento 1: Peteca ....................................................................pág. 42 Planejamento 2: Pique-bandeira fut .................................................pág. 45 Planejamento 3: Amarelinha .............................................................pág. 48 Planejamento 4: Basquete com bambolês .........................................pág. 51 Planejamento 5: Circuito Combinado ................................................pág. 54 MATEMÁTICA........................................................................................... pág. 57 Planejamento 1: Número e Numeral / Sequência Numérica / Antecessor e Sucessor ..................................................................... pág. 57 Planejamento 2: Sistema de Numeração Decimal ............................pág. 62 Planejamento 3: Adição e Subtração com e sem agrupamento e desagrupamento .............................................................................. pág. 67 Planejamento 4: Sistema Monetário Brasileiro...................................pág. 71 CIÊNCIAS ................................................................................................. pág. 75 Planejamento 1: Saúde auditiva e visual ............................................ pág. 75 Planejamento 2: Reflexão da luz em diferentes materiais..................pág. 82 Planejamento 3: O som .................................................................... pág. 86 GEOGRAFIA........................................................................pág. 90 Planejamento 1: O campo e a cidade – grupos sociais........................pág. 90 Planejamento 2: Diversidade cultural................................................ pág. 95 Planejamento 3: Formação sócio-cultural-econômica do local em que vive ......................................................................................pág. 99 HISTÓRIA ............................................................................................... pág. 103 Planejamento 1: A Formação e o desenvolvimento das Cidades ao longo dos tempos ...................................................................... pág. 103 ENSINO RELIGIOSO................................................................................. pág. 119 Planejamento 1: Espaços e territórios religiosos .............................. pág. 119 ANO DE ESCOLARIDADE 3 o ano COMPONENTE CURRICULAR Língua Portuguesa REFERÊNCIA Ensino Fundamental ÁREA DE CONHECIMENTO Linguagens ANO LETIVO 2022 MATERIAL DE APOIO PEDAGÓGICO PARA APRENDIZAGENS SIGNIFICATIVAS 3 o ano Ensino Fundamental 2022 Língua Portuguesa Linguagens PRÁTICAS DE LINGUAGEM Leitura/escuta (compartilhada e autônoma). Escrita (compartilhada e autônoma). OBJETO(S) DE CONHECIMENT O: HABILIDADE(S) : Diferenciação entre texto literário e não literário (For- mação do leitor literário). Leitura e interpretação de textos literários. Constituição de critérios de apreciação estética e afetiva de materiais de leitura (For- mação do leitor literário). Produção de pequenos rela- tos de observação de fatos, de experiências pessoais (Escrita autônoma e compar- tilhada). Relacionar os conhecimentos adquiridos com o cotidia- no(em equipe e/ou individual). (EF15LP15) Reconhecer que os textos literários fazem parte do mundo do imaginário e apresentam uma dimensão lúdica, de encantamento, valorizando-os, em sua diversidade cultural, como patrimônio artís- tico da humanidade. (EF02LP26) Ler e compreender, com certa autonomia, textos literá- rios, de gêneros variados, desenvolvendo o gosto pela leitura. (EF02LP14) Planejar e produzir pequenos relatos de observação de processos, de fatos, de experiências pessoais, mantendo as caracte- rísticas do gênero, considerando a situação comunicativa e o tema/ assunto do texto. 1 PLANEJAMENTO TEMA DE ESTUDO: Leitura Literária DURAÇÃO: 2 aulas PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS: A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ ABERTURA: Sendo a literatura um patrimônio cultural desenvolvido pelos homens em sua trajetó- ria histórica, é direito das crianças acessá-la. Portanto, cabe à escola e aos professo- res (as) introduzir ou ampliar o acesso das crianças ao universo literário, despertando o prazer e gosto pela leitura. Entre os gêneros textuais existentes, que precisam transitar no universo infantil e ser apropriado pelas crianças, encontramos as nar- rativas ficcionais, a exemplo citamos os contos de fadas, histórias de assombração e em quadrinho, entre outras. O texto literário apresenta características estéticas diferenciadas, eles promovem a fruição, o desenvolvimento da imaginação e as leva ao reconhecimento de outros mundos, com os quais se identificam, produzem signi- ficado, (re) organizam suas experiências e constroem sua subjetividade. No desenvolvimento deste trabalho, priorizamos como práticas de linguagens, a oralidade e leitura/ escuta (compartilhada e autônoma). Por meio dessas práticas desenvolvemos e/ou aprofundamos as capacidades que as crianças precisam adqui- rir e consolidar para avançar no seu processo de escolarização. Listamos algumas habilidades iniciais, a partir da implementação desta proposta, que poderão ser pes- quisadas no Currículo Referência de Minas Gerais, selecionando e contextualizando outras habilidades, tornando-a mais potente. Sabemos que esta proposta deverá ser construída, paulatinamente, ganhando des- taque e progressão conforme os momentos literários acontecerem. Os(as) profes- sores(as) devem aproveitar este momento inicial de retorno às aulas, em que os protocolos de segurança e cuidado para com as crianças exigem atenção e impõe restrições, para entender a proposta, (re) adequá-la à sua realidade por meio do pla- nejamento de ações possíveis e necessárias para que seja num segundo momento efetivamente iniciada. O apoio da gestão escolar é necessário para que alcance maior abrangência. Dessa forma, a coordenação pedagógica deve ser envolvida, a fim de que promova a articulação com os demais membros da gestão escolar. É importante 2 ressaltar, que esperamos a partir do início do desenvolvimento desta proposta, que a leitura literária se torne uma prática integrante na rotina das turmas e que aos pou- cos consigam estabelecer tempos adequados, organizando espaços apropriados e adquirindo a materialidade necessária para que o trabalho se desenvolva progressi- vamente e com a qualidade necessária. Informamos que este Plano é apenas uma sugestão, que visa auxiliar o seu trabalho com o texto literário. Ele não é engessado e não tem fim em si mesmo, portanto, está passível de mudanças e redirecionamentos visando à sua melhoria. Contamos com a sua criatividade para, enriquecê-lo, aplicá-lo e, quem sabe, compartilhar com seus colegas professores, buscando formar no espaço escolar uma comunidade de leitores. B) DESENVOLVIMENTO:1º Momento – Para começo de conversa Inicie o trabalho estabelecendo uma roda de conversa com seus alunos, ajude-os a participar das interações cotidianas na sala de aula: escutando com atenção e com- preensão, respondendo às questões propostas, expondo opiniões nos debates com os colegas e no diálogo com o(a) professor(a). Tente entender os conhecimentos literários que as crianças já estabeleceram, a bagagem que trazem e o valor que a literatura tem na vida de cada um. Tente desco- brir que tipo de acesso à cultura escrita têm as crianças da sua turma, se circula ou não material impresso entre os integrantes de suas famílias e como se dá essa cir- culação. Dessa forma você estabelecerá meios para reorganizar esta proposta, que tem centralidade nas crianças, no seu letramento literário e na sua formação como leitoras de literatura. 2º Momento – Socializando um texto literário. Neste momento, selecione na biblioteca da sua escola ou no acervo do contexto de sua sala de aula, um livro de história apropriado, cujo conteúdo seja do interesse da sua turma. Leia e reconheça a história integralmente antes de propor a sua lei- tura para as crianças. Determine um tempo adequado em sua rotina para a leitura e organize, juntamente com as crianças, um espaço diferenciado para que a história alcance um status de magia e encantamento. Faça deste momento uma rotina bas- tante frequente no seu tempo/espaço escolar. 3 Planeje um certo ritual para dar início, desenvolva e conclua a leitura da história. Nesse aspecto, algumas ações podem fazer diferença para a motivação do grupo, como o toque de um instrumento, uma caixa bem enfeitada, uma maleta, um adereço usado por você. É bom também que se estabeleça um verso para iniciar a leitura ou a contação de história - “Era uma vez..”, e outro para finalizar - A história entrou por uma porta e saiu pela outra, quem quiser que conte outra. Sempre que realizar a leitura de uma nova história repita o ritual que poderá ser rees- truturado, de acordo com a evolução dessa rotina na sua turma. 3º Momento – Leitura da História Leia com e para as crianças, procure desenvolver disposições favoráveis à leitura, reconheça as expectativas que elas têm sobre a leitura. Mostre a elas o objeto cultural - livro, explore sua capa, ouça o que elas têm a dizer sobre ele, apresente as imagens que aparecem na capa, nomeando-as. Leia o título da história, antecipe expectativas, mostre as características gráficas e levante os conhecimentos prévios sobre o tema da leitura. Leia o nome dos autores (escritor e ilustrador) e, se possível, leia uma biografia deles para aproximar as crianças do seu contexto. Invista em ações para evidenciar o projeto gráfico da obra a ser lida. Realize uma mediação potente, certifique-se de que as crianças reconhecem narrador(es) e per- sonagens, articule as imagens ao texto escrito, trabalhe para que elas consigam inferir pelo contexto o sentido de palavras ou expressões, ajude as crianças a identi- ficarem o tema central, localizarem informações explícitas e inferirem informações implícitas, apoie a compreensão da narrativa. Auxilie a identificarem os elementos que constroem a narrativa (lugar, tempo, o fato propriamente dito, com quem os fatos ocorrem, sob que ponto de vista a história ou o fato é narrado), como também a reconhecer a trama que deu origem à história ou ao fato narrado, isto é, o conflito gerador do enredo. No decorrer da história, formule perguntas e estimule as crianças a levantarem hipó- teses sobre os diferentes momentos em que a narrativa se desenvolve. Ressalte a pontuação como um dos elementos orientadores na produção de sentido. Antes do final da história pergunte como elas preveem o seu desfecho. Terminada a leitura, converse sobre a narrativa, envolva toda turma para fazerem suas considerações sobre o texto e solicite um reconto oral coletivo. Você poderá 4 escrevê-lo no quadro e pedir que seja copiado pelas crianças. Lembre- se de possibi- litar às crianças o manuseio do livro. 4º Momento – Organização de espaço/tempo para leitura individual. Organize no espaço de sua sala de aula, com a participação da turma, um espaço de leitura. Faça deste, um local diferenciado. Componha aos poucos um acervo variado, contendo uma seleção diversa de suportes e textos para leitura: livros, revistas, periódicos, jornais, panfletos, etc. Todo material deverá ficar ao alcance de todos, que serão responsáveis pela sua ordem e manutenção. Caberá à você zelar pela uti- lização dos protocolos de segurança e higienização, bem como pelos cuidados com as crianças. Estabeleça na sua rotina, pelo menos uma vez na semana, um momento dedicado ao manuseio de livros e à leitura individual de histórias. Não tenha pressa de planejar e desenvolver tudo de uma única vez. O hábito de leitura não acontece da noite para o dia, ele requer um tempo de maturação. A qualidade dessas ações é alcançada e ampliada a cada nova aproximação com a leitura intencionalmente planejada e incor- porada em seu plano de trabalho. Realize estas ações paulatinamente e as insira, pouco a pouco, no seu tempo/espaço escolar. RECURSOS: Espaço físico organizado. Tempo destacado da rotina escolar. Acervo de livros e textos literários, materiais impressos de circulação social que contemplem a diversidade sócio cultural. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO: É importante acompanhar o percurso da criança, entender como ela pensa e age nos diferentes tempos e espaços escolares, a fim de que sejam reorganizadas a mediação de leitura e para que os momentos dedicados à ela sejam reorientados, de forma a garantir o acesso das crianças à literatura de qualidade. Para tanto, a observação e o registro devem ser realizados com foco nos seguintes aspectos, entre outros: motivação, interesse pela proposta, interação individual, participa- ção coletiva. 5 ATIVIDADES 1 - Escolha um livro literário que você considere bem interessante (na biblioteca, na sala de aula ou em casa), leia e observe bem as ilustrações. Caso não consiga, peça um adulto para ler para você. 2- Após a leitura, preencha a ficha literária a seguir. NOME DO LIVRO: AUTOR(A): ILUSTRADOR(A): EDITORA: SOBRE O QUE FALA A HISTÓRIA: ONDE ACONTECE A HISTÓRIA: QUAIS SÃO OS PERSONAGENS PRINCIPAIS DESTA HISTÓRIA? DÊ A SUA OPINIÃO SOBRE A HISTÓRIA: ESCREVA A PARTE DA HISTÓRIA QUE VOCÊ MAIS GOSTOU: 6 7 PRÁTICAS DE LINGUAGEM Leitura/escuta (compartilhada e autônoma). Produção de textos (escrita compartilhada e autônoma). Análise linguística/semiótica (Alfabetização). OBJETO(S) DE CONHECIMENT O: HABILIDADE(S) : Leitura e interpretação de tex- tos de gêneros variados - forma- ção do leitor. Leitura e interpretação de tex- tos de gêneros do campo da vida cotidiana (listas, agendas, calendários, avisos, convites, receitas, instruções de monta- gem, dentre outros). Compreensão em leitura. Produção de textos – planeja- mento, pesquisa e organização (Planejamento de texto). Escrita: reprodução de peque- nos textos (Construção do sis- tema alfabético; estabeleci- mento de relações anafóricas na referenciação e construção da coesão). Relacionar os conhecimentos adquiridos com o cotidiano (em equipe e/ou individual). (EF12LP02A) Buscar e selecionar, com a mediação do profes- sor, textos que circulam em meios impressos ou digitais, de acordo com as necessidades e interesses. (EF02LP21) Explorar, com a mediação do professor, textos informativos de diferentes ambientes digitais de pesquisa, conhecendo suas possibilidades. (EF02LP20) Reconhecer a função de textosutilizados para apresentar informações coletadas em atividades de pesquisa (enquetes, pequenas entrevistas, registros de experimenta- ções). (EF15LP05) Planejar, com a ajuda do professor, o texto que será produzido, considerando a situação comunicativa, os interlocutores (quem escreve/para quem escreve); a finali- dade ou o propósito (escrever para quê); a circulação (onde o texto vai circular); o suporte (qual é o portador do texto); a linguagem, organização e forma do texto e seu tema, pesqui- sando em meios impressos ou digitais, sempre que for pre- ciso, informações necessárias à produção do texto, organi- zando em tópicos os dados e as fontes pesquisadas. (EF12LP03) Copiar textos breves, mantendo suas caracterís- ticas e voltando para o texto sempre que tiver dúvidas sobre sua distribuição gráfica, espaçamento entre as palavras, escrita das palavras e pontuação. (EF02LP23) Planejar e produzir, com certa autonomia, peque- nos registros de observação de resultados de pesquisa, coe- rentes com um tema investigado. PLANEJAMENTO TEMA DE ESTUDO: Receita Culinária DURAÇÃO: 2 aulas 8 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS: A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ ABERTURA: A receita culinária é um texto instrucional muito usual que comunica os procedimen- tos a serem realizados para se preparar uma guloseima, um prato típico, um bolo, entre outros manjares, desenvolvendo o que podemos chamar de arte culinária. Ela é um gênero textual no qual predomina o aspecto tipológico do descrever ações, tendo, como estrutura, as seguintes partes: ingredientes, modo de fazer, tempo de preparo, e rendimento. No trabalho com receitas, deve-se considerar o objetivo deste gênero textual, quem faz uso dele (escreve e lê), onde encontramos e do que fala uma receita. B) DESENVOLVIMENTO: 1º Momento – Para começo de conversa Inicie o trabalho conversando com seus alunos, diga-lhes que é comum nas famílias existir alguém que saiba fazer um prato bem gostoso. Para chegar a essa prática, nor- malmente a pessoa ouviu e/ou leu um texto muito interessante chamando receita. A receita culinária é um gênero textual muito antigo, repassado, na maioria das vezes, de forma oral, de mãe para filha (o), de avó para neta (o), de amiga para amiga (o), quase sempre com um ‘segredinho’ de família. As receitas são, muitas vezes, memorizadas por quem as prepara, são transmitidas de forma oral, motivo pelo qual podem ser levemente alteradas. 2º Momento - Pesquisa sobre o gênero 1-Propor aos alunos que conversem, em casa, com suas mães (avós ou tias), sobre qual (is) receita (s) ela (s) mais gosta (m) de fazer. 2-Partindo deste apontamento, orientá-los para que a (s) copiem numa folha, regis- trando sua autoria e que a tragam para a escola. 3-No ambiente de sala de aula, listar o nome de cada receita no quadro, separando- -as em doces e salgadas. 3º Momento - Leitura de texto do gênero “Receita” Copie a receita no quadro ou em um cartaz e a leia globalmente para seus alunos. Após a leitura converse sobre ela. Pergunte se lhes parece saborosa, explore os variados gostos. 9 SALADA DE FRUTAS Ingredientes: 1 maça 1 banana 1 fatia de melão 1 pera 1 mamão pequeno 1 pêssego 2fatias de abacaxi 5 morangos 10 uvas 1 xícara de suco de laranja 1 caixa de leite condensado 1 colher (café) de canela em pó Fonte: https://pixabay.com/pt/images/search/salada%20de %20frutas/ Acesso em 08/03/2022 Modo de preparo: Pique todos os ingredientes. Coloque tudo em uma vasilha média e adicione o leite condensado, a canela em pó e o suco de laranja. Mexa por alguns segundos e leve à geladeira por 30 minutos. 4º Momento - Interpretação oral da receita: Professor(a), juntamente com os alunos, observe e explore a estrutura organizacio- nal desse gênero textual “receita”: Mostre que a receita está dividida basicamente em duas partes: “ingredientes” e “modo de fazer”; na parte dos “ingredientes” descreve-se os elementos que serão usados na receita; cada item dos ingredientes são apontados numa linha, sem sinal de pontuação no final; a quantidade é indicada em número; as medidas são as que comumente usamos na cozinha (xícara, copo, colher...); o “modo de fazer” organiza-se de forma injuntiva (com predominância de verbos no imperativo – pegue, bata, junte, entre outros), induzindo o leitor às ações. Trabalhe intencionalmente esta estrutura e certifique-se de que as crianças a compreenderam. 10 No contexto da sala de aula trabalhe de forma individual e/ou coletiva, incentivando a participação de todas as crianças. Qual é o nome dessa receita? Alguém já conhece essa receita? Pela ilustração, podemos imaginar de que será essa receita? Onde encontramos textos iguais a esse? Existem características neste texto, diferentes das características de outros textos. Quais são? 5º Momento - Leitura de palavras Faça uma lista com os ingredientes da receita (em um cartaz). Estimule a compreensão e a valorização da cultura escrita, informando que essa lista não pode ser feita apenas oralmente, pois correria o risco de, ao repassá-la à pes- soa responsável em fazer as compras, esquecer algum item necessário. Portanto, é importante o seu registro em forma de escrita para, posteriormente, ser entregue ao responsável. Essa é uma forma de propiciar aos alunos momentos de conhecer, utilizar e valorizar os modos de produção e circulação da escrita na sociedade. Leia pausada e articuladamente a lista. Convide os alunos a lerem, decodificando e reconhecendo globalmente as palavras da lista. Aponte as palavras para os alunos lerem coletivamente. Aponte as palavras para um aluno ler, individualmente, ouça leituras individuais (no cartaz ou no caderno). Sugerimos que seja feita uma adaptação desta proposta, de acordo com sua rea- lidade e possibilidades, eliminando e/ou acrescentando etapas, conforme lhe seja conveniente. RECURSOS: Cartolina ou papel kraft e pincel hidrocor para confecção de cartaz PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO: É importante acompanhar o percurso da criança, entender como ela pensa e age nos diferentes tempos e espaços escolares, a fim de que sejam reorganizadas as práti- cas pedagógicas e para que os processos de ensino e de aprendizagem sejam reo- 11 rientados de forma a garantir os direitos de aprendizagens e desenvolvimento das crianças. Para tanto, a observação e o registro devem ser realizados com foco nos seguintes aspectos, entre outros: • Interação individual com a professora; • participação em pequenos e grandes grupos; • atuação no coletivo; • realização das atividades individuais. ATIVIDADES 1 - Escrita de palavras. Atenção! As crianças não devem ter contato visual com a escrita das palavras da lista nesse momento. Portanto, é importante retirar todos os cartazes que apresentam a lista das palavras. Identificar as figuras abaixo, escrevendo o nome de cada uma, relacionando-as com a LISTA: Imagens disponíveis em: https://pixabay.com/pt/photos/ma%c3%a7%c3%a3-vermelho-fruta-comida- fresco-1834639/ https://pixabay.com/pt/photos/abacaxi-fatias-fruta-vitaminas- 636562/ https://pixabay.com/pt/photos/search/ laranja/ https://www.istockphoto.com/br/foto/banana- gm636739634-113146351 https://www.istockphoto.com/br/foto/todo-e-metade-de-mam%C3%A3o-maduro-com-sementes-isoladas-no-fundo- branco- gm864053288-143267089 https://www.istockphoto.com/br/foto/mel%C3%A3o-honeydew-gm146890371- 13998859 https://www.istockphoto.com/br/foto/pera-de-solteiro-gm164142758-23387024 https://www.istockphoto.com/br/foto/morango-com-fatias-meio-isolado-no-fundo-branco- gm876503894-244635208 Acesso em: 09 mar. 2022 12 CHOCOLATE CROCANTE, CARAMELIZADO COM FLOCOS DE ARROZ, HUMMMMM, UMA DELÍCIA!!!! 2- Implicações do gênero textual “receita” e do suporte na compreensão de textos. Texto 1 Texto 2 Texto 3 13 2 potes de margarina de 250g 1 pacote de bolacha integral 2 Kg de arroz 1 Kg de feijão 1 Kg de cenoura ½ Kg de tomate 1 maço de brócolis ½ Kg de chuchu VITAMINADE FRUTAS Ingredientes 1 maça sem casca e cortada em pedaços 1 fatia de mamão 1 banana nanica picada 1 xícara de leite integral açúcar a gosto gelo à vontade Modo de preparo: Bata no liquidificador a maçã, fatia de mamão, a banana, o açúcar e o leite inte- gral. Retire do recipiente e coloque o gelo. Rendimento: um copo Observe os textos e responda: A)Qual dos textos é uma receita? ( ) Texto 1 ( ) Texto 2 ( ) Texto 3 B)Por que o texto que você escolheu é uma receita? C) Além do título (nome da receita), que outras partes têm esse gênero? D) Com base no texto 3, pense e responda: Qual a função social desse texto? Para quem, geralmente, esse texto se destina? 3- Pesquisar, no caderno de receita da sua casa, em jornais, em revistas ou na inter- net uma receita e copiá-la, observando e mantendo suas características gráficas, de espaçamento entre palavras, observando a escrita correta e a pontuação. Professor(a), após pesquisa dos alunos sondar onde cada um pesquisou (quais os suportes) fazendo os registros no quadro. Sondar também os tipos de receitas mais pesquisadas (pratos salgados ou doces). 4- Criar uma receita de salada de folhas e legumes. Atente-se para as característi- cas deste gênero, ou seja, ingredientes e modo de fazer. Use a sua imaginação para criar um título e uma ilustração para ela. 14 5- Vamos brincar? QUEM QUER PULAR CORDA LEVANTA O DEDO AÍ!??? A proposta agora é - Pular corda, movimentar o corpo, recitar e cantar. Vamos lá? “SALADA SALADINHA BEM TEMPERADINHA COM SAL, PIMENTA, QUEROSENE... FOGO!!!” Disponível em: <https://pixabay.com/pt/illustrations/crian%c3%a7as-jogar-pular-corda-ativo-1266195/>. Acesso em: 11 mar. 2022. 15 PRÁTICAS DE LINGUAGEM Leitura/escuta (compartilhada e autônoma). Análise linguística/semiótica (Alfabetização). Escrita (compartilhada e autônoma). OBJETO(S) DE CONHECIMENT O: HABILIDADE(S) : Leitura e interpretação de textos de gêneros do campo da vida cotidiana (Compreen- são em leitura). Estudo sobre a língua: aumen- tativo e diminutivo (Morfologia). Pontuação e entonação expressiva nos textos. Escrita: reprodução de pequenos textos (Constru- ção do sistema alfabético; estabelecimento de relações anafóricas na referenciação e construção da coesão). Relacionar os conhecimentos adquiridos com o cotidiano (em equipe e/ou individual). (EF02LP12) Ler e compreender com certa autonomia cantigas, letras de canção, dentre outros gêneros do campo da vida coti- diana, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto e relacionando sua forma de organização à sua finali- dade. (EF02LP11) Formar o aumentativo e o diminutivo de palavras com os sufixos -ão e -inho/-zinho. (EF02LP09) Usar adequadamente ponto final, ponto de interro- gação e ponto de exclamação. (EF12LP03) Copiar textos breves, mantendo suas característi- cas e voltando para o texto sempre que tiver dúvidas sobre sua distribuição gráfica, espaçamento entre as palavras, escrita das palavras e pontuação. PLANEJAMENTO TEMA DE ESTUDO: Piada? Há! Ha! Há... Vamos rir, aprender e divertir! DURAÇÃO: 2 aulas 16 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS: A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ ABERTURA: As piadas fazem parte do cotidiano popular, é um gênero textual humorístico, do campo da vida cotidiana, elas divertem e nos fazem rir. São transmitidas oralmente e vão sendo modificadas à medida em que são contadas. A finalidade de quem conta uma piada é provocar graça, fazendo o interlocutor rir com o desenrolar do seu texto narrativo, cujo final é sempre surpreendente. Nestes tempos de tensão em que vive- mos, provocados pela pandemia da COVID, trabalhar intencionalmente com piada é um bom motivador para turma, levando alegria e leveza para as aulas. B) DESENVOLVIMENTO: 1º Momento – Para começo de conversa Inicie apresentando, oralmente, aos estudantes a seguinte piada A partir dessa contação, discutir com as crianças: a) Vocês sabem qual é o nome desse gênero textual? b) Vocês conseguiram entender a graça nessa piada? c) Qual é a intenção de alguém quando conta uma piada? d) Você conhece pessoas que costumam contar piadas? Em que situações elas fazem isso? Professor(a): é importante salientar para os estudantes que a maioria das piadas não apresenta autor, por serem transmitidas oralmente. Entretanto, essa piada está registrada num livro de anedotas, destinadas ao público infantil, cujo autor é Ziraldo. Buscar a biografia desse autor e ler para crianças, contextualizando sua obra voltada para o público infantil. 17 2º Momento - Trabalhando os conhecimentos prévios: Converse com as crianças, ouvindo com atenção o que elas têm a dizer e, se neces- sário, registrando suas falas. Faça os seguintes questionamentos: • Vocês conhecem algumas piadas? • Todas essas que vocês conhecem podem ser contadas aos colegas? Por quê? • Vocês já leram piadas? Onde leram? Ou apenas ouviram? Nesse caso, quem contou? • As piadas que vocês conhecem falam sobre o quê? Professor(a): Nesse momento, faça uma lista dos assuntos no quadro, categorizan- do-os, depois transcreva para um cartaz para trabalhar, em momento oportuno, algu- mas capacidades da Apropriação do Sistema de Escrita Alfabetico (Identificação de letras do alfabeto, Uso adequado da página, alinhamento e direção do texto, outros). Exemplo de algumas categorias que podem ser listadas: Animais, Criança, Escola, Joãozinho, Médico, Papagaio, Português, entre outras categorias. 3 º Momento - Reconhecimento do gênero textual piada Professor(a): para esse momento de leitura de textos do gênero, selecione variados materiais que contenham piadas: jornais, almanaques, revistas, livros. a) Leitura pelas crianças de textos do gênero Organize os alunos em grupos. Distribua o material entre eles.. Cada grupo irá selecionar uma piada no material disponível e preparar a dinâmica de apre- sentação para os colegas(contação/encenação/leitura), lembrando de indicar onde encontraram a piada. b) Registro pelo(a) professor(a) em cartaz ou papel pardo das conclusões de cada grupo. Esse momento pode ser encaminhado a partir de questionamentos como: - Que características se repetiram nas piadas? Palavras, ideias, sinais de pon- tuação? - Que tipo de situação ou assunto foi transformado em piada? - Por que essa piada nos faz rir? Observação: O cartaz com as conclusões sobre cada piada deverá ser fixado, reto- mando, aprofundando, corrigindo os rumos, sempre que necessário. 18 RECURSOS: Papel ou cartolina para confecção de cartazes, caneta hidrocor, revistas, jornais, almanaques e internet. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO: É importante acompanhar o percurso da criança, entender como ela pensa e age nos diferentes tempos e espaços escolares, a fim de que sejam reorganizadas as práti- cas pedagógicas e para que os processos de ensino e de aprendizagem sejam reo- rientados de forma a garantir os direitos de aprendizagens e desenvolvimento das crianças. Para tanto. A observação e o registro devem ser realizados com foco nos seguintes aspectos, entre outros: • interação individual com a professora; • participação em pequenos e grandes grupos; • atuação no coletivo; • realização das atividades individuais. ATIVIDADES 1 - Aumentativo e diminutivo, a partir da palavra que aparece na piada 1 trabalhada. Professor(a), será necessário retomar atividades de ensino da habilidade (EF02LP11), caso perceba que a turma não a consolidou. Releia a piada: a) Marque a palavra que se encontra no diminutivo. b) Escreva o aumentativo desta palavra. 19 c) Escreva o diminutivo da palavra escola. d) Escreva o aumentativo da palavra escola. e) Escreva o diminutivo da palavra mamãe. f) Escreva o aumentativo da palavra mamãe. g) Escreva o diminutivo do seu nome. h) Escreva o aumentativo do seu nome. 2- Leia o texto a seguir. Ia ter festa no céu. Quando o urubu avisou o sapo, ele abriu o bocão e disse: - OOOBAAA!!! O urubu disse: - Vai ter muita comida. E o sapo: - OOOBBBAAA!!!O urubu continuou: - Vai ser uma curtição: música, dança. Aí o sapo abriu mais ainda a boca: - OOOOOOOBBBBBAAAAAA!!! Disponível em: https://pixabay.com/pt/vectors/r %c3%a3- sapo-anf%c3%adbio-agua-criatura- 5412832/ https://pixabay.com/pt/vectors/search/urub %C3%BA/ Acesso em: 10 mar. 2022. - É, mas só vai entrar quem tem boca pequena. E o sapo, fazendo biquinho: - Coitadinho do jacaré. 20 3- Copie no seu caderno o texto dessa piada, observando que devem manter as características do texto original, voltando a ele sempre que necessário. Observem os espaçamentos entre palavras, a escrita correta e a pontuação. 4- Circule todos os pontos finais que aparecem neste texto. 5- Para que serve o ponto final em um texto? 6- Colora todos os pontos de Interrogação que aparecem na piada. 7- Para que serve o ponto de interrogação em um texto? 8- Vamos ler as piadas. CENPEC - Almanaque para a alfabetização e o letramento, página 63. Disponível em: <https://www.cenpec.org.br/tematicas/ almanaque-para-alfabetizacao-e- letramento-durante-a-pandemia>. Acesso em: 11 mar. 2022. 21 Vamos avaliar! O que você achou destas piadas? ( ) ( ) ( ) 9- Vamos rir e nos divertir? A PROPOSTA É SELECIONAR E CONTAR PIADA! Disponível em: <https://pixabay.com/pt/vectors/emoticon-risonho-smilies-feliz-305443/>. Acesso em: 11 mar. 2022. Criança - Converse com seus amigos e/ou familiares, pes- quise em almanaques, em revistas ou em meio digital(internet) e encontre uma piada que você considera interessante para compartilhar com seus colegas. Escreva e ilustre o texto em seu caderno. Em seguida, prepare uma bela contação dessa piada para os seus colegas, no ambiente de sala de aula. Professor(a) - No ambiente escolar, organize em sua rotina um momento acolhedor, encantador e prazeroso com tempo flexível e espaço organizado para realização desta atividade. Peça às crianças, que quiserem fazer a contação, para escreverem seus nomes em um papel, dobre e coloque den- tro de uma caixinha escrita “contadores de piada “. Sorteie oferecendo oportunidade para todos que se dispuserem a PRÁTICAS DE LINGUAGEM Leitura/escuta (compartilhada e autônoma). Escrita (compartilhada e autônoma). Análise linguística/semiótica (Alfabetização). OBJETO(S) DE CONHECIMENT O: HABILIDADE(S) : Leitura e interpretação de gêneros do campo publicitá- rio, considerando as caracte- rísticas do gênero estudado (Compreensão em leitura). Leitura e interpretação de anúncios publicitários e tex- tos de campanhas; Lingua- gem e construção de anún- cios publicitários e textos de campanhas (Forma de com- posição do texto). Leitura e interpretação de tex- tos informativos em ambien- tes digitais de pesquisa (Pes- quisa). Produção de texto: gêneros de divulgação de eventos (Escrita compartilhada). Produção de texto: bilhe- tes, recados, avisos, cartas, e-mails, receitas (modo de fazer), relatos com diagrama- ção específica de cada gênero (Forma de composição do texto). Relacionar os conhecimen- tos adquiridos com o cotidia- no(em equipe e/ou individual). (EF12LP09) Ler e compreender, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, slogans, anúncios publicitários e textos de campanhas de conscientização destinados ao público infantil, dentre outros gêneros do campo publicitário, conside- rando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto. (EF12LP16X) Identificar e reproduzir, em anúncios publicitários e textos de campanhas de conscientização destinados ao público infantil (orais e escritos, digitais ou impressos), a formatação e diagramação específica de cada um desses gêneros, inclusive o uso de imagens, com a ajuda do professor e/ou com autonomia. (EF02LP21) Explorar, com a mediação do professor, textos infor- mativos de diferentes ambientes digitais de pesquisa, conhe- cendo suas possibilidades. (EF02LP18) Planejar e produzir cartazes e folhetos para divul- gar eventos da escola ou da comunidade, utilizando linguagem persuasiva e elementos textuais e visuais (tamanho da letra, leiaute, imagens) adequados ao gênero, considerando a situa- ção comunicativa e o tema/assunto do texto. (EF02LP16) Identificar e reproduzir, em bilhetes, recados, avi- sos, cartas, e-mails, receitas (modo de fazer), relatos (digitais ou impressos), a formatação e diagramação específica de cada um desses gêneros. PLANEJAMENTO TEMA DE ESTUDO: A COVID e a volta às aulas DURAÇÃO: 2 aulas 23 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS: A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ ABERTURA: Por que contextualizar a COVID no tempo/espaço escolar? Trazer para a pauta de estudos um tema muito atual, que impacta nossas vidas desde o ano de 2020, que é muito importante neste momento histórico em que vivemos. Os serviços de saúde e de assistência social organizam e a imprensa divulga, por meio de campanhas de conscientização, muitas informações que precisamos conhecer e colocar em prática, criando ou desenvolvendo hábitos, atitudes, valores e com- portamentos que podem nos trazer bem-estar, transformar nossas vidas e exer- cer influência nas vidas das pessoas com as quais convivemos. É papel da escola e dos professores trabalhar conjuntamente com as demais áreas (saúde, assistência social, etc.) para garantir a disseminação desses conhecimentos que impactarão nas crianças, nas famílias, nas comunidades e na sociedade como um todo. Inicie o trabalho conversando com seus alunos, conscientizando-os sobre o papel de cada um e do coletivo quanto à necessidade de priorizar valores, atitudes e compor- tamentos que preservem sua saúde, a saúde das suas famílias e dos profissionais que com eles atuam no ambiente escolar. Se cada um de nós assumir, com responsabi- lidade, a sua parte e bem conduzir suas ações estaremos cuidando um dos outros e colaborando para minimizar os impactos desta pandemia que se encontra em curso entre nós. B) DESENVOLVIMENTO: 1º Momento – Para começo de conversa Estamos retomando nossas atividades, após um longo período de isolamento, devido à pandemia do coronavírus, que atingiu a população mundial. Precisamos continuar mantendo os cuidados de prevenção. Observe figura abaixo: 24 Disponível em: <https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcTnSczgb3QjrOiO_y-4c- hASOx3yUCD1KkHyzegFV4jbNS P1C5UvzUSh6YU2rYfrzWBcT4&usqp=CAU>. Acesso em: 11 de mar. de 2022. Fale para as crianças sobre a importância de se observar todos os detalhes das ima- gens presentes em textos. Elas nos ajudam a compreender melhor o conteúdo. • Qual o assunto do texto acima? • Como você se sente quando ouve falar sobre o coronavírus? Neste momento, mostre às crianças e peça que observem as imagens abaixo, e mar- que nela, sua sensação em relação à Pandemia da COVID. Encoraje-as para que elas se manifestem, expondo seus temores, suas angústias e proponha que, pensem jun- tos, em formas de superação, de acordo com o conteúdo emergente. Dê tempo para que todos tenham oportunidade de falar. Disponível em: <https://prefeitura.pbh.gov.br/sites/default/files/estrutura-de-governo/saude/2020/cartilha-covid- 19_pais-e- responsaveis_21-12-2020.pdf.pdf>. Acesso em: 11 de mar. de 2022. 25 2º Momento Vacinar é fundamental para o controle de doenças. Contribui também para a inter- rupção da transmissão do coronavírus, além de promover, inicialmente, a redução de internações e óbitos. Peça aos estudantes que construam, coletivamente, um cartaz, incentivando a vaci- nação. Oriente para que utilizem um tamanho da letra ideal, atentem-se para leiaute e usem imagens bem atrativas. Promova um momento para que todos possam manifestar sua compreensão em rela- ção à importância da vacinação. 3º Momento Divulgue, na escola, por meio de bilhetes, destinados aos colegas de outras turmas, a síntese desses estudos. Encontre um local estratégico para afixar o cartaz produzido e convide-os para conhecê-lo. Oriente em relação às características deste gênero. RECURSOS: Papel e caneta hidrocor para confecção de cartazes, atividades impressas.PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO: É importante acompanhar o percurso da criança, entender como ela pensa e age nos diferentes tempos e espaços escolares, a fim de que sejam reorganizadas as práti- cas pedagógicas e para que os processos de ensino e de aprendizagem sejam reo- rientados de forma a garantir os direitos de aprendizagens e desenvolvimento das 26 crianças. Para tanto. A observação e o registro devem ser realizados com foco nos seguintes aspectos, entre outros: • interação individual com a professora; • participação em pequenos e grandes grupos; • atuação no coletivo; • realização das atividades individuais. ATIVIDADES 1 - Observe o texto. Pela maneira como ele se distribui na página, que tipo de texto você imagina que seja? 2- Qual é o gênero desse texto? ( ) Cartaz ( ) Carta ( ) E-mail ( ) Bilhete 3- Sendo você o destinatário dessa mensagem, o que você tem a dizer sobre ele? Responda por escrito à sua professora: 27 Queridas crianças! Diante das notícias preocupantes sobre o coronavírus, estamos nos precavendo com algumas medidas preventivas: • Cada aluno deve trazer para escola a sua caneca ou garrafinha d’água para uso individual; • No caso de apresentarem sintomas de gripe, resfriado ou similares, vocês devem permanecer em casa, respeitando o período de resguardo; Seguimos juntos, de mãos dadas nos prevenindo contra a COVID-19. Contamos com a colaboração de todos! Um grande abraço, Sua professora. 4- Observe a imagem abaixo e responda qual é o assunto abordado. Disponível em: https://quedasdoiguacu.ifpr.edu.br/?p=5332. Acesso em:11 mar. 2022. Assunto do texto: 5- Vamos divertir um pouco? Encontre as palavras em destaque no diagrama abaixo: 28 6- Leia o texto a seguir para as crianças. Disponível em: <https://prefeitura.pbh.gov.br/sites/default/files/estrutura-de-governo/saude/2020/cartilha-covid- 19_pais-e- responsaveis_21-12-2020.pdf.pdf>. Acesso em:11 mar. 2022. 7- Encontre os 7 erros diferentes entre as cenas abaixo: Disponível em: <https://prefeitura.pbh.gov.br/sites/default/files/estrutura-de-governo/saude/2021/smsa_cartaz_ medidasdeprotecao_janeiro-2022.pdf>. Acesso em: 23 mar. 2022. 29 30 PRÁTICAS DE LINGUAGEM Escrita (compartilhada e autônoma). Análise linguística/semiótica (Alfabetização). OBJETO(S) DE CONHECIMENT O: HABILIDADE(S) : Produção de texto: reconto (Escrita compartilhada). Produção de texto: rees- crita de textos lidos pelo professor. (Escrita autô- noma) Produção de texto: convenções da escrita (Construção do sistema alfabético). Sentido das palavras: sinô- nimos e antônimos (Sinoní- mia e antonímia; Morfolo- gia; Pontuação). Participação nas ativida- des orais – relatos pessoais com sequência de fatos (Forma de composição do texto). Relacionar os conheci- mentos adquiridos com o cotidiano (em equipe e/ou individual) (EF12LP05) Planejar e produzir, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, (re)contagens de histó- rias, poemas e outros textos versificados (letras de canção, quadrinhas, cordel), poemas visuais, tiras e histórias em quadrinhos, dentre outros gêneros do campo artístico-lite- rário, considerando a situação comunicativa e a finalidade do texto. (EF02LP27) Reescrever textos narrativos literários lidos pelo professor. (EF02LP01) Utilizar, ao produzir o texto, grafia correta de palavras conhecidas ou com estruturas silábicas já domi- nadas, letras maiúsculas em início de frases e em substan- tivos próprios, segmentação entre as palavras, ponto final, ponto de interrogação e ponto de exclamação. (EF02LP10) Identificar sinônimos de palavras de texto lido, determinando a diferença de sentido entre eles, e formar antônimos de palavras encontradas em texto lido pelo acréscimo do prefixo de negação in-/im-. (EF02LP17) Identificar e reproduzir, em relatos de expe- riências pessoais, a sequência dos fatos, utilizando expres- sões que marquem a passagem do tempo (“antes”, “depois”, “ontem”, “hoje”, “amanhã”, “outro dia”, “antigamente”, “há muito tempo” etc.), e o nível de informatividade necessário. PLANEJAMENTO TEMA DE ESTUDO: Vamos trabalhar com quadrinhas? DURAÇÃO: 2 aulas 31 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS: A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ ABERTURA: Na fase inicial do processo de apropriação da leitura e escrita o trabalho deve ser motivador, lúdico e divertido, as quadrinhas trazem essas possibilidades. Poemas com quatro versos, muito comuns na cultura popular são bastante conhecidos pelas crianças, principalmente por causa das cantigas de roda: B) DESENVOLVIMENTO: 1º Momento – Para começo de conversa Professor (a): Inicie o trabalho perguntando às crianças se elas sabem o que é uma quadrinha. Selecione, cante ou recite com as crianças algumas quadrinhas, ajude- as a desco- brir outras e incentive para que elas as recitem ou cantem coletivamente. Em seguid,a explique a elas que “Quadrinha” é um gênero textual que tem uma estru- tura própria, contendo estrofes estrofes de quatro versos que formam rimas. Informe que essas rimas, nem sempre apresentam uma correlação perfeita e, às vezes, se apresentam com grafia diferenciada da convencional. A esse aspecto damos o nome de “Licença poética”, uma permissão própria da arte literária. Neste momento, brinque com as rimas, provoque para que as crianças formem rimas a partir das palavras que você apresentar. Escreva essas palavras no quadro e ao seu lado as palavras rimadas que as crianças verbalizarem. Faça com elas uma interação agradável, divertida e participativa. 2º Momento – Trabalhando com “Quadrinhas” Apresente-lhes as quatro quadrinhas abaixo, recite-as com entonação adequada e certifique-se de que compreenderam o sentido de seus textos. Peça que repi- tam cada uma e atentem-se para entonação, para a sonoridade que produzem. Conte que estas quadrinhas são facilmente encontradas em provérbios popula- res, adivinhas e desafios. 32 CENPEC - Almanaque para a alfabetização e o letramento, página 108. Disponível em: <https://www.cenpec.org.br/tematicas/ almanaque-para-alfabetizacao-e- letramento-durante-a-pandemia>. Acesso em: 11 mar. 2022. 3º Momento – Produção de quadrinhas com apoio Professor(a), lance um desafio às crianças, incite-as a produzirem quadrinhas dife- rentes. Fale com elas que você acredita que elas podem e que vai oferecer o apoio necessário para esta produção. Encoraje-as, diga que elas são capazes e que ao final, vão conseguir criar quadrinhas divertidas e até irão se surpreender com as suas pro- duções. Lembre a elas da licença poética, crie um clima de magia e siga as orienta- ções, conforme se apresentam abaixo: 33 CENPEC - Almanaque para a alfabetização e o letramento, página 109. Disponível em: https://www.cenpec.org.br/tematicas/ almanaque-para-alfabetizacao-e- letramento-durante-a-pandemia. Acesso em: 11 mar. 2022. Vamos avaliar? O que você achou desta proposta? ( ) ( ) ( ) RECURSOS: Interação verbal, produção escrita e uso de internet. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO: É importante acompanhar o percurso da criança, entender como ela pensa e age nos diferentes tempos e espaços escolares, a fim de que sejam reorganizadas as práti- cas pedagógicas e para que os processos de ensino e de aprendizagem sejam reo- 34 rientados, de forma a garantir os direitos de aprendizagens e desenvolvimento das crianças. Para tanto. A observação e o registro devem ser realizados com foco nos seguintes aspectos, entre outros: • interação individual com a professora; • participação em pequenos e grandes grupos; • atuação no coletivo; • realização das atividades individuais. ATIVIDADES 1 - Pesquisar, em meio digital, selecionar e copiar dentro da moldura uma quadrinha. Lembre-se que ela tem uma estrutura própria (quatro estrofes e versos que rimam) e observe o texto selecionado para confirmar seele é realmente uma quadrinha. Disponível em: <https://pixabay.com/pt/illustrations/molduras-fronteiras-1010431/>. Acesso em: 11 mar. 2022 2- Agora que você já sabe o que é uma quadrinha, já conhece a sua estrutura, criou junto com seus colegas quadrinhas diferentes e divertidas é hora de produzir uma quadrinha de forma independente. É a sua hora de evocar o poeta que mora den- tro de você e construir a sua própria quadrinha. Tenho certeza de que você vai produzir uma quadrinha muito legal. Capriche na sua produção e escreva dentro da moldura. Depois mostre para seus familiares e pergunte o que eles acharam da sua quadrinha. Vamos lá! 35 3- Sinônimo de palavras Observe as palavras que destacamos em negrito a partir das quadrinhas estudadas. Procure no dicionário o sinônimo dessas palavras, observando o seu significado de acordo com o contexto em que elas aparecem. Chove chuva muidinha, Na copa do meu chapéu Antes um bom chuvisquinho, Do que castigo do céu. 36 Palavra destacada Sinônim o Miudinha Chuvisquinho 2022Ensino Fundamental3 o ano Arte MATERIAL DE APOIO PEDAGÓGICO PARA APRENDIZAGENS SIGNIFICATIVAS ANO DE ESCOLARIDADE REFERÊNCIA ANO LETIVO COMPONENTE CURRICULAR UNIDADE TEMÁTICA Artes visuais. OBJETO(S) DE CONHECIMENT O: HABILIDADE(S) : Artes Visuais. (EF15AR01P3) Identificar e apreciar formas distintas das artes visuais tradicionais contemporâneas e regionais, se expressando através de desenho, colagem, pintura, dobra- dura, fotografias, gravuras, histórias em quadrinhos, etc., cultivando a percepção, o imaginário, a capacidade de sim- bolizar e o repertório imagético. PLANEJAMENTO TEMA DE ESTUDO: Materialidades na arte. DURAÇÃO: 4 aulas de 50 minutos. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS: A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ ABERTURA: Conheçam Pablo Picasso! Pintor espanhol que adorava inventar jeitos diferentes de pin- tar, começou a fazer colagens em suas pinturas usando recortes de papel e explorando texturas diferentes. Também criou um estilo de pintura que ficou conhecido por CUBISMO, que utiliza traços simples, inspirado nas máscaras africanas. ÁREA DE CONHECIMENTO Linguagens 37 Disponível em:<https://i1.wp.com/nerdizmo.uai.com.br/wp-content/uploads/sites/29/2018/05/Os-auto- retratos-de-Pablo- Picasso-ao-longo-dos-anos-GEEKNESS-CAPA.jpg?w=810&ssl=1>. Acesso em 23 de março de 2022. As imagens acima são autorretratos de Picasso. B) DESENVOLVIMENTO: Você sabe o que é um autorretrato? O que achou do autorretrato de Picasso? RECURSOS: • Folha de papel sulfite. • Cola. • Tesoura. • Lápis de escrever e de cor. • Revistas para recorte. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO: Avaliação por participação, envolvimento, adequação ao assunto e criatividade. ATIVIDADES Aula 1 Crie um autorretrato de maneira bem diferente como Pablo Picasso criou. Acrescente ao seu retrato, recortes de revistas como letras, imagens que possam complementar seu trabalho. 