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3º 
Ano
MATERIAL DE
APOIO
PEDAGÓGICO
PARA
APRENDIZAGENS
Ensino Fundamental
GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS
SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS
ESCOLA DE FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL DE EDUCADORES
 SUMÁRIO
LÍNGUA PORTUGUESA................................................................pág. 1
Planejamento 1: Leitura Literária ........................................................pág. 2
Planejamento 2: Receita
Culinária .....................................................pág. 8 Planejamento 3:
Piada? Há! Ha! Há... Vamos rir, aprender e divertir! .....pág. 16
Planejamento 4: A COVID e a volta às aulas
.......................................pág. 23
Planejamento 5: Vamos trabalhar com quadrinhas? .......................... pág. 31
ARTE ....................................................................................................... pág. 37
Planejamento 1: Materialidades na arte ............................................. pág. 37
EDUCAÇÃO FÍSICA.................................................................................. pág. 42
Planejamento 1: Peteca ....................................................................pág. 42
Planejamento 2: Pique-bandeira fut .................................................pág. 45
Planejamento 3: Amarelinha .............................................................pág. 48
Planejamento 4: Basquete com bambolês .........................................pág. 51
Planejamento 5: Circuito Combinado ................................................pág. 54
MATEMÁTICA........................................................................................... pág. 57
Planejamento 1: Número e Numeral / Sequência Numérica /
Antecessor e Sucessor ..................................................................... pág. 57
Planejamento 2: Sistema de Numeração Decimal ............................pág. 62
Planejamento 3: Adição e Subtração com e sem agrupamento e 
desagrupamento .............................................................................. 
pág. 67
Planejamento 4: Sistema Monetário Brasileiro...................................pág. 71
CIÊNCIAS ................................................................................................. pág. 75
Planejamento 1: Saúde auditiva e visual
............................................ pág. 75 Planejamento 2: Reflexão da
luz em diferentes materiais..................pág. 82 Planejamento 3: O
som .................................................................... pág. 86
GEOGRAFIA........................................................................pág. 90
Planejamento 1: O campo e a cidade – grupos
sociais........................pág. 90 Planejamento 2: Diversidade
cultural................................................ pág. 95 Planejamento 3:
Formação sócio-cultural-econômica do local
em que vive ......................................................................................pág. 99
HISTÓRIA ............................................................................................... pág. 103
Planejamento 1: A Formação e o desenvolvimento das Cidades
ao longo dos tempos ...................................................................... pág. 103
ENSINO RELIGIOSO................................................................................. pág. 119
Planejamento 1: Espaços e territórios religiosos .............................. pág. 119
ANO DE ESCOLARIDADE
3 o ano
COMPONENTE 
CURRICULAR
Língua Portuguesa
REFERÊNCIA
Ensino 
Fundamental
ÁREA DE 
CONHECIMENTO
Linguagens
ANO 
LETIVO
2022
MATERIAL DE APOIO PEDAGÓGICO PARA APRENDIZAGENS 
SIGNIFICATIVAS
3 o ano Ensino Fundamental 2022
Língua Portuguesa Linguagens
PRÁTICAS DE
LINGUAGEM
Leitura/escuta (compartilhada e autônoma).
Escrita (compartilhada e autônoma).
OBJETO(S) DE 
CONHECIMENT
O:
HABILIDADE(S)
:
Diferenciação entre
texto literário e não
literário (For- mação do
leitor literário).
Leitura e interpretação
de textos literários.
Constituição de critérios
de apreciação estética e
afetiva de materiais de
leitura (For- mação do
leitor literário).
Produção de pequenos
rela- tos de observação
de fatos, de experiências
pessoais (Escrita
autônoma e compar-
tilhada).
Relacionar os
conhecimentos
adquiridos com o
cotidia- no(em equipe
e/ou individual).
(EF15LP15) Reconhecer que os textos literários fazem parte
do mundo do imaginário e apresentam uma dimensão
lúdica, de encantamento, valorizando-os, em sua
diversidade cultural, como patrimônio artís- tico da
humanidade.
(EF02LP26) Ler e compreender, com certa autonomia,
textos literá- rios, de gêneros variados, desenvolvendo o
gosto pela leitura.
(EF02LP14) Planejar e produzir pequenos relatos de
observação de processos, de fatos, de experiências
pessoais, mantendo as caracte- rísticas do gênero,
considerando a situação comunicativa e o tema/ assunto
do texto.
1
 PLANEJAMENTO
TEMA DE ESTUDO: Leitura Literária
DURAÇÃO: 2 aulas
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS:
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ ABERTURA:
Sendo a literatura um patrimônio cultural desenvolvido pelos homens
em sua trajetó- ria histórica, é direito das crianças acessá-la. Portanto,
cabe à escola e aos professo- res (as) introduzir ou ampliar o acesso
das crianças ao universo literário, despertando o prazer e gosto pela
leitura. Entre os gêneros textuais existentes, que precisam transitar no
universo infantil e ser apropriado pelas crianças, encontramos as nar-
rativas ficcionais, a exemplo citamos os contos de fadas, histórias de
assombração e em quadrinho, entre outras. O texto literário apresenta
características estéticas diferenciadas, eles promovem a fruição, o
desenvolvimento da imaginação e as leva ao reconhecimento de
outros mundos, com os quais se identificam, produzem signi- ficado,
(re) organizam suas experiências e constroem sua subjetividade.
No desenvolvimento deste trabalho, priorizamos como práticas de
linguagens, a oralidade e leitura/ escuta (compartilhada e autônoma).
Por meio dessas práticas desenvolvemos e/ou aprofundamos as
capacidades que as crianças precisam adqui- rir e consolidar para
avançar no seu processo de escolarização. Listamos algumas
habilidades iniciais, a partir da implementação desta proposta, que
poderão ser pes- quisadas no Currículo Referência de Minas Gerais,
selecionando e contextualizando outras habilidades, tornando-a mais
potente.
Sabemos que esta proposta deverá ser construída, paulatinamente,
ganhando des- taque e progressão conforme os momentos literários
acontecerem. Os(as) profes- sores(as) devem aproveitar este momento
inicial de retorno às aulas, em que os protocolos de segurança e
cuidado para com as crianças exigem atenção e impõe restrições, para
entender a proposta, (re) adequá-la à sua realidade por meio do pla-
nejamento de ações possíveis e necessárias para que seja num
segundo momento efetivamente iniciada. O apoio da gestão escolar é
necessário para que alcance maior abrangência. Dessa forma, a
coordenação pedagógica deve ser envolvida, a fim de que promova a
articulação com os demais membros da gestão escolar. É importante
2
ressaltar, que esperamos a partir do início do desenvolvimento desta
proposta, que a leitura literária se torne uma prática integrante na
rotina das turmas e que aos pou- cos consigam estabelecer tempos
adequados, organizando espaços apropriados e adquirindo a
materialidade necessária para que o trabalho se desenvolva progressi-
vamente e com a qualidade necessária.
Informamos que este Plano é apenas uma sugestão, que visa auxiliar o
seu trabalho com o texto literário. Ele não é engessado e não tem fim
em si mesmo, portanto, está passível de mudanças e
redirecionamentos visando à sua melhoria. Contamos com a sua
criatividade para, enriquecê-lo, aplicá-lo e, quem sabe, compartilhar
com seus colegas professores, buscando formar no espaço escolar
uma comunidade de leitores.
B) DESENVOLVIMENTO:1º Momento – Para começo de conversa
Inicie o trabalho estabelecendo uma roda de conversa com seus
alunos, ajude-os a participar das interações cotidianas na sala de aula:
escutando com atenção e com- preensão, respondendo às questões
propostas, expondo opiniões nos debates com os colegas e no diálogo
com o(a) professor(a).
Tente entender os conhecimentos literários que as crianças já
estabeleceram, a bagagem que trazem e o valor que a literatura tem
na vida de cada um. Tente desco- brir que tipo de acesso à cultura
escrita têm as crianças da sua turma, se circula ou não material
impresso entre os integrantes de suas famílias e como se dá essa cir-
culação. Dessa forma você estabelecerá meios para reorganizar esta
proposta, que tem centralidade nas crianças, no seu letramento
literário e na sua formação como leitoras de literatura.
2º Momento – Socializando um texto literário.
Neste momento, selecione na biblioteca da sua escola ou no acervo do
contexto de sua sala de aula, um livro de história apropriado, cujo
conteúdo seja do interesse da sua turma. Leia e reconheça a história
integralmente antes de propor a sua lei- tura para as crianças.
Determine um tempo adequado em sua rotina para a leitura e
organize, juntamente com as crianças, um espaço diferenciado para
que a história alcance um status de magia e encantamento. Faça deste
momento uma rotina bas- tante frequente no seu tempo/espaço
escolar.
3
Planeje um certo ritual para dar início, desenvolva e conclua a leitura
da história. Nesse aspecto, algumas ações podem fazer diferença para
a motivação do grupo, como o toque de um instrumento, uma caixa
bem enfeitada, uma maleta, um adereço usado por você. É bom
também que se estabeleça um verso para iniciar a leitura ou a
contação de história - “Era uma vez..”, e outro para finalizar - A história
entrou por uma porta e saiu pela outra, quem quiser que conte outra.
Sempre que realizar a leitura de uma nova história repita o ritual que
poderá ser rees- truturado, de acordo com a evolução dessa rotina na
sua turma.
3º Momento – Leitura da História
Leia com e para as crianças, procure desenvolver disposições
favoráveis à leitura, reconheça as expectativas que elas têm sobre a
leitura.
Mostre a elas o objeto cultural - livro, explore sua capa, ouça o que
elas têm a dizer sobre ele, apresente as imagens que aparecem na
capa, nomeando-as. Leia o título da história, antecipe expectativas,
mostre as características gráficas e levante os conhecimentos prévios
sobre o tema da leitura.
Leia o nome dos autores (escritor e ilustrador) e, se possível, leia uma
biografia deles para aproximar as crianças do seu contexto.
Invista em ações para evidenciar o projeto gráfico da obra a ser lida.
Realize uma mediação potente, certifique-se de que as crianças
reconhecem narrador(es) e per- sonagens, articule as imagens ao
texto escrito, trabalhe para que elas consigam inferir pelo contexto o
sentido de palavras ou expressões, ajude as crianças a identi- ficarem
o tema central, localizarem informações explícitas e inferirem
informações implícitas, apoie a compreensão da narrativa.
Auxilie a identificarem os elementos que constroem a narrativa (lugar,
tempo, o fato propriamente dito, com quem os fatos ocorrem, sob que
ponto de vista a história ou o fato é narrado), como também a
reconhecer a trama que deu origem à história ou ao fato narrado, isto
é, o conflito gerador do enredo.
No decorrer da história, formule perguntas e estimule as crianças a
levantarem hipó- teses sobre os diferentes momentos em que a
narrativa se desenvolve. Ressalte a pontuação como um dos
elementos orientadores na produção de sentido. Antes do final da
história pergunte como elas preveem o seu desfecho.
Terminada a leitura, converse sobre a narrativa, envolva toda turma
para fazerem suas considerações sobre o texto e solicite um reconto
oral coletivo. Você poderá
4
escrevê-lo no quadro e pedir que seja copiado pelas crianças. Lembre-
se de possibi- litar às crianças o manuseio do livro.
4º Momento – Organização de espaço/tempo para leitura individual.
Organize no espaço de sua sala de aula, com a participação da turma,
um espaço de leitura. Faça deste, um local diferenciado. Componha
aos poucos um acervo variado, contendo uma seleção diversa de
suportes e textos para leitura: livros, revistas, periódicos, jornais,
panfletos, etc. Todo material deverá ficar ao alcance de todos, que
serão responsáveis pela sua ordem e manutenção. Caberá à você zelar
pela uti- lização dos protocolos de segurança e higienização, bem
como pelos cuidados com as crianças.
Estabeleça na sua rotina, pelo menos uma vez na semana, um
momento dedicado ao manuseio de livros e à leitura individual de
histórias. Não tenha pressa de planejar e desenvolver tudo de uma
única vez. O hábito de leitura não acontece da noite para o dia, ele
requer um tempo de maturação. A qualidade dessas ações é alcançada
e ampliada a cada nova aproximação com a leitura intencionalmente
planejada e incor- porada em seu plano de trabalho. Realize estas
ações paulatinamente e as insira, pouco a pouco, no seu tempo/espaço
escolar.
RECURSOS:
Espaço físico organizado.
Tempo destacado da rotina escolar.
Acervo de livros e textos literários, materiais impressos de circulação
social que contemplem a diversidade sócio cultural.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
É importante acompanhar o percurso da criança, entender como ela
pensa e age nos diferentes tempos e espaços escolares, a fim de que
sejam reorganizadas a mediação de leitura e para que os momentos
dedicados à ela sejam reorientados, de forma a garantir o acesso das
crianças à literatura de qualidade. Para tanto, a observação e o
registro devem ser realizados com foco nos seguintes aspectos, entre
outros: motivação, interesse pela proposta, interação individual,
participa- ção coletiva.
5
 ATIVIDADES
1 - Escolha um livro literário que você considere bem interessante (na
biblioteca, na sala de aula ou em casa), leia e observe bem as
ilustrações. Caso não consiga, peça um adulto para ler para você.
2- Após a leitura, preencha a ficha literária a seguir.
NOME DO LIVRO: 
AUTOR(A): 
ILUSTRADOR(A): 
EDITORA: 
SOBRE O QUE FALA A HISTÓRIA:
ONDE ACONTECE A HISTÓRIA:
QUAIS SÃO OS PERSONAGENS PRINCIPAIS DESTA HISTÓRIA?
DÊ A SUA OPINIÃO SOBRE A HISTÓRIA:
ESCREVA A PARTE DA HISTÓRIA QUE VOCÊ MAIS GOSTOU:
6
7
PRÁTICAS DE
LINGUAGEM
Leitura/escuta (compartilhada e autônoma).
Produção de textos (escrita compartilhada e 
autônoma). Análise linguística/semiótica 
(Alfabetização).
OBJETO(S) DE 
CONHECIMENT
O:
HABILIDADE(S)
:
Leitura e interpretação de
tex- tos de gêneros
variados - forma- ção do
leitor.
Leitura e interpretação de
tex- tos de gêneros do
campo da vida cotidiana
(listas, agendas,
calendários, avisos,
convites, receitas,
instruções de monta- gem,
dentre outros).
Compreensão em leitura.
Produção de textos –
planeja- mento, pesquisa e
organização (Planejamento
de texto).
Escrita: reprodução de
peque- nos textos
(Construção do sis- tema
alfabético; estabeleci-
mento de relações
anafóricas na
referenciação e construção
da coesão).
Relacionar os
conhecimentos adquiridos
com o cotidiano (em equipe
e/ou individual).
(EF12LP02A) Buscar e selecionar, com a mediação
do profes- sor, textos que circulam em meios
impressos ou digitais, de acordo com as
necessidades e interesses.
(EF02LP21) Explorar, com a mediação do professor,
textos informativos de diferentes ambientes
digitais de pesquisa, conhecendo suas
possibilidades.
(EF02LP20) Reconhecer a função de textosutilizados para apresentar informações coletadas
em atividades de pesquisa (enquetes, pequenas
entrevistas, registros de experimenta- ções).
(EF15LP05) Planejar, com a ajuda do professor, o
texto que será produzido, considerando a situação
comunicativa, os interlocutores (quem escreve/para
quem escreve); a finali- dade ou o propósito
(escrever para quê); a circulação (onde o texto vai
circular); o suporte (qual é o portador do texto); a
linguagem, organização e forma do texto e seu
tema, pesqui- sando em meios impressos ou
digitais, sempre que for pre- ciso, informações
necessárias à produção do texto, organi- zando em
tópicos os dados e as fontes pesquisadas.
(EF12LP03) Copiar textos breves, mantendo suas
caracterís- ticas e voltando para o texto sempre
que tiver dúvidas sobre sua distribuição gráfica,
espaçamento entre as palavras, escrita das
palavras e pontuação.
(EF02LP23) Planejar e produzir, com certa
autonomia, peque- nos registros de observação de
resultados de pesquisa, coe- rentes com um tema
investigado.
 PLANEJAMENTO
TEMA DE ESTUDO: Receita Culinária
DURAÇÃO: 2 aulas
8
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS:
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ ABERTURA:
A receita culinária é um texto instrucional muito usual que comunica os
procedimen- tos a serem realizados para se preparar uma guloseima,
um prato típico, um bolo, entre outros manjares, desenvolvendo o que
podemos chamar de arte culinária. Ela é um gênero textual no qual
predomina o aspecto tipológico do descrever ações, tendo, como
estrutura, as seguintes partes: ingredientes, modo de fazer, tempo de
preparo, e rendimento. No trabalho com receitas, deve-se considerar o
objetivo deste gênero textual, quem faz uso dele (escreve e lê), onde
encontramos e do que fala uma receita.
B) DESENVOLVIMENTO:
1º Momento – Para começo de conversa
Inicie o trabalho conversando com seus alunos, diga-lhes que é comum
nas famílias existir alguém que saiba fazer um prato bem gostoso. Para
chegar a essa prática, nor- malmente a pessoa ouviu e/ou leu um texto
muito interessante chamando receita. A receita culinária é um gênero
textual muito antigo, repassado, na maioria das vezes, de forma oral,
de mãe para filha (o), de avó para neta (o), de amiga para amiga (o),
quase sempre com um ‘segredinho’ de família.
As receitas são, muitas vezes, memorizadas por quem as prepara, são
transmitidas de forma oral, motivo pelo qual podem ser levemente
alteradas.
2º Momento - Pesquisa sobre o gênero
1-Propor aos alunos que conversem, em casa, com suas mães (avós ou
tias), sobre qual (is) receita (s) ela (s) mais gosta (m) de fazer.
2-Partindo deste apontamento, orientá-los para que a (s) copiem numa
folha, regis- trando sua autoria e que a tragam para a escola.
3-No ambiente de sala de aula, listar o nome de cada receita no quadro,
separando-
-as em doces e salgadas.
3º Momento - Leitura de texto do gênero “Receita”
Copie a receita no quadro ou em um cartaz e a leia globalmente para
seus alunos. Após a leitura converse sobre ela. Pergunte se lhes parece
saborosa, explore os variados gostos.
9
SALADA DE FRUTAS
Ingredientes:
1 maça
1 banana
1 fatia de 
melão 1 pera
1 mamão pequeno
1 pêssego
2fatias de 
abacaxi 5 
morangos
10 uvas
1 xícara de suco de laranja
1 caixa de leite 
condensado
1 colher (café) de canela 
em pó
Fonte: https://pixabay.com/pt/images/search/salada%20de
%20frutas/
Acesso em 08/03/2022
Modo de preparo:
Pique todos os ingredientes. Coloque tudo em uma vasilha média e
adicione o leite condensado, a canela em pó e o suco de laranja. Mexa por
alguns segundos e leve à geladeira por 30 minutos.
4º Momento - Interpretação oral da receita:
Professor(a), juntamente com os alunos, observe e explore a estrutura
organizacio- nal desse gênero textual “receita”:
Mostre que a receita está dividida basicamente em duas partes:
“ingredientes” e “modo de fazer”; na parte dos “ingredientes”
descreve-se os elementos que serão usados na receita; cada item dos
ingredientes são apontados numa linha, sem sinal de pontuação no
final; a quantidade é indicada em número; as medidas são as que
comumente usamos na cozinha (xícara, copo, colher...); o “modo de fazer”
organiza-se de forma injuntiva (com predominância de verbos no
imperativo – pegue, bata, junte, entre outros), induzindo o leitor às
ações. Trabalhe intencionalmente esta estrutura e certifique-se de que
as crianças a compreenderam.
10
No contexto da sala de aula trabalhe de forma individual e/ou coletiva, 
incentivando a participação de todas as crianças.
Qual é o nome dessa receita? 
Alguém já conhece essa 
receita?
Pela ilustração, podemos imaginar de que será 
essa receita? Onde encontramos textos iguais a 
esse?
Existem características neste texto, diferentes das características de 
outros textos. Quais são?
5º Momento - Leitura de palavras
Faça uma lista com os ingredientes da receita (em um cartaz).
Estimule a compreensão e a valorização da cultura escrita, informando
que essa lista não pode ser feita apenas oralmente, pois correria o
risco de, ao repassá-la à pes- soa responsável em fazer as compras,
esquecer algum item necessário. Portanto, é importante o seu registro
em forma de escrita para, posteriormente, ser entregue ao
responsável. Essa é uma forma de propiciar aos alunos momentos de
conhecer, utilizar e valorizar os modos de produção e circulação da
escrita na sociedade.
Leia pausada e articuladamente a lista.
Convide os alunos a lerem, decodificando e reconhecendo globalmente
as palavras da lista.
Aponte as palavras para os alunos lerem coletivamente.
Aponte as palavras para um aluno ler, individualmente, ouça leituras
individuais (no cartaz ou no caderno).
Sugerimos que seja feita uma adaptação desta proposta, de acordo
com sua rea- lidade e possibilidades, eliminando e/ou acrescentando
etapas, conforme lhe seja conveniente.
RECURSOS:
Cartolina ou papel kraft e pincel hidrocor para confecção de cartaz
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
É importante acompanhar o percurso da criança, entender como ela
pensa e age nos diferentes tempos e espaços escolares, a fim de que
sejam reorganizadas as práti- cas pedagógicas e para que os processos
de ensino e de aprendizagem sejam reo-
11
rientados de forma a garantir os direitos de aprendizagens e
desenvolvimento das crianças. Para tanto, a observação e o registro
devem ser realizados com foco nos seguintes aspectos, entre outros:
• Interação individual com a professora;
• participação em pequenos e grandes grupos;
• atuação no coletivo;
• realização das atividades individuais.
 ATIVIDADES
1 - Escrita de palavras.
Atenção! As crianças não devem ter contato visual com a escrita das
palavras da lista nesse momento. Portanto, é importante retirar todos
os cartazes que apresentam a lista das palavras.
Identificar as figuras abaixo, escrevendo o nome de cada uma,
relacionando-as com a LISTA:
Imagens disponíveis
em: https://pixabay.com/pt/photos/ma%c3%a7%c3%a3-vermelho-fruta-comida-
fresco-1834639/ https://pixabay.com/pt/photos/abacaxi-fatias-fruta-vitaminas-
636562/
https://pixabay.com/pt/photos/search/
laranja/ https://www.istockphoto.com/br/foto/banana-
gm636739634-113146351
https://www.istockphoto.com/br/foto/todo-e-metade-de-mam%C3%A3o-maduro-com-sementes-isoladas-no-fundo-
branco-
gm864053288-143267089
https://www.istockphoto.com/br/foto/mel%C3%A3o-honeydew-gm146890371-
13998859 https://www.istockphoto.com/br/foto/pera-de-solteiro-gm164142758-23387024
https://www.istockphoto.com/br/foto/morango-com-fatias-meio-isolado-no-fundo-branco-
gm876503894-244635208
Acesso em: 09 mar. 2022
12
CHOCOLATE CROCANTE, CARAMELIZADO COM FLOCOS DE ARROZ, 
HUMMMMM, UMA DELÍCIA!!!!
2- Implicações do gênero textual “receita” e do suporte na 
compreensão de textos. Texto 1
Texto 2
Texto 3
13
2 potes de margarina de 
250g 1 pacote de bolacha 
integral
2 Kg de 
arroz 1 Kg 
de feijão
1 Kg de cenoura
½ Kg de tomate
1 maço de brócolis
½ Kg de chuchu
VITAMINADE FRUTAS
Ingredientes
1 maça sem casca e cortada em 
pedaços 1 fatia de mamão
1 banana nanica
picada 1 xícara de
leite integral açúcar
a gosto
gelo à vontade 
Modo de preparo:
Bata no liquidificador a maçã, fatia de mamão, a banana, o açúcar e o
leite inte- gral. Retire do recipiente e coloque o gelo.
Rendimento: um copo
Observe os textos e responda:
A)Qual dos textos é uma receita?
( ) Texto 1 ( ) Texto 2 ( ) Texto 3
B)Por que o texto que você escolheu é uma receita?
C) Além do título (nome da receita), que outras partes têm esse gênero?
D) Com base no texto 3, pense e responda:
Qual a função social desse texto?
Para quem, geralmente, esse texto se destina?
3- Pesquisar, no caderno de receita da sua casa, em jornais, em
revistas ou na inter- net uma receita e copiá-la, observando e
mantendo suas características gráficas, de espaçamento entre
palavras, observando a escrita correta e a pontuação.
Professor(a), após pesquisa dos alunos sondar onde cada um pesquisou
(quais os suportes) fazendo os registros no quadro. Sondar também os
tipos de receitas mais pesquisadas (pratos salgados ou doces).
4- Criar uma receita de salada de folhas e legumes. Atente-se para as
característi- cas deste gênero, ou seja, ingredientes e modo de
fazer. Use a sua imaginação para criar um título e uma ilustração
para ela.
14
5- Vamos brincar?
QUEM QUER PULAR CORDA LEVANTA O DEDO AÍ!???
A proposta agora é - Pular corda, movimentar o 
corpo, recitar e cantar.
Vamos lá?
“SALADA SALADINHA 
BEM TEMPERADINHA
COM SAL, PIMENTA, 
QUEROSENE... FOGO!!!”
Disponível em: <https://pixabay.com/pt/illustrations/crian%c3%a7as-jogar-pular-corda-ativo-1266195/>.
Acesso em: 11 mar. 2022.
15
PRÁTICAS DE
LINGUAGEM
Leitura/escuta (compartilhada e autônoma). 
Análise linguística/semiótica 
(Alfabetização). Escrita (compartilhada e 
autônoma).
OBJETO(S) DE 
CONHECIMENT
O:
HABILIDADE(S)
:
Leitura e interpretação
de textos de gêneros do
campo da vida cotidiana
(Compreen- são em
leitura).
Estudo sobre a língua:
aumen- tativo e diminutivo
(Morfologia).
Pontuação e entonação
expressiva nos textos.
Escrita: reprodução de
pequenos textos
(Constru- ção do sistema
alfabético;
estabelecimento de
relações anafóricas na
referenciação e
construção da coesão).
Relacionar os
conhecimentos
adquiridos com o
cotidiano (em equipe e/ou
individual).
(EF02LP12) Ler e compreender com certa autonomia
cantigas, letras de canção, dentre outros gêneros do
campo da vida coti- diana, considerando a situação
comunicativa e o tema/assunto do texto e
relacionando sua forma de organização à sua finali-
dade.
(EF02LP11) Formar o aumentativo e o diminutivo de
palavras com os sufixos -ão e -inho/-zinho.
(EF02LP09) Usar adequadamente ponto final, ponto
de interro- gação e ponto de exclamação.
(EF12LP03) Copiar textos breves, mantendo suas
característi- cas e voltando para o texto sempre que
tiver dúvidas sobre sua distribuição gráfica,
espaçamento entre as palavras, escrita das palavras
e pontuação.
 PLANEJAMENTO
TEMA DE ESTUDO: Piada? Há! Ha! Há... Vamos rir, aprender e divertir!
DURAÇÃO: 2 aulas
16
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS:
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ ABERTURA:
As piadas fazem parte do cotidiano popular, é um gênero textual
humorístico, do campo da vida cotidiana, elas divertem e nos fazem rir.
São transmitidas oralmente e vão sendo modificadas à medida em que
são contadas. A finalidade de quem conta uma piada é provocar graça,
fazendo o interlocutor rir com o desenrolar do seu texto narrativo, cujo
final é sempre surpreendente. Nestes tempos de tensão em que vive-
mos, provocados pela pandemia da COVID, trabalhar intencionalmente
com piada é um bom motivador para turma, levando alegria e leveza para
as aulas.
B) DESENVOLVIMENTO:
1º Momento – Para começo de conversa
Inicie apresentando, oralmente, aos estudantes a seguinte piada
A partir dessa contação, discutir com as crianças:
a) Vocês sabem qual é o nome desse gênero textual?
b) Vocês conseguiram entender a graça nessa piada?
c) Qual é a intenção de alguém quando conta uma piada?
d) Você conhece pessoas que costumam contar piadas? Em que 
situações elas fazem isso?
Professor(a): é importante salientar para os estudantes que a maioria
das piadas não apresenta autor, por serem transmitidas oralmente.
Entretanto, essa piada está registrada num livro de anedotas,
destinadas ao público infantil, cujo autor é Ziraldo. Buscar a biografia
desse autor e ler para crianças, contextualizando sua obra voltada
para o público infantil.
17
2º Momento - Trabalhando os conhecimentos prévios:
Converse com as crianças, ouvindo com atenção o que elas têm a dizer
e, se neces- sário, registrando suas falas. Faça os seguintes
questionamentos:
• Vocês conhecem algumas piadas?
• Todas essas que vocês conhecem podem ser contadas aos colegas? Por
quê?
• Vocês já leram piadas? Onde leram? Ou apenas ouviram? Nesse
caso, quem contou?
• As piadas que vocês conhecem falam sobre o quê?
Professor(a): Nesse momento, faça uma lista dos assuntos no quadro,
categorizan- do-os, depois transcreva para um cartaz para trabalhar,
em momento oportuno, algu- mas capacidades da Apropriação do
Sistema de Escrita Alfabetico (Identificação de letras do alfabeto, Uso
adequado da página, alinhamento e direção do texto, outros). Exemplo de
algumas categorias que podem ser listadas: Animais, Criança, Escola,
Joãozinho, Médico, Papagaio, Português, entre outras categorias.
3 º Momento - Reconhecimento do gênero textual piada
Professor(a): para esse momento de leitura de textos do gênero,
selecione variados materiais que contenham piadas: jornais,
almanaques, revistas, livros.
a) Leitura pelas crianças de textos do gênero
Organize os alunos em grupos. Distribua o material entre eles..
Cada grupo irá selecionar uma piada no material disponível e
preparar a dinâmica de apre- sentação para os
colegas(contação/encenação/leitura), lembrando de indicar onde
encontraram a piada.
b) Registro pelo(a) professor(a) em cartaz ou papel pardo das 
conclusões de cada grupo. Esse momento pode ser encaminhado a
partir de questionamentos como:
- Que características se repetiram nas piadas? Palavras, ideias, 
sinais de pon- tuação?
- Que tipo de situação ou assunto foi transformado em piada?
- Por que essa piada nos faz rir?
Observação: O cartaz com as conclusões sobre cada piada deverá ser fixado,
reto- mando, aprofundando, corrigindo os rumos, sempre que necessário.
18
RECURSOS:
Papel ou cartolina para confecção de cartazes, caneta hidrocor,
revistas, jornais, almanaques e internet.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
É importante acompanhar o percurso da criança, entender como ela
pensa e age nos diferentes tempos e espaços escolares, a fim de que
sejam reorganizadas as práti- cas pedagógicas e para que os processos
de ensino e de aprendizagem sejam reo- rientados de forma a garantir
os direitos de aprendizagens e desenvolvimento das crianças. Para
tanto. A observação e o registro devem ser realizados com foco nos
seguintes aspectos, entre outros:
• interação individual com a professora;
• participação em pequenos e grandes grupos;
• atuação no coletivo;
• realização das atividades individuais.
 ATIVIDADES
1 - Aumentativo e diminutivo, a partir da palavra que aparece na piada 1 
trabalhada.
Professor(a), será necessário retomar atividades de ensino da habilidade 
(EF02LP11), caso perceba que a turma não a consolidou.
Releia a piada:
a) Marque a palavra que se encontra no diminutivo.
b) Escreva o aumentativo desta palavra.
19
c) Escreva o diminutivo da palavra escola.
d) Escreva o aumentativo da palavra escola.
e) Escreva o diminutivo da palavra mamãe.
f) Escreva o aumentativo da palavra mamãe.
g) Escreva o diminutivo do seu nome.
h) Escreva o aumentativo do seu nome.
2- Leia o texto a seguir.
Ia ter festa no céu. Quando o urubu avisou o sapo, ele abriu o bocão e disse:
- OOOBAAA!!!
O urubu disse:
- Vai ter muita comida.
E o sapo:
- OOOBBBAAA!!!O urubu continuou:
- Vai ser uma curtição: 
música, dança. Aí o sapo 
abriu mais ainda a boca:
- OOOOOOOBBBBBAAAAAA!!!
Disponível em: https://pixabay.com/pt/vectors/r
%c3%a3- sapo-anf%c3%adbio-agua-criatura-
5412832/
https://pixabay.com/pt/vectors/search/urub
%C3%BA/
Acesso em: 10 mar. 2022.
- É, mas só vai entrar quem tem boca pequena. E o sapo, fazendo biquinho:
- Coitadinho do jacaré.
20
3- Copie no seu caderno o texto dessa piada, observando que
devem manter as características do texto original, voltando a ele
sempre que necessário. Observem os espaçamentos entre palavras,
a escrita correta e a pontuação.
4- Circule todos os pontos finais que aparecem neste texto.
5- Para que serve o ponto final em um texto?
6- Colora todos os pontos de Interrogação que aparecem na piada.
7- Para que serve o ponto de interrogação em um texto?
8- Vamos ler as piadas.
CENPEC - Almanaque para a alfabetização e o letramento, página 63. Disponível em: 
<https://www.cenpec.org.br/tematicas/ almanaque-para-alfabetizacao-e-
letramento-durante-a-pandemia>. Acesso em: 11 mar. 2022.
21
Vamos avaliar! O que você achou destas piadas?
( ) ( ) ( )
9- Vamos rir e nos divertir?
A PROPOSTA É SELECIONAR E CONTAR PIADA!
Disponível em: <https://pixabay.com/pt/vectors/emoticon-risonho-smilies-feliz-305443/>. Acesso em: 11 mar. 2022.
Criança - Converse com seus amigos e/ou
familiares, pes- quise em almanaques, em revistas
ou em meio digital(internet) e encontre uma piada
que você considera interessante para compartilhar
com seus colegas. Escreva e ilustre o texto em
seu caderno. Em seguida, prepare uma bela
contação dessa piada para os seus colegas, no
ambiente de sala de aula.
Professor(a) - No ambiente escolar, organize em
sua rotina um momento acolhedor, encantador e
prazeroso com tempo flexível e espaço
organizado para realização desta atividade.
Peça às crianças, que quiserem fazer a contação,
para escreverem seus nomes em um papel, dobre
e coloque den- tro de uma caixinha escrita
“contadores de piada “. Sorteie oferecendo
oportunidade para todos que se dispuserem a
PRÁTICAS DE
LINGUAGEM
Leitura/escuta (compartilhada e autônoma).
Escrita (compartilhada e autônoma).
Análise linguística/semiótica (Alfabetização).
OBJETO(S) DE 
CONHECIMENT
O:
HABILIDADE(S)
:
Leitura e interpretação
de gêneros do campo
publicitá- rio,
considerando as caracte-
rísticas do gênero
estudado (Compreensão
em leitura).
Leitura e interpretação
de anúncios publicitários
e tex- tos de campanhas;
Lingua- gem e
construção de anún- cios
publicitários e textos de
campanhas (Forma de
com- posição do texto).
Leitura e interpretação
de tex- tos informativos
em ambien- tes digitais
de pesquisa (Pes- quisa).
Produção de texto:
gêneros de divulgação
de eventos (Escrita
compartilhada).
Produção de texto: bilhe-
tes, recados, avisos,
cartas, e-mails, receitas
(modo de fazer), relatos
com diagrama- ção
específica de cada
gênero (Forma de
composição do texto).
Relacionar os
conhecimen- tos
adquiridos com o cotidia-
no(em equipe e/ou
individual).
(EF12LP09) Ler e compreender, em colaboração com
os colegas e com a ajuda do professor, slogans,
anúncios publicitários e textos de campanhas de
conscientização destinados ao público infantil, dentre
outros gêneros do campo publicitário, conside- rando
a situação comunicativa e o tema/assunto do texto.
(EF12LP16X) Identificar e reproduzir, em anúncios
publicitários e textos de campanhas de
conscientização destinados ao público infantil (orais e
escritos, digitais ou impressos), a formatação e
diagramação específica de cada um desses gêneros,
inclusive o uso de imagens, com a ajuda do professor
e/ou com autonomia.
(EF02LP21) Explorar, com a mediação do professor,
textos infor- mativos de diferentes ambientes digitais
de pesquisa, conhe- cendo suas possibilidades.
(EF02LP18) Planejar e produzir cartazes e folhetos
para divul- gar eventos da escola ou da comunidade,
utilizando linguagem persuasiva e elementos textuais
e visuais (tamanho da letra, leiaute, imagens)
adequados ao gênero, considerando a situa- ção
comunicativa e o tema/assunto do texto.
(EF02LP16) Identificar e reproduzir, em bilhetes,
recados, avi- sos, cartas, e-mails, receitas (modo de
fazer), relatos (digitais ou impressos), a formatação e
diagramação específica de cada um desses gêneros.
 PLANEJAMENTO
TEMA DE ESTUDO: A COVID e a volta às aulas
DURAÇÃO: 2 aulas
23
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS:
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ ABERTURA:
Por que contextualizar a COVID no tempo/espaço escolar?
Trazer para a pauta de estudos um tema muito atual, que impacta
nossas vidas desde o ano de 2020, que é muito importante neste
momento histórico em que vivemos. Os serviços de saúde e de
assistência social organizam e a imprensa divulga, por meio de
campanhas de conscientização, muitas informações que precisamos
conhecer e colocar em prática, criando ou desenvolvendo hábitos,
atitudes, valores e com- portamentos que podem nos trazer bem-estar,
transformar nossas vidas e exer- cer influência nas vidas das pessoas
com as quais convivemos. É papel da escola e dos professores
trabalhar conjuntamente com as demais áreas (saúde, assistência
social, etc.) para garantir a disseminação desses conhecimentos que
impactarão nas crianças, nas famílias, nas comunidades e na
sociedade como um todo.
Inicie o trabalho conversando com seus alunos, conscientizando-os
sobre o papel de cada um e do coletivo quanto à necessidade de
priorizar valores, atitudes e compor- tamentos que preservem sua
saúde, a saúde das suas famílias e dos profissionais que com eles
atuam no ambiente escolar. Se cada um de nós assumir, com
responsabi- lidade, a sua parte e bem conduzir suas ações estaremos
cuidando um dos outros e colaborando para minimizar os impactos
desta pandemia que se encontra em curso entre nós.
B) DESENVOLVIMENTO:
1º Momento – Para começo de conversa
Estamos retomando nossas atividades, após um longo período de 
isolamento, devido à pandemia do coronavírus, que atingiu a população 
mundial.
Precisamos continuar mantendo os cuidados de 
prevenção. Observe figura abaixo:
24
Disponível em: <https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcTnSczgb3QjrOiO_y-4c-
hASOx3yUCD1KkHyzegFV4jbNS
P1C5UvzUSh6YU2rYfrzWBcT4&usqp=CAU>. Acesso em: 11 de mar. de 2022.
Fale para as crianças sobre a importância de se observar todos os
detalhes das ima- gens presentes em textos. Elas nos ajudam a
compreender melhor o conteúdo.
• Qual o assunto do texto acima?
• Como você se sente quando ouve falar sobre o coronavírus?
Neste momento, mostre às crianças e peça que observem as imagens
abaixo, e mar- que nela, sua sensação em relação à Pandemia da COVID.
Encoraje-as para que elas se manifestem, expondo seus temores, suas
angústias e proponha que, pensem jun- tos, em formas de superação,
de acordo com o conteúdo emergente. Dê tempo para que todos
tenham oportunidade de falar.
Disponível em: <https://prefeitura.pbh.gov.br/sites/default/files/estrutura-de-governo/saude/2020/cartilha-covid-
19_pais-e-
responsaveis_21-12-2020.pdf.pdf>. Acesso em: 11 de mar. de 2022.
25
2º Momento
Vacinar é fundamental para o controle de doenças. Contribui também
para a inter- rupção da transmissão do coronavírus, além de promover,
inicialmente, a redução de internações e óbitos.
Peça aos estudantes que construam, coletivamente, um cartaz,
incentivando a vaci- nação. Oriente para que utilizem um tamanho da
letra ideal, atentem-se para leiaute e usem imagens bem atrativas.
Promova um momento para que todos possam manifestar sua
compreensão em rela- ção à importância da vacinação.
3º Momento
Divulgue, na escola, por meio de bilhetes, destinados aos colegas de
outras turmas, a síntese desses estudos. Encontre um local estratégico
para afixar o cartaz produzido e convide-os para conhecê-lo. Oriente
em relação às características deste gênero.
RECURSOS:
Papel e caneta hidrocor para confecção de cartazes, atividades impressas.PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
É importante acompanhar o percurso da criança, entender como ela
pensa e age nos diferentes tempos e espaços escolares, a fim de que
sejam reorganizadas as práti- cas pedagógicas e para que os processos
de ensino e de aprendizagem sejam reo- rientados de forma a garantir
os direitos de aprendizagens e desenvolvimento das
26
crianças. Para tanto. A observação e o registro devem ser realizados com 
foco nos seguintes aspectos, entre outros:
• interação individual com a professora;
• participação em pequenos e grandes grupos;
• atuação no coletivo;
• realização das atividades individuais.
 ATIVIDADES
1 - Observe o texto. Pela maneira como ele se distribui na página, que 
tipo de texto você imagina que seja?
2- Qual é o gênero desse texto?
( ) Cartaz ( ) Carta ( ) E-mail ( ) Bilhete
3- Sendo você o destinatário dessa mensagem, o que você tem a dizer 
sobre ele?
Responda por escrito à sua professora:
27
Queridas crianças!
Diante das notícias preocupantes sobre o coronavírus, estamos nos 
precavendo com algumas medidas preventivas:
• Cada aluno deve trazer para escola a sua caneca ou garrafinha 
d’água para uso individual;
• No caso de apresentarem sintomas de gripe, resfriado ou 
similares, vocês devem permanecer em casa, respeitando o 
período de resguardo;
Seguimos juntos, de mãos dadas nos prevenindo contra a COVID-19. 
Contamos com a colaboração de todos! Um grande abraço,
Sua professora.
4- Observe a imagem abaixo e responda qual é o assunto abordado.
Disponível em: https://quedasdoiguacu.ifpr.edu.br/?p=5332. Acesso em:11 mar. 
2022.
Assunto do texto: 
5- Vamos divertir um pouco? Encontre as palavras em destaque no 
diagrama abaixo:
28
6- Leia o texto a seguir para as crianças.
Disponível em: <https://prefeitura.pbh.gov.br/sites/default/files/estrutura-de-governo/saude/2020/cartilha-covid-
19_pais-e-
responsaveis_21-12-2020.pdf.pdf>. Acesso em:11 mar. 2022.
7- Encontre os 7 erros diferentes entre as cenas abaixo:
Disponível em: <https://prefeitura.pbh.gov.br/sites/default/files/estrutura-de-governo/saude/2021/smsa_cartaz_
medidasdeprotecao_janeiro-2022.pdf>. Acesso em: 23 mar. 2022.
29
30
PRÁTICAS DE
LINGUAGEM
Escrita (compartilhada e autônoma).
Análise linguística/semiótica (Alfabetização).
OBJETO(S) DE 
CONHECIMENT
O:
HABILIDADE(S)
:
Produção de texto:
reconto (Escrita
compartilhada).
Produção de texto:
rees- crita de textos
lidos pelo professor.
(Escrita autô- noma)
Produção de texto:
convenções da escrita
(Construção do
sistema alfabético).
Sentido das palavras:
sinô- nimos e
antônimos (Sinoní- mia
e antonímia; Morfolo-
gia; Pontuação).
Participação nas
ativida- des orais –
relatos pessoais com
sequência de fatos
(Forma de composição
do texto).
Relacionar os conheci-
mentos adquiridos
com o cotidiano (em
equipe e/ou individual)
(EF12LP05) Planejar e produzir, em colaboração
com os colegas e com a ajuda do professor,
(re)contagens de histó- rias, poemas e outros
textos versificados (letras de canção, quadrinhas,
cordel), poemas visuais, tiras e histórias em
quadrinhos, dentre outros gêneros do campo
artístico-lite- rário, considerando a situação
comunicativa e a finalidade do texto.
(EF02LP27) Reescrever textos narrativos literários
lidos pelo professor.
(EF02LP01) Utilizar, ao produzir o texto, grafia
correta de palavras conhecidas ou com estruturas
silábicas já domi- nadas, letras maiúsculas em
início de frases e em substan- tivos próprios,
segmentação entre as palavras, ponto final, ponto
de interrogação e ponto de exclamação.
(EF02LP10) Identificar sinônimos de palavras de
texto lido, determinando a diferença de sentido
entre eles, e formar antônimos de palavras
encontradas em texto lido pelo acréscimo do
prefixo de negação in-/im-.
(EF02LP17) Identificar e reproduzir, em relatos de
expe- riências pessoais, a sequência dos fatos,
utilizando expres- sões que marquem a passagem
do tempo (“antes”, “depois”, “ontem”, “hoje”,
“amanhã”, “outro dia”, “antigamente”, “há muito
tempo” etc.), e o nível de informatividade
necessário.
 PLANEJAMENTO
TEMA DE ESTUDO: Vamos trabalhar com quadrinhas?
DURAÇÃO: 2 aulas
31
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS:
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ ABERTURA:
Na fase inicial do processo de apropriação da leitura e escrita o
trabalho deve ser motivador, lúdico e divertido, as quadrinhas trazem
essas possibilidades. Poemas com quatro versos, muito comuns na
cultura popular são bastante conhecidos pelas crianças, principalmente
por causa das cantigas de roda:
B) DESENVOLVIMENTO:
1º Momento – Para começo de conversa
Professor (a): Inicie o trabalho perguntando às crianças se elas sabem
o que é uma quadrinha.
Selecione, cante ou recite com as crianças algumas quadrinhas, ajude-
as a desco- brir outras e incentive para que elas as recitem ou cantem
coletivamente.
Em seguid,a explique a elas que “Quadrinha” é um gênero textual que tem
uma estru- tura própria, contendo estrofes estrofes de quatro versos
que formam rimas. Informe que essas rimas, nem sempre apresentam
uma correlação perfeita e, às vezes, se apresentam com grafia
diferenciada da convencional. A esse aspecto damos o nome de
“Licença poética”, uma permissão própria da arte literária.
Neste momento, brinque com as rimas, provoque para que as crianças
formem rimas a partir das palavras que você apresentar. Escreva
essas palavras no quadro e ao seu lado as palavras rimadas que as
crianças verbalizarem. Faça com elas uma interação agradável,
divertida e participativa.
2º Momento – Trabalhando com “Quadrinhas”
Apresente-lhes as quatro quadrinhas abaixo, recite-as com entonação
adequada e certifique-se de que compreenderam o sentido de seus
textos. Peça que repi- tam cada uma e atentem-se para entonação,
para a sonoridade que produzem. Conte que estas quadrinhas são
facilmente encontradas em provérbios popula- res, adivinhas e
desafios.
32
CENPEC - Almanaque para a alfabetização e o letramento, página 108. Disponível em: 
<https://www.cenpec.org.br/tematicas/ almanaque-para-alfabetizacao-e-
letramento-durante-a-pandemia>. Acesso em: 11 mar. 2022.
3º Momento – Produção de quadrinhas com apoio
Professor(a), lance um desafio às crianças, incite-as a produzirem
quadrinhas dife- rentes. Fale com elas que você acredita que elas
podem e que vai oferecer o apoio necessário para esta produção.
Encoraje-as, diga que elas são capazes e que ao final, vão conseguir
criar quadrinhas divertidas e até irão se surpreender com as suas pro-
duções. Lembre a elas da licença poética, crie um clima de magia e
siga as orienta- ções, conforme se apresentam abaixo:
33
CENPEC - Almanaque para a alfabetização e o letramento, página 109. Disponível em: 
https://www.cenpec.org.br/tematicas/ almanaque-para-alfabetizacao-e-
letramento-durante-a-pandemia. Acesso em: 11 mar. 2022.
Vamos avaliar? O que você achou desta proposta?
( ) ( ) ( )
RECURSOS:
Interação verbal, produção escrita e uso de internet.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
É importante acompanhar o percurso da criança, entender como ela
pensa e age nos diferentes tempos e espaços escolares, a fim de que
sejam reorganizadas as práti- cas pedagógicas e para que os processos
de ensino e de aprendizagem sejam reo-
34
rientados, de forma a garantir os direitos de aprendizagens e
desenvolvimento das crianças. Para tanto. A observação e o registro
devem ser realizados com foco nos seguintes aspectos, entre outros:
• interação individual com a professora;
• participação em pequenos e grandes grupos;
• atuação no coletivo;
• realização das atividades individuais.
 ATIVIDADES
1 - Pesquisar, em meio digital, selecionar e copiar dentro da moldura
uma quadrinha. Lembre-se que ela tem uma estrutura própria
(quatro estrofes e versos que rimam) e observe o texto selecionado
para confirmar seele é realmente uma quadrinha.
Disponível em: <https://pixabay.com/pt/illustrations/molduras-fronteiras-1010431/>. Acesso em: 11 mar. 
2022
2- Agora que você já sabe o que é uma quadrinha, já conhece a sua
estrutura, criou junto com seus colegas quadrinhas diferentes e
divertidas é hora de produzir uma quadrinha de forma
independente. É a sua hora de evocar o poeta que mora den- tro de
você e construir a sua própria quadrinha. Tenho certeza de que você
vai produzir uma quadrinha muito legal. Capriche na sua produção e
escreva dentro da moldura. Depois mostre para seus familiares e
pergunte o que eles acharam da sua quadrinha. Vamos lá!
35
3- Sinônimo de palavras
Observe as palavras que destacamos em negrito a partir das
quadrinhas estudadas. Procure no dicionário o sinônimo dessas
palavras, observando o seu significado de acordo com o contexto em
que elas aparecem.
Chove chuva muidinha,
Na copa do meu chapéu Antes um bom
chuvisquinho, Do que castigo do céu.
36
Palavra 
destacada
Sinônim
o
Miudinha
Chuvisquinho
2022Ensino Fundamental3 o ano
Arte
 MATERIAL DE APOIO PEDAGÓGICO PARA APRENDIZAGENS 
SIGNIFICATIVAS
ANO DE ESCOLARIDADE REFERÊNCIA ANO LETIVO
COMPONENTE CURRICULAR
UNIDADE
TEMÁTICA
Artes visuais.
OBJETO(S) DE 
CONHECIMENT
O:
HABILIDADE(S)
:
Artes Visuais. (EF15AR01P3) Identificar e apreciar formas
distintas das artes visuais tradicionais
contemporâneas e regionais, se expressando
através de desenho, colagem, pintura, dobra-
dura, fotografias, gravuras, histórias em
quadrinhos, etc., cultivando a percepção, o
imaginário, a capacidade de sim- bolizar e o
repertório imagético.
 PLANEJAMENTO
TEMA DE ESTUDO: Materialidades na arte.
DURAÇÃO: 4 aulas de 50 minutos.
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS:
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ ABERTURA:
Conheçam Pablo Picasso! Pintor espanhol que adorava inventar jeitos
diferentes de pin- tar, começou a fazer colagens em suas pinturas usando
recortes de papel e explorando texturas diferentes.
Também criou um estilo de pintura que ficou conhecido por CUBISMO, que
utiliza traços simples, inspirado nas máscaras africanas.
ÁREA DE CONHECIMENTO
Linguagens
37
Disponível em:<https://i1.wp.com/nerdizmo.uai.com.br/wp-content/uploads/sites/29/2018/05/Os-auto-
retratos-de-Pablo- Picasso-ao-longo-dos-anos-GEEKNESS-CAPA.jpg?w=810&ssl=1>. 
Acesso em 23 de março de 2022.
As imagens acima são autorretratos de Picasso.
B) DESENVOLVIMENTO:
Você sabe o que é um autorretrato?
O que achou do autorretrato de Picasso?
RECURSOS:
• Folha de papel sulfite.
• Cola.
• Tesoura.
• Lápis de escrever e de cor.
• Revistas para recorte.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
Avaliação por participação, envolvimento, adequação ao assunto e 
criatividade.
 ATIVIDADES
Aula 1
Crie um autorretrato de maneira bem diferente como Pablo Picasso
criou. Acrescente ao seu retrato, recortes de revistas como letras,
imagens que possam complementar seu trabalho.
38
Aula 2
Faça a imagem de um rosto, utilizando apenas recortes de revistas.
O rosto deve ser montado com partes de imagens diferentes! Um olho 
de uma ima- gem, o outro de outra imagem, por exemplo.
O rosto deve conter todos os detalhes como olhos, orelhas, boca, nariz 
e cabelos. Porém, você poderá alternar a ordem na hora da colagem.
Ex.:
Disponível em:<https://acrilex.com.br/wp-content/uploads/2017/05/educadores20_2_04.jpg>. Acesso em 23 de março de 
2022.
39
Aula 3
Observe a obra Guernica de Pablo Picasso.
Disponível em:<https://acrilex.com.br/wp-content/uploads/2017/05/educadores20_2_08.jpg>. Acesso em: 23 de março de 
2022.
Faça uma pesquisa sobre essa 
obra. Qual o tema da obra?
Quais cores foram 
utilizadas? A qual estilo 
pertence?
Em qual ano a obra foi 
pintada? Qual o tamanho 
dessa obra?
Na sala de aula você deverá compartilhar as informações 
pesquisadas. Você já ouviu falar em guerra?
Escreva como você percebe a guerra no nosso dia a dia.
40
Aula 4
Utilize a arte para representar a guerra.
Pode ser: Desenho, pintura, escultura ou outras linguagens artísticas.
41
2022Ensino Fundamental3 o ano
LinguagensEducação Física
 MATERIAL DE APOIO PEDAGÓGICO PARA APRENDIZAGENS 
SIGNIFICATIVAS
ANO DE ESCOLARIDADE REFERÊNCIA ANO LETIVO
COMPONENTE CURRICULAR ÁREA DE CONHECIMENTO
UNIDADE
TEMÁTICA
Brincadeiras e Jogos.
OBJETO(S) DE 
CONHECIMENT
O:
HABILIDADE(S)
:
Brincadeiras e Jogos
populares do Brasil e
do mundo.
Brincadeiras e Jogos
de matriz indígena.
(EF35EF01P3) Experimentar e fruir Brincadeiras
e Jogos populares do Brasil e do mundo,
incluindo os afro-brasi- leiros e os de matriz
indígena e africana.
(EF35EF02P3) Experimentar estratégias para
possibilitar a participação de todos em
Brincadeiras e Jogos popula- res do Brasil e do
mundo, incluindo os de matriz indígena,
mobilizando vivências e conhecimentos em prol
da cons- tituição de atividades lúdicas e
solidárias.
 PLANEJAMENTO
TEMA DE ESTUDO: Peteca.
DURAÇÃO: 50 minutos
Fonte da imagem: Disponível em:<https://cutt.ly/CAWY0ib>. Acesso em 01 de março de 2022.
42
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS:
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ ABERTURA:
Explique para os estudantes que existem brincadeiras e brinquedos
que hoje conhe- cemos por passar de geração em geração. Possuem
várias origens e participaram de várias etapas do desenvolvimento do
país. Hoje, essas brincadeiras fazem parte da cultura do nosso povo e
parte do folclore brasileiro que marcam os períodos por aqui vividos.
Os índios que viviam no Brasil antes do seu período de descobrimento
utilizavam uma trouxa de folha cheia de pedras que eram amarradas
numa espiga de milho. Brinca- vam de jogar esta trouxa de um lado
para outro, chamavam-na de Pe’teka, que em tupi significa bater.
B) DESENVOLVIMENTO:
Leve para a aula algumas petecas e incentive os estudantes a
manuseá-las. Depois, explique a eles como devem bater nelas para
lançá-las ao ar. Em seguida, oriente-os a formar duplas e jogar a
peteca um para o outro, sem deixá-la cair no chão. Eles também
podem jogar em trios, quartetos, quintetos, e assim por diante.
ATENÇÃO: Certifique-se de levar petecas feitas de materiais leves,
para não machu- car os dedos e as mãos das crianças.
RECURSOS: Petecas.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
Ao final da prática da atividade, reúna os estudantes em roda e
questione-os se conheciam o jogo da peteca, o que acharam da prática
da atividade e se sentiram dificuldades na execução dos movimentos.
 ATIVIDADES
1 - De acordo com a explicação do (a) professor (a), responda quem 
foram os primei- ros povos do Brasil a jogar peteca?
43
2- De acordo com o texto, qual o significado da palavra Pe’teka, de origem 
tupi-guarani?
3- Pesquise junto com a família ou responsável sobre como
confeccionar uma peteca com material reciclável. Depois aproveite
para ensinar o jogo a eles, e pratiquem de forma divertida.
44
UNIDADE TEMÁTICA
Brincadeiras e Jogos.
OBJETO(S) DE 
CONHECIMENT
O:
HABILIDADE(S)
:
Brincadeiras e Jogos
populares do Brasil e
do mundo
Brincadeiras e Jogos
de matriz indígena.
(EF35EF01P3) Experimentar e fruir
Brincadeiras e Jogos populares do Brasil e do
mundo, incluindo os afro-brasileiros e os de
matriz indígena e africana.
(EF35EF02P3) Experimentar estratégias para
possibi- litar a participação de todos em
Brincadeiras e Jogos populares do Brasil e do
mundo, incluindo os de matriz indígena,
mobilizando vivências e conhecimentos em
prol da constituição de atividades lúdicas e
solidárias.
 PLANEJAMENTO
TEMA DE ESTUDO: Pique-bandeira fut.
Fonte da imagem: Disponível em: <https://cutt.ly/cAWGcuQ>. Acesso em: 01 de março de 
2022.
DURAÇÃO: 1 aula
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS:
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ ABERTURA:
Explique para os estudantes que o jogo tradicional, Pique-bandeira faz
parte do acervo cultural infanto juvenil brasileiro, mas, com o passar
dos anos, sua prática está diminuindo nas cidades.
É necessário compreender no processo pedagógico, além das regras
e objeti- vos, e por se tratar de um jogo que faz partedo Brasil como
um todo, o nome do
45
Pique-bandeira varia de acordo com o contexto. Conhecido também
como “Barra Bandeira”, “Rouba Bandeira”, “Bandeira”, “Bandeirinha” ou
“Bimbarra” entre outras nomenclaturas.
B) DESENVOLVIMENTO:
São dadas duas bolas que serão as bandeiras dos respectivos times.
Nessa varia- ção do pique bandeira a regra para tentar chegar até a
linha de fundo do oponente e pegar sua bandeira é a mesma da
brincadeira tradicional, porém a diferença é que na volta, o jogador
que tiver a posse da bandeira (bola) terá que trazê-la, driblando os
adversários com o pé. Caso a equipe retome a posse da bola, ela
voltará para seu campo na linha de fundo, e o jogador que tentou
passar ficará colado. Neste jogo, haverá um único e exclusivo salvador
(jogador definido previamente) para cada time, que não poderá ser
colado em momento algum, cabendo a ele descolar a qualquer hora e
local um companheiro de equipe.
RECURSOS:
02 bolas de futsal.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
Ao final da atividade, faça um círculo com os estudantes e leve-os a
fazer uma refle- xão sobre a prática do jogo/brincadeira.
1 - Você gostou desta variação de jogar/brincar de pique-bandeira fut?
Justifique sua resposta.
2- Faça uma pesquisa, junto com a família ou responsável, e pergunte
se eles já joga- ram/brincaram de pique-bandeira quando eram
crianças. Proponha a eles brinca- rem/jogarem o pique-bandeira fut.
Depois conte para o (a) professor (a) como foi.
46
ATIVIDADES
3- De acordo com a explicação do(a) professor( a), quais outros nomes o 
Pique-
-bandeira é chamado?
47
UNIDADE TEMÁTICA
Brincadeiras e Jogos.
OBJETO(S) DE 
CONHECIMENT
O:
HABILIDADE(S)
:
Brincadeiras e Jogos
populares do Brasil
e do mundo
Brincadeiras e Jogos
de matriz indí- gena.
(EF35EF03P3) Registrar, por meio de múltiplas
lingua- gens (corporal, oral, escrita, audiovisual),
os elementos constituintes das brincadeiras e
dos jogos populares do Brasil e do mundo,
incluindo os de matriz indígena, valo- rizando a
vivência, a experimentação e a fruição como
formas legítimas de produção e reprodução de
saberes sociais e culturais.
(EF35EF04P3) Experimentar com autonomia e
em diver- sos tempos e espaços, Brincadeiras
e Jogos Brincadei- ras e Jogos populares do
Brasil e do mundo, incluindo os de matriz
indígena, reconhecendo limites e possibili-
dades dos materiais e espaços disponíveis.
 PLANEJAMENTO
TEMA DE ESTUDO: Amarelinha.
Fonte da imagem: Disponível em: <https://cutt.ly/YAYaQO8>. Acesso em: 03 de março de 
2022.
DURAÇÃO: 1 aula
48
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS:
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ ABERTURA:
Explique para as crianças que a Amarelinha foi trazida ao Brasil pelos
portugueses e rapidamente se tornou popular pelo fato de poder ser
jogada em praticamente qual- quer lugar com um pouco de espaço
livre. E uma curiosidade: em algumas regiões do Brasil, a brincadeira
recebe o nome de academia, maré, sapata ou avião.
Antigamente as crianças não tinham tantos brinquedos como as de
hoje e, por isso, tinham que usar mais a criatividade para criá-los.
Usavam tocos de madeira, pedri- nhas, legumes e palitos para fazer
animais, além de brincadeiras como amarelinha, cinco Marias, bolinha
de gude, cantigas de roda, passa anel, roda pião, empinar pipa, dentre
várias outras e, assim, se divertiram por décadas e décadas.
Com os avanços da modernidade, a tecnologia trouxe brinquedos que
não exigem a criatividade das crianças, pois elas já encontram tudo
pronto. Por este motivo é importante a prática dessas atividades com
os estudantes como forma de inseri-los neste contexto de jogos
populares e do Brasil.
B) DESENVOLVIMENTO:
As linhas podem ser desenhadas com giz ou usando um graveto na
terra. Depois, basta numerar os quadrados de 1 a 9 e nomear o último
espaço como “Céu”.
A brincadeira consiste em jogar uma pedrinha, ou outro objeto, em
uma das casas numeradas e, a seguir, percorrer, pulando com uma
perna só, todo o caminho traçado sem pisar na casa marcada, e
recolher a pedrinha ou moeda ou outro objeto na volta.
RECURSOS:
Giz, moeda ou pedrinha ou outro objeto.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
A avaliação será atitudinal, levando os estudantes a perceber e relatar
como foi a prática da atividade, se houve dificuldade na execução dos
movimentos e indagá-los se conseguiram se manter equilibrados.
49
1 - Conforme seu entendimento sobre a origem da Amarelinha, quem 
trouxe esse jogo/brincadeira para o Brasil?
2- Em algumas regiões do Brasil, a Amarelinha recebe outros nomes, quais 
são eles?
3- Proponha para o (a) professor(a) uma nova forma de jogar/brincar 
Amarelinha que você conheça.
 
