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As ideias domi- nantes fermentaram essa construção: o conhecimen- to como fruto da razão; a
possibilidade de desvendar a Natureza e suas leis pela observação rigorosa e objeti va.
A busca de um método rigoroso, que possibilitasse a obser aç'ao para a descoberta dessas leis,
apontava a necessidade de os homens construírem novas formas de produzir conhecimento —
que não era mais esta- belecido pelos dogmas religiosos e/ou pela autoridade eclesial.
Nesse período, surgem homens como Hegel, que demonstra a importância da Histó- ria para a
compreensão do ser humano, e Darwin, que enterra o antropocentrismo com sua tese
evolucionista.
A ciência avança tanto que se torna um referencial para a visão de mundo.
A própria Filosofia adapta-se aos novosto do Positivismo de Augusto Comte, que postulava a
necessidade maior rigor científico na construção dos conhecimentos nas ciéncias humanas.
Dessa forma, propunha o método da ciência natural, a f-ísica, como modelo de construção de
conhecimento.
Em meados do século XIX, os problemas e temas psicológicos, até então estudados
exclusivamente pelos filósofos, passam a ser investigados também pelas
¿Neurofisiologia em particular Os avanços que atingiram também essa área levaram à
formulação de teorias sobre o sistema nervoso central, demonstrando que o pensamen- to, as
percepç‹ies e os sentimentos humanos eram produtos desse sistema.
Dominar a natureza, construir fábricas: o capitalismo moveu o mundo para produzir
fi preciso lembrar que esse mundo capitalista trouxe consigo a máquina.
E foi tão fantástica que passou a determinar a forma de ver o mundo.
Todo o universo passou a ser pensado como uma máquina, isto é, podemos conhecer o seu
funciona- mento, a sua regularidade, o que nos possibilita o conhecimento de suas leis.
Essa forma de pensar atingiu também as ciências humanas.
Para conhecer o psiquismo humano passa a ser necessário compreender os mecanismos e o
funcionamento da máquina de pensar do ser humano — seu cérebro.
Por exemplo, por volta de 1846, a Neurologla descobre que a doença mental é fruto da ação
direta ou indireta de diversos fatores sobre as células cerebrais.
A Neiiroanatomia descobre que a atividade motora nem sempre está ligada 1 consci- ência, por
não estar necessariamente na dependência dos centros cerebrais superiores.
Por exemplo, quando alguém encosta a mão em uma chapa quente, primeiro afasta-a da chapa
pala depois perceber que se queimou.
Esse fenômeno chama-se reflexo, e oestímu- lo que chega à medula espinhal, antes de chegar
aos centros cerebrais superiores, recebe uma ordem pam a resposta, que é afastar a mão.
O caminho natural que os fisiologistas da época seguiam, quando passavam a se inte- ressar
pelo fenômeno psicológico enquanto estudo científico, era a Psicoflsica.
Estuda- vam, por exemplo, a fisiologia do olho e a percepção das cores.
Por volta de 1860, temos a formulação de uma importante lei no campo da Psicofísica.
É a Lei de Fechner-Weber, que estabelece a relação entre estímulo e sensação, permitindo a sua
mensumção.
Segundo Fechner e Weber, a diferença que sentimos ao aumentar a intensidade de iluminação
de uma lâmpada de 100 para 110 watts será a mesma senti- da quando aiimentamos a
intensidade de iluminação de 1 000 para 1 100 watts, isto é, a percepção aumenta em progressão
aritmética, enquanto o estímulo varia em progressão geométrica.
Essa lei teve muita importância na história da Psicologia porque instaurou a possibilida- de de
medida do fenómeno psicológico, o que até então era considerado impossível.
forma, os fenómenos psicológicos vão adquirindo status de científicos, por- que, para a
concepção de ciência da época, o que não era mensurável rião era passível de estudo científico.
Por esse fato e por sua extensa pro ução teórica na área, ele é con- siderado o pai da Psicologia
moder- na ou científica.
Por exemplo, uma estimulaçño física, como uma picada de agulha na pele de um idivíduo, teria
uma correøpondöncia na mente dele.