38 Aula 2 Faça a imagem de um rosto, utilizando apenas recortes de revistas. O rosto deve ser montado com partes de imagens diferentes! Um olho de uma ima- gem, o outro de outra imagem, por exemplo. O rosto deve conter todos os detalhes como olhos, orelhas, boca, nariz e cabelos. Porém, você poderá alternar a ordem na hora da colagem. Ex.: Disponível em:<https://acrilex.com.br/wp-content/uploads/2017/05/educadores20_2_04.jpg>. Acesso em 23 de março de 2022. 39 Aula 3 Observe a obra Guernica de Pablo Picasso. Disponível em:<https://acrilex.com.br/wp-content/uploads/2017/05/educadores20_2_08.jpg>. Acesso em: 23 de março de 2022. Faça uma pesquisa sobre essa obra. Qual o tema da obra? Quais cores foram utilizadas? A qual estilo pertence? Em qual ano a obra foi pintada? Qual o tamanho dessa obra? Na sala de aula você deverá compartilhar as informações pesquisadas. Você já ouviu falar em guerra? Escreva como você percebe a guerra no nosso dia a dia. 40 Aula 4 Utilize a arte para representar a guerra. Pode ser: Desenho, pintura, escultura ou outras linguagens artísticas. 41 2022Ensino Fundamental3 o ano LinguagensEducação Física MATERIAL DE APOIO PEDAGÓGICO PARA APRENDIZAGENS SIGNIFICATIVAS ANO DE ESCOLARIDADE REFERÊNCIA ANO LETIVO COMPONENTE CURRICULAR ÁREA DE CONHECIMENTO UNIDADE TEMÁTICA Brincadeiras e Jogos. OBJETO(S) DE CONHECIMENT O: HABILIDADE(S) : Brincadeiras e Jogos populares do Brasil e do mundo. Brincadeiras e Jogos de matriz indígena. (EF35EF01P3) Experimentar e fruir Brincadeiras e Jogos populares do Brasil e do mundo, incluindo os afro-brasi- leiros e os de matriz indígena e africana. (EF35EF02P3) Experimentar estratégias para possibilitar a participação de todos em Brincadeiras e Jogos popula- res do Brasil e do mundo, incluindo os de matriz indígena, mobilizando vivências e conhecimentos em prol da cons- tituição de atividades lúdicas e solidárias. PLANEJAMENTO TEMA DE ESTUDO: Peteca. DURAÇÃO: 50 minutos Fonte da imagem: Disponível em:<https://cutt.ly/CAWY0ib>. Acesso em 01 de março de 2022. 42 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS: A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ ABERTURA: Explique para os estudantes que existem brincadeiras e brinquedos que hoje conhe- cemos por passar de geração em geração. Possuem várias origens e participaram de várias etapas do desenvolvimento do país. Hoje, essas brincadeiras fazem parte da cultura do nosso povo e parte do folclore brasileiro que marcam os períodos por aqui vividos. Os índios que viviam no Brasil antes do seu período de descobrimento utilizavam uma trouxa de folha cheia de pedras que eram amarradas numa espiga de milho. Brinca- vam de jogar esta trouxa de um lado para outro, chamavam-na de Pe’teka, que em tupi significa bater. B) DESENVOLVIMENTO: Leve para a aula algumas petecas e incentive os estudantes a manuseá-las. Depois, explique a eles como devem bater nelas para lançá-las ao ar. Em seguida, oriente-os a formar duplas e jogar a peteca um para o outro, sem deixá-la cair no chão. Eles também podem jogar em trios, quartetos, quintetos, e assim por diante. ATENÇÃO: Certifique-se de levar petecas feitas de materiais leves, para não machu- car os dedos e as mãos das crianças. RECURSOS: Petecas. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO: Ao final da prática da atividade, reúna os estudantes em roda e questione-os se conheciam o jogo da peteca, o que acharam da prática da atividade e se sentiram dificuldades na execução dos movimentos. ATIVIDADES 1 - De acordo com a explicação do (a) professor (a), responda quem foram os primei- ros povos do Brasil a jogar peteca? 43 2- De acordo com o texto, qual o significado da palavra Pe’teka, de origem tupi-guarani? 3- Pesquise junto com a família ou responsável sobre como confeccionar uma peteca com material reciclável. Depois aproveite para ensinar o jogo a eles, e pratiquem de forma divertida. 44 UNIDADE TEMÁTICA Brincadeiras e Jogos. OBJETO(S) DE CONHECIMENT O: HABILIDADE(S) : Brincadeiras e Jogos populares do Brasil e do mundo Brincadeiras e Jogos de matriz indígena. (EF35EF01P3) Experimentar e fruir Brincadeiras e Jogos populares do Brasil e do mundo, incluindo os afro-brasileiros e os de matriz indígena e africana. (EF35EF02P3) Experimentar estratégias para possibi- litar a participação de todos em Brincadeiras e Jogos populares do Brasil e do mundo, incluindo os de matriz indígena, mobilizando vivências e conhecimentos em prol da constituição de atividades lúdicas e solidárias. PLANEJAMENTO TEMA DE ESTUDO: Pique-bandeira fut. Fonte da imagem: Disponível em: <https://cutt.ly/cAWGcuQ>. Acesso em: 01 de março de 2022. DURAÇÃO: 1 aula PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS: A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ ABERTURA: Explique para os estudantes que o jogo tradicional, Pique-bandeira faz parte do acervo cultural infanto juvenil brasileiro, mas, com o passar dos anos, sua prática está diminuindo nas cidades. É necessário compreender no processo pedagógico, além das regras e objeti- vos, e por se tratar de um jogo que faz partedo Brasil como um todo, o nome do 45 Pique-bandeira varia de acordo com o contexto. Conhecido também como “Barra Bandeira”, “Rouba Bandeira”, “Bandeira”, “Bandeirinha” ou “Bimbarra” entre outras nomenclaturas. B) DESENVOLVIMENTO: São dadas duas bolas que serão as bandeiras dos respectivos times. Nessa varia- ção do pique bandeira a regra para tentar chegar até a linha de fundo do oponente e pegar sua bandeira é a mesma da brincadeira tradicional, porém a diferença é que na volta, o jogador que tiver a posse da bandeira (bola) terá que trazê-la, driblando os adversários com o pé. Caso a equipe retome a posse da bola, ela voltará para seu campo na linha de fundo, e o jogador que tentou passar ficará colado. Neste jogo, haverá um único e exclusivo salvador (jogador definido previamente) para cada time, que não poderá ser colado em momento algum, cabendo a ele descolar a qualquer hora e local um companheiro de equipe. RECURSOS: 02 bolas de futsal. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO: Ao final da atividade, faça um círculo com os estudantes e leve-os a fazer uma refle- xão sobre a prática do jogo/brincadeira. 1 - Você gostou desta variação de jogar/brincar de pique-bandeira fut? Justifique sua resposta. 2- Faça uma pesquisa, junto com a família ou responsável, e pergunte se eles já joga- ram/brincaram de pique-bandeira quando eram crianças. Proponha a eles brinca- rem/jogarem o pique-bandeira fut. Depois conte para o (a) professor (a) como foi. 46 ATIVIDADES 3- De acordo com a explicação do(a) professor( a), quais outros nomes o Pique- -bandeira é chamado? 47 UNIDADE TEMÁTICA Brincadeiras e Jogos. OBJETO(S) DE CONHECIMENT O: HABILIDADE(S) : Brincadeiras e Jogos populares do Brasil e do mundo Brincadeiras e Jogos de matriz indí- gena. (EF35EF03P3) Registrar, por meio de múltiplas lingua- gens (corporal, oral, escrita, audiovisual), os elementos constituintes das brincadeiras e dos jogos populares do Brasil e do mundo, incluindo os de matriz indígena, valo- rizando a vivência, a experimentação e a fruição como formas legítimas de produção e reprodução de saberes sociais e culturais. (EF35EF04P3) Experimentar com autonomia e em diver- sos tempos e espaços, Brincadeiras e Jogos Brincadei- ras e Jogos populares do Brasil e do mundo, incluindo os de matriz indígena, reconhecendo limites e possibili- dades dos materiais e espaços disponíveis. PLANEJAMENTO TEMA DE ESTUDO: Amarelinha. Fonte da imagem: Disponível em: <https://cutt.ly/YAYaQO8>. Acesso em: 03 de março de 2022. DURAÇÃO: 1 aula 48 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS: A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ ABERTURA: Explique para as crianças que a Amarelinha foi trazida ao Brasil pelos portugueses e rapidamente se tornou popular pelo fato de poder ser jogada em praticamente qual- quer lugar com um pouco de espaço livre. E uma curiosidade: em algumas regiões do Brasil, a brincadeira recebe o nome de academia, maré, sapata ou avião. Antigamente as crianças não tinham tantos brinquedos como as de hoje e, por isso, tinham que usar mais a criatividade para criá-los. Usavam tocos de madeira, pedri- nhas, legumes e palitos para fazer animais, além de brincadeiras como amarelinha, cinco Marias, bolinha de gude, cantigas de roda, passa anel, roda pião, empinar pipa, dentre várias outras e, assim, se divertiram por décadas e décadas. Com os avanços da modernidade, a tecnologia trouxe brinquedos que não exigem a criatividade das crianças, pois elas já encontram tudo pronto. Por este motivo é importante a prática dessas atividades com os estudantes como forma de inseri-los neste contexto de jogos populares e do Brasil. B) DESENVOLVIMENTO: As linhas podem ser desenhadas com giz ou usando um graveto na terra. Depois, basta numerar os quadrados de 1 a 9 e nomear o último espaço como “Céu”. A brincadeira consiste em jogar uma pedrinha, ou outro objeto, em uma das casas numeradas e, a seguir, percorrer, pulando com uma perna só, todo o caminho traçado sem pisar na casa marcada, e recolher a pedrinha ou moeda ou outro objeto na volta. RECURSOS: Giz, moeda ou pedrinha ou outro objeto. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO: A avaliação será atitudinal, levando os estudantes a perceber e relatar como foi a prática da atividade, se houve dificuldade na execução dos movimentos e indagá-los se conseguiram se manter equilibrados. 49 1 - Conforme seu entendimento sobre a origem da Amarelinha, quem trouxe esse jogo/brincadeira para o Brasil? 2- Em algumas regiões do Brasil, a Amarelinha recebe outros nomes, quais são eles? 3- Proponha para o (a) professor(a) uma nova forma de jogar/brincar Amarelinha que você conheça. 50 ATIVIDADES UNIDADE TEMÁTICA Esportes. OBJETO(S) DE CONHECIMENT O: HABILIDADE(S) : Esportes de campo e taco (tais como tacobol, beise- bol, críquete, golfe, entre outros). Esportes de rede/parede (tais como voleibol, tênis, badminton, peteca, squash, entre outros). Esportes de invasão (tais como basquetebol, futebol de campo, futsal, handebol e pólo aquático, entre outros). (EF35EF05P3) Experimentar e fruir os elementos básicos constituintes dos diversos tipos de espor- tes de campo, taco, rede/parede e invasão prezando pela inclusão, cooperação e solidariedade. (EF35EF06P3) Reconhecer os conceitos de jogo e esporte identificando as formas de construção e aplicação de combinados e regras em cada uma destas práticas corporais. PLANEJAMENTO TEMA DE ESTUDO: Basquete com bambolês Fonte da imagem: Disponível em:<https://cutt.ly/SAYx9mG>. Acesso em 03 de março de 2022. DURAÇÃO: 1 aula 51 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS: A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ ABERTURA: O basquetebol, ou simplesmente basquete, é um esporte coletivo praticado entre duas equipes. Ele é jogado com uma bola, onde o objetivo é inseri-la no cesto fixo que está localizado nas extremidades da quadra. Atualmente, o basquetebol é um dos jogos olímpicos mais populares no mundo. Nas escolas, é um dos esportes mais praticados nas aulas de educação física. O termo “basquetebol” vem da língua inglesa, onde “basket” significa “cesto” e “ball”, bola. Portanto, no inglês é Basketball. B) DESENVOLVIMENTO: Os estudantes estarão dispostos em duas equipes, sendo que cada equipe deverá eleger o seu goleiro que ficará andando ao redor da quadra (por cima das linhas do handebol ou outras) com um arco ou bambolê nas mãos (elevado). As equipes deve- rão trocar passes e tentarão chegar até o seu arco para fazer um gol (jogando a bola através do arco). A outra equipe não poderá deixar isto acontecer e vai tentar inter- ceptar a bola e começar tudo de novo. Poderão ser colocadas duas bolas. RECURSOS: Bolas de basquete ou vôlei e arcos ou bambolês. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO: Pedir aos estudantes que identifiquem as habilidades motoras desenvolvidas nas aulas por meio de brincadeiras. Relacionar as brincadeiras realizadas na escola que também possam ser realizadas em outros espaços de lazer. ATIVIDADES 1 - De acordo com a explicação do (a) professor (a) qual é a origem do termo “basquetebol”? 52 2- Além do basquete, qual outra modalidade de esporte você acredita que seja muito praticada nas aulas de Educação Física? 3- De acordo com a explicação do (a) professor (a) como se escreve basquetebol em inglês? 53 UNIDADE TEMÁTICA Esportes. OBJETO(S) DE CONHECIMENT O: HABILIDADE(S) : Esportes de campo e taco (tais como tacobol, beisebol, críquete, golfe, entre outros). Esportes de rede/parede (tais como voleibol, tênis, badminton, peteca, squash, entre outros). Esportes de invasão (tais como basquetebol, fute- bol de campo, futsal, handebol e pólo aquá- tico, entre outros). (EF35EF05P3) Experimentar e fruir os elementos bási- cos constituintes dos diversos tipos de esportes de campo, taco, rede/parede e invasão prezando pela inclusão, cooperação e solidariedade. (EF35EF06P3) Reconhecer os conceitos de jogo e esporte identificando as formas de construção e apli- cação de combinados e regrasem cada uma destas práticas corporais. PLANEJAMENTO TEMA DE ESTUDO: Circuito Combinado. Fonte da imagem: Disponível em: <https://br.freepik.com/vetores-gratis/basquete-infantil-no-parque_4869919.htm>. Acesso em: 04 de março de 2022. DURAÇÃO: 50 minutos 54 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS: A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ ABERTURA: Faça uma pequena introdução aos estudantes sobre como o basquete foi criado. O esporte surgiu nos Estados Unidos como uma alternativa ao inverno rigoroso da região, em detrimento dos outros esportes praticados ao ar livre como o basebol e o futebol. Além disso, a ideia original era criar um esporte menos violento que o futebol americano. Aliado a isso, o professor criador pretendia integrar os estudantes nas aulas de educação física e estimular a coletividade dos grupos. B) DESENVOLVIMENTO: Dividir a turma em dois grupos, cada grupo deverá ser posicionado em colunas na linha inicial do circuito. O material deverá ser colocado da seguinte forma: Os cones devem estar um na frente do outro, com direções alternadas, formando um zig-zag, os bambolês, o colchonete e a bola próxima a tabela de basquete. Ao sinal do professor, o primeiro estudante de cada coluna, deverá correr em zig-zag entre os cones, ao chegar nos bambolês, correr de forma que cada pé toque o centro dos bambolês, no colchonete efetuar três polichinelos, pegar a bola e efetuar uma cesta em um balde, ou uma caixa de papelão ou um estudante segurando um bambolê com os braços estendidos para cima RECURSOS: Bolas, bambolês, 02 baldes ou 02 caixas de papelão. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO: Solicitar aos estudantes que identifiquem as habilidades motoras desenvolvidas por meio da prática das atividades e relacionem a vivência do jogo/brincadeira com o esporte basquete. ATIVIDADES 1 - De acordo com a explicação do (a) professor (a) onde o basquetebol foi criado? 55 2- De acordo com a explicação do (a) professor (a) com qual objetivo o basquetebol foi criado? 3- Faça uma pesquisa junto com a família ou responsáveis e descubra qual o esporte favorito deles. 56 2022Ensino Fundamental3 o ano MatemáticaMatemática MATERIAL DE APOIO PEDAGÓGICO PARA APRENDIZAGENS SIGNIFICATIVAS ANO DE ESCOLARIDADE REFERÊNCIA ANO LETIVO COMPONENTE CURRICULAR ÁREA DE CONHECIMENTO UNIDADE TEMÁTICA Álgebra. OBJETO(S) DE CONHECIMENT O: HABILIDADE(S) : Reconhecer padrões de uma sequência para iden- tificação dos próximos elementos, em sequên- cias de formas ou padrões numéricos simples. Conceitos de igualdade e diferença, sentenças de adição e subtração. (EF03MA10) Identificar regularidades em sequências orde- nadas de números naturais, resultantes da realização de adições ou subtrações sucessivas, por um mesmo número, descrever uma regra de formação da sequência e determi- nar elementos faltantes ou seguintes. (EF03MA11) Compreender a ideia de igualdade para escre- ver diferentes sentenças de adições ou de subtração de dois números naturais que resultem na mesma soma ou diferença. Equivalência. Relacionar os conheci- mentos adquiridos com o cotidiano (em equipe e/ ou individual). PLANEJAMENTO TEMA DE ESTUDO: Número e Numeral / Sequência Numérica / Antecessor e Sucessor DURAÇÃO: 1 hora 57 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS: A) CONTEXTUALIZAÇÃO / ABERTURA: • Professor(a) inicie com uma conversa informal sobre o significado dos termos NÚMERO e NUMERAL, SEQUÊNCIA NUMÉRICA, ANTECESSOR E SUCESSOR. • Valorize as hipóteses levantadas direcionando-as à expectativa correta. • Finalize apresentando a contextualização formal. Número e Numeral Observe a quantidade de figurinhas que Carla e Daniel têm: Essa quantidade pode ser representada por meio de símbolos, por exemplo: Agora, você vai contar quantos degraus tem esta escada. Podemos representar o número de degraus dessa escada por um numeral, o número —> 9 Assim sabemos que: NÚMERO é a ideia de quantidade. NUMERAL é a representação do número Os símbolos que usamos para repre- sentar os números são chamados de ALGARISMOS. Temos DEZ algaris- mos e com eles conseguimos repre- SOUZA, Joanita. Brincando com os números. São Paulo: Editora do Brasil, 2009. sentar qualquer número ou quanti- dade. São eles: 58 Com estes algarismos podemos escrever qualquer número. Um numeral pode ser formado por um, dois, três ou mais algarismos. Exemplo: 5 -> tem um algarismo 27 -> tem dois algarismos 128 -> tem três algarismos ANTECESSOR E SUCESSOR SUCESSOR é o número, na sequência dos algarismos, que é maior do que o número anterior. ANTECESSOR é o número, na sequência dos algarismos, que é menor do que o número posterior. Sendo assim, podemos representar um número de várias maneiras diferentes. Ordem crescente e decrescente Quando organizamos os números em: Ordem crescente, escrevemos os números do menor para o maior. Exemplo: 0 - 1 – 2 – 3 – 4 – 5 – 6 .... Ordem decrescente, escrevemos os números do maior para o menor. Exemplo: 6 – 5 – 4 – 3 – 2 – 1 – 0 B) DESENVOLVIMENTO: Entregar para os estudantes a explicação de forma impressa e pedir para que reali- zem a leitura, juntamente com o professor, para que possam ser retiradas as dúvidas durante a explicação. RECURSOS: Atividade teórica e prática impressa; Projetor (opcional para explicação mais parti- cipativa). PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO: Avaliar a participação e envolvimento dos estudantes, bem como, suas respostas de forma coletiva e realizadas em sua atividade individualmente. 59 ATIVIDADES 1 - Conte e marque a opção com o número que representa a quantidade correta. SABER, Blog Cantinho do. Jogo para trabalhar os números e a quantidade. 2019. Disponível em: <cantinhodosaber.com.br/ educacao-infantil/jogo-para-trabalhar-os-numeros-e-a- quantidade>. Acesso em: 11 mar. 2022. 2- Escreva: a) três numerais maiores que 16: b) dois numerais menores que 32: c)o numeral que fica entre 19 e 21: 3- Informe quais são os sucessores dos números abaixo: 4- Agora, escreva quais são os antecessores dos números a seguir: 60 5- Pinte de amarelo as bolinhas que estão em ordem crescente e de vermelho as bolinhas que estão em ORDEM DECRESCENTE. 6 - Organize os números do quadro em ordem crescente e depois em ordem decrescente. 61 UNIDADE TEMÁTICA Números OBJETO(S) DE CONHECIMENT O: HABILIDADE(S) : Leitura e escrita dos números até a ordem da unidade de milhar. Relação entre unidade, dezena, centena e unidade de milhar. Composição e decompo- sição de números até a ordem das unidades de milhar. Ordenação dos números naturais. Relacionar os conheci- mentos adquiridos com o cotidiano (em equipe e/ou individual). (EF03MA01) Ler, escrever e comparar números natu- rais de até a ordem de unidade de milhar, estabele- cendo relações entre os registros numéricos e em língua materna. (EF03MA02) Identificar características do sistema de numeração decimal, utilizando a composição e a decomposição de número natural de até quatro ordens. (EF03MA04) Estabelecer a relação entre números naturais e pontos da reta numérica para utilizá-la na ordenação dos números naturais e também na cons- trução de fatos da adição e da subtração, relacionan- do-os com deslocamentos para a direita ou para a esquerda. PLANEJAMENTO TEMA DE ESTUDO: Sistema de Numeração Decimal DURAÇÃO: 1 hora PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS A) CONTEXTUALIZAÇÃO / ABERTURA: Professor(a), converse com os estudantes apresentando a parte teórica, contextua- lizando de acordo com o material e a forma em que podemos utilizá-lo no nosso dia a dia. Providencie na escola estes recursos de forma concreta para que os estudantes possam manuseá- los para entender sua aplicação na prática. 62 SISTEMA DE NUMERAÇÃO DECIMAL Para organizar os números e fazer a sua representação numérica podemos utilizar diferentes recursos, mas todos irão seguir a organização decimal, utilizando os nos-sos dez algarismos: Formas de representação: QUADRO POSICIONAL MATERIAL DOURADO RJ, Professora Coruja. Atividades com valor posicional. 2020. Disponível em: <professoracorujarj.blogspost.com/2020/08/ atividades-com-valor-posicional.html>. Acesso em: 12 mar. 2022. 63 ÁBACO RJ, Professora Coruja. Atividades com valor posicional. 2020. Disponível em: <professoracorujarj.blogspost.com/2020/08/ atividades-com-valor-posicional.html>. Acesso em: 12 mar. 2022. O valor do algarismo pode variar de acordo com a sua ordem. UNIDADE = 1 unidade DEZENA = 10 unidades CENTENA = 10 dezenas = 100 unidades UNIDADE DE MILHAR = 10 centenas = 100 dezenas = 1000 unidades Sendo assim, precisamos sempre observar os números, pois eles possuem dois valo- res, o VALOR ABSOLUTO e o VALOR RELATIVO. O VALOR ABSOLUTO é o valor do próprio algarismo. Exemplo: 5=5 2=2 8=8 O VALOR RELATIVO é o valor do algarismo na ordem em que se encontra. Exemplo: (152) 5 dezenas = 50(25) 5 unidades = 5 (521) 5 centenas = 500 B) DESENVOLVIMENTO: Professor(a), providencie o material didático que será utilizado previamente e faça a explicação deixando os estudantes representar as quantidades em diferentes situa- ções. Entregue o material impresso e novamente antes de desenvolver a atividade exemplifique aos estudantes com situações do cotidiano para que os estudantes possam entender com mais facilidade. RECURSOS: Material Dourado, Ábaco, Quadro Posicional, e atividade impressa. 64 PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO: Avalie o interesse dos estudantes durante as atividades e como tem realizado as hipóteses durante as explicações e ao executar as atividades. ATIVIDADES 1 - Represente os numerais no quadro posicional. 2- Complete a decomposição abaixo. 3- Decomponha os números conforme o modelo. 65 4- Decomponha conforme o modelo: 5- Componha os numerais conforme o exemplo a seguir: 6- Represente os numerais no quadro posicional. Siga o exemplo: 66 UNIDADE TEMÁTICA Números. OBJETO(S) DE CONHECIMENT O: HABILIDADE(S) : Adição e subtração. Cálculo mental. (EF03MA03) Construir e utilizar fatos básicos da adi- ção e subtração para o cálculo mental ou escrito. Cálculo escrito. Construção de fatos da adição e subtração. (EF03MA30MG) Operar com os números naturais: adi- ção e subtração com e sem agrupamento e desagru- pamento (até quatro ordens). Operações com Adição e Subtração com e sem agrupamento. Relacionar os conheci- mentos adquiridos com o cotidiano (em equipe e/ou individual). PLANEJAMENTO TEMA DE ESTUDO: Adição e Subtração com e sem agrupamento e desagrupamento DURAÇÃO: 1-2 horas PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS A) CONTEXTUALIZAÇÃO / ABERTURA: Professor(a), hoje você irá propor ao seu grupo o jogo Nunca Dez. Nele os estudantes irão vivenciar de forma lúdica as operações de adição e subtração com e sem reagru- pamento. Segue a sugestão do jogo a ser aplicado antes da aula teórica, facilitando o raciocínio de reagrupamento dos estudantes. Caso a turma apresente dificuldades no entendimento é aconselhável repetir outras vezes o jogo de acordo com a neces- sidade do grupo. 67 EXPLICAÇÃO LÚDICA Sugestão de vídeo: Como jogar nunca dez [aprenda fácil]. Professora Alda. Disponí- vel em: https://www.youtube.com/watch?v=MUCyBIGQoPc Sugestão de jogo on-line: Nunca 10. ATIVIDADE.DIGITAL. Disponível em: https://ati- vidade.digital/ed/views/game_educativo.php?id=1 JOGO DO NUNCA DEZ COM MATERIAL DOURADO Modo de jogar: O grupo decide quem inicia o jogo. Cada estudante, na sua vez de jogar, lança o(s) dado(s) e retira a quantidade de cubinhos ou quadradinhos conforme a quantidade que saiu no dado. Quando o jogador conseguir mais do que dez cubi- nhos ou quadradinhos, deve trocá-los por uma barra ou tira. Quando o jogador conse- guir dez tiras, deve trocá-las por uma placa. Vence o jogador que conseguir primeiro dez placas ou um número de placas, antecipadamente, combinado. Como variação, pode-se combinar um tempo determinado para jogar. Nesta variação ganha o joga- dor que tiver obtido maior número de barras ou tiras e cubinhos ou quadradinhos. PROFESSOR, Portal do. Jogo do nunca fez com material dourado. 2022. Disponível em: <http://portaldoprofessor.mec.gov.br/ storage/materiais/0000014236.pdf>. Acesso em: 12 mar. 2022. EXPLICAÇÃO TEÓRICA ADIÇÃO COM RESERVA Sugestão de vídeo: Adição com reserva. Prof Fabíola Dias. Disponível em: https:// www.youtube.com/watch?v=Zcwy1TFB35w SUBTRAÇÃO COM RECURSO Sugestão de vídeo: Subtração com recurso. Prof Fabíola Dias. Disponível em: https:// www.youtube.com/watch?v=QAXGJj0uDyQ B) DESENVOLVIMENTO: Professor(a), leve os estudantes a sala de informática e/ou outro espaço disponí- vel na escola, para que assistam ao vídeo explicativo e possam jogar on-line o Jogo Nunca Dez. Outra opção também é ir para um lugar em que tenha mesas que com- porte um grupo de 3-4 estudantes para que possam jogar utilizando o material dou- rado com dados como se fosse um jogo de tabuleiro, sendo necessário espaço para a sua representação física. 68 RECURSOS: Sala de informática, auditório ou espaço multimídia, material dourado e dados, matriz impressa com a atividade. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO: Avaliar a participação e envolvimento dos estudantes, bem como, o respeito com os colegas durante as atividades coletivas e individuais. ATIVIDADES 1 - Arme e efetue as operações com atenção. a) 562 + 223 = b) 258 + 124 = c) 563 + 217 = d) 269 + 120 = e) 945 - 126 = f) 804 - 235 = g) 724 - 458 = h) 600 - 578 = 69 70 UNIDADE TEMÁTICA Grandezas e Medidas OBJETO(S) DE CONHECIMENT O: HABILIDADE(S) : Comparação de medidas padronizadas e não padro- nizadas. Resolução de problemas. (EF03MA24A) Resolver problemas que envolvam a comparação e a equivalência de valores monetários do sistema brasileiro em situações de compra, venda e troca. Sistema monetário. Situações-problema - compra e venda. (EF03MA24B) Elaborar problemas que envolvam a comparação e a equivalência de valores monetários do sistema brasileiro em situações de compra, venda e troca. Composição de um pro- blema. Relacionar os conheci- mentos adquiridos com o cotidiano (em equipe e/ou individual). PLANEJAMENTO TEMA DE ESTUDO: Sistema Monetário Brasileiro DURAÇÃO: 1 hora PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ ABERTURA: Professor(a), nessa aula inicie fazendo uma contextualização teórica sobre o Sistema Monetário. Converse com os estudantes sobre a importância e a utilização do dinheiro em seu cotidiano. Providencie, se possível, um projetor para passar em sala de aula vídeos que retratam a história de origem do dinheiro e como é o sistema monetário brasileiro atualmente. 71 Sugestões de vídeos Origem do Dinheiro. Miriam Cardoso. Disponível em: https://www.youtube.com/wat- ch?v=nJEJGrXOx3w Sistema Monetário Brasileiro. Professora Vilma Ribeiro. Disponível em: https://www. youtube.com/watch?v=KtVumfI0ipg Sistema Monetário O sistema monetário é o conjunto de moedas e cédulas que circulam em determi- nado país. No Brasil, a moeda utilizada recebe o nome de Real e ele é representado pelo símbolo R$. Sempre que falamos do sistema monetário brasileiro falamos de real (ou reais) e centavo (ou centavos). 1 Real equivale a 100 centavos. Veja abaixo as notas e moedas usadas atualmente: NOÉ, Marcos (Ed.). Conhecendo nosso dinheiro. 2022. Disponível em: <https://escolakids.uol.com.br/matematica/conhecendo- nosso-dinheiro.htm>. Acesso em: 12 mar. 2022. B) DESENVOLVIMENTO: Após a visualização dos vídeos entregue o material impresso e retome a discussão sobre a importância do dinheiro, como eles percebem a economia e as dificuldades enfrentadas pela sociedade por termos a sua desvalorização diante da inflação atual. RECURSOS: Projetor multimídia, internet para visualização dos vídeos sugeridos do Youtube. PROCEDIMENTOSDE AVALIAÇÃO: Professor(a) fique atento à participação dos estudantes no momento da discussão, observando a inferência do assunto ao cotidiano do estudante e a realização das ati- vidades individuais e/ou coletivas. 72 ATIVIDADES 1 - Escreva por extenso as seguintes quantias: a) R$ 372,50 - b) R$ 4,90 - c) R$ 0,75 - d) R$ 1 020,80 - 2- Calcule o troco nas seguintes situações: a) Thaís comprou o tênis ao lado e pagou com uma nota de R$ 100,00. Qual o troco ela receberá? b)Luiz comprou uma mochila para usar na escola nova. Para pagar, ele usou 2 notas de R$ 20,00 e uma nota de R$ 50,00. Qual o troco de Luiz? 3- Marcos tem R$ 150,00 e quer comprar uma bicicleta. Para isso, pesquisou os pre- ços em quatro lojas. Observe abaixo e em seguida, RESPONDA: a) Em qual das lojas pesquisadas a bicicleta é a mais barata? b) Quan tos reais faltam para Marcos comprar a bicicleta mais cara? c)Qual é a diferença entre os preços das bicicletas da Loja A e da Loja C? d) Para comprar a bicicleta da Loja C, quantos reais Marcos ainda precisa? 73 4- Sr. Josué trabalha no Sítio Boa Vista e vende as aves que cria. Observe a tabela e CALCULE: a) Um frango de 2 quilos R$ 5,00: b) Uma galinha de 3 quilos: c)Um pato de 3 quilos e meio: d) Some os preços dessas aves: 5- É muito importante saber manusear o dinheiro, fazer cálculos para conferir o troco ou saber o valor das notas. Pensando nisso, RESPONDA: 74 2022Ensino Fundamental3 o ano Ciências da NaturezaCiências MATERIAL DE APOIO PEDAGÓGICO PARA APRENDIZAGENS SIGNIFICATIVAS ANO DE ESCOLARIDADE REFERÊNCIA ANO LETIVO COMPONENTE CURRICULAR ÁREA DE CONHECIMENTO UNIDADE TEMÁTICA Matéria e energia. OBJETO(S) DE CONHECIMENT O: HABILIDADE(S) : Saúde auditiva e visual. Hábitos necessários para a manutenção da saúde auditiva e visual. Condições ambientais prejudiciais à saúde auditiva e visual. (EF03CI03X) Discutir hábitos necessários para a manuten- ção da saúde auditiva e visual considerando as condições do ambiente em termos de som e luz no cotidiano das pessoas. PLANEJAMENTO TEMA DE ESTUDO: Saúde auditiva e visual. DURAÇÃO: 1 hora e 40 minutos. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS: A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ ABERTURA: Nessa sequência didática serão exploradas a saúde auditiva e visual. Abordaremos também que a poluição sonora pode trazer diversos prejuízos à saúde humana quando ficamos expostos a ela por muito tempo. A exposição prolongada a ambientes com mui- tos ruídos pode causar estresse, irritação, insônia, perda auditiva ou surdez, dores de cabeça, cansaço, zumbido, perda de memória e atenção, gastrite, entre outros. 75 Por isso, é importante manter um ambiente saudável em termos de som, ouvir músi- cas em volume baixo, fechar as janelas do carro em locais de trânsito barulhento e evitar locais com muito barulho. Você já se sentiu incomodado com algum tipo de barulho ? De que forma os sons altos e em excesso podem influenciar na saúde das pessoas e animais? B) DESENVOLVIMENTO: Discuta com os estudantes a importância dos nossos sentidos para a comunicação, localização e percepção do ambiente ao nosso redor, os hábitos que podem danificar nossa audição e visão e os cuidados que devemos ter para preservá-las. Peça aos estudantes que, em duplas, passem pela escola identificando situações de risco para a saúde auditiva dos colegas, como uso de fones em volume alto e por tempo prolongado, exposição a barulhos ininterruptos, etc. Solicite também que eles observem as situações de risco à saúde visual, como leitura em locais pouco ilumi- nados, coçar/esfregar os olhos, olhar diretamente para fontes de luz. Peça para as crianças analisarem a ocorrência dessas situações em suas casas e traga os casos encontrados para discussão na aula. Cada dupla deverá produzir um cartaz com informações de prevenção da saúde auditiva e visual que deverá ser exposto na escola para a conscientização dos colegas. 1º momento. Saúde sonora. André trabalha em uma fábrica. Em seu trabalho, ele precisa utilizar alguns equipamen- tos de segurança, entre eles, um “protetor auricular ‘’, que parece um fone de ouvido. Disponível em:<https://www.google.com/search? q=imagem+do+me- nino+com+protetor+de+ouvido&safe=active&tbm=isch&sour ce=iu&ic- tx=1&vet=1&fir=YkvOY1TiSbewfM>. Acesso em: 23 de março de 2022. 76 • Para que serve esse equipamento? • Por que André precisa utilizá-lo? • Você conhece outras profissões em que seja necessário o uso de protetores como esse? • Quais os danos que a poluição sonora pode causar na saúde das pessoas? Em grupos, vocês receberão algumas situações cotidianas que envolvem poluição sonora. Disponível em:<https://pt.quizur.com/quiz/poluicao-sonora-49Tk>. Acesso em: 23 de março de 2022. Vocês deverão analisar essas situações e discutir com seus colegas, pensando em como essa situação poderia afetar a saúde das pessoas. Registre no caderno quais os sintomas que ele poderá ter e indique o que ele pode fazer para evitá-los. Alguém já vivenciou uma situação na qual o “barulho” tenha atrapalhado a realização de alguma atividade? Vocês já ouviram falar na “Lei do Silêncio”? Sons altos podem atra- palhar o nosso sono? Por quê?”. Os questionamentos são importantes para que os estudantes reflitam sobre suas hipóteses e as justifiquem, contribuindo para a sistematização do conceito explo- rado nesta aula (poluição sonora). Espera-se que os grupos façam apontamentos sobre a interferência da poluição sonora na realização das atividades cotidianas e os ambientes adequados em termos de som. 2º momento. Poluição Visual. Disponível em:<https://meioambiente. culturamix.com/poluicao/poluicao- visual>. Acesso em: 23 de março de 2022. 77 A poluição visual pode ser causada pelo excesso de estí- mulos visuais presentes em um ambiente, geralmente causada pelo homem, como anúncios, cartazes publici- tários, outdoors, pichações. A exposição prolongada a esse tipo de poluição pode cau- sar desconforto visual e estresse. Além disso, pode dis- trair motoristas, causando acidentes. Poluição visual no cotidiano Algumas cidades possuem projetos de revitalização e conservação da arqui- tetura original do município, buscando equilibrar os estímulos visuais, dei- xando a cidade mais harmônica e este- ticamente agradável. Disponível em:<http://meioambientetecnico.blogspot.com/2 011/12/ poluicao-visual.html>. Acesso em: 23 de março de 2022. Pedro está a caminho da rodoviária da cidade, porém está com dificuldades para encontrar a placa que indica o caminho que deve seguir. Por que Pedro não consegue encontrar a placa? Há elementos que estejam atrapalhando Pedro a conseguir a informação de forma rápida e fácil? Leia a situação apresentada acima para os estudantes e mostre a imagem. Permita que eles observem os elementos presentes na paisagem e converse com as crian- ças sobre o assunto. • Para que servem as placas de sinalização? • Vocês já precisaram procurar alguma informação em placas assim? • No caso de Pedro, o excesso de informações e placas presentes no caminho podem ter dificultado o encontro da informação desejada por ela? Por quê? Como a presença de informações visuais em excesso, presentes em um ambiente, podem influenciar a realização de atividades diárias? Deixe que os estudantes compartilhem opiniões sobre o tema e levantem hipóteses sobre a forma como a poluição visual pode afetar a realização de atividades diárias. 78 Observe como as informaçõesestão colocadas nos painéis acima. Painel 1: Procure o anúncio do encanador e anote o número do telefone. Painel 2: Encontre o anúncio do celular e anote o preço que está na propaganda. Painel 3: Encontre o panfleto do restaurante e anote o valor do sanduíche. • Em qual painel foi mais fácil encontrar a informação solicitada? Por quê? • Quais estratégias vocês usaram para encontrar o que foi solicitado no painel 3? • Vocês já observaram lugares como esses na nossa cidade ou em algum outro lugar? • Proponha uma roda de conversa e explore as questões apresentadas sobre poluição visual. • Espera-se que os grupos façam apontamentos sobre a interferência da polui- ção visual na realização das atividades cotidianas e dos ambientes adequados em termos de estímulos visuais. • Retome os conceitos anteriores sobre poluição visual, fazendo as devidas con- siderações. 79 Mão na massa … Com o papel ofício, você vai confeccionar o seu painel de acordo as orientações a seguir: • Um painel deve conter pouca informação visual, ou seja, com as páginas de revistas, jornais, panfletos, etc., organize-o de maneira harmônica, permitindo que a informação solicitada seja facilmente encontrada. • O segundo painel deve ser confeccionado com um pouco mais de informações, já dificultando o cumprimento da tarefa. • O terceiro painel deve conter muitas informações, organizadas de maneira não harmônica e confusa. A intenção é que os estudantes percebam que, quanto mais informações visuais, mais difícil será cumprir a tarefa solicitada. RECURSOS: Para a realização dessa sequência didática você vai precisar dos seguintes mate- riais: Papel ofício, revistas, jornais, panfletos (para recorte). PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO: O processo avaliativo deverá ser processual e contínuo, abrangendo todas as ativida- des. As produções coletivas e individuais, orais (debates, roda de conversa etc) e escri- tas (atividades, avaliação escrita), deverão ser avaliadas. A participação e o empenho durante as atividades, também deverão ser considerados no processo avaliativo. ATIVIDADES 1 - Anote em seu caderno, quais as situações abaixo que podem representar poluição sonora. A) ( ) Sirene e buzinas de veículos. B)( ) Pássaros na natureza. C) ( ) Construções de imóveis. D) ( ) As ondas do mar batendo na praia. E)( ) O vento passando entre as folhas das árvores. F)( ) As propagandas sonoras do comércio. G) ( ) Uso prolongado de fones de ouvido. H) ( ) Assistir televisão com o som na intensidade máxima do aparelho. 80 2- Marque com X nas situações, que na sua opinião, podem ser consideradas polui- ção sonora: A)Conversar com tom de voz baixo. B)Foguetes na virada do ano novo. C) Carro de som parado na rua. D) Pessoas gritando na rua. 81 UNIDADE TEMÁTICA Matéria e energia. OBJETO(S) DE CONHECIMENT O: HABILIDADE(S) : Reflexão da luz em dife- rentes materiais. Passagem da luz através de objetos transparentes (copos, janelas de vidro, lentes, prismas, água etc.). (EF03CI02) Experimentar e relatar o que ocorre com a passagem da luz através de objetos transparentes (copos, janelas de vidro, lentes, prismas, água etc.), no contato com superfícies polidas (espelhos) e na inter- secção com objetos opacos (paredes, pratos, pessoas e outros objetos de uso cotidiano). PLANEJAMENTO TEMA DE ESTUDO: Reflexão da luz em diferentes materiais. DURAÇÃO: 1 hora e 40 minutos. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS: A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ ABERTURA: Nesta sequência didática, os estudantes vão explorar o que acontece quando a luz incide sobre diferentes objetos. • Será que todos os objetos permitem a passagem da luz com facilidade ? • Como os corpos se comportam em relação à passagem da luz ? • Você sabe o que são corpos translúcidos, opacos e transparentes? Você poderá identificar alguns objetos translúcidos no seu dia a dia como por exem- plo, aquele copo plástico fosco que você usa para beber água, os corpos translúcidos a luz passa, mas não é possível ver com nitidez. Já os objetos transparentes, você vai observar que a passagem da luz atravessa com facilidade os corpos, como por exemplo: copo de vidro, lente de óculos, vidro de janela. Os corpos opacos, são aqueles que a luz não consegue atravessar. Você pode notar isso ao incidir a luz no seu caderno, lápis, carteira, entre outros, perceberá que esses objetos não permitem a passagem da luz. Por meio de demonstrações simples, analisaremos como cada corpo se comporta em relação à passagem da luz. 82 B) DESENVOLVIMENTO: Traga lanternas e objetos diversos que os estudantes possam manipular durante a aula para avaliar o que acontece quando a luz incide em diferentes corpos. Organize os alunos em grupos e proponha que verifiquem o que acontece quando iluminam diferentes corpos. • O que vocês acham que acontece quando iluminamos o papel transparente? • E se iluminarmos um papel opaco? • E se iluminarmos um corpo translúcido? Incentive-os a registrarem as hipóteses iniciais, antes da realização da atividade. 1ª etapa : Mãos na massa. Forme grupos com cinco estudantes. Garanta que cada grupo receba uma lanterna e os três tipos de papéis. Peça para que os grupos se organizem, de modo que alguns segurem os papéis e outros a lanterna. O estudante que estiver com os papéis deverá ficar a uma distância de três passos do estudante que está com a lanterna. Peça para que os colegas apontem a lanterna para os papéis e verifiquem como a luz atua frente ao obstáculo. Peça para que verifiquem como ela se comporta quando trocam os materiais. Em seguida verifique a passagem da luz através dos corpos, utilizando outros objetos como: lanterna, um caderno, papel vegetal, livro, copo de vidro de acrílico e plástico. Converse com os estudantes sobre as situações vivenciadas: • A luz atravessou os três materiais? • Qual deles atravessa com mais facilidade? • O que acontece com a luz que não atravessa os objetos opacos ou translúcidos? Registre o resultado e preencha o quadro abaixo. Quadro Corpos opacos Corpos transparentes Corpos translúcidos 83 Dialogando.. A luz se propaga em linha reta, sendo assim, não pode desviar-se de um objeto. Quando a luz não atravessa, ela pode ser absorvida ou refletida por ele. Na maioria dos casos, parte da luz é refletida e outra é absorvida. O que enxerga- mos de um objeto depende da quantidade de luz que é refletida nos nossos olhos. Podemos observar a Lua, por exemplo, e pensar em como ela reflete a luz do Sol para nosso planeta. Em superfícies polidas, que refletem a luz quase por completo, assim como um espelho, podemos observar melhor esse fenômeno. Do lado oposto de objetos opacos, a região na qual a luz não chega é chamada de sombra. O tamanho e o formato da sombra dependem da posição da fonte luminosa. Os objetos opacos são obstáculos à passagem da luz. A penumbra é uma região par- cialmente iluminada. Os corpos transparentes, como aqueles feitos de vidro, são atravessados por quase toda a luz que chega até eles. Os translúcidos, como o vidro jateado usado em boxes de banheiro e papel-manteiga, deixam passar apenas uma parte da luz, já os opacos, como os feitos de metal ou madeira, não deixam a luz passar. Explique que o caderno é um objeto opaco (não permite a passagem de luz), o papel vegetal um objeto translúcido (permite a passagem parcial de luz), e copo de vidro um objeto transparente (permite a passagem total da luz). RECURSOS: Para a realização dessa sequência didática você vai precisar dos seguintes mate- riais: lanterna, um caderno, papel vegetal, cartolina, papel celofane, livro, copo de vidro de acrílico e de plástico. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO: O processo avaliativo deverá ser processual e contínuo, abrangendo todas as ativi- dades. As produções coletivas e individuais, orais (debates, roda de conversa etc.) e escritas (atividades, avaliação escrita, relatório das aulas experimentais), deverão ser avaliadas. A participação e o empenho durante as atividades,também deverão ser considerados no processo avaliativo. 84 ATIVIDADES 1 - Complete as frases corretamente com as palavras abaixo: OPACO – TRANSLÚ- CIDO – TRANSPARENTE. a) Os corpos deixam passar parte da luz que recebem. b) Os corpos permitem a passagem da luz. c)Os corpos não permitem a passagem da luz 2- O corpo da criança é: a) ( ) transparente. b) ( ) opaco. c) ( ) translúcido. 3- Classifique as frases verdadeiras ( V ) ou falsas ( F ). a) ( ) O caderno é um corpo transparente. b) ( ) Os corpos transparentes permitem a passagem de luz. c) ( ) A folha de papel vegetal é um corpo translúcido. d) ( ) Os corpos opacos permitem as passagens de luz. 4- Elisa e seus amigos queriam brincar de cobra-cega. Para isso precisavam de um pano para vendar os olhos de uma pessoa que seria a cobra-cega. O tecido do pano deveria ser: a) ( ) translúcido. b) ( ) transparente. c) ( ) opaco. UNIDADE TEMÁTICA Matéria e energia. OBJETO(S) DE CONHECIMENT O: HABILIDADE(S) : Diferentes tipos de sons a partir da vibração de variados objetos. (EF03CI01X) Produzir e identificar diferentes sons a partir da vibração de variados objetos e identificar variáveis que influem nesse fenômeno. PLANEJAMENTO TEMA DE ESTUDO: O som Duração: 1 hora e 40 minutos. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS: A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ ABERTURA: Nessa sequência didática, propõe-se o estudo do som, sua produção, recepção e função para os seres humanos e outros animais. Podemos produzir sons de várias formas. Nosso corpo por exemplo, produz sons variados. Podemos bater palmas, estalar os dedos, bater os pés. Você já ouviu o barulho do seu estômago quando está com fome? Para que tenha som tem que ter movimento, um sino sozinho não produz som, mas ao balançarmos é possível ter o barulho. Podemos produzir sons também tocando algum instrumento musical. • Você toca algum instrumento? • Conhece alguém que toca instrumentos? Quais? • Que tipo de música gostam de ouvir? • Qual a relação entre ouvir música e sentido da audição? • Vocês sabiam que somente são capazes de escutar música por terem um sis- tema auditivo funcionando? • Você sabe o que é sistema auditivo? 86 B) DESENVOLVIMENTO: Mãos na massa. 1º momento. De onde vem o som? Conduzir um experimento solicitando aos estudantes que fechem os olhos e se movi- mentem pela sala falando palavras comuns, como “bola” ou “coração”. Pergunte se de olhos fechados conseguem identificar qual foi a palavra que o profes- sor falou e em que lado da sala ele estava posicionado. Aproveite o resultado para explicar que o som não pode ser visto, mas ainda assim, podemos identificar a posição de onde ele veio e reconhecer o quê ou quem o emitiu. Continue o experimento sobre o som da seguinte forma: Afaste as carteiras, posicione os estudantes no fundo da sala, de costas, e fique no canto oposto; então, produza alguns sons, como bater palmas, o de um chocalho (que pode ser preparado com feijões em uma garrafa pet pequena), derrubar um molho de chaves, um lápis e uma colher no chão, etc. Pedir aos estudantes que identifiquem qual é o som que ouviram e de que direção veio o som (direita ou esquerda), o grau de proximidade entre o som e eles (próximo ou afastado), bem como que tentem identificar de qual objeto se trata. Solicite aos estudantes que copiem e preencham com os resultados em seus cadernos: Tipo de som Perto ou longe Direita ou esquerda Fácil ou difícil de entender Pergunte para os estudantes sobre a importância da audição para a percepção de situações que possam representar perigos. Eles poderão citar o uso de buzinas nos carros ou alarmes de incêndio, por exemplo, ou a nossa reação a barulhos naturais, como o rugido de uma onça ou um trovão e para a comunicação entre indivíduos. 87 2º momento. O som dos animais. Peça aos estudantes que emitam alguns sons de alguns animais que eles conheçam. Explique que, para os animais, os sons têm tanta ou mais importância do que têm para nós. Por exemplo, para os sapos, é necessário que a fêmea ouça o canto do macho para se encontrar com ele e reproduzir; e que cada espécie possui um som característico. RECURSOS: Para a realização dessa sequência didática você vai precisar dos seguintes mate- riais: caderno, chocalho, que pode ser produzido com uma garrafa pet pequena e uma porção de feijão, colher, molho de chaves, lápis coloridos, lápis preto, folha de papel sulfite. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO: O processo avaliativo deverá ser processual e contínuo, abrangendo todas as ativi- dades. As produções coletivas e individuais, orais (debates, roda de conversa, etc.) e escritas (atividades, avaliação escrita, relatório das aulas experimentais), deverão ser avaliadas. A participação e o empenho durante as atividades, também deverão ser considerados no processo avaliativo. ATIVIDADES 1 - Marque um X nos objetos abaixo que são instrumentos musicais. a) ( ) piano. b) ( ) cadeira. c) ( ) televisão. d) ( ) violino. e) ( ) guitarra. f) ( ) panela. g) ( ) garrafa. 