50
ATIVIDADES
UNIDADE TEMÁTICA
Esportes.
OBJETO(S) DE 
CONHECIMENT
O:
HABILIDADE(S)
:
Esportes de campo e
taco (tais como tacobol,
beise- bol, críquete,
golfe, entre outros).
Esportes de
rede/parede (tais como
voleibol, tênis,
badminton, peteca,
squash, entre outros).
Esportes de invasão
(tais como basquetebol,
futebol de campo, futsal,
handebol e pólo
aquático, entre outros).
(EF35EF05P3) Experimentar e fruir os
elementos básicos constituintes dos
diversos tipos de espor- tes de campo,
taco, rede/parede e invasão prezando pela
inclusão, cooperação e solidariedade.
(EF35EF06P3) Reconhecer os conceitos
de jogo e esporte identificando as formas
de construção e aplicação de combinados e
regras em cada uma destas práticas
corporais.
 PLANEJAMENTO
TEMA DE ESTUDO: Basquete com bambolês
Fonte da imagem: Disponível em:<https://cutt.ly/SAYx9mG>. Acesso em 03 de março de 
2022.
DURAÇÃO: 1 aula
51
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS:
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ ABERTURA:
O basquetebol, ou simplesmente basquete, é um esporte coletivo
praticado entre duas equipes. Ele é jogado com uma bola, onde o
objetivo é inseri-la no cesto fixo que está localizado nas extremidades
da quadra.
Atualmente, o basquetebol é um dos jogos olímpicos mais populares no
mundo. Nas escolas, é um dos esportes mais praticados nas aulas de
educação física.
O termo “basquetebol” vem da língua inglesa, onde “basket” significa
“cesto” e “ball”, bola. Portanto, no inglês é Basketball.
B) DESENVOLVIMENTO:
Os estudantes estarão dispostos em duas equipes, sendo que cada
equipe deverá eleger o seu goleiro que ficará andando ao redor da
quadra (por cima das linhas do handebol ou outras) com um arco ou
bambolê nas mãos (elevado). As equipes deve- rão trocar passes e
tentarão chegar até o seu arco para fazer um gol (jogando a bola
através do arco). A outra equipe não poderá deixar isto acontecer e vai
tentar inter- ceptar a bola e começar tudo de novo. Poderão ser
colocadas duas bolas.
RECURSOS:
Bolas de basquete ou vôlei e arcos ou bambolês.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
Pedir aos estudantes que identifiquem as habilidades motoras
desenvolvidas nas aulas por meio de brincadeiras.
Relacionar as brincadeiras realizadas na escola que também possam
ser realizadas em outros espaços de lazer.
 ATIVIDADES
1 - De acordo com a explicação do (a) professor (a) qual é a origem do termo 
“basquetebol”?
52
2- Além do basquete, qual outra modalidade de esporte você acredita 
que seja muito praticada nas aulas de Educação Física?
3- De acordo com a explicação do (a) professor (a) como se escreve 
basquetebol em inglês?
53
UNIDADE TEMÁTICA
Esportes.
OBJETO(S) DE 
CONHECIMENT
O:
HABILIDADE(S)
:
Esportes de campo e
taco (tais como
tacobol, beisebol,
críquete, golfe, entre
outros).
Esportes de
rede/parede (tais
como voleibol, tênis,
badminton, peteca,
squash, entre outros).
Esportes de invasão
(tais como
basquetebol, fute-
bol de campo, futsal,
handebol e pólo
aquá- tico, entre
outros).
(EF35EF05P3) Experimentar e fruir os
elementos bási- cos constituintes dos diversos
tipos de esportes de campo, taco, rede/parede
e invasão prezando pela inclusão, cooperação
e solidariedade.
(EF35EF06P3) Reconhecer os conceitos de
jogo e esporte identificando as formas de
construção e apli- cação de combinados e
regrasem cada uma destas práticas
corporais.
 PLANEJAMENTO
TEMA DE ESTUDO: Circuito Combinado.
Fonte da imagem: Disponível em: <https://br.freepik.com/vetores-gratis/basquete-infantil-no-parque_4869919.htm>.
Acesso em:
04 de março de 2022.
DURAÇÃO: 50 minutos
54
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS:
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ ABERTURA:
Faça uma pequena introdução aos estudantes sobre como o basquete
foi criado. O esporte surgiu nos Estados Unidos como uma alternativa
ao inverno rigoroso da região, em detrimento dos outros esportes
praticados ao ar livre como o basebol e o futebol. Além disso, a ideia
original era criar um esporte menos violento que o futebol americano.
Aliado a isso, o professor criador pretendia integrar os estudantes nas
aulas de educação física e estimular a coletividade dos grupos.
B) DESENVOLVIMENTO:
Dividir a turma em dois grupos, cada grupo deverá ser posicionado em
colunas na linha inicial do circuito. O material deverá ser colocado da
seguinte forma:
Os cones devem estar um na frente do outro, com direções alternadas,
formando um zig-zag, os bambolês, o colchonete e a bola próxima a
tabela de basquete. Ao sinal do professor, o primeiro estudante de
cada coluna, deverá correr em zig-zag entre os cones, ao chegar nos
bambolês, correr de forma que cada pé toque o centro dos bambolês,
no colchonete efetuar três polichinelos, pegar a bola e efetuar uma
cesta em um balde, ou uma caixa de papelão ou um estudante segurando
um bambolê com os braços estendidos para cima
RECURSOS:
Bolas, bambolês, 02 baldes ou 02 caixas de papelão.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
Solicitar aos estudantes que identifiquem as habilidades motoras
desenvolvidas por meio da prática das atividades e relacionem a
vivência do jogo/brincadeira com o esporte basquete.
 ATIVIDADES
1 - De acordo com a explicação do (a) professor (a) onde o basquetebol foi 
criado?
55
2- De acordo com a explicação do (a) professor (a) com qual objetivo o 
basquetebol foi criado?
3- Faça uma pesquisa junto com a família ou responsáveis e descubra 
qual o esporte favorito deles.
56
2022Ensino Fundamental3 o ano
MatemáticaMatemática
 MATERIAL DE APOIO PEDAGÓGICO PARA APRENDIZAGENS 
SIGNIFICATIVAS
ANO DE ESCOLARIDADE REFERÊNCIA ANO LETIVO
COMPONENTE CURRICULAR ÁREA DE CONHECIMENTO
UNIDADE TEMÁTICA
Álgebra.
OBJETO(S) DE 
CONHECIMENT
O:
HABILIDADE(S)
:
Reconhecer padrões
de uma sequência
para iden- tificação
dos próximos
elementos, em
sequên- cias de
formas ou padrões
numéricos simples.
Conceitos de
igualdade e
diferença, sentenças
de adição e
subtração.
(EF03MA10) Identificar regularidades em sequências
orde- nadas de números naturais, resultantes da
realização de adições ou subtrações sucessivas,
por um mesmo número, descrever uma regra de
formação da sequência e determi- nar elementos
faltantes ou seguintes.
(EF03MA11) Compreender a ideia de igualdade para
escre- ver diferentes sentenças de adições ou de
subtração de dois números naturais que resultem
na mesma soma ou diferença.
Equivalência.
Relacionar os
conheci- mentos
adquiridos com o
cotidiano (em equipe
e/ ou individual).
 PLANEJAMENTO
TEMA DE ESTUDO: Número e Numeral / Sequência Numérica / Antecessor e 
Sucessor
DURAÇÃO: 1 hora
57
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS:
A) CONTEXTUALIZAÇÃO / ABERTURA:
• Professor(a) inicie com uma conversa informal sobre o significado 
dos termos NÚMERO e NUMERAL, SEQUÊNCIA NUMÉRICA, 
ANTECESSOR E SUCESSOR.
• Valorize as hipóteses levantadas direcionando-as à expectativa correta.
• Finalize apresentando a contextualização formal.
Número e Numeral
Observe a quantidade de figurinhas que Carla e Daniel têm:
Essa quantidade pode ser representada por meio de símbolos, por exemplo:
Agora, você vai contar quantos degraus tem esta escada. Podemos 
representar o número de degraus dessa escada por um numeral, o número —> 
9
Assim sabemos que:
NÚMERO é a ideia de quantidade.
NUMERAL é a representação
do número
Os símbolos que usamos para
repre- sentar os números são
chamados de ALGARISMOS.
Temos DEZ algaris- mos e com
eles conseguimos repre-
SOUZA, Joanita. Brincando com os números. São Paulo: Editora
do Brasil, 2009. sentar qualquer número ou 
quanti- dade. São eles:
58
Com estes algarismos podemos escrever qualquer número.
Um numeral pode ser formado por um, dois, três ou mais algarismos.
Exemplo: 5 -> tem um algarismo 27 -> tem dois algarismos 128 -> tem três 
algarismos
ANTECESSOR E SUCESSOR
SUCESSOR é o número, na sequência dos algarismos, que é maior do que o 
número anterior.
ANTECESSOR é o número, na sequência dos algarismos, que é menor
do que o número posterior.
Sendo assim, podemos representar um número de várias maneiras 
diferentes.
Ordem crescente e decrescente
Quando organizamos os números em:
Ordem crescente, escrevemos os números do menor para o 
maior. Exemplo: 0 - 1 – 2 – 3 – 4 – 5 – 6 ....
Ordem decrescente, escrevemos os números do maior para o 
menor. Exemplo: 6 – 5 – 4 – 3 – 2 – 1 – 0
B) DESENVOLVIMENTO:
Entregar para os estudantes a explicação de forma impressa e pedir
para que reali- zem a leitura, juntamente com o professor, para que
possam ser retiradas as dúvidas durante a explicação.
RECURSOS:
Atividade teórica e prática impressa; Projetor (opcional para explicação
mais parti- cipativa).
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
Avaliar a participação e envolvimento dos estudantes, bem como, suas
respostas de forma coletiva e realizadas em sua atividade
individualmente.
59
 ATIVIDADES
1 - Conte e marque a opção com o número que representa a quantidade 
correta.
SABER, Blog Cantinho do. Jogo para trabalhar os números e a quantidade. 2019. Disponível em: 
<cantinhodosaber.com.br/ educacao-infantil/jogo-para-trabalhar-os-numeros-e-a-
quantidade>. Acesso em: 11 mar. 2022.
2- Escreva:
a) três numerais maiores que 16: 
 
b) dois numerais menores que 32: 
 