Pam explorer a mente ou consciëncia do indivlduo, Wundt cria um më- todo que denomina
lnteospecclonamoJNesæ mëtodo, oexperimentador rguntaao sujeito, especialmente treinado para
a auth-observaçäo,os caminhos pemorridos no ecu interior por uma estimulaçäo sensorial (a
picada da agulha, por exemplo).
Se observarmos com cuidado as constru9ões do pertodo feudal e rnesmo do início do
Renascimento, verificamos que avida privada nto tinha o lugar de importäncia que tern hoje.
Para chegar a uma ada de música, atravessava-se aposentos de dormic Hoje, nossas
construç0es œparam a área privada (quartos, banheim) da área sociaì (sala e lavabo).
Esse movimento estä fundamentado nas necesiidades e no deienvolvimento das formas de
produção capitalista que øe desenvolvem ocupando o lugar das format medievais.
0s humanos pauam a ser tornados cada ver mais como indivíduos, isolados e livres.
O capitalismo impós gua forma de pensar cada humano como consumidor e produtor individual,
livre para vender sua força de trabalho.
Passam a ser vistos como sujeitos, ativos, capazes de escolher a trajetória de sua vida, de
construir uina identidade para si e de viver, pensar e sentir sua experiéncia como subjetividade
individualixada.
Hoje, isœ tudo pode nos parecer ób no, pots nos scntimos e nos pensamos assim: somos um só
e não nos confundimos com ningu4m.
Mas estamos aqui afirmando, acom- panhados pelos estudos de Figueiredo (A&›-‹fe subjeãvação
15Œt-1900.
—oiø3 inkSäo Paulo: Educ, 2tD8.), que nem sempre foi assim.
E, mais ainda, que hoje em algum lugar do planets alguëm pode näo se sentir aasiin A presença,
o sentimento e a ideia de en é algo da modernidade!
Além das formas capitalistas que inœntivaram e fomentaram essa forma de ær, hä uma
experiéncia importante vivida que, com certeza, fortaleœu a criação das formas ca- pitalistas.
No tempo medieval a verdade era uma só.
A influéncia da Igreja Católica, na Europa, era forte e autoritria o subciente para que os humanos
näo tivessem dúvidas sobre o que deveriam penøør e como deveriam agir e on ’tir.
Questionou, at4 para poder se impor como forma dominante de pmdusão da vida, a hierarquia
social fixa, inœntivando u pessoas a trabølharem e se esfon;arem pan mudar de lugar social
Estava garanüda a inobilidade social (pelo menoi prometida!).
As venfades näo eram somente as da lgreja Catdlicai havia agora novos peiuamentos religiosos e
logo a burguesia in- ventaria a ciéncia pam dizer verdades que fFagillzassem a verdade católica.
Os órgáos dos senödos ganharam destaque como forma de mptar o mundo.
oido se inuitíplicou e o homem passou a ter de escolhen Nesse proœsso, a ideia e a vivència da
subjetividade foram se fortaleœndo.
At estavam as ideias de Descartes, que pode ær tornado como inaugurador da modetnidade.
Mas vejam que in- tetessante, nas ideias de Descartes estão preæntes: a valorizaçäo da razo
(racionalismo como camctertstica da modernidade)i a ideia dp ser singular que tern a experiéncia
da razo (individualismo); e a ideia de que a representnção do mundo é algo interno ao in- divtduo
(experiència subjetiva).
O suJeíto que conhe- ce pode näo conheœr tudo.
O que consigo pensar e o que consigo ær com íaøo?
Cada um buscando garantir sua verdade não poderia deixar de produzir conflitos.
A promessa e a crença da ãberdade para peiuar o que quiser tamb4m não se realizaram dessa
maneira, e os humanos, sócios em um conjunto social, começaram a produzir formas de pressäo
e contmle pan garantir a manutenção e a continuidade da sociedade.
Essa ñtoaço social fan com que«øibJeövidade entre em crise
Asaim, os huunos paæavam a ter necessidade de conrtruir uma cincia que estu- dasse e
produzisse vüibilidade para a experincia subjetiva.
A Psicologia é produto das dúvidas do homem modemo, esse humano que se valo- rizou
enquanto indivíduo e que se coristituiu como sujeito capaz de se responsabilizar e eseolher ecu
destino.