2- Qual dos objetos da questão acima não são instrumentos musicais, mas podem ser utilizados na produção de sons? 88 3- Marque, a alternativa que só apresenta lugares onde há ruídos em intensidade que podem prejudicar a saúde auditiva dos seres humanos. a) Área com construções; rua com trânsito intenso; comércio com propagandas sonoras. b) Parque com aves; rua com trânsito intenso; comércio com propagandas sonoras. c) Rua com trânsito intenso; hospitais; comércio com propagandas sonoras. d) Rua com trânsito intenso; comércio com propagandas sonoras; parque com córregos. 89 2022Ensino Fundamental3 o ano Ciências HumanasGeografia MATERIAL DE APOIO PEDAGÓGICO PARA APRENDIZAGENS SIGNIFICATIVAS ANO DE ESCOLARIDADE REFERÊNCIA ANO LETIVO COMPONENTE CURRICULAR ÁREA DE CONHECIMENTO UNIDADE TEMÁTICA O sujeito e seu lugar no mundo. OBJETO(S) DE CONHECIMENT O: HABILIDADE(S) : Grupos sociais (indígenas, quilombolas, ribeirinhos, extrativistas, ciganos, entre outros): aspectos culturais e hábitos de vida relaciona- dos ao espaço de vivência (campo, cidade, floresta, rios, assentamentos, etc.). Leitura, interpretação e ela- boração de representações cartográficas. (EF03GE01) Identificar e comparar aspectos culturais dos grupos sociais de seus lugares de vivência, seja na cidade, seja no campo. PLANEJAMENTO TEMA DE ESTUDO: O campo e a cidade – grupos sociais. DURAÇÃO: 2 aulas PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS: A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ ABERTURA: Inicie a aula apresentando para a turma o estudo sobre os grupos sociais e seus lugares de vivência, refletindo sobre o campo e a cidade. Anuncie qual a habilidade do Currí- culo Referência de Minas Gerais pretende auxiliá-los a desenvolver com esta sequên- 90 cia didática. Abra a aula contextualizando com os estudantes que o município em que moramos é formado pela zona urbana (cidade), e muitas vezes, pela zona rural (campo). Pergunte onde estamos (se campo ou cidade) e quais elementos eles utili- zaram para dar a resposta. Conduza-os a falar sobre elementos da paisagem, comi- das, festas, hábitos. Anote no quadro as características que eles elencaram de cada um, no formato de um mapa mental, e convide-os a refletirem sobre esses aspectos e as relações entre o campo e a cidade. Para a realização desta sequência didática será necessário que você realize anteriormente uma breve pesquisa sobre os grupos sociais que habitam na comunidade ou próximo a ela. B) DESENVOLVIMENTO: Comece a aula apresentando à classe duas imagens, pode ser por meio de um pro- jetor ou imagens impressas, uma do campo e outra da cidade. Peça-os para com- pararem uma com a outra, e que juntamente, observem as características por eles citadas anteriormente, se todas se encaixam e se gostariam de inserir outras mais. Destaque que a paisagem não está apenas no nosso campo de visão como algo físico, também compõem a paisagem os cheiros, os sons, as cores.Nosso olfato e audição também percebem a paisagem. Pergunte-os se conseguem citar elemen- tos da paisagem perceptíveis por estes sentidos, “como é o ar da cidade? E o cheiro do campo? Quais os sons que ouvimos em cada? Qual a variação das cores?”. Anote estas colocações no mapa mental e proponha que copiem em seus cadernos. Após este momento, explique para a turma que a paisagem é resultado da ação humana, o homem é sujeito ativo e modificador da paisagem. Sendo assim, os gru- pos sociais que naquele espaço residem imprimem na paisagem seus elementos culturais, históricos, artísticos, sociais. E que seus hábitos de vida estão relaciona- dos a seus espaços de vivência. Apresente à turma os grupos sociais: indígenas, qui- lombolas, ribeirinhos, extrativistas, e ciganos. Se na localidade houver outros grupos sociais que julgue importante trabalhar, traga-os também. Pergunte aos estudantes o que eles sabem dizer sobre estes povos. Utilizando imagens com o auxílio de um projetor ou impressas para ilustrar e facilitar a associação dos conceitos, explique brevemente a origem de cada um, sua cultura, seus hábitos de vida e alimentação. Tenha atenção para não usar visões estereotipa- das destes grupos. É importante ressaltar que estes povos preservam suas tradições, entretanto, o contato com outras culturas dominantes influenciou nos seus hábitos, por exemplo, indígenas vestidos e com acesso à tecnologia, e inclusive vivendo em centros urbanos e que isso não invalida ou diminui a identidade indígena deles. 91 No segundo momento, realize a seguinte problematização: “Se os grupos sociais lidam com seus espaços de vivência de acordo com a sua cultura, a relação que eles têm com o espaço é igual?” Permita que os estudantes expressem suas hipóteses. Em seguida, apresente que os povos aqui tratados em sua maioria vivem na zona rural, e como cada um deles se relaciona com o espaço de vivência. Fale sobre a relação destes povos com seus espaços de vivência, o teor sagrado que os indígenas conferem à natureza, a ligação que possuem com os rios, matas e florestas. Assim como os ribeirinhos e os rios que lhes proporcionam moradia, alimento e sustento. Os assentamentos quilombolas e a agricultura, e também os quilombos urbanos. Os extrativistas e o uso sustentável das matas. Entre outros povos que escolher trazer. Para finalizar faça uma breve reflexão sobre a relação entre a cidade e o campo, con- siderando estes povos, principalmente pensando no abastecimento de alimentos (agricultura familiar). Peça, para individualmente, escolherem dois dos povos estu- dados e fazer um desenho de cada, ressaltando seus lugares de vivência e costumes, e ao final compartilhar com seus colegas. RECURSOS: Projetor ou impressora colorida e folhas de papel branco A4, quadro, pincel para quadro. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO: Avaliação processual e contínua. ATIVIDADES Leia com atenção o trecho e responda o que se pede: “[...] Como podeis comprar ou vender o céu, a tepidez do chão? A ideia não tem sen- tido para nós. Se não possuímos o frescor do ar ou o brilho da água, como podeis querer comprá-los? Qualquer parte desta terra é sagrada para meu povo. Qualquer folha de pinheiro, qualquer praia, a neblina dos bosques sombrios, o brilhante e zum- bidor inseto, tudo é sagrado na memória e na experiência de meu povo. [...]” A Carta do Cacique Seattle. Disponível em:<http://www.culturabrasil.pro.br/seattle1.htm>. Acesso em 08 de Março de 2022. 1 - Qual a relação que o povo retratado no texto tem com seu espaço de vivência? 92 2- Qual dos povos abaixo tem uma relação sagrada com a natureza? Quilombolas Ciganos Indígenas Ribeirinhos 3- Resolva a cruzadinha abaixo com o assunto que estudamos. 93 94 UNIDADE TEMÁTICA O sujeito e seu lugar no mundo. OBJETO(S) DE CONHE- CIMENTO: HABILIDADE(S) : Grupos étnicos do muni- cípio e estado. Os tra- ços culturais dos grupos étnicos no espaço de vivência dos estudantes e da comunidade. (EF03GE02) Identificar e valorizar em seus lugares de vivência, marcas de contribuição cultural e econômica de grupos de diferentes origens. PLANEJAMENTO TEMA DE ESTUDO: Diversidade cultural DURAÇÃO: 2 aulas PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS: A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ ABERTURA: Inicie a aula dizendo que estudaremos aspectos da construção do nosso estado e município pelas mãos e mentes dos principais grupos étnicos que formam a popu- lação mineira. Aproveite também para dizer qual habilidade do Currículo Referência de Minas Gerais pretende-se auxiliá-los a desenvolver com esta sequência didática. Comece contextualizando que Minas Gerais é famosa por sua diversidade cultural. Relembre que a formação da população brasileira se deu principalmente pela união de três povos: indígenas, negros africanos e portugueses (brancos europeus). E que Minas Gerais, como estado brasileiro, possui a mesma matriz populacional. Contex- tualize que mais do que povoamento e mão de obra, estes povos com seus costumes, tradições, modos de vida, saberes sociais e científicos construíram Minas Gerais. Conseguimos observar esses traços culturais em nossa economia, cultura, arte, patrimônio histórico entre outros. B) DESENVOLVIMENTO: Inicie a aula perguntando aos estudantes o que eles entendem por “indígena, afri- cano e europeu”. Quem é essa gente? De onde eles vieram? Imprima um mapa-múndi 95 em preto e branco, apenas com o traçado dos países, sugerimos o material que se encontra nas referências, e entregue para cada estudante. Com o auxílio de um pro- jetor, projete este mapa-múndi explicando do que se trata, pode utilizar também o mapa impresso se houver na biblioteca da escola. Localize o Brasil, explicando que inicialmente a população do nosso país era formada apenas por indígenas. Eram milhões de pessoas, que se dividiam em diferentes povos, vivendo conforme as suas tradições, línguas e costumes. Peça que coloram o Brasil. Em seguida, aponte o continente europeu. Explique que é uma terra distante, do outro lado do Oceano Atlântico, composta por vários países, na época reinos, e que o reino que colonizou o Brasil foi o de Portugal. Os portugueses, atrás de riquezas, invadiram o Brasil e o tomou das mãos dos indígenas. Localize Portugal e peça que coloram o território correspondente. Aponte também para a África, explique que é um grande continente, com uma enorme variedade de povos na época organizados em reinos e tribos, com culturas, línguas, tradições diferentes e que dominavam mui- tos saberes. Estes africanos foram sequestrados pelos portugueses para trabalhar como escravos na terra recém dominada, o Brasil. Apresente para a turma que tais povos trouxeram com eles suas culturas de suas terras para o Brasil. Explique o que significa cultura, e diga que todos nós possuí- mos cultura, e ela se manifesta em nossa fala, modo de vestir, crenças, culinária etc. Coloque que é possível observar traços culturais destes povos, inclusive em hábitos nossos no dia a dia, e também em objetos existentes em nossos espaços de vivên- cia. Traga para a turma alguns destes costumes, por exemplo, andar descalço, tomar banho diariamente, descansar na rede, objetos de cerâmica são de origem indígena. Alimentar-se de pamonha, melancia, leite de coco, usar panelas de barro, colher de pau, e o instrumento musical berimbau são de origem africana. Os portugueses con- tribuíram principalmente com a nossa língua e religião cristã, em festas como o car- naval e a Cavalhada. Com o auxílio de um projetor, reproduza para a turma os vídeos “A contribuição dos povos indígenas na cultura brasileira” e “Influências africanas na cultura brasileira”, os links de acesso encontram-se nas referências desta sequência didática. Após os vídeos faça perguntas aos estudantes do tipo: o que vocês aprenderam de novo com os vídeos? Você ou seus familiares mantêm alguns dos hábitos retratados? Você já comeu algum dos pratos culinários da cultura africana apresentados?E dos hábi- tos alimentares indígenas, o que vocês e seus familiares têm o costume de comer? 96 Dos objetos citados nos vídeos, quais deles tem na sua casa? Ouça as colocações dos estudantes e faça intervenções quando necessário. Ao final, convide-os a reali- zar a atividade aqui proposta. RECURSOS: Projetor, mapa-múndi, impressora, folhas de papel ofício, lápis de cor. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO: Avaliação processual e contínua. 1 - Leia o texto abaixo. Heranças indígenas Você sabia que vários dos nossos hábitos são herdados da cultura indígena? Um dos costumes mais importantes é o de tomar banho todos os dias. Em outras culturas, como na dos países europeus, é comum as pessoas passarem dias sem tomar banho. Que bom que os indígenas nos ensinaram isso, né? Também aprendemos com eles o uso de chás e plantas medicinais para curar doen- ças. E como os indígenas têm muito conhecimento sobre ervas e plantas, muitos dos remédios que compramos hoje nas farmácias tiveram suas fórmulas baseadas em suas medicinas. É influência deles também a utilização de redes para dormir, várias danças e, ainda, várias canções e lendas do folclore brasileiro. Vale pesquisar e se surpreender com toda a riqueza dessa cultura, que é de todos nós. Disponível em<https://plenarinho.leg.br/index.php/2018/02/dia-do-indio/> Acesso em 09 de março de 2022. A – Sobre o que o texto fala? B – Você adota algum hábito da cultura indígena? Qual? 97 ATIVIDADES 2- Pinte o continente de origem dos negros traficados como escravos para o Brasil. Disponível em: https://profissaomestre.com.br/mapa-mundi/>Acesso em 09 de março de 2022. 3- Quais são os três principais grupos étnicos que formam a população brasileira? . 98 UNIDADE TEMÁTICA Conexões e escalas. OBJETO(S) DE CONHECIMENT O: HABILIDADE(S) : Formação sócio- cultu- ral-econômica da região, identificando sua mis- cigenação cultural. Lei- tura, interpretação e elaboração de represen- tações cartográficas. (EF13GE12MG) Identificar características naturais e socioculturais do lugar em que vive comparando-o com outras paisagens mineiras e brasileiras. PLANEJAMENTO TEMA DE ESTUDO: Formação sócio-cultural-econômica do local em que vive. DURAÇÃO: 2 aulas PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS: A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ ABERTURA: Inicie a aula introduzindo o que vai ser trabalhado. Exponha aos estudantes que neste momento estudaremos a nossa cidade, suas características naturais, econômicas e socioculturais. Apresente também a habilidade do Currículo Referência de Minas Gerais que esta sequência didática pretende auxiliá-los a desenvolver. Pergunte à turma se eles conhecem o lugar onde moram, é zona rural ou zona urbana? Se for zona urbana, é uma cidade grande ou pequena? Se for zona rural, o que os agriculto- res mais plantam? Vocês conhecem outra localidade parecida com a nossa? Ouça as contribuições da turma e intervenha quando necessário. B) DESENVOLVIMENTO: Comece apresentando para a turma o tema que irão estudar. Diga que iniciarão os seus estudos sobre o local onde vivem, seus aspectos naturais, sociais, econômi- cos e culturais. Entregue para cada estudante uma folha impressa em formato de ficha contendo os seguintes itens em branco para preenchimento pelo estudante: 99 Nome do município; zona (rural/urbana); porte da cidade; economia, populações tra- dicionais, raça/cor da população; região mineira. Durante o desenvolvimento desta sequência didática os estudantes irão preenchê-la. Monte uma apresentação com imagens locais dos itens propostos nas fichas para exibição em sala, com o apoio de um projetor, se possível, para ilustrar a sua fala. Inicie pelo município onde a unidade escolar está localizada. Pergunte à turma se eles sabem dizer o nome do município e que preencham no campo correspondente. Anote você também na lousa essas informações. Diga o nome, e o número de habi- tantes. Em seguida pergunte em qual zona a unidade escolar está localizada, zona rural ou urbana. Propicie que os estudantes estabeleçam uma relação de localização no campo ou na cidade a partir dos elementos da paisagem local. Por exemplo, “nossa escola está localizada na zona rural, pois na paisagem a qual ela parte podemos ver plantações, matas, poucas residências etc.” Em seguida, pergunte à turma em que a maioria das pessoas que ali residem ou seus familiares trabalham. São trabalhadores rurais ou trabalham em fábricas e comér- cios? Se forem trabalhadores rurais, eles mexem com agricultura ou pecuária? Se forem trabalhadores da cidade em que setor trabalham? Exponha que esta pergunta é importante porque toda cidade possui uma economia. Uma atividade principal que gera renda para a cidade e emprego para os seus cidadãos. Realize uma pesquisa ante- riormente e traga neste momento para a turma qual a principal atividade econômica da localidade. Contextualize a importância de uma boa economia para a manutenção dos empregos, da infraestrutura da cidade e para a qualidade dos serviços prestados à população, aproveite para dizer se ela é considerada rica ou pobre e por que. Realize uma pesquisa anterior sobre povos tradicionais que vivem na região. Que tipos de povos são, suas origens, nomes das comunidades, a localização, a cultura. Explique brevemente para a turma o que são os povos tradicionais e pergunte-os se conhecem algum. Em seguida, apresente esses povos com os dados recolhidos em seu levantamento. Faça também uma busca no site do Instituto Brasileiro de Geogra- fia e Estatística sobre a composição étnico racial da localidade, se são em maioria negros, brancos ou indígenas e amarelos, ou se existe uma paridade. Explique que é muito importante saber sobre a composição étnica da população de um determinado lugar, pois nos ajuda a entender fatores como desigualdades sociais e econômicas. Para finalizar a ficha, diga em qual Região de Planejamento mineira o município se encontra. Projete um mapa de Minas Gerais dividido por regiões e aponte-a nele. 100 Explique que Minas Gerais é um estado com uma grande extensão territorial. Seu tamanho inclusive pode ser comparado com o país europeu: a França. E que por isso dentro do nosso estado existe grande diversidade cultural, populacional, econômica, de paisagens, de natureza etc. Sendo assim cada município mineiro possui suas características, uns se parecem mais e outros menos. Traga imagens de localidades cujas paisagens se diferem muito das encontradas na localidade e faça uma compa- ração entre elas, apontando em qual região mineira este município está localizado. Realize essa comparação também com cidades de outros estados do país. Encerre a sequência pedindo aos estudantes para colarem as fichas no caderno e convide- os a realizar a atividade aqui proposta. RECURSOS: Computador, projetor, impressora, folha de papel A4 para impressão preto e branco. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO: Avaliação processual e contínua. ATIVIDADES 1 - Escreva o nome do seu município. 2- Faça um desenho da paisagem da localidade onde você mora, destacando os ele- mentos que permitem classificá-la como paisagem rural ou paisagem urbana. 101 3- Pinte no mapa de Minas Gerais a Região de Planejamento em que você reside. Disponível em: <https://www.revistaespacios.com/a17v38n39/17383906.html>. Acesso em: 11 de Março de 2022. 102 2022Ensino Fundamental3 o ano Ciências HumanasHistória MATERIAL DE APOIO PEDAGÓGICO PARA APRENDIZAGENS SIGNIFICATIVAS ANO DE ESCOLARIDADE REFERÊNCIA ANO LETIVO COMPONENTE CURRICULAR ÁREA DE CONHECIMENTO UNIDADE TEMÁTICA As pessoas e os grupos que compõem a cidade e o município. OBJETO(S) DE CONHECIMENTO: HABILIDADE(S) : História da formação da cidade e região da sociedade local. Como surgiu minha cidade? Quem a fun- dou e povoou? O que aconteceu? Quando? As inter-relações dos grupos populacio- nais. O crescimento econômico e tecnológico. Dados sobre a história da cidade ou região, usando diferentes fontes (relatos orais,fotografias antigas, documentos, objetos, etc). Registar os dados e informações coleta- das. Marcos e eventos importantes da região e localidade. Herança cultural dos diferentes grupos que povoam ou povoaram a região. (EF03HI01) Identificar os grupos populacionais que for- mam a cidade, o município e a região, as relações estabe- lecidas entre eles e os eventos que marcam a formação da cidade, como fenômenos migratórios (vida rural/ vida urbana), desmatamentos, estabelecimento de grandes empresas, etc. (EF03HI02) Selecionar, por meio da consulta de fontes de diferentes naturezas e registrar acontecimentos ocorri- dos ao longo do tempo na cidade ou região em que vive. (EF03HI03X) Identificar e comparar pontos de vista em relação a eventos significativos do local em que vive, aspectos relacionados a condições sociais e à presença de diferentes grupos sociais e culturais, com especial destaque para as culturas africanas (afro- brasileiras e quilombolas), indígenas, migrantes e refugiados. PLANEJAMENTO TEMA DE ESTUDO: A Formação e o desenvolvimento das Cidades ao longo dos tempos DURAÇÃO: 6 aulas de 50 minutos. 103 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS: A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ ABERTURA: Essa sequência didática foi elaborada com 7 momentos sobre o tema cidades. Você poderá adaptá-la para qualquer localidade ou região onde se encontra ou mora, inse- rindo as especificidades de cada localidade. A habilidade EF03HI01 será trabalhada nos momentos 1 e 2; a habilidade EF03HI02 nos momentos 3 e 4 e a habilidade EF03HI03 nos momentos 5, 6 e 7. As três habilidades do Currículo Referência de Minas Gerais (CRMG), vão ampliando o desenvolvimento do raciocínio histórico, da perspectiva temporal e da investigação dos estudantes. Explique aos estudantes o tema de estudo da sequência didática, destacando a importância de saber a origem do nome da sua cidade, os acontecimentos ocorridos ao longo do tempo e por fim identificar e comparar aspectos sociais e culturais nos locais onde se vive. Esse tema não se esgota aqui, devendo ser desenvolvido de forma contínua durante todo o ano, já que as cidades estão em constante transformação. No entanto, é necessário que você esteja atento ao fato de que muitas das capa- cidades requeridas para o desenvolvimento do raciocínio histórico e da cidadania só serão consolidadas no decorrer de um período maior, exigindo persistência no trabalho com um núcleo comum de habilidades e atitudes por meio de estratégias de ensino e de avaliação, que estabeleçam diferentes graus de complexidade ao longo do Ensino Fundamental. B) DESENVOLVIMENTO: 1º momento: Evolução das cidades Comece fazendo perguntas para sondar o conhecimento prévio dos estudantes. 1- Quando surgiram as primeiras cidades? (os estudantes poderão responder que foi em épocas mais recentes, pois têm pouca noção de longevidade). 2- Quais foram os principais fatores que levaram ao surgimento das cidades? (fale sobre a importância da alimentação para a sobrevivência e a economia para a forma- ção das cidades). 104 3- As primeiras cidades foram erguidas em volta de quê? (importância da água para a sobrevivência dos seres vivos). Depois de contextualizar as respostas dos estudantes, distribua cópias do texto para os estudantes e peça que colem no caderno. Leia o texto “Evolução das cidades” e depois promova uma discussão sobre as infor- mações do texto, comparando com as respostas dadas pelos estudantes quando você fez a abertura da aula. Evolução das cidades As cidades surgiram como centro das civilizações, e acompanharam a história humana desde a Antiguidade até os dias atuais. Os mais antigos registros arqueológicos encontrados de ruínas de cidades remon- tam à Revolução Neolítica, por volta de 4.000 a 3.000 a.C.. A constituição das cida- des na Antiguidade tinha por objetivo ser centro de comércio e ou também como fortificações de guerra contra inimigos. Percebe-se nas cidades do período o início da divisão do trabalho e a utilização de meios de troca, como conchas e pedras semipreciosas, no comércio. As cidades surgiram inicialmente como pequenas aldeias às margens de rios, e com o cresci- mento populacional e das atividades passaram a constituir cidades mais comple- xas. Os principais locais de surgimento das cidades foram ao longo dos vales dos rios Tigres e Eufrates, na Mesopotâmia; do Nilo, no Egito; do rio Indo, na Índia; do Yang-Tsé- Kiang e Hoang-HO na China; e do San Juan, na Mesoamérica. Fonte: Texto adaptado retirado dos livros citados na bibliografia. Para que os estudantes tenham uma visão mais ampla do surgimento e evolução das primeiras cidades, projete ou assista no computador/celular o vídeo: “Crescente Fér- til e o Surgimento das primeiras cidades.” Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=m7Q8AVGR7v0-duração: 2:18 Acesso em: 01 mar. 2022. 105 2º momento: As primeiras moradias brasileiras Leia o texto abaixo ou utilize o texto do livro didático sobre o tema, ou ainda, faça slides e projete para os estudantes. Os indígenas foram os primeiros habitantes da terra que hoje chamamos de Brasil. Tinham costumes e linguagens próprias. Apesar da grande diversidade entres esses povos, eles tinham muitas características em comum como: Fonte: Fragmento adaptado retirado dos livros citados na bibliografia. Depois de ouvir a resposta, converse com eles ressaltando que essa forma de organi- zação tem algo a ver com a solidariedade que os moradores devem manter entre si. De cada maloca parte um caminho na direção da praça, que fica no centro da aldeia, onde eles praticam os seus rituais, contam histórias, etc. PARA SABER MAIS: Entregue uma cópia do texto abaixo para cada estudante e depois faça a leitura expli- cando os pontos mais importantes do texto. As moradias eram as malocas, geralmente organizadas de modo circular em torno de um pátio central. Eram construídas com palhas e troncos de árvores, cobertas com folhas de palmeira e não tinham divisão interna. Pergunte aos estudantes, se eles sabem qual o motivo das malocas serem cons- truídas em círculo e não terem divisão interna. Entre os grupos indígenas há muitas formas de conceber e construir as casas, pois cada grupo tem um jeito diferente de pensar e de se relacionar com o ambiente onde vive. A casa é sempre parte da cultura de um povo. A maneira como ela é usada, dividida e construída reflete o jeito que os moradores têm de organizar o mundo. Além disso, as construções variam muito de acordo com o modo de vida, o clima, o tipo de ambiente e os materiais de que os grupos dispõem para a construção. 106 Professor (a), se for possível mostre ou projete imagens dos mais variados tipos de moradias dos indígenas para enriquecer o universo do saber dos estudantes. Você encontra muitas imagens no endereço abaixo. Disponível em: https://mirim.org/pt-br/como-vivem/casas Acesso em 01 mar. 2022. Fomos colonizados pelos portugueses (Portugal era a metrópole) com a proposta de explorar o território brasileiro, que se tornou a sua colônia. 3º momento: A vida nas vilas coloniais Professor(a), no 3º e 4º momentos, abordaremos a habilidade EF03HI02, que não se esgota aqui e deve ser trabalhada em outras aulas. Entregue uma cópia do texto “A vida nas vilas coloniais” para cada estudante e peça que colem no caderno. Em seguida, faça uma leitura compartilhada do texto. Socialize com os alunos o texto abaixo para enriquecimento, explicando a rela- ção entre colonizador e colonizado. A função da colônia era produzir e fornecer mercadorias que pudessem enriquecer a metrópole. As fazendas de cana-de-açúcar surgiram e com ela a escravização de negros africanos. Aqui, os escravizados eram forçados a trabalhar nas lavouras. Os escravizados povoaram grande parte do território e estabeleceram relações sociais, culturais e econômicas que, junto com os indígenas e portugueses, cons- tituem a base da identidade brasileira. Para os indígenas, a colonizaçãoportuguesa resultou na destruição de grande parte da população, no enfraquecimento da cultura e na A vida nas vilas coloniais As primeiras vilas no Brasil surgiram no Período Colonial. Com o objetivo de povoar o território e tornar a terra mais produtiva, os portugue- ses deram início ao processo de colonização do Brasil. Para isso, construíram as primeiras vilas e cidades nas regiões litorâneas. A fundação da vila de São Vicente, em 1532, marcou o início desse processo, que foi logo seguido pela fundação de outras vilas e 107 Fonte: Fragmento adaptado retirado dos livros citados na bibliografia. Professor (a), depois da leitura compartilhada do texto, direcione os seus estu- dantes para desenvolverem a atividade abaixo sobre os elementos existentes nas vilas coloniais. Você pode projetar a imagem e fazer a atividade coletivamente, relacionando cada descrição à letra correspondente na ilustração. Fonte: Imagem escaneada do livro “Vamos Aprender- Interdisciplinar História e Geografia- 4º ano-Editora SM Ltda- Páginas 154 e 155. Livro citado na bibliografia. 108 Assim com o São Vicente, as primeiras vilas coloniais situavam-se no litoral, onde havia maior facilidade de escoamento de mercadorias, como o pau-brasil e o açú- car, que eram transportados de navio para a Europa. Além disso, por causa da falta de conhecimento que tinham do território, os coloni- zadores europeus encontraram dificuldades para avançar para o interior do Brasil. Outro fator importante que dificultou a fundação de vilas no interior do Brasil foi a resistência de muitos povos indígenas, que combatiam Fonte: Atividade retirada do livro“Vamos Aprender- Interdisciplinar História e Geografia- 4º ano-Editora SM Ltda- Páginas 157. Livro citado na bibliografia. 4º momento: Aprofundando os nossos conhecimentos Faça uma roda de conversa e dialogue com os estudantes sobre a chegada dos colo- nizadores e a devastação da natureza em território brasileiro. Depois de conversarem, peça aos estudantes que façam desenhos retratando a nossa natureza antes e depois da chegada dos portugueses. Exponha os desenhos em murais da escola. 5º momento: A união de costumes Professor(a), a partir do momento 5º começaremos a abordar a habilidade EF03HI03, lembrando que o tema não se esgota aqui e que deverá e poderá ser trabalhado em aulas posteriores. Fale para os estudantes sobre a importância da formação cultural brasileira. 109 Vocês consideram que a partir das relações estabelecidas entre portugueses e indígenas, a formação de vilas/cidades, contribuíram para o início do desmata- mento e destruição da natureza no Brasil? Por quê? Rio de Janeiro - Brasil Disponível em: https://pixabay.com/pt/photos/os- pr%C3%A9dios- antigos-hist%C3%B3rico-5319692/. Acesso em: 02 mar. 2022. Lisboa - Portugal Disponível em: https://pixabay.com/pt/photos/ el%c3%a9ctrico- comboio-viajar-por-lisboa-4379656/ Acesso em: 02 mar. 2022. Professor (a), mostre ou projete imagens de cidades de diferentes regiões do Brasil com seus prédios coloniais, elencando semelhanças e diferenças entre elas como: localização, tipos de materiais usados, tipos das construções, etc. 110 A formação cultural brasileira aparece de forma marcante em algumas cidades. Em Salvador, por exemplo, as marcas do passado escravista estão preservadas nas igrejas das irmandades, que eram associações de ajuda entre africanos escraviza- dos que buscavam a liberdade (alforria). Ao mesmo tempo, a cidade preserva com orgulho a culinária de origem africana e tem como patrimônio histórico imaterial o processo de feitura do acarajé. Além de Salvador, a arquitetura de grande parte das cidades mais antigas do Brasil remete ao casario típico de Portugal. Fonte: Fragmento retirado e adaptado dos livros citados na Os costumes indígenas estão presentes em muitas formas de viver dos brasileiros. Quando os portugueses chegaram aqui encontraram os grupos indígenas organiza- dos e totalmente adaptados às condições da terra e do clima. Para sobreviver, os portugueses tiveram que absorver o modo de vida dos indíge- nas que já estavam aqui. Vamos fazer uma atividade divertida? Para essa atividade você pode dar cópia para os estudantes, ou projetar e fazer cole- tivamente. 1 - A maioria das vilas era instalada no interior, distante de fontes de água. ( ) Verdadeiro ( ) Falso Imagem 1 2- Para se adaptar ao clima, os colonos adotaram alguns hábitos indígenas, como dormir em redes. ( ) Verdadeiro ( ) Falso Imagem 2 3- A maior parte do trabalho pesado era realizada pelos colonos. ( ) Verdadeiro ( ) Falso Imagem 3 4- Graças aos celulares, a comunicação entre vilas e cidades afastadas foi facilitada. 111 Imagem 4 ( ) Verdadeiro ( ) Falso 5- Os tropeiros passavam muito tempo nos locais de pouso, que acabaram transfor- mando-se em vilas que deram origem às cidades. Imagem 5 ( ) Verdadeiro ( ) Falso 6- Os vaqueiros usavam motos para levar rebanhos de bois ao interior. Imagem 6 ( ) Verdadeiro ( ) Falso 7- Os bandeirantes ensinavam aos indígenas a andar na mata e a reconhecer frutos comestíveis. Imagem 7 ( ) Verdadeiro ( ) Falso 8- Por muito tempo, as fontes e os chafarizes foram responsáveis pelo abasteci- mento de água da população. Imagem 8 ( ) Verdadeiro ( ) Falso 112 6º momento: O nome da nossa cidade/município Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/787707791062597956/ Acesso em: 02 mar. 2022. Conhecer a origem do nome de nossa cidade é muito importante! Saber sobre a história da nossa cidade nos traz a percepção de que, assim como os nossos nomes foram escolhidos por pessoas próximas, as cidades também passa- ram por isso. Professor(a), é importante que os estudantes entendam que assim como temos um nome próprio que nos foi dado por alguém da nossa família, os municípios e as cidades brasileiras também possuem nomes que receberam por algum motivo e que não surgiram do nada. Eles carregam muitas histórias que se misturam com o desenvolvimento das cidades. Vamos retomar os conhecimentos que adquirimos anteriormente sobre a origem dos nossos nomes? Assim fica mais fácil o nosso estudo sobre a origem dos nomes das cidades. Lembrando que o povo brasileiro foi formado com a presença de diferentes grupos sociais e culturais. 113 Exemplificando: 7º momento: O nome da nossa cidade Professor (a), lembre-se que você precisa pesquisar o nome da cidade onde mora/ trabalha. Agora, escreva o nome da sua cidade na lousa como no exemplo abaixo. Pergunte à turma se alguém sabe a origem do nome do município/cidade que vocês moram, como no exemplo abaixo. 114 Agora, conte aos estudantes quem escolheu o seu nome, expondo como foi o pro- cesso de escolha. Quem o escolheu? Por quê? Havia mais opções de nomes? Em seguida, pergunte a cada estudante quem escolheu o seu nome, qual o motivo da escolha e se sabem o significado. Se eles não souberem responder, peça a eles que perguntem aos pais ou responsá- veis. Na aula seguinte volte ao tema dando oportunidade de todos falarem e discu- tirem sobre a escolha e origem dos nomes. Imagens da cidade de Araxá-MG. Grande Hotel Termas de Araxá - Fonte- IBGE Vista da Cidade de Araxá- Fonte- Prefeitura Municipal de Araxá Caso a cidade de vocês seja antiga e já tenha tido mais de um nome, escreva o pri- meiro nome que a cidade teve e pergunte à turma se alguém sabe qual cidade é. Em seguida, escreva o nome atual e diga a história da escolha do primeiro nome e o motivo da troca. Você poderá mostrar imagens ou projetar fotografias descrevendo como era o local ou imagens do que derivou o nome da cidade, como o exemplo abaixo: Em Araxá, o primeiro nome foi Aldeia dos Arachás, por isso apresentou imagens dos Indígenas Arachás. Xamã catú-awa-arachá Disponível em: https://br.pinterest.com/ pin/434175220302784932/ Acesso em 02 mar. 2022. Edson Adolfo, descendente do cacique Andaiá Uru Arachá Disponível em: <http://araxahoje.com.br/noticia/link/2536/ alunos- de-uberaba-resgatam-em-video-historia-da-tribo-arachas>. Acesso em 02 mar. 2022. 115 Araxá é um município brasileiro localizado na Zona Geográfica do Alto Paranaíba, no Estado de Minas Gerais. A palavra “Araxá”, de origem tupi-guarani (“ara” e “cha”), significa lugar elevado, planalto. Originariamente, “Arachás” denominava os indígenas - primeiros habitantes da região. Fonte: Disponível em:<https://cidades.ibge.gov.br/brasil/mg/araxa/historico>. acesso em 19 Se a origem do nome de seu município for em razão de alguma característica da cidade, como fruta, flor, pessoa considerada importante para a região, estado ou para o Brasil, selecione algumas imagens do que foi homenageado e exponha para a turma. Se o nome do homenageado for algum indivíduo ou nome de origem indígena ou quilombola (afrodescentes), pesquise e conte sua história, ressaltando o motivo que influenciou a escolha do nome da cidade. Exemplos: FRUTAL (MG): segundo a tradição oral, o topônimo da cidade está ligado à abundân- cia, nas margens dos ribeirões da área, de um fruto semelhante à jabuticaba e que era conhecida pelos moradores simplesmente como “fruta”. Em decorrência, o local que cresceu nas proximidades passou a ser conhecido como Patrimônio das Frutas, depois como Carmo do Fructal e hoje, simplesmente Frutal. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Frutal>. Acesso em: 19 mar. 2022. UBERLÂNDIA (MG): a cidade teve outros nomes, mas o primeiro foi de São Pedro de Uberabinha. Somente em 19 de outubro de 1929, foi mudado para Uberlândia. A origem do nome vem do latim e do alemão, pois “uber”, do latim, significa fértil, e do alemão a palavra “lândia”, que significa terra. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Uberl%C3%A2ndia>. Acesso em: 19 mar. 2022. DORES DO INDAIÁ (MG): Os primeiros habitantes foram os índios tapuias que tinham acampamento localizado na atual fazenda tapuia. Posteriormente, um grupo de negros fugidos, formaram alguns quilombos e promoveram o afastamento dos indí- genas.Fonte: História da cidade. Disponível em:<https://www.doresdoindaia.mg.gov.br>. Acesso em: 19 mar. 2022. BELO HORIZONTE (MG): é a capital do Estado de Minas Gerais. É o terceiro princi- pal centro urbano do país em termos econômicos, com uma população estimada em 2.530.701 pessoas (IBGE-2021). Em Minas Gerais, Belo Horizonte é a maior cidade em termos populacionais. Os primeiros habitantes do território onde hoje se ergue a cidade foram os índios Cataguases. Na segunda metade do século XVII, ali ocorreram as primeiras entradas desbravadoras de bandeirantes paulistas em busca de ouro. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Belo_horizonte>. Acesso em: 19 mar. 2022. 116 OLIVEIRA(MG): há relatos que os primitivos habitantes da região encontraram naquelas paragens, na época do desbravamento do oeste, algumas árvores frutífe- ras produtoras da azeitona, levando-os a denominar o local de “Oliveiras”, nome que, posteriormente, acabou simplificado para Oliveira. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Oliveira>. Acesso em: 19 mar. 2022. SÃO JOÃO DEL REI (MG): em 8 de julho de 1713, foi criada a vila, que recebeu, em homenagem a D. João V e Tomé Portes Del Rei, o nome de São João Del Rei. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_jo%C3%A3o_del_rey>. Acesso em: 19 mar. 2022. LEOPOLDINA (MG): seu nome é uma homenagem à princesa Leopoldina de Bragança e Bourbon, filha do Imperador D. Pedro II. Hoje é formado pelo distrito-sede e pelos dis- tritos de Abaíba, Piacatuba, Providência, Ribeiro Junqueira e Tebas. A cidade, à época do ciclo do café, foi uma das mais importantes da antiga província de Minas Gerais. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Leopoldina_de_Bragan%C3%A7>. Acesso em: 19 mar. 2022. Em seguida, pergunte aos estudantes: RECURSOS DIDÁTICOS: Quadro ou lousa, Giz ou pincel, imagens, computador, projetor de vídeo e slides, notebook/computador, folha branca, celular, cópias de imagens e textos, lápis de cor, tesoura, papel craft. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO: A avaliação deverá ser processual e contínua, permeando todas as atividades pro- postas pelo professor. Desta forma, ao longo do processo, o professor poderá avaliar o estudante segundo sua participação nas atividades realizadas: leitura, interpreta- ção de texto, debates, pesquisas, apresentações de trabalho, produção de textos e imagens críticas e também por outras atividades escritas a respeito do tema traba- lhado nas aulas. Se vocês pudessem escolher o nome de alguma cidade, qual seria? Proponha que eles façam um desenho da cidade que desejariam nomear. 117 ATIVIDADES Cada estudante deverá produzir um texto sobre sua relação com a cidade onde vive. Organize um roteiro para que o estudante tenha claro o que deverá conter em sua produção. Sugestão de roteiro: • Quem sou eu. • Onde moro. • O que observo quando ando nas ruas do meu bairro. • O que mais gosto. • O que menos gosto. • O que faço nos momentos de lazer. • O que falta no meu bairro. Cada estudante entregará junto com o texto uma ilustração da sua cidade, como forma de representação (como ele vê o espaço onde vive). O texto e a ilustração deverão ser compartilhados e expostos em murais. 118 2022Ensino Fundamental3 o ano Ciências HumanasEnsino Religioso MATERIAL DE APOIO PEDAGÓGICO PARA APRENDIZAGENS SIGNIFICATIVAS ANO DE ESCOLARIDADE REFERÊNCIA ANO LETIVO COMPONENTE CURRICULAR ÁREA DE CONHECIMENTO UNIDADE TEMÁTICA Identidades e Alteridades. OBJETO(S) DE CONHECIMENT O: HABILIDADE(S) : Espaços e territórios religiosos. (EF03ER09MG) Identificar os diferentes tipos de espaço e de território, em sua localidade. (EF03ER01) Identificar e respeitar os diferentes espaços e territórios religiosos de diferentes tradições e movimentos religiosos. PLANEJAMENTO TEMA DE ESTUDO: Espaços e territórios religiosos. DURAÇÃO: 2 a 3 aulas PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS: A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ ABERTURA: 1) Abordagem do tema em uma roda de conversa. 2) Contação e diálogo da história: Declaração Universal dos Direitos Humanos (Adap- tação de Ruth Rocha e Otávio Roth). 3) Estudo do pensamento da história que resume o artigo XVIII da Declaração Univer- sal dos Direitos Humanos (item 2): “Todas as pessoas têm o direito de pensar como e o que quiserem. Elas têm o direito de trocar suas ideias e praticar a sua fé em público ou em particular.” 119 Estudo e debate do vídeo “Diversidade Religiosa.” Disponível em: <https://www. youtube.com/watch?v=m7MoQFFQdog>. B) DESENVOLVIMENTO: 1) Discussão sobre o vídeo apresentado. 2) Leitura coletiva dos textos: “A rua do Marcelo” e o poema ‘Se essa rua fosse minha”. 3) Atividades de interpretação dos textos e entendimento. RECURSOS: 1) Livro: Declaração Universal dos Direitos Humanos (Adaptação de Ruth Rocha e Otávio Roth). 2) Data show para apresentação do vídeo “Diversidade Religiosa”. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO: 1) Levar em conta as especificidades de cada aluno e a frequência da entrega das atividades propostas. ATIVIDADES A rua do Marcelo Disponível em: https://imagensemoldes.com.br/desenhos-para-colorir-de-casas-3/ Acesso em: 18 mar. 2022. 120 Na minha rua tem uma porção de casas e prédios. Tem casas que servem para morar, tem outras que servem para trabalhar. Quando os prédios servem para morar, cha- mam-se prédios de apartamentos. Na minha opinião, esses prédios deviam se chamar empilhamentos, porque são uma porção de casas empilhadas umas em cima das outras. Na minha rua tem casas térreas, que são casas de baixinhas como a da Terezinha. E tem casas altas, como a do Catapimba, que tem escada dentro e chama sobrado. E tem a casa do Zeca, que fica em cima da padaria. E tem o prédio onde mora o Alvinho, que é bem alto e tem até elevador. Tem casas que ficam longe da calçada e outras que ficam lá no fundo e tem jardim na frente, como a casa da Teresinha. E tem umas que tem espaço grande nos fundos, quese chama quintal, como a casa do Catapimba. E na minha rua tem a minha casa. Minha casa não é tão grande nem pequena e tem um jardim na frente com outra casa dentro: a casa do meu cachorro, o Latildo! Na minha rua tem muitos amigos e a gente gosta muito de brincar, uns na casa dos outros. Um dia, se você passar lá perto, venha conhecer a minha rua! Ruth Rocha, A rua do Marcelo, São Paulo: Salamandra, 2001. 1 - Leia o texto e dê outro título para ele. 2- Qual é a ideia principal do texto? 3- Enumere os tipos de construção apresentados por Marcelo. 4- Copie a frase do texto que demonstra a amizade. 121 5- Marcelo mostrou vários tipos de moradias. A sua casa se parece com qual? 6- Você percebeu que o Marcelo presta atenção nos tipos de moradias e espaços de convivência? Será que ele pretende ser um construtor ou engenheiro? Escreva seu comentário. 7- Numere a segunda coluna de acordo com a primeira. 1ª COLUNA 2ª COLUNA Reside num prédio alto com elevadores. Ele mora em cima de um ponto comercial. No segundo andar. A casa dele tem um quintal enorme. A sua casa tem um jardim na frente. Querido cachorro da família. Tem uma casa dentro da casa do Marcelo. Mora numa residência térrea. Ela é baixinha na estatura. SE ESSA RUA FOSSE MINHA DOMÍNIO POPULAR Se essa rua, se essa rua fosse minha Eu mandava, eu mandava ladrilhar Com pedrinhas, com pedrinhas de brilhantes Para o meu, para o meu amor passar Nessa rua, nessa rua tem um bosque Que se chama, que se chama solidão Dentro dele, dentro dele mora um anjo Que roubou, que roubou meu coração Se eu roubei, se eu roubei teu coração É porque, é porque te quero bem Se eu roubei, se eu roubei teu coração É porque tu roubaste o meu também 122 1. Latildo ( ) 2. Teresinha ( ) 3. Marcelo ( ) 4. Catapimba ( ) 5. Zeca ( ) 6. Alvinho ( ) 8- Qual é a ideia mais importante deste poema? 9- Por que o autor não pode ladrilhar a rua? 10 - Cite três exemplos de espaço público que você conhece. 11 - Cite três exemplos de espaço privado que você conhece. OS ESPAÇOS RELIGIOSOS Ao passear por seu bairro ou por sua cidade você já deve ter visto alguma construção feita para abrigar os seguidores de uma religião. Às vezes vemos alguma igreja ou templo em que os fiéis daquela crença frequentam para manifestar sua fé. As pessoas que vivem em uma sociedade que têm maneiras diferentes de pensar, por isso, existem várias religiões, pois cada pessoa tem seu modo de crer e viver. Há pessoas que seguem religiões bem diferentes da religião que você segue. E há também pessoas que seguem a mesma religião que você. De qualquer forma, todas essas pessoas merecem ter suas crenças respeitadas. O modo diferente de crer e praticar suas religiosidades faz com que as pessoas cons- truam edificações diferentes para manifestarem sua fé. Disponível em : https://ensinarhoje.com/ensino-religioso-3o-ano-espacos-e-territorios-religiosos/. Acesso em 18 mar. 2022. 123 12 - Observe abaixo exemplos de construções feitas para a prática religiosa. Fonte: <https://ensinarhoje.com/wp-content/uploads/2021/04/EF03ER01-Identificar-e-respeitar-os-diferentes- espacos-e- territorios-religiosos-de-diferentes.png>. Acesso em: 24 mar. 2022 A.Você já foi em alguma construção religiosa? Se sim, qual? B.Você conhece alguma construção religiosa que não seja da sua religião? Se sim, qual? C.Converse com seus familiares sobre os lugares que consideram sagrados para sua família e depois escreva abaixo o nome desses lugares. D. Descreva e desenhe como é a construção do lugar que você frequenta para mani- festar sua religiosidade. 124 3º Ano MATERIAL DE APOIO PEDAGÓGICO PARA APRENDIZAGENS Ensino Fundamental 2º Bimestre GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS ESCOLA DE FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL DE EDUCADORES SUMÁRIO LÍNGUA PORTUGUESA...............................................................pág 01 Planejamento 1: Seleção de história para leitura e reconto.pág 02 Planejamento 2: Trabalhando e aprendendo com a fábula: O leão e o mosquito..................................................................pág 07 Planejamento 3: Estatuto da Criança e do Adolescente na história em quadrinhos......................................................................pág 16 Planejamento 4: Leitura e previsão do tempo.....................pág 25 Planejamento 5: Verbo..............................................................pág 33 Planejamento 6: Trabalhando a ortografia................................pág 37 ARTE........................................................................pág 44 Planejamento 1: A quadrilha.....................................................pág 44 EDUCAÇÃO FÍSICA....................................................................pág 49 Planejamento 1: Pega Pega linha..............................................pág 49 Planejamento 2: Pega Pega Harry Potter.............................pág 52 Planejamento 3: Dança do Jornal.........................................pág 55 Planejamento 4: Dança Maluca.................................................pág 58 MATEMÁTICA.......................................................................pág 61 Planejamento 1: Probabilidade e Estatística.........................pág 61 Planejamento 2: Figuras geométricas..................................pág 66 CIÊNCIAS............................................................................pág 72 Planejamento 1: Características dos Animais - parte 1.............pág 72 Planejamento 2: Características dos Animais - parte 2........pág 83 Planejamento 3: Características da Terra............................pág 87 GEOGRAFIA.........................................................................pág 93 Planejamento 1: Os diferentes modos de vida das populações tradicionais mineiras............................................................pág 93 Planejamento 2: Impactos ambientais das atividades econômicas no espaço rural e urbano.....................................................pág 97 Planejamento 3: Os processos naturais e históricos que modificam a paisagem...............................................................................pág 101 Planejamento 4: Formas de representação do espaço em modelos bidimensionais e tridimensionais.........................pág 105 HISTÓRIA...........................................................................pág 109 Planejamento 1: A importância dos patrimônios naturais e culturais...........................................................................pág 109 Planejamento 2: Memória da cidade........................................pág 121 ENSINO RELIGIOSO.........................................................................pág 127 Planejamento 1: Espaços sagrados.....................................pág 127 MATERIAL DE APOIO PEDAGÓGICO PARA APRENDIZAGENS SIGNIFICATIVAS PRÁTICAS DE LINGUAGEM Leitura/escuta (compartilhada e autônoma). Oralidade. OBJETO(S) DE CONHECIMENT O: HABILIDADE(S) : Participação nas ati- vidades orais – expo- sição oral. Leitura e interpreta- ção de textos. Linguagem e cons- trução do texto. Participação nas atividades orais reconto. Relacionar os conhe- cimentos adquiridos com o cotidiano(em equipe e/ou indivi- dual). Participação nas ati- vidades orais. Relacionar os conhe- cimentos (EF35LP02) Selecionar livros da biblioteca e/ou do cantinho de leitura da sala de aula e/ou disponíveis em meios digitais para leitura individual, justificando a escolha e compartilhando com os colegas sua opinião, após a leitura. (EF15LP19) Recontar oralmente, com e sem apoio de imagem, textos literários lidos pelo professor. (EF35LP18) Escutar, com atenção, apresentações de trabalhos realizados por colegas, formulando perguntas pertinentes ao tema e solicitando esclareci- mentos sempre que necessário. (EF15LP19) Recontar oralmente,com e sem apoio de imagem, textos literários lidos pelo professor. (EF15LP09) Expressar-se em situações de intercâmbio oral com clareza, preo- cupando-se em ser compreendido pelo interlocutor e usando a palavra com tom de voz audível,boa articulação e ritmo adequado. (EF15LP12) Atribuir significado a aspectos não linguísticos(paralinguísticos) observados na fala, como direção do olhar, riso, gestos, movimentos da cabeça (de concordância ou discordância), expressão corporal, tom de voz. (EF15LP13) Identificar finalidades da interação oral em diferentes contextos comunicativos (solicitar informações, apresentar opiniões, informar, relatar experiências etc.). (EF35LP19) Recuperar as ideias principais em situações formais COMPONENTE CURRICULAR Língua Portuguesa ÁREA DE CONHECIMENTO Linguagens REFERÊNCIA Ensino Fundamental ANO DE ESCOLARIDADE 3 o ano – 2 o bimestre ANO LETIVO 2022 adquiridos com o cotidiano(em equipe e/ou indivi- dual). de escuta de exposições, apresentações e palestras. (EF35LP19) Recuperar as ideias principais em situações formais de escuta de exposições, apresentações e palestras. 