c)o numeral que fica entre 19 e 21: 
3- Informe quais são os sucessores dos números abaixo:
4- Agora, escreva quais são os antecessores dos números a seguir:
60
5- Pinte de amarelo as bolinhas que estão em ordem crescente e de 
vermelho as bolinhas que estão em ORDEM DECRESCENTE.
6 - Organize os números do quadro em ordem crescente e depois em ordem 
decrescente.
61
UNIDADE
TEMÁTICA
Números
OBJETO(S) DE 
CONHECIMENT
O:
HABILIDADE(S)
:
Leitura e escrita dos
números até a ordem
da unidade de milhar.
Relação entre
unidade, dezena,
centena e unidade de
milhar.
Composição e
decompo- sição de
números até a ordem
das unidades de
milhar.
Ordenação dos
números naturais.
Relacionar os conheci-
mentos adquiridos
com o cotidiano (em
equipe e/ou
individual).
(EF03MA01) Ler, escrever e comparar
números natu- rais de até a ordem de
unidade de milhar, estabele- cendo relações
entre os registros numéricos e em língua
materna.
(EF03MA02) Identificar características do
sistema de numeração decimal, utilizando a
composição e a decomposição de número
natural de até quatro ordens.
(EF03MA04) Estabelecer a relação entre
números naturais e pontos da reta numérica
para utilizá-la na ordenação dos números
naturais e também na cons- trução de fatos
da adição e da subtração, relacionan- do-os
com deslocamentos para a direita ou para a
esquerda.
 PLANEJAMENTO
TEMA DE ESTUDO: Sistema de Numeração Decimal
DURAÇÃO: 1 hora
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
A) CONTEXTUALIZAÇÃO / ABERTURA:
Professor(a), converse com os estudantes apresentando a parte
teórica, contextua- lizando de acordo com o material e a forma em que
podemos utilizá-lo no nosso dia a dia. Providencie na escola estes
recursos de forma concreta para que os estudantes possam manuseá-
los para entender sua aplicação na prática.
62
SISTEMA DE NUMERAÇÃO DECIMAL
Para organizar os números e fazer a sua representação numérica
podemos utilizar diferentes recursos, mas todos irão seguir a
organização decimal, utilizando os nos-sos dez algarismos:
Formas de representação:
QUADRO POSICIONAL
MATERIAL DOURADO
RJ, Professora Coruja. Atividades com valor posicional. 2020. Disponível em:
<professoracorujarj.blogspost.com/2020/08/
atividades-com-valor-posicional.html>. Acesso em: 12 mar. 2022.
63
ÁBACO
RJ, Professora Coruja. Atividades com valor posicional. 2020. Disponível em:
<professoracorujarj.blogspost.com/2020/08/
atividades-com-valor-posicional.html>. Acesso em: 12 mar. 2022.
O valor do algarismo pode variar de acordo com a sua ordem.
UNIDADE = 1 unidade
DEZENA = 10 unidades
CENTENA = 10 dezenas = 100 unidades
UNIDADE DE MILHAR = 10 centenas = 100 dezenas = 1000 unidades
Sendo assim, precisamos sempre observar os números, pois eles 
possuem dois valo- res, o VALOR ABSOLUTO e o VALOR RELATIVO.
O VALOR ABSOLUTO é o valor do próprio algarismo.
Exemplo: 5=5 2=2 8=8
O VALOR RELATIVO é o valor do algarismo na ordem em que se encontra.
Exemplo: (152) 5 dezenas = 50(25) 5 unidades = 5 (521) 5 centenas = 500
B) DESENVOLVIMENTO:
Professor(a), providencie o material didático que será utilizado
previamente e faça a explicação deixando os estudantes representar
as quantidades em diferentes situa- ções. Entregue o material
impresso e novamente antes de desenvolver a atividade exemplifique
aos estudantes com situações do cotidiano para que os estudantes
possam entender com mais facilidade.
RECURSOS:
Material Dourado, Ábaco, Quadro Posicional, e atividade impressa.
64
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
Avalie o interesse dos estudantes durante as atividades e como tem 
realizado as hipóteses durante as explicações e ao executar as atividades.
 ATIVIDADES
1 - Represente os numerais no quadro posicional.
2- Complete a decomposição abaixo.
3- Decomponha os números conforme o modelo.
65
4- Decomponha conforme o modelo:
5- Componha os numerais conforme o exemplo a seguir:
6- Represente os numerais no quadro posicional. Siga o exemplo:
66
UNIDADE TEMÁTICA
Números.
OBJETO(S) DE 
CONHECIMENT
O:
HABILIDADE(S)
:
Adição e subtração.
Cálculo mental.
(EF03MA03) Construir e utilizar fatos básicos 
da adi- ção e subtração para o cálculo mental
ou escrito.
Cálculo escrito.
Construção de fatos 
da adição e subtração.
(EF03MA30MG) Operar com os números
naturais: adi- ção e subtração com e sem
agrupamento e desagru- pamento (até quatro
ordens).
Operações com
Adição e Subtração
com e sem
agrupamento.
Relacionar os conheci-
mentos adquiridos
com o cotidiano (em
equipe e/ou
individual).
 PLANEJAMENTO
TEMA DE ESTUDO: Adição e Subtração com e sem agrupamento e
desagrupamento
DURAÇÃO: 1-2 horas
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
A) CONTEXTUALIZAÇÃO / ABERTURA:
Professor(a), hoje você irá propor ao seu grupo o jogo Nunca Dez. Nele os
estudantes irão vivenciar de forma lúdica as operações de adição e
subtração com e sem reagru- pamento. Segue a sugestão do jogo a ser
aplicado antes da aula teórica, facilitando o raciocínio de
reagrupamento dos estudantes. Caso a turma apresente dificuldades
no entendimento é aconselhável repetir outras vezes o jogo de acordo
com a neces- sidade do grupo.
67
EXPLICAÇÃO LÚDICA
Sugestão de vídeo: Como jogar nunca dez [aprenda fácil]. Professora
Alda. Disponí- vel em: https://www.youtube.com/watch?v=MUCyBIGQoPc
Sugestão de jogo on-line: Nunca 10. ATIVIDADE.DIGITAL. Disponível em:
https://ati- vidade.digital/ed/views/game_educativo.php?id=1
JOGO DO NUNCA DEZ COM MATERIAL DOURADO
Modo de jogar: O grupo decide quem inicia o jogo. Cada estudante, na
sua vez de jogar, lança o(s) dado(s) e retira a quantidade de cubinhos ou
quadradinhos conforme a quantidade que saiu no dado. Quando o
jogador conseguir mais do que dez cubi- nhos ou quadradinhos, deve
trocá-los por uma barra ou tira. Quando o jogador conse- guir dez tiras,
deve trocá-las por uma placa. Vence o jogador que conseguir primeiro
dez placas ou um número de placas, antecipadamente, combinado.
Como variação, pode-se combinar um tempo determinado para jogar.
Nesta variação ganha o joga- dor que tiver obtido maior número de
barras ou tiras e cubinhos ou quadradinhos.
PROFESSOR, Portal do. Jogo do nunca fez com material dourado. 2022. Disponível em:
<http://portaldoprofessor.mec.gov.br/
storage/materiais/0000014236.pdf>. Acesso em: 12 mar. 2022.
EXPLICAÇÃO TEÓRICA
ADIÇÃO COM RESERVA
Sugestão de vídeo: Adição com reserva. Prof Fabíola Dias. Disponível
em: https:// www.youtube.com/watch?v=Zcwy1TFB35w
SUBTRAÇÃO COM RECURSO
Sugestão de vídeo: Subtração com recurso. Prof Fabíola Dias. Disponível
em: https:// www.youtube.com/watch?v=QAXGJj0uDyQ
B) DESENVOLVIMENTO:
Professor(a), leve os estudantes a sala de informática e/ou outro
espaço disponí- vel na escola, para que assistam ao vídeo explicativo e
possam jogar on-line o Jogo Nunca Dez. Outra opção também é ir para
um lugar em que tenha mesas que com- porte um grupo de 3-4
estudantes para que possam jogar utilizando o material dou- rado com
dados como se fosse um jogo de tabuleiro, sendo necessário espaço
para a sua representação física.
68
RECURSOS:
Sala de informática, auditório ou espaço multimídia, material dourado 
e dados, matriz impressa com a atividade.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
Avaliar a participação e envolvimento dos estudantes, bem como, o respeito 
com os colegas durante as atividades coletivas e individuais.
 ATIVIDADES
1 - Arme e efetue as operações com atenção.
a) 562 + 223 = 
b) 258 + 124 = 
c) 563 + 217 = 
d) 269 + 120 = 
e) 945 - 126 = 
f) 804 - 235 = 
g) 724 - 458 = 
h) 600 - 578 = 
69
70
UNIDADE TEMÁTICA
Grandezas e Medidas
OBJETO(S) DE 
CONHECIMENT
O:
HABILIDADE(S)
:
Comparação de
medidas padronizadas
e não padro- nizadas.
Resolução de
problemas.
(EF03MA24A) Resolver problemas que
envolvam a comparação e a equivalência de
valores monetários do sistema brasileiro em
situações de compra, venda e troca.
Sistema monetário.
Situações-problema -
compra e venda.
(EF03MA24B) Elaborar problemas que
envolvam a comparação e a equivalência de
valores monetários do sistema brasileiro em
situações de compra, venda
e troca.
Composição de um 
pro-
blema.
Relacionar os conheci-
mentos adquiridos
com o cotidiano (em
equipe e/ou
individual).
 PLANEJAMENTO
TEMA DE ESTUDO: Sistema Monetário Brasileiro
DURAÇÃO: 1 hora
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ ABERTURA:
Professor(a), nessa aula inicie fazendo uma contextualização teórica
sobre o Sistema Monetário. Converse com os estudantes sobre a
importância e a utilização do dinheiro em seu cotidiano. Providencie,
se possível, um projetor para passar em sala de aula vídeos que
retratam a história de origem do dinheiro e como é o sistema
monetário brasileiro atualmente.
71
Sugestões de vídeos
Origem do Dinheiro. Miriam Cardoso. Disponível em:
https://www.youtube.com/wat- ch?v=nJEJGrXOx3w
Sistema Monetário Brasileiro. Professora Vilma Ribeiro. Disponível em:
https://www. youtube.com/watch?v=KtVumfI0ipg
Sistema Monetário
O sistema monetário é o conjunto de moedas e cédulas que circulam
em determi- nado país. No Brasil, a moeda utilizada recebe o nome de
Real e ele é representado pelo símbolo R$. Sempre que falamos do
sistema monetário brasileiro falamos de real (ou reais) e centavo (ou
centavos). 1 Real equivale a 100 centavos. Veja abaixo as notas e
moedas usadas atualmente:
NOÉ, Marcos (Ed.). Conhecendo nosso dinheiro. 2022. Disponível em:
<https://escolakids.uol.com.br/matematica/conhecendo-
nosso-dinheiro.htm>. Acesso em: 12 mar. 2022.
B) DESENVOLVIMENTO:
Após a visualização dos vídeos entregue o material impresso e retome
a discussão sobre a importância do dinheiro, como eles percebem a
economia e as dificuldades enfrentadas pela sociedade por termos a
sua desvalorização diante da inflação atual.
RECURSOS:
Projetor multimídia, internet para visualização dos vídeos sugeridos do
Youtube.
PROCEDIMENTOSDE AVALIAÇÃO:
Professor(a) fique atento à participação dos estudantes no momento
da discussão, observando a inferência do assunto ao cotidiano do
estudante e a realização das ati- vidades individuais e/ou coletivas.
72
 ATIVIDADES
1 - Escreva por extenso as seguintes quantias:
a) R$ 372,50 - 
b) R$ 4,90 - 
c) R$ 0,75 - 
d) R$ 1 020,80 - 
2- Calcule o troco nas seguintes situações:
a) Thaís comprou o tênis ao lado e pagou com uma 
nota de R$ 100,00. Qual o troco ela receberá?
b)Luiz comprou uma mochila para usar na escola
nova. Para pagar, ele usou 2 notas de R$ 20,00 e
uma nota de R$ 50,00. Qual o troco de Luiz?
3- Marcos tem R$ 150,00 e quer comprar uma bicicleta. Para isso, 
pesquisou os pre- ços em quatro lojas. Observe abaixo e em seguida, 
RESPONDA:
a) Em 
qual das lojas pesquisadas a bicicleta é a mais barata? 
b) Quan
tos reais faltam para Marcos comprar a bicicleta mais cara? 
c)Qual é a diferença entre os preços das bicicletas da Loja A e da Loja C? 
d) Para 
comprar a bicicleta da Loja C, quantos reais Marcos ainda precisa? 
73
4- Sr. Josué trabalha no Sítio Boa Vista e vende as aves que cria. 
Observe a tabela e CALCULE:
a) Um frango de 2 quilos R$ 5,00: 
b) Uma galinha de 3 quilos: 
c)Um pato de 3 quilos e meio: 
d) Some os preços dessas aves: 
5- É muito importante saber manusear o dinheiro, fazer cálculos para 
conferir o troco ou saber o valor das notas. Pensando nisso, 
RESPONDA:
74
2022Ensino Fundamental3 o ano
Ciências da NaturezaCiências
 MATERIAL DE APOIO PEDAGÓGICO PARA APRENDIZAGENS 
SIGNIFICATIVAS
ANO DE ESCOLARIDADE REFERÊNCIA ANO LETIVO
COMPONENTE CURRICULAR ÁREA DE CONHECIMENTO
UNIDADE TEMÁTICA
Matéria e energia.
OBJETO(S) DE 
CONHECIMENT
O:
HABILIDADE(S)
:
Saúde auditiva e
visual. Hábitos
necessários para a
manutenção da
saúde auditiva e
visual.
Condições
ambientais
prejudiciais à saúde
auditiva e visual.
(EF03CI03X) Discutir hábitos necessários para a
manuten- ção da saúde auditiva e visual
considerando as condições do ambiente em
termos de som e luz no cotidiano das pessoas.
 PLANEJAMENTO
TEMA DE ESTUDO: Saúde auditiva e visual.
DURAÇÃO: 1 hora e 40 minutos.
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS:
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ ABERTURA:
Nessa sequência didática serão exploradas a saúde auditiva e visual.
Abordaremos também que a poluição sonora pode trazer diversos
prejuízos à saúde humana quando ficamos expostos a ela por muito
tempo. A exposição prolongada a ambientes com mui- tos ruídos pode
causar estresse, irritação, insônia, perda auditiva ou surdez, dores de
cabeça, cansaço, zumbido, perda de memória e atenção, gastrite, entre
outros.
75
Por isso, é importante manter um ambiente saudável em termos de
som, ouvir músi- cas em volume baixo, fechar as janelas do carro em
locais de trânsito barulhento e evitar locais com muito barulho.
Você já se sentiu incomodado com algum tipo de barulho ?
De que forma os sons altos e em excesso podem influenciar na saúde
das pessoas e animais?
B) DESENVOLVIMENTO:
Discuta com os estudantes a importância dos nossos sentidos para a
comunicação, localização e percepção do ambiente ao nosso redor, os
hábitos que podem danificar nossa audição e visão e os cuidados que
devemos ter para preservá-las.
Peça aos estudantes que, em duplas, passem pela escola identificando
situações de risco para a saúde auditiva dos colegas, como uso de
fones em volume alto e por tempo prolongado, exposição a barulhos
ininterruptos, etc. Solicite também que eles observem as situações de
risco à saúde visual, como leitura em locais pouco ilumi- nados,
coçar/esfregar os olhos, olhar diretamente para fontes de luz.
Peça para as crianças analisarem a ocorrência dessas situações em
suas casas e traga os casos encontrados para discussão na aula. Cada
dupla deverá produzir um cartaz com informações de prevenção da
saúde auditiva e visual que deverá ser exposto na escola para a
conscientização dos colegas.
1º momento. 
Saúde sonora.
André trabalha em uma fábrica. Em seu trabalho, ele precisa utilizar 
alguns equipamen- tos de segurança, entre eles, um “protetor auricular ‘’,
que parece um fone de ouvido.
Disponível em:<https://www.google.com/search?
q=imagem+do+me- 
nino+com+protetor+de+ouvido&safe=active&tbm=isch&sour
ce=iu&ic- tx=1&vet=1&fir=YkvOY1TiSbewfM>. Acesso em: 23 
de março de 2022.
76
• Para que serve esse equipamento?
• Por que André precisa utilizá-lo?
• Você conhece outras profissões em que seja necessário o uso de 
protetores como esse?
• Quais os danos que a poluição sonora pode causar na saúde das 
pessoas?
Em grupos, vocês receberão algumas situações cotidianas que 
envolvem poluição sonora.
Disponível em:<https://pt.quizur.com/quiz/poluicao-sonora-49Tk>. Acesso em: 23 de março de 
2022.
Vocês deverão analisar essas situações e discutir com seus colegas,
pensando em como essa situação poderia afetar a saúde das pessoas.
Registre no caderno quais os sintomas que ele poderá ter e indique o
que ele pode fazer para evitá-los.
Alguém já vivenciou uma situação na qual o “barulho” tenha atrapalhado a
realização de alguma atividade? Vocês já ouviram falar na “Lei do Silêncio”?
Sons altos podem atra- palhar o nosso sono? Por quê?”.
Os questionamentos são importantes para que os estudantes reflitam
sobre suas hipóteses e as justifiquem, contribuindo para a
sistematização do conceito explo- rado nesta aula (poluição sonora).
Espera-se que os grupos façam apontamentos sobre a interferência da
poluição sonora na realização das atividades cotidianas e os ambientes
adequados em termos de som.
2º momento. 
Poluição Visual.
Disponível 
em:<https://meioambiente. 
culturamix.com/poluicao/poluicao- 
visual>. Acesso em: 23 de março de 
2022.
77
A poluição visual
pode ser
causada pelo
excesso de estí-
mulos visuais
presentes em um
ambiente,
geralmente
causada pelo
homem, como
anúncios,
cartazes publici-
tários, outdoors,
pichações.
A exposição
prolongada a
esse tipo de
poluição pode
cau- sar
desconforto
visual e estresse.
Além disso, pode
dis- trair
motoristas,
causando
acidentes.
Poluição visual no cotidiano
Algumas cidades possuem
projetos de revitalização e
conservação da arqui- tetura
original do município, buscando
equilibrar os estímulos visuais,
dei- xando a cidade mais
harmônica e este- ticamente
agradável.
Disponível 
em:<http://meioambientetecnico.blogspot.com/2
011/12/ poluicao-visual.html>. Acesso em: 23 
de março de 2022.
Pedro está a caminho da rodoviária da cidade, porém está com
dificuldades para encontrar a placa que indica o caminho que deve
seguir.
Por que Pedro não consegue encontrar a placa?
Há elementos que estejam atrapalhando Pedro a conseguir a
informação de forma rápida e fácil?
Leia a situação apresentada acima para os estudantes e mostre a
imagem. Permita que eles observem os elementos presentes na
paisagem e converse com as crian- ças sobre o assunto.
• Para que servem as placas de sinalização?
• Vocês já precisaram procurar alguma informação em placas assim?
• No caso de Pedro, o excesso de informações e placas presentes 
no caminho podem ter dificultado o encontro da informação 
desejada por ela? Por quê?
Como a presença de informações visuais em excesso, presentes em
um ambiente, podem influenciar a realização de atividades diárias?
Deixe que os estudantes compartilhem opiniões sobre o tema e
levantem hipóteses sobre a forma como a poluição visual pode afetar a
realização de atividades diárias.
78
Observe como as informaçõesestão colocadas nos painéis acima.
Painel 1: Procure o anúncio do encanador e anote o número do telefone.
Painel 2: Encontre o anúncio do celular e anote o preço que está na 
propaganda.
Painel 3: Encontre o panfleto do restaurante e anote o valor do sanduíche.
• Em qual painel foi mais fácil encontrar a informação solicitada? Por 
quê?
• Quais estratégias vocês usaram para encontrar o que foi solicitado no 
painel 3?
• Vocês já observaram lugares como esses na nossa cidade ou em algum 
outro lugar?
• Proponha uma roda de conversa e explore as questões
apresentadas sobre poluição visual.
• Espera-se que os grupos façam apontamentos sobre a
interferência da polui- ção visual na realização das atividades
cotidianas e dos ambientes adequados em termos de estímulos
visuais.
• Retome os conceitos anteriores sobre poluição visual, fazendo as
devidas con- siderações.
79
Mão na massa …
Com o papel ofício, você vai confeccionar o seu painel de acordo as
orientações a seguir:
• Um painel deve conter pouca informação visual, ou seja, com as
páginas de revistas, jornais, panfletos, etc., organize-o de maneira
harmônica, permitindo que a informação solicitada seja
facilmente encontrada.
• O segundo painel deve ser confeccionado com um pouco mais de
informações, já dificultando o cumprimento da tarefa.
• O terceiro painel deve conter muitas informações, organizadas de
maneira não harmônica e confusa. A intenção é que os
estudantes percebam que, quanto mais informações visuais, mais
difícil será cumprir a tarefa solicitada.
RECURSOS:
Para a realização dessa sequência didática você vai precisar dos
seguintes mate- riais: Papel ofício, revistas, jornais, panfletos (para
recorte).
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
O processo avaliativo deverá ser processual e contínuo, abrangendo
todas as ativida- des. As produções coletivas e individuais, orais
(debates, roda de conversa etc) e escri- tas (atividades, avaliação
escrita), deverão ser avaliadas. A participação e o empenho durante as
atividades, também deverão ser considerados no processo avaliativo.
 ATIVIDADES
1 - Anote em seu caderno, quais as situações abaixo que podem 
representar poluição sonora.
A) ( ) Sirene e buzinas de veículos.
B)( ) Pássaros na natureza.
C) ( ) Construções de imóveis.
D) ( ) As ondas do mar batendo na praia.
E)( ) O vento passando entre as folhas das árvores.
F)( ) As propagandas sonoras do comércio.
G) ( ) Uso prolongado de fones de ouvido.
H) ( ) Assistir televisão com o som na intensidade máxima do aparelho.
80
2- Marque com X nas situações, que na sua opinião, podem ser 
consideradas polui- ção sonora:
A)Conversar com tom de voz baixo.
B)Foguetes na virada do ano novo.
C) Carro de som parado na rua.
D) Pessoas gritando na rua.
81
UNIDADE TEMÁTICA
Matéria e energia.
OBJETO(S) DE 
CONHECIMENT
O:
HABILIDADE(S)
:
Reflexão da luz em
dife- rentes
materiais.
Passagem da luz
através de objetos
transparentes
(copos, janelas de
vidro, lentes, prismas,
água etc.).
(EF03CI02) Experimentar e relatar o que
ocorre com a passagem da luz através de
objetos transparentes (copos, janelas de vidro,
lentes, prismas, água etc.), no contato com
superfícies polidas (espelhos) e na inter-
secção com objetos opacos (paredes, pratos,
pessoas e outros objetos de uso cotidiano).
 PLANEJAMENTO
TEMA DE ESTUDO: Reflexão da luz em diferentes materiais.
DURAÇÃO: 1 hora e 40 minutos.
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS:
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ ABERTURA:
Nesta sequência didática, os estudantes vão explorar o que acontece 
quando a luz incide sobre diferentes objetos.
• Será que todos os objetos permitem a passagem da luz com facilidade
?
• Como os corpos se comportam em relação à passagem da luz ?
• Você sabe o que são corpos translúcidos, opacos e transparentes?
Você poderá identificar alguns objetos translúcidos no seu dia a dia
como por exem- plo, aquele copo plástico fosco que você usa para
beber água, os corpos translúcidos a luz passa, mas não é possível ver
com nitidez. Já os objetos transparentes, você vai observar que a
passagem da luz atravessa com facilidade os corpos, como por
exemplo: copo de vidro, lente de óculos, vidro de janela. Os corpos
opacos, são aqueles que a luz não consegue atravessar. Você pode
notar isso ao incidir a luz no seu caderno, lápis, carteira, entre outros,
perceberá que esses objetos não permitem a passagem da luz.
Por meio de demonstrações simples, analisaremos como cada corpo se
comporta em relação à passagem da luz.
82
B) DESENVOLVIMENTO:
Traga lanternas e objetos diversos que os estudantes possam
manipular durante a aula para avaliar o que acontece quando a luz
incide em diferentes corpos. Organize os alunos em grupos e proponha
que verifiquem o que acontece quando iluminam diferentes corpos.
• O que vocês acham que acontece quando iluminamos o papel 
transparente?
• E se iluminarmos um papel opaco?
• E se iluminarmos um corpo translúcido?
Incentive-os a registrarem as hipóteses iniciais, antes da realização da
atividade.
1ª etapa :
Mãos na massa.
Forme grupos com cinco estudantes. Garanta que cada grupo receba
uma lanterna e os três tipos de papéis. Peça para que os grupos se
organizem, de modo que alguns segurem os papéis e outros a
lanterna. O estudante que estiver com os papéis deverá ficar a uma
distância de três passos do estudante que está com a lanterna. Peça
para que os colegas apontem a lanterna para os papéis e verifiquem
como a luz atua frente ao obstáculo. Peça para que verifiquem como
ela se comporta quando trocam os materiais. Em seguida verifique a
passagem da luz através dos corpos, utilizando outros objetos como:
lanterna, um caderno, papel vegetal, livro, copo de vidro de acrílico e
plástico.
Converse com os estudantes sobre as situações vivenciadas:
• A luz atravessou os três materiais?
• Qual deles atravessa com mais facilidade?
• O que acontece com a luz que não atravessa os objetos opacos ou
translúcidos? Registre o resultado e preencha o quadro abaixo.
Quadro
Corpos opacos Corpos transparentes Corpos translúcidos
83
Dialogando..
A luz se propaga em linha reta, sendo assim, não pode desviar-se de
um objeto. Quando a luz não atravessa, ela pode ser absorvida ou
refletida por ele.
Na maioria dos casos, parte da luz é refletida e outra é absorvida. O
que enxerga- mos de um objeto depende da quantidade de luz que é
refletida nos nossos olhos. Podemos observar a Lua, por exemplo, e
pensar em como ela reflete a luz do Sol para nosso planeta. Em
superfícies polidas, que refletem a luz quase por completo, assim como
um espelho, podemos observar melhor esse fenômeno.
Do lado oposto de objetos opacos, a região na qual a luz não chega é
chamada de sombra. O tamanho e o formato da sombra dependem da
posição da fonte luminosa. Os objetos opacos são obstáculos à
passagem da luz. A penumbra é uma região par- cialmente iluminada.
Os corpos transparentes, como aqueles feitos de vidro, são
atravessados por quase toda a luz que chega até eles. Os translúcidos,
como o vidro jateado usado em boxes de banheiro e papel-manteiga,
deixam passar apenas uma parte da luz, já os opacos, como os feitos de
metal ou madeira, não deixam a luz passar.
Explique que o caderno é um objeto opaco (não permite a passagem de
luz), o papel vegetal um objeto translúcido (permite a passagem parcial
de luz), e copo de vidro um objeto transparente (permite a passagem
total da luz).
RECURSOS:
Para a realização dessa sequência didática você vai precisar dos
seguintes mate- riais: lanterna, um caderno, papel vegetal, cartolina,
papel celofane, livro, copo de vidro de acrílico e de plástico.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
O processo avaliativo deverá ser processual e contínuo, abrangendo
todas as ativi- dades. As produções coletivas e individuais, orais
(debates, roda de conversa etc.) e escritas (atividades, avaliação
escrita, relatório das aulas experimentais), deverão ser avaliadas. A
participação e o empenho durante as atividades,também deverão ser
considerados no processo avaliativo.
84
 ATIVIDADES
1 - Complete as frases corretamente com as palavras abaixo: OPACO –
TRANSLÚ- CIDO – TRANSPARENTE.
a) Os corpos deixam passar parte da luz 
que recebem.
b) Os corpos permitem a passagem da luz.
c)Os corpos não permitem a passagem da luz
2- O corpo da criança é:
a) ( ) transparente.
b) ( ) opaco.
c) ( ) translúcido.
3- Classifique as frases verdadeiras ( V ) ou falsas ( F ).
a) ( ) O caderno é um corpo transparente.
b) ( ) Os corpos transparentes permitem a passagem de luz.
c) ( ) A folha de papel vegetal é um corpo translúcido.
d) ( ) Os corpos opacos permitem as passagens de luz.
4- Elisa e seus amigos queriam brincar de cobra-cega. Para isso 
precisavam de um pano para vendar os olhos de uma pessoa que 
seria a cobra-cega.
O tecido do pano deveria ser:
a) ( ) translúcido.
b) ( ) transparente.
c) ( ) opaco.
UNIDADE TEMÁTICA
Matéria e energia.
OBJETO(S) DE 
CONHECIMENT
O:
HABILIDADE(S)
:
Diferentes tipos de
sons a partir da
vibração de variados
objetos.
(EF03CI01X) Produzir e identificar diferentes
sons a partir da vibração de variados objetos e
identificar variáveis que influem nesse
fenômeno.
 PLANEJAMENTO
TEMA DE ESTUDO: O som
Duração: 1 hora e 40 minutos.
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS:
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ ABERTURA:
Nessa sequência didática, propõe-se o estudo do som, sua produção,
recepção e função para os seres humanos e outros animais. Podemos
produzir sons de várias formas. Nosso corpo por exemplo, produz sons
variados. Podemos bater palmas, estalar os dedos, bater os pés.
Você já ouviu o barulho do seu estômago quando está com fome?
Para que tenha som tem que ter movimento, um sino sozinho não
produz som, mas ao balançarmos é possível ter o barulho. Podemos
produzir sons também tocando algum instrumento musical.
• Você toca algum instrumento?
• Conhece alguém que toca instrumentos? Quais?
• Que tipo de música gostam de ouvir?
• Qual a relação entre ouvir música e sentido da audição?
• Vocês sabiam que somente são capazes de escutar música por 
terem um sis- tema auditivo funcionando?
• Você sabe o que é sistema auditivo?
86
B) DESENVOLVIMENTO:
Mãos na 
massa. 1º 
momento.
De onde vem o som?
Conduzir um experimento solicitando aos estudantes que fechem os olhos e 
se movi- mentem pela sala falando palavras comuns, como “bola” ou “coração”.
Pergunte se de olhos fechados conseguem identificar qual foi a palavra
que o profes- sor falou e em que lado da sala ele estava posicionado.
Aproveite o resultado para explicar que o som não pode ser visto, mas 
ainda assim, podemos identificar a posição de onde ele veio e 
reconhecer o quê ou quem o emitiu.
Continue o experimento sobre o som da seguinte forma:
Afaste as carteiras, posicione os estudantes no fundo da sala, de
costas, e fique no canto oposto; então, produza alguns sons, como bater
palmas, o de um chocalho (que pode ser preparado com feijões em uma
garrafa pet pequena), derrubar um molho de chaves, um lápis e uma
colher no chão, etc.
Pedir aos estudantes que identifiquem qual é o som que ouviram e de
que direção veio o som (direita ou esquerda), o grau de proximidade entre
o som e eles (próximo ou afastado), bem como que tentem identificar
de qual objeto se trata.
Solicite aos estudantes que copiem e preencham com os resultados em seus
cadernos:
Tipo de som Perto ou longe Direita ou 
esquerda
Fácil ou difícil 
de entender
Pergunte para os estudantes sobre a importância da audição para a
percepção de situações que possam representar perigos. Eles poderão
citar o uso de buzinas nos carros ou alarmes de incêndio, por exemplo,
ou a nossa reação a barulhos naturais, como o rugido de uma onça ou
um trovão e para a comunicação entre indivíduos.
87
2º momento.
O som dos animais.
Peça aos estudantes que emitam alguns sons de alguns animais que
eles conheçam. Explique que, para os animais, os sons têm tanta ou
mais importância do que têm para nós. Por exemplo, para os sapos, é
necessário que a fêmea ouça o canto do macho para se encontrar com
ele e reproduzir; e que cada espécie possui um som característico.
RECURSOS:
Para a realização dessa sequência didática você vai precisar dos
seguintes mate- riais: caderno, chocalho, que pode ser produzido com
uma garrafa pet pequena e uma porção de feijão, colher, molho de
chaves, lápis coloridos, lápis preto, folha de papel sulfite.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
O processo avaliativo deverá ser processual e contínuo, abrangendo
todas as ativi- dades. As produções coletivas e individuais, orais
(debates, roda de conversa, etc.) e escritas (atividades, avaliação
escrita, relatório das aulas experimentais), deverão ser avaliadas. A
participação e o empenho durante as atividades, também deverão ser
considerados no processo avaliativo.
 ATIVIDADES
1 - Marque um X nos objetos abaixo que são instrumentos musicais.
a) ( ) piano.
b) ( ) cadeira.
c) ( ) televisão.
d) ( ) violino.
e) ( ) guitarra.
f) ( ) panela.
g) ( ) garrafa.
2- Qual dos objetos da questão acima não são instrumentos musicais, 
mas podem ser utilizados na produção de sons?
88
3- Marque, a alternativa que só apresenta lugares onde há ruídos em 
intensidade que podem prejudicar a saúde auditiva dos seres 
humanos.
a) Área com construções; rua com trânsito intenso; comércio com 
propagandas sonoras.
b) Parque com aves; rua com trânsito intenso; comércio com propagandas 
sonoras.
c) Rua com trânsito intenso; hospitais; comércio com propagandas 
sonoras.
d) Rua com trânsito intenso; comércio com propagandas sonoras; 
parque com córregos.
89
2022Ensino Fundamental3 o ano
Ciências HumanasGeografia
 MATERIAL DE APOIO PEDAGÓGICO PARA APRENDIZAGENS 
SIGNIFICATIVAS
ANO DE ESCOLARIDADE REFERÊNCIA ANO LETIVO
COMPONENTE CURRICULAR ÁREA DE CONHECIMENTO
UNIDADE TEMÁTICA
O sujeito e seu lugar no mundo.
OBJETO(S) DE 
CONHECIMENT
O:
HABILIDADE(S)
:
Grupos sociais
(indígenas, quilombolas,
ribeirinhos, extrativistas,
ciganos, entre outros):
aspectos culturais e
hábitos de vida
relaciona- dos ao espaço
de vivência (campo,
cidade, floresta, rios,
assentamentos, etc.).
Leitura, interpretação e
ela- boração de
representações
cartográficas.
(EF03GE01) Identificar e comparar aspectos
culturais dos grupos sociais de seus lugares
de vivência, seja na cidade, seja no campo.
 PLANEJAMENTO
TEMA DE ESTUDO: O campo e a cidade – grupos sociais.
DURAÇÃO: 2 aulas
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS:
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ ABERTURA:
Inicie a aula apresentando para a turma o estudo sobre os grupos sociais
e seus lugares de vivência, refletindo sobre o campo e a cidade. Anuncie
qual a habilidade do Currí- culo Referência de Minas Gerais pretende
auxiliá-los a desenvolver com esta sequên-
90
cia didática. Abra a aula contextualizando com os estudantes que o
município em que moramos é formado pela zona urbana (cidade), e
muitas vezes, pela zona rural (campo). Pergunte onde estamos (se
campo ou cidade) e quais elementos eles utili- zaram para dar a
resposta. Conduza-os a falar sobre elementos da paisagem, comi- das,
festas, hábitos. Anote no quadro as características que eles elencaram
de cada um, no formato de um mapa mental, e convide-os a refletirem
sobre esses aspectos e as relações entre o campo e a cidade. Para a
realização desta sequência didática será necessário que você realize
anteriormente uma breve pesquisa sobre os grupos sociais que
habitam na comunidade ou próximo a ela.
B) DESENVOLVIMENTO:
Comece a aula apresentando à classe duas imagens, pode ser por
meio de um pro- jetor ou imagens impressas, uma do campo e outra
da cidade. Peça-os para com- pararem uma com a outra, e que
juntamente, observem as características por eles citadas
anteriormente, se todas se encaixam e se gostariam de inserir outras
mais. Destaque que a paisagem não está apenas no nosso campo de
visão como algo físico, também compõem a paisagem os cheiros, os
sons, as cores.Nosso olfato e audição também percebem a paisagem.
Pergunte-os se conseguem citar elemen- tos da paisagem perceptíveis
por estes sentidos, “como é o ar da cidade? E o cheiro do campo? Quais
os sons que ouvimos em cada? Qual a variação das cores?”. Anote estas
colocações no mapa mental e proponha que copiem em seus cadernos.
Após este momento, explique para a turma que a paisagem é
resultado da ação humana, o homem é sujeito ativo e modificador da
paisagem. Sendo assim, os gru- pos sociais que naquele espaço
residem imprimem na paisagem seus elementos culturais, históricos,
artísticos, sociais. E que seus hábitos de vida estão relaciona- dos a
seus espaços de vivência. Apresente à turma os grupos sociais:
indígenas, qui- lombolas, ribeirinhos, extrativistas, e ciganos. Se na
localidade houver outros grupos sociais que julgue importante
trabalhar, traga-os também. Pergunte aos estudantes o que eles
sabem dizer sobre estes povos.
Utilizando imagens com o auxílio de um projetor ou impressas para
ilustrar e facilitar a associação dos conceitos, explique brevemente a
origem de cada um, sua cultura, seus hábitos de vida e alimentação.
Tenha atenção para não usar visões estereotipa- das destes grupos. É
importante ressaltar que estes povos preservam suas tradições,
entretanto, o contato com outras culturas dominantes influenciou nos
seus hábitos, por exemplo, indígenas vestidos e com acesso à
tecnologia, e inclusive vivendo em centros urbanos e que isso não
invalida ou diminui a identidade indígena deles.
91
No segundo momento, realize a seguinte problematização: “Se os
grupos sociais lidam com seus espaços de vivência de acordo com a
sua cultura, a relação que eles têm com o espaço é igual?” Permita
que os estudantes expressem suas hipóteses. Em seguida, apresente
que os povos aqui tratados em sua maioria vivem na zona rural, e
como cada um deles se relaciona com o espaço de vivência. Fale sobre
a relação destes povos com seus espaços de vivência, o teor sagrado
que os indígenas conferem à natureza, a ligação que possuem com os
rios, matas e florestas. Assim como os ribeirinhos e os rios que lhes
proporcionam moradia, alimento e sustento. Os assentamentos
quilombolas e a agricultura, e também os quilombos urbanos. Os
extrativistas e o uso sustentável das matas. Entre outros povos que
escolher trazer. Para finalizar faça uma breve reflexão sobre a relação
entre a cidade e o campo, con- siderando estes povos, principalmente
pensando no abastecimento de alimentos (agricultura familiar). Peça,
para individualmente, escolherem dois dos povos estu- dados e fazer
um desenho de cada, ressaltando seus lugares de vivência e costumes,
e ao final compartilhar com seus colegas.
RECURSOS:
Projetor ou impressora colorida e folhas de papel branco A4, quadro, pincel
para quadro.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
Avaliação processual e contínua.
 ATIVIDADES
Leia com atenção o trecho e responda o que se pede:
“[...] Como podeis comprar ou vender o céu, a tepidez do chão? A ideia
não tem sen- tido para nós. Se não possuímos o frescor do ar ou o
brilho da água, como podeis querer comprá-los? Qualquer parte desta
terra é sagrada para meu povo. Qualquer folha de pinheiro, qualquer
praia, a neblina dos bosques sombrios, o brilhante e zum- bidor inseto,
tudo é sagrado na memória e na experiência de meu povo. [...]”
A Carta do Cacique Seattle. Disponível em:<http://www.culturabrasil.pro.br/seattle1.htm>. Acesso em 08 de Março de 
2022.
1 - Qual a relação que o povo retratado no texto tem com seu espaço de
vivência?
92
2- Qual dos povos abaixo tem uma relação sagrada com a natureza?
Quilombolas Ciganos Indígenas Ribeirinhos
3- Resolva a cruzadinha abaixo com o assunto que estudamos.
93
94
UNIDADE TEMÁTICA
O sujeito e seu lugar no mundo.
OBJETO(S) DE CONHE-
CIMENTO:
HABILIDADE(S)
:
Grupos étnicos do
muni- cípio e estado.
Os tra- ços culturais
dos grupos étnicos
no espaço de
vivência dos
estudantes e da
comunidade.
(EF03GE02) Identificar e valorizar em seus
lugares de vivência, marcas de contribuição
cultural e econômica de grupos de diferentes
origens.
 PLANEJAMENTO
TEMA DE ESTUDO: Diversidade cultural
DURAÇÃO: 2 aulas
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS:
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ ABERTURA:
Inicie a aula dizendo que estudaremos aspectos da construção do
nosso estado e município pelas mãos e mentes dos principais grupos
étnicos que formam a popu- lação mineira. Aproveite também para
dizer qual habilidade do Currículo Referência de Minas Gerais
pretende-se auxiliá-los a desenvolver com esta sequência didática.
Comece contextualizando que Minas Gerais é famosa por sua
diversidade cultural. Relembre que a formação da população brasileira
se deu principalmente pela união de três povos: indígenas, negros
africanos e portugueses (brancos europeus). E que Minas Gerais, como
estado brasileiro, possui a mesma matriz populacional. Contex- tualize
que mais do que povoamento e mão de obra, estes povos com seus
costumes, tradições, modos de vida, saberes sociais e científicos
construíram Minas Gerais. Conseguimos observar esses traços culturais
em nossa economia, cultura, arte, patrimônio histórico entre outros.
B) DESENVOLVIMENTO:
Inicie a aula perguntando aos estudantes o que eles entendem por
“indígena, afri- cano e europeu”. Quem é essa gente? De onde eles
vieram? Imprima um mapa-múndi
95
em preto e branco, apenas com o traçado dos países, sugerimos o
material que se encontra nas referências, e entregue para cada
estudante. Com o auxílio de um pro- jetor, projete este mapa-múndi
explicando do que se trata, pode utilizar também o mapa impresso se
houver na biblioteca da escola. Localize o Brasil, explicando que
inicialmente a população do nosso país era formada apenas por
indígenas. Eram milhões de pessoas, que se dividiam em diferentes
povos, vivendo conforme as suas tradições, línguas e costumes. Peça
que coloram o Brasil.
Em seguida, aponte o continente europeu. Explique que é uma terra
distante, do outro lado do Oceano Atlântico, composta por vários
países, na época reinos, e que o reino que colonizou o Brasil foi o de
Portugal. Os portugueses, atrás de riquezas, invadiram o Brasil e o
tomou das mãos dos indígenas. Localize Portugal e peça que coloram o
território correspondente. Aponte também para a África, explique que
é um grande continente, com uma enorme variedade de povos na
época organizados em reinos e tribos, com culturas, línguas, tradições
diferentes e que dominavam mui- tos saberes. Estes africanos foram
sequestrados pelos portugueses para trabalhar como escravos na terra
recém dominada, o Brasil.
Apresente para a turma que tais povos trouxeram com eles suas
culturas de suas terras para o Brasil. Explique o que significa cultura, e
diga que todos nós possuí- mos cultura, e ela se manifesta em nossa
fala, modo de vestir, crenças, culinária etc. Coloque que é possível
observar traços culturais destes povos, inclusive em hábitos nossos no
dia a dia, e também em objetos existentes em nossos espaços de
vivên- cia. Traga para a turma alguns destes costumes, por exemplo,
andar descalço, tomar banho diariamente, descansar na rede, objetos
de cerâmica são de origem indígena. Alimentar-se de pamonha,
melancia, leite de coco, usar panelas de barro, colher de pau, e o
instrumento musical berimbau são de origem africana. Os portugueses
con- tribuíram principalmente com a nossa língua e religião cristã, em
festas como o car- naval e a Cavalhada.
Com o auxílio de um projetor, reproduza para a turma os vídeos “A
contribuição dos povos indígenas na cultura brasileira” e “Influências
africanas na cultura brasileira”, os links de acesso encontram-se nas
referências desta sequência didática. Após os vídeos faça perguntas
aos estudantes do tipo: o que vocês aprenderam de novo com os
vídeos? Você ou seus familiares mantêm alguns dos hábitos
retratados? Você já comeu algum dos pratos culinários da cultura
africana apresentados?E dos hábi- tos alimentares indígenas, o que
vocês e seus familiares têm o costume de comer?
96
Dos objetos citados nos vídeos, quais deles tem na sua casa? Ouça as
colocações dos estudantes e faça intervenções quando necessário. Ao
final, convide-os a reali- zar a atividade aqui proposta.
RECURSOS:
Projetor, mapa-múndi, impressora, folhas de papel ofício, lápis de cor.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
Avaliação processual e contínua.
1 - Leia o texto abaixo.
Heranças indígenas
Você sabia que vários dos nossos hábitos são herdados da cultura
indígena? Um dos costumes mais importantes é o de tomar banho
todos os dias. Em outras culturas, como na dos países europeus, é
comum as pessoas passarem dias sem tomar banho. Que bom que os
indígenas nos ensinaram isso, né?
Também aprendemos com eles o uso de chás e plantas medicinais
para curar doen- ças. E como os indígenas têm muito conhecimento
sobre ervas e plantas, muitos dos remédios que compramos hoje nas
farmácias tiveram suas fórmulas baseadas em suas medicinas.
É influência deles também a utilização de redes para dormir, várias
danças e, ainda, várias canções e lendas do folclore brasileiro. Vale
pesquisar e se surpreender com toda a riqueza dessa cultura, que é de
todos nós.
Disponível em<https://plenarinho.leg.br/index.php/2018/02/dia-do-indio/> Acesso em 09 de março de 
2022.
A – Sobre o que o texto fala?
B – Você adota algum hábito da cultura indígena? Qual?
97
ATIVIDADES
2- Pinte o continente de origem dos negros traficados como escravos para o 
Brasil.
Disponível em: https://profissaomestre.com.br/mapa-mundi/>Acesso em 09 de março de 
2022.
3- Quais são os três principais grupos étnicos que formam a população 
brasileira?
.
98
UNIDADE TEMÁTICA
Conexões e escalas.
OBJETO(S) DE 
CONHECIMENT
O:
HABILIDADE(S)
:
Formação sócio-
cultu- ral-econômica
da região,
identificando sua
mis- cigenação
cultural. Lei- tura,
interpretação e
elaboração de
represen- tações
cartográficas.
(EF13GE12MG) Identificar características
naturais e socioculturais do lugar em que vive
comparando-o com outras paisagens mineiras
e brasileiras.
 PLANEJAMENTO
TEMA DE ESTUDO: Formação sócio-cultural-econômica do local em que vive.
DURAÇÃO: 2 aulas
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS:
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ ABERTURA:
Inicie a aula introduzindo o que vai ser trabalhado. Exponha aos
estudantes que neste momento estudaremos a nossa cidade, suas
características naturais, econômicas e socioculturais. Apresente
também a habilidade do Currículo Referência de Minas Gerais que esta
sequência didática pretende auxiliá-los a desenvolver. Pergunte à
turma se eles conhecem o lugar onde moram, é zona rural ou zona
urbana? Se for zona urbana, é uma cidade grande ou pequena? Se for
zona rural, o que os agriculto- res mais plantam? Vocês conhecem outra
localidade parecida com a nossa? Ouça as contribuições da turma e
intervenha quando necessário.
B) DESENVOLVIMENTO:
Comece apresentando para a turma o tema que irão estudar. Diga que
iniciarão os seus estudos sobre o local onde vivem, seus aspectos
naturais, sociais, econômi- cos e culturais. Entregue para cada
estudante uma folha impressa em formato de ficha contendo os
seguintes itens em branco para preenchimento pelo estudante:
99
Nome do município; zona (rural/urbana); porte da cidade; economia,
populações tra- dicionais, raça/cor da população; região mineira.
Durante o desenvolvimento desta sequência didática os estudantes
irão preenchê-la. Monte uma apresentação com imagens locais dos
itens propostos nas fichas para exibição em sala, com o apoio de um
projetor, se possível, para ilustrar a sua fala.
Inicie pelo município onde a unidade escolar está localizada. Pergunte
à turma se eles sabem dizer o nome do município e que preencham no
campo correspondente. Anote você também na lousa essas
informações. Diga o nome, e o número de habi- tantes. Em seguida
pergunte em qual zona a unidade escolar está localizada, zona rural ou
urbana. Propicie que os estudantes estabeleçam uma relação de
localização no campo ou na cidade a partir dos elementos da paisagem
local. Por exemplo, “nossa escola está localizada na zona rural, pois na
paisagem a qual ela parte podemos ver plantações, matas, poucas
residências etc.”
Em seguida, pergunte à turma em que a maioria das pessoas que ali
residem ou seus familiares trabalham. São trabalhadores rurais ou
trabalham em fábricas e comér- cios? Se forem trabalhadores rurais,
eles mexem com agricultura ou pecuária? Se forem trabalhadores da
cidade em que setor trabalham? Exponha que esta pergunta é
importante porque toda cidade possui uma economia. Uma atividade
principal que gera renda para a cidade e emprego para os seus
cidadãos. Realize uma pesquisa ante- riormente e traga neste
momento para a turma qual a principal atividade econômica da
localidade. Contextualize a importância de uma boa economia para a
manutenção dos empregos, da infraestrutura da cidade e para a
qualidade dos serviços prestados à população, aproveite para dizer se
ela é considerada rica ou pobre e por que.
Realize uma pesquisa anterior sobre povos tradicionais que vivem na
região. Que tipos de povos são, suas origens, nomes das comunidades,
a localização, a cultura. Explique brevemente para a turma o que são
os povos tradicionais e pergunte-os se conhecem algum. Em seguida,
apresente esses povos com os dados recolhidos em seu levantamento.
Faça também uma busca no site do Instituto Brasileiro de Geogra- fia e
Estatística sobre a composição étnico racial da localidade, se são em
maioria negros, brancos ou indígenas e amarelos, ou se existe uma
paridade. Explique que é muito importante saber sobre a composição
étnica da população de um determinado lugar, pois nos ajuda a
entender fatores como desigualdades sociais e econômicas.
Para finalizar a ficha, diga em qual Região de Planejamento mineira o
município se encontra. Projete um mapa de Minas Gerais dividido por
regiões e aponte-a nele.
100
Explique que Minas Gerais é um estado com uma grande extensão
territorial. Seu tamanho inclusive pode ser comparado com o país
europeu: a França. E que por isso dentro do nosso estado existe
grande diversidade cultural, populacional, econômica, de paisagens, de
natureza etc. Sendo assim cada município mineiro possui suas
características, uns se parecem mais e outros menos. Traga imagens
de localidades cujas paisagens se diferem muito das encontradas na
localidade e faça uma compa- ração entre elas, apontando em qual
região mineira este município está localizado. Realize essa comparação
também com cidades de outros estados do país. Encerre a sequência
pedindo aos estudantes para colarem as fichas no caderno e convide-
os a realizar a atividade aqui proposta.
RECURSOS:
Computador, projetor, impressora, folha de papel A4 para impressão preto e
branco.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
Avaliação processual e contínua.
 ATIVIDADES
1 - Escreva o nome do seu município.
2- Faça um desenho da paisagem da localidade onde você mora, 
destacando os ele- mentos que permitem classificá-la como 
paisagem rural ou paisagem urbana.
101
3- Pinte no mapa de Minas Gerais a Região de Planejamento em que você 
reside.
Disponível em: <https://www.revistaespacios.com/a17v38n39/17383906.html>. Acesso em: 11 de Março de 
2022.
102
2022Ensino Fundamental3 o ano
Ciências HumanasHistória
 MATERIAL DE APOIO PEDAGÓGICO PARA APRENDIZAGENS 
SIGNIFICATIVAS
ANO DE ESCOLARIDADE REFERÊNCIA ANO LETIVO
COMPONENTE CURRICULAR ÁREA DE CONHECIMENTO
UNIDADE TEMÁTICA
As pessoas e os grupos que compõem a cidade e o município.
OBJETO(S) DE 
CONHECIMENTO:
HABILIDADE(S)
:
História da formação da cidade e
região da sociedade local.
Como surgiu minha cidade? Quem
a fun- dou e povoou? O que
aconteceu? Quando?
As inter-relações dos grupos
populacio- nais.
O crescimento econômico e
tecnológico.
Dados sobre a história da cidade
ou região, usando diferentes
fontes (relatos orais,fotografias
antigas,
documentos, objetos, etc).
Registar os dados e informações
coleta- das.
Marcos e eventos importantes da
região e localidade.
Herança cultural dos diferentes
grupos que povoam ou povoaram a
região.
(EF03HI01) Identificar os grupos populacionais
que for- mam a cidade, o município e a região,
as relações estabe- lecidas entre eles e os
eventos que marcam a formação da cidade,
como fenômenos migratórios (vida rural/ vida
urbana), desmatamentos, estabelecimento de
grandes empresas, etc.
(EF03HI02) Selecionar, por meio da consulta de
fontes de diferentes naturezas e registrar
acontecimentos ocorri- dos ao longo do tempo na
cidade ou região em que vive.
(EF03HI03X) Identificar e comparar pontos de
vista em relação a eventos significativos do
local em que vive, aspectos relacionados a
condições sociais e à presença de diferentes
grupos sociais e culturais, com especial
destaque para as culturas africanas (afro-
brasileiras e quilombolas), indígenas, migrantes e
refugiados.
 PLANEJAMENTO
TEMA DE ESTUDO: A Formação e o desenvolvimento das Cidades ao longo dos 
tempos
DURAÇÃO: 6 aulas de 50 minutos.
103
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS:
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ ABERTURA:
Essa sequência didática foi elaborada com 7 momentos sobre o tema
cidades. Você poderá adaptá-la para qualquer localidade ou região
onde se encontra ou mora, inse- rindo as especificidades de cada
localidade.
A habilidade EF03HI01 será trabalhada nos momentos 1 e 2; a habilidade
EF03HI02 nos momentos 3 e 4 e a habilidade EF03HI03 nos momentos 5, 6
e 7.
As três habilidades do Currículo Referência de Minas Gerais (CRMG), vão
ampliando o desenvolvimento do raciocínio histórico, da perspectiva
temporal e da investigação dos estudantes.
Explique aos estudantes o tema de estudo da sequência didática,
destacando a importância de saber a origem do nome da sua cidade,
os acontecimentos ocorridos ao longo do tempo e por fim identificar e
comparar aspectos sociais e culturais nos locais onde se vive.
Esse tema não se esgota aqui, devendo ser desenvolvido de forma
contínua durante todo o ano, já que as cidades estão em constante
transformação.
No entanto, é necessário que você esteja atento ao fato de que muitas
das capa- cidades requeridas para o desenvolvimento do raciocínio
histórico e da cidadania só serão consolidadas no decorrer de um
período maior, exigindo persistência no trabalho com um núcleo
comum de habilidades e atitudes por meio de estratégias de ensino e
de avaliação, que estabeleçam diferentes graus de complexidade ao
longo do Ensino Fundamental.
B) DESENVOLVIMENTO:
1º momento: Evolução das cidades
Comece fazendo perguntas para sondar o conhecimento prévio dos
estudantes.
1- Quando surgiram as primeiras cidades? (os estudantes poderão
responder que foi em épocas mais recentes, pois têm pouca noção de
longevidade).
2- Quais foram os principais fatores que levaram ao surgimento das
cidades? (fale sobre a importância da alimentação para a
sobrevivência e a economia para a forma- ção das cidades).
104
3- As primeiras cidades foram erguidas em volta de quê? (importância
da água para a sobrevivência dos seres vivos).
Depois de contextualizar as respostas dos estudantes, distribua cópias
do texto para os estudantes e peça que colem no caderno.
Leia o texto “Evolução das cidades” e depois promova uma discussão
sobre as infor- mações do texto, comparando com as respostas dadas
pelos estudantes quando você fez a abertura da aula.
Evolução das cidades
As cidades surgiram como centro das civilizações, e acompanharam
a história humana desde a Antiguidade até os dias atuais.
Os mais antigos registros arqueológicos encontrados de ruínas de
cidades remon- tam à Revolução Neolítica, por volta de 4.000 a
3.000 a.C.. A constituição das cida- des na Antiguidade tinha por
objetivo ser centro de comércio e ou também como fortificações de
guerra contra inimigos.
Percebe-se nas cidades do período o início da divisão do trabalho e a
utilização de meios de troca, como conchas e pedras semipreciosas,
no comércio. As cidades surgiram inicialmente como pequenas
aldeias às margens de rios, e com o cresci- mento populacional e
das atividades passaram a constituir cidades mais comple- xas. Os
principais locais de surgimento das cidades foram ao longo dos vales
dos rios Tigres e Eufrates, na Mesopotâmia; do Nilo, no Egito; do rio
Indo, na Índia; do Yang-Tsé- Kiang e Hoang-HO na China; e do San Juan,
na Mesoamérica.
Fonte: Texto adaptado retirado dos livros citados na bibliografia.
Para que os estudantes tenham uma visão mais ampla do surgimento e
evolução das primeiras cidades, projete ou assista no
computador/celular o vídeo: “Crescente Fér- til e o Surgimento das
primeiras cidades.”
Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=m7Q8AVGR7v0-duração: 2:18 Acesso em: 01 mar. 
2022.
105
2º momento: As primeiras moradias brasileiras
Leia o texto abaixo ou utilize o texto do livro didático sobre o tema, ou
ainda, faça slides e projete para os estudantes.
Os indígenas foram os primeiros habitantes da terra que hoje
chamamos de Brasil. Tinham costumes e linguagens próprias. Apesar
da grande diversidade entres esses povos, eles tinham muitas
características em comum como:
Fonte: Fragmento adaptado retirado dos livros citados na 
bibliografia.
Depois de ouvir a resposta, converse com eles ressaltando que essa
forma de organi- zação tem algo a ver com a solidariedade que os
moradores devem manter entre si. De cada maloca parte um caminho
na direção da praça, que fica no centro da aldeia, onde eles praticam
os seus rituais, contam histórias, etc.
PARA SABER MAIS:
Entregue uma cópia do texto abaixo para cada estudante e depois faça
a leitura expli- cando os pontos mais importantes do texto.
As moradias eram as malocas, geralmente organizadas de modo
circular em torno de um pátio central. Eram construídas com palhas
e troncos de árvores, cobertas com folhas de palmeira e não tinham
divisão interna.
Pergunte aos estudantes, se eles sabem qual o motivo das malocas
serem cons- truídas em círculo e não terem divisão interna.
Entre os grupos indígenas há muitas formas de conceber e construir
as casas, pois cada grupo tem um jeito diferente de pensar e de se
relacionar com o ambiente onde vive. A casa é sempre parte da
cultura de um povo.
A maneira como ela é usada, dividida e construída reflete o jeito que
os moradores têm de organizar o mundo. Além disso, as construções
variam muito de acordo com o modo de vida, o clima, o tipo de
ambiente e os materiais de que os grupos dispõem para a
construção.
106
Professor (a), se for possível mostre ou projete imagens dos mais
variados tipos de moradias dos indígenas para enriquecer o universo
do saber dos estudantes. Você encontra muitas imagens no endereço
abaixo.
Disponível em: https://mirim.org/pt-br/como-vivem/casas Acesso em 01 mar. 
2022.
Fomos colonizados pelos portugueses (Portugal era a metrópole) com a
proposta de explorar o território brasileiro, que se tornou a sua colônia.
3º momento: A vida nas vilas coloniais
Professor(a), no 3º e 4º momentos, abordaremos a habilidade EF03HI02, 
que não se esgota aqui e deve ser trabalhada em outras aulas.
Entregue uma cópia do texto “A vida nas vilas coloniais” para cada 
estudante e peça que colem no caderno. Em seguida, faça uma leitura 
compartilhada do texto.
Socialize com os alunos o texto abaixo para enriquecimento, explicando
a rela- ção entre colonizador e colonizado.
A função da colônia era produzir e fornecer mercadorias que
pudessem enriquecer a metrópole. As fazendas de cana-de-açúcar
surgiram e com ela a escravização de negros africanos. Aqui, os
escravizados eram forçados a trabalhar nas lavouras.
Os escravizados povoaram grande parte do território e
estabeleceram relações sociais, culturais e econômicas que, junto
com os indígenas e portugueses, cons- tituem a base da identidade
brasileira.
Para os indígenas, a colonizaçãoportuguesa resultou na destruição
de grande parte da população, no enfraquecimento da cultura e na
A vida nas vilas
coloniais
As primeiras vilas no Brasil surgiram no Período Colonial.
Com o objetivo de povoar o território e tornar a terra mais produtiva,
os portugue- ses deram início ao processo de colonização do Brasil.
Para isso, construíram as primeiras vilas e cidades nas regiões
litorâneas.
A fundação da vila de São Vicente, em 1532, marcou o início desse
processo, que foi logo seguido pela fundação de outras vilas e
107
Fonte: Fragmento adaptado retirado dos livros citados na 
bibliografia.
Professor (a), depois da leitura compartilhada do texto, direcione os
seus estu- dantes para desenvolverem a atividade abaixo sobre os
elementos existentes nas vilas coloniais.
Você pode projetar a imagem e fazer a atividade coletivamente,
relacionando cada descrição à letra correspondente na ilustração.
Fonte: Imagem escaneada do livro “Vamos Aprender- Interdisciplinar História e Geografia- 4º ano-Editora SM Ltda-
Páginas 154 e
155. Livro citado na bibliografia.
108
Assim com o São Vicente, as primeiras vilas coloniais situavam-se no
litoral, onde havia maior facilidade de escoamento de mercadorias,
como o pau-brasil e o açú- car, que eram transportados de navio para
a Europa.
Além disso, por causa da falta de conhecimento que tinham do
território, os coloni- zadores europeus encontraram dificuldades para
avançar para o interior do Brasil.
Outro fator importante que dificultou a fundação de vilas no interior
do Brasil foi a resistência de muitos povos indígenas, que combatiam
Fonte: Atividade retirada do livro“Vamos Aprender- Interdisciplinar História e Geografia- 4º ano-Editora SM Ltda-
Páginas 157. Livro
citado na bibliografia.
4º momento: Aprofundando os nossos conhecimentos
Faça uma roda de conversa e dialogue com os estudantes sobre a chegada 
dos colo- nizadores e a devastação da natureza em território brasileiro.
Depois de conversarem, peça aos estudantes que façam desenhos
retratando a nossa natureza antes e depois da chegada dos
portugueses. Exponha os desenhos em murais da escola.
5º momento: A união de costumes
Professor(a), a partir do momento 5º começaremos a abordar a habilidade
EF03HI03, lembrando que o tema não se esgota aqui e que deverá e
poderá ser trabalhado em aulas posteriores.
Fale para os estudantes sobre a importância da formação cultural brasileira.
109
Vocês consideram que a partir das relações estabelecidas entre
portugueses e indígenas, a formação de vilas/cidades, contribuíram
para o início do desmata- mento e destruição da natureza no Brasil?
Por quê?
Rio de Janeiro - Brasil
Disponível em:
https://pixabay.com/pt/photos/os- pr%C3%A9dios-
antigos-hist%C3%B3rico-5319692/. Acesso
em: 02 mar. 2022.
Lisboa - Portugal
Disponível em:
https://pixabay.com/pt/photos/ el%c3%a9ctrico-
comboio-viajar-por-lisboa-4379656/ Acesso
em: 02 mar. 2022.
Professor (a), mostre ou projete imagens de cidades de diferentes
regiões do Brasil com seus prédios coloniais, elencando semelhanças e
diferenças entre elas como: localização, tipos de materiais usados,
tipos das construções, etc.
110
A formação cultural brasileira aparece de forma marcante em algumas
cidades. Em Salvador, por exemplo, as marcas do passado escravista
estão preservadas nas igrejas das irmandades, que eram associações
de ajuda entre africanos escraviza- dos que buscavam a liberdade
(alforria). Ao mesmo tempo, a cidade preserva com orgulho a
culinária de origem africana e tem como patrimônio histórico
imaterial o processo de feitura do acarajé.
Além de Salvador, a arquitetura de grande parte das cidades mais
antigas do Brasil remete ao casario típico de Portugal.
Fonte: Fragmento retirado e adaptado dos livros citados na 
Os costumes indígenas estão presentes em muitas formas de viver 
dos brasileiros.
Quando os portugueses chegaram aqui encontraram os grupos 
indígenas organiza- dos e totalmente adaptados às condições da 
terra e do clima.
Para sobreviver, os portugueses tiveram que absorver o modo de vida 
dos indíge- nas que já estavam aqui.
Vamos fazer uma atividade divertida?
Para essa atividade você pode dar cópia para os estudantes, ou projetar e 
fazer cole- tivamente.
1 - A maioria das vilas era instalada no interior, distante de fontes de água.
( ) Verdadeiro ( ) Falso
Imagem 1
2- Para se adaptar ao clima, os colonos adotaram alguns hábitos 
indígenas, como dormir em redes.
( ) Verdadeiro ( ) Falso
Imagem 2
3- A maior parte do trabalho pesado era realizada pelos colonos.
( ) Verdadeiro ( ) Falso
Imagem 3
4- Graças aos celulares, a comunicação entre vilas e cidades afastadas foi 
facilitada.
111
Imagem 4
( ) Verdadeiro ( ) Falso
5- Os tropeiros passavam muito tempo nos locais de pouso, que 
acabaram transfor- mando-se em vilas que deram origem às 
cidades.
Imagem 5
( ) Verdadeiro ( ) Falso
6- Os vaqueiros usavam motos para levar rebanhos de bois ao interior.
Imagem 6
( ) Verdadeiro ( ) Falso
7- Os bandeirantes ensinavam aos indígenas a andar na mata e a 
reconhecer frutos comestíveis.
Imagem 7
( ) Verdadeiro ( ) Falso
8- Por muito tempo, as fontes e os chafarizes foram responsáveis pelo
abasteci- mento de água da população.
Imagem 8
( ) Verdadeiro ( ) Falso
112
6º momento: O nome da nossa cidade/município
Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/787707791062597956/ Acesso em: 02 mar. 
2022.
Conhecer a origem do nome de nossa cidade é muito importante!
Saber sobre a história da nossa cidade nos traz a percepção de que,
assim como os nossos nomes foram escolhidos por pessoas
próximas, as cidades também passa- ram por isso.
Professor(a), é importante que os estudantes entendam que assim
como temos um nome próprio que nos foi dado por alguém da nossa
família, os municípios e as cidades brasileiras também possuem
nomes que receberam por algum motivo e que não surgiram do
nada.
Eles carregam muitas histórias que se misturam com o desenvolvimento das
cidades.
Vamos retomar os conhecimentos que adquirimos anteriormente
sobre a origem dos nossos nomes? Assim fica mais fácil o nosso
estudo sobre a origem dos nomes das cidades.
Lembrando que o povo brasileiro foi formado com a presença de
diferentes grupos sociais e culturais.
113
Exemplificando:
7º momento: O nome da nossa cidade
Professor (a), lembre-se que você precisa pesquisar o nome da cidade onde 
mora/ trabalha.
Agora, escreva o nome da sua cidade na lousa como no exemplo abaixo.
Pergunte à turma se alguém sabe a origem do nome do município/cidade 
que vocês moram, como no exemplo abaixo.
114
Agora, conte aos estudantes quem escolheu o seu nome, expondo 
como foi o pro- cesso de escolha. Quem o escolheu? Por quê? Havia 
mais opções de nomes?
Em seguida, pergunte a cada estudante quem escolheu o seu nome,
qual o motivo da escolha e se sabem o significado.
Se eles não souberem responder, peça a eles que perguntem aos
pais ou responsá- veis. Na aula seguinte volte ao tema dando
oportunidade de todos falarem e discu- tirem sobre a escolha e
origem dos nomes.
Imagens da cidade de Araxá-MG.
Grande Hotel Termas de Araxá - Fonte- IBGE Vista da Cidade de Araxá- Fonte- Prefeitura Municipal de Araxá
Caso a cidade de vocês seja antiga e já tenha tido mais de um nome,
escreva o pri- meiro nome que a cidade teve e pergunte à turma se
alguém sabe qual cidade é. Em seguida, escreva o nome atual e diga a
história da escolha do primeiro nome e o motivo da troca.
Você poderá mostrar imagens ou projetar fotografias descrevendo
como era o local ou imagens do que derivou o nome da cidade, como o
exemplo abaixo:
Em Araxá, o primeiro nome foi Aldeia dos Arachás, por isso apresentou
imagens dos Indígenas Arachás.
Xamã catú-awa-arachá
Disponível em: 
https://br.pinterest.com/ 
pin/434175220302784932/ Acesso em 02 
mar. 2022.
Edson Adolfo, descendente do cacique Andaiá Uru Arachá
Disponível em:
<http://araxahoje.com.br/noticia/link/2536/ alunos-
de-uberaba-resgatam-em-video-historia-da-tribo-arachas>. Acesso em 02 mar. 2022.
115
Araxá é um município brasileiro localizado na Zona Geográfica do Alto
Paranaíba, no Estado de Minas Gerais. A palavra “Araxá”, de origem
tupi-guarani (“ara” e “cha”), significa lugar elevado, planalto.
Originariamente, “Arachás” denominava os indígenas - primeiros
habitantes da região.
Fonte: Disponível em:<https://cidades.ibge.gov.br/brasil/mg/araxa/historico>. acesso em 19 
Se a origem do nome de seu município for em razão de alguma
característica da cidade, como fruta, flor, pessoa considerada
importante para a região, estado ou para o Brasil, selecione algumas
imagens do que foi homenageado e exponha para a turma. Se o nome
do homenageado for algum indivíduo ou nome de origem indígena ou
quilombola (afrodescentes), pesquise e conte sua história, ressaltando
o motivo que influenciou a escolha do nome da cidade.
Exemplos:
FRUTAL (MG): segundo a tradição oral, o topônimo da cidade está ligado
à abundân- cia, nas margens dos ribeirões da área, de um fruto
semelhante à jabuticaba e que era conhecida pelos moradores
simplesmente como “fruta”. Em decorrência, o local que cresceu nas
proximidades passou a ser conhecido como Patrimônio das Frutas,
depois como Carmo do Fructal e hoje, simplesmente Frutal.
Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Frutal>. Acesso em: 19 mar. 2022.
UBERLÂNDIA (MG): a cidade teve outros nomes, mas o primeiro foi de
São Pedro de Uberabinha. Somente em 19 de outubro de 1929, foi mudado
para Uberlândia. A origem do nome vem do latim e do alemão, pois
“uber”, do latim, significa fértil, e do alemão a palavra “lândia”, que
significa terra.
Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Uberl%C3%A2ndia>. Acesso em: 19 mar. 2022.
DORES DO INDAIÁ (MG): Os primeiros habitantes foram os índios tapuias
que tinham acampamento localizado na atual fazenda tapuia.
Posteriormente, um grupo de negros fugidos, formaram alguns
quilombos e promoveram o afastamento dos indí- genas.Fonte: História
da cidade.
Disponível em:<https://www.doresdoindaia.mg.gov.br>. Acesso em: 19 mar. 2022.
BELO HORIZONTE (MG): é a capital do Estado de Minas Gerais. É o
terceiro princi- pal centro urbano do país em termos econômicos, com
uma população estimada em 2.530.701 pessoas (IBGE-2021). Em Minas
Gerais, Belo Horizonte é a maior cidade em termos populacionais.
Os primeiros habitantes do território onde hoje se ergue a cidade
foram os índios Cataguases. Na segunda metade do século XVII, ali
ocorreram as primeiras entradas desbravadoras de bandeirantes
paulistas em busca de ouro.
Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Belo_horizonte>. Acesso em: 19 mar. 2022.
116
OLIVEIRA(MG): há relatos que os primitivos habitantes da região
encontraram naquelas paragens, na época do desbravamento do
oeste, algumas árvores frutífe- ras produtoras da azeitona, levando-os a
denominar o local de “Oliveiras”, nome que, posteriormente, acabou
simplificado para Oliveira.
Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Oliveira>. Acesso em: 19 mar. 2022.
SÃO JOÃO DEL REI (MG): em 8 de julho de 1713, foi criada a vila, que
recebeu, em homenagem a D. João V e Tomé Portes Del Rei, o nome de
São João Del Rei.
Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_jo%C3%A3o_del_rey>. Acesso em: 19 mar. 2022.
LEOPOLDINA (MG): seu nome é uma homenagem à princesa Leopoldina
de Bragança e Bourbon, filha do Imperador D. Pedro II. Hoje é formado
pelo distrito-sede e pelos dis- tritos de Abaíba, Piacatuba, Providência,
Ribeiro Junqueira e Tebas. A cidade, à época do ciclo do café, foi uma
das mais importantes da antiga província de Minas Gerais.
Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Leopoldina_de_Bragan%C3%A7>. Acesso em: 19 mar. 2022.
Em seguida, pergunte aos estudantes:
RECURSOS DIDÁTICOS:
Quadro ou lousa, Giz ou pincel, imagens, computador, projetor de
vídeo e slides, notebook/computador, folha branca, celular, cópias de
imagens e textos, lápis de cor, tesoura, papel craft.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
A avaliação deverá ser processual e contínua, permeando todas as
atividades pro- postas pelo professor. Desta forma, ao longo do
processo, o professor poderá avaliar o estudante segundo sua
participação nas atividades realizadas: leitura, interpreta- ção de texto,
debates, pesquisas, apresentações de trabalho, produção de textos e
imagens críticas e também por outras atividades escritas a respeito do
tema traba- lhado nas aulas.
Se vocês pudessem escolher o nome de alguma cidade, qual seria? 
Proponha que eles façam um desenho da cidade que desejariam 
nomear.
117
 ATIVIDADES
Cada estudante deverá produzir um texto sobre sua relação com a cidade 
onde vive.
Organize um roteiro para que o estudante tenha claro o que deverá conter 
em sua produção.
Sugestão de roteiro:
• Quem sou eu.
• Onde moro.
• O que observo quando ando nas ruas do meu bairro.
• O que mais gosto.
• O que menos gosto.
• O que faço nos momentos de lazer.
• O que falta no meu bairro.
Cada estudante entregará junto com o texto uma ilustração da sua 
cidade, como forma de representação (como ele vê o espaço onde 
vive).
O texto e a ilustração deverão ser compartilhados e expostos em murais.
118
2022Ensino Fundamental3 o ano
Ciências HumanasEnsino Religioso
 MATERIAL DE APOIO PEDAGÓGICO PARA APRENDIZAGENS 
SIGNIFICATIVAS
ANO DE ESCOLARIDADE REFERÊNCIA ANO LETIVO
COMPONENTE CURRICULAR ÁREA DE CONHECIMENTO
UNIDADE TEMÁTICA
Identidades e Alteridades.
OBJETO(S) DE 
CONHECIMENT
O:
HABILIDADE(S)
:
Espaços e
territórios 
religiosos.
(EF03ER09MG) Identificar os diferentes tipos de
espaço e de território, em sua localidade.
(EF03ER01) Identificar e respeitar os diferentes
espaços e territórios religiosos de diferentes
tradições e movimentos religiosos.
 PLANEJAMENTO
TEMA DE ESTUDO: Espaços e territórios religiosos.
DURAÇÃO: 2 a 3 aulas
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS:
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ ABERTURA:
1) Abordagem do tema em uma roda de conversa.
2) Contação e diálogo da história: Declaração Universal dos Direitos
Humanos (Adap- tação de Ruth Rocha e Otávio Roth).
3) Estudo do pensamento da história que resume o artigo XVIII da
Declaração Univer- sal dos Direitos Humanos (item 2): “Todas as
pessoas têm o direito de pensar como e o que quiserem. Elas têm o
direito de trocar suas ideias e praticar a sua fé em público ou em
particular.”
119
Estudo e debate do vídeo “Diversidade Religiosa.” Disponível em: 
<https://www. youtube.com/watch?v=m7MoQFFQdog>.
B) DESENVOLVIMENTO:
1) Discussão sobre o vídeo apresentado.
2) Leitura coletiva dos textos: “A rua do Marcelo” e o poema ‘Se 
essa rua fosse minha”.
3) Atividades de interpretação dos textos e entendimento.
RECURSOS:
1) Livro: Declaração Universal dos Direitos Humanos (Adaptação de 
Ruth Rocha e Otávio Roth).
2) Data show para apresentação do vídeo “Diversidade Religiosa”.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
1) Levar em conta as especificidades de cada aluno e a frequência 
da entrega das atividades propostas.
 ATIVIDADES
A rua do Marcelo
Disponível em: https://imagensemoldes.com.br/desenhos-para-colorir-de-casas-3/ Acesso em: 18 mar. 
2022.
120
Na minha rua tem uma porção de casas e prédios. Tem casas que
servem para morar, tem outras que servem para trabalhar. Quando os
prédios servem para morar, cha- mam-se prédios de apartamentos.
Na minha opinião, esses prédios deviam se chamar empilhamentos,
porque são uma porção de casas empilhadas umas em cima das
outras.
Na minha rua tem casas térreas, que são casas de baixinhas como a
da Terezinha. E tem casas altas, como a do Catapimba, que tem
escada dentro e chama sobrado. E tem a casa do Zeca, que fica em
cima da padaria. E tem o prédio onde mora o Alvinho, que é bem alto e
tem até elevador. Tem casas que ficam longe da calçada e outras que
ficam lá no fundo e tem jardim na frente, como a casa da Teresinha. E
tem umas que tem espaço grande nos fundos, quese chama quintal,
como a casa do Catapimba.
E na minha rua tem a minha casa. Minha casa não é tão grande nem
pequena e tem um jardim na frente com outra casa dentro: a casa do
meu cachorro, o Latildo!
Na minha rua tem muitos amigos e a gente gosta muito de brincar, uns
na casa dos outros.
Um dia, se você passar lá perto, venha conhecer a minha rua!
Ruth Rocha, A rua do Marcelo, São Paulo: Salamandra, 2001.
1 - Leia o texto e dê outro título para ele.
2- Qual é a ideia principal do texto?
3- Enumere os tipos de construção apresentados por Marcelo.
4- Copie a frase do texto que demonstra a amizade.
121
5- Marcelo mostrou vários tipos de moradias. A sua casa se parece com 
qual?
6- Você percebeu que o Marcelo presta atenção nos tipos de moradias
e espaços de convivência? Será que ele pretende ser um construtor
ou engenheiro? Escreva seu comentário.
7- Numere a segunda coluna de acordo com a primeira.
1ª COLUNA 2ª COLUNA
Reside num prédio alto com elevadores.
Ele mora em cima de um ponto comercial. No segundo andar. A casa dele 
tem um quintal enorme.
A sua casa tem um jardim na frente.
Querido cachorro da família. Tem uma casa 
dentro da casa do Marcelo.
Mora numa residência térrea. Ela é baixinha na estatura.
SE ESSA RUA FOSSE MINHA
DOMÍNIO POPULAR
Se essa rua, se essa rua fosse 
minha Eu mandava, eu mandava 
ladrilhar
Com pedrinhas, com pedrinhas de 
brilhantes Para o meu, para o meu 
amor passar
Nessa rua, nessa rua tem um 
bosque Que se chama, que se 
chama solidão Dentro dele, 
dentro dele mora um anjo Que 
roubou, que roubou meu coração
Se eu roubei, se eu roubei teu 
coração É porque, é porque te 
quero bem
Se eu roubei, se eu roubei teu 
coração É porque tu roubaste o 
meu também
122
1. Latildo ( )
2. Teresinha ( )
3. Marcelo ( )
4. Catapimba ( )
5. Zeca ( )
6. Alvinho ( )
8- Qual é a ideia mais importante deste poema?
9- Por que o autor não pode ladrilhar a rua?
10 - Cite três exemplos de espaço público que você conhece.
11 - Cite três exemplos de espaço privado que você conhece.
OS ESPAÇOS RELIGIOSOS
Ao passear por seu bairro ou por sua cidade você já deve ter visto
alguma construção feita para abrigar os seguidores de uma religião. Às
vezes vemos alguma igreja ou templo em que os fiéis daquela crença
frequentam para manifestar sua fé.
As pessoas que vivem em uma sociedade que têm maneiras diferentes
de pensar, por isso, existem várias religiões, pois cada pessoa tem seu
modo de crer e viver. Há pessoas que seguem religiões bem diferentes
da religião que você segue. E há também pessoas que seguem a
mesma religião que você. De qualquer forma, todas essas pessoas
merecem ter suas crenças respeitadas.
O modo diferente de crer e praticar suas religiosidades faz com que as
pessoas cons- truam edificações diferentes para manifestarem sua fé.
Disponível em : https://ensinarhoje.com/ensino-religioso-3o-ano-espacos-e-territorios-religiosos/. Acesso em 18 
mar. 2022.
123
12 - Observe abaixo exemplos de construções feitas para a prática 
religiosa.
Fonte: <https://ensinarhoje.com/wp-content/uploads/2021/04/EF03ER01-Identificar-e-respeitar-os-diferentes-
espacos-e-
territorios-religiosos-de-diferentes.png>. Acesso em: 24 mar. 2022
A.Você já foi em alguma construção religiosa? Se sim, qual?
B.Você conhece alguma construção religiosa que não seja da sua religião? Se 
sim, qual?
C.Converse com seus familiares sobre os lugares que consideram 
sagrados para sua família e depois escreva abaixo o nome desses 
lugares.
D. Descreva e desenhe como é a construção do lugar que você 
frequenta para mani- festar sua religiosidade.
124
3º 
Ano
 
MATERIAL DE
APOIO
PEDAGÓGICO
PARA
APRENDIZAGENS
Ensino Fundamental
2º Bimestre
GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS
SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS
ESCOLA DE FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL DE EDUCADORES
 SUMÁRIO
LÍNGUA PORTUGUESA...............................................................pág 01
Planejamento 1: Seleção de história para leitura e reconto.pág 02
Planejamento 2: Trabalhando e aprendendo com a fábula:
O leão e o mosquito..................................................................pág 07
Planejamento 3: Estatuto da Criança e do Adolescente na história
em quadrinhos......................................................................pág 16
Planejamento 4: Leitura e previsão do tempo.....................pág 25
Planejamento 5: Verbo..............................................................pág 33
Planejamento 6: Trabalhando a ortografia................................pág 37
ARTE........................................................................pág 44
Planejamento 1: A quadrilha.....................................................pág 44
EDUCAÇÃO FÍSICA....................................................................pág 49
Planejamento 1: Pega Pega linha..............................................pág 49
Planejamento 2: Pega Pega Harry Potter.............................pág 52
Planejamento 3: Dança do Jornal.........................................pág 55
Planejamento 4: Dança Maluca.................................................pág 58
MATEMÁTICA.......................................................................pág 61
Planejamento 1: Probabilidade e Estatística.........................pág 61
Planejamento 2: Figuras geométricas..................................pág 66
CIÊNCIAS............................................................................pág 72
Planejamento 1: Características dos Animais - parte 1.............pág 72
Planejamento 2: Características dos Animais - parte 2........pág 83
Planejamento 3: Características da Terra............................pág 87
GEOGRAFIA.........................................................................pág 93
Planejamento 1: Os diferentes modos de vida das populações
tradicionais mineiras............................................................pág 93
Planejamento 2: Impactos ambientais das atividades econômicas
no espaço rural e urbano.....................................................pág 97
Planejamento 3: Os processos naturais e históricos que modificam
a paisagem...............................................................................pág 101
Planejamento 4: Formas de representação do espaço em 
modelos bidimensionais e tridimensionais.........................pág 
105
HISTÓRIA...........................................................................pág 109
Planejamento 1: A importância dos patrimônios naturais
e culturais...........................................................................pág 109
Planejamento 2: Memória da cidade........................................pág 121
ENSINO RELIGIOSO.........................................................................pág 127
Planejamento 1: Espaços sagrados.....................................pág 127
 MATERIAL DE APOIO PEDAGÓGICO PARA APRENDIZAGENS 
SIGNIFICATIVAS
 
PRÁTICAS DE
LINGUAGEM
Leitura/escuta (compartilhada e autônoma). 
Oralidade.
OBJETO(S) DE 
CONHECIMENT
O:
HABILIDADE(S)
:
Participação nas
ati- vidades orais
– expo- sição oral.
Leitura e
interpreta- ção de
textos.
Linguagem e
cons- trução do
texto.
Participação
nas
atividades orais
reconto.
Relacionar os
conhe- cimentos
adquiridos com o
cotidiano(em
equipe e/ou
indivi- dual).
Participação nas
ati- vidades orais.
Relacionar os
conhe- cimentos
(EF35LP02) Selecionar livros da biblioteca e/ou do cantinho de 
leitura da sala de aula e/ou disponíveis em meios digitais para 
leitura individual, justificando a escolha e compartilhando com os 
colegas sua opinião, após a leitura. (EF15LP19) Recontar 
oralmente, com e sem apoio de imagem, textos literários lidos pelo 
professor.
(EF35LP18) Escutar, com atenção, apresentações de trabalhos
realizados por colegas, formulando perguntas pertinentes ao
tema e solicitando esclareci- mentos sempre que necessário.
(EF15LP19) Recontar oralmente,com e sem apoio de imagem, textos
literários lidos pelo professor.
(EF15LP09) Expressar-se em situações de intercâmbio oral com
clareza, preo- cupando-se em ser compreendido pelo interlocutor
e usando a palavra com tom de voz audível,boa articulação e
ritmo adequado.
(EF15LP12) Atribuir significado a aspectos não 
linguísticos(paralinguísticos) observados na fala, como direção do 
olhar, riso, gestos, movimentos da cabeça (de concordância ou 
discordância), expressão corporal, tom de voz. (EF15LP13) 
Identificar finalidades da interação oral em diferentes contextos 
comunicativos (solicitar informações, apresentar opiniões, 
informar, relatar experiências etc.).
(EF35LP19) Recuperar as ideias principais em situações formais 
COMPONENTE CURRICULAR
Língua Portuguesa
ÁREA DE CONHECIMENTO
Linguagens
REFERÊNCIA
Ensino Fundamental
ANO DE ESCOLARIDADE
3 o ano – 2 o bimestre
ANO LETIVO
2022
adquiridos com o
cotidiano(em
equipe e/ou
indivi- dual).
de escuta de exposições, apresentações e palestras.
(EF35LP19) Recuperar as ideias principais em situações formais de
escuta de
exposições, apresentações e palestras.
1
 PLANEJAMENTO
TEMA DE ESTUDO: Seleção de história para leitura e reconto
DURAÇÃO: 2 aulas
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS:
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
Esta é uma proposta de atividade permanente para trabalhar rodas
de leitura. Os campos de atuação priorizados nesta atividade são:
artístico-literário/vida coti- diana. O objetivo é enfatizar atividades que
busquem os efeitos de sentido dos textos multissemióticos, das
atividades poéticas, da brincadeira com a palavra e a imagem. Neste
nível de leitura, espera-se o trabalho das relações entre o verbal e não
verbal, buscando a intencionalidade da produção de mensagens. Os
gêneros priorizados são: contos (populares, de fadas, de assombração
etc.), cordel, crônicas, texto dra- mático. A esfera lúdica escolhida para
o 3º ano do Ensino Fundamental é o universo circense: Ler é um
espetáculo!
Esta atividade de roda de leitura pode ampliar a fluência e a
consolidação da leitura expressiva, de modo que, na dinâmica
proposta, os estudantes se constituam como mediadores de suas
próprias leituras. Assim, buscam-se novas interações com o livro de
maneira prazerosa, entendendo as histórias como fonte de múltiplas
informações e também de entretenimento. Por isso, tende-se a
compartilhar experiências pelo prazer da leitura, tendo como foco a
função lúdica, de encantamento com os textos, mas também pela
criticidade, pelo escutar o outro, pelo diálogo, principalmente por meio
da leitura coletiva e compartilhada.
B) DESENVOLVIMENTO:
1º momento:
O professor deverá preparar o ambiente em que serão realizadas as
rodas de leitura, os estudantes deverão ser distribuídos em círculo ou
semicírculo. É importante criar um ambiente agradável e, se possível,
fornecer tapetes ou almofadas para que os estudantes possam se
sentar de maneira confortável no chão.
Deixe os estudantes terem contato direto com livros. Em seguida junto
com a turma selecione um dos livros para contação de história.
2
Solicite que os discentes observem e respondam com base nas 
informações volta- das para critérios como:
• Título da obra.
• Nome do autor.
• Ilustrações (e a relação entre o texto verbal).
• Capa.
• Gênero.
Faça a leitura em voz alta para a turma com o intuito de que todos
visualizem o livro. A leitura deve ser realizada com o livro voltado para
as crianças, para que observem as ilustrações enquanto escutam a
história.
Logo após a leitura, inicie o momento das discussões para que os
estudantes apre- sentem pontos de vista destacando as informações
mais relevantes e a identificação do tema, personagens, enredo,
tempo e espaço, relacionando o texto com a reali- dade. Esses
elementos serão evidenciados pelo leitor por meio da interação com
fichas de perguntas, que ficarão no meio da roda. Cada ficha
apresentará um ques- tionamento:
QUEMÉ O AUTOR
DO 
TEXTO/OBRA?
QUAL O TÍTULO DO 
TEXTO/ LIVRO?
DO QUE O 
TEXTO/LIVRO FALA?
GOSTEI (NÃO 
GOSTEI) DA PARTE 
EM QUE…
ACHEI
ENGRAÇADO 
QUANDO…
NÃO SABIA QUE…
A ILUSTRAÇÃO QUE 
MAIS GOSTEI FOI…
INDICO O TEXTO AO 
MEU COLEGA 
PORQUE...
NÃO INDICO O 
TEXTO AO MEU 
COLEGA PORQUE...
Ainda em círculo ou semicírculo, um estudante escolhe uma ficha e
responde a questão com base na leitura da história . Desta maneira,
compartilha com o grupo as características da obra selecionada, de
maneira que todos possam ouvi-lo e com- preender sua participação.
Discuta com os estudantes sobre as respostas apresentadas,
observando se estão adequadas.
2º momento:
Propor o reconto oral da história com a participação de todos a partir
da apresenta- ção das imagens da história.
3
RECURSOS:
Fichas com as questões, livros literários, caderno , lápis , borracha e lápis de
cor.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
O processo de avaliação deverá ser contínuo, abrangendo todas as
práticas propos- tas, considerando as aprendizagens e os ítens:
participação individual e coletiva, socialização, interesse e realização
das atividades individuais.
 ATIVIDADES
1 - Registrar no caderno as respostas dos questionamento das fichas.
QUEMÉ O AUTOR
DO 
TEXTO/OBRA?
QUAL O TÍTULO DO 
TEXTO/ LIVRO?
DO QUE O 
TEXTO/LIVRO FALA?
GOSTEI (NÃO 
GOSTEI) DA PARTE 
EM QUE…
ACHEI
ENGRAÇADO 
QUANDO…
NÃO SABIA QUE…
A ILUSTRAÇÃO QUE 
MAIS GOSTEI FOI…
INDICO O TEXTO AO 
MEU COLEGA 
PORQUE...
NÃO INDICO O 
TEXTO AO MEU 
COLEGA PORQUE...
4
PRÁTICAS DE
LINGUAGEM
Oralidade.
Leitura/escuta (compartilhada e autônoma.
Análise linguística/semiótica (Ortografização).
OBJETO(S) DE 
CONHECIMENT
O:
HABILIDADE(S):
Participação nas atividades
orais
– características da
conversação espontânea.
Relacionar os conhecimentos
adquiridos com o cotidiano
(em equipe e/ou individual).
Relacionar os conhecimentos
adquiridos com o cotidiano
(em equipe e/ou individual).
Pontuação e entonação
expres- siva nos textos.
Relacionar os conhecimentos
adquiridos com o cotidiano
(em equipe e/ou individual).
Formação de palavras:
derivação classes
gramaticais (substantivos e
verbos)-funções na oração.
Leitura e interpretação de
textos– antecipação de
sentido.
(EF15LP11X) Reconhecer
características da conversação
espontânea presencial, respei- tando
os turnos de fala (momentos da fala),
selecionando e utilizando, durante a
conver- sação, formas de tratamento
adequadas, de acordo com a situação e
a posição do interlo- cutor.
(F15LP10) Escutar, com atenção, falas
de pro- fessores e colegas, formulando
perguntas per- tinentes ao tema e
solicitando esclarecimentos sempre que
necessário.
(EF35LP22) Perceber diálogos em
textos narra- tivos, observando o efeito
de sentido de verbos de enunciação e,
se for o caso, o uso de varie- dades
linguísticas no discurso direto.
(EF15LP13) Identificar finalidades da
interação oral em diferentes contextos
comunicativos (solicitar informações,
apresentar opiniões, informar, relatar
experiências etc.).
(EF03LP07) Identificar a função na
leitura e usar na escrita ponto final,
ponto de interroga- ção, ponto de
exclamação e, em diálogos (dis- curso
direto), dois pontos e travessão.
(EF35LP14) Identificar em textos e usar
na pro- dução textual pronomes
pessoais, possessivos e
demonstrativos, com o recurso coesivo
ana- fórico.
5
OBJETO(S) DE
HABILIDADE(S): CONHECIMENTO:
Levantamento de hipóteses. 
Leitura e interpretação de 
textos. Leitura e 
interpretação de textos. 
Leitura e interpretação de 
textos-
-inferência.
Identificação das partes que 
com- põem o enredo da 
história.
Palavras de ligação (coesão).
Relacionar os conhecimentos
adquiridos com o cotidiano
(em equipe e/ou individual).
Leitura e interpretação de
textos-
-compreensão global do
texto.
(EF15LP02A) Estabelecer expectativas
em rela- ção ao texto que vai ler
(pressuposições ante- cipadoras dos
sentidos, da forma e da função social
do texto), apoiando se em seus
conheci- mentos préviossobre as
condições de produção e recepção
desse texto,(o gênero, o suporte e o
universo temático, bem como sobre
saliências textuais, recursos gráficos,
imagens, dados da própria obra (índice,
prefácio etc.).
(EF15LP02B) Confirmar antecipações e
infe- rências realizadas antes e durante
a leitura de textos, checando a
adequação das hipóteses realizadas.
(EF35LP04 ) Inferir informações
implícitas nos textos lidos.
(EF35LP05) Inferir o sentido de palavras
ou expressões desconhecidas em
textos, com base no contexto da frase
ou do texto.
(EF35LP06) Recuperar relações entre
partes de um texto, identificando
substituições lexi- cais (de substantivos
por sinônimos) ou prono- minais (uso de
pronomes anafóricos–pessoais,
possessivos, demonstrativos) que
contribuem para a continuidade do
texto.
(EF35LP03) Identificar a ideia central do
texto,
demonstrando compreensão global.
6
 PLANEJAMENTO
TEMA DE ESTUDO: Trabalhando e aprendendo com a fábula: O leão e o
mosquito
DURAÇÃO: 03 aulas
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS:
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
Acreditando ser a leitura a porta de acesso para o sucesso dos
estudantes em sala de aula e na vida, pretendemos com uso do gênero
fábulas, despertar o gosto pelo ler, buscando incentivá-los a ler nas
entrelinhas o que o texto não mostra na primeira leitura, mas que a
partir da leitura mais profunda e prazerosa, cheguem a elementos que
antes passavam despercebidos.
Trabalhar com o gênero literário fábulas, levando em consideração o
conhecimento do leitor e a interação deste conhecimento com os
demais atores, desenvolve habili- dades que os tornam capazes de
entender e transmitir o ensinamento do texto, vol- tando esse
aprendizado para a realidade em que vivem hoje, proporcionando mudan-
ças significativas.
Do Latim, Fábula significa “história, jogo ou narrativa”. Enquanto gênero
discursivo, é desenvolvida a partir dos elementos essenciais
característicos dos tipos de tex- tos narrativos, como personagens
(protagonista, antagonista e coadjuvante), narra- dor (personagem,
observador ou onisciente), foco narrativo (1º ou 3º pessoa), tempo
(cronológico ou psicológico) e espaço (onde acontece a história).
Com relação às características do gênero fábula, podemos dizer que se
trata de uma composição literária em prosa e, de maneira geral,
bastante breve. Os persona- gens das fábulas são animais que se
personificam, ou seja, adquirem características dos seres humanos.
Com relação ao público infantil, a fábula representa um importante
espaço para a disseminação de valores essenciais às relações sociais,
como ética, amizade, res- peito às diferenças, humildade, generosidade
etc. Por essa razão, podemos dizer que as fábulas são textos bastante
eficientes no que se refere aos aspectos didático- pedagógicos, já que
abordam conflitos inerentes à vida dos seres humanos em socie- dade
de maneira lúdica.
Outra característica que torna a fábula um gênero discursivo bastante
didático-
-pedagógico é a explicitação da “Moral da história”, que é uma
interpretação ou
7
análise breve a respeito da história, sendo geralmente exposta após o
desfecho da narrativa. É importante ressaltar que nem todas as fábulas
apresentam a “Moral da história” ao final.
Muitos estudiosos acreditam que as primeiras Fábulas tenham sido
criadas oral- mente, no século 6 a.C., por um escravo da Grécia Antiga
chamado de Esopo. Grande parte das fábulas de Esopo é conhecida,
sobretudo, em virtude das contribuições de Jean de La Fontaine, um
escritor francês que se dedicou a passar para o papel as histórias de
Esopo, eternizando-as.
B) DESENVOLVIMENTO
1º Momento:
Inicie informando que nosso texto de hoje tem haver com a imagem que vai
mostrar.
Projete a imagem ou apresente o cartaz propondo que os estudantes
observem e falem sobre o que estão vendo.
CONTOS DE ENCANTAR. O leão e o mosquito. Disponível em: <http://contosencantar.blogspot.com/2010/08/o-leao-e-
o-
mosquito_30.html>. Acesso em: 09 abr. 2022.
Em seguida pergunte sobre a cena:
• Quem são os animais que aparecem na cena?
• O que vocês acham que está acontecendo ou vai acontecer? 
(deixar as crian- ças falarem sobre suas hipóteses).
• Logo após, anuncie que hoje iremos trabalhar com o gênero textual 
FÁBULAS.
• O que são fábulas?
• Para que servem?
• De onde se originaram?
8
Professor, ouça as respostas dos estudantes e contribua com
informações sobre este gênero: Fábulas são histórias curtas que
apresentam uma moral ou lição ao final e animais com características
humanas. Essas narrativas registram as experiências e o modo de vida
dos povos. Fale das origens e principalmente de Esopo, que iremos
conhecer nesta aula. Diga-lhes que “Esopo” é de uma época em que os
povos se divi- diram basicamente em dois grupos: os mais fortes e os
mais fracos. Um povo queria dominar o outro. Guerreavam entre si e
quem perdia era transformado em escravo, podendo ser vendido ou
comprado como mercadoria. Esopo também foi um escravo. Dizem que
apresentava uma aparência física feia, mas ninguém duvidava que era
muito inteligente. Ele dava conselhos através das fábulas.
Pergunte se alguém pode dar um dica sobre qual pode ser do título da
fábula e o que eles acham que pode ser o assunto de uma história
onde aparecem um leão e um mosquito. (Espera-se que digam
características como a força do leão, que é o rei da floresta e o
mosquito é tão pequeno, mas pode amolar bastante, principalmente
nos dias de calor.
Continue perguntando se eles acham que alguém vai se dar mal e quem será,
por quê?
2º Momento:
Leia toda a fábula e ao final, questione se suas hipóteses iniciais foram
confirmadas.
O leão e o mosquito
Um leão ficou com raiva de um mosquito
que não parava de zumbir ao redor de
sua cabeça, mas o mosquito não deu a
mínima.
— Você está achando que vou ficar com
medo de você, só porque você pensa que
é rei?— disse ele altivo e em seguida
voou para o leão e deu uma
picada ardida no seu focinho. Indignado, 
o leão deu uma patada no mosquito, 
mas a única coisa
que conseguiu foi arranhar-se com as próprias
garras.
Disponível em:
<https://i.ytimg.com/
vi/2PsKfZzTSCQ/hqdefault.jp
g>. Acesso em: 09 abr.
2022
O mosquito continuou picando o leão, que começou a urrar como um louco.
No fim, exausto, enfurecido e coberto de feridas provocadas por seus 
próprios den- tes e garras, o leão se rendeu.
9
O mosquito foi embora zumbindo, para contar a todo mundo que tinha 
vencido o leão, mas entrou direto numa teia de aranha.
Ali, o vencedor do rei dos animais encontrou seu triste fim, comido por uma 
aranha
minúscula.
Moral: Muitas vezes o menor de nossos inimigos é o mais terrível.
Após a leitura pergunte sobre a moral que apareceu no final desta fábula.
Distribuía a fábula em folhas xerografadas e peça que a encontrem e leiam
em voz alta.
Pergunte sobre o que entendem sobre ela. Espera-se que digam que
não podemos menosprezar ninguém pelo fato de ser pequeno,
aparentemente sem poder algum, o mosquito apesar de pequeno
conseguiu fazer a proeza de derrotar o leão. Porém, acabou sendo
derrotado pela arrogância em querer se vangloriar de tal conquista.
Saber vencer com dignidade e respeito pelo adversário.
Pergunte quais características eles perceberam nos dois personagens
que são comuns aos seres humanos. Espera-se que respondam que o
leão é forte, domina- dor, grande, enquanto que o mosquito pequeno,
aparentemente frágil, foi corajoso, mas orgulhoso e arrogante.
Peça que falem outra moral que poderia ser adequada ao texto. Ouça
todas as possi- bilidades e discuta com a sala se são viáveis com o que
foi lido.
3º Momento:
Ressalte que o texto tem o narrador e personagens. Solicite-os a
encontrar no texto as falas de cada um.Diga que as falas dos
personagens vêm marcadas pelo traves- são.(Identificar no texto).
Dividir a turma em dois grupos:
Grupo 1. Vai fazer a leitura com fala do 
narrador. Grupo 2. Vai fazer a leitura como o 
mosquito.
Agora repetiremos a leitura com trêsestudantes (um será o narrador
,outro será o mos- quito e um será o leão), lembrando que o leão não 
tem fala , mas demonstra reações.
Leia para a turma o trecho abaixo. Em seguida, questione sobre as palavras 
“Você está achando que vou ficar com medo de você, só porque você
pensa que é rei? — disse ele altivo e em seguida voou para o leão e deu
uma picada ardida no seu focinho”.
grifadas.
10
Em seguida pergunte a quem se refere tais palavras. Informe que estas
palavras são chamadas de pronomes.
Questione os estudantes sobre o que aprenderam a respeito de fábulas.
4º momento:
Solicitar aos estudantes que digam algumas palavras do texto,
enquanto isto, vá escrevendo-as no quadro.
Em seguida separe-as em sílabas batendo palmas. Logo após escreva
a separação de sílaba ao lado de cada palavras e diga que elas são
classificadas pelo número de sílabas ou seja:
MONOSSÍLABAS = UMA SÍLABA 
DISSÍLABA = DUAS SÍLABAS 
TRISSÍLABA = TRÊS SÍLABAS 
POLISSÍLABA 4 = QUATRO 
SÍLABAS
RECURSOS:
Folhas xerografadas, caderno,lápis, borracha, cola e lápis de cor.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
O processo de avaliação deverá ser contínuo, abrangendo todas as
práticas propos- tas, considerando as aprendizagens e os ítens:
participação individual e coletiva, socialização, interesse e realização
das atividades individuais.
 ATIVIDADES
Atividades para o 2º momento:
1 – Após leitura e introdução da fábula responda no caderno.
A) Qual o título da fábula?
11
B)Quais são os personagens da fábula?
C) Por que o leão ficou com raiva?
D) Qual foi a reação do mosquito diante da fúria do leão?
E)Qual foi a reação do leão quando ficou indignado com as investidas do 
mosquito?
F)O que o leão fez quando viu que o mosquito não parava de picá-lo?
G) Por que o leão se rendeu?
H) O mosquito iria contar sua proeza para todo mundo. O que 
aconteceu que o impe- diu de contar?
12
I)O mosquito se considerava o vencedor do rei dos animais. Por quê?
J) O mosquito não conseguiu o seu feito. Afinal qual foi o fim do mosquito?
K)Qual a moral da fábula?
L) Na sua opinião o que aconteceu com o mosquito foi porque ele agiu mal 
com o
leão? Justifique sua resposta.
Atividades para o 3º momento:
Leia o texto novamente e pinte de azul
a fala do narrador e de amarelo a fala
do mosquito.
Agora você vai colorir de vermelho as
reações do leão.
Grife no texto o trecho onde aparece o
traves- são (indicando fala de alguém)
e responda de quem é a fala?
Copie a pergunta que o mosquito fez ao leão.
Disponível em:
https://lojasaraiva.vteximg.com.
br/arquivos/ids/1841928-287-
426/123463644.
jpg?v=637005540591070000.
Acesso em: 09 abr. 2022
13
Atividades para o 4º momento:
Observe o trecho abaixo e complete o quadro de acordo com o que se 
pede, usando as palavras destacadas.
USINA DAS LETRAS. O leão e o mosquito. Disponível em: <https://www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.
php?cod=554&cat=Infantil&vinda=S>. Acesso em: 09 abr. 2022.
PALAVRA SEPARAÇÃ
O
Nº DE
SÍLAB
A
CLASSIFICAÇÃ
O
Disponível em: <https://encrypted-
tbn0. gstatic.com/images?
q=tbn:ANd9GcTsK3M-
w6aRUU25j9qFCMVVWm5GuGEwLPa
cQA-
Q&usqp=CAU
>. Acesso em: 09
abr. 2022.
MOSQUIT
O
MOS - QUI -
TO
3 TRISSÍLABA
14
Observe o trecho abaixo:
"Você está achando que vou ficar com medo de você, só porque você
pensa que é rei? -- disse ele altivo e em seguida voou para o leão e 
deu
 uma picada ardida no seu focinho"
Responda a quem se refere as palavras abaixo: VOCÊ: 
ELE: SEU: 
15
PRÁTICAS DE
LINGUAGEM
Leitura/escuta (compartilhada e autônoma).
OBJETO(S) DE CONHECIMENTO: HABILIDADE(S):
Leitura e interpretação de
textos. Linguagem e
construção do texto.
Leitura e interpretação de
histórias em quadrinhos e
tirinhas.
Linguagem e construção de
histórias em quadrinhos e
tirinhas.
Relacionar os conhecimentos
adqui- ridos com o cotidiano
(em equipe e/ ou individual).
Leitura e interpretação de
textos.
(EF15LP18) Relacionar texto com
ilustrações
e outros recursos gráficos.
(EF15LP14) Construir o sentido de
histórias em quadrinhos e tirinhas,
relacionando ima- gens e palavras e
interpretando recursos gráficos
(tipos de balões, de letras, onoma-
topeias).
(EF15LP04) Identificar o efeito de
sentido produzido pelo uso de
recursos expressivos gráfico-visuais
em textos multissemióticos.
 PLANEJAMENTO
TEMA DE ESTUDO: Estatuto da Criança e do Adolescente na história em
quadrinhos
DURAÇÃO: 2 aulas
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS:
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
As histórias em quadrinhos são narrativas gráficas, ou seja, histórias
narradas com- postas por imagem e texto. Sua denominação varia
entre arte sequencial (nome atri- buído pelo famoso quadrinista
americano Will Eisner), narrativa figurada e literatura ilustrada. As
histórias em quadrinhos podem ser vistas como revistas ou em jornais,
no formato de tirinhas.
No Brasil, Manuel de Araújo Porto-Alegre ficou muito conhecido como o
primeiro quadrinista do país, tendo produzido, inicialmente em
litografia, a primeira sátira e a primeira revista ilustrada de humor no
país.
Em 1905, foi lançada a revista Tico-Tico, considerada a primeira revista
em quadri- nhos do Brasil, desenhada por Renato de Castro. Em 1930,
as tirinhas passaram a compor a revista, com personagens famosos do
exterior, como o camundongo Mic- key Mouse e O Gato Félix, que
passam a ser publicados no Brasil.
16
Em 1960, Ziraldo, famoso cartunista brasileiro e o criador de o Menino
Maluquinho, lançou a revista Turma do Pererê. Nesse mesmo ano,
nasceram os primeiros perso- nagens de Mauricio de Sousa, outro
grande cartunista brasileiro: Cebolinha, Cascão (1961) e Mônica (1963),
criando, assim, a Turma da Mônica, que passou a ser publicada na Folha
de São Paulo e, posteriormente, ganhou sua própria revista.
O objetivo das histórias em quadrinhos é divertir e também informar.
Características
• Balões de variados tipos e formas que mostram os diálogos dos 
personagens ou suas ideias.
• Possui elementos básicos de narrativa, tais como personagens, enredo, 
lugar,
tempo e desfecho.
• Sequência de imagens que montam uma cena.
B) DESENVOLVIMENTO:
Inicie a aula com uma conversa compartilhada sobre
o tema. Solicite às crianças que discutam com seus
coleguinhas sobre:
• As crianças têm direitos?
• Que direitos são esses?
Informe que existe um documento onde os direitos da Criança e do
Adolescente, chamado ECA, reúne um conjunto de regras a respeito do
direito da criança.
Vamos conhecê-lo?
Apresente o texto projetado em data show e em folhas impressas
(podem usar as revistinhas em quadrinhos, caso preferirem).
BRASIL. Turma da Mônica em: O Estatuto da Criança e do
Adoelescente. Secretaria Nacional dos Direitos da Criança e do
Adolescente. Disponível em: <https://www.
gov.br/mdh/pt-br/assuntos/noticias/2020-2/julho/gibi-adapta-
linguagem-do-es- tatuto-da-crianca-e-do-adolescente-eca-para-publico-
infantil/estatuto_SNDCA_ uso_digital_APPeWEBconvertido.pdf>. Acesso
em 09 abr. 2022.
Peça aos estudantes que façam a leitura silenciosa (3X) da história em
quadrinhos em que o Franjinha apresenta o ECA seus amigos.
17
Imagem 1
18
Imagem 2
19
Imagem 3
20
Imagem 4
Após a leitura realizada pelos estudantes, solicitar que observem os
elementos das imagens e os recursos gráficos (letras, pontuação,
balões, expressões e sentimen- tos dos personagens).
Leia para eles e os oriente a relacionarem as imagens, palavras ,
balões, expressões da história em quadrinhos.
Diga que a história em quadrinhos é um gênero textual e tem como
objetivo divertir e também informar e que no Brasil elas também são
conhecidas como gibis, ou revis- tas em quadrinhos.
21
2º Momento:
Atividades no caderno.
RECURSOS:
Cartaz e ou revistinhas em quadrinhos,folhas impressas,lápis de cor.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
O processo de avaliação deverá ser contínuo, abrangendo todas as
práticas propos- tas, considerando as aprendizagens e os ítens:
participação individual e coletiva, socialização, interessee realização
das atividades individuais.
O ECA oficial não é apresentado em forma de história em quadrinhos ou 
(HQ). Para
quem você imagina que ele foi escrito dessa forma ?
Por quê?
No primeiro quadrinho Franjinha apresenta o ECA aos amigos. Eles já 
conhecem esse Estatuto?
Como podemos deduzir isto?
22
ATIVIDADES
A expressão de Franjinha nesse primeiro 
quadrinho mostra: ( ) que ele também não sabe o 
que é ECA.
( ) que ele está curioso para conhecer o ECA.
( ) que ele está empolgado para mostrar o ECA para os amigos.
De acordo com Franjinha para que serve
o ECA?
Disponível
em:<https://www.
muralzinhodeideias.com.br/wp-content/
uploads/2020/07/turmadamonica-
divulgacao9. jpg>. Acesso em 10 de maio
de 2022.
Nesta HQ há textos em balões e textos fora de balões. Sobre isso ligue as 
colunas:
Textos em balões. • Indicam a fala do narrador.
Textos fora de balões. • Indicam a fala dos personagens.
Dos direitos da criança apresentados na HQ, qual você acha mais 
importante? Justi-
fique:
24
PRÁTICAS DE
LINGUAGEM
Leitura/escuta (compartilhada e autônoma).
Análise linguística/semiótica (Ortografização).
OBJETO(S) DE 
CONHECIMENT
O:
HABILIDADE(S)
:
Leitura e interpretação de 
textos-
-pesquisa.
Leitura e interpretação de
textos que circulam em
campos da vida social.
Relacionar os
conhecimentos adquiridos
com o cotidiano (em equipe
e/ou individual).
Construção do Sistema
Alfabé- tico.
Relacionar os
conhecimentos adquiridos
com o cotidiano (em equipe
e/ou individual).
Ortografia:uso dos dígrafos lh, 
nh,
ch.
Relacionar os
conhecimentos adquiridos
com o cotidiano (em equipe
e/ou individual).
Ortografia:uso do dicionário.
Uso do H inicial.
Grafia de palavras.fonema-
gra- fema irregulares.
Relacionar os
conhecimentos adquiridos
com o cotidiano (em equipe
e/ou individual).
(EF35LP17) Buscar e selecionar, com o apoio
do pro- fessor, informações de interesse
sobre fenômenos sociais e naturais, em
textos que circulam em meios impressos ou
digitais.
(EF15LP01X) Identificar a função social de
textos que circulam em campos da vida social
dos quais parti- cipa cotidianamente (a casa,
a rua, a comunidade, a escola) e nas mídias
impressa, de massa e digital, reconhecendo
para que foram produzidos, onde cir- culam,
quem os produziu e a quem se destinam e a
sua importância no meio/vida social.
(EF03LP02) Ler e escrever corretamente
palavras com sílabas CV, V, CVC, CCV, VC,
VV, CVV, identificando que existem vogais em
todas as sílabas.
(EF03LP03) Ler e escrever corretamente
palavras com os dígrafos lh,nh,ch.
(EF35LP12) Recorrer ao dicionário para
esclarecer dúvidas sobre a escrita de
palavras, especialmente no caso de palavras
com relações irregulares fonema-
-grafema.
(EF35LP13) Memorizar a grafia de palavras de
uso fre- quente nas quais as relações fonema-
grafema são irregulares e com h inicial que
não representa fonema.
(EF03LP10) Reconhecer prefixos e sufixos
produtivos na formação de palavras
derivadas de substantivos, de adjetivos e de
verbos, utilizando-os para com- preender
palavras e para formar novas palavras.
 PLANEJAMENTO
TEMA DE ESTUDO: Leitura e previsão do tempo
DURAÇÃO: 2 aulas
25
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS:
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
O gênero injuntivo, também conhecido como instrucional, tem a função
de explicar e expor métodos, maneiras e instruções a fim de
demonstrar como uma ação deve ser realizada.É um gênero que
apresenta a necessidade de um interlocutor ao qual o discurso se
dirige e tem como principal objetivo a realização de alguma ação por
parte dele, modificando de alguma maneira o seu comportamento, na
medida em que fornece instruções e indicações para a execução de
uma tarefa ou mesmo a recomendação sobre a forma de uso de um
determinado objeto.
A linguagem utilizada no gênero é normalmente simples, clara, direta e
objetiva. É característica, por conta da necessidade de um interlocutor,
a existência de verbos no imperativo, indicando as ações que devem
ser realizadas por meio de “ordens” para sua realização. É comum que
esse tipo de texto também se utilize de descrições sobre objetos, ou
ações, de modo a informar o leitor com precisão para que ele possa
realizar as ações indicadas.
TEXTO PREDITIVO
O texto preditivo prediz, ou seja, diz antes. De fato, o entendimento do
termo é a exata compreensão de seu contexto. O gênero preditivo é
aquele cujo discursos indica uma previsão, dar uma informação sobre o
futuro, de forma a antecipar os eventos que, segundo o enunciador,
deverão ocorrer.
É um gênero que abarca textos como previsões do tempo,
horóscopo, profe- cias e mesmo alguns provérbios. Como principal
característica, apresenta seus verbos no futuro do presente e, por
vezes, o presente do indicativo. É comum o uso de expressões com
valor de futuro, além da existência de interlocução.
B) DESENVOLVIMENTO:
1º momento:
Apresentar a imagem abaixo e relacionar os símbolos com o seus
significados.
Observar os símbolos abaixo e relacione-os ao texto de hoje (deixar
que os estudan- tes falem sobre cada um , levantando hipóteses sobre
o assunto).
26
Imagem 1
Ensolarad
o
Parcialmente
nublado
Chuvoso Encoberto
Perguntar se já vieram estes símbolos e
onde?
Em seguida apresentar o texto em folha impressa e peça que os estudantes
leiam.
Ler o texto e confirmar ou não as hipóteses relativas ao seu conteúdo.
Perguntar para que serve este texto.
Dividir a turma em grupos e distribuir fichas maiores com os símbolos
e seus signi- ficados para que os representantes de cada grupo façam
a relação,apresentando as fichas conforme abaixo:
• Grupo 1: Previsão do tempo para o estado do Rio de Janeiro.
• Grupo 2: Previsão do tempo para Recife, Natal, Salvador, Manaus e Boa 
Vista.
• Grupo 3: Nome da cidade que terá dia ensolarado.
• Grupo 4: região do Brasil onde está prevista a chegada de uma 
frente fria que deixará o tempo com nuvens, chuvas isoladas no 
leste da Bahia e interior.
2º Momento:
Veja a imagem e observe as palavra : CHOVE E MOLHA, nelas a letra H se 
junta com C ou o L formando CH e LH.
27
Imagem 2
Disponível em:<https://www.otempo.com.br/image/contentid/policy:1.2333694:1588760899/image.
jpeg?f=3x2&w=940&$p$f$w=3034e85>. Acesso em: 10 maio 2022.
Você conhece outras letras que se juntam com o h? Quais?(nh)
Diga palavras com NH, CH (faça as intervenções adequadas, caso o
estudante diga alguma palavra incorretamente)
RECURSOS:
Folhas impressas, fichas.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
O processo de avaliação deverá ser contínuo, abrangendo todas as
práticas propos- tas, considerando as aprendizagens e os ítens:
participação individual e coletiva, socialização, interesse e realização
das atividades individuais.
 ATIVIDADES
1 – Complete o quadro abaixo, qual a previsão de tempo para:
Aracaju – João Pessoa Florianópolis – Goiânia – Maceió - 
Teresina
2– Previsão do tempo para os dias
• 4 de setembro de 2003: 
• 5 de setembro de 2003: 
28
3– Observe a imagem abaixo e responda;
Imagem 3
A) Qual a temperatura máxima previstas para:
Guarulhos 
B)E a porcentagem da chance de chuva para:
Campos do Jordão 
Atividades para o 2º momento:
1 – ESCREVA A SÍLABA QUE FALTA PARA COMPLETAR O NOME DE CADA IMAGEM
Imagem 4 Imagem 5 Imagem 6
 COLATE GALI TE DO
Sendo assim, podemos dizer que, quando a letra h está entre uma
consoante e uma vogal, como por exemplo nas palavras
chocolate/galinha/telhado, o encontro dessas duas letras: lh chamamos
de dígrafo!
29
2– Complete as palavras abaixo usando os dígrafos: lh,nh,e ch corretamente:
____eia ____amada ____egar fi____a ve____a
____ave ti____a so____o fa____ sozi____o
carri____o reba____o bo____a bola____a ma____uca
vizi____a o_____o te_____domi____oca vi____o
3– Organize as palavras da lista anterior nas colunas corretas.
NH LH CH
4- Descubra as adivinhas:
Inseto que produz mel. Cai em pé e corre 
deitado.
É a fêmea do galo.
É uma delícia de 
alimento
,que do cacau é feito.
Deles são feitos o fubá
e a pamonha.
Dizem que ele é o 
melhor amigo do 
homem.
30
5- Leia o texto abaixo
Imagem 7
6– Circule todas as palavras com h.
7– Agora pinte da mesma cor as palavras que têm a mesma origem ou sejam 
mesmo
prefixo ou derivação.
Hóspede Habitante Hábil
Hotel Humano Habilidade
Habitante Humor Horta
Horário Hospedaria Hospedage
m
Habitar Humanidad
e
Hotelaria
Hora Hortaliça Hoteleiro
8– Procure no dicionário as palavras abaixo e marque as corretas:
( ) 
Hunido
( ) 
Hunivers
o
(
)
 
H
elicóptero 
( ) 
Hipopóta
mo
( ) 
Higiene
(
)
 
Humanitári
o
31
PRÁTICAS DE
LINGUAGEM
Análise linguística/semiótica (Ortografização).
OBJETO(S) DE 
CONHECIMENT
O:
HABILIDADE(S)
:
Relacionar os conheci-
mentos adquiridos
com o cotidiano (em
equipe e/ou
individual).
(EF03LP08) Identificar e diferenciar, em
textos, subs- tantivos e verbos e suas funções
na oração: agente, ação, objeto da ação.
(EF03LP10) Reconhecer prefixos e sufixos
produtivos na formação de palavras derivadas
de substantivos, de adjetivos e de verbos,
utilizando-os para compreender palavras e
para formar novas palavras.
 PLANEJAMENTO
TEMA DE ESTUDO: Verbo
DURAÇÃO: 1 aula
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS:
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
Temos como objetivo principal demonstrar a importância de ensinar o
verbo, mas não sem considerar o efetivo uso da linguagem. Ou seja,
somente nas interações efe- tivas é que os professores poderão
exemplificar para os estudantes que o trabalho com a gramática
tradicional serve de base para a reflexão linguística.
Entende-se que os estudantes podem adquirir competência para lidar
com os refle- xos dos seus enunciados; sempre tendo o texto como
suporte, a partir dos mais variados gêneros discursivos.
Não é adequado ensinar os verbos descolados da função comunicativa
dos textos. Dessa forma, os estudantes não percebem os diferentes
efeitos que eles, os verbos, podem produzir no uso da língua culta.
Como passo inicial, torna-se importante que o educador enfatiza a
importância dos verbos – dada a sua recorrência e importância
mediante as situações corriqueiras de interlocução. Nesse sentido,
podemos afirmar que os verbos desempenham uma função vital em
qualquer língua. É exatamente em torno deles que se organizam as
33
orações e os períodos e, consequentemente, é em torno deles que a 
estruturação do pensamento e a formulação de nossas ideias se 
concretizam.
B) DESENVOLVIMENTO:
Apresente o trecho abaixo em folha xerografada.
 
Em seguida leiam juntos.
Diga que neste texto temos substantivos e verbos. Os substantivos são
aqueles que nomeiam as coisas, objetos, lugares e pessoas. E verbos
apresentam a ação desses objetos e ou pessoas.
Pergunte:
• Vocês sabem dizer quais são os substantivos?
• (VOVÔ/MANHÃZINHA/COMIDA/GALINHAS/LEITE/CAFÉ/MENINO/
CIDADE/ CELULAR/CARROÇA).
• Solicitar que grifem no texto os substantivos.
• Agora vamos descobrir os verbos deste texto ,sabendo que os 
verbos indicam a ação dos substantivos.
Leia para turma cada frase e solicite que eles digam qual é o verbo, 
explicitando sem- pre a ação. Solicite que circulem os verbos.
Em seguida fazer as atividades no caderno.
RECURSOS:
Folhas impressas.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
O processo de avaliação deverá ser contínuo, abrangendo todas as
práticas propos- tas, considerando as aprendizagens e os ítens:
participação individual e coletiva, socialização, interesse e realização
das atividades individuais.
34
“O vovô levantou de manhãzinha. Deu comida às galinhas, esquentou 
o leite, passou um café e acordou o menino:
– Levanta, que vamos à cidade comprar um celular.
O menino ficou pronto rapidinho. Depois correu para a carroça.
 ATIVIDADES
1 – De acordo com o 
texto, que palavras indicam as ações feitas pelos personagens? O que 
o vovô fez 
O que o menino fez 
2– Vejam as imagens abaixo e completem com os verbos:
Imagem 1
O menino bola.
Imagem 2
Ricardo melancia.
Imagem 3
As crianças no 
par- quinho.
Imagem 4
O homem a noite 
toda.
35
3– Complete as frases com os verbos de acordo com as ações dos 
profissionais:
A)O professor seus estudantes.
B)O motorista o carro com prudência.
C) O pianista muito bem.
D) O burrinho a carroça.
E)O passarinho para o ninho.
36
PRÁTICAS DE
LINGUAGEM
Análise linguística/semiótica (Ortografização).
OBJETO(S) DE 
CONHECIMENT
O:
HABILIDADE(S)
:
Grafia de palavras
fonema-
-grafema irregulares.
Emprego de letras e
sons: fortes e nasais.
Relacionar os
conhecimen- tos
adquiridos como cotidia-
no(em equipe e/ou
individual.
(EF03LP01) Ler e escrever palavras com
corres- pondências regulares contextuais
entre grafemas e fonemas–c/qu; g/gu; r/rr;
s/ss; o (e não u) e e (e não i) em sílaba átona
em final de palavra–e com marcas de
nasalidade (til,m,n).
 PLANEJAMENTO
TEMA DE ESTUDO: Trabalhando a ortografia
DURAÇÃO: 1 aula
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS:
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
A maneira como a escola ensinava e ensina a ortografia precisa ser
reelaborada, sem que se chegue ao extremo de abandonar o
estudante sem nenhuma explicação ou sistematização de regras.
No início, o objetivo pode ser apenas escrever livremente, porém,
depois que o estu- dante conseguir escrever com certa fluência, está
na hora de preocupar-se com a grafia das palavras de acordo com o
modelo ortográfico estabelecido, lembrando sempre que dominar a
ortografia é algo que vem com o tempo (CAGLIARI e MASSINI-
-CAGLIARI, 2001).
É fundamental observar e refletir sobre os erros ortográficos, pois eles
fornecem sub- sídios a respeito das hipóteses ou dos conhecimentos já
adquiridos pelos estudantes.
37
B) DESENVOLVIMENTO:
1º momento:
Diga aos estudantes que eles farão uma revisão de um texto que um 
estudante escre- veu mas cometeu erros quanto ao uso das letras G e Gu 
ao grafar algumas palavras.
Entregue a atividade aos estudantes.
Projete a atividade para que acompanhem a leitura (caso não tenha 
como projetar faça a leitura convencionalmente e peça para que 
acompanhem com o texto impresso).
Disponível em: <https://planosdeaula.novaescola.org.br/fundamental/3ano/lingua-portuguesa/g-ou-gu/3646>.
Acesso em: 11 abr. 2022.
Em seguida explique que eles devem localizar as palavras grafadas
erradas e sinalizar com lápis de cor ou caneta marca texto. Faça
intervenções, contraponha exemplos e auxilie os estudantes a
explicitar a escolha feita, o objetivo da atividade é refletir sobre a
escrita das palavras.
A atividade tem como foco a utilização dos conhecimentos já
construídos pelos estu- dantes sobre as regularidades no som da letra
G, a atividade favorece que exercitem o que já sabem a respeito das
diferentes grafias possíveis para a representação dos diferentes sons
empregados em uma mesma letra.
Questione qual foi o erro cometido em cada situação. Por exemplo: Por
que a palavra consegui se escreve com gui? E qual o som produz? Quais
letras aparecem depois de Gu que formam o mesmo som? A letra G
seguidas pelas vogais E ou I produzem qual som?
Após a análise com a turma de cada palavra, escreva no quadro as palavras
corretas.
Oriente os estudantes para que façam uma autocorreção. Caso
demonstrem dificul- dade em compreender alguma palavra, auxilie
realizando a leitura da mesma e dando exemplos de palavras com o
mesmo som, a fim de que reflitam nas correspondên- cias e
regularidades.38
Os estudantes podem consultar os registros feitos para elaborar uma
dica, ou seja, construir em dupla uma regra que favoreça a
antecipação do contexto em que é cor- reto usar uma ou outra
situação. Professor, circule pelas duplas chamando a atenção para o
fato de que a falta ou acréscimo de uma letra pode mudar o som e até
mesmo o sentido da palavra.
2º momento:
Disponível em: <https://planosdeaula.novaescola.org.br/fundamental/3ano/lingua-portuguesa/s-ou-ss/3308>.
Acesso em: 11 abr. 2022.
Peça aos estudantes que observem as imagens e analisem qual é a
escrita correta. Faça intervenções, contraponha exemplos e auxilie os
estudantes a explicitar o que entenderam. Estimule a reflexão sobre as
possíveis interferências da variedade falada na escrita.
Questione: O que percebem em cada situação? Será que o significado da palavra
muda
de acordo com a escrita?
Embora as palavras tenham de corresponder às imagens, é possível
descobrir que muitas palavras apresentam a mesma sonoridade, mas a
escrita muda seu signifi- cado, por isso é importante trabalhar com as
irregularidades contextuais.
Peça que digam qual é a escrita correta de acordo com a imagem e
justifique a esco- lha. O estudo da letra S é uma oportunidade para que
eles reflitam sobre o modo como as letras representam sons,tendo
como base a descoberta das regularidades.
39
Observe as imagens e analise junto com seus colegas qual é a escrita 
correta.
MESES OU MESSES?
Imagem 1
SAPO OU SSAPO?
Imagem 3
SOL OU
SSOL?
Image
m 2
PESSO
AS OU
PESOA
S?
Image
m 4
Continue o questionamento sobre a escrita correta de acordo com a
imagem e jus- tificando a escolha. Continue fazendo intervenções que
os ajudem a refletir sobre as regularidades. Para isso, faça perguntas
como: É possível usar SS no começo ou no fim, Como podemos saber
se no meio da palavra usamos S ou SS? As letras que aparecem antes
e depois são vogais? Qual som a letra S representa nesta palavra?
Realize a correção/socialização no coletivo, para isso projete a
atividade (se não puder projetar, escreva as palavras corretas no
quadro ou em folhas coloridas e fixe no painel).
Peça aos estudantes que verifiquem a escrita e façam uma
autocorreção, pois possi- bilita a validação ou refutação do erro,
intencionalizando a atividade.
RECURSOS:
Folhas impressas,cartazes com imagens ou datashow.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
O processo de avaliação deverá ser contínuo, abrangendo todas as
práticas propos- tas, considerando as aprendizagens e os ítens:
participação individual e coletiva, socialização, interesse e realização
das atividades individuais.
40
 ATIVIDADES
1 – Observe as imagens e as palavras.
GUITARRA
Imagem 5
M
A
N
G
U
E
I
m
a
g
e
m
 
6
Separe as sílabas das palavras e circule a sílaba em que a 
letra G aparece. Que letras formam cada sílaba?
GUI 
GUE 
Nestas sílabas todas as letras são pronunciadas? Explique.
2 - Leia as palavras abaixo e marque X naquelas em que a letra U depois 
do G não é pronunciada.
( ) GUITARRA ( ) GULOSO
( ) ANGU
( ) GUINADA
(
 
)
 
E
N
G
U
I
A
 
(
 
)
 
A
G
U
L
H
A
 
(
 
)
 
G
U
I
A
( ) NINGUÉM
3- Podemos concluir que quando está nas sílabas e a letra u 
não é pronunciada.
4- Leia as palavras abaixo.
TESOURA PÁSSARO RAPOSA PÊSSEGO
A)Pinte nas palavras acima as letras que vem imediatamente antes de 
depois do S e
SS.
41
B)As letras que você coloriu são consoantes ou vogais? 
C) Nessas palavras o S e o SS tem o mesmo som? Explique.
D) De acordo com a as palavras que você 
analisou a letra S quando está entre duas vogais tem som de . E SS 
quando estão entre duas vogais tem som de
5- Complete as palavras abaixo com S ou SS
AGA ALHO PA ADO A ADO
TRAVE EIRO MÚ ICA CAMI A
TO E BE OURO CONFU ÃO
DE ENHO ME A PRE
 