1 PLANEJAMENTO TEMA DE ESTUDO: Seleção de história para leitura e reconto DURAÇÃO: 2 aulas PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS: A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA: Esta é uma proposta de atividade permanente para trabalhar rodas de leitura. Os campos de atuação priorizados nesta atividade são: artístico-literário/vida coti- diana. O objetivo é enfatizar atividades que busquem os efeitos de sentido dos textos multissemióticos, das atividades poéticas, da brincadeira com a palavra e a imagem. Neste nível de leitura, espera-se o trabalho das relações entre o verbal e não verbal, buscando a intencionalidade da produção de mensagens. Os gêneros priorizados são: contos (populares, de fadas, de assombração etc.), cordel, crônicas, texto dra- mático. A esfera lúdica escolhida para o 3º ano do Ensino Fundamental é o universo circense: Ler é um espetáculo! Esta atividade de roda de leitura pode ampliar a fluência e a consolidação da leitura expressiva, de modo que, na dinâmica proposta, os estudantes se constituam como mediadores de suas próprias leituras. Assim, buscam-se novas interações com o livro de maneira prazerosa, entendendo as histórias como fonte de múltiplas informações e também de entretenimento. Por isso, tende-se a compartilhar experiências pelo prazer da leitura, tendo como foco a função lúdica, de encantamento com os textos, mas também pela criticidade, pelo escutar o outro, pelo diálogo, principalmente por meio da leitura coletiva e compartilhada. B) DESENVOLVIMENTO: 1º momento: O professor deverá preparar o ambiente em que serão realizadas as rodas de leitura, os estudantes deverão ser distribuídos em círculo ou semicírculo. É importante criar um ambiente agradável e, se possível, fornecer tapetes ou almofadas para que os estudantes possam se sentar de maneira confortável no chão. Deixe os estudantes terem contato direto com livros. Em seguida junto com a turma selecione um dos livros para contação de história. 2 Solicite que os discentes observem e respondam com base nas informações volta- das para critérios como: • Título da obra. • Nome do autor. • Ilustrações (e a relação entre o texto verbal). • Capa. • Gênero. Faça a leitura em voz alta para a turma com o intuito de que todos visualizem o livro. A leitura deve ser realizada com o livro voltado para as crianças, para que observem as ilustrações enquanto escutam a história. Logo após a leitura, inicie o momento das discussões para que os estudantes apre- sentem pontos de vista destacando as informações mais relevantes e a identificação do tema, personagens, enredo, tempo e espaço, relacionando o texto com a reali- dade. Esses elementos serão evidenciados pelo leitor por meio da interação com fichas de perguntas, que ficarão no meio da roda. Cada ficha apresentará um ques- tionamento: QUEMÉ O AUTOR DO TEXTO/OBRA? QUAL O TÍTULO DO TEXTO/ LIVRO? DO QUE O TEXTO/LIVRO FALA? GOSTEI (NÃO GOSTEI) DA PARTE EM QUE… ACHEI ENGRAÇADO QUANDO… NÃO SABIA QUE… A ILUSTRAÇÃO QUE MAIS GOSTEI FOI… INDICO O TEXTO AO MEU COLEGA PORQUE... NÃO INDICO O TEXTO AO MEU COLEGA PORQUE... Ainda em círculo ou semicírculo, um estudante escolhe uma ficha e responde a questão com base na leitura da história . Desta maneira, compartilha com o grupo as características da obra selecionada, de maneira que todos possam ouvi-lo e com- preender sua participação. Discuta com os estudantes sobre as respostas apresentadas, observando se estão adequadas. 2º momento: Propor o reconto oral da história com a participação de todos a partir da apresenta- ção das imagens da história. 3 RECURSOS: Fichas com as questões, livros literários, caderno , lápis , borracha e lápis de cor. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO: O processo de avaliação deverá ser contínuo, abrangendo todas as práticas propos- tas, considerando as aprendizagens e os ítens: participação individual e coletiva, socialização, interesse e realização das atividades individuais. ATIVIDADES 1 - Registrar no caderno as respostas dos questionamento das fichas. QUEMÉ O AUTOR DO TEXTO/OBRA? QUAL O TÍTULO DO TEXTO/ LIVRO? DO QUE O TEXTO/LIVRO FALA? GOSTEI (NÃO GOSTEI) DA PARTE EM QUE… ACHEI ENGRAÇADO QUANDO… NÃO SABIA QUE… A ILUSTRAÇÃO QUE MAIS GOSTEI FOI… INDICO O TEXTO AO MEU COLEGA PORQUE... NÃO INDICO O TEXTO AO MEU COLEGA PORQUE... 4 PRÁTICAS DE LINGUAGEM Oralidade. Leitura/escuta (compartilhada e autônoma. Análise linguística/semiótica (Ortografização). OBJETO(S) DE CONHECIMENT O: HABILIDADE(S): Participação nas atividades orais – características da conversação espontânea. Relacionar os conhecimentos adquiridos com o cotidiano (em equipe e/ou individual). Relacionar os conhecimentos adquiridos com o cotidiano (em equipe e/ou individual). Pontuação e entonação expres- siva nos textos. Relacionar os conhecimentos adquiridos com o cotidiano (em equipe e/ou individual). Formação de palavras: derivação classes gramaticais (substantivos e verbos)-funções na oração. Leitura e interpretação de textos– antecipação de sentido. (EF15LP11X) Reconhecer características da conversação espontânea presencial, respei- tando os turnos de fala (momentos da fala), selecionando e utilizando, durante a conver- sação, formas de tratamento adequadas, de acordo com a situação e a posição do interlo- cutor. (F15LP10) Escutar, com atenção, falas de pro- fessores e colegas, formulando perguntas per- tinentes ao tema e solicitando esclarecimentos sempre que necessário. (EF35LP22) Perceber diálogos em textos narra- tivos, observando o efeito de sentido de verbos de enunciação e, se for o caso, o uso de varie- dades linguísticas no discurso direto. (EF15LP13) Identificar finalidades da interação oral em diferentes contextos comunicativos (solicitar informações, apresentar opiniões, informar, relatar experiências etc.). (EF03LP07) Identificar a função na leitura e usar na escrita ponto final, ponto de interroga- ção, ponto de exclamação e, em diálogos (dis- curso direto), dois pontos e travessão. (EF35LP14) Identificar em textos e usar na pro- dução textual pronomes pessoais, possessivos e demonstrativos, com o recurso coesivo ana- fórico. 5 OBJETO(S) DE HABILIDADE(S): CONHECIMENTO: Levantamento de hipóteses. Leitura e interpretação de textos. Leitura e interpretação de textos. Leitura e interpretação de textos- -inferência. Identificação das partes que com- põem o enredo da história. Palavras de ligação (coesão). Relacionar os conhecimentos adquiridos com o cotidiano (em equipe e/ou individual). Leitura e interpretação de textos- -compreensão global do texto. (EF15LP02A) Estabelecer expectativas em rela- ção ao texto que vai ler (pressuposições ante- cipadoras dos sentidos, da forma e da função social do texto), apoiando se em seus conheci- mentos préviossobre as condições de produção e recepção desse texto,(o gênero, o suporte e o universo temático, bem como sobre saliências textuais, recursos gráficos, imagens, dados da própria obra (índice, prefácio etc.). (EF15LP02B) Confirmar antecipações e infe- rências realizadas antes e durante a leitura de textos, checando a adequação das hipóteses realizadas. (EF35LP04 ) Inferir informações implícitas nos textos lidos. (EF35LP05) Inferir o sentido de palavras ou expressões desconhecidas em textos, com base no contexto da frase ou do texto. (EF35LP06) Recuperar relações entre partes de um texto, identificando substituições lexi- cais (de substantivos por sinônimos) ou prono- minais (uso de pronomes anafóricos–pessoais, possessivos, demonstrativos) que contribuem para a continuidade do texto. (EF35LP03) Identificar a ideia central do texto, demonstrando compreensão global. 6 PLANEJAMENTO TEMA DE ESTUDO: Trabalhando e aprendendo com a fábula: O leão e o mosquito DURAÇÃO: 03 aulas PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS: A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA: Acreditando ser a leitura a porta de acesso para o sucesso dos estudantes em sala de aula e na vida, pretendemos com uso do gênero fábulas, despertar o gosto pelo ler, buscando incentivá-los a ler nas entrelinhas o que o texto não mostra na primeira leitura, mas que a partir da leitura mais profunda e prazerosa, cheguem a elementos que antes passavam despercebidos. Trabalhar com o gênero literário fábulas, levando em consideração o conhecimento do leitor e a interação deste conhecimento com os demais atores, desenvolve habili- dades que os tornam capazes de entender e transmitir o ensinamento do texto, vol- tando esse aprendizado para a realidade em que vivem hoje, proporcionando mudan- ças significativas. Do Latim, Fábula significa “história, jogo ou narrativa”. Enquanto gênero discursivo, é desenvolvida a partir dos elementos essenciais característicos dos tipos de tex- tos narrativos, como personagens (protagonista, antagonista e coadjuvante), narra- dor (personagem, observador ou onisciente), foco narrativo (1º ou 3º pessoa), tempo (cronológico ou psicológico) e espaço (onde acontece a história). Com relação às características do gênero fábula, podemos dizer que se trata de uma composição literária em prosa e, de maneira geral, bastante breve. Os persona- gens das fábulas são animais que se personificam, ou seja, adquirem características dos seres humanos. Com relação ao público infantil, a fábula representa um importante espaço para a disseminação de valores essenciais às relações sociais, como ética, amizade, res- peito às diferenças, humildade, generosidade etc. Por essa razão, podemos dizer que as fábulas são textos bastante eficientes no que se refere aos aspectos didático- pedagógicos, já que abordam conflitos inerentes à vida dos seres humanos em socie- dade de maneira lúdica. Outra característica que torna a fábula um gênero discursivo bastante didático- -pedagógico é a explicitação da “Moral da história”, que é uma interpretação ou 7 análise breve a respeito da história, sendo geralmente exposta após o desfecho da narrativa. É importante ressaltar que nem todas as fábulas apresentam a “Moral da história” ao final. Muitos estudiosos acreditam que as primeiras Fábulas tenham sido criadas oral- mente, no século 6 a.C., por um escravo da Grécia Antiga chamado de Esopo. Grande parte das fábulas de Esopo é conhecida, sobretudo, em virtude das contribuições de Jean de La Fontaine, um escritor francês que se dedicou a passar para o papel as histórias de Esopo, eternizando-as. B) DESENVOLVIMENTO 1º Momento: Inicie informando que nosso texto de hoje tem haver com a imagem que vai mostrar. Projete a imagem ou apresente o cartaz propondo que os estudantes observem e falem sobre o que estão vendo. CONTOS DE ENCANTAR. O leão e o mosquito. Disponível em: <http://contosencantar.blogspot.com/2010/08/o-leao-e- o- mosquito_30.html>. Acesso em: 09 abr. 2022. Em seguida pergunte sobre a cena: • Quem são os animais que aparecem na cena? • O que vocês acham que está acontecendo ou vai acontecer? (deixar as crian- ças falarem sobre suas hipóteses). • Logo após, anuncie que hoje iremos trabalhar com o gênero textual FÁBULAS. • O que são fábulas? • Para que servem? • De onde se originaram? 8 Professor, ouça as respostas dos estudantes e contribua com informações sobre este gênero: Fábulas são histórias curtas que apresentam uma moral ou lição ao final e animais com características humanas. Essas narrativas registram as experiências e o modo de vida dos povos. Fale das origens e principalmente de Esopo, que iremos conhecer nesta aula. Diga-lhes que “Esopo” é de uma época em que os povos se divi- diram basicamente em dois grupos: os mais fortes e os mais fracos. Um povo queria dominar o outro. Guerreavam entre si e quem perdia era transformado em escravo, podendo ser vendido ou comprado como mercadoria. Esopo também foi um escravo. Dizem que apresentava uma aparência física feia, mas ninguém duvidava que era muito inteligente. Ele dava conselhos através das fábulas. Pergunte se alguém pode dar um dica sobre qual pode ser do título da fábula e o que eles acham que pode ser o assunto de uma história onde aparecem um leão e um mosquito. (Espera-se que digam características como a força do leão, que é o rei da floresta e o mosquito é tão pequeno, mas pode amolar bastante, principalmente nos dias de calor. Continue perguntando se eles acham que alguém vai se dar mal e quem será, por quê? 2º Momento: Leia toda a fábula e ao final, questione se suas hipóteses iniciais foram confirmadas. O leão e o mosquito Um leão ficou com raiva de um mosquito que não parava de zumbir ao redor de sua cabeça, mas o mosquito não deu a mínima. — Você está achando que vou ficar com medo de você, só porque você pensa que é rei?— disse ele altivo e em seguida voou para o leão e deu uma picada ardida no seu focinho. Indignado, o leão deu uma patada no mosquito, mas a única coisa que conseguiu foi arranhar-se com as próprias garras. Disponível em: <https://i.ytimg.com/ vi/2PsKfZzTSCQ/hqdefault.jp g>. Acesso em: 09 abr. 2022 O mosquito continuou picando o leão, que começou a urrar como um louco. No fim, exausto, enfurecido e coberto de feridas provocadas por seus próprios den- tes e garras, o leão se rendeu. 9 O mosquito foi embora zumbindo, para contar a todo mundo que tinha vencido o leão, mas entrou direto numa teia de aranha. Ali, o vencedor do rei dos animais encontrou seu triste fim, comido por uma aranha minúscula. Moral: Muitas vezes o menor de nossos inimigos é o mais terrível. Após a leitura pergunte sobre a moral que apareceu no final desta fábula. Distribuía a fábula em folhas xerografadas e peça que a encontrem e leiam em voz alta. Pergunte sobre o que entendem sobre ela. Espera-se que digam que não podemos menosprezar ninguém pelo fato de ser pequeno, aparentemente sem poder algum, o mosquito apesar de pequeno conseguiu fazer a proeza de derrotar o leão. Porém, acabou sendo derrotado pela arrogância em querer se vangloriar de tal conquista. Saber vencer com dignidade e respeito pelo adversário. Pergunte quais características eles perceberam nos dois personagens que são comuns aos seres humanos. Espera-se que respondam que o leão é forte, domina- dor, grande, enquanto que o mosquito pequeno, aparentemente frágil, foi corajoso, mas orgulhoso e arrogante. Peça que falem outra moral que poderia ser adequada ao texto. Ouça todas as possi- bilidades e discuta com a sala se são viáveis com o que foi lido. 3º Momento: Ressalte que o texto tem o narrador e personagens. Solicite-os a encontrar no texto as falas de cada um.Diga que as falas dos personagens vêm marcadas pelo traves- são.(Identificar no texto). Dividir a turma em dois grupos: Grupo 1. Vai fazer a leitura com fala do narrador. Grupo 2. Vai fazer a leitura como o mosquito. Agora repetiremos a leitura com trêsestudantes (um será o narrador ,outro será o mos- quito e um será o leão), lembrando que o leão não tem fala , mas demonstra reações. Leia para a turma o trecho abaixo. Em seguida, questione sobre as palavras “Você está achando que vou ficar com medo de você, só porque você pensa que é rei? — disse ele altivo e em seguida voou para o leão e deu uma picada ardida no seu focinho”. grifadas. 10 Em seguida pergunte a quem se refere tais palavras. Informe que estas palavras são chamadas de pronomes. Questione os estudantes sobre o que aprenderam a respeito de fábulas. 4º momento: Solicitar aos estudantes que digam algumas palavras do texto, enquanto isto, vá escrevendo-as no quadro. Em seguida separe-as em sílabas batendo palmas. Logo após escreva a separação de sílaba ao lado de cada palavras e diga que elas são classificadas pelo número de sílabas ou seja: MONOSSÍLABAS = UMA SÍLABA DISSÍLABA = DUAS SÍLABAS TRISSÍLABA = TRÊS SÍLABAS POLISSÍLABA 4 = QUATRO SÍLABAS RECURSOS: Folhas xerografadas, caderno,lápis, borracha, cola e lápis de cor. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO: O processo de avaliação deverá ser contínuo, abrangendo todas as práticas propos- tas, considerando as aprendizagens e os ítens: participação individual e coletiva, socialização, interesse e realização das atividades individuais. ATIVIDADES Atividades para o 2º momento: 1 – Após leitura e introdução da fábula responda no caderno. A) Qual o título da fábula? 11 B)Quais são os personagens da fábula? C) Por que o leão ficou com raiva? D) Qual foi a reação do mosquito diante da fúria do leão? E)Qual foi a reação do leão quando ficou indignado com as investidas do mosquito? F)O que o leão fez quando viu que o mosquito não parava de picá-lo? G) Por que o leão se rendeu? H) O mosquito iria contar sua proeza para todo mundo. O que aconteceu que o impe- diu de contar? 12 I)O mosquito se considerava o vencedor do rei dos animais. Por quê? J) O mosquito não conseguiu o seu feito. Afinal qual foi o fim do mosquito? K)Qual a moral da fábula? L) Na sua opinião o que aconteceu com o mosquito foi porque ele agiu mal com o leão? Justifique sua resposta. Atividades para o 3º momento: Leia o texto novamente e pinte de azul a fala do narrador e de amarelo a fala do mosquito. Agora você vai colorir de vermelho as reações do leão. Grife no texto o trecho onde aparece o traves- são (indicando fala de alguém) e responda de quem é a fala? Copie a pergunta que o mosquito fez ao leão. Disponível em: https://lojasaraiva.vteximg.com. br/arquivos/ids/1841928-287- 426/123463644. jpg?v=637005540591070000. Acesso em: 09 abr. 2022 13 Atividades para o 4º momento: Observe o trecho abaixo e complete o quadro de acordo com o que se pede, usando as palavras destacadas. USINA DAS LETRAS. O leão e o mosquito. Disponível em: <https://www.usinadeletras.com.br/exibelotexto. php?cod=554&cat=Infantil&vinda=S>. Acesso em: 09 abr. 2022. PALAVRA SEPARAÇÃ O Nº DE SÍLAB A CLASSIFICAÇÃ O Disponível em: <https://encrypted- tbn0. gstatic.com/images? q=tbn:ANd9GcTsK3M- w6aRUU25j9qFCMVVWm5GuGEwLPa cQA- Q&usqp=CAU >. Acesso em: 09 abr. 2022. MOSQUIT O MOS - QUI - TO 3 TRISSÍLABA 14 Observe o trecho abaixo: "Você está achando que vou ficar com medo de você, só porque você pensa que é rei? -- disse ele altivo e em seguida voou para o leão e deu uma picada ardida no seu focinho" Responda a quem se refere as palavras abaixo: VOCÊ: ELE: SEU: 15 PRÁTICAS DE LINGUAGEM Leitura/escuta (compartilhada e autônoma). OBJETO(S) DE CONHECIMENTO: HABILIDADE(S): Leitura e interpretação de textos. Linguagem e construção do texto. Leitura e interpretação de histórias em quadrinhos e tirinhas. Linguagem e construção de histórias em quadrinhos e tirinhas. Relacionar os conhecimentos adqui- ridos com o cotidiano (em equipe e/ ou individual). Leitura e interpretação de textos. (EF15LP18) Relacionar texto com ilustrações e outros recursos gráficos. (EF15LP14) Construir o sentido de histórias em quadrinhos e tirinhas, relacionando ima- gens e palavras e interpretando recursos gráficos (tipos de balões, de letras, onoma- topeias). (EF15LP04) Identificar o efeito de sentido produzido pelo uso de recursos expressivos gráfico-visuais em textos multissemióticos. PLANEJAMENTO TEMA DE ESTUDO: Estatuto da Criança e do Adolescente na história em quadrinhos DURAÇÃO: 2 aulas PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS: A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA: As histórias em quadrinhos são narrativas gráficas, ou seja, histórias narradas com- postas por imagem e texto. Sua denominação varia entre arte sequencial (nome atri- buído pelo famoso quadrinista americano Will Eisner), narrativa figurada e literatura ilustrada. As histórias em quadrinhos podem ser vistas como revistas ou em jornais, no formato de tirinhas. No Brasil, Manuel de Araújo Porto-Alegre ficou muito conhecido como o primeiro quadrinista do país, tendo produzido, inicialmente em litografia, a primeira sátira e a primeira revista ilustrada de humor no país. Em 1905, foi lançada a revista Tico-Tico, considerada a primeira revista em quadri- nhos do Brasil, desenhada por Renato de Castro. Em 1930, as tirinhas passaram a compor a revista, com personagens famosos do exterior, como o camundongo Mic- key Mouse e O Gato Félix, que passam a ser publicados no Brasil. 16 Em 1960, Ziraldo, famoso cartunista brasileiro e o criador de o Menino Maluquinho, lançou a revista Turma do Pererê. Nesse mesmo ano, nasceram os primeiros perso- nagens de Mauricio de Sousa, outro grande cartunista brasileiro: Cebolinha, Cascão (1961) e Mônica (1963), criando, assim, a Turma da Mônica, que passou a ser publicada na Folha de São Paulo e, posteriormente, ganhou sua própria revista. O objetivo das histórias em quadrinhos é divertir e também informar. Características • Balões de variados tipos e formas que mostram os diálogos dos personagens ou suas ideias. • Possui elementos básicos de narrativa, tais como personagens, enredo, lugar, tempo e desfecho. • Sequência de imagens que montam uma cena. B) DESENVOLVIMENTO: Inicie a aula com uma conversa compartilhada sobre o tema. Solicite às crianças que discutam com seus coleguinhas sobre: • As crianças têm direitos? • Que direitos são esses? Informe que existe um documento onde os direitos da Criança e do Adolescente, chamado ECA, reúne um conjunto de regras a respeito do direito da criança. Vamos conhecê-lo? Apresente o texto projetado em data show e em folhas impressas (podem usar as revistinhas em quadrinhos, caso preferirem). BRASIL. Turma da Mônica em: O Estatuto da Criança e do Adoelescente. Secretaria Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente. Disponível em: <https://www. gov.br/mdh/pt-br/assuntos/noticias/2020-2/julho/gibi-adapta- linguagem-do-es- tatuto-da-crianca-e-do-adolescente-eca-para-publico- infantil/estatuto_SNDCA_ uso_digital_APPeWEBconvertido.pdf>. Acesso em 09 abr. 2022. Peça aos estudantes que façam a leitura silenciosa (3X) da história em quadrinhos em que o Franjinha apresenta o ECA seus amigos. 17 Imagem 1 18 Imagem 2 19 Imagem 3 20 Imagem 4 Após a leitura realizada pelos estudantes, solicitar que observem os elementos das imagens e os recursos gráficos (letras, pontuação, balões, expressões e sentimen- tos dos personagens). Leia para eles e os oriente a relacionarem as imagens, palavras , balões, expressões da história em quadrinhos. Diga que a história em quadrinhos é um gênero textual e tem como objetivo divertir e também informar e que no Brasil elas também são conhecidas como gibis, ou revis- tas em quadrinhos. 21 2º Momento: Atividades no caderno. RECURSOS: Cartaz e ou revistinhas em quadrinhos,folhas impressas,lápis de cor. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO: O processo de avaliação deverá ser contínuo, abrangendo todas as práticas propos- tas, considerando as aprendizagens e os ítens: participação individual e coletiva, socialização, interessee realização das atividades individuais. O ECA oficial não é apresentado em forma de história em quadrinhos ou (HQ). Para quem você imagina que ele foi escrito dessa forma ? Por quê? No primeiro quadrinho Franjinha apresenta o ECA aos amigos. Eles já conhecem esse Estatuto? Como podemos deduzir isto? 22 ATIVIDADES A expressão de Franjinha nesse primeiro quadrinho mostra: ( ) que ele também não sabe o que é ECA. ( ) que ele está curioso para conhecer o ECA. ( ) que ele está empolgado para mostrar o ECA para os amigos. De acordo com Franjinha para que serve o ECA? Disponível em:<https://www. muralzinhodeideias.com.br/wp-content/ uploads/2020/07/turmadamonica- divulgacao9. jpg>. Acesso em 10 de maio de 2022. Nesta HQ há textos em balões e textos fora de balões. Sobre isso ligue as colunas: Textos em balões. • Indicam a fala do narrador. Textos fora de balões. • Indicam a fala dos personagens. Dos direitos da criança apresentados na HQ, qual você acha mais importante? Justi- fique: 24 PRÁTICAS DE LINGUAGEM Leitura/escuta (compartilhada e autônoma). Análise linguística/semiótica (Ortografização). OBJETO(S) DE CONHECIMENT O: HABILIDADE(S) : Leitura e interpretação de textos- -pesquisa. Leitura e interpretação de textos que circulam em campos da vida social. Relacionar os conhecimentos adquiridos com o cotidiano (em equipe e/ou individual). Construção do Sistema Alfabé- tico. Relacionar os conhecimentos adquiridos com o cotidiano (em equipe e/ou individual). Ortografia:uso dos dígrafos lh, nh, ch. Relacionar os conhecimentos adquiridos com o cotidiano (em equipe e/ou individual). Ortografia:uso do dicionário. Uso do H inicial. Grafia de palavras.fonema- gra- fema irregulares. Relacionar os conhecimentos adquiridos com o cotidiano (em equipe e/ou individual). (EF35LP17) Buscar e selecionar, com o apoio do pro- fessor, informações de interesse sobre fenômenos sociais e naturais, em textos que circulam em meios impressos ou digitais. (EF15LP01X) Identificar a função social de textos que circulam em campos da vida social dos quais parti- cipa cotidianamente (a casa, a rua, a comunidade, a escola) e nas mídias impressa, de massa e digital, reconhecendo para que foram produzidos, onde cir- culam, quem os produziu e a quem se destinam e a sua importância no meio/vida social. (EF03LP02) Ler e escrever corretamente palavras com sílabas CV, V, CVC, CCV, VC, VV, CVV, identificando que existem vogais em todas as sílabas. (EF03LP03) Ler e escrever corretamente palavras com os dígrafos lh,nh,ch. (EF35LP12) Recorrer ao dicionário para esclarecer dúvidas sobre a escrita de palavras, especialmente no caso de palavras com relações irregulares fonema- -grafema. (EF35LP13) Memorizar a grafia de palavras de uso fre- quente nas quais as relações fonema- grafema são irregulares e com h inicial que não representa fonema. (EF03LP10) Reconhecer prefixos e sufixos produtivos na formação de palavras derivadas de substantivos, de adjetivos e de verbos, utilizando-os para com- preender palavras e para formar novas palavras. PLANEJAMENTO TEMA DE ESTUDO: Leitura e previsão do tempo DURAÇÃO: 2 aulas 25 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS: A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA: O gênero injuntivo, também conhecido como instrucional, tem a função de explicar e expor métodos, maneiras e instruções a fim de demonstrar como uma ação deve ser realizada.É um gênero que apresenta a necessidade de um interlocutor ao qual o discurso se dirige e tem como principal objetivo a realização de alguma ação por parte dele, modificando de alguma maneira o seu comportamento, na medida em que fornece instruções e indicações para a execução de uma tarefa ou mesmo a recomendação sobre a forma de uso de um determinado objeto. A linguagem utilizada no gênero é normalmente simples, clara, direta e objetiva. É característica, por conta da necessidade de um interlocutor, a existência de verbos no imperativo, indicando as ações que devem ser realizadas por meio de “ordens” para sua realização. É comum que esse tipo de texto também se utilize de descrições sobre objetos, ou ações, de modo a informar o leitor com precisão para que ele possa realizar as ações indicadas. TEXTO PREDITIVO O texto preditivo prediz, ou seja, diz antes. De fato, o entendimento do termo é a exata compreensão de seu contexto. O gênero preditivo é aquele cujo discursos indica uma previsão, dar uma informação sobre o futuro, de forma a antecipar os eventos que, segundo o enunciador, deverão ocorrer. É um gênero que abarca textos como previsões do tempo, horóscopo, profe- cias e mesmo alguns provérbios. Como principal característica, apresenta seus verbos no futuro do presente e, por vezes, o presente do indicativo. É comum o uso de expressões com valor de futuro, além da existência de interlocução. B) DESENVOLVIMENTO: 1º momento: Apresentar a imagem abaixo e relacionar os símbolos com o seus significados. Observar os símbolos abaixo e relacione-os ao texto de hoje (deixar que os estudan- tes falem sobre cada um , levantando hipóteses sobre o assunto). 26 Imagem 1 Ensolarad o Parcialmente nublado Chuvoso Encoberto Perguntar se já vieram estes símbolos e onde? Em seguida apresentar o texto em folha impressa e peça que os estudantes leiam. Ler o texto e confirmar ou não as hipóteses relativas ao seu conteúdo. Perguntar para que serve este texto. Dividir a turma em grupos e distribuir fichas maiores com os símbolos e seus signi- ficados para que os representantes de cada grupo façam a relação,apresentando as fichas conforme abaixo: • Grupo 1: Previsão do tempo para o estado do Rio de Janeiro. • Grupo 2: Previsão do tempo para Recife, Natal, Salvador, Manaus e Boa Vista. • Grupo 3: Nome da cidade que terá dia ensolarado. • Grupo 4: região do Brasil onde está prevista a chegada de uma frente fria que deixará o tempo com nuvens, chuvas isoladas no leste da Bahia e interior. 2º Momento: Veja a imagem e observe as palavra : CHOVE E MOLHA, nelas a letra H se junta com C ou o L formando CH e LH. 27 Imagem 2 Disponível em:<https://www.otempo.com.br/image/contentid/policy:1.2333694:1588760899/image. jpeg?f=3x2&w=940&$p$f$w=3034e85>. Acesso em: 10 maio 2022. Você conhece outras letras que se juntam com o h? Quais?(nh) Diga palavras com NH, CH (faça as intervenções adequadas, caso o estudante diga alguma palavra incorretamente) RECURSOS: Folhas impressas, fichas. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO: O processo de avaliação deverá ser contínuo, abrangendo todas as práticas propos- tas, considerando as aprendizagens e os ítens: participação individual e coletiva, socialização, interesse e realização das atividades individuais. ATIVIDADES 1 – Complete o quadro abaixo, qual a previsão de tempo para: Aracaju – João Pessoa Florianópolis – Goiânia – Maceió - Teresina 2– Previsão do tempo para os dias • 4 de setembro de 2003: • 5 de setembro de 2003: 28 3– Observe a imagem abaixo e responda; Imagem 3 A) Qual a temperatura máxima previstas para: Guarulhos B)E a porcentagem da chance de chuva para: Campos do Jordão Atividades para o 2º momento: 1 – ESCREVA A SÍLABA QUE FALTA PARA COMPLETAR O NOME DE CADA IMAGEM Imagem 4 Imagem 5 Imagem 6 COLATE GALI TE DO Sendo assim, podemos dizer que, quando a letra h está entre uma consoante e uma vogal, como por exemplo nas palavras chocolate/galinha/telhado, o encontro dessas duas letras: lh chamamos de dígrafo! 29 2– Complete as palavras abaixo usando os dígrafos: lh,nh,e ch corretamente: ____eia ____amada ____egar fi____a ve____a ____ave ti____a so____o fa____ sozi____o carri____o reba____o bo____a bola____a ma____uca vizi____a o_____o te_____domi____oca vi____o 3– Organize as palavras da lista anterior nas colunas corretas. NH LH CH 4- Descubra as adivinhas: Inseto que produz mel. Cai em pé e corre deitado. É a fêmea do galo. É uma delícia de alimento ,que do cacau é feito. Deles são feitos o fubá e a pamonha. Dizem que ele é o melhor amigo do homem. 30 5- Leia o texto abaixo Imagem 7 6– Circule todas as palavras com h. 7– Agora pinte da mesma cor as palavras que têm a mesma origem ou sejam mesmo prefixo ou derivação. Hóspede Habitante Hábil Hotel Humano Habilidade Habitante Humor Horta Horário Hospedaria Hospedage m Habitar Humanidad e Hotelaria Hora Hortaliça Hoteleiro 8– Procure no dicionário as palavras abaixo e marque as corretas: ( ) Hunido ( ) Hunivers o ( ) H elicóptero ( ) Hipopóta mo ( ) Higiene ( ) Humanitári o 31 PRÁTICAS DE LINGUAGEM Análise linguística/semiótica (Ortografização). OBJETO(S) DE CONHECIMENT O: HABILIDADE(S) : Relacionar os conheci- mentos adquiridos com o cotidiano (em equipe e/ou individual). (EF03LP08) Identificar e diferenciar, em textos, subs- tantivos e verbos e suas funções na oração: agente, ação, objeto da ação. (EF03LP10) Reconhecer prefixos e sufixos produtivos na formação de palavras derivadas de substantivos, de adjetivos e de verbos, utilizando-os para compreender palavras e para formar novas palavras. PLANEJAMENTO TEMA DE ESTUDO: Verbo DURAÇÃO: 1 aula PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS: A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA: Temos como objetivo principal demonstrar a importância de ensinar o verbo, mas não sem considerar o efetivo uso da linguagem. Ou seja, somente nas interações efe- tivas é que os professores poderão exemplificar para os estudantes que o trabalho com a gramática tradicional serve de base para a reflexão linguística. Entende-se que os estudantes podem adquirir competência para lidar com os refle- xos dos seus enunciados; sempre tendo o texto como suporte, a partir dos mais variados gêneros discursivos. Não é adequado ensinar os verbos descolados da função comunicativa dos textos. Dessa forma, os estudantes não percebem os diferentes efeitos que eles, os verbos, podem produzir no uso da língua culta. Como passo inicial, torna-se importante que o educador enfatiza a importância dos verbos – dada a sua recorrência e importância mediante as situações corriqueiras de interlocução. Nesse sentido, podemos afirmar que os verbos desempenham uma função vital em qualquer língua. É exatamente em torno deles que se organizam as 33 orações e os períodos e, consequentemente, é em torno deles que a estruturação do pensamento e a formulação de nossas ideias se concretizam. B) DESENVOLVIMENTO: Apresente o trecho abaixo em folha xerografada. Em seguida leiam juntos. Diga que neste texto temos substantivos e verbos. Os substantivos são aqueles que nomeiam as coisas, objetos, lugares e pessoas. E verbos apresentam a ação desses objetos e ou pessoas. Pergunte: • Vocês sabem dizer quais são os substantivos? • (VOVÔ/MANHÃZINHA/COMIDA/GALINHAS/LEITE/CAFÉ/MENINO/ CIDADE/ CELULAR/CARROÇA). • Solicitar que grifem no texto os substantivos. • Agora vamos descobrir os verbos deste texto ,sabendo que os verbos indicam a ação dos substantivos. Leia para turma cada frase e solicite que eles digam qual é o verbo, explicitando sem- pre a ação. Solicite que circulem os verbos. Em seguida fazer as atividades no caderno. RECURSOS: Folhas impressas. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO: O processo de avaliação deverá ser contínuo, abrangendo todas as práticas propos- tas, considerando as aprendizagens e os ítens: participação individual e coletiva, socialização, interesse e realização das atividades individuais. 34 “O vovô levantou de manhãzinha. Deu comida às galinhas, esquentou o leite, passou um café e acordou o menino: – Levanta, que vamos à cidade comprar um celular. O menino ficou pronto rapidinho. Depois correu para a carroça. ATIVIDADES 1 – De acordo com o texto, que palavras indicam as ações feitas pelos personagens? O que o vovô fez O que o menino fez 2– Vejam as imagens abaixo e completem com os verbos: Imagem 1 O menino bola. Imagem 2 Ricardo melancia. Imagem 3 As crianças no par- quinho. Imagem 4 O homem a noite toda. 35 3– Complete as frases com os verbos de acordo com as ações dos profissionais: A)O professor seus estudantes. B)O motorista o carro com prudência. C) O pianista muito bem. D) O burrinho a carroça. E)O passarinho para o ninho. 36 PRÁTICAS DE LINGUAGEM Análise linguística/semiótica (Ortografização). OBJETO(S) DE CONHECIMENT O: HABILIDADE(S) : Grafia de palavras fonema- -grafema irregulares. Emprego de letras e sons: fortes e nasais. Relacionar os conhecimen- tos adquiridos como cotidia- no(em equipe e/ou individual. (EF03LP01) Ler e escrever palavras com corres- pondências regulares contextuais entre grafemas e fonemas–c/qu; g/gu; r/rr; s/ss; o (e não u) e e (e não i) em sílaba átona em final de palavra–e com marcas de nasalidade (til,m,n). PLANEJAMENTO TEMA DE ESTUDO: Trabalhando a ortografia DURAÇÃO: 1 aula PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS: A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA: A maneira como a escola ensinava e ensina a ortografia precisa ser reelaborada, sem que se chegue ao extremo de abandonar o estudante sem nenhuma explicação ou sistematização de regras. No início, o objetivo pode ser apenas escrever livremente, porém, depois que o estu- dante conseguir escrever com certa fluência, está na hora de preocupar-se com a grafia das palavras de acordo com o modelo ortográfico estabelecido, lembrando sempre que dominar a ortografia é algo que vem com o tempo (CAGLIARI e MASSINI- -CAGLIARI, 2001). É fundamental observar e refletir sobre os erros ortográficos, pois eles fornecem sub- sídios a respeito das hipóteses ou dos conhecimentos já adquiridos pelos estudantes. 37 B) DESENVOLVIMENTO: 1º momento: Diga aos estudantes que eles farão uma revisão de um texto que um estudante escre- veu mas cometeu erros quanto ao uso das letras G e Gu ao grafar algumas palavras. Entregue a atividade aos estudantes. Projete a atividade para que acompanhem a leitura (caso não tenha como projetar faça a leitura convencionalmente e peça para que acompanhem com o texto impresso). Disponível em: <https://planosdeaula.novaescola.org.br/fundamental/3ano/lingua-portuguesa/g-ou-gu/3646>. Acesso em: 11 abr. 2022. Em seguida explique que eles devem localizar as palavras grafadas erradas e sinalizar com lápis de cor ou caneta marca texto. Faça intervenções, contraponha exemplos e auxilie os estudantes a explicitar a escolha feita, o objetivo da atividade é refletir sobre a escrita das palavras. A atividade tem como foco a utilização dos conhecimentos já construídos pelos estu- dantes sobre as regularidades no som da letra G, a atividade favorece que exercitem o que já sabem a respeito das diferentes grafias possíveis para a representação dos diferentes sons empregados em uma mesma letra. Questione qual foi o erro cometido em cada situação. Por exemplo: Por que a palavra consegui se escreve com gui? E qual o som produz? Quais letras aparecem depois de Gu que formam o mesmo som? A letra G seguidas pelas vogais E ou I produzem qual som? Após a análise com a turma de cada palavra, escreva no quadro as palavras corretas. Oriente os estudantes para que façam uma autocorreção. Caso demonstrem dificul- dade em compreender alguma palavra, auxilie realizando a leitura da mesma e dando exemplos de palavras com o mesmo som, a fim de que reflitam nas correspondên- cias e regularidades.38 Os estudantes podem consultar os registros feitos para elaborar uma dica, ou seja, construir em dupla uma regra que favoreça a antecipação do contexto em que é cor- reto usar uma ou outra situação. Professor, circule pelas duplas chamando a atenção para o fato de que a falta ou acréscimo de uma letra pode mudar o som e até mesmo o sentido da palavra. 2º momento: Disponível em: <https://planosdeaula.novaescola.org.br/fundamental/3ano/lingua-portuguesa/s-ou-ss/3308>. Acesso em: 11 abr. 2022. Peça aos estudantes que observem as imagens e analisem qual é a escrita correta. Faça intervenções, contraponha exemplos e auxilie os estudantes a explicitar o que entenderam. Estimule a reflexão sobre as possíveis interferências da variedade falada na escrita. Questione: O que percebem em cada situação? Será que o significado da palavra muda de acordo com a escrita? Embora as palavras tenham de corresponder às imagens, é possível descobrir que muitas palavras apresentam a mesma sonoridade, mas a escrita muda seu signifi- cado, por isso é importante trabalhar com as irregularidades contextuais. Peça que digam qual é a escrita correta de acordo com a imagem e justifique a esco- lha. O estudo da letra S é uma oportunidade para que eles reflitam sobre o modo como as letras representam sons,tendo como base a descoberta das regularidades. 39 Observe as imagens e analise junto com seus colegas qual é a escrita correta. MESES OU MESSES? Imagem 1 SAPO OU SSAPO? Imagem 3 SOL OU SSOL? Image m 2 PESSO AS OU PESOA S? Image m 4 Continue o questionamento sobre a escrita correta de acordo com a imagem e jus- tificando a escolha. Continue fazendo intervenções que os ajudem a refletir sobre as regularidades. Para isso, faça perguntas como: É possível usar SS no começo ou no fim, Como podemos saber se no meio da palavra usamos S ou SS? As letras que aparecem antes e depois são vogais? Qual som a letra S representa nesta palavra? Realize a correção/socialização no coletivo, para isso projete a atividade (se não puder projetar, escreva as palavras corretas no quadro ou em folhas coloridas e fixe no painel). Peça aos estudantes que verifiquem a escrita e façam uma autocorreção, pois possi- bilita a validação ou refutação do erro, intencionalizando a atividade. RECURSOS: Folhas impressas,cartazes com imagens ou datashow. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO: O processo de avaliação deverá ser contínuo, abrangendo todas as práticas propos- tas, considerando as aprendizagens e os ítens: participação individual e coletiva, socialização, interesse e realização das atividades individuais. 40 ATIVIDADES 1 – Observe as imagens e as palavras. GUITARRA Imagem 5 M A N G U E I m a g e m 6 Separe as sílabas das palavras e circule a sílaba em que a letra G aparece. Que letras formam cada sílaba? GUI GUE Nestas sílabas todas as letras são pronunciadas? Explique. 2 - Leia as palavras abaixo e marque X naquelas em que a letra U depois do G não é pronunciada. ( ) GUITARRA ( ) GULOSO ( ) ANGU ( ) GUINADA ( ) E N G U I A ( ) A G U L H A ( ) G U I A ( ) NINGUÉM 3- Podemos concluir que quando está nas sílabas e a letra u não é pronunciada. 4- Leia as palavras abaixo. TESOURA PÁSSARO RAPOSA PÊSSEGO A)Pinte nas palavras acima as letras que vem imediatamente antes de depois do S e SS. 41 B)As letras que você coloriu são consoantes ou vogais? C) Nessas palavras o S e o SS tem o mesmo som? Explique. D) De acordo com a as palavras que você analisou a letra S quando está entre duas vogais tem som de . E SS quando estão entre duas vogais tem som de 5- Complete as palavras abaixo com S ou SS AGA ALHO PA ADO A ADO TRAVE EIRO MÚ ICA CAMI A TO E BE OURO CONFU ÃO DE ENHO ME A PRE ENTE 42 43 2022Ensino Fundamental3 o ano – 2 o bimestre LinguagensArte MATERIAL DE APOIO PEDAGÓGICO PARA APRENDIZAGENS SIGNIFICATIVAS ANO DE ESCOLARIDADE REFERÊNCIA ANO LETIVO COMPONENTE CURRICULAR ÁREA DE CONHECIMENTO UNIDADE TEMÁTICA Dança. OBJETO(S) DE CONHECIMENT O: HABILIDADE(S) : Contextos e práticas. (EF15AR08P3) Experimentar formas distintas de manifesta- ções da dança presentes em diferentes contextos cultivando a percepção, o imaginário, a capacidade de simbolizar e o repertório corporal, levando em consideração as manifesta- ções da cultura mineira. PLANEJAMENTO TEMA DE ESTUDO: A quadrilha DURAÇÃO: 4 aulas PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS: A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ ABERTURA: Você conhece a origem da dança Quadrilha? A quadrilha é uma dança feita para agradecer a boa colheita e homenagear São João, Santo Antônio e São Pedro. Nela, um marcador comanda a dança. Os comandos devem ser seguidos e respeitados. Esta dança típica chegou ao Brasil durante o período regencial e fez grande sucesso na corte do Rio de Janeiro, caindo depois no gosto popular. A sanfona, a viola, o violão e o triângulo são instrumentos muito utilizados para acompanhar a quadrilha. A dança começa com os casais posicionados frente a frente. Os cavalheiros cumprimen- tam as damas e em seguida, as damas cumprimentam os cavalheiros. Eles trocam de 44 lado, em seguida o cavalheiro busca a dama e começa o grande passeio pela roça. Esse passeio apresenta diversas interferências ditas pelo marcador, como “olha a chuva, “olha a cobra”. Ao final, o casal despede-se. CURIOSIDADE! A palavra quadrilha é originária do baile francês chamado de “qua- drille”. O “quadrille” era dançada nos salões da alta aristocracia na cidade de Paris, na França, no período do século XVIII. E, normalmente, nos eventos mais luxuosos os movimentos eram realizados por quatros casais. A dança francesa já era pertencente a uma outra cultura – a inglesa, pois tratava-se de uma “contredanse” de origem camponesa que surgiu, possivelmente, no século XIII e se difundiu em vários países europeus. Então, a “contredanse” inglesa, ao entrar na cultura francesa, sofreu modificações e tornou-se a “quadrille”. E foi através das classes sociais abastadas que frequentavam a Europa que a “quadrille” chegou no solo brasileiro. Disponível em: <https://www.presentermedia.com/terms_of_use.html>. Acesso em: 19 abr. 2022. B) DESENVOLVIMENTO: Converse com professores e colegas sobre a dança quadrilha. Já assistiu uma quadrilha? Já dançou uma quadrilha? Para que serve essa dança? RECURSOS: • Vídeo com dança quadrilha para apreciação. • Folha de papel sulfite. • Cola. • Tesoura. • Lápis de escrever e de cor. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO: Avaliação por participação, envolvimento, adequação ao assunto e criatividade. 45 ATIVIDADES As damas dançarinas vestem-se de vestido rodado, com muitos babados e laços de chita. Algumas usam uma coroa de flores e fitas nos cabelos ou chapéu de palha ornamentado. Já os rapazes, usam camisa xadrez, chapéu de palha, calças com remendos e botas. 1 - Crie uma vestimenta inspirada nas tradições da festa junina. Disponível em: <https://i.pinimg.com/originals/1c/d6/a4/1cd6a46b432b97f467da4d9cc6bff550.png>. Acesso em: 19 abr. 2022. Conheça o artista Alfredo Volp! Disponível em: <https://i0.wp.com/virusdaarte.net/wp-content/uploads/2016/07/alfvol.jpg?resize=250%2C313>. Acesso em: 19 abr. 2022. 46 Alfredo Volpi foi um pintor ítalo-brasileiro considerado pela crítica como um dos artistas mais importantes da segunda geração do modernismo. Uma das caracterís- ticas de suas obras são as bandeirinhas e os casarios. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Alfredo_Volpi>. Acesso em: 19 abr. 2022. 2– Vamos fazer bandeirolas para enfeitar o arraiá? Disponível em: <https://www.presentermedia.com/terms_of_use.html>. Acesso em: 19 abr. 2022. Passo a passo para confeccionar bandeirinhas. Disponível em: <https://poplembrancinhas.com.br/wp-content/uploads/2018/06/bandeirinhas-para-festa-junina-em-tnt-1.jpg>. Acesso em: 19 de abr de 2022. 47 O que é arraiá? Faça uma pes- quisa e escreva no espaço abaixo. Na quadrilha, a dança é coletiva, bailada em pares e possui uma coreografia especí- fica baseada em passos tradicionais. Um orador, também chamado de marcador ou animador, proclama frases divertidas que determinam os movimentos da dança. Ele pode ou não fazer parte da coreografia. Algumas frases populares proferidas pelo narrador da dança da quadrilha são: Olha a cobra! É mentira! Olha a chuva! Já passou! A ponte quebrou! Nova ponte! O caminho da roça. 3 – Agora, você deverá criar dez (10) frases inéditas para serem narradas em uma quadrilha. (Pense em como será a execução dos passos para essas frases) 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. Compartilhe esses novos passos com seus colegas! 4– Escolha uma obra de Alfredo Volpi, onde ele pinta bandeirinhas e vamos fazer uma releitura, utilizando o material de sua preferência em uma folha A4 para uma exposi- ção na escola. Capriche! 