ENTE
42
43
2022Ensino Fundamental3 o ano – 2 o bimestre
LinguagensArte
 MATERIAL DE APOIO PEDAGÓGICO PARA APRENDIZAGENS 
SIGNIFICATIVAS
ANO DE ESCOLARIDADE REFERÊNCIA ANO LETIVO
COMPONENTE CURRICULAR ÁREA DE CONHECIMENTO
UNIDADE TEMÁTICA
Dança.
OBJETO(S) DE 
CONHECIMENT
O:
HABILIDADE(S)
:
Contextos e 
práticas.
(EF15AR08P3) Experimentar formas distintas de
manifesta- ções da dança presentes em diferentes
contextos cultivando a percepção, o imaginário, a
capacidade de simbolizar e o repertório corporal,
levando em consideração as manifesta- ções da
cultura mineira.
 PLANEJAMENTO
TEMA DE ESTUDO: A quadrilha
DURAÇÃO: 4 aulas
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS:
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ ABERTURA:
Você conhece a origem da dança Quadrilha?
A quadrilha é uma dança feita para agradecer a boa colheita e
homenagear São João, Santo Antônio e São Pedro. Nela, um marcador
comanda a dança. Os comandos devem ser seguidos e respeitados.
Esta dança típica chegou ao Brasil durante o período regencial e fez
grande sucesso na corte do Rio de Janeiro, caindo depois no gosto
popular. A sanfona, a viola, o violão e o triângulo são instrumentos muito
utilizados para acompanhar a quadrilha.
A dança começa com os casais posicionados frente a frente. Os
cavalheiros cumprimen- tam as damas e em seguida, as damas
cumprimentam os cavalheiros. Eles trocam de
44
lado, em seguida o cavalheiro busca a dama e começa o grande
passeio pela roça. Esse passeio apresenta diversas interferências ditas
pelo marcador, como “olha a chuva, “olha a cobra”. Ao final, o casal
despede-se.
CURIOSIDADE!
A palavra quadrilha é originária do baile francês chamado
de “qua- drille”.
O “quadrille” era dançada nos salões da alta aristocracia
na cidade de Paris, na França, no período do século XVIII.
E, normalmente, nos eventos mais luxuosos os
movimentos eram realizados por quatros casais.
A dança francesa já era pertencente a uma outra cultura – a inglesa,
pois tratava-se de uma “contredanse” de origem camponesa que
surgiu, possivelmente, no século XIII e se difundiu em vários países
europeus.
Então, a “contredanse” inglesa, ao entrar na cultura francesa, sofreu
modificações e tornou-se a “quadrille”. E foi através das classes sociais
abastadas que frequentavam a Europa que a “quadrille” chegou no solo
brasileiro.
Disponível em: <https://www.presentermedia.com/terms_of_use.html>. Acesso em: 19 abr. 
2022.
B) DESENVOLVIMENTO:
Converse com professores e colegas sobre a dança 
quadrilha. Já assistiu uma quadrilha?
Já dançou uma 
quadrilha? Para que 
serve essa dança? 
RECURSOS:
• Vídeo com dança quadrilha para apreciação.
• Folha de papel sulfite.
• Cola.
• Tesoura.
• Lápis de escrever e de cor.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
Avaliação por participação, envolvimento, adequação ao assunto e
criatividade.
45
 ATIVIDADES
As damas dançarinas vestem-se de vestido rodado, com muitos
babados e laços de chita. Algumas usam uma coroa de flores e fitas
nos cabelos ou chapéu de palha ornamentado. Já os rapazes, usam
camisa xadrez, chapéu de palha, calças com remendos e botas.
1 - Crie uma vestimenta inspirada nas tradições da festa junina.
Disponível em: <https://i.pinimg.com/originals/1c/d6/a4/1cd6a46b432b97f467da4d9cc6bff550.png>. Acesso em: 19 abr.
2022.
Conheça o artista Alfredo Volp!
Disponível em: <https://i0.wp.com/virusdaarte.net/wp-content/uploads/2016/07/alfvol.jpg?resize=250%2C313>.
Acesso em: 19 abr. 2022.
46
Alfredo Volpi foi um pintor ítalo-brasileiro considerado pela crítica como
um dos artistas mais importantes da segunda geração do modernismo.
Uma das caracterís- ticas de suas obras são as bandeirinhas e os
casarios.
Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Alfredo_Volpi>. Acesso em: 19 abr. 2022.
2– Vamos fazer bandeirolas para enfeitar o arraiá?
Disponível em: <https://www.presentermedia.com/terms_of_use.html>. Acesso em: 19 abr. 2022.
Passo a passo para confeccionar bandeirinhas.
Disponível em: <https://poplembrancinhas.com.br/wp-content/uploads/2018/06/bandeirinhas-para-festa-junina-em-tnt-1.jpg>.
Acesso em: 19 de abr de 2022.
47
O que é arraiá? Faça uma pes- quisa 
e escreva no espaço abaixo.
Na quadrilha, a dança é coletiva, bailada em pares e possui uma
coreografia especí- fica baseada em passos tradicionais. Um orador,
também chamado de marcador ou animador, proclama frases
divertidas que determinam os movimentos da dança. Ele pode ou não
fazer parte da coreografia.
Algumas frases populares proferidas pelo narrador da dança da quadrilha
são:
Olha a cobra! É mentira! 
Olha a chuva! Já 
passou!
A ponte quebrou! Nova 
ponte! O caminho da roça.
3 – Agora, você deverá criar dez (10) frases inéditas para serem 
narradas em uma quadrilha. (Pense em como será a execução dos 
passos para essas frases)
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
8.
9.
10.
Compartilhe esses novos passos com seus colegas!
4– Escolha uma obra de Alfredo Volpi, onde ele pinta bandeirinhas e
vamos fazer uma releitura, utilizando o material de sua preferência em
uma folha A4 para uma exposi- ção na escola. Capriche!
48
2022Ensino Fundamental3 o ano – 2 o bimestre
LinguagensEducação Física
 MATERIAL DE APOIO PEDAGÓGICO PARA APRENDIZAGENS 
SIGNIFICATIVAS
ANO DE ESCOLARIDADE REFERÊNCIA ANO LETIVO
COMPONENTE CURRICULAR ÁREA DE CONHECIMENTO
UNIDADE TEMÁTICA
Esportes.
OBJETO(S) DE 
CONHECIMENT
O:
HABILIDADE(S)
:
Esportes de rede/parede
(tais como voleibol, tênis,
badminton, peteca, squash,
entre outros).
Esportes de invasão (tais
como basquetebol, futebol
de campo, futsal, handebol e
pólo aquático, entre outros.
(EF35EF05P3) Experimentar e fruir os
elementos básicos constituintes dos
diversos tipos de espor- tes de campo,
taco, rede/parede e invasão pre- zando
pela inclusão, cooperação e solidariedade.
 PLANEJAMENTO
TEMA DE ESTUDO: Pega Pega linha
Imagem disponível em: <https://cutt.ly/kFxxdvF>. Acesso em: 04 abr. 
2022.
49
DURAÇÃO: 1 aula
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS:
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
O handebol é, assim como o futebol, o basquete, o hockey e o futebol
americano, entre outros, um esporte de invasão. Para a sua prática,
são necessárias uma bola, duas equipes e uma quadra com as
marcações adequadas. Ainda que muito prati- cado mundialmente, no
Brasil não é um esporte tão conhecido e praticado quanto o futebol. Há
poucas transmissões de partidas e campeonatos de handebol, sendo
que a tv aberta transmite quase exclusivamente em Jogos Olímpicos,
nos quais o esporte está presente desde 1936.
B) DESENVOLVIMENTO:
Proponha um jogo de pega-pega, em que os estudantes só podem se
deslocar cor- rendo sobre as linhas da quadra. Todos os participantes
terão uma bola, que deverão levar consigo, driblando a bola, para poder
fugir. Se a bola escapar de alguém durante o jogo, esse estudante
deverá buscar a bola e voltar para o jogo ocupando espaços sobre
alguma das linhas. Durante o jogo, proponha algumas alterações como,
por exemplo: é proibido correr, só é permitido driblar a bola com a mão
não dominante etc.
ATENÇÃO: Nesta atividade será necessária muita atenção no
descolamento das crianças sobre as linhas da quadra e também no
momento de driblar a bola, mas que não se machuquem.
RECURSOS:
Quadra poliesportiva e bolas macias.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
Ao final da prática da atividade, reúna os estudantes em roda e
questione-os se conheciam o Esporte de invasão Handebol, e o que
acharam da prática da atividade e se sentiram dificuldades na
execução dos movimentos.
50
 ATIVIDADES
1 – De acordo com o texto e explicação do(a) professor(a) Handebol é 
considerado um esporte de:
( ) 
Precisão. (
) Invasão.
( ) Marca.
2– Faça uma pesquisa com a família ou responsável e responda quais 
partes do corpo usamos para jogar Handebol.
3 – Na atividade Pega Pega na linha, você sentiu dificuldade em driblar com 
a bola
enquanto se deslocava nas linhas da quadra?
51
UNIDADE TEMÁTICA
Esportes.
OBJETO(S) DE 
CONHECIMENT
O:
HABILIDADE(S)
:
Esportes de rede/parede
(tais como voleibol, tênis,
badminton, peteca,
squash, entre outros).
Esportes de invasão (tais
como basquetebol, futebol
de campo, futsal, handebol
e pólo aquático, entre
outros.
(EF35EF05P3) Experimentar e fruir os
elemen- tos básicos constituintes dos
diversos tipos de esportes de campo,
taco, rede/parede e invasão prezando
pela inclusão, cooperação e solidarie-
dade.
 PLANEJAMENTO
TEMA DE ESTUDO: Pega Pega Harry Potter
Imagem disponível em: <https://cutt.ly/SFxTq2P>. Acesso em 06 de abril de 2022.
DURAÇÃO: 1 aula
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS:
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
O handebol foi criado em 1919 pelo atleta e professor de educação física
alemão Karl Schelenz. Ele e outros parceiros de trabalho, reformularam
um esporte para defi- cientes visuais chamado de torball, a partir desta
prática inicial, algumas adaptações e modificações foram feitas no
jogo, até se tornar o handebol tal qual o conhecemos hoje. O local de
jogo, por exemplo, era ao ar livre (em gramados). Agora, o esporte é
52
executado em quadras fechadas de 40 por 20 metros. Além disso, no
início o hande- bol era um jogo exclusivo para mulheres. Mais tarde e
com sua inclusão nos esportes olímpicos, ele passou a ser jogado por
ambos os sexos.
B) DESENVOLVIMENTO:
Na atividade Pega Pega Harry Potter, os estudantes serão convidados a
se espalha- rem pela quadra (ou espaço aberto). Escolhe-se um dos
participantes para iniciar como o pegador. Quando o pegador tocar em
algum dos participantes, eles podem se transformar em ponte, pedra e
árvore, conforme descrição abaixo:
Ponte: Ficam com os pés e as mãos no chão formando uma ponte. Para
salvar, é pre- ciso passar embaixo da ponte.
Pedra: Ficam agachados no chão. Para salvar, é preciso pular por cima.
Árvore: Ficam de pé com os braços abertos. Para salvar, é preciso tocar
no participante. Assim, os estudantes que ainda não foram tocados
pelo pegador poderão salvar seus
amiguinhos de ficarem estáticos passando embaixo da ponte, pulando a
pedra e
tocando na árvore.
ATENÇÃO: Cuidado com a segurança das crianças. Sugere-se que essa
atividade seja realizada com o auxílio de mais dois professores (a)s,
que poderão apoiar as crianças quando forem salvar seus amiguinhos
para que não se machuquem quando executa- rem os movimentos
solicitados.
RECURSOS:
Quadra ou espaço aberto.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
Ao final da atividade, faça um círculo com os estudantes e leve-os a
fazer uma refle- xão sobre o jogo que praticaram, principalmente sobre
os movimentos. Informe-os que este jogo é um preparativo para o
Esporte de invasão Handebol, que eles apren- derão em outras etapas.
53
 ATIVIDADES
1 – Conforme o texto e explicação do(a) professor(a) quem criou o 
Handebol e em qual ano?
2– Você conseguiu salvar muitos colegas que foram tocados pelo pegador?
3– Em que vocês se transformaram mais durante a atividade? Árvore, pedra 
ou ponte?
54
UNIDADE
TEMÁTICA
Brincadeiras e jogos.
OBJETO(S) DE 
CONHECIMENT
O:
HABILIDADE(S)
:
Jogos e brincadeiras locais
e regionais: materiais,
número de participantes,
regras, espaço, exigência
física e habilidades.
Jogos e brincadeiras e a
explo- ração dos espaços.
Jogos e brincadeiras:
criação de regras com as
crianças mais flexíveis.
(EF12EF04P2) Colaborar na proposição e
na pro- dução de alternativas para a
prática, em tempos e espaços além das
aulas de educação física, de brin- cadeiras
e jogos, reconhecendo limites (espaço
físico, materiais, desempenho corporal
dos parti- cipantes, etc.) e construindo
possibilidades.
 PLANEJAMENTO
TEMA DE ESTUDO: Dança do Jornal
Imagem disponível em: <https://cutt.ly/XFxUwOd>. Acesso em 07 abr. 2022.
DURAÇÃO: 1 aula
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS:
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
Desde 1982, no dia 29 de abril, comemora-se o Dia Internacional da 
Dança, instituído pela UNESCO em homenagem ao criador do balé 
moderno, Jean-Georges Noverre.
A Dança é a arte de mexer o corpo, através de uma cadência de 
movimentos e ritmos, criando umaharmonia própria.
55
Não é somente através do som de uma música que se pode dançar,
pois os movimen- tos podem acontecer independente do som que se
ouve, e até mesmo sem ele.
A história da dança retrata que seu surgimento se deu ainda na Pré-
História, quando os homens batiam os pés no chão. Aos poucos, foram
dando mais intensidade aos sons, descobrindo que podiam fazer outros
ritmos, conjugando os passos com as mãos, através das palmas.
B) DESENVOLVIMENTO:
Espalhe folhas de jornais sobre a quadra ou espaço aberto, de acordo
com o número de participantes. Depois, oriente os estudantes a cada
um ocupar um lugar em cima de uma folha de jornal. Escolha músicas
variadas para tocar. Peça às crianças para darem sugestões de
músicas anteriormente e faça uma playlist para tocar no momento da
atividade.
Quando a música parar a criança deve dobrar o jornal ao meio e dançar
novamente. A música parou dobra novamente o jornal. A cada vez que
a música pára, fica mais difícil dançar no seu espaço. Depois de um
tempo, os estudantes precisarão se mover de maneiras muito criativas
para ficar no jornal. A competição termina quando as crianças não
conseguirem mais ficar em cima do jornal.
RECURSOS:
Quadra ou espaço aberto, jornais e aparelho de áudio (computador,
smartphone e outros).
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
Avaliação Conceitual – Faça um círculo com os estudantes e discuta
sobre a prática da atividade. Questione-os o que sentiram quando
precisaram dançar em um espaço reduzido e quais estratégias
encontraram para continuarem dançando.
56
 ATIVIDADES
1 – De acordo com a explicação do(a) professor(a) e do texto, qual o dia e 
mês é come- morado o dia Internacional da Dança?
2– Conforme a explicação do professor(a), dê a definição de Dança, com suas 
palavras.
3– O que você achou da atividade Dança do Jornal? Convite a família 
ou responsáveis para fazerem essa dança em casa também. Divirtam-
se!
57
UNIDADE TEMÁTICA
Danças.
OBJETO(S) DE 
CONHECIMENT
O:
HABILIDADE(S)
:
Danças do Brasil e do 
mundo. Danças de matriz
indígena.
(EF35EF12P3) Identificar situações de
injustiça e preconceito geradas e/ou
presentes no contexto das danças,
buscando superá-las, por meio de estraté-
gias solidárias, inclusivas e norteadas pelo
respeito e pela empatia, nas práticas
escolares e sociais.
 PLANEJAMENTO
TEMA DE ESTUDO: Dança Maluca
Imagem disponível em: <https://cutt.ly/iFxLAti>. Acesso em 08 abr. 2022.
DURAÇÃO: 1 aula
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS:
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
O surgimento das danças em grupo aconteceu através dos rituais
religiosos, em que as pessoas faziam agradecimentos ou pediam aos
deuses o sol e a chuva. Os primei- ros registros dessas danças
mostram que elas surgiram no Egito, há dois mil anos antes de Cristo.
58
Mais tarde, já perdendo o costume religioso, as danças apareceram na 
Grécia, em virtude das comemorações aos jogos olímpicos.
O Japão preservou o caráter religioso das danças. Até hoje, elas são feitas 
nas ceri- mônias dos tempos primitivos.
Em Roma, as danças se voltaram para as formas sensuais, em 
homenagem ao deus Baco (deus do vinho), e dançava-se em festas e 
bacanais.
B) DESENVOLVIMENTO:
Assista ao vídeo através do link: <https://www.youtube.com/watch?
v=S375yG9gjIk>. Acesso em: 08 abr. 2022, e verifique a música e os
gestos para fazer com os estu- dantes.
Convide os participantes a se espalharem pelo espaço da quadra ou
espaço aberto e peçam que mantenham um espaço seguro uns dos
outros para que possam executar os movimentos que o(a) professor(a)
propuser.
As crianças deverão dançar, de acordo com os movimentos que o(a)
professor(a) exe- cutar, de acordo com a letra da música. O(a)
professor(a) deve incentivar a inclusão de todos os estudantes na
atividade e pedir que estudantes ajudem os colegas, caso não
consigam executar os movimentos sugeridos pela música.
RECURSOS:
Quadra ou espaço aberto, jornais e aparelho de áudio/vídeo
(computador, smart- phone e outros).
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
Avaliação Conceitual/Procedimental – Peça aos estudantes que
identifiquem os ges- tos e movimentos executados na dança.
Questione-os se já conheciam a música e a dança, e se poderiam
inventar outras formas de cantar e executar os movimentos. Leve-os a
refletir se conseguiram ajudar os colegas, que eventualmente, não
conse- guiram realizar os movimentos ao comando do professor e/ou
música.
59
 ATIVIDADES
1 – De acordo com a explicação do(a) professor(a) e do texto, o 
surgimento das danças em grupo aconteceram através de quais rituais?
2– Ainda de acordo com o texto e explicação do(a) professor(a), as 
danças aparece- ram na Grécia, em virtude de quais comemorações?
3- Se você gostou da Dança Maluca, convide a família ou responsáveis 
para fazerem essa atividade em casa.
60
2022Ensino Fundamental3 o ano – 2 o bimestre
MatemáticaMatemática
 MATERIAL DE APOIO PEDAGÓGICO PARA APRENDIZAGENS 
SIGNIFICATIVAS
ANO DE ESCOLARIDADE REFERÊNCIA ANO LETIVO
COMPONENTE CURRICULAR ÁREA DE CONHECIMENTO
UNIDADE TEMÁTICA
Probabilidade e Estatística.
OBJETO(S) DE CONHECIMENTO: HABILIDADE(S):
Tabelas simples e suas
propriedades (colunas, linhas,
variáveis).
Classificação de dados de
pesquisas e
representação em tabela simples.
Relacionar os conhecimentos
adquiri- dos com o cotidiano (em
equipe e/ou individual).
Etapas da pesquisa.
Definição de objeto de pesquisa 
até 50
elementos.
Registros Pessoais e Dados 
Coletados.
Análise,interpretação e 
comparação de dados.
Relacionar os conhecimentos 
adquiridos com o cotidiano (equipe 
ou individual).
(EF03MA26) Resolver problemas cujos
dados estão apresentados em tabelas
de dupla entrada, gráficos de barras
ou de colunas.
(EF03MA28) Realizar pesquisa
envolvendo variáveis categóricas em
um universo de até 50 elementos,
organizar os dados coletados
utilizando listas, tabelas simples ou
de dupla entrada e representá-los em
gráficos de colunas simples, com e
sem uso de tecnolo- gias digitais.
 PLANEJAMENTO
TEMA DE ESTUDO: Probabilidade e Estatística
DURAÇÃO: 1 aula
61
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS:
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
Nesta aula conversaremos com os estudantes sobre o consumo mensal
de uma casa, e para que fique mais fácil de fazer a inferência,
tentaremos diagnosticar sobre o consumo da família de cada um.
Iremos propor uma discussão sobre a origem da renda e a sua
utilização com as despesas da família. Faremos também questiona-
mentos sobre as necessidades básicas da família (alimentação,
transporte, contas de água, gás, energia elétrica, entre outras).
Tentando assim, perceber se eles têm noção de que tudo o que
consomem tem um custo e de que é preciso ter uma renda para pagar
essas contas mensais.
Sugestão de Vídeo: Sicredi e Turma da Mônica. Orçamento familiar.
Disponível em: https://www.youtube.com/watch?
v=7v10sPwWo4s&t=3s.
Ao passar o vídeo ou contar a história nele apresentada, converse com
os estudantes sobre possíveis problemas que estão em nosso
cotidiano, a falta de dinheiro para pagar as contas, quanto mais viajar.
Peça sugestões à turma de como o Cebolinha pode resolver este
problema, bem como, os nossos familiares ao se depararem com esta
situação.
ZANIN, Eliane. Quanto custa viver? Disponível em: <https://planosdeaula.novaescola.org.br/fundamental/3ano/
multicomponentes/quanto-custa-viver/6484>. Acesso em: 14 abr. 2022.
B) DESENVOLVIMENTO:
A partir da discussão do vídeo do Cebolinha organizaremos a turma em
grupos e pediremos, para que juntos, elaborem um cartaz com frases
motivacionais que pro- porcionem a economia financeira. Estes
materiais poderão ser utilizados nos espa- ços externos da sala de
aula, para ajudar outras pessoas a pensarem sobre poupar e reduzir os
gastos mensais.
Imagem 1. Disponível em: <https://pt.dreamstime.com/>. Acesso em: 14 abr. 
2022.
62
RECURSOS:
Retroprojetor para passar o vídeo em sala ou na sala multimídia e atividades 
impressas.PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
Avalie a turma durante a realização das atividades propostas, 
observando o envolvi- mento e participação.
 ATIVIDADES
1 – Leia as informações sobre o modo de vida de uma família brasileira.
Dona Maria tem 78 anos, é aposentada e vive no Ceará com sua filha, seu genro 
e sua
neta de 4 anos. A renda familiar deles é composta pelos seguintes salários:
• PAI: MOTORISTA DE ÔNIBUS (SALÁRIO DE R$1.250,00).
• AVÓ: APOSENTADA (SALÁRIO MÍNIMO).
• MÃE: ATENDENTE DE LOJA (SALÁRIO MÍNIMO).
A filha e o genro controlam os gastos da família mensalmente,
separando o dinheiro das despesas fixas, que são:
• ENERGIA ELÉTRICA: APROXIMADAMENTE R$200,00.
• ÁGUA: APROXIMADAMENTE R$150,00.
• ALIMENTAÇÃO: APROXIMADAMENTE R$1.500,00.
• INTERNET E CONTAS DE TELEFONE: R$199,00.
• TRANSPORTE: R$150,00.
• PRESTAÇÃO DA CASA R$250,00.
• PLANO DE SAÚDE DA AVÓ R$435,00.
Atualmente, tiveram problemas no telhado, então estão com uma
conta extra da reforma, pagando prestações mensais de R$150,00.
Para reduzir gastos, eles fazem economia de energia elétrica, evitando
consumo nos horários de “pico”. Para não terem gastos com farmácia,
eles pegam, gratuitamente, os remédios da dona Maria na clínica da
família. Fazem pesquisas de preços em diferentes supermercados e
compram no mais barato. Não gastam dinheiro à toa, só compram o
essencial. Eles fizeram um combinado para comerem fora uma vez por
mês. O dinheiro que sobra, estão guardando para viajar no fim de ano.
63
A) Agora preencha a tabela com os dados coletados no texto acima:
RENDA FAMILIAR
DESPESAS 
MENSAIS
DESPESAS 
EXTRAS
TOTAL
B)Conversem sobre o caso da família estudada:
• Quantos são os membros familiares e onde vivem?
• O que fazem e qual é a renda familiar?
• Essa família consegue pagar suas contas mensais?
• Sobra dinheiro?
• O que fazem para economizar?
• As pessoas dessa família reservam dinheiro para o lazer? Como 
elas se diver- tem? Com que frequência?
2– Na escola de Maurício há 2 turmas de 3º ano: A e B.
Analise o gráfico construído e complete a tabela.
ZANIN, Eliane. Quanto custa viver? Disponível em: <https://planosdeaula.novaescola.org.br/fundamental/3ano/
multicomponentes/quanto-custa-viver/6484>. Acesso em: 14 abr. 2022.
64
65
UNIDADE
TEMÁTICA
Geometria.
OBJETO(S) DE CONHECIMENTO: HABILIDADE(S):
Figuras geométricas espaciais (cubo, 
bloco retangular, pirâmide, cone, cilindro
e esfera).
Cilindros e esferas (formas não planas).
Cubo e bloco retangular (semelhanças 
e dife- renças).
Figuras geométricas espaciais (faces, 
arestas e vértices).
Figuras planas.
Propriedades das figuras planas.
Semelhanças e diferenças entre os 
quadriláte- ros, triângulos e círculo.
Figuras planas e figuras não-planas.
Compor e decompor triângulos e 
quadriláteros, analisando suas 
diferenças e propriedades.
Congruência das figuras planas.
Relacionar os conhecimentos adquiridos
com o cotidiano (equipe ou individual).
(EF03MA13) Associar figuras
geo- métricas espaciais
(cubo, bloco retangular,
pirâmide, cone, cilin- dro e
esfera) a objetos do mundo
físico e nomear essas
figuras.
(EF03MA14) Descrever
caracterís- ticas de algumas
figuras geomé- tricas
espaciais (prismas retos,
pirâmides, cilindros, cones),
rela- cionando-as com suas
planifica- ções.
(EF03MA15) Classificar e
com- parar figuras planas
(triângulo, quadrado,
retângulo, trapézio e
paralelogramo) em relação a
seus lados (quantidade,
posições rela- tivas e
comprimento) e vértices.
 PLANEJAMENTO
TEMA DE ESTUDO: Figuras geométricas
DURAÇÃO: 1 aula
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS:
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
Nesta aula faremos a retomada com a turma sobre as figuras geométricas 
planas,
agora conhecidas por polígonos, e os sólidos geométricos já estudados.
66
Sugestão de vídeo para a introdução: Sólidos geométricos,
planificações, poliedros, corpos redondos, faces, vértices e arestas.
Disponível em: <https://www.youtube. com/watch?v=yXYooR_QZ3Y>.
POLÍGONOS
POLÍGONOS SÃO LINHAS FECHADAS SIMPLES FORMADAS POR 
SEGMENTOS DE RETA.
CADA SEGMENTO DE RETA É UM LADO DO POLÍGONO. VAMOS VER ABAIXO 
ALGUNS POLÍGONOS.
Disponível em: <http://sempreamathematicarcommusica.blogspot.com/2016/04/poligonos-angulos-internos-
angulos.html>.
Acesso em: 14 abr. 2022.
CADA POLÍGONO TEM PELO MENOS TRÊS LADOS. A QUANTIDADE DE LADOS 
IRÁ DETERMINAR O NOME DO POLÍGONO VEJA:
Disponível em: <http://sempreamathematicarcommusica.blogspot.com/2016/04/poligonos-angulos-internos-
angulos.html>.
Acesso em: 14 abr. 2022.
TEMOS POLÍGONOS COM NOMES DIFERENTES TAMBÉM, COMO O CASO 
DOS CITA- DOS ABAIXO.
Disponível em: <http://sempreamathematicarcommusica.blogspot.com/2016/04/poligonos-angulos-internos-
angulos.html>.
Acesso em: 14 abr. 2022.
67
SÓLIDOS GEOMÉTRICOS
CONFORME A FORMA QUE OS SÓLIDOS GEOMÉTRICOS APRESENTAM 
ELES RECE- BEM OS NOMES DE: CUBO, CONE, CILINDRO, ESFERA, ETC.
O CUBO POSSUI 6 FACE IGUAIS.
SUAS FACES SÃO POLÍGONOS E ESSES POLÍGONOS 
SÃO QUADRADOS.
O CONE TEM UMA FACE INFERIOR QUE SE CHAMA
BASE. A BASE DO CONE É UM CÍRCULO.
O CILINDRO TEM TRÊS FACES: AS FACES
SUPERIOR E INFERIOR, QUE SÃO SUAS BASES, E
UMA FACE NÃO PLANA - A LATERAL.
A ESFERA É O MAIS REDONDO DOS SÓLIDOS
GEOMÉTRI- COS.
THAT, Story Board. Sólidos geométricos. Disponível em:
<https://www.storyboardthat.com/storyboards/7f7ba9ea/solidos-
geometricos>. Acesso em: 14 abr. 2022.
B) DESENVOLVIMENTO
Após a retomada, distribua à turma as atividades de fixação, e deixe
que com base nos estudos, realizem as atividades individualmente ou
em duplas, resolvendo as dúvidas no momento da correção.
RECURSOS:
Projetor multimídia ou sala de informática para visualização do vídeo,
atividades impressas.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
Os estudantes serão avaliados pela sua participação e execução da
atividade. Caso
perceba dificuldade, promova novas questões com o grupo.
68
 ATIVIDADES
1 – Conte as figuras geométricas e pinte no gráfico a quantidade 
correspondente.
Disponível em: <https://www.aartedeensinareaprender.com/2015/04/atividade-pronta-formas-geometricas.html>.
Acesso em: 14 abr. 2022.
2– Ligue cada sólido geométrico à região plana obtida com ele.
DANTE, Luiz Roberto. Ápis matemática, 3º ano: ensino fundamental, anos iniciais. 3ª. ed. São Paulo: Ática,
2017.
69
3 – Em cada grupo existe um sólido intrometido, encontre-o e faça um 
X no quadra- dinho correspondente.
DANTE, Luiz Roberto. Ápis matemática, 3º ano: ensino fundamental, anos iniciais. 3ª. ed. São Paulo: Ática, 
2017.
4– Ligue cada sólido geométrico ao molde correspondente.
DANTE, Luiz Roberto. Ápis matemática, 3º ano: ensino fundamental, anos iniciais. 3ª. ed. São Paulo: Ática, 
2017.
70
 ATIVIDADES
DANTE, Luiz Roberto. Ápis matemática, 3º ano: ensino fundamental,
anos iniciais. 3ª. ed. São Paulo: Ática, 2017.
MUSICA, Sempre a Mathematicar com. Polígonos: ângulos internos
ângulos exter- nos; classificação de polígonos; polígonos regulares e
polígonos irregulares. 2016. Disponível em:
<http://sempreamathematicarcommusica.blogspot.com/2016/04/
poligonos-angulos-internos-angulos.html>. Acesso em: 14 abr. 2022.
RIBEIRO, Professora Vilma. Sólidos geométricos, planificações,
poliedros, corpos redondos, faces, vértices e arestas. Disponível em:
<https://www.youtube.com/wat- ch?v=yXYooR_QZ3Y>. Acesso em: 14
abr. 2022.
THAT, Story Board. Sólidos geométricos. Disponível em: <https://www.
storyboardthat.com/storyboards/7f7ba9ea/solidos-geometricos>.
Acesso em: 14 abr. 2022.
71
2022Ensino Fundamental3 o ano – 2 o bimestre
Ciências da NaturezaCiências
 MATERIAL DE APOIO PEDAGÓGICO PARA APRENDIZAGENS 
SIGNIFICATIVAS
ANO DE ESCOLARIDADE REFERÊNCIA ANO LETIVO
COMPONENTE CURRICULAR ÁREA DE CONHECIMENTO
UNIDADE TEMÁTICA
Vida e Evolução.
OBJETO(S) DE 
CONHECIMENT
O:
HABILIDADE(S)
:
Características
externas dos animais.
Modo de vida (o que
comem, como se
reproduzem, des-
locamento dos animais).
(EF03CI04) Identificar características sobre o
modo de vida (oque comem, como se
reproduzem, como se deslo- cam etc.) dos
animais mais comuns no ambiente próximo.
(EF03CI06) Identificar, comparar alguns animais e
organi- zar grupos com base em características
externas comuns (presença de penas, pelos,
escamas, bico, garras, ante- nas, patas etc.).
 PLANEJAMENTO
TEMA DE ESTUDO: Características dos Animais - parte 1
DURAÇÃO: 2 aulas
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS:
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
Nesta sequência didática abordaremos as características dos animais,
reconhecendo as semelhanças e diferenças entre eles e que é possível
agrupá-los de diferentes formas, de acordo com suas características, o
modo de locomoção, ambiente em que vivem, entendendo a classificação
dos seres vivos.
72
B) DESENVOLVIMENTO:
Discutiremos algumas características que os animais têm em comum:
todos são seres vivos, nenhum produz o próprio alimento, pois se
alimentam de outros seres vivos ou de parte deles e a maioria deles é
capaz de se locomover, o que significa que são capazes de ir de um
lugar a outro. É importante que os estudantes reconheçam que o tipo
de alimentação, o tipo de reprodução e o revestimento do corpo, são
cri- térios que podem ser utilizados para classificar os animais.
1º Momento: Diferenças e semelhanças entre os animais
Inicie esta etapa com uma atividade de sondagem para saber quais animais
os estu-
dantes conhecem e quais características eles conseguem identificar.
Mão na massa
Organize os estudantes em duplas e distribua uma imagem de um
animal diferente para cada dupla. Peça que conversem com seus
parceiros sobre as características do animal e escrevam no caderno
como ele é, ressaltando suas peculiaridades.
Explique que eles devem detalhar a descrição para que os colegas
consigam adivinhar o nome do animal, apenas por ouvir o conteúdo
descrito. Por fim, peça a cada dupla que leia o que escreveu e ao
restante da turma que tente descobrir o nome do animal.
Discuta com os estudantes sobre as diferenças e as semelhanças entre
os animais apresentados na atividade anterior, destacando algumas
características, por exem- plo: o ambiente no qual o animal vive, se ele
possui pêlos, penas, escamas, pele lisa e úmida, entre outras. Para
auxiliá-los, formule perguntas ao longo da conversa, como:
• Que diferenças vocês conseguem identificar entre os animais?
• Que características eles apresentam em comum?
• Quais animais são mais semelhantes entre si?
• Na opinião de vocês, nós somos animais?
• Quais animais são bastante parecidos conosco?
• Em quais características eles se parecem conosco?
73
Características dos animais
Vocês sabem classificar os animais lembrados anteriormente, segundo 
as caracte- rísticas?
Você pode pedir sugestões de classificação aos estudantes, anotando-as no 
quadro.
Vamos identificar e relacionar características em diferentes animais através 
de um
jogo de cartas.
Mão na massa
Jogo das Características
Elabore 30 cartas recortadas com fotos e características dos animais.
Organize um grupo com seis participantes e leia as instruções do jogo.
É importante o reconhecimento das características apresentadas pelos
diferentes seres e que, para praticar esse reconhecimento, eles
participarão de um jogo cha- mado o jogo das características.
O primeiro momento é destinado ao jogo e o segundo é uma tabulação de
dados.
Separe os estudantes em grupos com 6 participantes, entregue para
cada grupo uma cópia da atividade disponível no material
complementar (neste documento estão as regras e as cartas), leia as
regras do jogo junto com os estudantes e cada uma das informações
contidas nas cartas.
Para acessar o material acesse o link abaixo:
Jogo das características para imprimir e recortar. Disponível em: 
<https://nova-
-escola-producao.s3.amazonaws.com/
hfqugUKHr6gAEvaJrwhdHacDv6WsBJug- 
2VH3zkcxw8rX5c6FzcGVavgZyhe7/atividade-para-impressao-mao-na-
massa-cie-
-06ve03>. Acesso em: 12 abr. 2022.
Solicite que recortem as cartas e depois as separem segundo as
regras, “monte” dos animais e “monte” das características. Se achar
necessário, simular uma rodada explicativa com os estudantes.
Combine um tempo máximo para o desenvolvimento dessa atividade,
caso eles terminem a primeira rodada antes de terminar o tempo
estipulado, podem jogar novamente.
74
Discuta com os estudantes sobre a classificação dos animais de
acordo suas características.
Fonte: Disponível em: <https://nova-escola-
producao.s3.amazonaws.com/ 
Fd7v5pNwE2gXufm4Nv3JnQAcjAhyn5ZvvgAx68Y23uBwtmqhaaZSnGB8GVed/sistematizacao>. Acesso em: 12 abr. 
2022.
Faça a leitura sobre a importância de se utilizar um sistema de
classificação para organizar melhor o estudo dos animais. Enfatize os
termos relacionados a classifi- cação quanto a alimentação e a
reprodução. Proponha aos estudantes que utilizem a lista de animais
que foi elaborada no momento da contextualização para produzir
diferentes grupos de classificação.
Utilizem os critérios citados no jogo (carnívoros, herbívoros, onívoros,
ovíparos, viví- paros, cuidar dos filhotes ou não, possuir pelos, penas,
carapaça e exoesqueleto) e outros lembrados por eles.
Tabela de classificação: Jogo das Características:
Alimentação: Carnívoros, onívoros e 
herbívoros. Reprodução: ovíparos e vivíparos.
Revestimento: escamas, pelos, penas, carapaças, exoesqueleto, etc.
75
Carnívoro Onívoro Herbívor
o
Ovíparo Vivíparo
Onça pintada
Beija flor
Jabuti
Sapo
Peixe
Joaninha
Para sistematizar as informações presentes no jogo, reproduza no
quadro essa tabela de classificação, nela há critérios que podem ser
utilizados para classificar os animais segundo as características que
foram trabalhadas no jogo.
Preencha a tabela com a ajuda dos estudantes, marcando um X na
informação correta.
No item “revestimento do corpo”, escreva como é o revestimento:
pelos, penas, exoesqueleto ou carapaça. Após a tabulação de dados,
questione aos estudantes:
• Observando essas características, como é possível classificar os animais 
do jogo?
• Quais são os critérios utilizados para classificá-los?
• Anote as sugestões propostas pelos estudantes no quadro.
2º Momento: Locomoção dos animais
Os modos de locomoção mais comuns entre os animais podem ser:
saltar, andar, correr, nadar, voar e rastejar. É importante ressaltar que
alguns deles podem se loco- mover de mais de uma forma, por exemplo
os jacarés que podem rastejar ou nadar, dependendo do ambiente em
que o animal se encontra.
Mão na massa - Vamos jogar? “ Locomoção dos animais ”.
Divida os estudantes em grupos de cinco, para que pratiquem o “jogo da
locomoção”. O jogo deve ser formado por dez cartas do tamanho de
cartas de baralho.
Cada uma deve apresentar a imagem de um animal. De preferência, as
imagens devem representar os animais se locomovendo em diferentes
ambientes.
Distribua um jogo de dez cartas a cada grupo e peça a eles que as
embaralhem e as deixem viradas para baixo sobre a mesa, dispostas
em um monte.
76
Cada estudante, na sua vez (a ordem pode ser em sentido horário), retira
uma carta do monte, mostra aos colegas e descreve como o animal se
locomove no ambiente apresentado na imagem.
Os estudantes deverão observar com atenção o ambiente em que o
animal se encon- tra para responder qual é o tipo de locomoção
adequado.
O restante do grupo deve se pronunciar, dizendo se a descrição do
colega está cor- reta ou não. Se estiver correta, o estudante ganha 1
ponto; se estiver incorreto, ele não pontua.
Caso os estudantes fiquem em dúvida sobre a locomoção do animal,
devem chamar o professor para esclarecer a dúvida. Eles repetem o
procedimento até as cartas do monte acabarem.
O estudante que tiver mais pontos será o vencedor. Como haverá
apenas duas cartas por criança, caso os grupos sejam realmente de
cinco estudantes, é provável que haja empates dentro do grupo.
Se os estudantes apresentaram dúvidas sobre a locomoção de certos
animais durante o jogo, retome as explicações, esclarecendo as
questões pendentes.É importante ressaltar que, com o intuito de facilitar a descrição do
tipo de locomo- ção, os estudantes podem fazer movimentos com seus
corpos, como uma mímica.
As atividades em grupo, como os jogos, estimulam o desenvolvimento
de habilidades sociais e emocionais e permitem ao professor observar
se os estudantes estabele- cem relações de respeito e tolerância, além
de verificar a capacidade de argumenta- ção, negociação e
estabelecimento de acordos dentro dos grupos de trabalho.
Apresente também exemplos de animais que não se locomovem, como
corais, cra- cas, ostras e esponja do mar. Se necessário, ilustrar sua
explicação com imagens para que os estudantes assimilem as
informações.
Mão na massa - Jogo: Onde vivem os animais?
Com os estudantes reunidos nos mesmos grupos da aula anterior,
relembre o “jogo da locomoção” e pergunte se eles compreenderam
que o modo como o animal se locomove está diretamente associado ao
ambiente em que ele se encontra.
Alguns animais vivem sobre a terra ou voam e são chamados de
animais terrestres, ao passo que os animais que vivem na água são os
aquáticos.
77
Os animais aquáticos geralmente apresentam características
corporais que os permitem se locomover na água, como as
membranas entre os dedos dos pés dos patos, as nadadeiras dos
peixes e os membros modificados em nadadeiras de focas e de
pinguins.
Distribua novamente o “jogo da locomoção” aos grupos e peça que
separem os ani- mais de acordo com o ambiente em que eles vivem
(terrestre ou aquático).
Os animais que transitam entre esses dois ambientes, deve ser levado
em considera- ção o ambiente no qual ele passa a maior parte do
tempo.
O grupo deve conversar e decidir em que coluna cada animal
representado nas car- tas deve ser colocado. Com base nisso, um dos
estudantes do grupo deve escrever o nome de cada animal em uma das
colunas.
Registre as informações, na tabela abaixo:
Animais aquáticos Animais terrestres
Ao separar os animais entre aquáticos e terrestres, estamos dividindo-
os em grupos de acordo com o ambiente em que vivem – e isso pode
facilitar o estudo desses animais.
Por exemplo, se o intuito for estudar as características que possibilitam
aos animais viver em ambientes aquáticos, pode-se buscar por
características compartilhadas por animais que vivem nesse ambiente.
Podemos agrupar os animais de diferentes formas, de acordo com a
característica considerada. Por exemplo, poderíamos separar os
animais do jogo de acordo com o revestimento do corpo: animais com
pelos, animais com penas, animais com esca- mas, etc.
78
Vamos relembrar a classificação dos seres vivos?
A classificação dos seres vivos é importante porque facilita o estudo
dos animais, ao agrupá-los de formas diferentes de acordo com as
características que eles compar- tilham e com as características
levadas em conta na classificação.
Lembrando que uma maneira comum de separar os animais é
considerar a ausência ou a presença de coluna vertebral e crânio e que
a coluna vertebral é formada por ossos chamados de vértebras, em
que se apoiam outros ossos do esqueleto. (Mos- trar imagens para
ilustrar a sua explicação).
Os animais vertebrados apresentam coluna vertebral e crânio,
enquanto os animais invertebrados não.
Exiba imagens de invertebrados abordando que geralmente,
apresentam o corpo mole, mas muitos possuem um esqueleto externo
rígido que protege seus órgãos de choques e contra a perda de água.
3º Momento:
Nesta aula abordaremos a classificação dos animais quanto a presença ou
ausência
de esqueleto interno, ou seja, vertebrados e invertebrados.
Mão na massa
Animais vertebrados e
invertebrados Jogo: Vertebrados
ou invertebrados?
Divida a turma em grupos de cinco estudantes para que participem do
“jogo dos animais vertebrados e invertebrados”. (O jogo deve ser formado
por vinte cartas do tamanho de cartas de baralho).
Cada carta deve apresentar a imagem de um animal vertebrado ou de
um inverte- brado. As cartas confeccionadas para o “jogo da
locomoção” podem ser reaproveita- das para este jogo.
Explique as regras:
O objetivo é formar uma quadra de cartas de invertebrados ou de
vertebrados. Alguém do grupo embaralha as cartas e as distribui uma
a uma aos participantes, em
sentido horário. Cada jogador ficará com quatro cartas na mão e não deve
mostrá-las
a ninguém.
79
Todos os jogadores escolhem uma carta de sua mão para passar ao
jogador à sua esquerda, enquanto recebem uma carta do jogador à sua
direita.
Lembre-os de passar a carta com a face que apresenta a imagem do
animal voltada para a mesa, para que ninguém a veja.
A passagem das cartas se repete até que alguém consiga atingir o
objetivo do jogo, que é ter em mãos quatro cartas de animais
vertebrados ou quatro cartas de animais invertebrados.
O primeiro a atingir o objetivo deve mostrar as cartas aos colegas para
verificação e,
então, ser proclamado vencedor.
É importante que o professor circule pela sala, identificando e
solucionando dúvidas e mediando conflitos, mas sem responder se as
cartas dos estudantes formam real- mente a quadra, pois esse é o
principal ponto de discussão entre os estudantes após o término do
jogo.
Podem ser realizadas diversas rodadas do jogo, de acordo com a
disponibilidade de tempo.
Terminando a atividade , retome os conhecimentos adquiridos e
esclareça as dúvi- das que você acredita que tenham permanecido.
4º momento:
Mão na massa
Organize os estudantes em duplas e distribua revistas, jornais, livros e
outros mate- riais que possam ser recortados ou prepare a turma para
uma pesquisa na internet.
Solicite que busquem por imagens de diversos tipos de animais. Se
possível, peça para que imprimam ou recortem. Caso não tenha
impressora, solicite desenhos dos animais.
Estipule um tempo para isso e garanta que os animais invertebrados
também este- jam presentes entre as imagens. É o momento em que
devem classificar os animais que encontraram.
Cole a cartolina ou outro papel na parede e organize as duplas para irem até
o cartaz
e colarem seus animais (faça isso com fita adesiva).
Deixe o cartaz dividido previamente, com os dizeres: vertebrados e 
invertebrados. Observar o cartaz e fazer uma análise coletiva.
80
Vertebrad
os
Invertebrados
Os animais vertebrados são aqueles que possuem esqueleto interno,
com crânio e coluna vertebral (peça aos estudantes que toquem com
as mãos a coluna vertebral e depois explique que o crânio é o osso que
protege o nosso cérebro).
Os invertebrados não possuem ossos e esqueleto interno.
Discuta sobre as características apresentadas pelos indivíduos que
compõem os diferentes grupos. Observem os animais fixados no grupo
dos invertebrados e per- gunte quais são as características
apresentadas por eles.
RECURSOS:
Para a realização dessa sequência didática você vai precisar dos
seguintes mate- riais: imagens de vertebrados evidenciando seu
esqueleto interno, para ilustrar a presença de coluna vertebral e crânio
(sugestões: cachorro, peixe, sapo, cobra e ave); imagens de
invertebrados que possuem e que não possuem esqueleto (suges- tões:
caranguejo, besouro, água-viva e ostra), folha de papel sulfite; lápis e
borracha; papel-cartão ou cartolina; cola e tesoura; imagens de
animais que habitam diferen- tes ambientes.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
O processo avaliativo deverá ser processual e contínuo, abrangendo
todas as ativida- des desenvolvidas individualmente ou em grupo, de
forma oral ou escrita, através de desenhos ou de confecção de
materiais. As produções coletivas e individuais, orais (debates, roda de
conversa etc) e escritas (atividades, avaliação escrita, relatório das
aulas experimentais), deverão ser avaliadas.
A participação e o empenho durante as atividades, também deverão
ser considera- dos no processo avaliativo.
81
 ATIVIDADES
1 – Escreva (1) se o animal for invertebrado e (2) se ele for vertebrado.
A) ( ) Minhoca. E) ( ) 
Joaninha.
B) ( ) Vaca. F) ( ) Formiga.C) ( ) Gavião. G) ( ) Cobra.
D) ( ) Coelho.
2 – Marque com um X a(s) característica(s) usada para classificar os 
animais em ver- tebrados e invertebrados.
A) ( ) Forma de locomoção.
B)( ) Ambiente em que vive.
C) ( ) Presença ou ausência de coluna vertebral e crânio.
3– Complete as frases usando as palavras:
origem espécie alimentam-se cresce
m
reproduze
m
respira
m
plantas animais
A) os seres vivos nascem
reproduzem e morrem.
B) A é a capacidade dos seres vivos de dar a outros 
seres da mesma .
C) As e os formam dois grandes 
gru- pos de seres vivos.
UNIDADE TEMÁTICA
Vida e Evolução.
OBJETO(S) DE 
CONHECIMENT
O:
HABILIDADE(S)
:
Identificar e descrever
carac- terísticas
presentes em dife- rentes
etapas do desenvolvi-
mento dos seres vivos.
(EF03CI05) Descrever e comunicar as
alterações que ocorrem desde o
nascimento em animais de diferentes
meios terrestres ou aquáticos, inclusive o
homem.
 PLANEJAMENTO
TEMA DE ESTUDO: Características dos Animais - parte 2
DURAÇÃO: 2 aulas
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS:
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
Nesta sequência didática abordaremos a importância do revestimento
corporal, como a pele, os pelos, as escamas e as penas, nos animais.
Discutiremos sobre as diferentes formas de reprodução dos
organismos, tendo como exemplo o ciclo de vida dos anfíbios, que
apresentam um mecanismo conhecido como metamorfose e que todos
os seres vivos possuem um ciclo de vida.
B) DESENVOLVIMENTO:
A pele é um órgão que cobre todo o corpo dos seres humanos. A
cobertura corporal dos animais pode ser muito diferente, porém todas
servem para proteger o corpo. A pele humana é coberta por pelos. Em
outros animais pode haver pelos, escamas ou penas etc.
1º Momento: O revestimento do corpo nos animais
Essa atividade deverá ser realizada em grupos de cinco estudantes.
Inicie a aula reto- mando a noção da importância da pele como órgão
protetor para os seres humanos como a pele protege nosso corpo dos
raios solares, porém para mantê-la saudável e preservada devemos
usar, todos os dias, protetor solar.
83
A pele também nos protege contra a perda excessiva de água por
transpiração, pois tem certo grau de impermeabilidade. Em seguida,
pergunte para os estudantes se eles conhecem a cobertura do corpo
dos outros animais, que apresentam o que cha- mamos de “anexos” da
pele.
Organize as informações sobre esse revestimento explicando que nos
mamíferos a pele é coberta por pelos (pouco abundantes no ser
humano); nos répteis, por esca- mas ou placas; que os anfíbios têm
pele fina e úmida, sem anexos, e as aves têm a pele coberta por
penas.
Ressalte que em todos os casos o revestimento apresenta funções
importantes, como a de proteção contra a desidratação,
principalmente no caso dos pêlos, penas e escamas, ou ainda de
manutenção da temperatura corporal, no caso das penas e dos pelos,
respectivamente em aves e mamíferos.
Forme grupos de 4 estudantes e forneça para cada grupo, recortes de
animais que apresentem diferentes coberturas do revestimento do
corpo (escamas, pelos, penas), realizando uma colagem em uma folha
de papel sulfite, organizando os animais em grupos, de acordo com o
tipo de revestimento.
Em seguida, peça que escrevam abaixo de cada grupo as funções das
estruturas observadas. Ao término da atividade, explique que certos
animais, como alguns invertebrados, têm outras formas de proteger o
corpo, utilizando, por exemplo, um esqueleto externo.
Forneça aos estudantes algumas imagens de esqueletos externos de
artrópodes (cigarra ou aranha, por exemplo), para que eles visualizem
esse tipo de revestimento.
Outra possibilidade, no caso dos insetos, é pedir aos estudantes que
vivem em região de mata ou de campo para trazer esses esqueletos
provenientes das mudas para a aula, se os encontrarem.
2º Momento: Como nascem alguns animais
Essa atividade deverá ser realizada em grupos de cinco estudantes.
Nesta aula, serão explorados os tipos de reprodução e do
desenvolvimento de alguns animais. Indague os estudantes sobre
como nascem os seres humanos. Verifique seus conhecimentos
prévios, que podem estar relacionados ao nascimento de algum irmão
ou conhecidos, ou ainda às informações vindas de meios de comunica-
ção como programas de televisão, filmes, entre outros. Vocês sabem
como nascem
84
outros animais? Vamos pensar em alguns animais como: mamíferos
(cães, gatos, etc.) e de outros animais como: peixes, aves, insetos, etc.
Conversem com os estudantes sobre como nascem alguns animais .
• Você acha que todos os animais nascem da mesma forma? Como
nasce o ser humano?
• Como nasce uma galinha? Como nasce a rã?
Os animais podem nascer de diversas maneiras, uns nascem
diretamente do corpo da mãe, como os seres humanos. Outros se
desenvolvem no interior de ovos. Às vezes, saem dos ovos sem
estarem totalmente “prontos” e sofrem muitas modificações
(metamorfose), como é o caso de sapos, rãs e muitos insetos, como as
borboletas, até adquirirem a forma adulta definitiva.
Outras vezes, somente saem dos ovos quando já estão bem parecidos
com os adul- tos, caso dos mamíferos. Em seguida, comenta que
alguns animais, como as rãs e borboletas, quando jovens, se
apresentam na fase larval e durante o seu desenvolvi- mento sofrem
diversas transformações (metamorfose) até chegar à fase adulta.
Essa atividade deverá ser realizada em grupos de 4 estudantes.
Distribua folhas de papel sulfite para cada grupo. Façam um desenho
na folha dos seguintes organismos vivos: um réptil, um anfíbio, um
mamífero, um peixe ou um inseto.
Elabore um mural com os desenhos feitos pelos estudantes.
RECURSOS:
Para a realização dessa sequência didática você vai precisar dos
seguintes materiais: caderno, cola, folha sulfite, lápis preto, recortes
de revistas ou jornais de animais com diferentes tipos de estruturas na
pele (pêlos, escamas, penas ou pele lisa) e ima- gens de esqueleto
externo de animais artrópodes (como cigarra, aranha e abelha), na hora
da muda. As imagens das mudas desses animais (por ex.: cigarras
podem ser encontradas na internet, algumas, inclusive, mostram o
inseto saindo do esqueleto antigo no momento da muda.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
O processo avaliativo deverá ser processual e contínuo, abrangendo
todas as ativida- des desenvolvidas individualmente ou em grupo, de
forma oral ou escrita, através de desenhos ou de confecção de
materiais. As produções coletivas e individuais, orais (debates, roda de
conversa etc) e escritas (atividades, avaliação escrita, relatório das
aulas experimentais), deverão ser avaliadas.
85
A participação e o empenho durante as atividades, também deverão 
ser considera- dos no processo avaliativo.
 ATIVIDADES
1 – Marque um X nos animais listados abaixo que nascem de ovos postos 
pela mãe:
A) ( ) cachorro.
B)( ) peixe-dourado.
C) ( ) perereca.
D) ( ) papagaio.
E)( ) morcego.
F)( ) serpente.
G) ( ) tamanduá.
2 – Considerando o desenvolvimento de um ser humano, de recém-
nascido a adulto, e de um sapo, de ovo a adulto. Como é o 
desenvolvimento dessas duas espécies.
86
UNIDADE TEMÁTICA
Terra e Universo.
OBJETO(S) DE 
CONHECIMENT
O:
HABILIDADE(S)
:
Características da 
Terra. Formato do 
planeta Terra.
(EF03CI07AX) Identificar características da
Terra (como seu formato esférico, a presença
de água, solo etc.), com base na observação,
manipulação e compa- ração de diferentes
formas de representação do pla- neta (mapas,
globos, fotografias etc.).
 PLANEJAMENTO
TEMA DE ESTUDO: Características da Terra
DURAÇÃO: 2 aulas
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS:
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
Nesta sequência didática, foi elaborado um modelo do planeta Terra
por meio da observação, manipulação e comparação de diferentes
formas de representação do planeta que contemplam as
características da Terra, como seu formato esférico e a presença de
água do solo .
B) DESENVOLVIMENTO:Nesta aula os estudantes terão a oportunidade de conhecer e
manipular um globo terrestre, um mapa-múndi e fotografias do planeta
Terra. Poderão identificar conti- nentes, oceanos e regiões polares do
nosso planeta e discutir as diferentes formas de representá-lo.
É importante levar o globo terrestre e mapas-múndi para que eles
possam ter uma compreensão mais precisa do nosso planeta.
1º momento:
Propor aos estudantes a observação de imagens que permitam
levantar questões sobre as características da Terra, como o seu
formato esférico, a presença de água e de solo, entre outras.
87
Mão na massa.
Formar grupos de 3 estudantes para a realização da atividade.
O professor deverá levar para a sala de aula imagens que representem
o planeta Terra (mapas, globos, fotografias etc.). Outra maneira de obter
imagens é realizar pesqui- sas na internet com consultas em sites,
artigos, reportagens, revistas, jornais, entre outros.
Providencie os seguintes materiais:
Para fazer o papel machê você vai precisar de:
• Papel (folhas de jornal, papel kraft, folhas de caderno ou papel higiênico 
limpo).
• Cola branca.
• Água.
• Recipiente para misturar a massa.
Realizar a leitura do passo a passo da técnica do papel machê:
Acesse o link: <https://www.revistaartesanato.com.br/como-fazer-papel-
mache-
-passo-a-passo/>. Acesso em: 11 abr. 2022.
Construindo um modelo do planeta Terra
• Forrar o local de trabalho com jornal.
• Rasgar o papel (folhas de jornal, papel kraft, folhas de caderno ou 
papel higiê- nico limpo) em pedaços pequenos e colocá-los em um 
recipiente.
• Despejar um pouco de água morna dentro do recipiente contendo o 
papel.
• Deixar o papel amolecendo por 15 minutos, no mínimo.
• Com as mãos, dissolver o papel na água para amolecer mais 
rapidamente.
• Colocar o papel dissolvido (massa) em um pano e espremer para 
retirar toda a água. Retirar o máximo de água possível.
• Em um recipiente de plástico vazio, colocar o papel que foi espremido.
• Adicionar cola branca aos poucos e ir mexendo a massa com as 
mãos até quando a massa ganhar liga, estará pronta para ser 
modelada.
• Com a massa pronta, usar a bola plástica de futebol como molde.
• Modelar a bola de acordo com as imagens que representam o 
planeta Terra, use a criatividade.
• As áreas que representam os continentes podem ser feitas em alto 
relevo.
88
• Deixar os modelos do planeta Terra feito de papel machê secarem
completa- mente, por 2 ou 3 dias.
Traga o globo terrestre para a sala de aula, para que os estudantes
possam fazer referência do globo terrestre, com o material produzido
por eles com o papel machê.
Utilize a bola confeccionada com papel machê, que representa o
planeta terra e pin- te-a, utilizando pincel e tinta guache de acordo
com as observações do globo ter- restre, especificando a parte de terra
e água em nosso planeta. Lembrando que o planeta possui mais água
do que terra. Utilize canetinhas coloridas para demonstrar os
continentes do globo terrestre.
2º momento:
Solicite previamente aos estudantes que pesquisem imagens do
planeta Terra visto do espaço, para compor um mural intitulado “Galeria
com imagens da Terra”.
Fonte: Disponível em: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/
n6RzDfAapbutTkU47RPuRsUfaYeKvG2KPnyaB2XagFmkW58rxjeDUrmFk7BU/contexto>. Acesso em: 11 abr. 
2022.
As imagens podem ser retiradas de revistas e na internet e serem 
fixadas no mural da sala. Após afixarem as imagens, permita-lhes um 
tempo para observá-las.
Utilize imagens de mapas, globos terrestres e representações da Terra via 
satélite. Converse com os estudantes sobre o planeta Terra.
• O que está sendo representado nas imagens mostradas?
• Quais as formas de representação que estão sendo utilizadas?
• Com o passar dos anos, é possível perceber alguma diferença nas
formas de representar a Terra?
• É importante representar a Terra de forma padronizada? Por quê?
89
Traga para esta atividade um globo terrestre. Apresente o globo aos
estudantes, mostre a posição dos continentes e oceanos e indique
diferentes países, assim como as regiões polares.
Em seguida, organize os estudantes em duplas e atribua-lhes a
responsabilidade por
algumas das imagens afixadas na “Galeria com imagens da Terra”.
A tarefa de cada dupla será apontar com setas, nas imagens pelas
quais são respon- sáveis, os continentes, os oceanos, as nuvens e,
quando for o caso, as regiões pola- res. Permita que observem o globo
para esclarecer eventuais dúvidas. Procure levar globos terrestres e
mapas-múndi para os estudantes possam utilizar em sala de aula.
Organize-os em grupos de quatro pessoas, ou de acordo com o número
de globos e mapas disponíveis, e permite que explorem o material.
Faça quadros vazados, com folhas de papel sulfite, e demarque a área no
globo ou no
mapa que cada grupo deverá observar mais atentamente.
Oriente os membros de cada grupo a analisar com bastante atenção a
parte do globo terrestre ou do mapa-múndi ao qual foram designados.
Em seguida, os membros do grupo devem fazer uma lista dos países
encontrados na parte em que são responsáveis.
• Quais são os continentes, oceanos e países encontrados nesta
parte do globo e do mapa mundi?
As listas dos países devem ser compartilhadas e corrigidas com os
membros de outros grupos responsáveis,para que possam discutir
sobre a atividade realizada fazendo as devidas considerações.
Os estudantes poderão fazer desenhos de mapas, representando neles
as partes que analisaram e indicando os respectivos oceanos e
continentes. Os desenhos poderão ser usados para compor um mapa-
múndi e para que todos possam avaliar o resul- tado e comparar com o
mapa-múndi original.
RECURSOS:
Para a realização dessa sequência didática você vai precisar dos
seguintes materiais: caderno, caneta (azul ou preta) ou lápis preto,
canetas coloridas, cola, globos terres- tres, imagens do planeta Terra
visto do espaço, mapas-múndi, papel sulfite, tesoura de pontas
arredondadas, papel (folhas de jornal, papel kraft, folhas de caderno ou
90
papel higiênico limpo), bola plástica de futebol, cola líquida branca, água,
recipientes
de plástico para misturar a massa, pano, tinta guache colorida, pincel e fio
de náilon.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
O processo avaliativo deverá ser processual e contínuo, abrangendo
todas as ativida- des desenvolvidas individualmente ou em grupo, de
forma oral ou escrita, através de desenhos ou de confecção de
materiais. As produções coletivas e individuais, orais (debates, roda de
conversa etc) e escritas (atividades, avaliação escrita, relatório das
aulas experimentais), deverão ser avaliadas.
A participação e o empenho durante as atividades, também deverão
ser considera- dos no processo avaliativo.
 ATIVIDADES
Marque X na alternativa correta:
1 – O planeta Terra também é conhecido por:
A) ( ) Planeta água.
B)( ) Planeta solar.
2 – Qual é um dos principais motivos para a existência de vida e de 
água no planeta Terra:
A) ( ) Posição em relação ao universo.
B)( ) Posição em relação ao sol.
3 – A Terra pode ser representada de várias maneiras. Uma delas é por 
meio de um globo terrestre.
O globo terrestre representa a Terra de forma:
A) ( ) Quadrada.
B)( ) Retangular.
C) ( ) Arredondada.
D) ( ) Oval.
91
4– O suporte em que o globo terrestre está fixado nos permite realizar:
A) ( ) O giro que a Terra faz em torno do sol.
B)( ) O giro que a Terra faz em torno de si mesma.
92
2022Ensino Fundamental3 o ano – 2 o bimestre
Ciências HumanasGeografia
 MATERIAL DE APOIO PEDAGÓGICO PARA APRENDIZAGENS 
SIGNIFICATIVAS
ANO DE ESCOLARIDADE REFERÊNCIA ANO LETIVO
COMPONENTE CURRICULAR ÁREA DE CONHECIMENTO
UNIDADE TEMÁTICA
O sujeito e seu lugar no mundo.
OBJETO(S) DE 
CONHECIMENT
O:
HABILIDADE(S):
Os diferentes povos e
comunidades tradicionais que
vivem no Brasil.
Modos de vida dos diferentes
povos e comunidades
tradicionais. Respeito à
diversidade cultural.
Leitura, interpretação e
elaboração
de representaçõescartográficas.
(EF03GE03X) Reconhecer e valorizar os
diferen- tes modos de vida de povos e
comunidades tra- dicionais em distintos
lugares, tomando como referência as
comunidades mineiras, tais como os
indígenas, quilombolas, populações
campesi- nas, geraizeiros, ribeirinhos,
entre outros.
TEMA DE ESTUDO: Os diferentes modos de vida das populações tradicionais
mineiras
DURAÇÃO: 3 aulas
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS:
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
Iniciar a aula anunciando aos estudantes o tema a ser estudado.
Apresente que no momento irão juntos aprender sobre os modos de vida
das diferentes populações tra- dicionais mineiras e a importância do
respeito à diversidade cultural desses povos. Em seguida, leia para a
turma a habilidade do Currículo Referência de Minas Gerais que esta
sequência didática objetiva auxiliá-los a adquirir. Contextualize que o
Brasil possui uma população caracterizada pela diversidade cultural e
reconhece toda essa diversidade e o respeito a ela por meio de uma
legislação que garante direitos a esses povos. Minas
93
Gerais é um estado também composto por muitas comunidades
tradicionais, espa- lhados por seus territórios, contribuindo à sua
maneira para nossa mineiridade. Problematize com a turma: vocês
conhecem os povos tradicionais brasileiros? E os povos tradicionais
mineiros? Ouça suas colocações e comente-as convidando-os a saber
mais sobre o assunto.
B) DESENVOLVIMENTO:
Contextualize com a turma o que são os povos tradicionais ou
comunidades tradicio- nais, dizendo que são grupos de pessoas que
possuem uma cultura bem específica como hábitos alimentares,
vestimentas, crenças, passadas de geração em geração, desde os mais
antigos para os mais novos. Estes conhecimentos transmitidos são
chamados de conhecimentos tradicionais. Tais conhecimentos foram
adquiridos durante anos de convívio próximo com a natureza,
observando seus ciclos, sua fauna, sua flora e interpretando as
informações retiradas deles.
Com o auxílio de um projetor, reproduza o seguinte vídeo para a turma
“Comunidades tradicionais”. Disponível em:
<https://youtu.be/9xc78G0y63Y>. Acesso em: 10 maio 2022. Após a
reprodução, conversem sobre o que entenderam e as novas informa-
ções que aprenderam. Em seguida, pergunte à turma o que esses
povos possuem em comum. Ouça suas hipóteses e comente-as
dizendo sobre a relação deles com a natureza e o fato como o seu
modo de vida está intimamente conectado a ela.
Ainda sobre o vídeo, pergunte: quais comunidades tradicionais citadas
no vídeo vocês acreditam fazer parte da população mineira? Ouça suas
respostas e apresente que são as populações: indígenas, quilombolas,
caipiras, ribeirinhos e pescadores artesanais. Elabore uma
apresentação com fotos e informações sobre elas e apre- sente para a
turma. Inclua em sua apresentação as populações campesinas, gerai-
zeiros que também são comunidades tradicionais mineiras.
Após a apresentação, converse com a turma sobre a importância do
respeito às dife- renças e a valorização dos modos de vida das
pessoas. Pergunte se já assistiram ao filme Shrek, comente que a
animação é uma aula de respeito à diversidade e apreço às diferenças.
Convide-os a assistirem ao desenho prestando atenção nos aspectos
referentes à discriminação, isolamento e desrespeito ao que é
diferente. Prepare o ambiente, se possível, peça para estourarem
pipoca na cantina e reproduza a anima- ção para a turma.
94
RECURSOS:
Computador com acesso à internet, projetor, televisão.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
Avaliação processual e contínua.
1 – Cite o nome de três comunidades tradicionais que compõem a 
população de Minas Gerais.
2– Qual aspecto as populações tradicionais possuem em comum?
3 – Resolva o caça-palavras abaixo com os nomes de comunidades 
tradicionais bra- sileiras.
Elaborado por Geniol. Disponível em: <https://www.geniol.com.br/palavras/caca-palavras/criador/> Acesso em: 10 abr. 
2022.
95
ATIVIDADES
96
UNIDADE
TEMÁTICA
Natureza, ambientes e qualidade de vida.
OBJETO(S) DE CONHECIMENTO: HABILIDADE(S):
Impactos ambientais das atividades
eco- nômicas (indústria e comércio)
realizadas no espaço urbano/cidade
em escala do local ao global.
Impactos ambientais das atividades
eco- nômicas (agropecuária,
indústria e comér- cio) realizadas
no espaço rural/campo em escala
do local ao global.
Leitura, interpretação e
elaboração de
representações cartográficas.
(EF03GE11) Comparar impactos
das ati- vidades econômicas
urbanas e rurais sobre o
ambiente físico natural, assim
como os riscos provenientes do
uso de ferramentas e máquinas
na apropria- ção desses
espaços.
 PLANEJAMENTO
TEMA DE ESTUDO: Impactos ambientais das atividades econômicas no
espaço rural e urbano
DURAÇÃO: 2 aulas
PROCEDIMENTOS 
METODOLÓGICOS: 
CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTUR
A:
Iniciar a aula anunciando aos estudantes o tema a ser estudado.
Apresente que no momento irão juntos aprender sobre os impactos
ambientais gerados pelas ativi- dades econômicas tanto no espaço
rural quanto no espaço urbano. Em seguida, leia para a turma a
habilidade do Currículo Referência de Minas Gerais esta sequência
didática objetiva auxiliá-los a adquirir. Contextualize que os seres
humanos estão constantemente alterando as paisagens de forma que
atendam melhor os seus inte- resses. Entretanto, a depender da
maneira e intensidade dessas alterações, danos ambientais sérios
podem ser causados. Pergunte à turma: vocês sabem dizer o que
significa poluição ambiental? Quais ambientes sofrem mais com a
poluição, o meio rural ou o meio urbano? Por que? Ouça suas
colocações e comente-as.
97
B) DESENVOLVIMENTO:
Apresente à turma que a poluição é um grande problema da sociedade
atual. Ela impacta diretamente na saúde das pessoas, dos animais, na
qualidade do ar e da água. Tornando-se um problema tão sério que é
inclusive debatido em âmbito inter- nacional entre vários países
preocupados com a preservação do meio ambiente. Diga que embora
os modos de vida e as atividades econômicas desempenhadas no
campo e na cidade sejam diferentes entre si, ambos os ambientes são
afetados pela polui- ção. Pergunte aos estudantes: como vocês
acreditam que o espaço rural é afetado pela poluição? E o espaço
urbano? Ouça suas hipóteses e comente-as realizando as devidas
correções.
Em seguida, reproduza o seguinte vídeo para os estudantes “Turma da
Mônica - Cui- dado com o Meio Ambiente”. Disponível em
<https://www.youtube.com/watch?v=x-
qQwPUrBRY8&ab_channel=Controladoria-GeraldaUni%C3%A3o-CGU>.
Acesso em: 12 abr. 2022. Conversem sobre o assunto tratado na
animação e pergunte quais as soluções propostas pela Mônica e o
Cebolinha para salvar o planeta da poluição que está o adoecendo.
Após, problematize com a seguinte questão: vocês concordam que
apenas com ações individuais das pessoas, como não jogar lixo nas
ruas, con- seguiremos salvar o planeta Terra da poluição? Ouça suas
hipóteses e comente que embora atitudes como estas contribuam para
um meio ambiente mais limpo e agra- dável de se conviver, elas ainda
são muito incipientes diante dos impactos ambien- tais causados pelas
atividades econômicas: agropecuária, indústria e comércio. Entretanto,
isso não significa que devemos deixar de fazê-las.
Apresente que existem diversos tipos de poluição que nós sozinhos
não consegui- mos controlar. Anuncie que irá reproduzir um vídeo, para
prestarem atenção e anotar quais dos tipos de poluição mostrados eles
acreditam que ocorram em meio rural, quais em meio urbano, além
das atividades econômicas que podem estar vinculadas. Reproduza o
seguinte vídeo “Quais os tipos de poluição que existem?” Após a exibi-
ção, converse com os estudantes sobre o que acharam do vídeo, se já
conheciam ou não as informações transmitidas por ele. Em seguida,
anote no quadro os tipos de poluição apresentados no vídeo pedindo
que os estudantes apontem os setores eco- nômicos responsáveis por
cada uma. Após, realize as seguintes problematizações: quais seriamos possíveis efeitos dessa poluição a nossa saúde? Ouça suas
hipóteses e comente-as, realizando as correções necessárias.
98
Elabore uma apresentação com fotos exemplificando e explicando
mais detalhada- mente pelo menos um tipo de poluição causada pelas
atividades econômicas no meio rural e também no meio urbano. Traga
também alternativas existentes soluções para que estas deixem de
ocorrer ou diminuam o seu impacto sobre o meio ambiente. Desperte
nos estudantes a ideia de que com boa vontade, leis mais rigorosas e
fis- calização tais impactos podem ser amenizados. Finalize
convidando-os a realizar a atividade aqui proposta.
RECURSOS:
Projetor, computador com acesso à internet.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
Avaliação processual e contínua.
 ATIVIDADES
1 – Escreva os tipos de poluição representados nas figuras abaixo.
Fonte: Canva.com Fonte: Canva.com
99
2- Observe a figura abaixo e responda às questões que seguem .
Trator aplicando pesticida 
em uma plantação. Fonte: Canva.com
A)A aplicação de pesticidas em lavouras impacta de que forma o solo e a 
água locais?
B)A imagem acima retrata um tipo de poluição que ocorre no meio urbano 
ou rural?
Justifique.
100
UNIDADE
TEMÁTICA
Conexões e escalas.
OBJETO(S) DE CONHECIMENTO: HABILIDADE(S):
Mudanças das paisagens nos lugares de
vivência (casa, escola, bairro, região do
entorno).
Os componentes que atuam nos
processos de modificação das paisagens,
como indústrias, ampliação de bairros,
abertura de novas ruas, ampliação do
comércio, diferenciação dos espa- ços de
moradias e de circulação, entre outros.
Leitura, interpretação e elaboração de
represen-
tações cartográficas.
(EF03GE04) Explicar como
os processos naturais e
históri- cos atuam na
produção e na mudança
das paisagens natu- rais e
antrópicas (ações huma-
nas) nos seus lugares de
vivên- cia, comparando-os
a outros lugares.
 PLANEJAMENTO
TEMA DE ESTUDO: Os processos naturais e históricos que modificam a
paisagem
DURAÇÃO: 1 aula
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS:
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
Iniciar a aula anunciando aos estudantes o tema a ser estudado.
Apresente que no momento irão juntos aprender sobre as mudanças
nas paisagens que ocorrem ao longo do tempo em nossos lugares de
vivência. Em seguida, leia para a turma a habi- lidade do Currículo
Referência de Minas Gerais que esta sequência didática objetiva
auxiliá-los a adquirir. Converse com a turma perguntando se eles já
observaram que a paisagem ao nosso redor está em constante
mudança, que às vezes as mudan- ças são tão sutis que de primeira
não nos chamam atenção, entretanto estão ali, por exemplo, a
mudança na pintura da frente de uma casa ou uma árvore que
cresceu, mas antes era bem pequenininha. Outras são muito maiores,
como a construção de um prédio ou a abertura de uma nova rua. Ouça
suas respostas e convide-os a conhe- cer melhor os processos naturais
e históricos que modificam a paisagem.
101
B) DESENVOLVIMENTO:
Contextualize com a turma que todas as paisagens sofrem
modificações tanto por processos naturais quanto históricos. Explique
o que significa cada um desses pro- cessos trazendo exemplos. Diga
que os processos naturais podem ocorrer tanto de maneira abrupta,
por exemplo, quando um barranco cede, o período de seca ou cheia do
rio, um raio destrói uma árvore ou de maneira bem lenta, podendo
demo- rar milhões de anos, no tempo geológico, como a formação de
uma montanha ou a mudança de curso do leito de um rio. Porém os
processos históricos de modificação da paisagem acontecem de forma
mais rápida, dentro do tempo do homem, pode- mos citar a construção
de uma casa, o surgimento de um novo bairro, a instalação de uma
indústria, a reforma de uma praça...
Pergunte aos estudantes se a casa onde moram é da mesma forma
desde quando se mudaram para ela ou se foram feitas modificações.
Como pintar uma parede, cons- truir um muro, anexar um novo
cômodo. E a nossa escola, é da mesma forma desde quando
começaram a estudar aqui? O que mudou? E o nosso bairro?
Ocorreram mudanças recentes nele? Permita que compartilhem suas
respostas com os colegas e comente-as. Apresente que com o passar
do tempo as cidades se transformam de modo a se adequar melhor
aos novos hábitos de vida da sua população.
Elabore uma apresentação com fotos antigas do bairro e da cidade
onde está locali- zada a escola, se possível traga também fotos antigas
da unidade escolar. Apresente as imagens aos estudantes e convide-os
a identificar tais locais, em seguida, revele de onde se tratam.
Acrescente também em sua apresentação imagens atuais destes
mesmos espaços, e solicite aos estudantes que comparem as imagens
identificando as mudanças e as permanências nas paisagens. Em
seguida pergunte se as mudan- ças que identificaram fazem parte dos
processos históricos ou naturais e o porquê. Como para casa, peça que
conversem com membros de suas famílias sobre como era a casa, a
rua, o bairro onde residem antigamente, anotem as informações e
com- partilhem na próxima aula com seus colegas.
Se no município ou na região onde a unidade escolar estiver instalada
houver regis- tros geológicos, como marcas em rochas, morros
testemunhos, indicação da exis- tência de mar, vulcões ou registros
arqueológicos é interessante que acrescente essas informações
também em sua aula. Explique brevemente tais registros nos
102
locais e as provas atuais de que estes estiveram ali em um passado
muito distante. Convide os estudantes a imaginarem como era a
paisagem local naqueles tempos e elaborar um desenho. Finalize esta
sequência didática convidando a turma a realizar a atividade aqui
proposta.
RECURSOS:
Projetor, computador.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
Avaliação processual e contínua.
1 – Responda às questões.
A) Na cidade onde você reside há construções antigas? Cite algumas.
B)Como é o estado de preservação dessas construções? Por quê?
C) Pergunte ao seu professor qual era o uso antigo dessas construções 
e a sua função atual.
2 – Existem grandes mudanças no local onde você mora causadas por 
processos naturais? Explique por que isso ocorre.
103
ATIVIDADES
3– Leia o trecho da canção abaixo e responda:
Sobradinho
O homem chega, já desfaz a 
natureza Tira a gente, põe 
represa
Diz que tudo vai mudar
O São Francisco lá pra cima da 
Bahia Diz que dia menos dia
Vai subindo devagar
E o passo a passo vai cumprindo a 
profecia Do beato que dizia
Que o sertão ia alagar
[...]
Compositores: Guttemberg Nery Guarabyra Filho / Luiz Carlos Pereira De Sa
Letra de Sobradinho © Warner/chappell Edicoes Musicais Ltda
A) A letra fala sobre a modificação em uma paisagem. Essa modificação faz 
parte de
um processo histórico ou natural? Explique.
104
UNIDADE TEMÁTICA
Formas de representação e pensamento espacial.
OBJETO(S) DE CONHECIMENTO: HABILIDADE(S):
Diferenças entre imagens
bidimensionais e tridi- mensionais,
destacando a passagem do espaço
concreto, da realidade em que se vive
(tridimen- sional) para o espaço do papel
(bidimensional).
Tipos de representação cartográfica a
partir do plano bidimensional (mapa) e
tridimensional (maquete).
Leitura, interpretação e elaboração de
repre-
sentações cartográficas.
(EF03GE06) Identificar e
inter- pretar imagens
bidimensionais e
tridimensionais em
diferentes tipos de
representação carto-
gráfica (globo terrestre,
mapas, maquetes, croqui,
etc.).
 PLANEJAMENTO
TEMA DE ESTUDO: Formas de representação do espaço em modelos
bidimensionais e tridimensionais
DURAÇÃO: 3 aulas
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS:
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
Iniciar a aula anunciando aos estudantes o tema a ser estudado.
Apresente que no momento irão juntos aprender sobre as formas de
representação do espaço em modelos bidimensionais (2D) e
tridimensionais (3D). Em seguida, leia para a turma a habilidade do
Currículo Referência de Minas Gerais que esta sequência didática
objetiva auxiliá-los a adquirir. Contextualize que embora os nomes
sejam difíceis,em nosso dia a dia temos contato a todo tempo com
tais perspectivas, o que vai facilitar a compreensão do conteúdo.
Convide-os a conhecer melhor as formas de represen- tações do
espaço geográfico.
105
B) DESENVOLVIMENTO:
Comece a aula introduzindo os significados de bidimensionais (2D) e
tridimensionais (3D). Explique que estas perspectivas possuem relação
com a profundidade do dese- nho. Quando algo está representado em
um modelo bidimensional significa que ele tem apenas duas
dimensões, altura e largura. Elabore uma apresentação inserindo nela
exemplos de desenhos bidimensionais. Pergunte se conhecem a
animação Peppa Pig e a utilize como exemplo de um modelo
bidimensional. Com o auxílio de um projetor reproduza a animação
“Peppa Pig - O Tesouro do Pirata”. Disponível em: <https://www.
youtube.com/watch?v=DgRHEDKNKeg&ab_channel=DesenhoTeca>.
Acesso em: 12 abr. 2022. Ao final do vídeo, comente que na animação
os personagens utilizaram uma forma de representação do espaço para
se orientar e pergunte que representação foi essa. Ouça suas respostas
e apresente que o mapa é um exemplo de representação do espaço
geográfico em modelo bidimensional, assim como o croqui.
Em sua apresentação, insira imagens de diferentes mapas do Brasil, de
Minas Gerais e do município onde está localizada a unidade escolar.
Estimule que realizem com- parações entre os mapas no que diz
respeito ao tamanho da área representada, a riqueza de detalhes, às
cores utilizadas, os tipos de mapas, ressaltando que essa
representação espacial é uma linguagem, ela transmite a informação
que o autor do mapa quer passar. Imprima um mapa de Minas Gerais por
regiões de planejamento e peça para colorirem seguindo a legenda,
colem no caderno a imagem e escrevam Mapa
– perspectiva bidimensional 2D. Disponível em:
<https://www.youtube.com/watch?v=-
-4FAZidrl3M&ab_channel=Entretenimentosocialnerd>. Acesso em: 12 abr. 2022.
Em seguida, apresente também a perspectiva tridimensional, dizendo
que esta é a representação em três dimensões: altura, largura e
comprimento. Pergunte se já assistiram filmes em perspectiva 3D e o
que acharam da experiência. Em sua apre- sentação, insira desenhos
em 3D e estimule que façam comparações com o modelo
bidimensional. Em seguida, convide-os a assistir a animação
“Engraçado curta-
-metragem 3D animada para crianças”. Disponível em:
<https://www.youtube.com/ watch?v=-
4FAZidrl3M&ab_channel=Entretenimentosocialnerd>. Acesso em: 12 abr.
2022. Ao final, conversem sobre o desenho, o que acharam da
imagem, se a visão que temos dentro dessa perspectiva se aproxima
mais da nossa realidade que a 2D ou não. Ouça suas colocações e
apresente que também existem formas de repre- sentação espacial na
perspectiva 3D, uma delas é a maquete. Explique o que é uma
maquete e como é elaborada. Coloque em sua apresentação imagens
de diferentes
106
maquetes representando espaços variados. Após, separe a sala em
grupos e entre- gue a eles imagens simples de locais imaginários, cada
grupo receberá uma imagem diferente. Proponha que realizem uma
maquete para representar em perspectiva 3D o desenho recebido.
Finalizadas as maquetes, as exponha em um local de uso comum da
escola.
RECURSOS:
Projetor, computador com acesso à internet, impressora, papel A4,
itens de papela- ria para a elaboração da maquete.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
Avaliação processual e contínua.
1 – Classifique as imagens abaixo em perspectiva bidimensional e 
tridimensional.
Fonte: Canva.com
2 – Cite exemplos de representações do espaço geográfico em modelos
bidimensio- nais e tridimensionais.
107
ATIVIDADES
3 – Realize uma representação espacial bidimensional desenhando um
croqui do caminho percorrido da sua sala de aula até o portão da 
escola.
108
2022Ensino Fundamental3 o ano – 2 o bimestre
Ciências HumanasHistória
 MATERIAL DE APOIO PEDAGÓGICO PARA APRENDIZAGENS 
SIGNIFICATIVAS
ANO DE ESCOLARIDADE REFERÊNCIA ANO LETIVO
COMPONENTE CURRICULAR ÁREA DE CONHECIMENTO
UNIDADE
TEMÁTICA
O lugar em que vive.
OBJETO(S) DE 
CONHECIMENT
O:
HABILIDADE(S)
:
Os patrimônios
históricos e culturais
da cidade de vivência
do estudante.
A importância dos
patri- mônios
culturais para a
memória da cidade e
região.
EF03HI04X) Identificar os patrimônios históricos
e cultu- rais de sua cidade ou região e discutir as
razões culturais, sociais e políticas para que
assim sejam considerados, visando preservar e
perceber aquilo que estes patrimô- nios
materiais imateriais revelam sobre a história
local e regional.
(EF03HI05X) Identificar os marcos históricos do
lugar em que vive, compreender seus
significados, com vistas à valorização,
reconhecimento e preservação.
 PLANEJAMENTO
TEMA DE ESTUDO: A importância dos patrimônios naturais e culturais
DURAÇÃO: 4 aulas
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS:
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
Esta sequência didática tem por objetivo levar os estudantes a
conhecerem o conceito de patrimônio e suas diferentes definições, além
de diferenciar Patrimônio Natural de Patrimônio Cultural, reconhecendo a
importância da preservação e valorização dos patrimônios, para a
compreensão da identidade histórica de um povo ou comunidade.
109
No Brasil, em Minas Gerais e na grande maioria dos municípios e
cidades, possuímos inúmeros e diversificados patrimônios culturais e
naturais que são importantes para o turismo e preservação da nossa
história.
B) DESENVOLVIMENTO:
1º momento: O patrimônio natural e a importância de sua preservação
Professor(a), comece essa aula com uma tempestade de ideias,
escrevendo no quadro a palavra “Patrimônio”.
Converse com os estudantes sobre o conceito de patrimônio. Inicie
perguntando se já ouviram falar desse termo e o que ele significa.
Auxilie-os a distinguir patri- mônio material e imaterial, mostrando
que enquanto um pode ser visto e tocado, o outro é abstrato. Para
facilitar a apreensão, dê exemplos de cada um – patrimônios
materiais: construções, monumentos, pinturas etc.; patrimônios
imateriais: dan- ças, músicas, folclore, culinária etc.
Anote todas as palavras/frases que os estudantes citarem e em seguida
monte o
significado da palavra patrimônio e peça que eles anotem no caderno.
Agora, explique para a turma a importância do reconhecimento e
valorização dos patrimônios para a preservação de elementos
naturais, históricos, arquitetônicos e artísticos para garantir que eles
não desapareçam com o passar do tempo, pois as transformações
feitas pelos seres humanos na paisagem nem sempre preser- vam
características importantes dos ambientes.
Comente que um patrimônio natural não é definido apenas por sua
beleza e gran- diosidade, mas também pela relevância que tem para
todos os seres vivos que dele dependem. A necessidade de
preservação da flora, por exemplo, deve ser relacio- nada com a
conservação do ambiente, necessária para a vida dos diversos
animais que compõem a fauna de determinada área.
Numa roda de conversa, dialogue com a turma sobre o que sabe sobre
os patrimô- nios culturais e naturais existentes no Brasil e em Minas
Gerais.
110
Faça perguntas como:
Projete ou mostre cópias de imagens explorando o conhecimento dos
estudantes sobre os patrimônios culturais/naturais do Brasil, de Minas
Gerais e dos locais/muni- cípios de vivência dos estudantes,
incentivando-os a pensar na importância de sua preservação.
 
Fonte: Igreja
São
Francisco
de Assis -
Pampu-
lha – Belo
Horizonte
/MG.
Disponíve
l em:
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jpg>. Acesso em: 26
abr. 2022.
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A863665125F9.jpg>.
Acesso em: 01 mar. 2022.1 – O que significa “tombar” um patrimônio?
2– Qual a importância de fazer o “tombamento” de um patrimônio?
Explique que o tombamento de elementos como patrimônio também
tem impor- tância para a economia local, pois muitos deles se tornam
pontos turísticos que atraem milhares de turistas anualmente.
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.jpg>.
Acesso em: 
01 mar. 
2022.
Parque Foz do Iguaçu - Paraná
Disponível em:<https://i.pinimg.com/736x/15/5b/12/155b12f60
68043c8b4d40da3cfa8bcc2--parana-brazil-travel.jpg>.
Acesso em 01 mar.2022.
Disponível em:
<https://i.pinimg.com/73
6x/bd/66/f5/
bd66f5b6797762fdc2f80
228b29fae52.jpg>.
Acesso em 01 mar.2022.
111
Mostre as imagens e pergunte se algum deles já conhece um desses
locais e incenti- ve-os a relatar sua experiência, lembrando que esse
local pode ser no seu município ou em cidades próximas da sua
moradia.
Imagens do Arquipélago de Fernando de Noronha - Pernambuco
 
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em:
<https://i.
pinimg.co
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780c. jpg>.
Acesso em:
04 mar.
2022.
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Ace
sso
em:
04
mar. 2022.
Explique para a turma que o Parque Nacional do Iguaçu, no estado do
Paraná, atrai cerca de 1,5 milhão de turistas anualmente por sua
paisagem deslumbrante com 275 quedas d’ água que podem chegar a
82 metros de altura.
Amplie o conhecimento falando sobre a importância ambiental desses
patrimônios. Dê como exemplo o Arquipélago de Fernando de
Noronha, no estado de Pernam- buco, que é o reduto de uma
quantidade significativa de golfinhos, peixes exóticos e tartarugas
Disponíve
l em:
<https://i.
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Acesso em: 04
mar. 2022.
2º momento: Ampliando o tema
Professor(a), numa interdisciplinaridade com a Geografia, é possível
fazer uma abor- dagem ampliando o tema.
Pesquise previamente imagens de outros patrimônios naturais
brasileiros e explore os elementos que estão sob proteção nesses
locais como animais, plantas e ele- mentos da paisagem. São
exemplos: o Complexo de áreas protegidas da Amazônia Central, que
abriga espécies de animais ameaçados de extinção, como o pirarucu, o
peixe-boi amazônico e o jacaré-açu, além de riquezas naturais, como
os igapós, os lagos e os canais; o Complexo de áreas protegidas do
Pantanal, nos estados do
112
Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, que compreende um dos maiores
ecossiste- mas de água doce do mundo e abriga grande variedade de
animais, como o jaburu, o macaco-prego e o cachorro do mato; o
Complexo de áreas protegidas do Cerrado (parques nacionais da
Chapada dos Veadeiros e das Emas), no estado de Goiás, que abriga
diversas espécies de mamíferos, como o tamanduá-bandeira, o tatu
canastra, o lobo-guará e o veado campeiro, e outros animais, além de
paredões de pedra, vege- tação típica do Cerrado, rios e cachoeiras; e
as Reservas da Mata Atlântica do Sul e Sudeste, nos estados de São
Paulo e do Paraná, que ficam na região da Serra do Mar e incluem
cavernas, montanhas, florestas densas, ilhas e até dunas, além de
centenas de espécies de aves e mamíferos.
Texto adaptado da Sequência Didática – Patrimônios naturais e
culturais – 3º ano Ensino Fundamental- Disponível em:
<https://pnld.moderna.com.br/>. Acesso em 07 abr. 2022.
3º momento: Patrimônio cultural e a importância de sua preservação
113
Reforce a ideia para os estudantes de que, ao reconhecermos e
valorizarmos um patrimônio natural, estamos dizendo a toda
sociedade que a preservação dos elementos naturais são essenciais
para as gerações futuras.
Professor(a), faça uma roda de conversa.
Explique para os estudantes que o reconhecimento dos patrimônios é
muito impor- tante para a identidade e a memória de um povo. Para
isso, busque aproximar o assunto do cotidiano e dos interesses da
turma perguntando o que consideram que deveria ser um patrimônio
na sua cidade e por quê.
Explique que a construção que é considerada patrimônio recebe
investimentos para a sua preservação.
Em seguida passe para a turma o conceito de Patrimônio Cultural: é o
conjunto de bens culturais produzidos por uma sociedade, desde
construções e objetos, até mani- festações populares como festas,
4º momento: Conhecendo as diferenças entre patrimônios materiais e 
imateriais
Dê uma cópia do texto “Diferenças entre patrimônios materiais e 
imateriais” para cada estudante e peça que colem no caderno.
Faça uma leitura compartilhada.
Diferenças entre patrimônios materiais e imateriais
Bens culturais imateriais estão relacionados aos saberes; já os
materiais são os palpáveis, como o arqueológico e o paisagístico.
Patrimônio Cultural pode ser definido como um bem (ou bens) de natureza
material
e imaterial considerado importante para a identidade da sociedade
brasileira.
Segundo artigo 216 da Constituição Federal, configuram patrimônio
“as formas de expressão; os modos de criar; as criações científicas,
artísticas e tecnológicas; as obras, objetos, documentos, edificações
e demais espaços destinados às mani- festações artístico-culturais;
além de conjuntos urbanos e sítios de valor histórico, paisagístico,
artístico, arqueológico, paleontológico, ecológico e científico.”
No Brasil, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional
(Iphan) é respon- sável por promover e coordenar o processo de
preservação e valorização do Patri- mônio Cultural Brasileiro, em suas
dimensões material e imaterial.
Fale também que preservar esses patrimônios significa não só
resgatar importan- tes aspectos históricos, mas também garantir a
permanência de elementos tradi- cionais de uma sociedade.
Retome as aulas anteriores, falando que o patrimônio natural se
constitui de paisa- gens e elementos naturais, enquanto que o
patrimônio cultural é produzido pelas pessoas em suas experiências
comunitárias e com o meio ambiente.
114
Os bens culturais imateriais estão relacionados aos saberes, às
habilidades, às crenças, às práticas, ao modo de ser das pessoas.
Desta forma podem ser conside- rados bens imateriais:
conhecimentos enraizados no cotidiano das comunidades;
manifestações literárias, musicais, plásticas, cênicas e lúdicas; rituais
e festas que marcam a vivência coletiva da religiosidade, do
entretenimento e de outras práti- cas da vida social; além de
mercados, feiras, santuários, praças e demais espaços onde se
concentram e se reproduzem práticas culturais.
Na lista de bens imateriais brasileiros estão a festa do Círio de Nossa
Senhora de Nazaré, a Feira de Caruaru, o Frevo, a capoeira, o modo
artesanal de fazer queijo de Minas e as matrizes do samba no Rio de
Janeiro.
O patrimônio material é formado por um conjunto de bens culturais
classificados segundo sua natureza: arqueológico, paisagístico e
etnográfico; histórico; belas artes e das artes aplicadas. Eles estão
divididos em bens imóveis – núcleos urba- nos, sítios arqueológicos e
paisagísticos e bens individuais – e móveis – coleções arqueológicas,
acervos museológicos, documentais, bibliográficos, arquivísticos,
videográficos, fotográficos e cinematográficos.
Entre os bens materiais brasileiros estão os conjuntos arquitetônicos
de cidades como Ouro Preto (MG), Paraty (RJ), Olinda (PE) e São Luís
(MA) ou paisagísticos, como Lençóis (BA), Serra do Curral (Belo
Horizonte), Grutas do Lago Azul e de Nossa Senhora Aparecida (Bonito,
MS) e o Corcovado (Rio de Janeiro).
Fonte: Iphan. Disponível em: <http://www.brasil.gov.br>.
Vamos recapitular escrevendo as perguntas e respostas no caderno.
Fale com os estudantes que deverão utilizar o texto para responderas
perguntas.
1 – Dê a definição de Patrimônio Cultural.
2– Defina o que é Patrimônio Material e Imaterial.
3 – No Brasil, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional
(Iphan) é res- ponsável por .
4– Os bens culturais imateriais estão relacionados a quê?
115
5– Dê exemplos de bens imateriais e materiais.
5º momento: Exemplificando patrimônios materiais e imateriais
Vamos agora exemplificar os tipos de patrimônios culturais explorando
as imagens do samba de roda do Recôncavo Baiano e do casario
colorido do centro histórico de Olinda.
Reforce para os estudantes as semelhanças e diferenças entre esses
dois patrimô- nios culturais apresentados: o samba de roda consiste
em uma dança, um modo de expressão artística e cultural, enquanto o
casario colorido é uma construção, por- tanto, um elemento
materializado.
Ambos, entretanto, são reconhecidos como patrimônios culturais,
porque advêm das experiências comunitárias de grupos sociais.
À medida que for mostrando as imagens ressalte que a proteção das
práticas e tradi- ções populares é tão importante quanto a preservação
de monumentos e construções.
Samba de Roda do Recôncavo Baiano
Disponível em: <https://www.gov.br/turismo/pt-br/
assuntos/noticias/brasil-destaca-importancia-cultural-do- pais-na-
abertura-da-15a-sessao-do-comite-do-patrimonio
imaterial/15_12_BA_SambadeRoda_Luiz_Santos_6.jpg/@@
images/8d5df46e-f350-4967-a73b-b28287e68532.jpeg>.
Acesso em: 04 mar. 2022.
Disponível em:
<https://www.gov.br/iphan/pt-br/assunt
os/ noticias/aberta-consulta-publica-
sobre-o-samba-de-roda-do-
reconcavo-baiano-ba/Roda1.PNG>.
Acesso em: 04 mar. 2022.
116
Disponível em: <https://i.pinimg.com/originals/a5/42/47/
a542471e32d213a0d15020d8e9142488.jpg>.
Acesso em: 04 mar. 2022.
Disponível em:
<https://i.pinimg.com/
originals/3f/1a/6c/3f1a6c7fa4272bdc8aa0
274ab24f1ea7.jpg>.
Acesso em: 04 mar. 2022.
Casarios coloridos do centro histórico de Olinda
Disponível em: <https://i.pinimg.com/originals/61/
c8/88/61c8883c9edfdb7cebfe3466fb4dbc80.jpg>.
Acesso em: 04 mar. 2022.
Disponível em:
<https://i.pinimg.com/or
iginals/fe/80/e8/
fe80e8feb033c6ae44a3a
5216c873dc3.jpg>.
Acesso em: 04 mar. 2022.
Disponível em: <https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?
q=tbn:ANd9GcTnVyPzRrfoxA4YCJueRdNsyg_ nbOdb9gfDlZPth3Sxd6ifvx99-
s2TTeFClfjHPL1QFps&usqp=CAU>. Acesso em: 04 mar. 2022.
6º momento: A importância da língua como patrimônio cultural
Professor(a), é importante que os estudantes entendam que o 
patrimônio cultural está relacionado à vida das pessoas e à forma 
como os grupos sociais interagem.
117
Explique que existe uma política voltada para o reconhecimento da
diversidade linguística como patrimônio cultural, por meio da
identificação, documentação e ações de apoio e fomento.
Projete ou mostre a imagem para a turma explicando a nossa diversidade
linguística.
Essas políticas visam promover e valorizar a diversidade linguística
brasileira, fomen- tando a produção de conhecimento e documentação
sobre as línguas faladas no Brasil e, contribuir para a garantia de
direitos linguísticos, principalmente dos povos originários.
Fonte: Disponível em:<http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/140. Acesso em: 04 abr. 
2022.
.
Além da língua como patrimônio nacional, temos também outros
símbolos que são importantes marcos que devemos preservar.
Exemplos: samba, frevo, literatura de cordel, etc e os toques dos sinos
das igrejas dos municípios de São João del-Rei, Ouro Preto, Mariana,
Catas Altas, Congonhas, Diamantina, Sabará, Serro e Tiraden- tes, todas
no estado de Minas Gerais, ressaltando a importância da participação
da sociedade nesse processo.
Sinos. Disponível em: <https://www.ipatrimonio.org/minas-gerais-toque-dos-sinos-em-
minas-gerais/#!/ map=38329&loc=-20.3787854123855,-
43.419824838638306,15>. Acesso em: 12 abr. 2022.
118
Com a sua ajuda professor(a), proponha aos estudantes a realização de 
uma pesqui- sa on-line no site do Instituto do Patrimônio Histórico e 
Artístico Nacional (IPHAN), a respeito dos patrimônios culturais de 
Minas Gerais. Oriente os estudantes duran- te a pesquisa, que pode 
ser realizada na sala de informática da escola, se possível.
Oriente-os a buscar por esses patrimônios, registrar seus nomes, 
locais de origem, datas de registro e importância deles para a cultura 
mineira e brasileira. Se achar mais conveniente, faça a pesquisa 
proposta previamente e selecione as informa- ções para apresentar 
aos estudantes em sala de aula. Nesse caso, eles poderão organizar 
as informações em uma ficha sobre cada patrimônio pesquisado ou 
pro- duzir cartazes sobre o assunto para serem expostos na escola.
RECURSOS:
Quadro; giz ou pincel; computador; projetor de vídeo e slides; folha
branca; celular; cópias de imagens e textos; lápis de cor, papel craft;
revistas, jornais e panfletos para recorte; tesouras com pontas
arredondadas; cola; equipamentos com acesso à internet.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
A avaliação deverá ser processual e contínua, permeando todas as
atividades pro- postas pelo professor. Desta forma, ao longo do
processo, o professor poderá avaliar o estudante segundo sua
participação nas atividades realizadas: leitura, interpreta- ção de texto,
debates, pesquisas, apresentações de trabalho, produção de textos e
imagens críticas e também por outras atividades escritas a respeito do
tema traba- lhado nas aulas.
É importante que os estudantes reconheçam os patrimônios naturais
para sua pre- servação. Se necessário, revise os conteúdos.
 ATIVIDADES
1 – Complete a frase usando os termos adequados.
Os correspondem a áreas com uma paisagem
especial e de grande importância ambiental. Já os são bens
que apresentam valor cultural para um ou mais grupos da sociedade
brasileira.
patrimônios naturais. patrimônios culturais.
119
2 – Forneça aos estudantes revistas que contenham imagens de
paisagens naturais. Peça a cada estudante que escolha duas paisagens
que, na visão dele, deveriam ser tombadas como patrimônios naturais.
Peça que as cole no caderno e, ao lado, escreva por que acha que os
espaços representados nas imagens deveriam ser tom- bados como
patrimônios naturais.
120
UNIDADE
TEMÁTICA
O lugar em que vive.
OBJETO(S) DE CONHECIMENTO: HABILIDADE(S):
A produção dos marcos da
memória: os lugares de
memória (ruas, praças, escolas,
monumentos, museus etc.).
Valorização, reconhecimento e
pre- servação do patrimônio
histórico.
Motivos pelos quais seus
nomes foram escolhidos.
(EF03HI06X) Identificar os registros
de memória na cidade (nomes de
ruas, monu- mentos, edifícios etc.),
discutindo os crité- rios que explicam
a escolha desses nomes e o valor
cultural para a sociedade no passado
e no presente.
 PLANEJAMENTO
TEMA DE ESTUDO: Memória da cidade
DURAÇÃO: 4 aulas
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS:
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
A sequência didática dessa habilidade, reforça as habilidades
trabalhadas em (EF03HI04), tendo agora por objeto os marcos de
memória da cidade: nomes de ruas, praças, monumentos, museus, etc.
Discutir os motivos pelos quais os nomes foram escolhidos implica em
pesquisar, inferir, explicar e argumentar. Ao elaborar a aula, pode-se
prever uma pesquisa sobre nomes antigos atribuídos pelo próprio povo
aos logradouros públicos como:
• São nomes relacionados à topografia local?
• De um morador conhecido ou de alguma pessoa importante na
política, nas artes, etc? Esses nomes foram mantidos ou
mudados?
A habilidade permite que o estudante observe que há uma história
local que está registrada nos nomes e na memória dos habitantes.
121
B) DESENVOLVIMENTO:
1º momento: A história da cidade, por meio dos nomes dos lugares
Exemplos de imagens do município de Lagoa Formosa, situado no Alto 
Paranaíba.
 