48 2022Ensino Fundamental3 o ano – 2 o bimestre LinguagensEducação Física MATERIAL DE APOIO PEDAGÓGICO PARA APRENDIZAGENS SIGNIFICATIVAS ANO DE ESCOLARIDADE REFERÊNCIA ANO LETIVO COMPONENTE CURRICULAR ÁREA DE CONHECIMENTO UNIDADE TEMÁTICA Esportes. OBJETO(S) DE CONHECIMENT O: HABILIDADE(S) : Esportes de rede/parede (tais como voleibol, tênis, badminton, peteca, squash, entre outros). Esportes de invasão (tais como basquetebol, futebol de campo, futsal, handebol e pólo aquático, entre outros. (EF35EF05P3) Experimentar e fruir os elementos básicos constituintes dos diversos tipos de espor- tes de campo, taco, rede/parede e invasão pre- zando pela inclusão, cooperação e solidariedade. PLANEJAMENTO TEMA DE ESTUDO: Pega Pega linha Imagem disponível em: <https://cutt.ly/kFxxdvF>. Acesso em: 04 abr. 2022. 49 DURAÇÃO: 1 aula PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS: A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA: O handebol é, assim como o futebol, o basquete, o hockey e o futebol americano, entre outros, um esporte de invasão. Para a sua prática, são necessárias uma bola, duas equipes e uma quadra com as marcações adequadas. Ainda que muito prati- cado mundialmente, no Brasil não é um esporte tão conhecido e praticado quanto o futebol. Há poucas transmissões de partidas e campeonatos de handebol, sendo que a tv aberta transmite quase exclusivamente em Jogos Olímpicos, nos quais o esporte está presente desde 1936. B) DESENVOLVIMENTO: Proponha um jogo de pega-pega, em que os estudantes só podem se deslocar cor- rendo sobre as linhas da quadra. Todos os participantes terão uma bola, que deverão levar consigo, driblando a bola, para poder fugir. Se a bola escapar de alguém durante o jogo, esse estudante deverá buscar a bola e voltar para o jogo ocupando espaços sobre alguma das linhas. Durante o jogo, proponha algumas alterações como, por exemplo: é proibido correr, só é permitido driblar a bola com a mão não dominante etc. ATENÇÃO: Nesta atividade será necessária muita atenção no descolamento das crianças sobre as linhas da quadra e também no momento de driblar a bola, mas que não se machuquem. RECURSOS: Quadra poliesportiva e bolas macias. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO: Ao final da prática da atividade, reúna os estudantes em roda e questione-os se conheciam o Esporte de invasão Handebol, e o que acharam da prática da atividade e se sentiram dificuldades na execução dos movimentos. 50 ATIVIDADES 1 – De acordo com o texto e explicação do(a) professor(a) Handebol é considerado um esporte de: ( ) Precisão. ( ) Invasão. ( ) Marca. 2– Faça uma pesquisa com a família ou responsável e responda quais partes do corpo usamos para jogar Handebol. 3 – Na atividade Pega Pega na linha, você sentiu dificuldade em driblar com a bola enquanto se deslocava nas linhas da quadra? 51 UNIDADE TEMÁTICA Esportes. OBJETO(S) DE CONHECIMENT O: HABILIDADE(S) : Esportes de rede/parede (tais como voleibol, tênis, badminton, peteca, squash, entre outros). Esportes de invasão (tais como basquetebol, futebol de campo, futsal, handebol e pólo aquático, entre outros. (EF35EF05P3) Experimentar e fruir os elemen- tos básicos constituintes dos diversos tipos de esportes de campo, taco, rede/parede e invasão prezando pela inclusão, cooperação e solidarie- dade. PLANEJAMENTO TEMA DE ESTUDO: Pega Pega Harry Potter Imagem disponível em: <https://cutt.ly/SFxTq2P>. Acesso em 06 de abril de 2022. DURAÇÃO: 1 aula PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS: A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA: O handebol foi criado em 1919 pelo atleta e professor de educação física alemão Karl Schelenz. Ele e outros parceiros de trabalho, reformularam um esporte para defi- cientes visuais chamado de torball, a partir desta prática inicial, algumas adaptações e modificações foram feitas no jogo, até se tornar o handebol tal qual o conhecemos hoje. O local de jogo, por exemplo, era ao ar livre (em gramados). Agora, o esporte é 52 executado em quadras fechadas de 40 por 20 metros. Além disso, no início o hande- bol era um jogo exclusivo para mulheres. Mais tarde e com sua inclusão nos esportes olímpicos, ele passou a ser jogado por ambos os sexos. B) DESENVOLVIMENTO: Na atividade Pega Pega Harry Potter, os estudantes serão convidados a se espalha- rem pela quadra (ou espaço aberto). Escolhe-se um dos participantes para iniciar como o pegador. Quando o pegador tocar em algum dos participantes, eles podem se transformar em ponte, pedra e árvore, conforme descrição abaixo: Ponte: Ficam com os pés e as mãos no chão formando uma ponte. Para salvar, é pre- ciso passar embaixo da ponte. Pedra: Ficam agachados no chão. Para salvar, é preciso pular por cima. Árvore: Ficam de pé com os braços abertos. Para salvar, é preciso tocar no participante. Assim, os estudantes que ainda não foram tocados pelo pegador poderão salvar seus amiguinhos de ficarem estáticos passando embaixo da ponte, pulando a pedra e tocando na árvore. ATENÇÃO: Cuidado com a segurança das crianças. Sugere-se que essa atividade seja realizada com o auxílio de mais dois professores (a)s, que poderão apoiar as crianças quando forem salvar seus amiguinhos para que não se machuquem quando executa- rem os movimentos solicitados. RECURSOS: Quadra ou espaço aberto. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO: Ao final da atividade, faça um círculo com os estudantes e leve-os a fazer uma refle- xão sobre o jogo que praticaram, principalmente sobre os movimentos. Informe-os que este jogo é um preparativo para o Esporte de invasão Handebol, que eles apren- derão em outras etapas. 53 ATIVIDADES 1 – Conforme o texto e explicação do(a) professor(a) quem criou o Handebol e em qual ano? 2– Você conseguiu salvar muitos colegas que foram tocados pelo pegador? 3– Em que vocês se transformaram mais durante a atividade? Árvore, pedra ou ponte? 54 UNIDADE TEMÁTICA Brincadeiras e jogos. OBJETO(S) DE CONHECIMENT O: HABILIDADE(S) : Jogos e brincadeiras locais e regionais: materiais, número de participantes, regras, espaço, exigência física e habilidades. Jogos e brincadeiras e a explo- ração dos espaços. Jogos e brincadeiras: criação de regras com as crianças mais flexíveis. (EF12EF04P2) Colaborar na proposição e na pro- dução de alternativas para a prática, em tempos e espaços além das aulas de educação física, de brin- cadeiras e jogos, reconhecendo limites (espaço físico, materiais, desempenho corporal dos parti- cipantes, etc.) e construindo possibilidades. PLANEJAMENTO TEMA DE ESTUDO: Dança do Jornal Imagem disponível em: <https://cutt.ly/XFxUwOd>. Acesso em 07 abr. 2022. DURAÇÃO: 1 aula PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS: A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA: Desde 1982, no dia 29 de abril, comemora-se o Dia Internacional da Dança, instituído pela UNESCO em homenagem ao criador do balé moderno, Jean-Georges Noverre. A Dança é a arte de mexer o corpo, através de uma cadência de movimentos e ritmos, criando umaharmonia própria. 55 Não é somente através do som de uma música que se pode dançar, pois os movimen- tos podem acontecer independente do som que se ouve, e até mesmo sem ele. A história da dança retrata que seu surgimento se deu ainda na Pré- História, quando os homens batiam os pés no chão. Aos poucos, foram dando mais intensidade aos sons, descobrindo que podiam fazer outros ritmos, conjugando os passos com as mãos, através das palmas. B) DESENVOLVIMENTO: Espalhe folhas de jornais sobre a quadra ou espaço aberto, de acordo com o número de participantes. Depois, oriente os estudantes a cada um ocupar um lugar em cima de uma folha de jornal. Escolha músicas variadas para tocar. Peça às crianças para darem sugestões de músicas anteriormente e faça uma playlist para tocar no momento da atividade. Quando a música parar a criança deve dobrar o jornal ao meio e dançar novamente. A música parou dobra novamente o jornal. A cada vez que a música pára, fica mais difícil dançar no seu espaço. Depois de um tempo, os estudantes precisarão se mover de maneiras muito criativas para ficar no jornal. A competição termina quando as crianças não conseguirem mais ficar em cima do jornal. RECURSOS: Quadra ou espaço aberto, jornais e aparelho de áudio (computador, smartphone e outros). PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO: Avaliação Conceitual – Faça um círculo com os estudantes e discuta sobre a prática da atividade. Questione-os o que sentiram quando precisaram dançar em um espaço reduzido e quais estratégias encontraram para continuarem dançando. 56 ATIVIDADES 1 – De acordo com a explicação do(a) professor(a) e do texto, qual o dia e mês é come- morado o dia Internacional da Dança? 2– Conforme a explicação do professor(a), dê a definição de Dança, com suas palavras. 3– O que você achou da atividade Dança do Jornal? Convite a família ou responsáveis para fazerem essa dança em casa também. Divirtam- se! 57 UNIDADE TEMÁTICA Danças. OBJETO(S) DE CONHECIMENT O: HABILIDADE(S) : Danças do Brasil e do mundo. Danças de matriz indígena. (EF35EF12P3) Identificar situações de injustiça e preconceito geradas e/ou presentes no contexto das danças, buscando superá-las, por meio de estraté- gias solidárias, inclusivas e norteadas pelo respeito e pela empatia, nas práticas escolares e sociais. PLANEJAMENTO TEMA DE ESTUDO: Dança Maluca Imagem disponível em: <https://cutt.ly/iFxLAti>. Acesso em 08 abr. 2022. DURAÇÃO: 1 aula PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS: A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA: O surgimento das danças em grupo aconteceu através dos rituais religiosos, em que as pessoas faziam agradecimentos ou pediam aos deuses o sol e a chuva. Os primei- ros registros dessas danças mostram que elas surgiram no Egito, há dois mil anos antes de Cristo. 58 Mais tarde, já perdendo o costume religioso, as danças apareceram na Grécia, em virtude das comemorações aos jogos olímpicos. O Japão preservou o caráter religioso das danças. Até hoje, elas são feitas nas ceri- mônias dos tempos primitivos. Em Roma, as danças se voltaram para as formas sensuais, em homenagem ao deus Baco (deus do vinho), e dançava-se em festas e bacanais. B) DESENVOLVIMENTO: Assista ao vídeo através do link: <https://www.youtube.com/watch? v=S375yG9gjIk>. Acesso em: 08 abr. 2022, e verifique a música e os gestos para fazer com os estu- dantes. Convide os participantes a se espalharem pelo espaço da quadra ou espaço aberto e peçam que mantenham um espaço seguro uns dos outros para que possam executar os movimentos que o(a) professor(a) propuser. As crianças deverão dançar, de acordo com os movimentos que o(a) professor(a) exe- cutar, de acordo com a letra da música. O(a) professor(a) deve incentivar a inclusão de todos os estudantes na atividade e pedir que estudantes ajudem os colegas, caso não consigam executar os movimentos sugeridos pela música. RECURSOS: Quadra ou espaço aberto, jornais e aparelho de áudio/vídeo (computador, smart- phone e outros). PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO: Avaliação Conceitual/Procedimental – Peça aos estudantes que identifiquem os ges- tos e movimentos executados na dança. Questione-os se já conheciam a música e a dança, e se poderiam inventar outras formas de cantar e executar os movimentos. Leve-os a refletir se conseguiram ajudar os colegas, que eventualmente, não conse- guiram realizar os movimentos ao comando do professor e/ou música. 59 ATIVIDADES 1 – De acordo com a explicação do(a) professor(a) e do texto, o surgimento das danças em grupo aconteceram através de quais rituais? 2– Ainda de acordo com o texto e explicação do(a) professor(a), as danças aparece- ram na Grécia, em virtude de quais comemorações? 3- Se você gostou da Dança Maluca, convide a família ou responsáveis para fazerem essa atividade em casa. 60 2022Ensino Fundamental3 o ano – 2 o bimestre MatemáticaMatemática MATERIAL DE APOIO PEDAGÓGICO PARA APRENDIZAGENS SIGNIFICATIVAS ANO DE ESCOLARIDADE REFERÊNCIA ANO LETIVO COMPONENTE CURRICULAR ÁREA DE CONHECIMENTO UNIDADE TEMÁTICA Probabilidade e Estatística. OBJETO(S) DE CONHECIMENTO: HABILIDADE(S): Tabelas simples e suas propriedades (colunas, linhas, variáveis). Classificação de dados de pesquisas e representação em tabela simples. Relacionar os conhecimentos adquiri- dos com o cotidiano (em equipe e/ou individual). Etapas da pesquisa. Definição de objeto de pesquisa até 50 elementos. Registros Pessoais e Dados Coletados. Análise,interpretação e comparação de dados. Relacionar os conhecimentos adquiridos com o cotidiano (equipe ou individual). (EF03MA26) Resolver problemas cujos dados estão apresentados em tabelas de dupla entrada, gráficos de barras ou de colunas. (EF03MA28) Realizar pesquisa envolvendo variáveis categóricas em um universo de até 50 elementos, organizar os dados coletados utilizando listas, tabelas simples ou de dupla entrada e representá-los em gráficos de colunas simples, com e sem uso de tecnolo- gias digitais. PLANEJAMENTO TEMA DE ESTUDO: Probabilidade e Estatística DURAÇÃO: 1 aula 61 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS: A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA: Nesta aula conversaremos com os estudantes sobre o consumo mensal de uma casa, e para que fique mais fácil de fazer a inferência, tentaremos diagnosticar sobre o consumo da família de cada um. Iremos propor uma discussão sobre a origem da renda e a sua utilização com as despesas da família. Faremos também questiona- mentos sobre as necessidades básicas da família (alimentação, transporte, contas de água, gás, energia elétrica, entre outras). Tentando assim, perceber se eles têm noção de que tudo o que consomem tem um custo e de que é preciso ter uma renda para pagar essas contas mensais. Sugestão de Vídeo: Sicredi e Turma da Mônica. Orçamento familiar. Disponível em: https://www.youtube.com/watch? v=7v10sPwWo4s&t=3s. Ao passar o vídeo ou contar a história nele apresentada, converse com os estudantes sobre possíveis problemas que estão em nosso cotidiano, a falta de dinheiro para pagar as contas, quanto mais viajar. Peça sugestões à turma de como o Cebolinha pode resolver este problema, bem como, os nossos familiares ao se depararem com esta situação. ZANIN, Eliane. Quanto custa viver? Disponível em: <https://planosdeaula.novaescola.org.br/fundamental/3ano/ multicomponentes/quanto-custa-viver/6484>. Acesso em: 14 abr. 2022. B) DESENVOLVIMENTO: A partir da discussão do vídeo do Cebolinha organizaremos a turma em grupos e pediremos, para que juntos, elaborem um cartaz com frases motivacionais que pro- porcionem a economia financeira. Estes materiais poderão ser utilizados nos espa- ços externos da sala de aula, para ajudar outras pessoas a pensarem sobre poupar e reduzir os gastos mensais. Imagem 1. Disponível em: <https://pt.dreamstime.com/>. Acesso em: 14 abr. 2022. 62 RECURSOS: Retroprojetor para passar o vídeo em sala ou na sala multimídia e atividades impressas.PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO: Avalie a turma durante a realização das atividades propostas, observando o envolvi- mento e participação. ATIVIDADES 1 – Leia as informações sobre o modo de vida de uma família brasileira. Dona Maria tem 78 anos, é aposentada e vive no Ceará com sua filha, seu genro e sua neta de 4 anos. A renda familiar deles é composta pelos seguintes salários: • PAI: MOTORISTA DE ÔNIBUS (SALÁRIO DE R$1.250,00). • AVÓ: APOSENTADA (SALÁRIO MÍNIMO). • MÃE: ATENDENTE DE LOJA (SALÁRIO MÍNIMO). A filha e o genro controlam os gastos da família mensalmente, separando o dinheiro das despesas fixas, que são: • ENERGIA ELÉTRICA: APROXIMADAMENTE R$200,00. • ÁGUA: APROXIMADAMENTE R$150,00. • ALIMENTAÇÃO: APROXIMADAMENTE R$1.500,00. • INTERNET E CONTAS DE TELEFONE: R$199,00. • TRANSPORTE: R$150,00. • PRESTAÇÃO DA CASA R$250,00. • PLANO DE SAÚDE DA AVÓ R$435,00. Atualmente, tiveram problemas no telhado, então estão com uma conta extra da reforma, pagando prestações mensais de R$150,00. Para reduzir gastos, eles fazem economia de energia elétrica, evitando consumo nos horários de “pico”. Para não terem gastos com farmácia, eles pegam, gratuitamente, os remédios da dona Maria na clínica da família. Fazem pesquisas de preços em diferentes supermercados e compram no mais barato. Não gastam dinheiro à toa, só compram o essencial. Eles fizeram um combinado para comerem fora uma vez por mês. O dinheiro que sobra, estão guardando para viajar no fim de ano. 63 A) Agora preencha a tabela com os dados coletados no texto acima: RENDA FAMILIAR DESPESAS MENSAIS DESPESAS EXTRAS TOTAL B)Conversem sobre o caso da família estudada: • Quantos são os membros familiares e onde vivem? • O que fazem e qual é a renda familiar? • Essa família consegue pagar suas contas mensais? • Sobra dinheiro? • O que fazem para economizar? • As pessoas dessa família reservam dinheiro para o lazer? Como elas se diver- tem? Com que frequência? 2– Na escola de Maurício há 2 turmas de 3º ano: A e B. Analise o gráfico construído e complete a tabela. ZANIN, Eliane. Quanto custa viver? Disponível em: <https://planosdeaula.novaescola.org.br/fundamental/3ano/ multicomponentes/quanto-custa-viver/6484>. Acesso em: 14 abr. 2022. 64 65 UNIDADE TEMÁTICA Geometria. OBJETO(S) DE CONHECIMENTO: HABILIDADE(S): Figuras geométricas espaciais (cubo, bloco retangular, pirâmide, cone, cilindro e esfera). Cilindros e esferas (formas não planas). Cubo e bloco retangular (semelhanças e dife- renças). Figuras geométricas espaciais (faces, arestas e vértices). Figuras planas. Propriedades das figuras planas. Semelhanças e diferenças entre os quadriláte- ros, triângulos e círculo. Figuras planas e figuras não-planas. Compor e decompor triângulos e quadriláteros, analisando suas diferenças e propriedades. Congruência das figuras planas. Relacionar os conhecimentos adquiridos com o cotidiano (equipe ou individual). (EF03MA13) Associar figuras geo- métricas espaciais (cubo, bloco retangular, pirâmide, cone, cilin- dro e esfera) a objetos do mundo físico e nomear essas figuras. (EF03MA14) Descrever caracterís- ticas de algumas figuras geomé- tricas espaciais (prismas retos, pirâmides, cilindros, cones), rela- cionando-as com suas planifica- ções. (EF03MA15) Classificar e com- parar figuras planas (triângulo, quadrado, retângulo, trapézio e paralelogramo) em relação a seus lados (quantidade, posições rela- tivas e comprimento) e vértices. PLANEJAMENTO TEMA DE ESTUDO: Figuras geométricas DURAÇÃO: 1 aula PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS: A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA: Nesta aula faremos a retomada com a turma sobre as figuras geométricas planas, agora conhecidas por polígonos, e os sólidos geométricos já estudados. 66 Sugestão de vídeo para a introdução: Sólidos geométricos, planificações, poliedros, corpos redondos, faces, vértices e arestas. Disponível em: <https://www.youtube. com/watch?v=yXYooR_QZ3Y>. POLÍGONOS POLÍGONOS SÃO LINHAS FECHADAS SIMPLES FORMADAS POR SEGMENTOS DE RETA. CADA SEGMENTO DE RETA É UM LADO DO POLÍGONO. VAMOS VER ABAIXO ALGUNS POLÍGONOS. Disponível em: <http://sempreamathematicarcommusica.blogspot.com/2016/04/poligonos-angulos-internos- angulos.html>. Acesso em: 14 abr. 2022. CADA POLÍGONO TEM PELO MENOS TRÊS LADOS. A QUANTIDADE DE LADOS IRÁ DETERMINAR O NOME DO POLÍGONO VEJA: Disponível em: <http://sempreamathematicarcommusica.blogspot.com/2016/04/poligonos-angulos-internos- angulos.html>. Acesso em: 14 abr. 2022. TEMOS POLÍGONOS COM NOMES DIFERENTES TAMBÉM, COMO O CASO DOS CITA- DOS ABAIXO. Disponível em: <http://sempreamathematicarcommusica.blogspot.com/2016/04/poligonos-angulos-internos- angulos.html>. Acesso em: 14 abr. 2022. 67 SÓLIDOS GEOMÉTRICOS CONFORME A FORMA QUE OS SÓLIDOS GEOMÉTRICOS APRESENTAM ELES RECE- BEM OS NOMES DE: CUBO, CONE, CILINDRO, ESFERA, ETC. O CUBO POSSUI 6 FACE IGUAIS. SUAS FACES SÃO POLÍGONOS E ESSES POLÍGONOS SÃO QUADRADOS. O CONE TEM UMA FACE INFERIOR QUE SE CHAMA BASE. A BASE DO CONE É UM CÍRCULO. O CILINDRO TEM TRÊS FACES: AS FACES SUPERIOR E INFERIOR, QUE SÃO SUAS BASES, E UMA FACE NÃO PLANA - A LATERAL. A ESFERA É O MAIS REDONDO DOS SÓLIDOS GEOMÉTRI- COS. THAT, Story Board. Sólidos geométricos. Disponível em: <https://www.storyboardthat.com/storyboards/7f7ba9ea/solidos- geometricos>. Acesso em: 14 abr. 2022. B) DESENVOLVIMENTO Após a retomada, distribua à turma as atividades de fixação, e deixe que com base nos estudos, realizem as atividades individualmente ou em duplas, resolvendo as dúvidas no momento da correção. RECURSOS: Projetor multimídia ou sala de informática para visualização do vídeo, atividades impressas. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO: Os estudantes serão avaliados pela sua participação e execução da atividade. Caso perceba dificuldade, promova novas questões com o grupo. 68 ATIVIDADES 1 – Conte as figuras geométricas e pinte no gráfico a quantidade correspondente. Disponível em: <https://www.aartedeensinareaprender.com/2015/04/atividade-pronta-formas-geometricas.html>. Acesso em: 14 abr. 2022. 2– Ligue cada sólido geométrico à região plana obtida com ele. DANTE, Luiz Roberto. Ápis matemática, 3º ano: ensino fundamental, anos iniciais. 3ª. ed. São Paulo: Ática, 2017. 69 3 – Em cada grupo existe um sólido intrometido, encontre-o e faça um X no quadra- dinho correspondente. DANTE, Luiz Roberto. Ápis matemática, 3º ano: ensino fundamental, anos iniciais. 3ª. ed. São Paulo: Ática, 2017. 4– Ligue cada sólido geométrico ao molde correspondente. DANTE, Luiz Roberto. Ápis matemática, 3º ano: ensino fundamental, anos iniciais. 3ª. ed. São Paulo: Ática, 2017. 70 ATIVIDADES DANTE, Luiz Roberto. Ápis matemática, 3º ano: ensino fundamental, anos iniciais. 3ª. ed. São Paulo: Ática, 2017. MUSICA, Sempre a Mathematicar com. Polígonos: ângulos internos ângulos exter- nos; classificação de polígonos; polígonos regulares e polígonos irregulares. 2016. Disponível em: <http://sempreamathematicarcommusica.blogspot.com/2016/04/ poligonos-angulos-internos-angulos.html>. Acesso em: 14 abr. 2022. RIBEIRO, Professora Vilma. Sólidos geométricos, planificações, poliedros, corpos redondos, faces, vértices e arestas. Disponível em: <https://www.youtube.com/wat- ch?v=yXYooR_QZ3Y>. Acesso em: 14 abr. 2022. THAT, Story Board. Sólidos geométricos. Disponível em: <https://www. storyboardthat.com/storyboards/7f7ba9ea/solidos-geometricos>. Acesso em: 14 abr. 2022. 71 2022Ensino Fundamental3 o ano – 2 o bimestre Ciências da NaturezaCiências MATERIAL DE APOIO PEDAGÓGICO PARA APRENDIZAGENS SIGNIFICATIVAS ANO DE ESCOLARIDADE REFERÊNCIA ANO LETIVO COMPONENTE CURRICULAR ÁREA DE CONHECIMENTO UNIDADE TEMÁTICA Vida e Evolução. OBJETO(S) DE CONHECIMENT O: HABILIDADE(S) : Características externas dos animais. Modo de vida (o que comem, como se reproduzem, des- locamento dos animais). (EF03CI04) Identificar características sobre o modo de vida (oque comem, como se reproduzem, como se deslo- cam etc.) dos animais mais comuns no ambiente próximo. (EF03CI06) Identificar, comparar alguns animais e organi- zar grupos com base em características externas comuns (presença de penas, pelos, escamas, bico, garras, ante- nas, patas etc.). PLANEJAMENTO TEMA DE ESTUDO: Características dos Animais - parte 1 DURAÇÃO: 2 aulas PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS: A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA: Nesta sequência didática abordaremos as características dos animais, reconhecendo as semelhanças e diferenças entre eles e que é possível agrupá-los de diferentes formas, de acordo com suas características, o modo de locomoção, ambiente em que vivem, entendendo a classificação dos seres vivos. 72 B) DESENVOLVIMENTO: Discutiremos algumas características que os animais têm em comum: todos são seres vivos, nenhum produz o próprio alimento, pois se alimentam de outros seres vivos ou de parte deles e a maioria deles é capaz de se locomover, o que significa que são capazes de ir de um lugar a outro. É importante que os estudantes reconheçam que o tipo de alimentação, o tipo de reprodução e o revestimento do corpo, são cri- térios que podem ser utilizados para classificar os animais. 1º Momento: Diferenças e semelhanças entre os animais Inicie esta etapa com uma atividade de sondagem para saber quais animais os estu- dantes conhecem e quais características eles conseguem identificar. Mão na massa Organize os estudantes em duplas e distribua uma imagem de um animal diferente para cada dupla. Peça que conversem com seus parceiros sobre as características do animal e escrevam no caderno como ele é, ressaltando suas peculiaridades. Explique que eles devem detalhar a descrição para que os colegas consigam adivinhar o nome do animal, apenas por ouvir o conteúdo descrito. Por fim, peça a cada dupla que leia o que escreveu e ao restante da turma que tente descobrir o nome do animal. Discuta com os estudantes sobre as diferenças e as semelhanças entre os animais apresentados na atividade anterior, destacando algumas características, por exem- plo: o ambiente no qual o animal vive, se ele possui pêlos, penas, escamas, pele lisa e úmida, entre outras. Para auxiliá-los, formule perguntas ao longo da conversa, como: • Que diferenças vocês conseguem identificar entre os animais? • Que características eles apresentam em comum? • Quais animais são mais semelhantes entre si? • Na opinião de vocês, nós somos animais? • Quais animais são bastante parecidos conosco? • Em quais características eles se parecem conosco? 73 Características dos animais Vocês sabem classificar os animais lembrados anteriormente, segundo as caracte- rísticas? Você pode pedir sugestões de classificação aos estudantes, anotando-as no quadro. Vamos identificar e relacionar características em diferentes animais através de um jogo de cartas. Mão na massa Jogo das Características Elabore 30 cartas recortadas com fotos e características dos animais. Organize um grupo com seis participantes e leia as instruções do jogo. É importante o reconhecimento das características apresentadas pelos diferentes seres e que, para praticar esse reconhecimento, eles participarão de um jogo cha- mado o jogo das características. O primeiro momento é destinado ao jogo e o segundo é uma tabulação de dados. Separe os estudantes em grupos com 6 participantes, entregue para cada grupo uma cópia da atividade disponível no material complementar (neste documento estão as regras e as cartas), leia as regras do jogo junto com os estudantes e cada uma das informações contidas nas cartas. Para acessar o material acesse o link abaixo: Jogo das características para imprimir e recortar. Disponível em: <https://nova- -escola-producao.s3.amazonaws.com/ hfqugUKHr6gAEvaJrwhdHacDv6WsBJug- 2VH3zkcxw8rX5c6FzcGVavgZyhe7/atividade-para-impressao-mao-na- massa-cie- -06ve03>. Acesso em: 12 abr. 2022. Solicite que recortem as cartas e depois as separem segundo as regras, “monte” dos animais e “monte” das características. Se achar necessário, simular uma rodada explicativa com os estudantes. Combine um tempo máximo para o desenvolvimento dessa atividade, caso eles terminem a primeira rodada antes de terminar o tempo estipulado, podem jogar novamente. 74 Discuta com os estudantes sobre a classificação dos animais de acordo suas características. Fonte: Disponível em: <https://nova-escola- producao.s3.amazonaws.com/ Fd7v5pNwE2gXufm4Nv3JnQAcjAhyn5ZvvgAx68Y23uBwtmqhaaZSnGB8GVed/sistematizacao>. Acesso em: 12 abr. 2022. Faça a leitura sobre a importância de se utilizar um sistema de classificação para organizar melhor o estudo dos animais. Enfatize os termos relacionados a classifi- cação quanto a alimentação e a reprodução. Proponha aos estudantes que utilizem a lista de animais que foi elaborada no momento da contextualização para produzir diferentes grupos de classificação. Utilizem os critérios citados no jogo (carnívoros, herbívoros, onívoros, ovíparos, viví- paros, cuidar dos filhotes ou não, possuir pelos, penas, carapaça e exoesqueleto) e outros lembrados por eles. Tabela de classificação: Jogo das Características: Alimentação: Carnívoros, onívoros e herbívoros. Reprodução: ovíparos e vivíparos. Revestimento: escamas, pelos, penas, carapaças, exoesqueleto, etc. 75 Carnívoro Onívoro Herbívor o Ovíparo Vivíparo Onça pintada Beija flor Jabuti Sapo Peixe Joaninha Para sistematizar as informações presentes no jogo, reproduza no quadro essa tabela de classificação, nela há critérios que podem ser utilizados para classificar os animais segundo as características que foram trabalhadas no jogo. Preencha a tabela com a ajuda dos estudantes, marcando um X na informação correta. No item “revestimento do corpo”, escreva como é o revestimento: pelos, penas, exoesqueleto ou carapaça. Após a tabulação de dados, questione aos estudantes: • Observando essas características, como é possível classificar os animais do jogo? • Quais são os critérios utilizados para classificá-los? • Anote as sugestões propostas pelos estudantes no quadro. 2º Momento: Locomoção dos animais Os modos de locomoção mais comuns entre os animais podem ser: saltar, andar, correr, nadar, voar e rastejar. É importante ressaltar que alguns deles podem se loco- mover de mais de uma forma, por exemplo os jacarés que podem rastejar ou nadar, dependendo do ambiente em que o animal se encontra. Mão na massa - Vamos jogar? “ Locomoção dos animais ”. Divida os estudantes em grupos de cinco, para que pratiquem o “jogo da locomoção”. O jogo deve ser formado por dez cartas do tamanho de cartas de baralho. Cada uma deve apresentar a imagem de um animal. De preferência, as imagens devem representar os animais se locomovendo em diferentes ambientes. Distribua um jogo de dez cartas a cada grupo e peça a eles que as embaralhem e as deixem viradas para baixo sobre a mesa, dispostas em um monte. 76 Cada estudante, na sua vez (a ordem pode ser em sentido horário), retira uma carta do monte, mostra aos colegas e descreve como o animal se locomove no ambiente apresentado na imagem. Os estudantes deverão observar com atenção o ambiente em que o animal se encon- tra para responder qual é o tipo de locomoção adequado. O restante do grupo deve se pronunciar, dizendo se a descrição do colega está cor- reta ou não. Se estiver correta, o estudante ganha 1 ponto; se estiver incorreto, ele não pontua. Caso os estudantes fiquem em dúvida sobre a locomoção do animal, devem chamar o professor para esclarecer a dúvida. Eles repetem o procedimento até as cartas do monte acabarem. O estudante que tiver mais pontos será o vencedor. Como haverá apenas duas cartas por criança, caso os grupos sejam realmente de cinco estudantes, é provável que haja empates dentro do grupo. Se os estudantes apresentaram dúvidas sobre a locomoção de certos animais durante o jogo, retome as explicações, esclarecendo as questões pendentes.É importante ressaltar que, com o intuito de facilitar a descrição do tipo de locomo- ção, os estudantes podem fazer movimentos com seus corpos, como uma mímica. As atividades em grupo, como os jogos, estimulam o desenvolvimento de habilidades sociais e emocionais e permitem ao professor observar se os estudantes estabele- cem relações de respeito e tolerância, além de verificar a capacidade de argumenta- ção, negociação e estabelecimento de acordos dentro dos grupos de trabalho. Apresente também exemplos de animais que não se locomovem, como corais, cra- cas, ostras e esponja do mar. Se necessário, ilustrar sua explicação com imagens para que os estudantes assimilem as informações. Mão na massa - Jogo: Onde vivem os animais? Com os estudantes reunidos nos mesmos grupos da aula anterior, relembre o “jogo da locomoção” e pergunte se eles compreenderam que o modo como o animal se locomove está diretamente associado ao ambiente em que ele se encontra. Alguns animais vivem sobre a terra ou voam e são chamados de animais terrestres, ao passo que os animais que vivem na água são os aquáticos. 77 Os animais aquáticos geralmente apresentam características corporais que os permitem se locomover na água, como as membranas entre os dedos dos pés dos patos, as nadadeiras dos peixes e os membros modificados em nadadeiras de focas e de pinguins. Distribua novamente o “jogo da locomoção” aos grupos e peça que separem os ani- mais de acordo com o ambiente em que eles vivem (terrestre ou aquático). Os animais que transitam entre esses dois ambientes, deve ser levado em considera- ção o ambiente no qual ele passa a maior parte do tempo. O grupo deve conversar e decidir em que coluna cada animal representado nas car- tas deve ser colocado. Com base nisso, um dos estudantes do grupo deve escrever o nome de cada animal em uma das colunas. Registre as informações, na tabela abaixo: Animais aquáticos Animais terrestres Ao separar os animais entre aquáticos e terrestres, estamos dividindo- os em grupos de acordo com o ambiente em que vivem – e isso pode facilitar o estudo desses animais. Por exemplo, se o intuito for estudar as características que possibilitam aos animais viver em ambientes aquáticos, pode-se buscar por características compartilhadas por animais que vivem nesse ambiente. Podemos agrupar os animais de diferentes formas, de acordo com a característica considerada. Por exemplo, poderíamos separar os animais do jogo de acordo com o revestimento do corpo: animais com pelos, animais com penas, animais com esca- mas, etc. 78 Vamos relembrar a classificação dos seres vivos? A classificação dos seres vivos é importante porque facilita o estudo dos animais, ao agrupá-los de formas diferentes de acordo com as características que eles compar- tilham e com as características levadas em conta na classificação. Lembrando que uma maneira comum de separar os animais é considerar a ausência ou a presença de coluna vertebral e crânio e que a coluna vertebral é formada por ossos chamados de vértebras, em que se apoiam outros ossos do esqueleto. (Mos- trar imagens para ilustrar a sua explicação). Os animais vertebrados apresentam coluna vertebral e crânio, enquanto os animais invertebrados não. Exiba imagens de invertebrados abordando que geralmente, apresentam o corpo mole, mas muitos possuem um esqueleto externo rígido que protege seus órgãos de choques e contra a perda de água. 3º Momento: Nesta aula abordaremos a classificação dos animais quanto a presença ou ausência de esqueleto interno, ou seja, vertebrados e invertebrados. Mão na massa Animais vertebrados e invertebrados Jogo: Vertebrados ou invertebrados? Divida a turma em grupos de cinco estudantes para que participem do “jogo dos animais vertebrados e invertebrados”. (O jogo deve ser formado por vinte cartas do tamanho de cartas de baralho). Cada carta deve apresentar a imagem de um animal vertebrado ou de um inverte- brado. As cartas confeccionadas para o “jogo da locomoção” podem ser reaproveita- das para este jogo. Explique as regras: O objetivo é formar uma quadra de cartas de invertebrados ou de vertebrados. Alguém do grupo embaralha as cartas e as distribui uma a uma aos participantes, em sentido horário. Cada jogador ficará com quatro cartas na mão e não deve mostrá-las a ninguém. 79 Todos os jogadores escolhem uma carta de sua mão para passar ao jogador à sua esquerda, enquanto recebem uma carta do jogador à sua direita. Lembre-os de passar a carta com a face que apresenta a imagem do animal voltada para a mesa, para que ninguém a veja. A passagem das cartas se repete até que alguém consiga atingir o objetivo do jogo, que é ter em mãos quatro cartas de animais vertebrados ou quatro cartas de animais invertebrados. O primeiro a atingir o objetivo deve mostrar as cartas aos colegas para verificação e, então, ser proclamado vencedor. É importante que o professor circule pela sala, identificando e solucionando dúvidas e mediando conflitos, mas sem responder se as cartas dos estudantes formam real- mente a quadra, pois esse é o principal ponto de discussão entre os estudantes após o término do jogo. Podem ser realizadas diversas rodadas do jogo, de acordo com a disponibilidade de tempo. Terminando a atividade , retome os conhecimentos adquiridos e esclareça as dúvi- das que você acredita que tenham permanecido. 4º momento: Mão na massa Organize os estudantes em duplas e distribua revistas, jornais, livros e outros mate- riais que possam ser recortados ou prepare a turma para uma pesquisa na internet. Solicite que busquem por imagens de diversos tipos de animais. Se possível, peça para que imprimam ou recortem. Caso não tenha impressora, solicite desenhos dos animais. Estipule um tempo para isso e garanta que os animais invertebrados também este- jam presentes entre as imagens. É o momento em que devem classificar os animais que encontraram. Cole a cartolina ou outro papel na parede e organize as duplas para irem até o cartaz e colarem seus animais (faça isso com fita adesiva). Deixe o cartaz dividido previamente, com os dizeres: vertebrados e invertebrados. Observar o cartaz e fazer uma análise coletiva. 80 Vertebrad os Invertebrados Os animais vertebrados são aqueles que possuem esqueleto interno, com crânio e coluna vertebral (peça aos estudantes que toquem com as mãos a coluna vertebral e depois explique que o crânio é o osso que protege o nosso cérebro). Os invertebrados não possuem ossos e esqueleto interno. Discuta sobre as características apresentadas pelos indivíduos que compõem os diferentes grupos. Observem os animais fixados no grupo dos invertebrados e per- gunte quais são as características apresentadas por eles. RECURSOS: Para a realização dessa sequência didática você vai precisar dos seguintes mate- riais: imagens de vertebrados evidenciando seu esqueleto interno, para ilustrar a presença de coluna vertebral e crânio (sugestões: cachorro, peixe, sapo, cobra e ave); imagens de invertebrados que possuem e que não possuem esqueleto (suges- tões: caranguejo, besouro, água-viva e ostra), folha de papel sulfite; lápis e borracha; papel-cartão ou cartolina; cola e tesoura; imagens de animais que habitam diferen- tes ambientes. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO: O processo avaliativo deverá ser processual e contínuo, abrangendo todas as ativida- des desenvolvidas individualmente ou em grupo, de forma oral ou escrita, através de desenhos ou de confecção de materiais. As produções coletivas e individuais, orais (debates, roda de conversa etc) e escritas (atividades, avaliação escrita, relatório das aulas experimentais), deverão ser avaliadas. A participação e o empenho durante as atividades, também deverão ser considera- dos no processo avaliativo. 81 ATIVIDADES 1 – Escreva (1) se o animal for invertebrado e (2) se ele for vertebrado. A) ( ) Minhoca. E) ( ) Joaninha. B) ( ) Vaca. F) ( ) Formiga.C) ( ) Gavião. G) ( ) Cobra. D) ( ) Coelho. 2 – Marque com um X a(s) característica(s) usada para classificar os animais em ver- tebrados e invertebrados. A) ( ) Forma de locomoção. B)( ) Ambiente em que vive. C) ( ) Presença ou ausência de coluna vertebral e crânio. 3– Complete as frases usando as palavras: origem espécie alimentam-se cresce m reproduze m respira m plantas animais A) os seres vivos nascem reproduzem e morrem. B) A é a capacidade dos seres vivos de dar a outros seres da mesma . C) As e os formam dois grandes gru- pos de seres vivos. UNIDADE TEMÁTICA Vida e Evolução. OBJETO(S) DE CONHECIMENT O: HABILIDADE(S) : Identificar e descrever carac- terísticas presentes em dife- rentes etapas do desenvolvi- mento dos seres vivos. (EF03CI05) Descrever e comunicar as alterações que ocorrem desde o nascimento em animais de diferentes meios terrestres ou aquáticos, inclusive o homem. PLANEJAMENTO TEMA DE ESTUDO: Características dos Animais - parte 2 DURAÇÃO: 2 aulas PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS: A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA: Nesta sequência didática abordaremos a importância do revestimento corporal, como a pele, os pelos, as escamas e as penas, nos animais. Discutiremos sobre as diferentes formas de reprodução dos organismos, tendo como exemplo o ciclo de vida dos anfíbios, que apresentam um mecanismo conhecido como metamorfose e que todos os seres vivos possuem um ciclo de vida. B) DESENVOLVIMENTO: A pele é um órgão que cobre todo o corpo dos seres humanos. A cobertura corporal dos animais pode ser muito diferente, porém todas servem para proteger o corpo. A pele humana é coberta por pelos. Em outros animais pode haver pelos, escamas ou penas etc. 1º Momento: O revestimento do corpo nos animais Essa atividade deverá ser realizada em grupos de cinco estudantes. Inicie a aula reto- mando a noção da importância da pele como órgão protetor para os seres humanos como a pele protege nosso corpo dos raios solares, porém para mantê-la saudável e preservada devemos usar, todos os dias, protetor solar. 83 A pele também nos protege contra a perda excessiva de água por transpiração, pois tem certo grau de impermeabilidade. Em seguida, pergunte para os estudantes se eles conhecem a cobertura do corpo dos outros animais, que apresentam o que cha- mamos de “anexos” da pele. Organize as informações sobre esse revestimento explicando que nos mamíferos a pele é coberta por pelos (pouco abundantes no ser humano); nos répteis, por esca- mas ou placas; que os anfíbios têm pele fina e úmida, sem anexos, e as aves têm a pele coberta por penas. Ressalte que em todos os casos o revestimento apresenta funções importantes, como a de proteção contra a desidratação, principalmente no caso dos pêlos, penas e escamas, ou ainda de manutenção da temperatura corporal, no caso das penas e dos pelos, respectivamente em aves e mamíferos. Forme grupos de 4 estudantes e forneça para cada grupo, recortes de animais que apresentem diferentes coberturas do revestimento do corpo (escamas, pelos, penas), realizando uma colagem em uma folha de papel sulfite, organizando os animais em grupos, de acordo com o tipo de revestimento. Em seguida, peça que escrevam abaixo de cada grupo as funções das estruturas observadas. Ao término da atividade, explique que certos animais, como alguns invertebrados, têm outras formas de proteger o corpo, utilizando, por exemplo, um esqueleto externo. Forneça aos estudantes algumas imagens de esqueletos externos de artrópodes (cigarra ou aranha, por exemplo), para que eles visualizem esse tipo de revestimento. Outra possibilidade, no caso dos insetos, é pedir aos estudantes que vivem em região de mata ou de campo para trazer esses esqueletos provenientes das mudas para a aula, se os encontrarem. 2º Momento: Como nascem alguns animais Essa atividade deverá ser realizada em grupos de cinco estudantes. Nesta aula, serão explorados os tipos de reprodução e do desenvolvimento de alguns animais. Indague os estudantes sobre como nascem os seres humanos. Verifique seus conhecimentos prévios, que podem estar relacionados ao nascimento de algum irmão ou conhecidos, ou ainda às informações vindas de meios de comunica- ção como programas de televisão, filmes, entre outros. Vocês sabem como nascem 84 outros animais? Vamos pensar em alguns animais como: mamíferos (cães, gatos, etc.) e de outros animais como: peixes, aves, insetos, etc. Conversem com os estudantes sobre como nascem alguns animais . • Você acha que todos os animais nascem da mesma forma? Como nasce o ser humano? • Como nasce uma galinha? Como nasce a rã? Os animais podem nascer de diversas maneiras, uns nascem diretamente do corpo da mãe, como os seres humanos. Outros se desenvolvem no interior de ovos. Às vezes, saem dos ovos sem estarem totalmente “prontos” e sofrem muitas modificações (metamorfose), como é o caso de sapos, rãs e muitos insetos, como as borboletas, até adquirirem a forma adulta definitiva. Outras vezes, somente saem dos ovos quando já estão bem parecidos com os adul- tos, caso dos mamíferos. Em seguida, comenta que alguns animais, como as rãs e borboletas, quando jovens, se apresentam na fase larval e durante o seu desenvolvi- mento sofrem diversas transformações (metamorfose) até chegar à fase adulta. Essa atividade deverá ser realizada em grupos de 4 estudantes. Distribua folhas de papel sulfite para cada grupo. Façam um desenho na folha dos seguintes organismos vivos: um réptil, um anfíbio, um mamífero, um peixe ou um inseto. Elabore um mural com os desenhos feitos pelos estudantes. RECURSOS: Para a realização dessa sequência didática você vai precisar dos seguintes materiais: caderno, cola, folha sulfite, lápis preto, recortes de revistas ou jornais de animais com diferentes tipos de estruturas na pele (pêlos, escamas, penas ou pele lisa) e ima- gens de esqueleto externo de animais artrópodes (como cigarra, aranha e abelha), na hora da muda. As imagens das mudas desses animais (por ex.: cigarras podem ser encontradas na internet, algumas, inclusive, mostram o inseto saindo do esqueleto antigo no momento da muda. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO: O processo avaliativo deverá ser processual e contínuo, abrangendo todas as ativida- des desenvolvidas individualmente ou em grupo, de forma oral ou escrita, através de desenhos ou de confecção de materiais. As produções coletivas e individuais, orais (debates, roda de conversa etc) e escritas (atividades, avaliação escrita, relatório das aulas experimentais), deverão ser avaliadas. 85 A participação e o empenho durante as atividades, também deverão ser considera- dos no processo avaliativo. ATIVIDADES 1 – Marque um X nos animais listados abaixo que nascem de ovos postos pela mãe: A) ( ) cachorro. B)( ) peixe-dourado. C) ( ) perereca. D) ( ) papagaio. E)( ) morcego. F)( ) serpente. G) ( ) tamanduá. 2 – Considerando o desenvolvimento de um ser humano, de recém- nascido a adulto, e de um sapo, de ovo a adulto. Como é o desenvolvimento dessas duas espécies. 86 UNIDADE TEMÁTICA Terra e Universo. OBJETO(S) DE CONHECIMENT O: HABILIDADE(S) : Características da Terra. Formato do planeta Terra. (EF03CI07AX) Identificar características da Terra (como seu formato esférico, a presença de água, solo etc.), com base na observação, manipulação e compa- ração de diferentes formas de representação do pla- neta (mapas, globos, fotografias etc.). PLANEJAMENTO TEMA DE ESTUDO: Características da Terra DURAÇÃO: 2 aulas PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS: A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA: Nesta sequência didática, foi elaborado um modelo do planeta Terra por meio da observação, manipulação e comparação de diferentes formas de representação do planeta que contemplam as características da Terra, como seu formato esférico e a presença de água do solo . B) DESENVOLVIMENTO:Nesta aula os estudantes terão a oportunidade de conhecer e manipular um globo terrestre, um mapa-múndi e fotografias do planeta Terra. Poderão identificar conti- nentes, oceanos e regiões polares do nosso planeta e discutir as diferentes formas de representá-lo. É importante levar o globo terrestre e mapas-múndi para que eles possam ter uma compreensão mais precisa do nosso planeta. 1º momento: Propor aos estudantes a observação de imagens que permitam levantar questões sobre as características da Terra, como o seu formato esférico, a presença de água e de solo, entre outras. 87 Mão na massa. Formar grupos de 3 estudantes para a realização da atividade. O professor deverá levar para a sala de aula imagens que representem o planeta Terra (mapas, globos, fotografias etc.). Outra maneira de obter imagens é realizar pesqui- sas na internet com consultas em sites, artigos, reportagens, revistas, jornais, entre outros. Providencie os seguintes materiais: Para fazer o papel machê você vai precisar de: • Papel (folhas de jornal, papel kraft, folhas de caderno ou papel higiênico limpo). • Cola branca. • Água. • Recipiente para misturar a massa. Realizar a leitura do passo a passo da técnica do papel machê: Acesse o link: <https://www.revistaartesanato.com.br/como-fazer-papel- mache- -passo-a-passo/>. Acesso em: 11 abr. 2022. Construindo um modelo do planeta Terra • Forrar o local de trabalho com jornal. • Rasgar o papel (folhas de jornal, papel kraft, folhas de caderno ou papel higiê- nico limpo) em pedaços pequenos e colocá-los em um recipiente. • Despejar um pouco de água morna dentro do recipiente contendo o papel. • Deixar o papel amolecendo por 15 minutos, no mínimo. • Com as mãos, dissolver o papel na água para amolecer mais rapidamente. • Colocar o papel dissolvido (massa) em um pano e espremer para retirar toda a água. Retirar o máximo de água possível. • Em um recipiente de plástico vazio, colocar o papel que foi espremido. • Adicionar cola branca aos poucos e ir mexendo a massa com as mãos até quando a massa ganhar liga, estará pronta para ser modelada. • Com a massa pronta, usar a bola plástica de futebol como molde. • Modelar a bola de acordo com as imagens que representam o planeta Terra, use a criatividade. • As áreas que representam os continentes podem ser feitas em alto relevo. 