Imagem 1- Foto: CMLF. A cidade é encravada nas montanhas
das Minas Gerais. Imagem 2- Foto:Deocleciano Mundim No
dia do aniversário da
cidade acontece o dia da pesca.
Imagem 3- Foto: Deocleciano Mundim. AVENIDA JK.
Imagem 4. Foto: João Paulo Oliveira. AVENIDA MANOEL
SOARES.
122
Professor(a), inicie a aula perguntando para a turma se eles já repararam
no nome do município, do bairro e da rua em que moram. Comente
que o nome de todos os lugares tem uma história, assim como o
nome das pessoas. Esclareça que sempre existe um motivo para que
um lugar seja nomeado de determinada maneira. Orga- nize a turma em
círculo. Projete ou mostre algumas imagens do município em que
estão localizados e depois faça uma discussão acerca da origem dos
locais apre- sentados nas imagens.
Imagem 5- Foto: João Paulo Oliveira. Bairro Planalto. Imagem 6- Foto: João Paulo Oliveira. Praça Alzira Borges.
Imagens 1 a 6: Disponíveis em: <https://minas-gerais-brasil.blogspot.com/2012/11/lagoa-formosa-cidade-das-
rosas.html?m=0>.
Acesso em: 07 abr. 2022.
Depois de projetar as imagens e dialogar com os estudantes se eles
reconhecem algum desses lugares apresentados nas imagens, chegou
a hora de pesquisar a his- tória da cidade.
Leve a turma para a sala de informática ou biblioteca da escola e peça
que pesqui- sem a história da cidade, anotando no caderno o resultado
da pesquisa.
123
Lagoa Formosa - MG
Histórico
Contam os nossos antepassados que um certo dia, alguns tropeiros
vinham de Con- quista indo a outros centros buscar sal para os
animais. Próximo ao Ribeirão da Babilônia, que era a princípio um
local de pouso dos tropeiros, resolveram dar um alívio aos animais
que estavam exaustos.
Um deles, chamado Zeca Limírio, percebeu que seus animais tinham
fugido ao alcance de sua visão rumo a uma pequena elevação que se
formava ao norte do ribeirão. Subindo pela elevação, descortinou uma
linda e aprazível lagoa, onde os animais se alojavam tranquilamente,
deliciando-se com sombra e água fresca. Este foi possivelmente o
primeiro contato de um tropeiro com a nossa lagoa, até então
totalmente selvagem.
Algum tempo depois, um outro tropeiro chamado Valdemar de
Almeida Barbosa, que foi um dos que deixaram manuscritos em um
diário de suas viagens, a certa altura de seus escritos narrava: ″com a
longa viagem pela estrada real que demanda ao sertão do Paracatu,
os tropeiros batiam pousada em vários pontos, pois era impos- sível
prosseguir adiante naquele dia″. Descreve ainda, um local onde
alimentavam a tropa e descansavam, apreciando a bela paisagem
dominada pela vegetação dos campos mineiros, tendo ao fundo
frondosas árvores nativas, circundando uma bela lagoa. Neste lugar,
narra o tropeiro, cozinhavam os alimentos, refaziam suas ener- gias e
faziam descansar as mulas cargueiras.
[...] O primeiro morador oficialmente instalado foi o Sr. Pacheco de
Araújo, que se fixou provavelmente à margem do Ribeirão da Babilônia
[...] O lugar cresceu. O seu desenvolvimento social, político e
econômico revestiu-se de características seme- lhantes às de outros
vilarejos...
Em 1858, foi criado o distrito de Nossa Senhora da Piedade de Alagoa
Formosa (alguns escritos trazem Lagoa), sob a tutela da freguesia de
Patos de Minas.
[...] A criação da cidade deu-se em 1962, e sua instalação deu-se no ano
seguinte.
Fonte: Texto recortado - Disponível em: <https://cidades.ibge.gov.br/brasil/mg/lagoa-formosa/historico>.
Acesso em: 07 abr.
2022.
www.lagoaformosa.mg.go
v.br
Quando terminarem a pesquisa sobre a origem da cidade, oriente os
estudantes a pesquisarem no Google, imagens da rua “Zeca Limírio”,
fundador da cidade. Além do nome dele, há muitas outras ruas
homenageando outros moradores e famílias da cidade, que
provavelmente eles conhecem. Abaixo o exemplo.
124
Retorne para a sala de aula e numa roda de conversa faça a discussão
sobre o que os estudantes acharam da história da sua cidade e sobre
os nomes das ruas e praças dedicados na grande maioria a pessoas e
famílias locais.
2º momento: Pesquisando o nome da minha rua e da minha escola
Peça aos estudantes que pesquisem sobre o nome da sua rua, da sua escola
e o seu
significado.
Professor(a), peça que cada estudante apresente para os colegas as 
informações sobre o nome da rua ou avenida que moram.
Em seguida, peça a alguns estudantes que descrevam o que 
pesquisaram sobre o nome da rua ou avenida que a escola está 
localizada.
Agora chegou a vez de fazer um desenho bem bonito do trajeto da minha 
casa até a escola.
Monte um mural bem bonito com os desenhos e afixe-os na parede da sala 
de aula ou
então pode-se fazer um varal com cordão.
RECURSOS:
Quadro ou lousa, giz ou pincel, computador, projetor de vídeo e slides,
notebook/ computador, folha branca, lápis de cor; celular, cópias de
imagens e textos, lápis de cor, tesoura, cola, papel craft, materiais
recicláveis como papelão, garrafa pet, pali- tos de picolé, jornais,
revistas, entre outros.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
A avaliação deverá ser feita durante todo o desenvolvimento da
sequência, per- meando todas as atividades propostas pelo professor.
Desta forma, ao longo do pro- cesso, o professor poderá avaliar o
estudante segundo sua participação nas ativida- des realizadas:
leitura, interpretação de texto, debates, pesquisas, construção da
maquete, leitura das imagens e também por outras atividades escritas
a respeito do tema trabalhado nas aulas.
O estudante deverá compreender que os nomes dos locais públicos
remetem à histó- ria local, mineira e brasileira e que existem critérios
para essas escolhas.
125
 ATIVIDADES
1 – Organize a turma em grupos de aproximadamente 5 estudantes. 
Escolha bairros que tenham prédios públicos, museus, bibliotecas, entre
outros.
Professor(a), cada grupo ficará responsável por um bairro conforme você 
orientar.
A maquete poderá ser confeccionada com materiais recicláveis como 
papelão, gar- rafa pet, palitos de picolé, jornais, revistas, entre outros.
A maquete deve contemplar os nomes das ruas, praças, monumentos 
ou prédios de destaque do bairro escolhido.
126
2022Ensino Fundamental3 o ano – 2 o bimestre
Ciências HumanasEnsino Religioso
 MATERIAL DE APOIO PEDAGÓGICO PARA APRENDIZAGENS 
SIGNIFICATIVAS
ANO DE ESCOLARIDADE REFERÊNCIA ANO LETIVO
COMPONENTE CURRICULAR ÁREA DE CONHECIMENTO
UNIDADE TEMÁTICA
Identidades e Alteridades.
OBJETO(S) DE 
CONHECIMENT
O:
HABILIDADE(S)
:
Espaços e
territórios 
religiosos.
(EF03ER10MG) Localizar e distinguir os espaços e
territórios de diferentes culturas, tradições e
movimentos religiosos.
(EF03ER02X) Caracterizar os espaços e territórios
religiosos, de pessoas e grupos, naturais ou
construídos, como locais de realização das práticas
celebrativas.
 PLANEJAMENTO
TEMA DE ESTUDO: Espaços 
sagrados DURAÇÃO: 02 aulas 
PROCEDIMENTOS 
METODOLÓGICOS:
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
Cada religião tem um lugar que considera sagrado. Sagrado é tudo aquilo
que merece respeito religioso por ter associação com uma divindade. Os
locais onde são realizadas celebrações religiosas são chamados de
templos. Dependendo da religião, o templo pode ter outro nome como
sinagoga, mesquita, terreiro ou igreja.
Os fiéis acreditam que esses espaços representam uma forma de se 
conectar com o Divino.
127
IGREJA - É um templo cristão onde os fiéis se reúnem para buscar a
espiritualidade. É o local da pregação dos ensinamentos de Cristo e
onde se aprende os princípios da ética cristã. A Igreja é o conjunto de
fiéis unidos pela mesma fé e que celebram as mesmas doutrinas
religiosas.
SINAGOGA - É o local de culto da religião judaica. Lugar onde os judeus
praticam sua fé e espiritualidade.
MESQUITA - Templo de culto dos seguidores maometano da fé islâmica:
os muçul- manos.
TERREIRO - Nos cultos afro-brasileiros, é o local onde se realizam os cultos
cerimo-
niais e são feitas oferendas aos orixás.
Os indígenas têm a natureza como lugar sagrado.
Sugestão de vídeo: “Espaços sagrados para as religiões”. Disponível
em: <https:// www.youtube.com/watch?v=9CHrCKVoYzM>.Acesso em:
12 abr. 2022.
B) DESENVOLVIMENTO:
1 – O primeiro passo dessa aula é contextualizar o tema e compreender
o conheci- mento prévio dos estudantes.
2 – Professor(a), caso a escola tenha recursos de mídia, mostrar aos
estudantes o vídeo explicativo.
3– Abordar o tema com os estudantes e conversar sobre o vídeo
apresentado.
4 – Aula expositiva sobre espaços sagrados com apresentação de texto
escrito no quadro ou impresso. Sugestão: usar o texto de
contextualização dessa aula já que está com uma linguagem adequada
para os estudantes.
5– Atividades de interpretação do texto.
RECURSOS:
Sala de informática, projetor, quadro, pincel, atividades impressas.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
Avalie o interesse dos estudantes durante as atividades e como tem
realizado as hipóteses durante as explicações.
128
1 – O quadro abaixo contém palavras embaralhadas da parte de um 
texto. Esse texto traz orientações importantes sobre espaços 
religiosos. Você consegue decifrá-lo?
Disponível em: KLUCK, Cláudia Regina; Mazzarollo, Gisele; Itoz, Sônia de. Ensino Religioso: Passado, presente e fé.
Vol 3, Editora Piá, 2019.
A) Para descobrir o que o texto diz, coloquem em ordem crescente os 
trechos. Regis- tre o texto que você descobriu na sequência correta.
B)Você já foi em alguma construção religiosa? Se sim, qual?
129
ATIVIDADES
2– Observe a imagem abaixo.
Disponível em: KLUCK, Cláudia Regina; Mazzarollo, Gisele; Itoz, Sônia de. Ensino Religioso: Passado, presente e fé.
Vol 3, Editora Piá, 2019.
A) O que as crianças estão fazendo?
B)O que elas demonstram estar sentindo?
C) Como você percebeu esse sentimento?
3. Como se chama o local de culto da religião judaica?
130
4 – Para que as pessoas usam os espaços sagrados? Marque a alternativa 
correta.
A) PARA FAZER FESTAS.
B)PARA SE DIVERTIR.
C) PARA SE CONECTAR COM O DIVINO.
D) PARA CONVERSAR E DANÇAR.
5. O que os fiéis buscam nos espaços sagrados? Marque a alternativa 
correta.
A) A ESPIRITUALIDADE.
B)COMIDA.
C) SHOW.
D) JOGOS.
6 – Que espaços sagrados existem no lugar onde você mora? Escreva o
nome da reli- gião e igreja que pertence.
3º 
Ano
MATERIAL DE 
APOIO 
PEDAGÓGICO
PARA
APRENDIZAGENS
Ensino Fundamental
3º Bimestre
GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS
SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS
ESCOLA DE FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL DE EDUCADORES
 SUMÁRIO
LÍNGUA PORTUGUESA...............................................................pág 01
Planejamento 1: Carta de leitor - Descobrindo o gênero...........pág 01
Planejamento 2: Receita: forma de composição do texto.....pág 11
Planejamento 3: Fábulas à vista...........................................pág 18
ARTE........................................................................pág 26
Planejamento 1: As notas musicais...........................................pág 26
EDUCAÇÃO FÍSICA....................................................................pág 31
Planejamento 1: Ginástica corporal...........................................pág 31
Planejamento 2: Briga de galo..................................................pág 36
Planejamento 3: Cerca divertida..........................................pág 40
Planejamento 4: Jogo de basquete dos números.................pág 43
MATEMÁTICA......................................................................pág 46
Planejamento 1: Medida de tempo...........................................pág 46
Planejamento 2: Multiplicação.............................................pág 50
CIÊNCIAS............................................................................pág 54
Planejamento 1: Água no planeta Terra...................................pág 54
Planejamento 2: Textura do solo..............................................pág 60
Planejamento 3: Qualidade do solo na agricultura...................pág 65
GEOGRAFIA.........................................................................pág 70
Planejamento 1: Alfabetização cartográfica.........................pág 70
Planejamento 2: Matéria-prima e produtos industrializados pág 74
HISTÓRIA............................................................................pág 78
Planejamento 1: As primeiras vilas e a ocupação do espaço pág 78
Planejamento 2: Diferentes lugares: os municípios.............pág 90
Planejamento 3: O espaço público.......................................pág 96
ENSINO RELIGIOSO........................................................................pág 105
Planejamento 1: Comemorações religiosas.............................pág 105
2022Ensino Fundamental3 o ano – 3 o bimestre
LinguagensLíngua Portuguesa
 MATERIAL DE APOIO PEDAGÓGICO PARA APRENDIZAGENS 
SIGNIFICATIVAS
ANO DE ESCOLARIDADE REFERÊNCIA ANO LETIVO
COMPONENTE CURRICULAR ÁREA DE CONHECIMENTO
PRÁTICAS DE
LINGUAGEM
Análise linguística/semiótica (ortografização).
Produção de textos (escrita compartilhada).
OBJETO(S) DE 
CONHECIMENT
O:
HABILIDADE(S)
:
Adjetivos segundo gênero
e tipos de texto.
Leitura e construção de
textos narrativos.
Elementos e partes da
narrativa.
Relacionar os
conhecimentos adquiridos
com o cotidiano (em
equipe e/ou individual).
Produção de texto:
ortografia, regras de
concordância, pon- tuação
e expressividade.
Relacionar os
conhecimentos adquiridos
com o cotidiano (em
equipe e/ou individual).
Relacionar os
conhecimentos adquiridos
com o cotidiano (em
equipe e/ou individual).
(EF35LP16) Identificar e reproduzir, em
notícias, man- chetes, lides e corpo de
notícias simples para público infantil e cartas
de reclamação (revista infantil), digi- tais ou
impressos, a formatação e diagramação
espe- cífica de cada um desses gêneros,
inclusive em suas versões orais.
(EF03LP23) Analisar o uso de adjetivos em
cartas diri- gidas a veículos da mídia
impressa ou digital (cartas do leitor ou de
reclamação a jornais ou revistas), digi- tais
ou impressas.
(EF35LP07) Utilizar, ao produzir um texto,
conheci- mentos linguísticos e gramaticais,
tais como ortogra- fia, regras básicas de
concordância nominal e verbal, pontuação
(ponto final, ponto de exclamação, ponto de
interrogação, vírgulas em enumerações) e
pontua- ção do discurso direto, quando for o
caso.
(EF03LP04) Usar acento gráfico (agudo ou
circun- flexo) em monossílabos tônicos
terminados em a, e, o e em palavras
oxítonas terminadas em a, e, o, segui- das ou
não de s.
1
 PLANEJAMENTO
TEMA DE ESTUDO: Carta de leitor - Descobrindo o gênero
DURAÇÃO: 4 aulas
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
A carta do leitor é um gênero textual jornalístico. Nem sempre quando
folheamos algum jornal ou até mesmo revistas temos a curiosidade de
conhecer passo a passo sobre cada assunto que é publicado, pois o
que realmente nos interessa é encontrar- mos o assunto que estamos
buscando, e o resto... deixamos de lado.
Porém, tudo que estudamos até agora sobre os muitos gêneros que
participam do nosso cotidiano foi de grande importância, não é
verdade? E falando neles, agora iremos aprender sobre mais um – a
carta do leitor. Mas onde encontrá-lo?
Exatamente naqueles textos relacionados ao ambiente jornalístico, ou
seja, em jor- nais, impressos ou expostos na internet e em revistas de
um modo geral. Como o próprio nome já diz, trata-se de um texto (com
as mesmas características de uma carta normal), no qual os leitores
têm a oportunidade de fazer elogios sobre uma determinada matéria
publicada, expressar suas opiniões ou dar alguma sugestão, e até
mesmo criticar, sugerindo algum tipo de melhoria.
Quanto à sua estrutura, a carta do leitor contém os mesmos elementos
da carta pessoal. Primeiro vem a data em que a carta foi redigida.
Em seguida, o vocativo – nesse caso, coloca-se o nome do jornal ou da
revista, pois revela a quem ela é dirigida.
Segue assim o corpo do texto, contendo todas as informações que se
pretende dizer. E por último vem a despedida cordial, juntamente com a
assinatura de quem a escreveu.
Quandoo assunto da carta é muito extenso, os organizadores do jornal
procuram reduzi-la, até mesmo porque o espaço a ela destinado é
muito reduzido, uma vez que são cartas de vários leitores, mas a ideia
principal continua sendo a mesma.
No que se refere à linguagem, podemos dizer que é bem variada,
podendo ser um pouco mais descontraída ou mais formal, tudo
dependerá do público para o qual é destinada.
2
B) DESENVOLVIMENTO:
1º MOMENTO
Projete a carta abaixo ou entregue uma cópia para os estudantes.
Fonte: Carta do leitor: Reportagem - Animais exóticos. Nova Escola, [s. l.], [2022].
Dê espaço para que os estudantes possam falar sobre a
carta lida. Estimule os estudantes a dar suas opiniões 
acerca da carta:
• O que vocês acharam do texto?
• Qual foi o assunto principal do texto?
• Como o autor se despediu?
• Quem é o remetente da carta?
• Se pudessem escrever uma carta, como seria 
esta carta? Após a discussão proposta, preencha o 
quadro abaixo:
Fonte: SILVA, Mirian Carla Neiva Borges. Plano de aula: Cartas do leitor - Conhecendo a estrutura o gênero.
Nova Escola, [s. l.], [2022].
3
Como a carta se inicia?
A quem a carta é enviada?
Nesta parte, temos as impressões do 
autor.
Como o autor finaliza a carta?
Nesta parte, o autor precisa dizer 
quem é que está enviando a carta.
Pergunte aos estudantes se eles conseguiram identificar a estrutura de
uma carta do leitor, ou seja, como uma carta do leitor deve ser
formatada? Anote as conclusões no quadro e peça para que os
estudantes as copiem no caderno. Espera-se que os estudantes
identifiquem que a carta do leitor tem a seguinte estrutura:
• Local e data.
• Vocativo, ou seja, destinatário.
• Corpo da carta, com as impressões do autor sobre o texto lido, ou 
vídeo, agra- decimentos, críticas e /ou elogios e sugestões.
• Despedida.
• Assinatura.
2º MOMENTO
Leia o texto a seguir.
Trecho da notícia “Mais um Dino com Penas”publicada no site Ciência
Hoje das Crianças.
Matéria publicada em 27.01.2017.
Em dezembro de 2016, cientistas chineses e canadenses
encontraram uma peça de âmbar, um material fóssil liberado por
plantas, que continha um pedaço de cauda de um dinossauro bem
preservado, com penas quase intactas. Você deve estar se
perguntando agora: desde quando dinossauro tem pena? Sim, é isso
mesmo que você leu. Alguns tinham! Nas últimas duas décadas,
diversos trabalhos científicos mostraram que alguns dinossauros
possuíam penas. Essas descobertas foram fei- tas a partir de marcas
contidas em ossos de dinossauros fossilizados. Há cerca de 65
milhões de anos, os dinossauros foram extintos, mas deixaram
descendentes que persistem nos dias atuais: as aves! Esses novos
achados são apenas mais uma das evidências para sustentar essa
hipótese [...]
MOREIRA, Jânio Cordeiro Moreira; VIEIRA, Perla Raquel Nogueira. Mais um dino com penas. Ciências Hoje das Crianças,
[s. l.],
27 jan. 2017.
a) Projete o texto e, se possível, imprima-o, distribuindo para a turma.
b) Faça a leitura coletiva do texto. Depois, você poderá solicitar que 
cada estu- dante leia uma parte do texto.
c) Converse com a turma sobre o texto:
• Qual é o assunto do texto?
• Na sua opinião, antes de ler o texto você saberia o assunto do texto? 
Como?
4
• Na sua opinião, por que o texto tem como título “ Mais um Dino
com penas”? Poderia ter outro título? Qual?
• Você acha que os cientistas ainda encontrarão mais novidades
sobre os dinossauros?
• Na última frase desse trecho da notícia diz que “Esses novos
achados são apenas mais uma das evidências para sustentar
essa hipótese“. De que hipótese o autor fala?
3º MOMENTO
Preencha as lacunas.
Fonte: SILVA, Mirian Carla Neiva Borges. Plano de aula: Cartas do leitor - Conhecendo a estrutura o gênero.
Nova Escola, [s. l.], [2022].
• Projete a atividade e, se possível, imprima, distribuindo para a
turma. Se não for possível imprimir a atividade, escreva no
quadro e peça para que os estu- dantes a copiem.
• Peça para que algum estudante leia o primeiro quadro do slide,
com as lacunas a serem preenchidas.
• Após, leia o segundo quadro, explicando à turma o que eles
precisam anotar nos espaços: O nome, idade.
• O que você achou da notícia? Gostou? Não gostou? Adorou?
Gostou muito? Gostou só um pouco?
• Qual é o assunto da notícia? A notícia fala sobre o quê?
• Que adjetivo você gostaria de atribuir para a notícia? Você gostou
da notícia, por quê? Você não gostou da notícia, por quê?
5
• Que adjetivo você gostaria de atribuir para os cientistas? O que
achou desses cientistas?
• E para a informação de que foram feitas descobertas de
dinossauros com penas, que adjetivo você gostaria de atribuir? O
que achou dessa informação?
• Se você fosse realmente enviar uma carta para a CHC, qual
assunto gostaria de saber? Que adjetivo você gostaria de atribuir
para esse assunto? O que acha desse assunto?
4º MOMENTO
Vamos compartilhar nosso aprendizado? Que tal escolhermos alguns 
adjetivos escri- tos pelos colegas e buscar sinônimos?
Adjetivos escritos pelos 
colegas
Novos adjetivos
Fonte: SILVA, Mirian Carla Neiva Borges. Plano de aula: Cartas do leitor - Substituição de adjetivos no gênero.
Nova Escola, [s. l.], [2022].
• Leia o enunciado para a turma e desenhe a tabela no quadro.
• Peça para que os estudantes compartilhem com a turma suas
anotações. Observe se os adjetivos atribuídos são coerentes com
o contexto da carta e da notícia. Muitas vezes os estudantes
tendem a utilizar qualquer palavra, sem preocupar-se com a
coerência ou se pertence à classe gramatical adequada, por isso,
o professor deve atentar-se a esses equívocos e interferir, com
ques- tionamentos: essa palavras que você utilizou, é uma
característica para a notí- cia? Ou para os cientistas? Ou para a
informação? Ou para o assunto que gos- taria de saber? Se não,
qual palavra poderíamos utilizar para caracterizar esse
substantivo? Será que esse adjetivo tem a ver com a notícia e/ou
com o resto da carta que estamos produzindo?
• Faça perguntas para a turma, a partir dos adjetivos utilizados
pelos estudan- tes: se “João” em vez de ter utilizado o adjetivo “
legal” para notícia, tivesse uti- lizado “chata”, a carta teria o mesmo
sentido? Por quê? Qual outro adjetivo, em vez de “legal”, “João”
poderia ter utilizado, de forma que o sentido da carta não
modificasse?
6
• Vamos listar, no caderno, alguns adjetivos escritos pelos colegas
e buscar sinô- nimos para eles, que tenham o mesmo sentido?
Peça que desenhem a tabela no caderno para listar os adjetivos.
• Os adjetivos são importantes, no texto? Qual a importância
dessas palavras? Vamos anotar no caderno? (Espera-se que os
estudantes concluam que os adjetivos são importantes para o
texto, pois são eles que caracterizam um substantivo,
descrevendo-o e às vezes modificando o sentido do texto e/ou do
substantivo.)
• Sabemos que os adjetivos caracterizam um substantivo e por isso
são muito importantes. Sem os adjetivos num determinado texto é
possível compreender exatamente os detalhes do mesmo? Vamos
anotar no caderno nossas conclusões?
RECURSOS:
Equipamento necessário para projeção ou impressão dos textos, caso 
não houver disponibilidade para projeção dos slides.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
O processo avaliativo deverá envolver todas as práticas realizadas, tais 
como identi- ficação do gênero trabalhado, participação e o envolvimento 
durante as atividades.
 ATIVIDADES
1- Sua tarefa agora é ler novamente a notícia do site Ciência Hoje das
Crianças “GIGANTES EM PERIGO!” e depois planejar e produzir uma “carta
do leitor” utilizando tudo que você aprendeu nas atividades anteriores.
Vamos lá?
Fonte: Adaptado de MINAS GERAIS. Secretaria do Estado de Educação. Plano de Ensino Tutorado - Ensino 
Fundamental: 3º ano. Escola de Formação e Desenvolvimento Profissional de 
Educadores de Minas Gerais, [s. l.], 2020.
7
Agora em seu caderno você irá escrever a sua carta do leitor para o
site Ciências Hoje das Crianças. Capriche!
2- Vamosrelembrar?
Fonte: Adaptado de MINAS GERAIS. Secretaria do Estado de Educação. Plano de Ensino Tutorado - Ensino 
Fundamental: 3º ano. Escola de Formação e Desenvolvimento Profissional de 
Educadores de Minas Gerais, [s. l.], 2020.
a) Leia novamente o texto abaixo, pinte as palavras acentuadas e complete 
o quadro.
Trecho da notícia “Mais um Dino com Penas”publicada no site Ciência
Hoje das Crianças.
Matéria publicada em 27.01.2017.
Em dezembro de 2016, cientistas chineses e canadenses
encontraram uma peça de âmbar, um material fóssil liberado por
plantas, que continha um pedaço de cauda de um dinossauro bem
preservado, com penas quase intactas. Você deve estar se
perguntando agora: desde quando dinossauro tem pena? Sim, é isso
mesmo que você leu. Alguns tinham! Nas últimas duas décadas,
diversos trabalhos científicos mostraram que alguns dinossauros
possuíam penas. Essas descobertas foram fei- tas a partir de marcas
contidas em ossos de dinossauros fossilizados. Há cerca de 65
milhões de anos, os dinossauros foram extintos, mas deixaram
descendentes que persistem nos dias atuais: as aves! Esses novos
achados são apenas mais uma das evidências para sustentar essa
hipótese [...]
MOREIRA, Jânio Cordeiro Moreira; VIEIRA, Perla Raquel Nogueira. Mais um dino com penas. Ciências Hoje das Crianças,
[s. l.],
27 jan. 2017.
ACENTO AGUDO ACENTO CIRCUNFLEXO
8
a) Relacione as colunas de acordo com sua observação dos sons das
vogais com cada um dos acentos:
1 – O acento agudo. ( ) indica som 
fechado. 2 – O acento circunflexo. ( ) indica 
som aberto.
b) Escreva 3 palavras que você conheça com:
Acento agudo: 
Acento circunflexo: 
9
10
PRÁTICAS DE
LINGUAGEM
Análise linguística/semiótica (ortografização).
Produção de textos (escrita compartilhada e autônoma).
OBJETO(S) DE 
CONHECIMENT
O:
HABILIDADE(S)
:
Linguagem e construção
de gêneros epistolares e
diários - Produção de
texto.
Leitura e reprodução de
textos injuntivos
instrucionais (recei- tas,
instruções de montagem
etc).
Linguagem e construção
de textos injuntivos
instrucionais.
Relacionar os
conhecimentos adquiridos
com o cotidiano (em
equipe e/ou individual).
Segmentação de palavras
em sílabas considerando a
sua tonicidade.
Relacionar os
conhecimentos adquiridos
com o cotidiano (em
equipe e/ou individual).
Leitura e produção de
textos injuntivos
instrucionais (recei- tas,
instruções de montagem
etc).
Produção de textos:
revisão.
(EF03L16) Identificar e reproduzir, em
textos injuntivos instrucionais (receitas,
instruções de montagem, digitais ou
impressos), a formatação própria desses
textos (verbos imperativos, indi- cação de
passos a ser seguidos) e a diagramação
específica dos textos desses gêneros
(lista de ingredientes ou materiais e
instruções de execu- ção – “modo de
fazer”).
(EF03LP06) Identificar a sílaba tônica em
pala- vras, classificando-as em oxítonas,
paroxítonas e proparoxítonas.
(EF03LP14) Planejar e produzir textos
injuntivos instrucionais, com a estrutura
própria desses textos (verbos
imperativos, indicação de passos a ser
seguidos) e mesclando palavras, imagens
e recursos gráfico-visuais, considerando a
situa- ção comunicativa e o tema/assunto
do texto.
(EF15LP06) Reler e revisar o texto
produzido com a ajuda do professor e a
colaboração dos colegas, para corrigi-lo e
aprimorá- lo, fazendo cortes, acréscimos,
reformulações, correções de orto- grafia e
pontuação.
(EF15LP07) Editar a versão final do texto,
em cola- boração com os colegas e com a
ajuda do pro- fessor, ilustrando, quando
for o caso, em suporte adequado, manual
ou digital.
11
 PLANEJAMENTO
TEMA DE ESTUDO: Receita: forma de composição do texto
DURAÇÃO: 4 aulas
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
A Receita culinária é um texto injuntivo/instrucional cuja proposta
comunicativa se define pela instrução de um determinado
procedimento, sugerindo como algo deve ser feito pelo interlocutor.
Possui como característica básica o uso de linguagem simples e
objetiva, indicativa dos ingredientes e da sequência dos procedimentos
a serem seguidos.
B) DESENVOLVIMENTO:
1º MOMENTO
Projete no projetor multimídias (ou escreva no quadro) o tema da aula,
deixando explicitado aos estudantes que irão trabalhar com receitas
culinárias, analisando seus elementos compositores comuns.
Fonte: LOPES, Luciane Cristina Panes Dos Santos. Plano de aula: Receita - forma de composição do texto.
Nova Escola, [s. l.], [2022].
12
10
Laranjas
Modo de preparo
1. Corte as laranjas ao meio.
6. Sirva em seguida.
2. Em uma jarra grande, esprema todas elas para extrair o
líquido. 3 Retire as sementes.
Fanta natural
4. Coloque toda a água e adicione o açúcar para adoçar (de acordo
com seu gosto).
5.Mexa bem.
Ingredientes
1 litro de água gelada 
Açúcar a gosto
1. Inicie a aula projetando o texto. Na impossibilidade de projeção, 
providencie uma cópia para cada estudante.
2.Proponha que realizem a leitura silenciosa do texto para primeiro 
contato com as informações apresentadas.
3.Questione a turma acerca do conteúdo apresentado, acionando o 
conhecimento prévio que possuem acerca do gênero receita culinária:
• O que vocês acham que temos aqui?
• É um texto de que gênero?
• Que pista há neste texto que pode ajudar a confirmar que se 
trata de uma receita?
• Do que se trata esta receita? Como você descobriu?
• Além do título (que indica o alimento a ser preparado), quais as 
duas outras partes de uma receita?
• Vocês sabem por que os ingredientes precisam vir antes do Modo de 
preparo?
• Como devem ser organizadas as orientações para o preparo?
• Por que é importante seguir a sequência descrita no Modo de fazer?
4.Anote no quadro as informações relevantes levantadas pelos 
estudantes para pos- terior consulta, se necessário.
2º MOMENTO
COLOQUE A RECEITA EM ORDEM.
1. Inicialmente, organize a turma em duplas e entregue para os
estudantes uma cópia da atividade a ser realizada (modelo
disponibilizado no Material complementar).
2.Proponha à turma o desafio de reorganizar a receita. Para tanto,
solicite que, pri- meiramente, as duplas discutam entre si a forma de
organização textual adequada ao texto apresentado e, em seguida,
iniciem o registro da receita reestruturada no caderno.
3.Durante a execução da atividade, circule entre os estudantes para se
certificar de que a atividade está sendo desenvolvida conforme o
esperado. Aproveite a oportu- nidade e questione cada dupla acerca da
organização textual realizada na busca da coerência do texto
estruturado e, se necessário, retome com os estudantes os itens
levantados anteriormente acerca dos elementos compositores de uma
receita culi- nária, os quais se encontram anotados no quadro.
13
3º MOMENTO
1. Proponha a uma das duplas que apresente o resultado do seu
trabalho transcre- vendo no quadro a receita organizada para que seja
realizada a análise coletiva da turma.
2.Solicite que leiam juntos o texto do quadro, por etapas:
1ª etapa: Qual o título desta receita?
2ª etapa: Quais são seus ingredientes?
3ª etapa: Quais os procedimentos apresentados no Modo de preparo?
3.A cada etapa acima, questione os estudantes se a organização dessa
receita foi ou não acertada incentivando a justificativa das respostas 
dadas, tais como:
• O título deve apresentar o nome do alimento a ser preparado (Fanta 
natural).
• Os ingredientes devem ser escritos antes do modo de preparo 
porque devem ser providenciados antes de se iniciar a execução 
da receita.
• Os itens presentes na lista de ingredientes podem ser escritos em
qualquer ordem.
• O Modo de preparo também é chamado de Modo de fazer.
• No Modo de preparo, os procedimentos precisam estar descritos 
na sequência em que serão realizados.
4. Apresente por meio de projeção projetor multimídias(ou na forma
impressa) o texto: Fanta natural. Faça a leitura desta receita aos
estudantes e analise com eles os pontos comuns presentes na
estruturação das duplas e do texto original, reto- mando as análises
acima para concluir a atividade proposta.
RECURSOS:
Equipamentos tecnológicos (computador, projetor multimídias, telão).
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
O processo avaliativo deverá envolver todas as práticas realizadas, tais 
como identi- ficação do gênero trabalhado, participação e o envolvimento 
durante as atividades.
14
 ATIVIDADES
Vamos aprender?
Fonte: ADAPTADO DE: MINAS GERAIS. Secretaria do Estado de Educação. Plano de Ensino Tutorado - Ensino 
Fundamental: 3º ano. Escola de Formação e Desenvolvimento Profissional de 
Educadores de Minas Gerais, [s. l.], 2020.
1 - Leia o texto abaixo.
Fonte: SOORETAMA, Secretaria Municipal de Educação de Sooretama. 5ª etapa de estudos - Ensino Fundamental
Anos Iniciais
– 3º ano. Sooretama-ES, 2021.
Preencha o quadro com as palavras do texto acima.
OXÍTONA PAROXÍTONA PROPAROXÍTONA
15
2- Circule o título da receita e copie aqui:
3- Que tipo de texto você
leu? ( ) Fábula.
( ) Receita 
culinária. ( ) 
Poema.
4- Uma receita culinária serve para que?
5- Essa receita é de um alimento: ( ) doce ( ) 
salgado ( ) azedo 6 - De quantos 
ingredientes você precisa para fazer essa receita?
7- A receita que você leu pode ser consumida em qual 
momento? () Almoço.
( ) Festa de 
aniversário. ( ) 
Lanche.
( ) Sobremesa.
8- Na sua opinião, essa receita é ( ) fácil ( ) difícil.
9- Você gosta de brigadeiro? 
10 - Vamos produzir?
Você já pensou em criar uma receita culinária de que todos vão
gostar? Essa é a sua chance! Use toda a sua imaginação e combinação
de alimentos de que você goste e crie sua própria receita. Eu sugiro a
receita de um suco todo diferente, assim será mais fácil para sua
primeira criação. Você poderá fazer esse suco com sua família e contar
como foi sua experiência. Não se esqueça de dar um título para sua
receita e usar os sinais de pontuação necessários. Ilustre seu texto!
16
(Título da receita)
Ingredientes: Modo de fazer:
 
 
 
________________________
________________________
________________________
 
 
 
 
 
 
 