88 • Deixar os modelos do planeta Terra feito de papel machê secarem completa- mente, por 2 ou 3 dias. Traga o globo terrestre para a sala de aula, para que os estudantes possam fazer referência do globo terrestre, com o material produzido por eles com o papel machê. Utilize a bola confeccionada com papel machê, que representa o planeta terra e pin- te-a, utilizando pincel e tinta guache de acordo com as observações do globo ter- restre, especificando a parte de terra e água em nosso planeta. Lembrando que o planeta possui mais água do que terra. Utilize canetinhas coloridas para demonstrar os continentes do globo terrestre. 2º momento: Solicite previamente aos estudantes que pesquisem imagens do planeta Terra visto do espaço, para compor um mural intitulado “Galeria com imagens da Terra”. Fonte: Disponível em: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/ n6RzDfAapbutTkU47RPuRsUfaYeKvG2KPnyaB2XagFmkW58rxjeDUrmFk7BU/contexto>. Acesso em: 11 abr. 2022. As imagens podem ser retiradas de revistas e na internet e serem fixadas no mural da sala. Após afixarem as imagens, permita-lhes um tempo para observá-las. Utilize imagens de mapas, globos terrestres e representações da Terra via satélite. Converse com os estudantes sobre o planeta Terra. • O que está sendo representado nas imagens mostradas? • Quais as formas de representação que estão sendo utilizadas? • Com o passar dos anos, é possível perceber alguma diferença nas formas de representar a Terra? • É importante representar a Terra de forma padronizada? Por quê? 89 Traga para esta atividade um globo terrestre. Apresente o globo aos estudantes, mostre a posição dos continentes e oceanos e indique diferentes países, assim como as regiões polares. Em seguida, organize os estudantes em duplas e atribua-lhes a responsabilidade por algumas das imagens afixadas na “Galeria com imagens da Terra”. A tarefa de cada dupla será apontar com setas, nas imagens pelas quais são respon- sáveis, os continentes, os oceanos, as nuvens e, quando for o caso, as regiões pola- res. Permita que observem o globo para esclarecer eventuais dúvidas. Procure levar globos terrestres e mapas-múndi para os estudantes possam utilizar em sala de aula. Organize-os em grupos de quatro pessoas, ou de acordo com o número de globos e mapas disponíveis, e permite que explorem o material. Faça quadros vazados, com folhas de papel sulfite, e demarque a área no globo ou no mapa que cada grupo deverá observar mais atentamente. Oriente os membros de cada grupo a analisar com bastante atenção a parte do globo terrestre ou do mapa-múndi ao qual foram designados. Em seguida, os membros do grupo devem fazer uma lista dos países encontrados na parte em que são responsáveis. • Quais são os continentes, oceanos e países encontrados nesta parte do globo e do mapa mundi? As listas dos países devem ser compartilhadas e corrigidas com os membros de outros grupos responsáveis,para que possam discutir sobre a atividade realizada fazendo as devidas considerações. Os estudantes poderão fazer desenhos de mapas, representando neles as partes que analisaram e indicando os respectivos oceanos e continentes. Os desenhos poderão ser usados para compor um mapa- múndi e para que todos possam avaliar o resul- tado e comparar com o mapa-múndi original. RECURSOS: Para a realização dessa sequência didática você vai precisar dos seguintes materiais: caderno, caneta (azul ou preta) ou lápis preto, canetas coloridas, cola, globos terres- tres, imagens do planeta Terra visto do espaço, mapas-múndi, papel sulfite, tesoura de pontas arredondadas, papel (folhas de jornal, papel kraft, folhas de caderno ou 90 papel higiênico limpo), bola plástica de futebol, cola líquida branca, água, recipientes de plástico para misturar a massa, pano, tinta guache colorida, pincel e fio de náilon. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO: O processo avaliativo deverá ser processual e contínuo, abrangendo todas as ativida- des desenvolvidas individualmente ou em grupo, de forma oral ou escrita, através de desenhos ou de confecção de materiais. As produções coletivas e individuais, orais (debates, roda de conversa etc) e escritas (atividades, avaliação escrita, relatório das aulas experimentais), deverão ser avaliadas. A participação e o empenho durante as atividades, também deverão ser considera- dos no processo avaliativo. ATIVIDADES Marque X na alternativa correta: 1 – O planeta Terra também é conhecido por: A) ( ) Planeta água. B)( ) Planeta solar. 2 – Qual é um dos principais motivos para a existência de vida e de água no planeta Terra: A) ( ) Posição em relação ao universo. B)( ) Posição em relação ao sol. 3 – A Terra pode ser representada de várias maneiras. Uma delas é por meio de um globo terrestre. O globo terrestre representa a Terra de forma: A) ( ) Quadrada. B)( ) Retangular. C) ( ) Arredondada. D) ( ) Oval. 91 4– O suporte em que o globo terrestre está fixado nos permite realizar: A) ( ) O giro que a Terra faz em torno do sol. B)( ) O giro que a Terra faz em torno de si mesma. 92 2022Ensino Fundamental3 o ano – 2 o bimestre Ciências HumanasGeografia MATERIAL DE APOIO PEDAGÓGICO PARA APRENDIZAGENS SIGNIFICATIVAS ANO DE ESCOLARIDADE REFERÊNCIA ANO LETIVO COMPONENTE CURRICULAR ÁREA DE CONHECIMENTO UNIDADE TEMÁTICA O sujeito e seu lugar no mundo. OBJETO(S) DE CONHECIMENT O: HABILIDADE(S): Os diferentes povos e comunidades tradicionais que vivem no Brasil. Modos de vida dos diferentes povos e comunidades tradicionais. Respeito à diversidade cultural. Leitura, interpretação e elaboração de representaçõescartográficas. (EF03GE03X) Reconhecer e valorizar os diferen- tes modos de vida de povos e comunidades tra- dicionais em distintos lugares, tomando como referência as comunidades mineiras, tais como os indígenas, quilombolas, populações campesi- nas, geraizeiros, ribeirinhos, entre outros. TEMA DE ESTUDO: Os diferentes modos de vida das populações tradicionais mineiras DURAÇÃO: 3 aulas PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS: A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA: Iniciar a aula anunciando aos estudantes o tema a ser estudado. Apresente que no momento irão juntos aprender sobre os modos de vida das diferentes populações tra- dicionais mineiras e a importância do respeito à diversidade cultural desses povos. Em seguida, leia para a turma a habilidade do Currículo Referência de Minas Gerais que esta sequência didática objetiva auxiliá-los a adquirir. Contextualize que o Brasil possui uma população caracterizada pela diversidade cultural e reconhece toda essa diversidade e o respeito a ela por meio de uma legislação que garante direitos a esses povos. Minas 93 Gerais é um estado também composto por muitas comunidades tradicionais, espa- lhados por seus territórios, contribuindo à sua maneira para nossa mineiridade. Problematize com a turma: vocês conhecem os povos tradicionais brasileiros? E os povos tradicionais mineiros? Ouça suas colocações e comente-as convidando-os a saber mais sobre o assunto. B) DESENVOLVIMENTO: Contextualize com a turma o que são os povos tradicionais ou comunidades tradicio- nais, dizendo que são grupos de pessoas que possuem uma cultura bem específica como hábitos alimentares, vestimentas, crenças, passadas de geração em geração, desde os mais antigos para os mais novos. Estes conhecimentos transmitidos são chamados de conhecimentos tradicionais. Tais conhecimentos foram adquiridos durante anos de convívio próximo com a natureza, observando seus ciclos, sua fauna, sua flora e interpretando as informações retiradas deles. Com o auxílio de um projetor, reproduza o seguinte vídeo para a turma “Comunidades tradicionais”. Disponível em: <https://youtu.be/9xc78G0y63Y>. Acesso em: 10 maio 2022. Após a reprodução, conversem sobre o que entenderam e as novas informa- ções que aprenderam. Em seguida, pergunte à turma o que esses povos possuem em comum. Ouça suas hipóteses e comente-as dizendo sobre a relação deles com a natureza e o fato como o seu modo de vida está intimamente conectado a ela. Ainda sobre o vídeo, pergunte: quais comunidades tradicionais citadas no vídeo vocês acreditam fazer parte da população mineira? Ouça suas respostas e apresente que são as populações: indígenas, quilombolas, caipiras, ribeirinhos e pescadores artesanais. Elabore uma apresentação com fotos e informações sobre elas e apre- sente para a turma. Inclua em sua apresentação as populações campesinas, gerai- zeiros que também são comunidades tradicionais mineiras. Após a apresentação, converse com a turma sobre a importância do respeito às dife- renças e a valorização dos modos de vida das pessoas. Pergunte se já assistiram ao filme Shrek, comente que a animação é uma aula de respeito à diversidade e apreço às diferenças. Convide-os a assistirem ao desenho prestando atenção nos aspectos referentes à discriminação, isolamento e desrespeito ao que é diferente. Prepare o ambiente, se possível, peça para estourarem pipoca na cantina e reproduza a anima- ção para a turma. 94 RECURSOS: Computador com acesso à internet, projetor, televisão. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO: Avaliação processual e contínua. 1 – Cite o nome de três comunidades tradicionais que compõem a população de Minas Gerais. 2– Qual aspecto as populações tradicionais possuem em comum? 3 – Resolva o caça-palavras abaixo com os nomes de comunidades tradicionais bra- sileiras. Elaborado por Geniol. Disponível em: <https://www.geniol.com.br/palavras/caca-palavras/criador/> Acesso em: 10 abr. 2022. 95 ATIVIDADES 96 UNIDADE TEMÁTICA Natureza, ambientes e qualidade de vida. OBJETO(S) DE CONHECIMENTO: HABILIDADE(S): Impactos ambientais das atividades eco- nômicas (indústria e comércio) realizadas no espaço urbano/cidade em escala do local ao global. Impactos ambientais das atividades eco- nômicas (agropecuária, indústria e comér- cio) realizadas no espaço rural/campo em escala do local ao global. Leitura, interpretação e elaboração de representações cartográficas. (EF03GE11) Comparar impactos das ati- vidades econômicas urbanas e rurais sobre o ambiente físico natural, assim como os riscos provenientes do uso de ferramentas e máquinas na apropria- ção desses espaços. PLANEJAMENTO TEMA DE ESTUDO: Impactos ambientais das atividades econômicas no espaço rural e urbano DURAÇÃO: 2 aulas PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS: CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTUR A: Iniciar a aula anunciando aos estudantes o tema a ser estudado. Apresente que no momento irão juntos aprender sobre os impactos ambientais gerados pelas ativi- dades econômicas tanto no espaço rural quanto no espaço urbano. Em seguida, leia para a turma a habilidade do Currículo Referência de Minas Gerais esta sequência didática objetiva auxiliá-los a adquirir. Contextualize que os seres humanos estão constantemente alterando as paisagens de forma que atendam melhor os seus inte- resses. Entretanto, a depender da maneira e intensidade dessas alterações, danos ambientais sérios podem ser causados. Pergunte à turma: vocês sabem dizer o que significa poluição ambiental? Quais ambientes sofrem mais com a poluição, o meio rural ou o meio urbano? Por que? Ouça suas colocações e comente-as. 97 B) DESENVOLVIMENTO: Apresente à turma que a poluição é um grande problema da sociedade atual. Ela impacta diretamente na saúde das pessoas, dos animais, na qualidade do ar e da água. Tornando-se um problema tão sério que é inclusive debatido em âmbito inter- nacional entre vários países preocupados com a preservação do meio ambiente. Diga que embora os modos de vida e as atividades econômicas desempenhadas no campo e na cidade sejam diferentes entre si, ambos os ambientes são afetados pela polui- ção. Pergunte aos estudantes: como vocês acreditam que o espaço rural é afetado pela poluição? E o espaço urbano? Ouça suas hipóteses e comente-as realizando as devidas correções. Em seguida, reproduza o seguinte vídeo para os estudantes “Turma da Mônica - Cui- dado com o Meio Ambiente”. Disponível em <https://www.youtube.com/watch?v=x- qQwPUrBRY8&ab_channel=Controladoria-GeraldaUni%C3%A3o-CGU>. Acesso em: 12 abr. 2022. Conversem sobre o assunto tratado na animação e pergunte quais as soluções propostas pela Mônica e o Cebolinha para salvar o planeta da poluição que está o adoecendo. Após, problematize com a seguinte questão: vocês concordam que apenas com ações individuais das pessoas, como não jogar lixo nas ruas, con- seguiremos salvar o planeta Terra da poluição? Ouça suas hipóteses e comente que embora atitudes como estas contribuam para um meio ambiente mais limpo e agra- dável de se conviver, elas ainda são muito incipientes diante dos impactos ambien- tais causados pelas atividades econômicas: agropecuária, indústria e comércio. Entretanto, isso não significa que devemos deixar de fazê-las. Apresente que existem diversos tipos de poluição que nós sozinhos não consegui- mos controlar. Anuncie que irá reproduzir um vídeo, para prestarem atenção e anotar quais dos tipos de poluição mostrados eles acreditam que ocorram em meio rural, quais em meio urbano, além das atividades econômicas que podem estar vinculadas. Reproduza o seguinte vídeo “Quais os tipos de poluição que existem?” Após a exibi- ção, converse com os estudantes sobre o que acharam do vídeo, se já conheciam ou não as informações transmitidas por ele. Em seguida, anote no quadro os tipos de poluição apresentados no vídeo pedindo que os estudantes apontem os setores eco- nômicos responsáveis por cada uma. Após, realize as seguintes problematizações: quais seriamos possíveis efeitos dessa poluição a nossa saúde? Ouça suas hipóteses e comente-as, realizando as correções necessárias. 98 Elabore uma apresentação com fotos exemplificando e explicando mais detalhada- mente pelo menos um tipo de poluição causada pelas atividades econômicas no meio rural e também no meio urbano. Traga também alternativas existentes soluções para que estas deixem de ocorrer ou diminuam o seu impacto sobre o meio ambiente. Desperte nos estudantes a ideia de que com boa vontade, leis mais rigorosas e fis- calização tais impactos podem ser amenizados. Finalize convidando-os a realizar a atividade aqui proposta. RECURSOS: Projetor, computador com acesso à internet. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO: Avaliação processual e contínua. ATIVIDADES 1 – Escreva os tipos de poluição representados nas figuras abaixo. Fonte: Canva.com Fonte: Canva.com 99 2- Observe a figura abaixo e responda às questões que seguem . Trator aplicando pesticida em uma plantação. Fonte: Canva.com A)A aplicação de pesticidas em lavouras impacta de que forma o solo e a água locais? B)A imagem acima retrata um tipo de poluição que ocorre no meio urbano ou rural? Justifique. 100 UNIDADE TEMÁTICA Conexões e escalas. OBJETO(S) DE CONHECIMENTO: HABILIDADE(S): Mudanças das paisagens nos lugares de vivência (casa, escola, bairro, região do entorno). Os componentes que atuam nos processos de modificação das paisagens, como indústrias, ampliação de bairros, abertura de novas ruas, ampliação do comércio, diferenciação dos espa- ços de moradias e de circulação, entre outros. Leitura, interpretação e elaboração de represen- tações cartográficas. (EF03GE04) Explicar como os processos naturais e históri- cos atuam na produção e na mudança das paisagens natu- rais e antrópicas (ações huma- nas) nos seus lugares de vivên- cia, comparando-os a outros lugares. PLANEJAMENTO TEMA DE ESTUDO: Os processos naturais e históricos que modificam a paisagem DURAÇÃO: 1 aula PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS: A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA: Iniciar a aula anunciando aos estudantes o tema a ser estudado. Apresente que no momento irão juntos aprender sobre as mudanças nas paisagens que ocorrem ao longo do tempo em nossos lugares de vivência. Em seguida, leia para a turma a habi- lidade do Currículo Referência de Minas Gerais que esta sequência didática objetiva auxiliá-los a adquirir. Converse com a turma perguntando se eles já observaram que a paisagem ao nosso redor está em constante mudança, que às vezes as mudan- ças são tão sutis que de primeira não nos chamam atenção, entretanto estão ali, por exemplo, a mudança na pintura da frente de uma casa ou uma árvore que cresceu, mas antes era bem pequenininha. Outras são muito maiores, como a construção de um prédio ou a abertura de uma nova rua. Ouça suas respostas e convide-os a conhe- cer melhor os processos naturais e históricos que modificam a paisagem. 101 B) DESENVOLVIMENTO: Contextualize com a turma que todas as paisagens sofrem modificações tanto por processos naturais quanto históricos. Explique o que significa cada um desses pro- cessos trazendo exemplos. Diga que os processos naturais podem ocorrer tanto de maneira abrupta, por exemplo, quando um barranco cede, o período de seca ou cheia do rio, um raio destrói uma árvore ou de maneira bem lenta, podendo demo- rar milhões de anos, no tempo geológico, como a formação de uma montanha ou a mudança de curso do leito de um rio. Porém os processos históricos de modificação da paisagem acontecem de forma mais rápida, dentro do tempo do homem, pode- mos citar a construção de uma casa, o surgimento de um novo bairro, a instalação de uma indústria, a reforma de uma praça... Pergunte aos estudantes se a casa onde moram é da mesma forma desde quando se mudaram para ela ou se foram feitas modificações. Como pintar uma parede, cons- truir um muro, anexar um novo cômodo. E a nossa escola, é da mesma forma desde quando começaram a estudar aqui? O que mudou? E o nosso bairro? Ocorreram mudanças recentes nele? Permita que compartilhem suas respostas com os colegas e comente-as. Apresente que com o passar do tempo as cidades se transformam de modo a se adequar melhor aos novos hábitos de vida da sua população. Elabore uma apresentação com fotos antigas do bairro e da cidade onde está locali- zada a escola, se possível traga também fotos antigas da unidade escolar. Apresente as imagens aos estudantes e convide-os a identificar tais locais, em seguida, revele de onde se tratam. Acrescente também em sua apresentação imagens atuais destes mesmos espaços, e solicite aos estudantes que comparem as imagens identificando as mudanças e as permanências nas paisagens. Em seguida pergunte se as mudan- ças que identificaram fazem parte dos processos históricos ou naturais e o porquê. Como para casa, peça que conversem com membros de suas famílias sobre como era a casa, a rua, o bairro onde residem antigamente, anotem as informações e com- partilhem na próxima aula com seus colegas. Se no município ou na região onde a unidade escolar estiver instalada houver regis- tros geológicos, como marcas em rochas, morros testemunhos, indicação da exis- tência de mar, vulcões ou registros arqueológicos é interessante que acrescente essas informações também em sua aula. Explique brevemente tais registros nos 102 locais e as provas atuais de que estes estiveram ali em um passado muito distante. Convide os estudantes a imaginarem como era a paisagem local naqueles tempos e elaborar um desenho. Finalize esta sequência didática convidando a turma a realizar a atividade aqui proposta. RECURSOS: Projetor, computador. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO: Avaliação processual e contínua. 1 – Responda às questões. A) Na cidade onde você reside há construções antigas? Cite algumas. B)Como é o estado de preservação dessas construções? Por quê? C) Pergunte ao seu professor qual era o uso antigo dessas construções e a sua função atual. 2 – Existem grandes mudanças no local onde você mora causadas por processos naturais? Explique por que isso ocorre. 103 ATIVIDADES 3– Leia o trecho da canção abaixo e responda: Sobradinho O homem chega, já desfaz a natureza Tira a gente, põe represa Diz que tudo vai mudar O São Francisco lá pra cima da Bahia Diz que dia menos dia Vai subindo devagar E o passo a passo vai cumprindo a profecia Do beato que dizia Que o sertão ia alagar [...] Compositores: Guttemberg Nery Guarabyra Filho / Luiz Carlos Pereira De Sa Letra de Sobradinho © Warner/chappell Edicoes Musicais Ltda A) A letra fala sobre a modificação em uma paisagem. Essa modificação faz parte de um processo histórico ou natural? Explique. 104 UNIDADE TEMÁTICA Formas de representação e pensamento espacial. OBJETO(S) DE CONHECIMENTO: HABILIDADE(S): Diferenças entre imagens bidimensionais e tridi- mensionais, destacando a passagem do espaço concreto, da realidade em que se vive (tridimen- sional) para o espaço do papel (bidimensional). Tipos de representação cartográfica a partir do plano bidimensional (mapa) e tridimensional (maquete). Leitura, interpretação e elaboração de repre- sentações cartográficas. (EF03GE06) Identificar e inter- pretar imagens bidimensionais e tridimensionais em diferentes tipos de representação carto- gráfica (globo terrestre, mapas, maquetes, croqui, etc.). PLANEJAMENTO TEMA DE ESTUDO: Formas de representação do espaço em modelos bidimensionais e tridimensionais DURAÇÃO: 3 aulas PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS: A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA: Iniciar a aula anunciando aos estudantes o tema a ser estudado. Apresente que no momento irão juntos aprender sobre as formas de representação do espaço em modelos bidimensionais (2D) e tridimensionais (3D). Em seguida, leia para a turma a habilidade do Currículo Referência de Minas Gerais que esta sequência didática objetiva auxiliá-los a adquirir. Contextualize que embora os nomes sejam difíceis,em nosso dia a dia temos contato a todo tempo com tais perspectivas, o que vai facilitar a compreensão do conteúdo. Convide-os a conhecer melhor as formas de represen- tações do espaço geográfico. 105 B) DESENVOLVIMENTO: Comece a aula introduzindo os significados de bidimensionais (2D) e tridimensionais (3D). Explique que estas perspectivas possuem relação com a profundidade do dese- nho. Quando algo está representado em um modelo bidimensional significa que ele tem apenas duas dimensões, altura e largura. Elabore uma apresentação inserindo nela exemplos de desenhos bidimensionais. Pergunte se conhecem a animação Peppa Pig e a utilize como exemplo de um modelo bidimensional. Com o auxílio de um projetor reproduza a animação “Peppa Pig - O Tesouro do Pirata”. Disponível em: <https://www. youtube.com/watch?v=DgRHEDKNKeg&ab_channel=DesenhoTeca>. Acesso em: 12 abr. 2022. Ao final do vídeo, comente que na animação os personagens utilizaram uma forma de representação do espaço para se orientar e pergunte que representação foi essa. Ouça suas respostas e apresente que o mapa é um exemplo de representação do espaço geográfico em modelo bidimensional, assim como o croqui. Em sua apresentação, insira imagens de diferentes mapas do Brasil, de Minas Gerais e do município onde está localizada a unidade escolar. Estimule que realizem com- parações entre os mapas no que diz respeito ao tamanho da área representada, a riqueza de detalhes, às cores utilizadas, os tipos de mapas, ressaltando que essa representação espacial é uma linguagem, ela transmite a informação que o autor do mapa quer passar. Imprima um mapa de Minas Gerais por regiões de planejamento e peça para colorirem seguindo a legenda, colem no caderno a imagem e escrevam Mapa – perspectiva bidimensional 2D. Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=- -4FAZidrl3M&ab_channel=Entretenimentosocialnerd>. Acesso em: 12 abr. 2022. Em seguida, apresente também a perspectiva tridimensional, dizendo que esta é a representação em três dimensões: altura, largura e comprimento. Pergunte se já assistiram filmes em perspectiva 3D e o que acharam da experiência. Em sua apre- sentação, insira desenhos em 3D e estimule que façam comparações com o modelo bidimensional. Em seguida, convide-os a assistir a animação “Engraçado curta- -metragem 3D animada para crianças”. Disponível em: <https://www.youtube.com/ watch?v=- 4FAZidrl3M&ab_channel=Entretenimentosocialnerd>. Acesso em: 12 abr. 2022. Ao final, conversem sobre o desenho, o que acharam da imagem, se a visão que temos dentro dessa perspectiva se aproxima mais da nossa realidade que a 2D ou não. Ouça suas colocações e apresente que também existem formas de repre- sentação espacial na perspectiva 3D, uma delas é a maquete. Explique o que é uma maquete e como é elaborada. Coloque em sua apresentação imagens de diferentes 106 maquetes representando espaços variados. Após, separe a sala em grupos e entre- gue a eles imagens simples de locais imaginários, cada grupo receberá uma imagem diferente. Proponha que realizem uma maquete para representar em perspectiva 3D o desenho recebido. Finalizadas as maquetes, as exponha em um local de uso comum da escola. RECURSOS: Projetor, computador com acesso à internet, impressora, papel A4, itens de papela- ria para a elaboração da maquete. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO: Avaliação processual e contínua. 1 – Classifique as imagens abaixo em perspectiva bidimensional e tridimensional. Fonte: Canva.com 2 – Cite exemplos de representações do espaço geográfico em modelos bidimensio- nais e tridimensionais. 107 ATIVIDADES 3 – Realize uma representação espacial bidimensional desenhando um croqui do caminho percorrido da sua sala de aula até o portão da escola. 108 2022Ensino Fundamental3 o ano – 2 o bimestre Ciências HumanasHistória MATERIAL DE APOIO PEDAGÓGICO PARA APRENDIZAGENS SIGNIFICATIVAS ANO DE ESCOLARIDADE REFERÊNCIA ANO LETIVO COMPONENTE CURRICULAR ÁREA DE CONHECIMENTO UNIDADE TEMÁTICA O lugar em que vive. OBJETO(S) DE CONHECIMENT O: HABILIDADE(S) : Os patrimônios históricos e culturais da cidade de vivência do estudante. A importância dos patri- mônios culturais para a memória da cidade e região. EF03HI04X) Identificar os patrimônios históricos e cultu- rais de sua cidade ou região e discutir as razões culturais, sociais e políticas para que assim sejam considerados, visando preservar e perceber aquilo que estes patrimô- nios materiais imateriais revelam sobre a história local e regional. (EF03HI05X) Identificar os marcos históricos do lugar em que vive, compreender seus significados, com vistas à valorização, reconhecimento e preservação. PLANEJAMENTO TEMA DE ESTUDO: A importância dos patrimônios naturais e culturais DURAÇÃO: 4 aulas PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS: A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA: Esta sequência didática tem por objetivo levar os estudantes a conhecerem o conceito de patrimônio e suas diferentes definições, além de diferenciar Patrimônio Natural de Patrimônio Cultural, reconhecendo a importância da preservação e valorização dos patrimônios, para a compreensão da identidade histórica de um povo ou comunidade. 109 No Brasil, em Minas Gerais e na grande maioria dos municípios e cidades, possuímos inúmeros e diversificados patrimônios culturais e naturais que são importantes para o turismo e preservação da nossa história. B) DESENVOLVIMENTO: 1º momento: O patrimônio natural e a importância de sua preservação Professor(a), comece essa aula com uma tempestade de ideias, escrevendo no quadro a palavra “Patrimônio”. Converse com os estudantes sobre o conceito de patrimônio. Inicie perguntando se já ouviram falar desse termo e o que ele significa. Auxilie-os a distinguir patri- mônio material e imaterial, mostrando que enquanto um pode ser visto e tocado, o outro é abstrato. Para facilitar a apreensão, dê exemplos de cada um – patrimônios materiais: construções, monumentos, pinturas etc.; patrimônios imateriais: dan- ças, músicas, folclore, culinária etc. Anote todas as palavras/frases que os estudantes citarem e em seguida monte o significado da palavra patrimônio e peça que eles anotem no caderno. Agora, explique para a turma a importância do reconhecimento e valorização dos patrimônios para a preservação de elementos naturais, históricos, arquitetônicos e artísticos para garantir que eles não desapareçam com o passar do tempo, pois as transformações feitas pelos seres humanos na paisagem nem sempre preser- vam características importantes dos ambientes. Comente que um patrimônio natural não é definido apenas por sua beleza e gran- diosidade, mas também pela relevância que tem para todos os seres vivos que dele dependem. A necessidade de preservação da flora, por exemplo, deve ser relacio- nada com a conservação do ambiente, necessária para a vida dos diversos animais que compõem a fauna de determinada área. Numa roda de conversa, dialogue com a turma sobre o que sabe sobre os patrimô- nios culturais e naturais existentes no Brasil e em Minas Gerais. 110 Faça perguntas como: Projete ou mostre cópias de imagens explorando o conhecimento dos estudantes sobre os patrimônios culturais/naturais do Brasil, de Minas Gerais e dos locais/muni- cípios de vivência dos estudantes, incentivando-os a pensar na importância de sua preservação. Fonte: Igreja São Francisco de Assis - Pampu- lha – Belo Horizonte /MG. Disponíve l em: < https:// ufmg.br/thum- bor/3LpTC1uh RrHvhxlD0NC RvMF- 4nUI=/0x0:102 7x685/712x47 4/https://ufmg. br/storage/2/9 /e/0/29e05bd ee85b4d3769 b- 37b87c424436c _15288199520 745_12254815 14. jpg>. Acesso em: 26 abr. 2022. Vist a parc ial do núcl eo hist óric o de Oliv eira/ MG. Disp onív el em: <htt p:// ww w.ie pha. mg. gov. br/i mag es/ com _osg aller y/ga l- 75/o rigin al/1- vista- parci al- do-nucleo-historico- de- oliveira6946785B- A679-64CA-0FA8- A863665125F9.jpg>. Acesso em: 01 mar. 2022.1 – O que significa “tombar” um patrimônio? 2– Qual a importância de fazer o “tombamento” de um patrimônio? Explique que o tombamento de elementos como patrimônio também tem impor- tância para a economia local, pois muitos deles se tornam pontos turísticos que atraem milhares de turistas anualmente. Ca sarão do período colonial no núcleo históric o de Oliveira /MG. Disponí vel em: <http:// www.ie pha. mg.gov . b r / i m a g e s / c o m _ o s gallery/ gal- 75/original/c asarao-do- periodo- colonical- no-nucleo- historico- de- oliveiraFB59 327D-DEAD- 871C-E168- 37BCD4 1B66CA .jpg>. Acesso em: 01 mar. 2022. Parque Foz do Iguaçu - Paraná Disponível em:<https://i.pinimg.com/736x/15/5b/12/155b12f60 68043c8b4d40da3cfa8bcc2--parana-brazil-travel.jpg>. Acesso em 01 mar.2022. Disponível em: <https://i.pinimg.com/73 6x/bd/66/f5/ bd66f5b6797762fdc2f80 228b29fae52.jpg>. Acesso em 01 mar.2022. 111 Mostre as imagens e pergunte se algum deles já conhece um desses locais e incenti- ve-os a relatar sua experiência, lembrando que esse local pode ser no seu município ou em cidades próximas da sua moradia. Imagens do Arquipélago de Fernando de Noronha - Pernambuco D isponível em: <https://i. pinimg.co m/originals /c2/18/e2/ c218e23a6 9881edbd0 4823c69f9a 780c. jpg>. Acesso em: 04 mar. 2022. D ispo nív el em: <ht tps: //i. pini mg. co m/5 50x /e9/ 48/ 49/ e94 849 47ff ff16 9c5 fc5 e7b 36e 94e 79c . jpg >. Ace sso em: 04 mar. 2022. Explique para a turma que o Parque Nacional do Iguaçu, no estado do Paraná, atrai cerca de 1,5 milhão de turistas anualmente por sua paisagem deslumbrante com 275 quedas d’ água que podem chegar a 82 metros de altura. Amplie o conhecimento falando sobre a importância ambiental desses patrimônios. Dê como exemplo o Arquipélago de Fernando de Noronha, no estado de Pernam- buco, que é o reduto de uma quantidade significativa de golfinhos, peixes exóticos e tartarugas Disponíve l em: <https://i. pinimg.co m/73 6x/51/4f/8 b/514f8b0 b b 7 a 5 9 e ab9a268b66 b3c573c4-- mars- search.jpg>. Acesso em: 04 mar. 2022. 2º momento: Ampliando o tema Professor(a), numa interdisciplinaridade com a Geografia, é possível fazer uma abor- dagem ampliando o tema. Pesquise previamente imagens de outros patrimônios naturais brasileiros e explore os elementos que estão sob proteção nesses locais como animais, plantas e ele- mentos da paisagem. São exemplos: o Complexo de áreas protegidas da Amazônia Central, que abriga espécies de animais ameaçados de extinção, como o pirarucu, o peixe-boi amazônico e o jacaré-açu, além de riquezas naturais, como os igapós, os lagos e os canais; o Complexo de áreas protegidas do Pantanal, nos estados do 112 Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, que compreende um dos maiores ecossiste- mas de água doce do mundo e abriga grande variedade de animais, como o jaburu, o macaco-prego e o cachorro do mato; o Complexo de áreas protegidas do Cerrado (parques nacionais da Chapada dos Veadeiros e das Emas), no estado de Goiás, que abriga diversas espécies de mamíferos, como o tamanduá-bandeira, o tatu canastra, o lobo-guará e o veado campeiro, e outros animais, além de paredões de pedra, vege- tação típica do Cerrado, rios e cachoeiras; e as Reservas da Mata Atlântica do Sul e Sudeste, nos estados de São Paulo e do Paraná, que ficam na região da Serra do Mar e incluem cavernas, montanhas, florestas densas, ilhas e até dunas, além de centenas de espécies de aves e mamíferos. Texto adaptado da Sequência Didática – Patrimônios naturais e culturais – 3º ano Ensino Fundamental- Disponível em: <https://pnld.moderna.com.br/>. Acesso em 07 abr. 2022. 3º momento: Patrimônio cultural e a importância de sua preservação 113 Reforce a ideia para os estudantes de que, ao reconhecermos e valorizarmos um patrimônio natural, estamos dizendo a toda sociedade que a preservação dos elementos naturais são essenciais para as gerações futuras. Professor(a), faça uma roda de conversa. Explique para os estudantes que o reconhecimento dos patrimônios é muito impor- tante para a identidade e a memória de um povo. Para isso, busque aproximar o assunto do cotidiano e dos interesses da turma perguntando o que consideram que deveria ser um patrimônio na sua cidade e por quê. Explique que a construção que é considerada patrimônio recebe investimentos para a sua preservação. Em seguida passe para a turma o conceito de Patrimônio Cultural: é o conjunto de bens culturais produzidos por uma sociedade, desde construções e objetos, até mani- festações populares como festas, 4º momento: Conhecendo as diferenças entre patrimônios materiais e imateriais Dê uma cópia do texto “Diferenças entre patrimônios materiais e imateriais” para cada estudante e peça que colem no caderno. Faça uma leitura compartilhada. Diferenças entre patrimônios materiais e imateriais Bens culturais imateriais estão relacionados aos saberes; já os materiais são os palpáveis, como o arqueológico e o paisagístico. Patrimônio Cultural pode ser definido como um bem (ou bens) de natureza material e imaterial considerado importante para a identidade da sociedade brasileira. Segundo artigo 216 da Constituição Federal, configuram patrimônio “as formas de expressão; os modos de criar; as criações científicas, artísticas e tecnológicas; as obras, objetos, documentos, edificações e demais espaços destinados às mani- festações artístico-culturais; além de conjuntos urbanos e sítios de valor histórico, paisagístico, artístico, arqueológico, paleontológico, ecológico e científico.” No Brasil, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) é respon- sável por promover e coordenar o processo de preservação e valorização do Patri- mônio Cultural Brasileiro, em suas dimensões material e imaterial. Fale também que preservar esses patrimônios significa não só resgatar importan- tes aspectos históricos, mas também garantir a permanência de elementos tradi- cionais de uma sociedade. Retome as aulas anteriores, falando que o patrimônio natural se constitui de paisa- gens e elementos naturais, enquanto que o patrimônio cultural é produzido pelas pessoas em suas experiências comunitárias e com o meio ambiente. 114 Os bens culturais imateriais estão relacionados aos saberes, às habilidades, às crenças, às práticas, ao modo de ser das pessoas. Desta forma podem ser conside- rados bens imateriais: conhecimentos enraizados no cotidiano das comunidades; manifestações literárias, musicais, plásticas, cênicas e lúdicas; rituais e festas que marcam a vivência coletiva da religiosidade, do entretenimento e de outras práti- cas da vida social; além de mercados, feiras, santuários, praças e demais espaços onde se concentram e se reproduzem práticas culturais. Na lista de bens imateriais brasileiros estão a festa do Círio de Nossa Senhora de Nazaré, a Feira de Caruaru, o Frevo, a capoeira, o modo artesanal de fazer queijo de Minas e as matrizes do samba no Rio de Janeiro. O patrimônio material é formado por um conjunto de bens culturais classificados segundo sua natureza: arqueológico, paisagístico e etnográfico; histórico; belas artes e das artes aplicadas. Eles estão divididos em bens imóveis – núcleos urba- nos, sítios arqueológicos e paisagísticos e bens individuais – e móveis – coleções arqueológicas, acervos museológicos, documentais, bibliográficos, arquivísticos, videográficos, fotográficos e cinematográficos. Entre os bens materiais brasileiros estão os conjuntos arquitetônicos de cidades como Ouro Preto (MG), Paraty (RJ), Olinda (PE) e São Luís (MA) ou paisagísticos, como Lençóis (BA), Serra do Curral (Belo Horizonte), Grutas do Lago Azul e de Nossa Senhora Aparecida (Bonito, MS) e o Corcovado (Rio de Janeiro). Fonte: Iphan. Disponível em: <http://www.brasil.gov.br>. Vamos recapitular escrevendo as perguntas e respostas no caderno. Fale com os estudantes que deverão utilizar o texto para responderas perguntas. 1 – Dê a definição de Patrimônio Cultural. 2– Defina o que é Patrimônio Material e Imaterial. 3 – No Brasil, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) é res- ponsável por . 4– Os bens culturais imateriais estão relacionados a quê? 115 5– Dê exemplos de bens imateriais e materiais. 5º momento: Exemplificando patrimônios materiais e imateriais Vamos agora exemplificar os tipos de patrimônios culturais explorando as imagens do samba de roda do Recôncavo Baiano e do casario colorido do centro histórico de Olinda. Reforce para os estudantes as semelhanças e diferenças entre esses dois patrimô- nios culturais apresentados: o samba de roda consiste em uma dança, um modo de expressão artística e cultural, enquanto o casario colorido é uma construção, por- tanto, um elemento materializado. Ambos, entretanto, são reconhecidos como patrimônios culturais, porque advêm das experiências comunitárias de grupos sociais. À medida que for mostrando as imagens ressalte que a proteção das práticas e tradi- ções populares é tão importante quanto a preservação de monumentos e construções. Samba de Roda do Recôncavo Baiano Disponível em: <https://www.gov.br/turismo/pt-br/ assuntos/noticias/brasil-destaca-importancia-cultural-do- pais-na- abertura-da-15a-sessao-do-comite-do-patrimonio imaterial/15_12_BA_SambadeRoda_Luiz_Santos_6.jpg/@@ images/8d5df46e-f350-4967-a73b-b28287e68532.jpeg>. Acesso em: 04 mar. 2022. Disponível em: <https://www.gov.br/iphan/pt-br/assunt os/ noticias/aberta-consulta-publica- sobre-o-samba-de-roda-do- reconcavo-baiano-ba/Roda1.PNG>. Acesso em: 04 mar. 2022. 116 Disponível em: <https://i.pinimg.com/originals/a5/42/47/ a542471e32d213a0d15020d8e9142488.jpg>. Acesso em: 04 mar. 2022. Disponível em: <https://i.pinimg.com/ originals/3f/1a/6c/3f1a6c7fa4272bdc8aa0 274ab24f1ea7.jpg>. Acesso em: 04 mar. 2022. Casarios coloridos do centro histórico de Olinda Disponível em: <https://i.pinimg.com/originals/61/ c8/88/61c8883c9edfdb7cebfe3466fb4dbc80.jpg>. Acesso em: 04 mar. 2022. Disponível em: <https://i.pinimg.com/or iginals/fe/80/e8/ fe80e8feb033c6ae44a3a 5216c873dc3.jpg>. Acesso em: 04 mar. 2022. Disponível em: <https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images? q=tbn:ANd9GcTnVyPzRrfoxA4YCJueRdNsyg_ nbOdb9gfDlZPth3Sxd6ifvx99- s2TTeFClfjHPL1QFps&usqp=CAU>. Acesso em: 04 mar. 2022. 6º momento: A importância da língua como patrimônio cultural Professor(a), é importante que os estudantes entendam que o patrimônio cultural está relacionado à vida das pessoas e à forma como os grupos sociais interagem. 117 Explique que existe uma política voltada para o reconhecimento da diversidade linguística como patrimônio cultural, por meio da identificação, documentação e ações de apoio e fomento. Projete ou mostre a imagem para a turma explicando a nossa diversidade linguística. Essas políticas visam promover e valorizar a diversidade linguística brasileira, fomen- tando a produção de conhecimento e documentação sobre as línguas faladas no Brasil e, contribuir para a garantia de direitos linguísticos, principalmente dos povos originários. Fonte: Disponível em:<http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/140. Acesso em: 04 abr. 2022. . Além da língua como patrimônio nacional, temos também outros símbolos que são importantes marcos que devemos preservar. Exemplos: samba, frevo, literatura de cordel, etc e os toques dos sinos das igrejas dos municípios de São João del-Rei, Ouro Preto, Mariana, Catas Altas, Congonhas, Diamantina, Sabará, Serro e Tiraden- tes, todas no estado de Minas Gerais, ressaltando a importância da participação da sociedade nesse processo. Sinos. Disponível em: <https://www.ipatrimonio.org/minas-gerais-toque-dos-sinos-em- minas-gerais/#!/ map=38329&loc=-20.3787854123855,- 43.419824838638306,15>. Acesso em: 12 abr. 2022. 118 Com a sua ajuda professor(a), proponha aos estudantes a realização de uma pesqui- sa on-line no site do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), a respeito dos patrimônios culturais de Minas Gerais. Oriente os estudantes duran- te a pesquisa, que pode ser realizada na sala de informática da escola, se possível. Oriente-os a buscar por esses patrimônios, registrar seus nomes, locais de origem, datas de registro e importância deles para a cultura mineira e brasileira. Se achar mais conveniente, faça a pesquisa proposta previamente e selecione as informa- ções para apresentar aos estudantes em sala de aula. Nesse caso, eles poderão organizar as informações em uma ficha sobre cada patrimônio pesquisado ou pro- duzir cartazes sobre o assunto para serem expostos na escola. RECURSOS: Quadro; giz ou pincel; computador; projetor de vídeo e slides; folha branca; celular; cópias de imagens e textos; lápis de cor, papel craft; revistas, jornais e panfletos para recorte; tesouras com pontas arredondadas; cola; equipamentos com acesso à internet. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO: A avaliação deverá ser processual e contínua, permeando todas as atividades pro- postas pelo professor. Desta forma, ao longo do processo, o professor poderá avaliar o estudante segundo sua participação nas atividades realizadas: leitura, interpreta- ção de texto, debates, pesquisas, apresentações de trabalho, produção de textos e imagens críticas e também por outras atividades escritas a respeito do tema traba- lhado nas aulas. É importante que os estudantes reconheçam os patrimônios naturais para sua pre- servação. Se necessário, revise os conteúdos. ATIVIDADES 1 – Complete a frase usando os termos adequados. Os correspondem a áreas com uma paisagem especial e de grande importância ambiental. Já os são bens que apresentam valor cultural para um ou mais grupos da sociedade brasileira. patrimônios naturais. patrimônios culturais. 119 2 – Forneça aos estudantes revistas que contenham imagens de paisagens naturais. Peça a cada estudante que escolha duas paisagens que, na visão dele, deveriam ser tombadas como patrimônios naturais. Peça que as cole no caderno e, ao lado, escreva por que acha que os espaços representados nas imagens deveriam ser tom- bados como patrimônios naturais. 120 UNIDADE TEMÁTICA O lugar em que vive. OBJETO(S) DE CONHECIMENTO: HABILIDADE(S): A produção dos marcos da memória: os lugares de memória (ruas, praças, escolas, monumentos, museus etc.). Valorização, reconhecimento e pre- servação do patrimônio histórico. Motivos pelos quais seus nomes foram escolhidos. (EF03HI06X) Identificar os registros de memória na cidade (nomes de ruas, monu- mentos, edifícios etc.), discutindo os crité- rios que explicam a escolha desses nomes e o valor cultural para a sociedade no passado e no presente. PLANEJAMENTO TEMA DE ESTUDO: Memória da cidade DURAÇÃO: 4 aulas PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS: A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA: A sequência didática dessa habilidade, reforça as habilidades trabalhadas em (EF03HI04), tendo agora por objeto os marcos de memória da cidade: nomes de ruas, praças, monumentos, museus, etc. Discutir os motivos pelos quais os nomes foram escolhidos implica em pesquisar, inferir, explicar e argumentar. Ao elaborar a aula, pode-se prever uma pesquisa sobre nomes antigos atribuídos pelo próprio povo aos logradouros públicos como: • São nomes relacionados à topografia local? • De um morador conhecido ou de alguma pessoa importante na política, nas artes, etc? Esses nomes foram mantidos ou mudados? A habilidade permite que o estudante observe que há uma história local que está registrada nos nomes e na memória dos habitantes. 121 B) DESENVOLVIMENTO: 1º momento: A história da cidade, por meio dos nomes dos lugares Exemplos de imagens do município de Lagoa Formosa, situado no Alto Paranaíba. Imagem 1- Foto: CMLF. A cidade é encravada nas montanhas das Minas Gerais. Imagem 2- Foto:Deocleciano Mundim No dia do aniversário da cidade acontece o dia da pesca. Imagem 3- Foto: Deocleciano Mundim. AVENIDA JK. Imagem 4. Foto: João Paulo Oliveira. AVENIDA MANOEL SOARES. 122 Professor(a), inicie a aula perguntando para a turma se eles já repararam no nome do município, do bairro e da rua em que moram. Comente que o nome de todos os lugares tem uma história, assim como o nome das pessoas. Esclareça que sempre existe um motivo para que um lugar seja nomeado de determinada maneira. Orga- nize a turma em círculo. Projete ou mostre algumas imagens do município em que estão localizados e depois faça uma discussão acerca da origem dos locais apre- sentados nas imagens. Imagem 5- Foto: João Paulo Oliveira. Bairro Planalto. Imagem 6- Foto: João Paulo Oliveira. Praça Alzira Borges. Imagens 1 a 6: Disponíveis em: <https://minas-gerais-brasil.blogspot.com/2012/11/lagoa-formosa-cidade-das- rosas.html?m=0>. Acesso em: 07 abr. 2022. Depois de projetar as imagens e dialogar com os estudantes se eles reconhecem algum desses lugares apresentados nas imagens, chegou a hora de pesquisar a his- tória da cidade. Leve a turma para a sala de informática ou biblioteca da escola e peça que pesqui- sem a história da cidade, anotando no caderno o resultado da pesquisa. 123 Lagoa Formosa - MG Histórico Contam os nossos antepassados que um certo dia, alguns tropeiros vinham de Con- quista indo a outros centros buscar sal para os animais. Próximo ao Ribeirão da Babilônia, que era a princípio um local de pouso dos tropeiros, resolveram dar um alívio aos animais que estavam exaustos. Um deles, chamado Zeca Limírio, percebeu que seus animais tinham fugido ao alcance de sua visão rumo a uma pequena elevação que se formava ao norte do ribeirão. Subindo pela elevação, descortinou uma linda e aprazível lagoa, onde os animais se alojavam tranquilamente, deliciando-se com sombra e água fresca. Este foi possivelmente o primeiro contato de um tropeiro com a nossa lagoa, até então totalmente selvagem. Algum tempo depois, um outro tropeiro chamado Valdemar de Almeida Barbosa, que foi um dos que deixaram manuscritos em um diário de suas viagens, a certa altura de seus escritos narrava: ″com a longa viagem pela estrada real que demanda ao sertão do Paracatu, os tropeiros batiam pousada em vários pontos, pois era impos- sível prosseguir adiante naquele dia″. Descreve ainda, um local onde alimentavam a tropa e descansavam, apreciando a bela paisagem dominada pela vegetação dos campos mineiros, tendo ao fundo frondosas árvores nativas, circundando uma bela lagoa. Neste lugar, narra o tropeiro, cozinhavam os alimentos, refaziam suas ener- gias e faziam descansar as mulas cargueiras. [...] O primeiro morador oficialmente instalado foi o Sr. Pacheco de Araújo, que se fixou provavelmente à margem do Ribeirão da Babilônia [...] O lugar cresceu. O seu desenvolvimento social, político e econômico revestiu-se de características seme- lhantes às de outros vilarejos... Em 1858, foi criado o distrito de Nossa Senhora da Piedade de Alagoa Formosa (alguns escritos trazem Lagoa), sob a tutela da freguesia de Patos de Minas. [...] A criação da cidade deu-se em 1962, e sua instalação deu-se no ano seguinte. Fonte: Texto recortado - Disponível em: <https://cidades.ibge.gov.br/brasil/mg/lagoa-formosa/historico>. Acesso em: 07 abr. 2022. www.lagoaformosa.mg.go v.br Quando terminarem a pesquisa sobre a origem da cidade, oriente os estudantes a pesquisarem no Google, imagens da rua “Zeca Limírio”, fundador da cidade. Além do nome dele, há muitas outras ruas homenageando outros moradores e famílias da cidade, que provavelmente eles conhecem. Abaixo o exemplo. 124 Retorne para a sala de aula e numa roda de conversa faça a discussão sobre o que os estudantes acharam da história da sua cidade e sobre os nomes das ruas e praças dedicados na grande maioria a pessoas e famílias locais. 