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_____________________________________________
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17
PRÁTICAS DE
LINGUAGEM
Análise linguística/semiótica (ortografização).
OBJETO(S) DE 
CONHECIMENT
O:
HABILIDADE(S)
:
Identificação dos
elementos da narrativa.
Relacionar os
conhecimentos
adquiridos com o
cotidiano (em equipe
e/ou individual).
Reconhecimento das
dife- renças entre
discurso direto e
indireto.
(EF35LP29) Identificar, em narrativas,
cenário, per- sonagem central, conflito
gerador, resolução e o ponto de vista com
base no qual histórias são narra- das,
diferenciando narrativas em primeira e
terceira pessoas.
(EF35LP30) Diferenciar discurso indireto e
discurso direto, determinando o efeito de
sentido de verbos de enunciação e
explicando o uso de variedades lin-
guísticas no discurso direto, quando for o
caso.
 ATIVIDADES
TEMA DE ESTUDO: Fábulas à vista
DURAÇÃO: 2 aulas
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS:
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
As fábulas devem ter sido usadas com objetivos claramente
pedagógicos: a pequena narrativa exemplar serviria como instrumento
de aprendizagem, fixação e memori- zação dos valores morais do
grupo social. É importante salientarmos também que as narrativas
tradicionais orais circulavam entre crianças e adultos, indistintamente.
Esta informação é importante para reconstruir os modos como este
gênero textual era produzido em épocas passadas e até mesmo para
permitir uma análise mais crí- tica acerca das modificações por ele
sofridas ao longo dos séculos.
B) DESENVOLVIMENTO:
1º MOMENTO
Inicie a conversa com os estudantes informando-lhes que passamos
boa parte de nosso tempo ouvindo ou contando histórias. Comente que
podem ser reais, ou fruto de nossa imaginação.
Dê oportunidade para que um estudante conte o que ouviu neste dia
para os demais. Em seguida, peça que outro colega reconte para a sala
o que o colega anterior contou.
18
Com esta atividade, professor, você poderá ativar o conhecimento
prévio dos estu- dantes a respeito dos dois tipos básicos de foco
narrativo: em primeira e em terceira pessoa, questionando se eles
perceberam alguma mudança nas duas falas. Prova- velmente dirão
que o assunto foi o mesmo, mas algumas palavras ficaram diferentes.
Se eles não chegarem a esta conclusão, faça você, professor,
questionamentos que os façam refletir sobre os pontos de vista na
base do qual foi narrada a história.
2º MOMENTO
Projete ou forneça cópias do texto abaixo para os estudantes:
O rato do mato e o rato da cidade
Um ratinho da cidade foi uma vez convidado para ir à casa de um
rato do campo. Vendo que seu companheiro vivia pobremente de
raízes e ervas, o rato da cidade convidou-o a ir morar com ele:
— Tenho muita pena da pobreza em que você vive — disse:
— Venha morar comigo na cidade e você verá como lá a vida é
mais fácil. Lá se foram os dois para a cidade, onde se acomodaram
numa casa rica e bonita. Foram logo à despensa e estavam muito
bem, se empanturrando de comidas fartas e gostosas, quando entrou
uma pessoa com dois gatos, que pareceram enormes ao ratinho do
campo. Os dois ratos correram espavoridos para se esconder.
— Eu vou para o meu campo — disse o rato do campo quando o perigo
passou
— Prefiro minhas raízes e ervas na calma, às suas comidas
gostosas com todo esse susto. Moral: Mais vale magro no mato que
gordo na boca do gato.
Solicite a participação dos estudantes quanto ao conhecimento ou não
desta narra- tiva, e, se sabem a qual gênero pertence, ouvindo suas
argumentações. Eles poderão antecipar que na fábula os personagens
são animais que agem como seres humanos. Apresenta uma estrutura
simples e seu final é marcado por uma moral, ensinamento e
memorização dos valores morais de um grupo social. Antes de fazer a
leitura com- partilhada peça que os estudantes levantem hipóteses
sobre o assunto do texto.
Leia para os estudantes e faça algumas pausas para questionar sobre
o que acham que vai acontecer a partir do ponto pausado. Assim você,
além de estimular a curio- sidade, contribui para a formação de futuros
leitores na medida em que promove o equilíbrio de experiências em
que eles possam ler e escutar histórias por puro pra- zer, com outros
em que possam aprofundar conhecimentos sobre o texto, e, ainda,
defender seus pontos de vista.
19
Estimule os estudantes a relatar suas impressões sobre a fábula lida.
Comente sobre o que acharam do final, se acharam surpreendente ou
não.
3º MOMENTO
Projete a tabela ou imprima uma para cada estudante.
A fábula que vocês leram é composta por partes. Complete a tabela
relacionando as partes às pistas que o texto oferece.
Cenário
Personagens
Conflito gerador (o que dispara a 
história)
Resolução
Tipo de narrador: primeira ou 
terceira pessoaEspere que eles preencham de acordo com os itens elencados.
Enquanto eles resol- vem a situação, você, professor, deverá circular
pela sala para auxiliar aqueles que não estiverem com dúvidas. Neste
momento, o objetivo é colaborar para desenvolver a capacidade de
interpretação do texto lido, permitindo que os estudantes desven- dam
os elementos da narrativa como o cenário, os personagens, o conflito
gerador, a resolução e o papel do narrador. No caso do narrador é
importante que os estudan- tes percebam se o narrador é personagem
(primeira pessoa) ou só um observador (terceira pessoa). Pedir que
comprovem sua resposta com frases do texto lido. Espe- ramos que os
estudantes respondam que existem dois cenários, um do campo outro
da cidade, os personagens são ratos, o conflito começa quando o rato
do campo vai para a cidade e passam por diversos perigos e tudo
termina quando o rato do campo chega à conclusão que o sossego e a
simplicidade da sua vida são melhores. O narra- dor também foi em
terceira pessoa.
Faça a correção coletiva, ouvindo as respostas dos estudantes,
fazendo, se necessá- rio, inferências coletivas sobre as informações
omitidas no texto.
Peça que os estudantes escrevam o primeiro parágrafo como se fosse
o rato do campo que estivesse narrando a história.
Ouça as respostas dadas e observe se todos fizeram da mesma forma.
Espera-se que os estudantes façam as alterações de modo que o texto
fique semelhante a esta sugestão: Certa vez, fui convidado para ir à
casa do meu amigo que morava no campo.
20
Vendo que meu companheiro vivia pobremente de raízes e ervas, eu
convidei-o para ir morar comigo.
Liste com os estudantes o que aprenderam sobre a aula de hoje. Ouça,
você ficará surpreendido com as ideias de seus estudantes, servirão
também como avaliação da aprendizagem da aula dada. Espera-se que
eles digam que aprenderam que não existe narrativa sem o narrador,
que ele pode participar diretamente da histó- ria, sendo um de seus
personagens, ou pode simplesmente contar a história, como alguém
que está observando a cena. Poderão identificar como narrador de
terceira pessoa aquele que está fora dos fatos narrados, seu ponto de
vista é mais imparcial, poderão também citá-lo como narrador
observador, e, narrador em primeira pessoa. aquele que participa
diretamente do enredo, como qualquer personagem, não é oni-
presente, nem onisciente.
4º MOMENTO
Leia o texto.
O lobo e o burro
Um burro estava comendo quando viu um lobo escondido espiando
tudo que ele fazia. Percebendo que estava em perigo, o burro
imaginou um plano para salvar sua pele.
Fingiu que era aleijado e saiu mancando com a maior dificuldade.
Quando o lobo apareceu, o burro todo choroso contou que tinha
pisado num espinho pontudo.
 Ai, ai, ai! Por favor, tire o espinho da minha pata! Se você não
tirar, ele vai espe- tar sua garganta quando você me engolir.
O lobo não queria se engasgar na hora de comer seu almoço, por isso
quando o burro levantou a pata ele começou a procurar o espinho
com todo cuidado. Nesse momento o burro deu o maior coice de sua
vida e acabou com a alegria do lobo.
Enquanto o lobo se levantava todo dolorido, o burro galopava
satisfeito para longe dali.
Cuidado com os favores inesperados.
Livro de Fábulas - Domínio Público
Se o burro estivesse contando esta fábula para nós, como seria escrito 
o primeiro parágrafo?
21
Um burro estava comendo quando viu um lobo escondido espiando 
tudo que ele fazia. Percebendo que estava em perigo, o burro imaginou 
um plano para salvar sua pele.
– SUBSTITUIÇÕES:
um burro viu - eu vi
ele fazia - eu fazia
percebendo que (ele) estava - percebendo que eu 
estava o burro imaginou - eu imaginei
sua pele- minha pele
• Escreva no quadro ou projete a seguinte questão: Se o burro
estivesse con- tando esta fábula para nós, como seria escrito o
primeiro parágrafo? Deixe que pensem como ficaria a parte
escolhida para análise e encontrem no texto o que mudaria na
parte escrita. Assim os estudantes poderão refletir sobre o ponto
de vista do narrador, sendo primeira ou terceira pessoa. Deixem
que descu- bram quais palavras mudariam e o porquê da mudança.
• Explique que, quando o narrador participa da história, dizemos
que esta nar- rativa foi contada em primeira pessoa. Quando o
narrador conta, mas não par- ticipa da história, dizemos que esta
narrativa foi contada em terceira pessoa.
• Ouça uma resposta, e se for necessário para que todos
compreendam, registre no quadro a versão dada. Pergunte aos
demais estudantes se eles acham que algo ainda deveria ser
mudado ou acrescentado à sugestão do colega.
• Faça as alterações necessárias, mas não ofereça respostas
prontas, faça per- guntas que levem às descobertas e finalize a
atividade. É importante os estu- dantes perceberem que se a
história foi narrada em primeira pessoa só será possível relatar o
que foi vivido pelos personagens. Diferentemente do que
ocorreria se houvesse um narrador em terceira pessoa, que é
como um per- sonagem onisciente, onipresente, capaz de saber
de toda a trama e aconteci- mentos vividos por cada um dos
personagens.
• Escreva no quadro as palavras que mudaram da narrativa em
terceira pessoa para primeira pessoa. Observe se nas discussões
surgiram estas substitui- ções: Um burro viu por eu vi, ele fazia
por eu fazia, percebendo que ele estava por percebendo que eu
estava, o burro imaginou por eu imaginei, sua pele por minha
pele. Caso os estudantes estejam com a versão impressa,
poderão fazer marcações no próprio texto. Se for projetar marque
de outra cor na própria projeção, usando os recursos do teclado.
22
• Escolha uma situação comum ocorrida com eles em sala naquele
dia, onde possam narrá-la nas duas pessoas. Entre num acordo e
escolha uma única situação, pois será mais tranquilo a
intervenção, pois esta questão é nova para eles, ainda precisam
de orientação.
• Faça no quadro, coletivamente, a escrita da narração em primeira
pessoa.
• Peça que eles escrevam no caderno a mesma situação, só que em
terceira pes- soa. Antes de iniciar seria importante confirmar se
eles conseguem perceber a diferença de uma história contada
com base em pontos de vista diferentes, já que cada um tem um
modo de “enxergar” uma situação. Eles precisam perce- ber a
importância da escolha do narrador.
RECURSOS:
Equipamentos tecnológicos (computador, projetor multimídia, telão) ou texto 
impresso.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
O processo avaliativo deverá envolver todas as práticas realizadas, tais 
como identi- ficação do gênero trabalhado, participação e o envolvimento 
durante as atividades.
 ATIVIDADES
1 - Leia o texto a seguir e responda.
PEQUENAS E
PODEROSAS
Elas estão nos jardins, são muito bonitinhas e delicadas. As joaninhas
são um dos poucos insetos de que quase todo mundo gosta. Para
muitas pessoas representam até um sinal de boa sorte, por isso, são
sempre muito bem-vindas!
Na verdade, elas só conquistaram esse carinho porque realmente
ajudam as plan- tas. É que as joaninhas se alimentam de pulgões,
ácaros, cochonilhas e outros bichos que comem e destroem vegetais.
Assim, enquanto almoçam, elas acabam salvando a vida das plantas.
[...] Nem todas as joaninhas têm a carapaça vermelha com pintinhas
pretas. Há cerca de 5.000 espécies desse inseto espalhadas pela
América, Europa, Ásia e Oceania. Elas podem ser vermelhas,
amarelas, cinzentas, pretas ou de outras cores. Algumas têm pintas e
23
A) Quais são as personagens centrais deste texto?
( ) As 
joaninhas. (
) Os 
pulgões.
( ) Os ácaros.
( ) As cochonilhas.
B)Por que as joaninhas são tão 
importantes? ( ) Porque elas 
enfeitam a natureza.
( ) Porque elas ajudam as 
plantas. ( ) Porque elas dão 
sorte.
( ) Porque elas têm muitas cores.
C) Das características a seguir, marque as atribuídas 
às joaninhas: ( ) Grandes e perigosas.
( ) Feias e frágeis.
( ) Pequenas e 
poderosas. ( ) Fortes
e violentas.
D) As joaninhas são:
( ) Répteis.
( ) 
Crustáceos. (
) 
Mamíferos.(
) Insetos.
E)O texto: “Pequenas e Poderosas” foi escrito na terceira pessoa. 
Marque as frases que confirmam que o texto foi escrito na terceira 
pessoa:
( ) Elas estão nos jardins são muito bonitinhas e delicadas.
( ) As joaninhas são um dos poucos insetos de que quase todo mundo 
gosta.
( ) Elas podem ser vermelhas, amarelas, cinzentas, pretas ou de 
outras cores. ( ) Para muitas pessoas.
24
25
2022Ensino Fundamental3 o ano – 3 o bimestre
LinguagensArte
 MATERIAL DE APOIO PEDAGÓGICO PARA APRENDIZAGENS 
SIGNIFICATIVAS
ANO DE ESCOLARIDADE REFERÊNCIA ANO LETIVO
COMPONENTE CURRICULAR ÁREA DE CONHECIMENTO
UNIDADE
TEMÁTICA
Música.
OBJETO(S) DE 
CONHECIMENT
O:
HABILIDADE(S)
:
Notação e registro 
musical.
(EF15AR16) Explorar diferentes formas de registro
musical não convencional (representação gráfica
de sons, parti- turas criativas etc.), bem como
procedimentos e técnicas de registro em áudio e
audiovisual, e reconhecer a nota- ção musical
convencional.
 PLANEJAMENTO
TEMA DE ESTUDO: As notas musicais
DURAÇÃO: 2 aulas
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS:
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
Quem gosta de música levanta a mão!
Tenho certeza de que você levantou a mão, afinal, música é uma
linguagem artística que desperta em nós sentimentos diversos!
Mas, você sabe como surgiram as notas musicais?
Desde muito tempo, as diferentes civilizações não só vivenciam a
experiência musical como também elaboram métodos e teorias capazes
de padronizar um modo de se com- por e pensar o universo musical. Na
Grécia Antiga, já observamos formas de registro e concepção das peças
musicais através de sistemas que empregavam as letras do alfa- beto
grego. Ao longo do tempo, várias foram as tentativas de sistematização
interessa- das em formular um modo de se representar e divulgar as
peças musicais. Por um lado,
26
essa importância deve ser entendida porque os monges tinham tempo
e oportuni- dade de conhecer todo o saber musical oriundo da
civilização clássica através das bibliotecas dos mosteiros.
Foi nesse contexto que um monge beneditino francês chamado Guido
de Arezzo, nas- cido nos fins do Século X, organizou o sistema de
notação musical conhecido até os dias de hoje. Nos seus estudos,
acabou percebendo que a construção de uma escala musical
simplificada poderia facilitar o aprendizado dos estudantes e, ao
mesmo tempo, diminuir os erros de interpretação de uma peça
musical. Observando as ini- ciais de cada um dos versos dispostos na
versão em latim, o monge criou a grande maioria das notas musicais.
Inicialmente, as notas musicais ficaram convencionadas como »ut«,
»ré«, »mi«, »fá«, »sol«, »lá« e »si«.
Já o dó foi somente adotado no Século XVII, quando uma revisão do
sistema conce- bido originalmente acabou sendo convencionada.
Veja mais em:
• A origem das notas musicais. Brasil Escola. Disponível em:
<https://brasiles- cola.uol.com.br/curiosidades/a-origem-das-
notas-musicais.htm>.
B) DESENVOLVIMENTO:
A notação musical é uma maneira de mostrar elementos ligados à
música por meio de representação gráfica, como desenhos símbolos e
gráficos. Para tocar uma música, lê a escala musical. Há muitos tipos
de escalas, mas todas usam as sete notas musicais:
DO RE MI FA SOL LA SI
Fonte: Do re mi multicolor notas gama musicais. Depositphotos, [s. l.], 30 jun. 
2016.
Nessa aula, vamos aprender um pouco mais sobre as notas musicais.
RECURSOS:
Músicas para apreciação. Os sons das notas musicais. Folhas brancas. Lápis
de cor.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
Avaliação por participação, envolvimento, adequação ao assunto e
criatividade.
27
 ATIVIDADES
Aula 1
• Assista ao vídeo: Mucuninha - Aprendendo as Notas Musicais. 
Mucuninha e seus amigos. Disponível em: 
<https://www.youtube.com/watch?v=tzm5RUav6tw>.
• Cante as notas musicais assim como aparecem 
no vídeo. Observe a escala musical:
Fonte: LEAL, Bertrand. Como Encontrar as Notas no Teclado – Um guia Definitivo. Escolademusicaon. [s. l.], 15 jun.
2020.
Agora, complete com as notas que estão faltando de acordo com sua 
sequência.
a) b) 
Fonte: Adaptado de SEGAO, Marta. Os degraus da escada da vida. Marta, o meu canto, [s. l.], 17 de Fev. 2021.
28
Aula 2
Observe a imagem abaixo:
Fonte: Gli uccelli sui fili trasformati in note musicali. Altervista. [s. l.], [2022].
Ao ver no jornal uma foto de passarinhos descansando num fio elétrico,
o compositor brasileiro Jarbas Agnelli teve uma inspiração e testou
para ver qual seria o resultado de sua ideia. No lugar de cada pássaro,
ele desenhou uma nota musical.
Faça apreciação do vídeo:
• Birds on The Wires. Jarbas Agnelli. Disponível em:
<https://youtu.be/LoM4Z- ZJ2UrM>.
Observando a imagem 1 deste caderno, faça o desenho de pássaros
criando uma música no pentagrama abaixo, seja bem criativo e abuse
das variações das notas.
Fonte: Notação musical. Depositphotos, [s. l.], 30 mar. 2014.
29
30
2022Ensino Fundamental3 o ano – 3 o bimestre
LinguagensEducação Física
 MATERIAL DE APOIO PEDAGÓGICO PARA APRENDIZAGENS 
SIGNIFICATIVAS
ANO DE ESCOLARIDADE REFERÊNCIA ANO LETIVO
COMPONENTE CURRICULAR ÁREA DE CONHECIMENTO
UNIDADE
TEMÁTICA
Ginásticas.
OBJETO(S) DE 
CONHECIMENT
O:
HABILIDADE(S)
:
Ginástica geral: as
coreografias con- tam
histórias.
Movimentos ginásticos
representa- dos em lendas,
mitos e elementos do folclore.
Proposição de coreografias
simples e elaboradas.
Corpo e movimento: estrutura
corpo- ral (articulações,
músculos, coração, pulmões,
cérebro e sistema nervoso.
Corpo e estrutura corporal:
medidas de segurança nas
práticas esporti- vas e
cotidianas.
Ginástica elementos básicos
(equilí- brio, saltos, giros,
rotações, acroba- cias).
Coreografias individuais e em
grupo.
Ginástica geral características
como não competição, a
diversidade musi- cal, a
utilização de elementos da cul-
tura e o prazer pela prática.
(EF35EF07P3) Experimentar e fruir, de
forma coletiva, combinações de
diferentes elementos da ginástica geral
(saltos, giros, rotações, acro- bacias, com
e sem material).
(EF35EF08P3) Vivenciar estratégias e
resolver desafios na execução de
elementos básicos da ginástica geral
para composição de apresenta- ções
coletivas, reconhecendo suas potenciali-
dades e de seus colegas e buscando
superar os limites individuais e coletivos
com estratégias solidárias e inclusivas
(EF12EF09P1) Vivenciar a ginástica geral,
identi- ficando as potencialidades e os
limites do próprio corpo e respeitando as
diferenças individuais.
Ginástica geral nas aberturas
de jogos olímpicos e mundiais
de futebol.
31
 PLANEJAMENTO
TEMA DE ESTUDO: Ginástica corporal
DURAÇÃO: 1 aula
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS:
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
Nesta sequência didática serão abordados aspectos relacionados à
ginástica cor- poral e as diferentes possibilidades de praticá-la,
envolvendo o trabalho em equipe, resolução de problemas, regras
básicas e flexíveis, criatividade, ludicidade e fruição.
Exercitar o corpo é importante. Ajuda a desenvolver os músculos,
auxilia no bem estar e promove hábitos saudáveis. As estruturas
corporais precisam de autocuidado e autoconhecimento, pois a
capacidade física e a força dos movimentos envolvem o
reconhecimento das potencialidades e dos limites do seu corpo, a fim
de experimen- tar diferentes situações e estímulos. É importante,
também, que adote procedimen- tos de segurança para que não ocorra
lesões.
A ginástica é uma das modalidades esportivas onde se trabalha todo
corpo e experi- menta movimentos diversos.
Explique para as crianças que a atividade Ginástica Corporal é um
preparativo para que elas possam aprender nas próximas etapas de
ensino sobre os elementos da ginástica. Inclusive ela faz parte de uma
das denominações da Ginástica, que é a Ginástica para todos, que
anos atrás era chamada de Ginástica Geral.
Peça aos estudantes que explorem bastante os contornos básicos que
as (os) ginastas costumam fazer em apresentações, no momento de
compor as palavras.Induza-os a usar a ludicidade e a criatividade para
vivenciar esta prática corporal.
Importante explicar que a atividade a ser realizada envolve a
expressão corporal atra- vés da imitação e que, esta promove a
empatia, a comunicação não verbal, auxilia no aprendizado das regras
sociais para a conversação.
B) DESENVOLVIMENTO:
Leve para sala uma caixinha com diversas plaquinhas com as palavras
que as crian- ças deverão fazer a representação através da imitação.
Sugestões de palavras que o (a) professor (a) pode pedir para os
estudantes forma- rem utilizando o corpo:
32
CASA HORA AVIÃO XÍCARA BALA
ARARA BOLA CHAFARIZ LIQUIDIFICADO
R
CANOA
Obs.: Caso queira, pode acrescentar outras
palavras. Divida os estudantes em duas
equipes.
Em seguida, solicite que cada equipe ocupe uma metade da quadra
e/ou espaço aberto.
Explique para as equipes que precisarão utilizar o próprio corpo para
representarem a palavra que o professor irá falar.
Informe-os sobre o tempo para realização da atividade, que será de 5
minutos para formar cada palavra. Sorteie as palavras e peça que uma
das equipes faça a imitação, enquanto que a outra tenta adivinhar qual
é a imitação.
A equipe que conseguir formar, corretamente, a palavra que o (a)
professor (a) solici- tar ganhará um ponto.
Estimule-os a reconhecerem os movimentos do outro e do próprio
corpo. A atividade deverá servir para associar criatividade e
conhecimento.
Após a realização da atividade, reúna a turma em uma roda de conversa e
pergunte-os:
• O que vocês sentiram ao realizarem a atividade?
• Qual a palavra que vocês mais gostaram de imitar? E de observar?
• Essa atividade é importante para nossas vidas? Por quê?
RECURSOS:
Quadra esportiva ou área aberta, caixa, plaquinhas com palavras e cronômetro.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
Avaliação Atitudinal. Ao final da atividade, converse com as crianças
sobre as possí- veis dificuldades encontradas no momento de formar
as palavras. Pergunte se sen- tiram o corpo alongando quando
precisaram formar as letras das palavras, reforce a importância do
trabalho em equipe para a conclusão da atividade.
33
 ATIVIDADES
1 - De acordo com a explicação do seu (sua) professor (a) como era 
chamada a Ginás- tica para Todos, anos atrás.
2- Pinte a imagem abaixo com as cores de sua preferência. Depois 
mostre para o seu (sua) professor (a).
Fonte: AWESOME Balance Beam Gymnastic Coloring. Pinterest. [s. l]. 
2022.
3- Proponha ao (à ) professor (a) vivenciar a atividade Ginástica corporal, 
com outras variações.
35
UNIDADE
TEMÁTICA
Lutas.
OBJETO(S) DE 
CONHECIMENT
O:
HABILIDADE(S):
Lutas no cotidiano 
comunitário e regional.
Lutas no Brasil segundo as 
matri- zes indígena e 
africana.
Lutas: experimentação e 
criação de regras simples.
Lutas: origem, história, tipos.
Lutas de demonstração e 
enfren- tamento.
Lutas e capacidades físicas 
força resistência e potência 
muscular.
Lutas: movimentos e regras 
sim- ples e complexas.
Diferença entre brigas e 
lutas.
(EF35EF14P3) Vivenciar de maneira
lúdica as estratégias básicas das
diferentes lutas de matriz indígena.
(EF35EF13P3) Experimentar e fruir os
elemen- tos constitutivos das diferentes
lutas de matriz indígena.
(EF35EF15P3) Identificar as
características e os elementos
constitutivos (movimentos, regras,
equipamentos de proteção, etc das
lutas de matriz indígena, reconhecendo
os princípios de respeito e honra
presentes nestas práticas corporais,
repudiando situações de injustiça e
violência.
 PLANEJAMENTO
TEMA DE ESTUDO: Briga de galo
DURAÇÃO: 1 aula
36
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS:
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
Nesta sequência didática, será abordada
algumas prá- ticas de lutas, consideradas um
fenômeno cultural de alguns povos. Explique
aos estudantes que eles conhe- cerão uma luta
que é adaptada dos índios Manchineri da Aldeia
Extrema - Acre, que se chama briga de galo.
Para realização desta luta deve ser feito um
círculo no chão. O lutador inclina seu tronco
até a linha da cintura e ficam com as mãos
dadas na parte de trás da coxa, como se
estivesse imitando um galo.
O objetivo dos participantes é empurrar seu
adversário para fora do círculo. Devido a
impossibilidade de se usar as mãos e os pés, o
lutador na posição indicada deve tentar
empurrar seu adversário usando apenas o
tronco. O lutador que permanecer dentro do
círculo vence a luta.
B) DESENVOLVIMENTO:
Inicie avaliando os conhecimentos da turma. 
Questione aos estudantes:
• Vocês já presenciaram briga de galo?
• É correto colocar animais para brigarem? 
Por quê?
Fonte: Dois índios vermelhos e 
totem. Freepik. [s. l.], 2022.
• Vocês sabiam que tem uma luta chamada “briga de galo”?
• Qual o objetivo desta luta?
• Quais são suas regras?
• Que tipo de contato pode ser feito com o adversário?
Leve os estudantes a refletirem sobre luta e violência, sempre se
referindo ao nome desta atividade, a fim de que eles entendam que
descreve uma prática esportiva de herança cultural dos povos
indígenas e que não são as lutas em si, mas experiências corporais que
se aproximam de situações peculiares às lutas.
Peça aos estudantes que façam um círculo.
Destaque a importância de obedecer as regras e os limites na
realização desta ativi- dade, pois alguns gestos poderão ser
considerados violentos e o objetivo não é este.
37
Coloque colchonetes (um em frente ao outro), ou utilize um tatame
grande no espaço ou quadra esportiva. Divida os estudantes e depois
forme quantas duplas forem necessárias para a prática da atividade.
Peça que cada dupla ocupe um colchonete ou tatame e sente-se de
frente um para o outro.
Para realizar a atividade, as duplas deverão ficar de joelhos, uma de
frente para a outra e colocar as mãos para trás. Quando o professor
apitar, os oponentes deverão tentar derrubar o colega utilizando
apenas o tronco para isso. Vence quem conseguir derrubar o colega
primeiro.
• ATENÇÃO: Para essa atividade, peça auxílio de um ou mais
professores, ou reveza os estudantes entre a prática da atividade,
para certificar-se que estão com as mãos para trás e conferir
quem conseguiu derrubar o colega primeiro.
Bastante cuidado com a segurança das crianças. Deixe bem claro as
regras, se for identificado que a criança usou outra parte do corpo, que
não seja o tronco, para derrubar o colega, ele será desclassificado e o
outro estudante vence a luta.
RECURSOS:
Quadra esportiva ou espaço aberto, colchonetes, tatames e apito.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
Avaliação Atitudinal. Reflita com as crianças sobre a prática da luta
indígena e sobre as limitações encontradas para derrubar o oponente
utilizando apenas o tronco. Leve-os a refletir sobre a questão das
pessoas com deficiências e como se sentiram realizando a atividade
sem ter o auxílio dos braços e das pernas.
 ATIVIDADES
1 - De acordo com a explicação do (a) professor (a), qual a origem da luta briga
de galo?
2- Pesquise com a ajuda da família mais informações sobre a cultura
indígena e sua contribuição para a prática de jogos. Depois
compartilhe com os seus colegas e pro- fessor (a).
3 - Convide a família para praticar com você a luta “briga de galo” e
vivencie mais sobre essa prática indígena.
38
39
UNIDADE TEMÁTICA
Esportes.
OBJETO(S) DE 
CONHECIMENT
O:
HABILIDADE(S)
:
Esportes de invasão:
caracte- rísticas e
elementos comuns
(arremessar, correr,
lançar, chutar e saltar).
Jogo e esportes: regras,
com- binados e
aplicações.
Jogo e esporte:
semelhanças e diferenças.
As definições de esporte
no Brasil: origem e
significados.
(EF35EF05P3) Experimentar e fruir os
elemen- tos básicos constituintes dos
diversos tipos de esportes de invasão
prezando pela inclusão, coo- peração e
solidariedade.
(EF35EF06P3) Reconhecer os conceitos
de jogo e esporte identificando as formas
de construção e aplicação de combinados
e regras em cada uma destas práticas
corporais.
 PLANEJAMENTO
TEMA DE ESTUDO: Cerca divertida
DURAÇÃO: 1 aula
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS:A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
Esta sequência didática abordará aspectos do esporte basquetebol.
Este esporte teve início no ano de 1891, durante o rigoroso inverno do
Estado Norte-americano de Massachusetts, no condado de Springfield,
que as adversidades climáticas invia- bilizavam as aulas de Educação
Física, e onde Luther H. Gullick, diretor do Spring- field College,
incumbiu o médico e professor canadense James Naismith, de pensar
numa solução, criando algum jogo que pudesse ser praticado em
ambiente fechado, atrativo aos jovens, e sem a violência, típica, do
Futebol Americano. Surge então o basquete, que na atualidade é um
dos esportes mais praticados nos Estados Unidos.
O basquete é considerado um esporte de invasão, pois os participantes
devem levar a bola usando fundamentos até a quadra adversária e
inseri-la na cesta. Para isso, usam técnicas como drible, arremesso e
passe.
40
Esportes de invasão exploram as principais habilidades motoras e
capacidades físi- cas, além de estratégias individuais e coletivas para a
sua prática, onde os estudan- tes precisam refletir sobre o processo de
pontuação.
Além disso, segundo GONZÁLEZ (2006), esportes de invasão ou
territoriais são cons- tituídos por modalidades cujo objetivo é invadir o
espaço defendido pelo adversário para marcar pontos e,
simultaneamente, proteger sua própria meta. Sendo assim, quando a
bola está no campo do adversário, a bola deve ser arremessada de
forma a marcar pontos, ou seja, avançar em direção ao alvo, gol, cesta
etc. Esse avançar com a bola deve acontecer por meio de troca de
passes. Enquanto isso, a equipe adversá- ria tenta se defender do
ataque para que a equipe concorrente não marque pontos, através da
recuperação da posse da bola.
B) DESENVOLVIMENTO:
Converse com os estudantes sobre o jogo que irão realizar e
contextualize sobre a importância do esporte basquete e suas variadas
adaptações, neste caso para esta atividade da cerca divertida,
explanando as regras e os procedimentos que requer a atenção e
colaboração de cada um, a fim de que a brincadeira seja divertida.
Delimite o espaço, que poderá ser uma quadra ou outro espaço no
sentido do com- primento, riscando uma linha com giz para marcar o
meio. Uma estudante (cerca) permanece em pé sobre a linha e o seu
deslocamento dá-se apenas lateralmente. Os demais permanecem em
um dos lados da linha.
Informe que todos os estudantes devem passar para o outro lado da
linha, saltando com apenas um dos pés, e o pegador deve tentar tocar
um ou mais colegas, que assu- mirão também a posição de cerca e
passarão a auxiliar o pegador.
Durante a prática da atividade o(a) professor(a) deverá introduzir as
seguintes varia- ções: Peça para os estudantes se deslocarem correndo,
ao invés de saltar com apenas um dos pés. Acrescentar a habilidade
de quicar a bola para as crianças que tentam atravessar a cerca. Pode-
se utilizar várias cercas no jogo, para que os estu- dantes tenham que
atravessar com domínio do espaço.
RECURSOS:
Quadra esportiva e/ou espaço aberto, giz, apito e bolas macias.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
Proponha uma roda de conversa com os estudantes e leve-os a refletir
sobre as habi- lidades do basquetebol: drible e marcação, presentes na
atividade vivenciada.
41
 ATIVIDADES
1 - De acordo com a explicação do (a) professor (a), qual o nome do 
criador do Esporte Basquetebol?
2- De acordo com a explicação do (a) professor (a), qual o nome do país 
que mais se joga Basquete no mundo?
3- Proponha ao (à) professor (a) realizar mais atividades com elementos 
do Basquete para que você vivencie mais deste esporte.
42
UNIDADE TEMÁTICA
Esportes.
OBJETO(S) DE 
CONHECIMENT
O:
HABILIDADE(S)
:
Esportes de invasão:
caracte- rísticas e
elementos comuns
(arremessar, correr,
lançar, chutar e saltar).
Jogo e esportes: regras,
com- binados e
aplicações.
Jogo e esporte:
semelhanças e diferenças.
As definições de esporte
no Brasil: origem e
significados.
(EF35EF05P3) Experimentar e fruir os
elemen- tos básicos constituintes dos
diversos tipos de esportes de invasão
prezando pela inclusão, coo- peração e
solidariedade.
(EF35EF06P3) Reconhecer os conceitos
de jogo e esporte identificando as formas
de construção e aplicação de combinados
e regras em cada uma destas práticas
corporais.
 PLANEJAMENTO
TEMA DE ESTUDO: Jogo de basquete dos números
DURAÇÃO: 1 aula
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS:
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
Nesta sequência didática, explique para
os estu- dantes a história do surgimento
do Esporte Bas- quete, que quando James
Naismith estava estu- dando formas de se
inventar um novo esporte para ser jogado
em um local fechado, ele fez algumas
reuniões com seus assistentes e poucas
evolu- ções, já exausto, o professor
deparou-se com algo que serviu como
inspiração. Após as tentativas de
esboçar no papel algo que fosse novo, os
rascunhos eram amassados na forma de
bolinhas e atirados no cesto de lixo. Algo
simples, mas que poderia ser adaptado a
um jogo formal, coletivo e
competitivo.
Fonte: Fundo dos desenhos animados da quadra de
basquete vazia. interior da arena esportiva com holofotes.
Freepik. [s. l.], 2022.
43
Disto, surgiu a ideia de que o jogo deveria ter um alvo fixo, um cesto,
uma bola e algum grau de dificuldade. Colocou-se, então, duas cestas
de pêssegos (fruta típica naquela região), fixados por um poste de
madeira a 3,00m de altura do solo, imagi- nando que nenhum jogador
fosse capaz de interceptar a bola, conferindo certo grau de dificuldade
ao jogo, como James Naismith desejava. Nasciam, portanto, as pri-
meiras cestas de basquetebol da história.
B) DESENVOLVIMENTO:
Divida as crianças em duas equipes.
Organize duas fileiras e coloque os estudantes uns de frente para o
outro com apro- ximadamente 4 metros de distância, uma equipe da
outra.
Cada estudante será designado por um número. Eles deverão ficar na
linha lateral da quadra segundo a ordem dos números. O(a)
educador(a) chama, por exemplo, o número 38. Os números 3 e 8, de
ambas as equipes, entram na quadra para disputar uma mini partida de
basquetebol.
O jogo termina quando é feita uma cesta ou conforme tempo
determinado pelo(a) professor(a). Os pontos vão se somando para as
equipes e o (a) educador(a) prosse- gue chamando outros números para
participar da minipartida de basquete.
Os estudantes não podem se deslocar com a bola nas mãos e devem
passá-la, qui- cando, para se movimentarem. Pode-se estipular
pontuação para a bola que toca o aro, a tabela ou converte a cesta.
RECURSOS:
Quadra esportiva e/ou espaço aberto, apito e bolas macias.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
Reúna as crianças e levem-nas a perceber os aspectos envolvidos
nesta atividade, além da prática do Esporte Basquete. Questione-as se
sentiram dificuldades no momento dos comandos do (a) professor (a) que
chamou o número designado e não pelo nome do jogador.
44
 ATIVIDADES
1 - De acordo com a explicação do(a) professor(a), James Naismith,
quando estava estudando forma de inventar um novo esporte, o que
serviu de inspiração para que ele criasse o Basquete, da maneira que
ele é jogado hoje.
2 - De acordo com a explicação do(a) professor(a), como era a cesta de
basquete no início da criação do Basquete. Marque com um X a
alternativa correta.
( ) Era feita de cestas de
morangos. ( ) Era feita de
cestas de pêssegos. ( ) Era
feita de cestas de laranjas.
3 - Na atividade do jogo de basquete dos números, qual foi a sua maior
dificuldade no momento da vivência da atividade. Compartilhe com o (a)
seu (sua) professor (a) e peça ajuda para melhorar sua prática.
45
2022Ensino Fundamental3 o ano – 3 o bimestre
MatemáticaMatemática
 MATERIAL DE APOIO PEDAGÓGICO PARA APRENDIZAGENS 
SIGNIFICATIVAS
ANO DE ESCOLARIDADE REFERÊNCIA ANO LETIVO
COMPONENTE CURRICULAR ÁREA DE CONHECIMENTO
UNIDADE
TEMÁTICA
Grandezas e medidas.
OBJETO(S) DE
HABILIDADE(S): CONHECIMENTO:
Medida de tempo.
Relógios digitais e
analógicos. Duração de
eventos.
Relações entreunidades de
medida de tempo: a hora e a
meia hora; a hora e o
minuto; a hora, o minuto e o
segundo.
Relacionar os
conhecimentos adquiridos
com o cotidiano (em equipe
e/ou individual).
(EF03MA22) Ler e registrar medidas e
intervalos de tempo, utilizando relógios
(analógico e digital) para informar os
horários de início e término de realiza- ção
de uma atividade e sua duração.
(EF03MA23) Ler horas em relógios digitais
e em relógios analógicos e reconhecer a
relação entre horas e minutos e entre
minuto e segundos.
 PLANEJAMENTO
TEMA DE ESTUDO: Medida de tempo
DURAÇÃO: 3 aulas
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS:
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
Professor(a), vale relembrar com a turma que antes de surgirem os
aparelhos que utili- zamos hoje para medir o tempo, como relógios e
calendários, o homem se orientava pela posição do Sol para identificar as
horas e pela contagem das fases da Lua para iden- tificar a passagem de
um mês. Importante ressaltarmos nessa aula como registramos as
medidas e intervalos de tempo utilizando relógios, reconhecimento dos
ponteiros do relógio analógico e suas funções, dentre outras
competências.
46
B) DESENVOLVIMENTO:
AULA 1
Professor(a), conte a história do surgimento do relógio para a turma
e/ou reproduza o vídeo: “Como surgiu o relógio?”, disponível em:
<https://www.youtube.com/watch?- v=3sfkW8uKfDA>. Proponha à turma
a construção de relógios analógicos utilizando EVA (molde da base e dos
ponteiros e colagem de números) e presilhas para os pon- teiros, de
forma que permitam o movimento destes.
Promova momentos de brincadeira com a turma por meio da
representação dos horários indicados. Leve um relógio analógico
grande para a sala de aula e deixe que os estudantes manuseiem e
discutam sobre suas características. Faça um levanta- mento dos
conhecimentos prévios da turma sobre o relógio:
• Para que servem os números do relógio analógico? E os ponteiros?
• Por que um ponteiro é maior que o outro?
Apresente os componentes do relógio e suas respectivas funções, bem
como, a rela- ção entre os minutos e as horas, quantas horas tem o
dia, quantos minutos tem a hora e quantos segundos tem o minuto.
Pontue horários no relógio para que a turma decifre.
AULA 2
Professor(a), leve a turma para o pátio e desenhe um relógio grande
no chão para que os estudantes dramatizem os horários e os
movimentos dos ponteiros. Esco- lha 12 estudantes para ficarem em
pé sobre cada número do relógio. Coloque um estudante no centro do
relógio segurando duas fitas de comprimentos diferentes, a maior
representando os minutos e a menor, a hora. O estudante que está no
centro entrega as extremidades das fitas para outros dois estudantes,
estes esticam a fita e o professor pergunta: “Que horas são?” Peça que
os estudantes que representam os ponteiros movimentem a fita de
acordo com os comandos de horas e peça aos outros que descubram
que horas estão indicadas a cada rodada. Faça um paralelo entre a
representação dos horários nos relógios analógicos e digitais. Enfatize
as 24 horas/dia marcadas nos dois tipos de relógio.
Fonte: APOLINÁRIO, Jane Soraya… [et al.]. Aquarela Matemática, 2º ano.
RECURSOS:
Projetor multimídia ou sala de informática com acesso à internet, pátio,
molde do relógio analógico, fitas de duas cores e dois tamanhos para
representar os ponteiros.
47
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
Professor(a), avalie os estudantes de acordo com a sua participação, 
interesse e desempenho nas atividades propostas.
 ATIVIDADES
1 - Escreva as horas correspondentes a cada relógio:
Fonte: APOLINÁRIO, Jane Soraya… [et al.]. Aquarela Matemática, 2º ano. 2- Relacione o tipo de medida de tempo
aos objetos corretos:
Fonte: APOLINÁRIO, Jane Soraya… [et al.]. Aquarela Matemática, 2º ano.
( ) Mede as horas, minutos e segundos de um
filme. ( ) Mede os dias, semanas, meses e 
anos.
( ) Mede o tempo de uma prova de 
natação. ( ) Mede um tempo curto e 
predeterminado.
3- Complete a tabela da rodoviária da cidade de Riso Alegre:
Fonte: APOLINÁRIO, Jane Soraya… [et al.]. Aquarela Matemática, 2º ano.
48
4 - André marca o tempo de duração do trajeto de sua casa até a casa
de sua avó. O primeiro relógio marca a hora em que ele saiu de casa e
o segundo marca a hora em que ele chegou à casa da avó. Assinale a
alternativa que indica quanto tempo ele leva para ir para a casa da sua
avó:
a) 1 h e 15 min.
b)1 h e 30 min.
c)2 h e 15 min.
d)2 h e 30 min
Fonte: APOLINÁRIO, Jane Soraya… [et al.]. Aquarela Matemática, 2º ano.
49
UNIDADE
TEMÁTICA
Números.
OBJETO(S) DE 
CONHECIMENT
O:
HABILIDADE(S)
:
As ideias da multiplicação.
Estratégias para efetuar
uma multiplicação.
Resolução de problemas.
Arredondamento, cálculo
men- tal, resultado
aproximado e cal-
culadora.
Relacionar os
conhecimentos adquiridos
com o cotidiano (em
equipe e/ou individual).
(EF03MA07A) Resolver problemas de
multiplica- ção (por 2, 3, 4, 5 e 10) com os
significados de adi- ção de parcelas iguais
e elementos apresentados em disposição
retangular, utilizando diferentes
estratégias de cálculo e registros.
(EF03MA07B) Elaborar problemas de
multiplica- ção (por 2, 3, 4, 5 e 10) com os
significados de adi- ção de parcelas iguais
e elementos apresentados em disposição
retangular, utilizando diferentes
estratégias de cálculo e registros.
 PLANEJAMENTO
TEMA DE ESTUDO: Multiplicação
DURAÇÃO: 3 aulas
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS:
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
No decorrer da história, o ser humano utilizou muitas maneiras para
medir o com- primento, a massa e a capacidade de objetos, porém as
medidas não eram padro- nizadas como conhecemos hoje. Para medir
a capacidade utilizamos o litro (L), para medir a massa de objetos
utilizamos o quilograma (kg) e para medir comprimentos utilizamos o
metro (m) e seus múltiplos e submúltiplos.
B) DESENVOLVIMENTO:
AULA 1
Professor(a), inicie esta aula com os materiais sobre a mesa ou apenas
desenhados na lousa, exemplificando a organização retangular (sem
falar do que se trata). Ex.: 5 colunas e 5 linhas, 3 colunas e 2 linhas, de
uma mesma figura, objeto ou imagem: bolinhas, pontinhos, corações etc.
Desafie a turma a relatar diferentes maneiras de chegar ao resultado
da quantidade apresentada (contando 1 a 1, somando parcelas iguais,
multiplicando a quantidade de colunas pela quantidade de linhas).
Represente
50
os raciocínios com operações. Apresente a multiplicação como um
processo facili- tador da adição de parcelas iguais. Organize um
registro no caderno sobre a multipli- cação (termos, significados,
exemplos). Em seguida, proponha exercícios de fixação.
AULA 2
Professor(a), transfira a ideia de multiplicação para o cálculo de: dobro
(x2), triplo (x3), quádruplo (x4) e quíntuplo (x5). Desafie a turma com
atividades no caderno, asso- ciando a relação entre adição de parcelas
iguais e a multiplicação correspondente. Varie com as descobertas de
sequências numéricas a partir do resultado de multi- plicações, como
cálculo de: dobro, triplo, quádruplo e quíntuplo. Finalize realizando
atividades diversificadas em grupo.
Fonte: APOLINÁRIO, Jane Soraya… [et al.]. Aquarela Matemática, 2º ano.
RECURSOS:
Malha quadriculada, atividade de fixação.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
Os estudantes serão avaliados de acordo com a sua participação, 
interesse e desem- penho nas atividades propostas.
 ATIVIDADES
1 - Veja como Nina efetuou as multiplicações 3 x 6 e 2 x 7.
Fonte: BORDEAUX, Ana Lúcia … [et al.] Novo bem-me-quer matemática, 1º 
ano
51
2- Agora foi a vez de Mariana. Ela usou papel quadriculado para efetuar 4 x 5 e 
2 x 7.
Fonte: BORDEAUX, Ana Lúcia … [et al.] Novo bem-me-quer matemática, 1º 
ano.
3- Veja como Paulo efetuou 2 x 4 e 5 x 2.
52
Fonte: BORDEAUX, Ana Lúcia … [et al.] Novo bem-me-quer matemática, 1º 
ano.
53
2022Ensino Fundamental3 o ano – 3 o bimestre
Ciências da NaturezaCiências
 MATERIAL DE APOIO PEDAGÓGICO PARA APRENDIZAGENS 
SIGNIFICATIVAS
ANO DE ESCOLARIDADE REFERÊNCIA ANO LETIVOCOMPONENTE CURRICULAR ÁREA DE CONHECIMENTO
UNIDADE TEMÁTICA
Terra e Universo.
OBJETO(S) DE 
CONHECIMENT
O:
HABILIDADE(S)
:
Causas e consequências
da escassez de água no
solo.
Transformações da Terra
cau- sadas pela escassez
de água no solo. Solo e
erosão.
(EF03CI07BX) Reconhecer as transformações
da Terra, devido à escassez de água no solo,
com base nas erosões em alguns lugares,
comparando as mudanças nas últimas
décadas na própria região .
 PLANEJAMENTO
TEMA DE ESTUDO: Água no planeta Terra
DURAÇÃO: 2 aulas
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS:
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
Nessa sequência didática abordaremos o ciclo da água na natureza como
um dos pro- cessos mais importantes que ocorrem no planeta, já que esse
recurso é essencial para a manutenção de todas as formas de vida
existentes. É importante reconhecer a distribui- ção irregular desse
recurso pelo planeta, bem como as consequências que a escassez da
água traz para a humanidade, por isso a conscientização sobre a
importância da conser- vação da água se faz necessário.
B) DESENVOLVIMENTO:
A água está presente em seu cotidiano, como na agricultura, na indústria,
no transporte e na geração de energia, além de ser essencial para a
manutenção da nossa vida. Apesar de ser o elemento mais abundante da
superfície terrestre, apenas 3% da água é doce e,
54
portanto, apropriada para a utilização nas diversas atividades
humanas. Desse total, 68,9% encontram-se congelados nas calotas
polares e geleiras e 29,9% localizam-se no subsolo. Esse é um ponto
muito importante porque, apesar da imensa quantidade do recurso,
pouco dele pode ser realmente aproveitado pela humanidade.
1º Momento
Observe a imagem abaixo sobre a distribuição da água no planeta
(água salgada e água doce, porcentagens de distribuição da água doce
considerando onde estão localizadas na natureza, etc.).
Fonte: SOUSA, Rafaela. Água. Brasil Escola. [s. l.], 2022.
A água é uma substância encontrada em grande quantidade em nosso
planeta, entre- tanto, nem toda essa água disponível pode ser
aproveitada pelo homem.
Analisando a imagem acima pergunta-se:
• Qual é o tipo de água que mais é encontrada na natureza?
• Essa água é apropriada para o consumo humano?
• E qual é a água boa para ser consumida?
• Vocês sabem qual é a origem da água que consumimos?
55
A água vem de rios, lagos, represas, ou mesmo de fontes subterrâneas.
Nem sempre ela está apropriada para o consumo humano, por isso é
necessário que a água passe por um tratamento até chegar a nossas
casas.
• Como ocorre o ciclo da água na natureza?
O ciclo hidrológico é a contínua circulação e renovação da água no
planeta. As águas das superfícies dos oceanos, rios e lagos evapora em
razão do calor que recebem, passando do estado líquido para o de
vapor e subindo para a atmosfera. As gotas formadas nas nuvens
ficam cada vez mais pesadas e precipitam de volta à superfície, é a
chuva. Já na superfície, a água pode escoar para rios, oceanos e lagos
e também pode se infiltrar no solo, alimentando os lençóis freáticos e
todo o conjunto de águas subterrâneas.
Converse com os estudantes sobre a importância desse ciclo de
renovação de água, levando-os a refletir sobre a conservação dos
recursos hídricos e o problema da escassez e da poluição da água.
• Como a escassez de água afetaria a vida no planeta?
• O crescimento da população pode influenciar no esgotamento desse
recurso?
Sem a água, não é possível realizar nem as mais simples atividades do
cotidiano, como cozinhar e tomar banho, etc. A falta de água chega a
influenciar até a produção de energia e de produtos e, portanto,
poderia dificultar ou inviabilizar a sobrevivência dos seres humanos,
por isso devemos usar a água de forma consciente. É importante
pensarmos em adotar medidas importantes para evitar o desperdício
da água, como por exemplo não demorar no banho, usar água da chuva
para regar plantas, fechar a torneira enquanto escova os dentes, etc.).
2º momento
Impermeabilização do solo em áreas urbanas.
Inicie a aula retomando a discussão sobre o uso consciente da água,
realizado na aula anterior.
• Mãos na massa
Experimento de impermeabilização do solo.
Realize com os estudantes um experimento que simula o que ocorre 
com o escoa- mento da água em terrenos impermeabilizados.
Você vai precisar de:
Dois potes plásticos, terra, gesso, grama.
56
Como fazer:
Faça alguns furos largos na metade da altura de dois potes, em toda a
volta, por onde a água vai passar. É importante que esses furos fiquem
na mesma altura.
Um dos potes deve ser preenchido com terra até chegar perto dos
furos, para rece- ber o gesso, que será colocado posteriormente.
No outro pote coloque terra e o tufo de grama, na altura dos furos.
Misture a água, o gesso com uma colher. Despeje a massa do gesso
sobre a terra do primeiro pote e espere secar. Coloque os dois potes
dentro de bandejas, que servi- rão para amparar a água que vai
escorrer. Separe também quatro copos com água. Solicite a ajuda de
dois estudantes os quais, simultaneamente, devem despejar dois
copos de água dentro de cada pote, simulando a chuva. Peça que a
turma observe e analise o resultado e o fenômeno observado.
Espera-se que sejam capazes de perceber que, na bandeja com a
grama, a água não escorre pelos furos porque é absorvida pelo solo.
Quanto à bandeja com o solo imper- meabilizado com gesso, a água
escorre pelos furos, escoando para fora, como ocorre quando há
calçamento e asfalto nas ruas.
Converse com os estudantes que os solos impermeabilizados, a água
escoa pelos buracos porque não pode ser absorvida pelo solo. Já em
terrenos descobertos, ela é absorvida pelo solo e não precisa dos
pontos de escape.
Com base nos resultados obtidos no experimento, promova uma
discussão com os estudantes sobre as consequências da
impermeabilização demasiada do solo, tão comum em áreas urbanas.
A água das chuvas pode ficar retida na superfície sem conseguir se
infiltrar no solo. Se não houver pontos suficientes de escoamento,
como bueiros, a água não tem para onde escoar e causar enchentes e
enxurradas. A impermeabilização dificulta o retorno da água para os
lençóis freáticos.
Campanha pelo uso sustentável da água.
Após a discussão sobre a escassez de recursos hídricos, organize os
estudantes em pequenos grupos para a elaboração de cartazes que
incentivem a economia e o uso sustentável da água.
Para a elaboração dos cartazes, os estudantes podem recorrer à
criatividade, uti- lizando diversas linguagens, fazendo desenhos,
colagens de revistas, escrevendo mensagens ou outra estratégia
sugerida pelo professor.
57
O objetivo final é que os cartazes sejam expostos e atinjam a
comunidade escolar como uma campanha em que se incentivam
medidas do uso consciente da água e se faz um alerta a respeito dos
problemas que a falta desse recurso pode gerar.
RECURSOS:
Três potes (de plástico) de sorvete, gesso, colher, quatro copos
plásticos, duas ban- dejas, água, terra e tufos de grama etc.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
O processo avaliativo deverá ser processual e contínuo, abrangendo
todas as ativida- des desenvolvidas individualmente ou em grupo, de
forma oral ou escrita, através de desenhos ou de confecção de
materiais. As produções coletivas e individuais, orais (debates, roda de
conversa etc) e escritas atividades, avaliação escrita, relatório das
aulas experimentais), deverão ser avaliadas. A participação e o
empenho durante as atividades, também deverão ser considerados no
processo avaliativo.
 ATIVIDADES
1 - Vivemos no planeta Terra. A maior parte do nosso planeta é coberta
de água. Na natureza, além de estar presente em grande quantidade
nos seres vivos, a água tam- bém pode ser encontrada
a) nas ruas e pontes.
b) nos rios e nas geleiras.
c) nas estradas e nos campos.
d) nos viadutos e nas rochas.
2- A água é utilizada de várias maneiras pelos seres humanos. A água 
deve ser total- mente tratada e mantida limpa para
a) o consumo humano.
b) servir comomeio de transporte.
c) gerar energia elétrica.
d) ser usada na indústria.
58
3- A água é muito importante para a vida no nosso planeta. Precisamos 
preservá-la.
É um exemplo de desperdício de água
a) produzir remédios.
b) tomar banho.
c) deixar a torneira aberta sem uso.
d) lavar a roupa.
59
UNIDADE TEMÁTICA
Terra e Universo.
OBJETO(S) DE 
CONHECIMENT
O:
HABILIDADE(S)
:
Características do solo
(cor, textura, cheiro,
tamanho das partículas,
permeabilidade), etc.
(EF03CI09). Comparar diferentes amostras
de solo do entorno da escola com base em
características como cor, textura, cheiro,
tamanho das partículas, permeabilidade
etc.
 PLANEJAMENTO
TEMA DE ESTUDO: Textura do solo
DURAÇÃO: 2 aulas
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS:
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
O solo é camada superficial da terra, é formado por minerais e matéria
orgânica, que vêm da decomposição dos animais e dos vegetais,
servindo de nutrientes para as plantas. Existem vários tipos de solo,
cada um com suas características.
• Você conhece os tipos de solo?
• Qual tipo de solo bom para a agricultura?
B) DESENVOLVIMENTO:
Nessa sequência didática abordaremos a importância do solo e suas
características como cor, textura, tamanho, etc. Teremos a
oportunidade de conhecer através de práticas experimentais as
características do solo e como o tipo de solo interfere para o
crescimento dos vegetais.
1º Momento
O solo pode ser dividido em quatro tipos: arenoso, argiloso, humoso e
calcário. Para compreender melhor a função de cada um, é importante
conhecer mais sobre eles.
60
Solo 
arenoso
Tem uma grande quantidade de areia e é pobre em
nutrientes. É considerado um solo de ótima infiltração,
ou seja, absorve muita água e, por isso, não é ideal para
a prática agrária. Esse solo não é próprio para cultivo.
Solo 
argiloso
Apresenta uma grande quantidade de nutrientes e
possibilita a produção agrícola, pois, após ser molhado,
ele absorve a água, tor- nando-se mais arejado. Isso
permite que a planta absorva melhor os nutrientes.
Solo 
humoso
É também conhecido como solo escuro e é muito rico em
nutrien- tes, devido à grande quantidade de matéria
orgânica. Sendo assim, ele é bastante fértil, por isso é
muito utilizado na produção agrícola.
Converse com os estudantes sobre os tipos de solo, suas
características, cor e tex- tura. Divida a turma em 5 grupos para a
realização da atividade.
• Mãos na massa
Recolha três amostras de solo no entorno da escola antes da
realização dessa ati- vidade (sugestão: amostra de solo da horta ou
jardim, do parquinho e do exterior da escola).
Análise as amostras e compare os diferentes tipos de solos
encontrados no entorno da escola e pesquise suas diferentes
propriedades.
Ofereça aos estudantes uma tabela contendo as características de
diferentes tipos de solo: areia, argila e rico em húmus.
Como pode ser o aspecto do solo de diferentes locais?
Amostr
a
Co
r
Tamanh
o
Outras características
Areia
Bege, 
marrom-
-claro, 
marrom-
-escuro.
De 
médios a
grandes.
Aspecto granuloso; absorve a 
água, sem encharcar.
Húmus Escura. Pequeno
s.
Macia ao toque, fica encharcada
com pouca quantidade de água,
pode apre- sentar pequenos
seres vivos.
Argila Avermelhada. Bem 
pequeno
Suave ao toque, escorregadia,
maleá- vel, absorve pouca
s.
quantidade de água antes de
ficar encharcada.
61
Em seguida, cada estudante deve escolher uma das amostras de solo
apresentada na tabela: areia, argila ou humos. Esse será o tipo de solo
sobre o qual o estudante será responsável por fazer uma ficha de
descrição.
Divida a turma em quatro grupos e, para cada um, entregue uma pequena
quantidade de cada uma das três amostras de solo recolhidas no
entorno da escola.
Em seguida, entregue quatro recipientes pequenos. Eles servirão para
que os estu- dantes misturem o solo com um pouco de água. Distribua
também um recipiente maior com água, que deverá ser usado pelas
crianças para lavar os dedos entre a análise de uma amostra e outra.
Entregue para cada grupo uma impressão da tabela de análise da
textura dos solos. Peça que todos coloquem nos recipientes pequenos
um pouquinho de cada amos- tra de solo e misture um pouquinho de
água, para formar uma massinha (aspecto de lama).
Os grupos deverão especificar qual será a amostra de solo número 1,
qual será a amostra de solo número 2 e qual será a amostra de solo
número 3. Todos os integran- tes dos grupos devem colocar um
pouquinho da amostra número 1 entre os dedos e esfregar, sentindo
bem a textura do solo.
Discuta com os estudantes sobre como é a textura do solo quando é
misturado com água, observando suas partículas. Repita o mesmo
procedimento para todas as amostras de solo, registrando as
observações feitas no caderno. Os grupos devem verificar na tabela as
características que melhor definem cada amostra analisada de solo.
RECURSOS:
Caderno, caneta (azul ou preta) ou lápis preto, lápis vermelho (ou caneta
vermelha), textos sobre os diferentes tipos de solo (arenoso, argiloso e
humífero).
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
O processo avaliativo deverá ser processual e contínuo, abrangendo
todas as ativida- des desenvolvidas individualmente ou em grupo, de
forma oral ou escrita, através de desenhos ou de confecção de
materiais. As produções coletivas e individuais, orais (debates, roda de
conversa etc.) e escritas (atividades, avaliação escrita, relatório das
aulas experimentais), deverão ser avaliadas. A participação e o
empenho durante as atividades, também deverão ser considerados no
processo avaliativo.
62
 ATIVIDADES
1 - Marque V para verdadeiro e F para falso.
a) ( ) O solo é a camada superficial da Terra, sendo formado por 
minerais e maté- ria orgânica, que vêm da composição dos 
animais e dos vegetais.
b) ( ) O ser humano utiliza o solo como recurso para sua 
manutenção e sobrevi- vência.
c) ( ) O solo arenoso tem uma pequena quantidade de areia e é rico em 
nutrientes.
d) ( ) O solo argiloso apresenta uma grande quantidade de 
nutrientes e possibi- lita a criação de animais.
e) ( ) O solo humoso é também conhecido como solo escuro e é 
muito rico em nutrientes, devido à grande quantidade de matéria 
orgânica.
2- Relacione as colunas de acordo ao tipo de solo:
( ) Solo escuro rico em nutrientes, devido à grande 
quantidade
1) Solo arenoso.
2) Solo argiloso.
3) Solo humífero.
de matéria orgânica.
( ) É considerado um solo de 
ótima infiltração, rico em 
nutrientes.
( ) Solo seco que não 
retém água por isso 
não é ideal para a 
prática agrícola.
63
64
UNIDADE TEMÁTICA
Terra e Universo.
OBJETO(S) DE 
CONHECIMENT
O:
HABILIDADE(S)
:
Utilidades do solo.
Técnicas de manejo do
solo e sua importância
para a agri- cultura e
para a vida.
(EF03CI10) Identificar os diferentes usos do
solo (plantação e extração de materiais,
dentre outras possibilidades), reconhecendo
as técnicas para o manejo adequado do
solo e sua importância para a agricultura e
para a vida.
 PLANEJAMENTO
TEMA: Qualidade do solo na agricultura
DURAÇÃO: 2 aulas
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS:
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
Nessa sequência didática discutiremos sobre práticas agrícolas e sua
relação ao cul- tivo, preparação do solo, plantio, sementes, manejo
durante o crescimento da planta e colheita. O manejo adequado do solo
é fundamental para uma boa produtividade no tempo presente,
garantindo a produção agrícola no futuro.
• Você já ouviu falar em manejo do solo?
• O que pode ser feito para melhorar as condições do solo?
• O que são práticas agrícolas?
B) DESENVOLVIMENTO:
Nesta sequência didática os estudantes terão oportunidade de
conhecer as técnicas usadas para o manejo do solo. Discuta com
estudantes sobre a composição do solo e sua importância para a
agricultura e como diferentes tipos de solos podem impactar no
crescimento vegetal.
• Você acha que o tipo de solo interfere no crescimento vegetal?
• Qual a importância do solo para a agricultura?
Retome algunsconhecimentos adquiridos na aula anterior. Converse
com os estu- dantes que existem diferentes tipos de solos, como solo
argiloso (o barro é um exem- plo de solo argiloso, quando encharcado
de água) e solo arenoso, com aspecto e con- sistência da areia.
65
Cada tipo de solo apresenta características próprias, como tamanho
dos grãos, capacidade de retenção de água, etc.
• Mãos na massa
Divida a turma em grupos de quatro estudantes e forneça a cada um
deles duas amostras: uma de solo arenoso e uma de solo argiloso.
Observar as características de cada uma das amostras de solo.
Neste experimento vamos conhecer três tipos de solo (arenoso, argiloso,
humífero) e suas características.
Você vai precisar de:
• 3 garrafas PET pequenas.
• Areia grossa.
• Areia fina.
• Argila.
• Húmus.
• 1 copo com água ou 1 garrafa com tampa furada.
• 1 Bacia.
Como fazer:
Coloque o bico da garrafa virada para baixo, dentro da parte de baixo 
da garrafa. Após fazer isso com as duas garrafas, coloque cada tipo de 
solo:
• Garrafa 1 – solo arenoso.
• Garrafa 2 – solo argiloso.
• Garrafa 3 – solo humífero.
Em seguida pegue sua garrafa com água ou copo com água e despeje uma 
pequena quantidade de água nos solos e veja o que acontece.
• Qual dos tipos de solo a água passou mais rápido e em qual a água 
passou mais devagar?
• Qual desses tipos de solo é melhor para fazer uma plantação? Por quê?
• Você já viu esses tipos de solo em algum lugar?
• Qual das duas amostras você acha que retém mais água? Por quê?
Os solos férteis são aqueles que contém grande quantidade de matéria
orgânica (esterco, fezes de animais), assim como a presença de
elementos químicos especí- ficos, como nitrogênio e fósforo entre
outras e que favorecem o desenvolvimento das plantas.
66
Para preservar o solo e garantir boas colheitas são necessários certos
procedi- mentos como por exemplo: adubação do solo, arar bem a
terra para o plantio e manter a conservação do solo.
2º momento
• Mãos na massa
Como diferentes tipos de solo afetam o crescimento de uma planta?
Explique que algumas plantas podem precisar de mais água do que
outras, e que, portanto, o grau de permeabilidade do solo é um dos
fatores que influenciam no crescimento de uma planta.
Solicite aos estudantes que formem grupos de três colegas e distribua
a cada grupo seis vasos pequenos (ou uma bandeja vazia de iogurte,
que também funciona perfei- tamente como vaso), areia, argila, terra
vegetal (terra de jardim) e sementes de feijão.
Explique-lhes que eles devem preencher dois vasos com cada tipo de
solo, ou seja, dois com argila, dois com areia e dois com terra vegetal.
Em seguida, mostre para eles como plantar a semente em cada um
desses vasos. Elas devem ser enterradas entre um e dois centímetros
abaixo da superfície.
Dividam, então, os vasos em dois grupos, sendo que em cada grupo
haverá um vaso com areia, um com argila e o terceiro com terra
vegetal.
No primeiro grupo, adicionaram um pouco de água todos os dias (ou dia
sim, dia não, caso o tempo esteja muito úmido). No segundo grupo, o
solo deve ser umedecido no primeiro dia e depois mantido seco. Peça-
lhes, então, que façam desenhos esque- máticos das etapas realizadas
no experimento em seus cadernos.
Converse com os estudantes sobre qual dos vasos (combinação de solo
mais água) eles acreditam que irá produzir plantas, a maior planta ou a
de melhor aspecto e se em alguma das opções não irá germinar.
Peça-lhes que anotem no caderno suas hipóteses no início do
experimento e escla- reça que, futuramente, conforme o experimento
se desenvolver, eles terão a opor- tunidade de testar suas hipóteses.
Os estudantes devem acompanhar diariamente o crescimento das
mudas e que, ao final de 10 dias, comparem o tamanho e desenvol-
vimento delas em cada um dos solos e em relação ao uso de água.
Ao longo dos 10 dias de observação, podem ser feitos registros
fotográficos ou serem tiradas medidas da altura da plantinha, ou ainda
os estudantes podem produzir dese-
67
nhos diários (ou a cada 2 ou 3 dias).
Os registros diários podem ser preenchidos na seguinte tabela (uma tabela
por dia):
Solo/Pergunta
A 
sement
e 
brotou
?
A plantinha está
crescendo?
Qual o 
tamanho da 
plantinha?
Areia sem água.
Areia com água.
Argila sem água.
Argila com água.
Terra vegetal 
sem água.
Terra vegetal 
com água.
Ao final do período de 10 dias, observe com os estudantes o que
aconteceu com cada uma das plantas, as informações das tabelas e os
desenhos produzidos.
• Em qual dos solos a planta cresceu mais? Por quê?
• Qual foi a melhor combinação de solo para o crescimento das plantas?
Ao término do experimento, discuta com os estudantes sobre a
importância das características do solo no crescimento das plantas.
Outro aspecto que deve ser abordado é a importância da irrigação para
o desenvolvimento vegetal.
RECURSOS:
Amostras de dois tipos de solo: arenoso e argiloso, caderno, lápis
preto, lupa, água, areia, argila, terra vegetal (terra de caderno de
notas, lápis preto e lápis colorido, seis vasos pequenos (ou uma
bandeja de iogurte vazia) por grupo, sementes de feijão, jardim).
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
O processo avaliativo deverá ser processual e contínuo, abrangendo
todas as ativida- des desenvolvidas individualmente ou em grupo, de
forma oral ou escrita, através de desenhos ou de confecção de
materiais. As produções coletivas e individuais, orais (debates, roda de
conversa etc.) e escritas (atividades, avaliação escrita, relatório das
aulas experimentais), deverão ser avaliadas. A participação e o
empenho durante as atividades, também deverão ser considerados no
processo avaliativo.
68
 ATIVIDADES
1- Assinale com um X quais fatores são importantes para o 
crescimento de uma planta:
( ) tipo de solo.
( ) a cor do vaso.
( ) quantidade de água.
( ) o tipo de material do vaso (plástico, cerâmico, etc.).
2- Marque a alternativa verdadeira:
a) O solo arenoso é um solo rico em matéria orgânica.
b) A rotação de cultura empobrece o solo.
c) Solo fértil é aquele solo bom para plantar rico em matéria orgânica.
d) A drenagem é um processo muito usado pelos agricultores que 
acrescenta água no sol.
3- O tipo de solo bom para agricultura é:
a) ( ) Solo arenoso.
b) ( ) Solo argiloso.
c) ( ) Solo humífero.
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2022Ensino Fundamental3 o ano – 3 o bimestre
Ciências HumanasGeografia
 MATERIAL DE APOIO PEDAGÓGICO PARA APRENDIZAGENS 
SIGNIFICATIVAS
ANO DE ESCOLARIDADE REFERÊNCIA ANO LETIVO
COMPONENTE CURRICULAR ÁREA DE CONHECIMENTO
UNIDADE TEMÁTICA
Formas de representação e pensamento espacial.
OBJETO(S) DE 
CONHECIMENT
O:
HABILIDADE(S)
:
Alfabeto
cartográfico (ponto, 
linha e área).
(EF03GE07) Reconhecer e elaborar legendas com
sím- bolos de diversos tipos de representações
em diferentes escalas cartográficas.
 PLANEJAMENTO
TEMA DE ESTUDO: Alfabetização cartográfica
DURAÇÃO: 2 aulas
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS:
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
Iniciar a aula anunciando aos estudantes o tema a ser estudado.
Apresente que, no momento, irão juntos aprender que o mapa também é
uma linguagem, ou seja, os mapas transmitem informações aos seus
leitores possuindo inclusive um alfabeto próprio. Em seguida, leia para a
turma a habilidade do Currículo Referência de Minas Gerais que esta
sequência didática objetiva auxiliá-los a desenvolver. Contextualize que o
alfabeto car- tográfico é composto por símbolos que muito provavelmente
a turma já conhece. Em seguida, convide-os a conhecer melhor sobre o
assunto.
B) DESENVOLVIMENTO:
Inicie a aula contextualizando com a turma sobre o que é um mapa, qual a
sua finali- dade e importância. Pergunte se eles ou seus familiares
costumam utilizar mapas para se orientar no espaço e em quais situações
isso ocorre. Permita que os estudantes se expressem livremente,
comentando suas intervenções e traga também alguns exemplos desses
usos como em jogos de tabuleiro, videogames, no trânsito, em locais
turísticos.

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