2º momento: Pesquisando o nome da minha rua e da minha escola Peça aos estudantes que pesquisem sobre o nome da sua rua, da sua escola e o seu significado. Professor(a), peça que cada estudante apresente para os colegas as informações sobre o nome da rua ou avenida que moram. Em seguida, peça a alguns estudantes que descrevam o que pesquisaram sobre o nome da rua ou avenida que a escola está localizada. Agora chegou a vez de fazer um desenho bem bonito do trajeto da minha casa até a escola. Monte um mural bem bonito com os desenhos e afixe-os na parede da sala de aula ou então pode-se fazer um varal com cordão. RECURSOS: Quadro ou lousa, giz ou pincel, computador, projetor de vídeo e slides, notebook/ computador, folha branca, lápis de cor; celular, cópias de imagens e textos, lápis de cor, tesoura, cola, papel craft, materiais recicláveis como papelão, garrafa pet, pali- tos de picolé, jornais, revistas, entre outros. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO: A avaliação deverá ser feita durante todo o desenvolvimento da sequência, per- meando todas as atividades propostas pelo professor. Desta forma, ao longo do pro- cesso, o professor poderá avaliar o estudante segundo sua participação nas ativida- des realizadas: leitura, interpretação de texto, debates, pesquisas, construção da maquete, leitura das imagens e também por outras atividades escritas a respeito do tema trabalhado nas aulas. O estudante deverá compreender que os nomes dos locais públicos remetem à histó- ria local, mineira e brasileira e que existem critérios para essas escolhas. 125 ATIVIDADES 1 – Organize a turma em grupos de aproximadamente 5 estudantes. Escolha bairros que tenham prédios públicos, museus, bibliotecas, entre outros. Professor(a), cada grupo ficará responsável por um bairro conforme você orientar. A maquete poderá ser confeccionada com materiais recicláveis como papelão, gar- rafa pet, palitos de picolé, jornais, revistas, entre outros. A maquete deve contemplar os nomes das ruas, praças, monumentos ou prédios de destaque do bairro escolhido. 126 2022Ensino Fundamental3 o ano – 2 o bimestre Ciências HumanasEnsino Religioso MATERIAL DE APOIO PEDAGÓGICO PARA APRENDIZAGENS SIGNIFICATIVAS ANO DE ESCOLARIDADE REFERÊNCIA ANO LETIVO COMPONENTE CURRICULAR ÁREA DE CONHECIMENTO UNIDADE TEMÁTICA Identidades e Alteridades. OBJETO(S) DE CONHECIMENT O: HABILIDADE(S) : Espaços e territórios religiosos. (EF03ER10MG) Localizar e distinguir os espaços e territórios de diferentes culturas, tradições e movimentos religiosos. (EF03ER02X) Caracterizar os espaços e territórios religiosos, de pessoas e grupos, naturais ou construídos, como locais de realização das práticas celebrativas. PLANEJAMENTO TEMA DE ESTUDO: Espaços sagrados DURAÇÃO: 02 aulas PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS: A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA: Cada religião tem um lugar que considera sagrado. Sagrado é tudo aquilo que merece respeito religioso por ter associação com uma divindade. Os locais onde são realizadas celebrações religiosas são chamados de templos. Dependendo da religião, o templo pode ter outro nome como sinagoga, mesquita, terreiro ou igreja. Os fiéis acreditam que esses espaços representam uma forma de se conectar com o Divino. 127 IGREJA - É um templo cristão onde os fiéis se reúnem para buscar a espiritualidade. É o local da pregação dos ensinamentos de Cristo e onde se aprende os princípios da ética cristã. A Igreja é o conjunto de fiéis unidos pela mesma fé e que celebram as mesmas doutrinas religiosas. SINAGOGA - É o local de culto da religião judaica. Lugar onde os judeus praticam sua fé e espiritualidade. MESQUITA - Templo de culto dos seguidores maometano da fé islâmica: os muçul- manos. TERREIRO - Nos cultos afro-brasileiros, é o local onde se realizam os cultos cerimo- niais e são feitas oferendas aos orixás. Os indígenas têm a natureza como lugar sagrado. Sugestão de vídeo: “Espaços sagrados para as religiões”. Disponível em: <https:// www.youtube.com/watch?v=9CHrCKVoYzM>.Acesso em: 12 abr. 2022. B) DESENVOLVIMENTO: 1 – O primeiro passo dessa aula é contextualizar o tema e compreender o conheci- mento prévio dos estudantes. 2 – Professor(a), caso a escola tenha recursos de mídia, mostrar aos estudantes o vídeo explicativo. 3– Abordar o tema com os estudantes e conversar sobre o vídeo apresentado. 4 – Aula expositiva sobre espaços sagrados com apresentação de texto escrito no quadro ou impresso. Sugestão: usar o texto de contextualização dessa aula já que está com uma linguagem adequada para os estudantes. 5– Atividades de interpretação do texto. RECURSOS: Sala de informática, projetor, quadro, pincel, atividades impressas. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO: Avalie o interesse dos estudantes durante as atividades e como tem realizado as hipóteses durante as explicações. 128 1 – O quadro abaixo contém palavras embaralhadas da parte de um texto. Esse texto traz orientações importantes sobre espaços religiosos. Você consegue decifrá-lo? Disponível em: KLUCK, Cláudia Regina; Mazzarollo, Gisele; Itoz, Sônia de. Ensino Religioso: Passado, presente e fé. Vol 3, Editora Piá, 2019. A) Para descobrir o que o texto diz, coloquem em ordem crescente os trechos. Regis- tre o texto que você descobriu na sequência correta. B)Você já foi em alguma construção religiosa? Se sim, qual? 129 ATIVIDADES 2– Observe a imagem abaixo. Disponível em: KLUCK, Cláudia Regina; Mazzarollo, Gisele; Itoz, Sônia de. Ensino Religioso: Passado, presente e fé. Vol 3, Editora Piá, 2019. A) O que as crianças estão fazendo? B)O que elas demonstram estar sentindo? C) Como você percebeu esse sentimento? 3. Como se chama o local de culto da religião judaica? 130 4 – Para que as pessoas usam os espaços sagrados? Marque a alternativa correta. A) PARA FAZER FESTAS. B)PARA SE DIVERTIR. C) PARA SE CONECTAR COM O DIVINO. D) PARA CONVERSAR E DANÇAR. 5. O que os fiéis buscam nos espaços sagrados? Marque a alternativa correta. A) A ESPIRITUALIDADE. B)COMIDA. C) SHOW. D) JOGOS. 6 – Que espaços sagrados existem no lugar onde você mora? Escreva o nome da reli- gião e igreja que pertence. 3º Ano MATERIAL DE APOIO PEDAGÓGICO PARA APRENDIZAGENS Ensino Fundamental 3º Bimestre GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS ESCOLA DE FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL DE EDUCADORES SUMÁRIO LÍNGUA PORTUGUESA...............................................................pág 01 Planejamento 1: Carta de leitor - Descobrindo o gênero...........pág 01 Planejamento 2: Receita: forma de composição do texto.....pág 11 Planejamento 3: Fábulas à vista...........................................pág 18 ARTE........................................................................pág 26 Planejamento 1: As notas musicais...........................................pág 26 EDUCAÇÃO FÍSICA....................................................................pág 31 Planejamento 1: Ginástica corporal...........................................pág 31 Planejamento 2: Briga de galo..................................................pág 36 Planejamento 3: Cerca divertida..........................................pág 40 Planejamento 4: Jogo de basquete dos números.................pág 43 MATEMÁTICA......................................................................pág 46 Planejamento 1: Medida de tempo...........................................pág 46 Planejamento 2: Multiplicação.............................................pág 50 CIÊNCIAS............................................................................pág 54 Planejamento 1: Água no planeta Terra...................................pág 54 Planejamento 2: Textura do solo..............................................pág 60 Planejamento 3: Qualidade do solo na agricultura...................pág 65 GEOGRAFIA.........................................................................pág 70 Planejamento 1: Alfabetização cartográfica.........................pág 70 Planejamento 2: Matéria-prima e produtos industrializados pág 74 HISTÓRIA............................................................................pág 78 Planejamento 1: As primeiras vilas e a ocupação do espaço pág 78 Planejamento 2: Diferentes lugares: os municípios.............pág 90 Planejamento 3: O espaço público.......................................pág 96 ENSINO RELIGIOSO........................................................................pág 105 Planejamento 1: Comemorações religiosas.............................pág 105 2022Ensino Fundamental3 o ano – 3 o bimestre LinguagensLíngua Portuguesa MATERIAL DE APOIO PEDAGÓGICO PARA APRENDIZAGENS SIGNIFICATIVAS ANO DE ESCOLARIDADE REFERÊNCIA ANO LETIVO COMPONENTE CURRICULAR ÁREA DE CONHECIMENTO PRÁTICAS DE LINGUAGEM Análise linguística/semiótica (ortografização). Produção de textos (escrita compartilhada). OBJETO(S) DE CONHECIMENT O: HABILIDADE(S) : Adjetivos segundo gênero e tipos de texto. Leitura e construção de textos narrativos. Elementos e partes da narrativa. Relacionar os conhecimentos adquiridos com o cotidiano (em equipe e/ou individual). Produção de texto: ortografia, regras de concordância, pon- tuação e expressividade. Relacionar os conhecimentos adquiridos com o cotidiano (em equipe e/ou individual). Relacionar os conhecimentos adquiridos com o cotidiano (em equipe e/ou individual). (EF35LP16) Identificar e reproduzir, em notícias, man- chetes, lides e corpo de notícias simples para público infantil e cartas de reclamação (revista infantil), digi- tais ou impressos, a formatação e diagramação espe- cífica de cada um desses gêneros, inclusive em suas versões orais. (EF03LP23) Analisar o uso de adjetivos em cartas diri- gidas a veículos da mídia impressa ou digital (cartas do leitor ou de reclamação a jornais ou revistas), digi- tais ou impressas. (EF35LP07) Utilizar, ao produzir um texto, conheci- mentos linguísticos e gramaticais, tais como ortogra- fia, regras básicas de concordância nominal e verbal, pontuação (ponto final, ponto de exclamação, ponto de interrogação, vírgulas em enumerações) e pontua- ção do discurso direto, quando for o caso. (EF03LP04) Usar acento gráfico (agudo ou circun- flexo) em monossílabos tônicos terminados em a, e, o e em palavras oxítonas terminadas em a, e, o, segui- das ou não de s. 1 PLANEJAMENTO TEMA DE ESTUDO: Carta de leitor - Descobrindo o gênero DURAÇÃO: 4 aulas PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA: A carta do leitor é um gênero textual jornalístico. Nem sempre quando folheamos algum jornal ou até mesmo revistas temos a curiosidade de conhecer passo a passo sobre cada assunto que é publicado, pois o que realmente nos interessa é encontrar- mos o assunto que estamos buscando, e o resto... deixamos de lado. Porém, tudo que estudamos até agora sobre os muitos gêneros que participam do nosso cotidiano foi de grande importância, não é verdade? E falando neles, agora iremos aprender sobre mais um – a carta do leitor. Mas onde encontrá-lo? Exatamente naqueles textos relacionados ao ambiente jornalístico, ou seja, em jor- nais, impressos ou expostos na internet e em revistas de um modo geral. Como o próprio nome já diz, trata-se de um texto (com as mesmas características de uma carta normal), no qual os leitores têm a oportunidade de fazer elogios sobre uma determinada matéria publicada, expressar suas opiniões ou dar alguma sugestão, e até mesmo criticar, sugerindo algum tipo de melhoria. Quanto à sua estrutura, a carta do leitor contém os mesmos elementos da carta pessoal. Primeiro vem a data em que a carta foi redigida. Em seguida, o vocativo – nesse caso, coloca-se o nome do jornal ou da revista, pois revela a quem ela é dirigida. Segue assim o corpo do texto, contendo todas as informações que se pretende dizer. E por último vem a despedida cordial, juntamente com a assinatura de quem a escreveu. Quandoo assunto da carta é muito extenso, os organizadores do jornal procuram reduzi-la, até mesmo porque o espaço a ela destinado é muito reduzido, uma vez que são cartas de vários leitores, mas a ideia principal continua sendo a mesma. No que se refere à linguagem, podemos dizer que é bem variada, podendo ser um pouco mais descontraída ou mais formal, tudo dependerá do público para o qual é destinada. 2 B) DESENVOLVIMENTO: 1º MOMENTO Projete a carta abaixo ou entregue uma cópia para os estudantes. Fonte: Carta do leitor: Reportagem - Animais exóticos. Nova Escola, [s. l.], [2022]. Dê espaço para que os estudantes possam falar sobre a carta lida. Estimule os estudantes a dar suas opiniões acerca da carta: • O que vocês acharam do texto? • Qual foi o assunto principal do texto? • Como o autor se despediu? • Quem é o remetente da carta? • Se pudessem escrever uma carta, como seria esta carta? Após a discussão proposta, preencha o quadro abaixo: Fonte: SILVA, Mirian Carla Neiva Borges. Plano de aula: Cartas do leitor - Conhecendo a estrutura o gênero. Nova Escola, [s. l.], [2022]. 3 Como a carta se inicia? A quem a carta é enviada? Nesta parte, temos as impressões do autor. Como o autor finaliza a carta? Nesta parte, o autor precisa dizer quem é que está enviando a carta. Pergunte aos estudantes se eles conseguiram identificar a estrutura de uma carta do leitor, ou seja, como uma carta do leitor deve ser formatada? Anote as conclusões no quadro e peça para que os estudantes as copiem no caderno. Espera-se que os estudantes identifiquem que a carta do leitor tem a seguinte estrutura: • Local e data. • Vocativo, ou seja, destinatário. • Corpo da carta, com as impressões do autor sobre o texto lido, ou vídeo, agra- decimentos, críticas e /ou elogios e sugestões. • Despedida. • Assinatura. 2º MOMENTO Leia o texto a seguir. Trecho da notícia “Mais um Dino com Penas”publicada no site Ciência Hoje das Crianças. Matéria publicada em 27.01.2017. Em dezembro de 2016, cientistas chineses e canadenses encontraram uma peça de âmbar, um material fóssil liberado por plantas, que continha um pedaço de cauda de um dinossauro bem preservado, com penas quase intactas. Você deve estar se perguntando agora: desde quando dinossauro tem pena? Sim, é isso mesmo que você leu. Alguns tinham! Nas últimas duas décadas, diversos trabalhos científicos mostraram que alguns dinossauros possuíam penas. Essas descobertas foram fei- tas a partir de marcas contidas em ossos de dinossauros fossilizados. Há cerca de 65 milhões de anos, os dinossauros foram extintos, mas deixaram descendentes que persistem nos dias atuais: as aves! Esses novos achados são apenas mais uma das evidências para sustentar essa hipótese [...] MOREIRA, Jânio Cordeiro Moreira; VIEIRA, Perla Raquel Nogueira. Mais um dino com penas. Ciências Hoje das Crianças, [s. l.], 27 jan. 2017. a) Projete o texto e, se possível, imprima-o, distribuindo para a turma. b) Faça a leitura coletiva do texto. Depois, você poderá solicitar que cada estu- dante leia uma parte do texto. c) Converse com a turma sobre o texto: • Qual é o assunto do texto? • Na sua opinião, antes de ler o texto você saberia o assunto do texto? Como? 4 • Na sua opinião, por que o texto tem como título “ Mais um Dino com penas”? Poderia ter outro título? Qual? • Você acha que os cientistas ainda encontrarão mais novidades sobre os dinossauros? • Na última frase desse trecho da notícia diz que “Esses novos achados são apenas mais uma das evidências para sustentar essa hipótese“. De que hipótese o autor fala? 3º MOMENTO Preencha as lacunas. Fonte: SILVA, Mirian Carla Neiva Borges. Plano de aula: Cartas do leitor - Conhecendo a estrutura o gênero. Nova Escola, [s. l.], [2022]. • Projete a atividade e, se possível, imprima, distribuindo para a turma. Se não for possível imprimir a atividade, escreva no quadro e peça para que os estu- dantes a copiem. • Peça para que algum estudante leia o primeiro quadro do slide, com as lacunas a serem preenchidas. • Após, leia o segundo quadro, explicando à turma o que eles precisam anotar nos espaços: O nome, idade. • O que você achou da notícia? Gostou? Não gostou? Adorou? Gostou muito? Gostou só um pouco? • Qual é o assunto da notícia? A notícia fala sobre o quê? • Que adjetivo você gostaria de atribuir para a notícia? Você gostou da notícia, por quê? Você não gostou da notícia, por quê? 5 • Que adjetivo você gostaria de atribuir para os cientistas? O que achou desses cientistas? • E para a informação de que foram feitas descobertas de dinossauros com penas, que adjetivo você gostaria de atribuir? O que achou dessa informação? • Se você fosse realmente enviar uma carta para a CHC, qual assunto gostaria de saber? Que adjetivo você gostaria de atribuir para esse assunto? O que acha desse assunto? 4º MOMENTO Vamos compartilhar nosso aprendizado? Que tal escolhermos alguns adjetivos escri- tos pelos colegas e buscar sinônimos? Adjetivos escritos pelos colegas Novos adjetivos Fonte: SILVA, Mirian Carla Neiva Borges. Plano de aula: Cartas do leitor - Substituição de adjetivos no gênero. Nova Escola, [s. l.], [2022]. • Leia o enunciado para a turma e desenhe a tabela no quadro. • Peça para que os estudantes compartilhem com a turma suas anotações. Observe se os adjetivos atribuídos são coerentes com o contexto da carta e da notícia. Muitas vezes os estudantes tendem a utilizar qualquer palavra, sem preocupar-se com a coerência ou se pertence à classe gramatical adequada, por isso, o professor deve atentar-se a esses equívocos e interferir, com ques- tionamentos: essa palavras que você utilizou, é uma característica para a notí- cia? Ou para os cientistas? Ou para a informação? Ou para o assunto que gos- taria de saber? Se não, qual palavra poderíamos utilizar para caracterizar esse substantivo? Será que esse adjetivo tem a ver com a notícia e/ou com o resto da carta que estamos produzindo? • Faça perguntas para a turma, a partir dos adjetivos utilizados pelos estudan- tes: se “João” em vez de ter utilizado o adjetivo “ legal” para notícia, tivesse uti- lizado “chata”, a carta teria o mesmo sentido? Por quê? Qual outro adjetivo, em vez de “legal”, “João” poderia ter utilizado, de forma que o sentido da carta não modificasse? 6 • Vamos listar, no caderno, alguns adjetivos escritos pelos colegas e buscar sinô- nimos para eles, que tenham o mesmo sentido? Peça que desenhem a tabela no caderno para listar os adjetivos. • Os adjetivos são importantes, no texto? Qual a importância dessas palavras? Vamos anotar no caderno? (Espera-se que os estudantes concluam que os adjetivos são importantes para o texto, pois são eles que caracterizam um substantivo, descrevendo-o e às vezes modificando o sentido do texto e/ou do substantivo.) • Sabemos que os adjetivos caracterizam um substantivo e por isso são muito importantes. Sem os adjetivos num determinado texto é possível compreender exatamente os detalhes do mesmo? Vamos anotar no caderno nossas conclusões? RECURSOS: Equipamento necessário para projeção ou impressão dos textos, caso não houver disponibilidade para projeção dos slides. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO: O processo avaliativo deverá envolver todas as práticas realizadas, tais como identi- ficação do gênero trabalhado, participação e o envolvimento durante as atividades. ATIVIDADES 1- Sua tarefa agora é ler novamente a notícia do site Ciência Hoje das Crianças “GIGANTES EM PERIGO!” e depois planejar e produzir uma “carta do leitor” utilizando tudo que você aprendeu nas atividades anteriores. Vamos lá? Fonte: Adaptado de MINAS GERAIS. Secretaria do Estado de Educação. Plano de Ensino Tutorado - Ensino Fundamental: 3º ano. Escola de Formação e Desenvolvimento Profissional de Educadores de Minas Gerais, [s. l.], 2020. 7 Agora em seu caderno você irá escrever a sua carta do leitor para o site Ciências Hoje das Crianças. Capriche! 2- Vamosrelembrar? Fonte: Adaptado de MINAS GERAIS. Secretaria do Estado de Educação. Plano de Ensino Tutorado - Ensino Fundamental: 3º ano. Escola de Formação e Desenvolvimento Profissional de Educadores de Minas Gerais, [s. l.], 2020. a) Leia novamente o texto abaixo, pinte as palavras acentuadas e complete o quadro. Trecho da notícia “Mais um Dino com Penas”publicada no site Ciência Hoje das Crianças. Matéria publicada em 27.01.2017. Em dezembro de 2016, cientistas chineses e canadenses encontraram uma peça de âmbar, um material fóssil liberado por plantas, que continha um pedaço de cauda de um dinossauro bem preservado, com penas quase intactas. Você deve estar se perguntando agora: desde quando dinossauro tem pena? Sim, é isso mesmo que você leu. Alguns tinham! Nas últimas duas décadas, diversos trabalhos científicos mostraram que alguns dinossauros possuíam penas. Essas descobertas foram fei- tas a partir de marcas contidas em ossos de dinossauros fossilizados. Há cerca de 65 milhões de anos, os dinossauros foram extintos, mas deixaram descendentes que persistem nos dias atuais: as aves! Esses novos achados são apenas mais uma das evidências para sustentar essa hipótese [...] MOREIRA, Jânio Cordeiro Moreira; VIEIRA, Perla Raquel Nogueira. Mais um dino com penas. Ciências Hoje das Crianças, [s. l.], 27 jan. 2017. ACENTO AGUDO ACENTO CIRCUNFLEXO 8 a) Relacione as colunas de acordo com sua observação dos sons das vogais com cada um dos acentos: 1 – O acento agudo. ( ) indica som fechado. 2 – O acento circunflexo. ( ) indica som aberto. b) Escreva 3 palavras que você conheça com: Acento agudo: Acento circunflexo: 9 10 PRÁTICAS DE LINGUAGEM Análise linguística/semiótica (ortografização). Produção de textos (escrita compartilhada e autônoma). OBJETO(S) DE CONHECIMENT O: HABILIDADE(S) : Linguagem e construção de gêneros epistolares e diários - Produção de texto. Leitura e reprodução de textos injuntivos instrucionais (recei- tas, instruções de montagem etc). Linguagem e construção de textos injuntivos instrucionais. Relacionar os conhecimentos adquiridos com o cotidiano (em equipe e/ou individual). Segmentação de palavras em sílabas considerando a sua tonicidade. Relacionar os conhecimentos adquiridos com o cotidiano (em equipe e/ou individual). Leitura e produção de textos injuntivos instrucionais (recei- tas, instruções de montagem etc). Produção de textos: revisão. (EF03L16) Identificar e reproduzir, em textos injuntivos instrucionais (receitas, instruções de montagem, digitais ou impressos), a formatação própria desses textos (verbos imperativos, indi- cação de passos a ser seguidos) e a diagramação específica dos textos desses gêneros (lista de ingredientes ou materiais e instruções de execu- ção – “modo de fazer”). (EF03LP06) Identificar a sílaba tônica em pala- vras, classificando-as em oxítonas, paroxítonas e proparoxítonas. (EF03LP14) Planejar e produzir textos injuntivos instrucionais, com a estrutura própria desses textos (verbos imperativos, indicação de passos a ser seguidos) e mesclando palavras, imagens e recursos gráfico-visuais, considerando a situa- ção comunicativa e o tema/assunto do texto. (EF15LP06) Reler e revisar o texto produzido com a ajuda do professor e a colaboração dos colegas, para corrigi-lo e aprimorá- lo, fazendo cortes, acréscimos, reformulações, correções de orto- grafia e pontuação. (EF15LP07) Editar a versão final do texto, em cola- boração com os colegas e com a ajuda do pro- fessor, ilustrando, quando for o caso, em suporte adequado, manual ou digital. 11 PLANEJAMENTO TEMA DE ESTUDO: Receita: forma de composição do texto DURAÇÃO: 4 aulas PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA: A Receita culinária é um texto injuntivo/instrucional cuja proposta comunicativa se define pela instrução de um determinado procedimento, sugerindo como algo deve ser feito pelo interlocutor. Possui como característica básica o uso de linguagem simples e objetiva, indicativa dos ingredientes e da sequência dos procedimentos a serem seguidos. B) DESENVOLVIMENTO: 1º MOMENTO Projete no projetor multimídias (ou escreva no quadro) o tema da aula, deixando explicitado aos estudantes que irão trabalhar com receitas culinárias, analisando seus elementos compositores comuns. Fonte: LOPES, Luciane Cristina Panes Dos Santos. Plano de aula: Receita - forma de composição do texto. Nova Escola, [s. l.], [2022]. 12 10 Laranjas Modo de preparo 1. Corte as laranjas ao meio. 6. Sirva em seguida. 2. Em uma jarra grande, esprema todas elas para extrair o líquido. 3 Retire as sementes. Fanta natural 4. Coloque toda a água e adicione o açúcar para adoçar (de acordo com seu gosto). 5.Mexa bem. Ingredientes 1 litro de água gelada Açúcar a gosto 1. Inicie a aula projetando o texto. Na impossibilidade de projeção, providencie uma cópia para cada estudante. 2.Proponha que realizem a leitura silenciosa do texto para primeiro contato com as informações apresentadas. 3.Questione a turma acerca do conteúdo apresentado, acionando o conhecimento prévio que possuem acerca do gênero receita culinária: • O que vocês acham que temos aqui? • É um texto de que gênero? • Que pista há neste texto que pode ajudar a confirmar que se trata de uma receita? • Do que se trata esta receita? Como você descobriu? • Além do título (que indica o alimento a ser preparado), quais as duas outras partes de uma receita? • Vocês sabem por que os ingredientes precisam vir antes do Modo de preparo? • Como devem ser organizadas as orientações para o preparo? • Por que é importante seguir a sequência descrita no Modo de fazer? 4.Anote no quadro as informações relevantes levantadas pelos estudantes para pos- terior consulta, se necessário. 2º MOMENTO COLOQUE A RECEITA EM ORDEM. 1. Inicialmente, organize a turma em duplas e entregue para os estudantes uma cópia da atividade a ser realizada (modelo disponibilizado no Material complementar). 2.Proponha à turma o desafio de reorganizar a receita. Para tanto, solicite que, pri- meiramente, as duplas discutam entre si a forma de organização textual adequada ao texto apresentado e, em seguida, iniciem o registro da receita reestruturada no caderno. 3.Durante a execução da atividade, circule entre os estudantes para se certificar de que a atividade está sendo desenvolvida conforme o esperado. Aproveite a oportu- nidade e questione cada dupla acerca da organização textual realizada na busca da coerência do texto estruturado e, se necessário, retome com os estudantes os itens levantados anteriormente acerca dos elementos compositores de uma receita culi- nária, os quais se encontram anotados no quadro. 13 3º MOMENTO 1. Proponha a uma das duplas que apresente o resultado do seu trabalho transcre- vendo no quadro a receita organizada para que seja realizada a análise coletiva da turma. 2.Solicite que leiam juntos o texto do quadro, por etapas: 1ª etapa: Qual o título desta receita? 2ª etapa: Quais são seus ingredientes? 3ª etapa: Quais os procedimentos apresentados no Modo de preparo? 3.A cada etapa acima, questione os estudantes se a organização dessa receita foi ou não acertada incentivando a justificativa das respostas dadas, tais como: • O título deve apresentar o nome do alimento a ser preparado (Fanta natural). • Os ingredientes devem ser escritos antes do modo de preparo porque devem ser providenciados antes de se iniciar a execução da receita. • Os itens presentes na lista de ingredientes podem ser escritos em qualquer ordem. • O Modo de preparo também é chamado de Modo de fazer. • No Modo de preparo, os procedimentos precisam estar descritos na sequência em que serão realizados. 4. Apresente por meio de projeção projetor multimídias(ou na forma impressa) o texto: Fanta natural. Faça a leitura desta receita aos estudantes e analise com eles os pontos comuns presentes na estruturação das duplas e do texto original, reto- mando as análises acima para concluir a atividade proposta. RECURSOS: Equipamentos tecnológicos (computador, projetor multimídias, telão). PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO: O processo avaliativo deverá envolver todas as práticas realizadas, tais como identi- ficação do gênero trabalhado, participação e o envolvimento durante as atividades. 14 ATIVIDADES Vamos aprender? Fonte: ADAPTADO DE: MINAS GERAIS. Secretaria do Estado de Educação. Plano de Ensino Tutorado - Ensino Fundamental: 3º ano. Escola de Formação e Desenvolvimento Profissional de Educadores de Minas Gerais, [s. l.], 2020. 1 - Leia o texto abaixo. Fonte: SOORETAMA, Secretaria Municipal de Educação de Sooretama. 5ª etapa de estudos - Ensino Fundamental Anos Iniciais – 3º ano. Sooretama-ES, 2021. Preencha o quadro com as palavras do texto acima. OXÍTONA PAROXÍTONA PROPAROXÍTONA 15 2- Circule o título da receita e copie aqui: 3- Que tipo de texto você leu? ( ) Fábula. ( ) Receita culinária. ( ) Poema. 4- Uma receita culinária serve para que? 5- Essa receita é de um alimento: ( ) doce ( ) salgado ( ) azedo 6 - De quantos ingredientes você precisa para fazer essa receita? 7- A receita que você leu pode ser consumida em qual momento? () Almoço. ( ) Festa de aniversário. ( ) Lanche. ( ) Sobremesa. 8- Na sua opinião, essa receita é ( ) fácil ( ) difícil. 9- Você gosta de brigadeiro? 10 - Vamos produzir? Você já pensou em criar uma receita culinária de que todos vão gostar? Essa é a sua chance! Use toda a sua imaginação e combinação de alimentos de que você goste e crie sua própria receita. Eu sugiro a receita de um suco todo diferente, assim será mais fácil para sua primeira criação. Você poderá fazer esse suco com sua família e contar como foi sua experiência. Não se esqueça de dar um título para sua receita e usar os sinais de pontuação necessários. Ilustre seu texto! 16 (Título da receita) Ingredientes: Modo de fazer: ________________________ ________________________ ________________________ _____________________________________________ _____________________________________________ _____________________________________________ _____________________________________________ _____________________________________________ _____________________________________________ _____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ _____________________________________________ _____________________________________________ _____________________________________________ 17 PRÁTICAS DE LINGUAGEM Análise linguística/semiótica (ortografização). OBJETO(S) DE CONHECIMENT O: HABILIDADE(S) : Identificação dos elementos da narrativa. Relacionar os conhecimentos adquiridos com o cotidiano (em equipe e/ou individual). Reconhecimento das dife- renças entre discurso direto e indireto. (EF35LP29) Identificar, em narrativas, cenário, per- sonagem central, conflito gerador, resolução e o ponto de vista com base no qual histórias são narra- das, diferenciando narrativas em primeira e terceira pessoas. (EF35LP30) Diferenciar discurso indireto e discurso direto, determinando o efeito de sentido de verbos de enunciação e explicando o uso de variedades lin- guísticas no discurso direto, quando for o caso. ATIVIDADES TEMA DE ESTUDO: Fábulas à vista DURAÇÃO: 2 aulas PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS: A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA: As fábulas devem ter sido usadas com objetivos claramente pedagógicos: a pequena narrativa exemplar serviria como instrumento de aprendizagem, fixação e memori- zação dos valores morais do grupo social. É importante salientarmos também que as narrativas tradicionais orais circulavam entre crianças e adultos, indistintamente. Esta informação é importante para reconstruir os modos como este gênero textual era produzido em épocas passadas e até mesmo para permitir uma análise mais crí- tica acerca das modificações por ele sofridas ao longo dos séculos. B) DESENVOLVIMENTO: 1º MOMENTO Inicie a conversa com os estudantes informando-lhes que passamos boa parte de nosso tempo ouvindo ou contando histórias. Comente que podem ser reais, ou fruto de nossa imaginação. Dê oportunidade para que um estudante conte o que ouviu neste dia para os demais. Em seguida, peça que outro colega reconte para a sala o que o colega anterior contou. 18 Com esta atividade, professor, você poderá ativar o conhecimento prévio dos estu- dantes a respeito dos dois tipos básicos de foco narrativo: em primeira e em terceira pessoa, questionando se eles perceberam alguma mudança nas duas falas. Prova- velmente dirão que o assunto foi o mesmo, mas algumas palavras ficaram diferentes. Se eles não chegarem a esta conclusão, faça você, professor, questionamentos que os façam refletir sobre os pontos de vista na base do qual foi narrada a história. 2º MOMENTO Projete ou forneça cópias do texto abaixo para os estudantes: O rato do mato e o rato da cidade Um ratinho da cidade foi uma vez convidado para ir à casa de um rato do campo. Vendo que seu companheiro vivia pobremente de raízes e ervas, o rato da cidade convidou-o a ir morar com ele: — Tenho muita pena da pobreza em que você vive — disse: — Venha morar comigo na cidade e você verá como lá a vida é mais fácil. Lá se foram os dois para a cidade, onde se acomodaram numa casa rica e bonita. Foram logo à despensa e estavam muito bem, se empanturrando de comidas fartas e gostosas, quando entrou uma pessoa com dois gatos, que pareceram enormes ao ratinho do campo. Os dois ratos correram espavoridos para se esconder. — Eu vou para o meu campo — disse o rato do campo quando o perigo passou — Prefiro minhas raízes e ervas na calma, às suas comidas gostosas com todo esse susto. Moral: Mais vale magro no mato que gordo na boca do gato. Solicite a participação dos estudantes quanto ao conhecimento ou não desta narra- tiva, e, se sabem a qual gênero pertence, ouvindo suas argumentações. Eles poderão antecipar que na fábula os personagens são animais que agem como seres humanos. Apresenta uma estrutura simples e seu final é marcado por uma moral, ensinamento e memorização dos valores morais de um grupo social. Antes de fazer a leitura com- partilhada peça que os estudantes levantem hipóteses sobre o assunto do texto. Leia para os estudantes e faça algumas pausas para questionar sobre o que acham que vai acontecer a partir do ponto pausado. Assim você, além de estimular a curio- sidade, contribui para a formação de futuros leitores na medida em que promove o equilíbrio de experiências em que eles possam ler e escutar histórias por puro pra- zer, com outros em que possam aprofundar conhecimentos sobre o texto, e, ainda, defender seus pontos de vista. 19 Estimule os estudantes a relatar suas impressões sobre a fábula lida. Comente sobre o que acharam do final, se acharam surpreendente ou não. 3º MOMENTO Projete a tabela ou imprima uma para cada estudante. A fábula que vocês leram é composta por partes. Complete a tabela relacionando as partes às pistas que o texto oferece. Cenário Personagens Conflito gerador (o que dispara a história) Resolução Tipo de narrador: primeira ou terceira pessoaEspere que eles preencham de acordo com os itens elencados. Enquanto eles resol- vem a situação, você, professor, deverá circular pela sala para auxiliar aqueles que não estiverem com dúvidas. Neste momento, o objetivo é colaborar para desenvolver a capacidade de interpretação do texto lido, permitindo que os estudantes desven- dam os elementos da narrativa como o cenário, os personagens, o conflito gerador, a resolução e o papel do narrador. No caso do narrador é importante que os estudan- tes percebam se o narrador é personagem (primeira pessoa) ou só um observador (terceira pessoa). Pedir que comprovem sua resposta com frases do texto lido. Espe- ramos que os estudantes respondam que existem dois cenários, um do campo outro da cidade, os personagens são ratos, o conflito começa quando o rato do campo vai para a cidade e passam por diversos perigos e tudo termina quando o rato do campo chega à conclusão que o sossego e a simplicidade da sua vida são melhores. O narra- dor também foi em terceira pessoa. Faça a correção coletiva, ouvindo as respostas dos estudantes, fazendo, se necessá- rio, inferências coletivas sobre as informações omitidas no texto. Peça que os estudantes escrevam o primeiro parágrafo como se fosse o rato do campo que estivesse narrando a história. Ouça as respostas dadas e observe se todos fizeram da mesma forma. Espera-se que os estudantes façam as alterações de modo que o texto fique semelhante a esta sugestão: Certa vez, fui convidado para ir à casa do meu amigo que morava no campo. 20 Vendo que meu companheiro vivia pobremente de raízes e ervas, eu convidei-o para ir morar comigo. Liste com os estudantes o que aprenderam sobre a aula de hoje. Ouça, você ficará surpreendido com as ideias de seus estudantes, servirão também como avaliação da aprendizagem da aula dada. Espera-se que eles digam que aprenderam que não existe narrativa sem o narrador, que ele pode participar diretamente da histó- ria, sendo um de seus personagens, ou pode simplesmente contar a história, como alguém que está observando a cena. Poderão identificar como narrador de terceira pessoa aquele que está fora dos fatos narrados, seu ponto de vista é mais imparcial, poderão também citá-lo como narrador observador, e, narrador em primeira pessoa. aquele que participa diretamente do enredo, como qualquer personagem, não é oni- presente, nem onisciente. 4º MOMENTO Leia o texto. O lobo e o burro Um burro estava comendo quando viu um lobo escondido espiando tudo que ele fazia. Percebendo que estava em perigo, o burro imaginou um plano para salvar sua pele. Fingiu que era aleijado e saiu mancando com a maior dificuldade. Quando o lobo apareceu, o burro todo choroso contou que tinha pisado num espinho pontudo. Ai, ai, ai! Por favor, tire o espinho da minha pata! Se você não tirar, ele vai espe- tar sua garganta quando você me engolir. O lobo não queria se engasgar na hora de comer seu almoço, por isso quando o burro levantou a pata ele começou a procurar o espinho com todo cuidado. Nesse momento o burro deu o maior coice de sua vida e acabou com a alegria do lobo. Enquanto o lobo se levantava todo dolorido, o burro galopava satisfeito para longe dali. Cuidado com os favores inesperados. Livro de Fábulas - Domínio Público Se o burro estivesse contando esta fábula para nós, como seria escrito o primeiro parágrafo? 21 Um burro estava comendo quando viu um lobo escondido espiando tudo que ele fazia. Percebendo que estava em perigo, o burro imaginou um plano para salvar sua pele. – SUBSTITUIÇÕES: um burro viu - eu vi ele fazia - eu fazia percebendo que (ele) estava - percebendo que eu estava o burro imaginou - eu imaginei sua pele- minha pele • Escreva no quadro ou projete a seguinte questão: Se o burro estivesse con- tando esta fábula para nós, como seria escrito o primeiro parágrafo? Deixe que pensem como ficaria a parte escolhida para análise e encontrem no texto o que mudaria na parte escrita. Assim os estudantes poderão refletir sobre o ponto de vista do narrador, sendo primeira ou terceira pessoa. Deixem que descu- bram quais palavras mudariam e o porquê da mudança. • Explique que, quando o narrador participa da história, dizemos que esta nar- rativa foi contada em primeira pessoa. Quando o narrador conta, mas não par- ticipa da história, dizemos que esta narrativa foi contada em terceira pessoa. • Ouça uma resposta, e se for necessário para que todos compreendam, registre no quadro a versão dada. Pergunte aos demais estudantes se eles acham que algo ainda deveria ser mudado ou acrescentado à sugestão do colega. • Faça as alterações necessárias, mas não ofereça respostas prontas, faça per- guntas que levem às descobertas e finalize a atividade. É importante os estu- dantes perceberem que se a história foi narrada em primeira pessoa só será possível relatar o que foi vivido pelos personagens. Diferentemente do que ocorreria se houvesse um narrador em terceira pessoa, que é como um per- sonagem onisciente, onipresente, capaz de saber de toda a trama e aconteci- mentos vividos por cada um dos personagens. • Escreva no quadro as palavras que mudaram da narrativa em terceira pessoa para primeira pessoa. Observe se nas discussões surgiram estas substitui- ções: Um burro viu por eu vi, ele fazia por eu fazia, percebendo que ele estava por percebendo que eu estava, o burro imaginou por eu imaginei, sua pele por minha pele. Caso os estudantes estejam com a versão impressa, poderão fazer marcações no próprio texto. Se for projetar marque de outra cor na própria projeção, usando os recursos do teclado. 22 • Escolha uma situação comum ocorrida com eles em sala naquele dia, onde possam narrá-la nas duas pessoas. Entre num acordo e escolha uma única situação, pois será mais tranquilo a intervenção, pois esta questão é nova para eles, ainda precisam de orientação. • Faça no quadro, coletivamente, a escrita da narração em primeira pessoa. • Peça que eles escrevam no caderno a mesma situação, só que em terceira pes- soa. Antes de iniciar seria importante confirmar se eles conseguem perceber a diferença de uma história contada com base em pontos de vista diferentes, já que cada um tem um modo de “enxergar” uma situação. Eles precisam perce- ber a importância da escolha do narrador. RECURSOS: Equipamentos tecnológicos (computador, projetor multimídia, telão) ou texto impresso. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO: O processo avaliativo deverá envolver todas as práticas realizadas, tais como identi- ficação do gênero trabalhado, participação e o envolvimento durante as atividades. ATIVIDADES 1 - Leia o texto a seguir e responda. PEQUENAS E PODEROSAS Elas estão nos jardins, são muito bonitinhas e delicadas. As joaninhas são um dos poucos insetos de que quase todo mundo gosta. Para muitas pessoas representam até um sinal de boa sorte, por isso, são sempre muito bem-vindas! Na verdade, elas só conquistaram esse carinho porque realmente ajudam as plan- tas. É que as joaninhas se alimentam de pulgões, ácaros, cochonilhas e outros bichos que comem e destroem vegetais. Assim, enquanto almoçam, elas acabam salvando a vida das plantas. [...] Nem todas as joaninhas têm a carapaça vermelha com pintinhas pretas. Há cerca de 5.000 espécies desse inseto espalhadas pela América, Europa, Ásia e Oceania. Elas podem ser vermelhas, amarelas, cinzentas, pretas ou de outras cores. Algumas têm pintas e 23 A) Quais são as personagens centrais deste texto? ( ) As joaninhas. ( ) Os pulgões. ( ) Os ácaros. ( ) As cochonilhas. B)Por que as joaninhas são tão importantes? ( ) Porque elas enfeitam a natureza. ( ) Porque elas ajudam as plantas. ( ) Porque elas dão sorte. ( ) Porque elas têm muitas cores. C) Das características a seguir, marque as atribuídas às joaninhas: ( ) Grandes e perigosas. ( ) Feias e frágeis. ( ) Pequenas e poderosas. ( ) Fortes e violentas. D) As joaninhas são: ( ) Répteis. ( ) Crustáceos. ( ) Mamíferos.( ) Insetos. E)O texto: “Pequenas e Poderosas” foi escrito na terceira pessoa. Marque as frases que confirmam que o texto foi escrito na terceira pessoa: ( ) Elas estão nos jardins são muito bonitinhas e delicadas. ( ) As joaninhas são um dos poucos insetos de que quase todo mundo gosta. ( ) Elas podem ser vermelhas, amarelas, cinzentas, pretas ou de outras cores. ( ) Para muitas pessoas. 24 25 2022Ensino Fundamental3 o ano – 3 o bimestre LinguagensArte MATERIAL DE APOIO PEDAGÓGICO PARA APRENDIZAGENS SIGNIFICATIVAS ANO DE ESCOLARIDADE REFERÊNCIA ANO LETIVO COMPONENTE CURRICULAR ÁREA DE CONHECIMENTO UNIDADE TEMÁTICA Música. OBJETO(S) DE CONHECIMENT O: HABILIDADE(S) : Notação e registro musical. (EF15AR16) Explorar diferentes formas de registro musical não convencional (representação gráfica de sons, parti- turas criativas etc.), bem como procedimentos e técnicas de registro em áudio e audiovisual, e reconhecer a nota- ção musical convencional. PLANEJAMENTO TEMA DE ESTUDO: As notas musicais DURAÇÃO: 2 aulas PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS: A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA: Quem gosta de música levanta a mão! Tenho certeza de que você levantou a mão, afinal, música é uma linguagem artística que desperta em nós sentimentos diversos! Mas, você sabe como surgiram as notas musicais? Desde muito tempo, as diferentes civilizações não só vivenciam a experiência musical como também elaboram métodos e teorias capazes de padronizar um modo de se com- por e pensar o universo musical. Na Grécia Antiga, já observamos formas de registro e concepção das peças musicais através de sistemas que empregavam as letras do alfa- beto grego. Ao longo do tempo, várias foram as tentativas de sistematização interessa- das em formular um modo de se representar e divulgar as peças musicais. Por um lado, 26 essa importância deve ser entendida porque os monges tinham tempo e oportuni- dade de conhecer todo o saber musical oriundo da civilização clássica através das bibliotecas dos mosteiros. Foi nesse contexto que um monge beneditino francês chamado Guido de Arezzo, nas- cido nos fins do Século X, organizou o sistema de notação musical conhecido até os dias de hoje. Nos seus estudos, acabou percebendo que a construção de uma escala musical simplificada poderia facilitar o aprendizado dos estudantes e, ao mesmo tempo, diminuir os erros de interpretação de uma peça musical. Observando as ini- ciais de cada um dos versos dispostos na versão em latim, o monge criou a grande maioria das notas musicais. Inicialmente, as notas musicais ficaram convencionadas como »ut«, »ré«, »mi«, »fá«, »sol«, »lá« e »si«. Já o dó foi somente adotado no Século XVII, quando uma revisão do sistema conce- bido originalmente acabou sendo convencionada. Veja mais em: • A origem das notas musicais. Brasil Escola. Disponível em: <https://brasiles- cola.uol.com.br/curiosidades/a-origem-das- notas-musicais.htm>. B) DESENVOLVIMENTO: A notação musical é uma maneira de mostrar elementos ligados à música por meio de representação gráfica, como desenhos símbolos e gráficos. Para tocar uma música, lê a escala musical. Há muitos tipos de escalas, mas todas usam as sete notas musicais: DO RE MI FA SOL LA SI Fonte: Do re mi multicolor notas gama musicais. Depositphotos, [s. l.], 30 jun. 2016. Nessa aula, vamos aprender um pouco mais sobre as notas musicais. RECURSOS: Músicas para apreciação. Os sons das notas musicais. Folhas brancas. Lápis de cor. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO: Avaliação por participação, envolvimento, adequação ao assunto e criatividade. 27 ATIVIDADES Aula 1 • Assista ao vídeo: Mucuninha - Aprendendo as Notas Musicais. Mucuninha e seus amigos. Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=tzm5RUav6tw>. • Cante as notas musicais assim como aparecem no vídeo. Observe a escala musical: Fonte: LEAL, Bertrand. Como Encontrar as Notas no Teclado – Um guia Definitivo. Escolademusicaon. [s. l.], 15 jun. 2020. Agora, complete com as notas que estão faltando de acordo com sua sequência. a) b) Fonte: Adaptado de SEGAO, Marta. Os degraus da escada da vida. Marta, o meu canto, [s. l.], 17 de Fev. 2021. 28 Aula 2 Observe a imagem abaixo: Fonte: Gli uccelli sui fili trasformati in note musicali. Altervista. [s. l.], [2022]. Ao ver no jornal uma foto de passarinhos descansando num fio elétrico, o compositor brasileiro Jarbas Agnelli teve uma inspiração e testou para ver qual seria o resultado de sua ideia. No lugar de cada pássaro, ele desenhou uma nota musical. Faça apreciação do vídeo: • Birds on The Wires. Jarbas Agnelli. Disponível em: <https://youtu.be/LoM4Z- ZJ2UrM>. Observando a imagem 1 deste caderno, faça o desenho de pássaros criando uma música no pentagrama abaixo, seja bem criativo e abuse das variações das notas. Fonte: Notação musical. Depositphotos, [s. l.], 30 mar. 2014. 29 30 2022Ensino Fundamental3 o ano – 3 o bimestre LinguagensEducação Física MATERIAL DE APOIO PEDAGÓGICO PARA APRENDIZAGENS SIGNIFICATIVAS ANO DE ESCOLARIDADE REFERÊNCIA ANO LETIVO COMPONENTE CURRICULAR ÁREA DE CONHECIMENTO UNIDADE TEMÁTICA Ginásticas. OBJETO(S) DE CONHECIMENT O: HABILIDADE(S) : Ginástica geral: as coreografias con- tam histórias. Movimentos ginásticos representa- dos em lendas, mitos e elementos do folclore. Proposição de coreografias simples e elaboradas. Corpo e movimento: estrutura corpo- ral (articulações, músculos, coração, pulmões, cérebro e sistema nervoso. Corpo e estrutura corporal: medidas de segurança nas práticas esporti- vas e cotidianas. Ginástica elementos básicos (equilí- brio, saltos, giros, rotações, acroba- cias). Coreografias individuais e em grupo. Ginástica geral características como não competição, a diversidade musi- cal, a utilização de elementos da cul- tura e o prazer pela prática. (EF35EF07P3) Experimentar e fruir, de forma coletiva, combinações de diferentes elementos da ginástica geral (saltos, giros, rotações, acro- bacias, com e sem material). (EF35EF08P3) Vivenciar estratégias e resolver desafios na execução de elementos básicos da ginástica geral para composição de apresenta- ções coletivas, reconhecendo suas potenciali- dades e de seus colegas e buscando superar os limites individuais e coletivos com estratégias solidárias e inclusivas (EF12EF09P1) Vivenciar a ginástica geral, identi- ficando as potencialidades e os limites do próprio corpo e respeitando as diferenças individuais. Ginástica geral nas aberturas de jogos olímpicos e mundiais de futebol. 31 PLANEJAMENTO TEMA DE ESTUDO: Ginástica corporal DURAÇÃO: 1 aula PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS: A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA: Nesta sequência didática serão abordados aspectos relacionados à ginástica cor- poral e as diferentes possibilidades de praticá-la, envolvendo o trabalho em equipe, resolução de problemas, regras básicas e flexíveis, criatividade, ludicidade e fruição. Exercitar o corpo é importante. Ajuda a desenvolver os músculos, auxilia no bem estar e promove hábitos saudáveis. As estruturas corporais precisam de autocuidado e autoconhecimento, pois a capacidade física e a força dos movimentos envolvem o reconhecimento das potencialidades e dos limites do seu corpo, a fim de experimen- tar diferentes situações e estímulos. É importante, também, que adote procedimen- tos de segurança para que não ocorra lesões. A ginástica é uma das modalidades esportivas onde se trabalha todo corpo e experi- menta movimentos diversos. Explique para as crianças que a atividade Ginástica Corporal é um preparativo para que elas possam aprender nas próximas etapas de ensino sobre os elementos da ginástica. Inclusive ela faz parte de uma das denominações da Ginástica, que é a Ginástica para todos, que anos atrás era chamada de Ginástica Geral. Peça aos estudantes que explorem bastante os contornos básicos que as (os) ginastas costumam fazer em apresentações, no momento de compor as palavras.Induza-os a usar a ludicidade e a criatividade para vivenciar esta prática corporal. Importante explicar que a atividade a ser realizada envolve a expressão corporal atra- vés da imitação e que, esta promove a empatia, a comunicação não verbal, auxilia no aprendizado das regras sociais para a conversação. B) DESENVOLVIMENTO: Leve para sala uma caixinha com diversas plaquinhas com as palavras que as crian- ças deverão fazer a representação através da imitação. Sugestões de palavras que o (a) professor (a) pode pedir para os estudantes forma- rem utilizando o corpo: 32 CASA HORA AVIÃO XÍCARA BALA ARARA BOLA CHAFARIZ LIQUIDIFICADO R CANOA Obs.: Caso queira, pode acrescentar outras palavras. Divida os estudantes em duas equipes. Em seguida, solicite que cada equipe ocupe uma metade da quadra e/ou espaço aberto. Explique para as equipes que precisarão utilizar o próprio corpo para representarem a palavra que o professor irá falar. Informe-os sobre o tempo para realização da atividade, que será de 5 minutos para formar cada palavra. Sorteie as palavras e peça que uma das equipes faça a imitação, enquanto que a outra tenta adivinhar qual é a imitação. A equipe que conseguir formar, corretamente, a palavra que o (a) professor (a) solici- tar ganhará um ponto. Estimule-os a reconhecerem os movimentos do outro e do próprio corpo. A atividade deverá servir para associar criatividade e conhecimento. Após a realização da atividade, reúna a turma em uma roda de conversa e pergunte-os: • O que vocês sentiram ao realizarem a atividade? • Qual a palavra que vocês mais gostaram de imitar? E de observar? • Essa atividade é importante para nossas vidas? Por quê? RECURSOS: Quadra esportiva ou área aberta, caixa, plaquinhas com palavras e cronômetro. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO: Avaliação Atitudinal. Ao final da atividade, converse com as crianças sobre as possí- veis dificuldades encontradas no momento de formar as palavras. Pergunte se sen- tiram o corpo alongando quando precisaram formar as letras das palavras, reforce a importância do trabalho em equipe para a conclusão da atividade. 33 ATIVIDADES 1 - De acordo com a explicação do seu (sua) professor (a) como era chamada a Ginás- tica para Todos, anos atrás. 2- Pinte a imagem abaixo com as cores de sua preferência. Depois mostre para o seu (sua) professor (a). Fonte: AWESOME Balance Beam Gymnastic Coloring. Pinterest. [s. l]. 2022. 3- Proponha ao (à ) professor (a) vivenciar a atividade Ginástica corporal, com outras variações. 35 UNIDADE TEMÁTICA Lutas. OBJETO(S) DE CONHECIMENT O: HABILIDADE(S): Lutas no cotidiano comunitário e regional. Lutas no Brasil segundo as matri- zes indígena e africana. Lutas: experimentação e criação de regras simples. Lutas: origem, história, tipos. Lutas de demonstração e enfren- tamento. Lutas e capacidades físicas força resistência e potência muscular. Lutas: movimentos e regras sim- ples e complexas. Diferença entre brigas e lutas. (EF35EF14P3) Vivenciar de maneira lúdica as estratégias básicas das diferentes lutas de matriz indígena. (EF35EF13P3) Experimentar e fruir os elemen- tos constitutivos das diferentes lutas de matriz indígena. (EF35EF15P3) Identificar as características e os elementos constitutivos (movimentos, regras, equipamentos de proteção, etc das lutas de matriz indígena, reconhecendo os princípios de respeito e honra presentes nestas práticas corporais, repudiando situações de injustiça e violência. PLANEJAMENTO TEMA DE ESTUDO: Briga de galo DURAÇÃO: 1 aula 36 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS: A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA: Nesta sequência didática, será abordada algumas prá- ticas de lutas, consideradas um fenômeno cultural de alguns povos. Explique aos estudantes que eles conhe- cerão uma luta que é adaptada dos índios Manchineri da Aldeia Extrema - Acre, que se chama briga de galo. Para realização desta luta deve ser feito um círculo no chão. O lutador inclina seu tronco até a linha da cintura e ficam com as mãos dadas na parte de trás da coxa, como se estivesse imitando um galo. O objetivo dos participantes é empurrar seu adversário para fora do círculo. Devido a impossibilidade de se usar as mãos e os pés, o lutador na posição indicada deve tentar empurrar seu adversário usando apenas o tronco. O lutador que permanecer dentro do círculo vence a luta. B) DESENVOLVIMENTO: Inicie avaliando os conhecimentos da turma. Questione aos estudantes: • Vocês já presenciaram briga de galo? • É correto colocar animais para brigarem? Por quê? Fonte: Dois índios vermelhos e totem. Freepik. [s. l.], 2022. • Vocês sabiam que tem uma luta chamada “briga de galo”? • Qual o objetivo desta luta? • Quais são suas regras? • Que tipo de contato pode ser feito com o adversário? Leve os estudantes a refletirem sobre luta e violência, sempre se referindo ao nome desta atividade, a fim de que eles entendam que descreve uma prática esportiva de herança cultural dos povos indígenas e que não são as lutas em si, mas experiências corporais que se aproximam de situações peculiares às lutas. Peça aos estudantes que façam um círculo. Destaque a importância de obedecer as regras e os limites na realização desta ativi- dade, pois alguns gestos poderão ser considerados violentos e o objetivo não é este. 37 Coloque colchonetes (um em frente ao outro), ou utilize um tatame grande no espaço ou quadra esportiva. Divida os estudantes e depois forme quantas duplas forem necessárias para a prática da atividade. Peça que cada dupla ocupe um colchonete ou tatame e sente-se de frente um para o outro. Para realizar a atividade, as duplas deverão ficar de joelhos, uma de frente para a outra e colocar as mãos para trás. Quando o professor apitar, os oponentes deverão tentar derrubar o colega utilizando apenas o tronco para isso. Vence quem conseguir derrubar o colega primeiro. • ATENÇÃO: Para essa atividade, peça auxílio de um ou mais professores, ou reveza os estudantes entre a prática da atividade, para certificar-se que estão com as mãos para trás e conferir quem conseguiu derrubar o colega primeiro. Bastante cuidado com a segurança das crianças. Deixe bem claro as regras, se for identificado que a criança usou outra parte do corpo, que não seja o tronco, para derrubar o colega, ele será desclassificado e o outro estudante vence a luta. RECURSOS: Quadra esportiva ou espaço aberto, colchonetes, tatames e apito. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO: Avaliação Atitudinal. Reflita com as crianças sobre a prática da luta indígena e sobre as limitações encontradas para derrubar o oponente utilizando apenas o tronco. Leve-os a refletir sobre a questão das pessoas com deficiências e como se sentiram realizando a atividade sem ter o auxílio dos braços e das pernas. ATIVIDADES 1 - De acordo com a explicação do (a) professor (a), qual a origem da luta briga de galo? 2- Pesquise com a ajuda da família mais informações sobre a cultura indígena e sua contribuição para a prática de jogos. Depois compartilhe com os seus colegas e pro- fessor (a). 3 - Convide a família para praticar com você a luta “briga de galo” e vivencie mais sobre essa prática indígena. 38 39 UNIDADE TEMÁTICA Esportes. OBJETO(S) DE CONHECIMENT O: HABILIDADE(S) : Esportes de invasão: caracte- rísticas e elementos comuns (arremessar, correr, lançar, chutar e saltar). Jogo e esportes: regras, com- binados e aplicações. Jogo e esporte: semelhanças e diferenças. As definições de esporte no Brasil: origem e significados. (EF35EF05P3) Experimentar e fruir os elemen- tos básicos constituintes dos diversos tipos de esportes de invasão prezando pela inclusão, coo- peração e solidariedade. (EF35EF06P3) Reconhecer os conceitos de jogo e esporte identificando as formas de construção e aplicação de combinados e regras em cada uma destas práticas corporais. PLANEJAMENTO TEMA DE ESTUDO: Cerca divertida DURAÇÃO: 1 aula PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS:A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA: Esta sequência didática abordará aspectos do esporte basquetebol. Este esporte teve início no ano de 1891, durante o rigoroso inverno do Estado Norte-americano de Massachusetts, no condado de Springfield, que as adversidades climáticas invia- bilizavam as aulas de Educação Física, e onde Luther H. Gullick, diretor do Spring- field College, incumbiu o médico e professor canadense James Naismith, de pensar numa solução, criando algum jogo que pudesse ser praticado em ambiente fechado, atrativo aos jovens, e sem a violência, típica, do Futebol Americano. Surge então o basquete, que na atualidade é um dos esportes mais praticados nos Estados Unidos. O basquete é considerado um esporte de invasão, pois os participantes devem levar a bola usando fundamentos até a quadra adversária e inseri-la na cesta. Para isso, usam técnicas como drible, arremesso e passe. 40 Esportes de invasão exploram as principais habilidades motoras e capacidades físi- cas, além de estratégias individuais e coletivas para a sua prática, onde os estudan- tes precisam refletir sobre o processo de pontuação. Além disso, segundo GONZÁLEZ (2006), esportes de invasão ou territoriais são cons- tituídos por modalidades cujo objetivo é invadir o espaço defendido pelo adversário para marcar pontos e, simultaneamente, proteger sua própria meta. Sendo assim, quando a bola está no campo do adversário, a bola deve ser arremessada de forma a marcar pontos, ou seja, avançar em direção ao alvo, gol, cesta etc. Esse avançar com a bola deve acontecer por meio de troca de passes. Enquanto isso, a equipe adversá- ria tenta se defender do ataque para que a equipe concorrente não marque pontos, através da recuperação da posse da bola. B) DESENVOLVIMENTO: Converse com os estudantes sobre o jogo que irão realizar e contextualize sobre a importância do esporte basquete e suas variadas adaptações, neste caso para esta atividade da cerca divertida, explanando as regras e os procedimentos que requer a atenção e colaboração de cada um, a fim de que a brincadeira seja divertida. Delimite o espaço, que poderá ser uma quadra ou outro espaço no sentido do com- primento, riscando uma linha com giz para marcar o meio. Uma estudante (cerca) permanece em pé sobre a linha e o seu deslocamento dá-se apenas lateralmente. Os demais permanecem em um dos lados da linha. Informe que todos os estudantes devem passar para o outro lado da linha, saltando com apenas um dos pés, e o pegador deve tentar tocar um ou mais colegas, que assu- mirão também a posição de cerca e passarão a auxiliar o pegador. Durante a prática da atividade o(a) professor(a) deverá introduzir as seguintes varia- ções: Peça para os estudantes se deslocarem correndo, ao invés de saltar com apenas um dos pés. Acrescentar a habilidade de quicar a bola para as crianças que tentam atravessar a cerca. Pode- se utilizar várias cercas no jogo, para que os estu- dantes tenham que atravessar com domínio do espaço. RECURSOS: Quadra esportiva e/ou espaço aberto, giz, apito e bolas macias. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO: Proponha uma roda de conversa com os estudantes e leve-os a refletir sobre as habi- lidades do basquetebol: drible e marcação, presentes na atividade vivenciada. 41 ATIVIDADES 1 - De acordo com a explicação do (a) professor (a), qual o nome do criador do Esporte Basquetebol? 2- De acordo com a explicação do (a) professor (a), qual o nome do país que mais se joga Basquete no mundo? 3- Proponha ao (à) professor (a) realizar mais atividades com elementos do Basquete para que você vivencie mais deste esporte. 42 UNIDADE TEMÁTICA Esportes. OBJETO(S) DE CONHECIMENT O: HABILIDADE(S) : Esportes de invasão: caracte- rísticas e elementos comuns (arremessar, correr, lançar, chutar e saltar). Jogo e esportes: regras, com- binados e aplicações. Jogo e esporte: semelhanças e diferenças. As definições de esporte no Brasil: origem e significados. (EF35EF05P3) Experimentar e fruir os elemen- tos básicos constituintes dos diversos tipos de esportes de invasão prezando pela inclusão, coo- peração e solidariedade. (EF35EF06P3) Reconhecer os conceitos de jogo e esporte identificando as formas de construção e aplicação de combinados e regras em cada uma destas práticas corporais. PLANEJAMENTO TEMA DE ESTUDO: Jogo de basquete dos números DURAÇÃO: 1 aula PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS: A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA: Nesta sequência didática, explique para os estu- dantes a história do surgimento do Esporte Bas- quete, que quando James Naismith estava estu- dando formas de se inventar um novo esporte para ser jogado em um local fechado, ele fez algumas reuniões com seus assistentes e poucas evolu- ções, já exausto, o professor deparou-se com algo que serviu como inspiração. Após as tentativas de esboçar no papel algo que fosse novo, os rascunhos eram amassados na forma de bolinhas e atirados no cesto de lixo. Algo simples, mas que poderia ser adaptado a um jogo formal, coletivo e competitivo. Fonte: Fundo dos desenhos animados da quadra de basquete vazia. interior da arena esportiva com holofotes. Freepik. [s. l.], 2022. 43 Disto, surgiu a ideia de que o jogo deveria ter um alvo fixo, um cesto, uma bola e algum grau de dificuldade. Colocou-se, então, duas cestas de pêssegos (fruta típica naquela região), fixados por um poste de madeira a 3,00m de altura do solo, imagi- nando que nenhum jogador fosse capaz de interceptar a bola, conferindo certo grau de dificuldade ao jogo, como James Naismith desejava. Nasciam, portanto, as pri- meiras cestas de basquetebol da história. B) DESENVOLVIMENTO: Divida as crianças em duas equipes. Organize duas fileiras e coloque os estudantes uns de frente para o outro com apro- ximadamente 4 metros de distância, uma equipe da outra. Cada estudante será designado por um número. Eles deverão ficar na linha lateral da quadra segundo a ordem dos números. O(a) educador(a) chama, por exemplo, o número 38. Os números 3 e 8, de ambas as equipes, entram na quadra para disputar uma mini partida de basquetebol. O jogo termina quando é feita uma cesta ou conforme tempo determinado pelo(a) professor(a). Os pontos vão se somando para as equipes e o (a) educador(a) prosse- gue chamando outros números para participar da minipartida de basquete. Os estudantes não podem se deslocar com a bola nas mãos e devem passá-la, qui- cando, para se movimentarem. Pode-se estipular pontuação para a bola que toca o aro, a tabela ou converte a cesta. RECURSOS: Quadra esportiva e/ou espaço aberto, apito e bolas macias. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO: Reúna as crianças e levem-nas a perceber os aspectos envolvidos nesta atividade, além da prática do Esporte Basquete. Questione-as se sentiram dificuldades no momento dos comandos do (a) professor (a) que chamou o número designado e não pelo nome do jogador. 44 ATIVIDADES 1 - De acordo com a explicação do(a) professor(a), James Naismith, quando estava estudando forma de inventar um novo esporte, o que serviu de inspiração para que ele criasse o Basquete, da maneira que ele é jogado hoje. 2 - De acordo com a explicação do(a) professor(a), como era a cesta de basquete no início da criação do Basquete. Marque com um X a alternativa correta. ( ) Era feita de cestas de morangos. ( ) Era feita de cestas de pêssegos. ( ) Era feita de cestas de laranjas. 3 - Na atividade do jogo de basquete dos números, qual foi a sua maior dificuldade no momento da vivência da atividade. Compartilhe com o (a) seu (sua) professor (a) e peça ajuda para melhorar sua prática. 45 2022Ensino Fundamental3 o ano – 3 o bimestre MatemáticaMatemática MATERIAL DE APOIO PEDAGÓGICO PARA APRENDIZAGENS SIGNIFICATIVAS ANO DE ESCOLARIDADE REFERÊNCIA ANO LETIVO COMPONENTE CURRICULAR ÁREA DE CONHECIMENTO UNIDADE TEMÁTICA Grandezas e medidas. OBJETO(S) DE HABILIDADE(S): CONHECIMENTO: Medida de tempo. Relógios digitais e analógicos. Duração de eventos. Relações entreunidades de medida de tempo: a hora e a meia hora; a hora e o minuto; a hora, o minuto e o segundo. Relacionar os conhecimentos adquiridos com o cotidiano (em equipe e/ou individual). (EF03MA22) Ler e registrar medidas e intervalos de tempo, utilizando relógios (analógico e digital) para informar os horários de início e término de realiza- ção de uma atividade e sua duração. (EF03MA23) Ler horas em relógios digitais e em relógios analógicos e reconhecer a relação entre horas e minutos e entre minuto e segundos. PLANEJAMENTO TEMA DE ESTUDO: Medida de tempo DURAÇÃO: 3 aulas PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS: A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA: Professor(a), vale relembrar com a turma que antes de surgirem os aparelhos que utili- zamos hoje para medir o tempo, como relógios e calendários, o homem se orientava pela posição do Sol para identificar as horas e pela contagem das fases da Lua para iden- tificar a passagem de um mês. Importante ressaltarmos nessa aula como registramos as medidas e intervalos de tempo utilizando relógios, reconhecimento dos ponteiros do relógio analógico e suas funções, dentre outras competências. 46 B) DESENVOLVIMENTO: AULA 1 Professor(a), conte a história do surgimento do relógio para a turma e/ou reproduza o vídeo: “Como surgiu o relógio?”, disponível em: <https://www.youtube.com/watch?- v=3sfkW8uKfDA>. Proponha à turma a construção de relógios analógicos utilizando EVA (molde da base e dos ponteiros e colagem de números) e presilhas para os pon- teiros, de forma que permitam o movimento destes. Promova momentos de brincadeira com a turma por meio da representação dos horários indicados. Leve um relógio analógico grande para a sala de aula e deixe que os estudantes manuseiem e discutam sobre suas características. Faça um levanta- mento dos conhecimentos prévios da turma sobre o relógio: • Para que servem os números do relógio analógico? E os ponteiros? • Por que um ponteiro é maior que o outro? Apresente os componentes do relógio e suas respectivas funções, bem como, a rela- ção entre os minutos e as horas, quantas horas tem o dia, quantos minutos tem a hora e quantos segundos tem o minuto. Pontue horários no relógio para que a turma decifre. AULA 2 Professor(a), leve a turma para o pátio e desenhe um relógio grande no chão para que os estudantes dramatizem os horários e os movimentos dos ponteiros. Esco- lha 12 estudantes para ficarem em pé sobre cada número do relógio. Coloque um estudante no centro do relógio segurando duas fitas de comprimentos diferentes, a maior representando os minutos e a menor, a hora. O estudante que está no centro entrega as extremidades das fitas para outros dois estudantes, estes esticam a fita e o professor pergunta: “Que horas são?” Peça que os estudantes que representam os ponteiros movimentem a fita de acordo com os comandos de horas e peça aos outros que descubram que horas estão indicadas a cada rodada. Faça um paralelo entre a representação dos horários nos relógios analógicos e digitais. Enfatize as 24 horas/dia marcadas nos dois tipos de relógio. Fonte: APOLINÁRIO, Jane Soraya… [et al.]. Aquarela Matemática, 2º ano. RECURSOS: Projetor multimídia ou sala de informática com acesso à internet, pátio, molde do relógio analógico, fitas de duas cores e dois tamanhos para representar os ponteiros. 47 PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO: Professor(a), avalie os estudantes de acordo com a sua participação, interesse e desempenho nas atividades propostas. ATIVIDADES 1 - Escreva as horas correspondentes a cada relógio: Fonte: APOLINÁRIO, Jane Soraya… [et al.]. Aquarela Matemática, 2º ano. 2- Relacione o tipo de medida de tempo aos objetos corretos: Fonte: APOLINÁRIO, Jane Soraya… [et al.]. Aquarela Matemática, 2º ano. ( ) Mede as horas, minutos e segundos de um filme. ( ) Mede os dias, semanas, meses e anos. ( ) Mede o tempo de uma prova de natação. ( ) Mede um tempo curto e predeterminado. 3- Complete a tabela da rodoviária da cidade de Riso Alegre: Fonte: APOLINÁRIO, Jane Soraya… [et al.]. Aquarela Matemática, 2º ano. 48 4 - André marca o tempo de duração do trajeto de sua casa até a casa de sua avó. O primeiro relógio marca a hora em que ele saiu de casa e o segundo marca a hora em que ele chegou à casa da avó. Assinale a alternativa que indica quanto tempo ele leva para ir para a casa da sua avó: a) 1 h e 15 min. b)1 h e 30 min. c)2 h e 15 min. d)2 h e 30 min Fonte: APOLINÁRIO, Jane Soraya… [et al.]. Aquarela Matemática, 2º ano. 49 UNIDADE TEMÁTICA Números. OBJETO(S) DE CONHECIMENT O: HABILIDADE(S) : As ideias da multiplicação. Estratégias para efetuar uma multiplicação. Resolução de problemas. Arredondamento, cálculo men- tal, resultado aproximado e cal- culadora. Relacionar os conhecimentos adquiridos com o cotidiano (em equipe e/ou individual). (EF03MA07A) Resolver problemas de multiplica- ção (por 2, 3, 4, 5 e 10) com os significados de adi- ção de parcelas iguais e elementos apresentados em disposição retangular, utilizando diferentes estratégias de cálculo e registros. (EF03MA07B) Elaborar problemas de multiplica- ção (por 2, 3, 4, 5 e 10) com os significados de adi- ção de parcelas iguais e elementos apresentados em disposição retangular, utilizando diferentes estratégias de cálculo e registros. PLANEJAMENTO TEMA DE ESTUDO: Multiplicação DURAÇÃO: 3 aulas PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS: A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA: No decorrer da história, o ser humano utilizou muitas maneiras para medir o com- primento, a massa e a capacidade de objetos, porém as medidas não eram padro- nizadas como conhecemos hoje. Para medir a capacidade utilizamos o litro (L), para medir a massa de objetos utilizamos o quilograma (kg) e para medir comprimentos utilizamos o metro (m) e seus múltiplos e submúltiplos. B) DESENVOLVIMENTO: AULA 1 Professor(a), inicie esta aula com os materiais sobre a mesa ou apenas desenhados na lousa, exemplificando a organização retangular (sem falar do que se trata). Ex.: 5 colunas e 5 linhas, 3 colunas e 2 linhas, de uma mesma figura, objeto ou imagem: bolinhas, pontinhos, corações etc. Desafie a turma a relatar diferentes maneiras de chegar ao resultado da quantidade apresentada (contando 1 a 1, somando parcelas iguais, multiplicando a quantidade de colunas pela quantidade de linhas). Represente 50 os raciocínios com operações. Apresente a multiplicação como um processo facili- tador da adição de parcelas iguais. Organize um registro no caderno sobre a multipli- cação (termos, significados, exemplos). Em seguida, proponha exercícios de fixação. AULA 2 Professor(a), transfira a ideia de multiplicação para o cálculo de: dobro (x2), triplo (x3), quádruplo (x4) e quíntuplo (x5). Desafie a turma com atividades no caderno, asso- ciando a relação entre adição de parcelas iguais e a multiplicação correspondente. Varie com as descobertas de sequências numéricas a partir do resultado de multi- plicações, como cálculo de: dobro, triplo, quádruplo e quíntuplo. Finalize realizando atividades diversificadas em grupo. Fonte: APOLINÁRIO, Jane Soraya… [et al.]. Aquarela Matemática, 2º ano. RECURSOS: Malha quadriculada, atividade de fixação. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO: Os estudantes serão avaliados de acordo com a sua participação, interesse e desem- penho nas atividades propostas. ATIVIDADES 1 - Veja como Nina efetuou as multiplicações 3 x 6 e 2 x 7. Fonte: BORDEAUX, Ana Lúcia … [et al.] Novo bem-me-quer matemática, 1º ano 51 2- Agora foi a vez de Mariana. Ela usou papel quadriculado para efetuar 4 x 5 e 2 x 7. Fonte: BORDEAUX, Ana Lúcia … [et al.] Novo bem-me-quer matemática, 1º ano. 3- Veja como Paulo efetuou 2 x 4 e 5 x 2. 52 Fonte: BORDEAUX, Ana Lúcia … [et al.] Novo bem-me-quer matemática, 1º ano. 53 2022Ensino Fundamental3 o ano – 3 o bimestre Ciências da NaturezaCiências MATERIAL DE APOIO PEDAGÓGICO PARA APRENDIZAGENS SIGNIFICATIVAS ANO DE ESCOLARIDADE REFERÊNCIA ANO LETIVOCOMPONENTE CURRICULAR ÁREA DE CONHECIMENTO UNIDADE TEMÁTICA Terra e Universo. OBJETO(S) DE CONHECIMENT O: HABILIDADE(S) : Causas e consequências da escassez de água no solo. Transformações da Terra cau- sadas pela escassez de água no solo. Solo e erosão. (EF03CI07BX) Reconhecer as transformações da Terra, devido à escassez de água no solo, com base nas erosões em alguns lugares, comparando as mudanças nas últimas décadas na própria região . PLANEJAMENTO TEMA DE ESTUDO: Água no planeta Terra DURAÇÃO: 2 aulas PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS: A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA: Nessa sequência didática abordaremos o ciclo da água na natureza como um dos pro- cessos mais importantes que ocorrem no planeta, já que esse recurso é essencial para a manutenção de todas as formas de vida existentes. É importante reconhecer a distribui- ção irregular desse recurso pelo planeta, bem como as consequências que a escassez da água traz para a humanidade, por isso a conscientização sobre a importância da conser- vação da água se faz necessário. B) DESENVOLVIMENTO: A água está presente em seu cotidiano, como na agricultura, na indústria, no transporte e na geração de energia, além de ser essencial para a manutenção da nossa vida. Apesar de ser o elemento mais abundante da superfície terrestre, apenas 3% da água é doce e, 54 portanto, apropriada para a utilização nas diversas atividades humanas. Desse total, 68,9% encontram-se congelados nas calotas polares e geleiras e 29,9% localizam-se no subsolo. Esse é um ponto muito importante porque, apesar da imensa quantidade do recurso, pouco dele pode ser realmente aproveitado pela humanidade. 1º Momento Observe a imagem abaixo sobre a distribuição da água no planeta (água salgada e água doce, porcentagens de distribuição da água doce considerando onde estão localizadas na natureza, etc.). Fonte: SOUSA, Rafaela. Água. Brasil Escola. [s. l.], 2022. A água é uma substância encontrada em grande quantidade em nosso planeta, entre- tanto, nem toda essa água disponível pode ser aproveitada pelo homem. Analisando a imagem acima pergunta-se: • Qual é o tipo de água que mais é encontrada na natureza? • Essa água é apropriada para o consumo humano? • E qual é a água boa para ser consumida? • Vocês sabem qual é a origem da água que consumimos? 55 A água vem de rios, lagos, represas, ou mesmo de fontes subterrâneas. Nem sempre ela está apropriada para o consumo humano, por isso é necessário que a água passe por um tratamento até chegar a nossas casas. • Como ocorre o ciclo da água na natureza? O ciclo hidrológico é a contínua circulação e renovação da água no planeta. As águas das superfícies dos oceanos, rios e lagos evapora em razão do calor que recebem, passando do estado líquido para o de vapor e subindo para a atmosfera. As gotas formadas nas nuvens ficam cada vez mais pesadas e precipitam de volta à superfície, é a chuva. Já na superfície, a água pode escoar para rios, oceanos e lagos e também pode se infiltrar no solo, alimentando os lençóis freáticos e todo o conjunto de águas subterrâneas. Converse com os estudantes sobre a importância desse ciclo de renovação de água, levando-os a refletir sobre a conservação dos recursos hídricos e o problema da escassez e da poluição da água. • Como a escassez de água afetaria a vida no planeta? • O crescimento da população pode influenciar no esgotamento desse recurso? Sem a água, não é possível realizar nem as mais simples atividades do cotidiano, como cozinhar e tomar banho, etc. A falta de água chega a influenciar até a produção de energia e de produtos e, portanto, poderia dificultar ou inviabilizar a sobrevivência dos seres humanos, por isso devemos usar a água de forma consciente. É importante pensarmos em adotar medidas importantes para evitar o desperdício da água, como por exemplo não demorar no banho, usar água da chuva para regar plantas, fechar a torneira enquanto escova os dentes, etc.). 2º momento Impermeabilização do solo em áreas urbanas. Inicie a aula retomando a discussão sobre o uso consciente da água, realizado na aula anterior. • Mãos na massa Experimento de impermeabilização do solo. Realize com os estudantes um experimento que simula o que ocorre com o escoa- mento da água em terrenos impermeabilizados. Você vai precisar de: Dois potes plásticos, terra, gesso, grama. 56 Como fazer: Faça alguns furos largos na metade da altura de dois potes, em toda a volta, por onde a água vai passar. É importante que esses furos fiquem na mesma altura. Um dos potes deve ser preenchido com terra até chegar perto dos furos, para rece- ber o gesso, que será colocado posteriormente. No outro pote coloque terra e o tufo de grama, na altura dos furos. Misture a água, o gesso com uma colher. Despeje a massa do gesso sobre a terra do primeiro pote e espere secar. Coloque os dois potes dentro de bandejas, que servi- rão para amparar a água que vai escorrer. Separe também quatro copos com água. Solicite a ajuda de dois estudantes os quais, simultaneamente, devem despejar dois copos de água dentro de cada pote, simulando a chuva. Peça que a turma observe e analise o resultado e o fenômeno observado. Espera-se que sejam capazes de perceber que, na bandeja com a grama, a água não escorre pelos furos porque é absorvida pelo solo. Quanto à bandeja com o solo imper- meabilizado com gesso, a água escorre pelos furos, escoando para fora, como ocorre quando há calçamento e asfalto nas ruas. Converse com os estudantes que os solos impermeabilizados, a água escoa pelos buracos porque não pode ser absorvida pelo solo. Já em terrenos descobertos, ela é absorvida pelo solo e não precisa dos pontos de escape. Com base nos resultados obtidos no experimento, promova uma discussão com os estudantes sobre as consequências da impermeabilização demasiada do solo, tão comum em áreas urbanas. A água das chuvas pode ficar retida na superfície sem conseguir se infiltrar no solo. Se não houver pontos suficientes de escoamento, como bueiros, a água não tem para onde escoar e causar enchentes e enxurradas. A impermeabilização dificulta o retorno da água para os lençóis freáticos. Campanha pelo uso sustentável da água. Após a discussão sobre a escassez de recursos hídricos, organize os estudantes em pequenos grupos para a elaboração de cartazes que incentivem a economia e o uso sustentável da água. Para a elaboração dos cartazes, os estudantes podem recorrer à criatividade, uti- lizando diversas linguagens, fazendo desenhos, colagens de revistas, escrevendo mensagens ou outra estratégia sugerida pelo professor. 57 O objetivo final é que os cartazes sejam expostos e atinjam a comunidade escolar como uma campanha em que se incentivam medidas do uso consciente da água e se faz um alerta a respeito dos problemas que a falta desse recurso pode gerar. RECURSOS: Três potes (de plástico) de sorvete, gesso, colher, quatro copos plásticos, duas ban- dejas, água, terra e tufos de grama etc. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO: O processo avaliativo deverá ser processual e contínuo, abrangendo todas as ativida- des desenvolvidas individualmente ou em grupo, de forma oral ou escrita, através de desenhos ou de confecção de materiais. As produções coletivas e individuais, orais (debates, roda de conversa etc) e escritas atividades, avaliação escrita, relatório das aulas experimentais), deverão ser avaliadas. A participação e o empenho durante as atividades, também deverão ser considerados no processo avaliativo. ATIVIDADES 1 - Vivemos no planeta Terra. A maior parte do nosso planeta é coberta de água. Na natureza, além de estar presente em grande quantidade nos seres vivos, a água tam- bém pode ser encontrada a) nas ruas e pontes. b) nos rios e nas geleiras. c) nas estradas e nos campos. d) nos viadutos e nas rochas. 2- A água é utilizada de várias maneiras pelos seres humanos. A água deve ser total- mente tratada e mantida limpa para a) o consumo humano. b) servir comomeio de transporte. c) gerar energia elétrica. d) ser usada na indústria. 58 3- A água é muito importante para a vida no nosso planeta. Precisamos preservá-la. É um exemplo de desperdício de água a) produzir remédios. b) tomar banho. c) deixar a torneira aberta sem uso. d) lavar a roupa. 59 UNIDADE TEMÁTICA Terra e Universo. OBJETO(S) DE CONHECIMENT O: HABILIDADE(S) : Características do solo (cor, textura, cheiro, tamanho das partículas, permeabilidade), etc. (EF03CI09). Comparar diferentes amostras de solo do entorno da escola com base em características como cor, textura, cheiro, tamanho das partículas, permeabilidade etc. PLANEJAMENTO TEMA DE ESTUDO: Textura do solo DURAÇÃO: 2 aulas PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS: A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA: O solo é camada superficial da terra, é formado por minerais e matéria orgânica, que vêm da decomposição dos animais e dos vegetais, servindo de nutrientes para as plantas. Existem vários tipos de solo, cada um com suas características. • Você conhece os tipos de solo? • Qual tipo de solo bom para a agricultura? B) DESENVOLVIMENTO: Nessa sequência didática abordaremos a importância do solo e suas características como cor, textura, tamanho, etc. Teremos a oportunidade de conhecer através de práticas experimentais as características do solo e como o tipo de solo interfere para o crescimento dos vegetais. 1º Momento O solo pode ser dividido em quatro tipos: arenoso, argiloso, humoso e calcário. Para compreender melhor a função de cada um, é importante conhecer mais sobre eles. 60 Solo arenoso Tem uma grande quantidade de areia e é pobre em nutrientes. É considerado um solo de ótima infiltração, ou seja, absorve muita água e, por isso, não é ideal para a prática agrária. Esse solo não é próprio para cultivo. Solo argiloso Apresenta uma grande quantidade de nutrientes e possibilita a produção agrícola, pois, após ser molhado, ele absorve a água, tor- nando-se mais arejado. Isso permite que a planta absorva melhor os nutrientes. Solo humoso É também conhecido como solo escuro e é muito rico em nutrien- tes, devido à grande quantidade de matéria orgânica. Sendo assim, ele é bastante fértil, por isso é muito utilizado na produção agrícola. Converse com os estudantes sobre os tipos de solo, suas características, cor e tex- tura. Divida a turma em 5 grupos para a realização da atividade. • Mãos na massa Recolha três amostras de solo no entorno da escola antes da realização dessa ati- vidade (sugestão: amostra de solo da horta ou jardim, do parquinho e do exterior da escola). Análise as amostras e compare os diferentes tipos de solos encontrados no entorno da escola e pesquise suas diferentes propriedades. Ofereça aos estudantes uma tabela contendo as características de diferentes tipos de solo: areia, argila e rico em húmus. Como pode ser o aspecto do solo de diferentes locais? Amostr a Co r Tamanh o Outras características Areia Bege, marrom- -claro, marrom- -escuro. De médios a grandes. Aspecto granuloso; absorve a água, sem encharcar. Húmus Escura. Pequeno s. Macia ao toque, fica encharcada com pouca quantidade de água, pode apre- sentar pequenos seres vivos. Argila Avermelhada. Bem pequeno Suave ao toque, escorregadia, maleá- vel, absorve pouca s. quantidade de água antes de ficar encharcada. 61 Em seguida, cada estudante deve escolher uma das amostras de solo apresentada na tabela: areia, argila ou humos. Esse será o tipo de solo sobre o qual o estudante será responsável por fazer uma ficha de descrição. Divida a turma em quatro grupos e, para cada um, entregue uma pequena quantidade de cada uma das três amostras de solo recolhidas no entorno da escola. Em seguida, entregue quatro recipientes pequenos. Eles servirão para que os estu- dantes misturem o solo com um pouco de água. Distribua também um recipiente maior com água, que deverá ser usado pelas crianças para lavar os dedos entre a análise de uma amostra e outra. Entregue para cada grupo uma impressão da tabela de análise da textura dos solos. Peça que todos coloquem nos recipientes pequenos um pouquinho de cada amos- tra de solo e misture um pouquinho de água, para formar uma massinha (aspecto de lama). Os grupos deverão especificar qual será a amostra de solo número 1, qual será a amostra de solo número 2 e qual será a amostra de solo número 3. Todos os integran- tes dos grupos devem colocar um pouquinho da amostra número 1 entre os dedos e esfregar, sentindo bem a textura do solo. Discuta com os estudantes sobre como é a textura do solo quando é misturado com água, observando suas partículas. Repita o mesmo procedimento para todas as amostras de solo, registrando as observações feitas no caderno. Os grupos devem verificar na tabela as características que melhor definem cada amostra analisada de solo. RECURSOS: Caderno, caneta (azul ou preta) ou lápis preto, lápis vermelho (ou caneta vermelha), textos sobre os diferentes tipos de solo (arenoso, argiloso e humífero). PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO: O processo avaliativo deverá ser processual e contínuo, abrangendo todas as ativida- des desenvolvidas individualmente ou em grupo, de forma oral ou escrita, através de desenhos ou de confecção de materiais. As produções coletivas e individuais, orais (debates, roda de conversa etc.) e escritas (atividades, avaliação escrita, relatório das aulas experimentais), deverão ser avaliadas. A participação e o empenho durante as atividades, também deverão ser considerados no processo avaliativo. 62 ATIVIDADES 1 - Marque V para verdadeiro e F para falso. a) ( ) O solo é a camada superficial da Terra, sendo formado por minerais e maté- ria orgânica, que vêm da composição dos animais e dos vegetais. b) ( ) O ser humano utiliza o solo como recurso para sua manutenção e sobrevi- vência. c) ( ) O solo arenoso tem uma pequena quantidade de areia e é rico em nutrientes. d) ( ) O solo argiloso apresenta uma grande quantidade de nutrientes e possibi- lita a criação de animais. e) ( ) O solo humoso é também conhecido como solo escuro e é muito rico em nutrientes, devido à grande quantidade de matéria orgânica. 2- Relacione as colunas de acordo ao tipo de solo: ( ) Solo escuro rico em nutrientes, devido à grande quantidade 1) Solo arenoso. 2) Solo argiloso. 3) Solo humífero. de matéria orgânica. ( ) É considerado um solo de ótima infiltração, rico em nutrientes. ( ) Solo seco que não retém água por isso não é ideal para a prática agrícola. 63 64 UNIDADE TEMÁTICA Terra e Universo. OBJETO(S) DE CONHECIMENT O: HABILIDADE(S) : Utilidades do solo. Técnicas de manejo do solo e sua importância para a agri- cultura e para a vida. (EF03CI10) Identificar os diferentes usos do solo (plantação e extração de materiais, dentre outras possibilidades), reconhecendo as técnicas para o manejo adequado do solo e sua importância para a agricultura e para a vida. PLANEJAMENTO TEMA: Qualidade do solo na agricultura DURAÇÃO: 2 aulas PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS: A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA: Nessa sequência didática discutiremos sobre práticas agrícolas e sua relação ao cul- tivo, preparação do solo, plantio, sementes, manejo durante o crescimento da planta e colheita. O manejo adequado do solo é fundamental para uma boa produtividade no tempo presente, garantindo a produção agrícola no futuro. • Você já ouviu falar em manejo do solo? • O que pode ser feito para melhorar as condições do solo? • O que são práticas agrícolas? B) DESENVOLVIMENTO: Nesta sequência didática os estudantes terão oportunidade de conhecer as técnicas usadas para o manejo do solo. Discuta com estudantes sobre a composição do solo e sua importância para a agricultura e como diferentes tipos de solos podem impactar no crescimento vegetal. • Você acha que o tipo de solo interfere no crescimento vegetal? • Qual a importância do solo para a agricultura? Retome algunsconhecimentos adquiridos na aula anterior. Converse com os estu- dantes que existem diferentes tipos de solos, como solo argiloso (o barro é um exem- plo de solo argiloso, quando encharcado de água) e solo arenoso, com aspecto e con- sistência da areia. 65 Cada tipo de solo apresenta características próprias, como tamanho dos grãos, capacidade de retenção de água, etc. • Mãos na massa Divida a turma em grupos de quatro estudantes e forneça a cada um deles duas amostras: uma de solo arenoso e uma de solo argiloso. Observar as características de cada uma das amostras de solo. Neste experimento vamos conhecer três tipos de solo (arenoso, argiloso, humífero) e suas características. Você vai precisar de: • 3 garrafas PET pequenas. • Areia grossa. • Areia fina. • Argila. • Húmus. • 1 copo com água ou 1 garrafa com tampa furada. • 1 Bacia. Como fazer: Coloque o bico da garrafa virada para baixo, dentro da parte de baixo da garrafa. Após fazer isso com as duas garrafas, coloque cada tipo de solo: • Garrafa 1 – solo arenoso. • Garrafa 2 – solo argiloso. • Garrafa 3 – solo humífero. Em seguida pegue sua garrafa com água ou copo com água e despeje uma pequena quantidade de água nos solos e veja o que acontece. • Qual dos tipos de solo a água passou mais rápido e em qual a água passou mais devagar? • Qual desses tipos de solo é melhor para fazer uma plantação? Por quê? • Você já viu esses tipos de solo em algum lugar? • Qual das duas amostras você acha que retém mais água? Por quê? Os solos férteis são aqueles que contém grande quantidade de matéria orgânica (esterco, fezes de animais), assim como a presença de elementos químicos especí- ficos, como nitrogênio e fósforo entre outras e que favorecem o desenvolvimento das plantas. 66 Para preservar o solo e garantir boas colheitas são necessários certos procedi- mentos como por exemplo: adubação do solo, arar bem a terra para o plantio e manter a conservação do solo. 2º momento • Mãos na massa Como diferentes tipos de solo afetam o crescimento de uma planta? Explique que algumas plantas podem precisar de mais água do que outras, e que, portanto, o grau de permeabilidade do solo é um dos fatores que influenciam no crescimento de uma planta. Solicite aos estudantes que formem grupos de três colegas e distribua a cada grupo seis vasos pequenos (ou uma bandeja vazia de iogurte, que também funciona perfei- tamente como vaso), areia, argila, terra vegetal (terra de jardim) e sementes de feijão. Explique-lhes que eles devem preencher dois vasos com cada tipo de solo, ou seja, dois com argila, dois com areia e dois com terra vegetal. Em seguida, mostre para eles como plantar a semente em cada um desses vasos. Elas devem ser enterradas entre um e dois centímetros abaixo da superfície. Dividam, então, os vasos em dois grupos, sendo que em cada grupo haverá um vaso com areia, um com argila e o terceiro com terra vegetal. No primeiro grupo, adicionaram um pouco de água todos os dias (ou dia sim, dia não, caso o tempo esteja muito úmido). No segundo grupo, o solo deve ser umedecido no primeiro dia e depois mantido seco. Peça- lhes, então, que façam desenhos esque- máticos das etapas realizadas no experimento em seus cadernos. Converse com os estudantes sobre qual dos vasos (combinação de solo mais água) eles acreditam que irá produzir plantas, a maior planta ou a de melhor aspecto e se em alguma das opções não irá germinar. Peça-lhes que anotem no caderno suas hipóteses no início do experimento e escla- reça que, futuramente, conforme o experimento se desenvolver, eles terão a opor- tunidade de testar suas hipóteses. Os estudantes devem acompanhar diariamente o crescimento das mudas e que, ao final de 10 dias, comparem o tamanho e desenvol- vimento delas em cada um dos solos e em relação ao uso de água. Ao longo dos 10 dias de observação, podem ser feitos registros fotográficos ou serem tiradas medidas da altura da plantinha, ou ainda os estudantes podem produzir dese- 67 nhos diários (ou a cada 2 ou 3 dias). Os registros diários podem ser preenchidos na seguinte tabela (uma tabela por dia): Solo/Pergunta A sement e brotou ? A plantinha está crescendo? Qual o tamanho da plantinha? Areia sem água. Areia com água. Argila sem água. Argila com água. Terra vegetal sem água. Terra vegetal com água. Ao final do período de 10 dias, observe com os estudantes o que aconteceu com cada uma das plantas, as informações das tabelas e os desenhos produzidos. • Em qual dos solos a planta cresceu mais? Por quê? • Qual foi a melhor combinação de solo para o crescimento das plantas? Ao término do experimento, discuta com os estudantes sobre a importância das características do solo no crescimento das plantas. Outro aspecto que deve ser abordado é a importância da irrigação para o desenvolvimento vegetal. RECURSOS: Amostras de dois tipos de solo: arenoso e argiloso, caderno, lápis preto, lupa, água, areia, argila, terra vegetal (terra de caderno de notas, lápis preto e lápis colorido, seis vasos pequenos (ou uma bandeja de iogurte vazia) por grupo, sementes de feijão, jardim). PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO: O processo avaliativo deverá ser processual e contínuo, abrangendo todas as ativida- des desenvolvidas individualmente ou em grupo, de forma oral ou escrita, através de desenhos ou de confecção de materiais. As produções coletivas e individuais, orais (debates, roda de conversa etc.) e escritas (atividades, avaliação escrita, relatório das aulas experimentais), deverão ser avaliadas. A participação e o empenho durante as atividades, também deverão ser considerados no processo avaliativo. 68 ATIVIDADES 1- Assinale com um X quais fatores são importantes para o crescimento de uma planta: ( ) tipo de solo. ( ) a cor do vaso. ( ) quantidade de água. ( ) o tipo de material do vaso (plástico, cerâmico, etc.). 2- Marque a alternativa verdadeira: a) O solo arenoso é um solo rico em matéria orgânica. b) A rotação de cultura empobrece o solo. c) Solo fértil é aquele solo bom para plantar rico em matéria orgânica. d) A drenagem é um processo muito usado pelos agricultores que acrescenta água no sol. 3- O tipo de solo bom para agricultura é: a) ( ) Solo arenoso. b) ( ) Solo argiloso. c) ( ) Solo humífero. 69 2022Ensino Fundamental3 o ano – 3 o bimestre Ciências HumanasGeografia MATERIAL DE APOIO PEDAGÓGICO PARA APRENDIZAGENS SIGNIFICATIVAS ANO DE ESCOLARIDADE REFERÊNCIA ANO LETIVO COMPONENTE CURRICULAR ÁREA DE CONHECIMENTO UNIDADE TEMÁTICA Formas de representação e pensamento espacial. OBJETO(S) DE CONHECIMENT O: HABILIDADE(S) : Alfabeto cartográfico (ponto, linha e área). (EF03GE07) Reconhecer e elaborar legendas com sím- bolos de diversos tipos de representações em diferentes escalas cartográficas. PLANEJAMENTO TEMA DE ESTUDO: Alfabetização cartográfica DURAÇÃO: 2 aulas PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS: A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA: Iniciar a aula anunciando aos estudantes o tema a ser estudado. Apresente que, no momento, irão juntos aprender que o mapa também é uma linguagem, ou seja, os mapas transmitem informações aos seus leitores possuindo inclusive um alfabeto próprio. Em seguida, leia para a turma a habilidade do Currículo Referência de Minas Gerais que esta sequência didática objetiva auxiliá-los a desenvolver. Contextualize que o alfabeto car- tográfico é composto por símbolos que muito provavelmente a turma já conhece. Em seguida, convide-os a conhecer melhor sobre o assunto. B) DESENVOLVIMENTO: Inicie a aula contextualizando com a turma sobre o que é um mapa, qual a sua finali- dade e importância. Pergunte se eles ou seus familiares costumam utilizar mapas para se orientar no espaço e em quais situações isso ocorre. Permita que os estudantes se expressem livremente, comentando suas intervenções e traga também alguns exemplos desses usos como em jogos de tabuleiro, videogames, no trânsito, em locais turísticos.