A Filosofia que atë entäo tinha algo a dizer sobreessas experiéncias e a Fisiologia que podia
estudar cientißcainente as ænsa9ões, Monte da subjefividade humana, se reñnem como
pensamentos para fundar, no final do sëculo XIX, a Psicologia.
Seguiram para a Ale- manha muitos estudiosos dessa nova ciéncia, como o inglès Edward B.
 Seuymm de ciéncia é obtido ã medida que re ’liberta" da Fílosofia, que marcou sua Ustdria até
aqui, e atrai novos estudiosos e pešquisadores, que, sob os novos padtões de produço de
conhecimento, passam a:
•delimitar ecu campo de estudo, diferenciando-o de outras áreas de conhecimento, como a
Filosofía e a Fisiologia;
» formulas teorias como um corpo consistente de conhecimentos na ärea.
Essas teorias devem obedeœr aos critétios bãsicos da metodoíogia científica, isto é, deve-se
buscar a neuttalidade do conhecimento cientlfìco, os dados devem ser passíveis de
comprovaçao, e o conhecimento deve ser cumulativo e servir de ponto de partida para outros
experimentos e pesquisas na área.
Embora a Psicologia científica tenha nascido na Alemanha, é nos Estados Unidos que ela
encontra campo para um rápido crescimento, rmultado do grande avanço eco- nòmico que
colocou este país na vanguarda do sistema capitalìsta.
Mos Estados Unidos surgem as primeiras abordagens ou escolas de Psicologia, as quaís deram
origem às inú- meras teorias que existem atualmente.
Uma sociedade que exigia o pragmatismo para seu desenvolvimento econ6mico acaba por exigir
dos cientistas americanos o mcs- mo esptrito.
'# O Eøtruturallsaio ed preocupado com a compreensäo do mesmo fenòmeno que o
Funcionalismo: a consciéncia.
James, Ntchener ká estu- dá-la em seus aspectos estiuturais, isto ó, os estados elementøres da
consciéncia como estruturas do sistema nervoso central.
Essa escola foi inaugurada por Wundt, mas foi Kitchener, seu seguidor, quem usou o termo
estruturalismo pela priineiravez, no sentido
o de Wundt, é o introspeccionismo, e os conhecimentos psicológicos produzidos são
eininentemente experimentais, isto é, produzido a partir do labotatório.
Thorndike, importante por ter sído o formulador de uma primeira teoria de aprendizagem na
Psicologia.
Sua produçâo de conhecimentos pautava-se por umavisäo de utilidade desse conhecimento,
muito main do que por questóes íìlosófìcas que perpassam a Psicologia.
O termo associacionismo ofigina-se da concepçäo de que a aprendizagem se dá por um processo
de associação de ideias — das mais dimples s mais complexas.
Assim, para aprender um conteúdo complexo, a pessoa precisaria primeiro aprender as ideias
mais dimples, que estariam associadas äquele conteúdo.
Thorndike formulou a Lei do Efeito que serta de grande utilidade para a Psicologia
ComportamenDe acordo corn essa lei, todo comportamento de um organismo vivo (um homem,
um pombo, um mto etc.) tende a se repetir, se nós recompensarmos (efeito) o organismo assim
que de emitir o comportamento.
Por outro lado, o cornporta- mento tenderá a näo aconteœr, se o organismo for castigado (efeito)
após a sua ocorrén- cia.
E, pela Lei do Efeito, o organismo irá associar essas situa9ões com outras semelhantes.
Por exemplo, øe ao apertarmos um dos botões do rádio formos“premiados” com música, em
outras oportunidades apertaremos o mesmo botão, bem como generalizaremos essa
aprendizagem para outros aparelhos, como gravadores, players digitais etc.
A concepçäo de ciëncia moderns se deparou com uma grande questão: Como pro- duzir
conhecimento sobre o ser humano se o próprio cientista é também seu objeto de estudo?
Como garantir que a Psicologia pudesse ser um conhecimento objetivo sobre a subjetividade?
Essa questo foi resolvida com o método.
fi exatamente essa experiéncia que produzirá uma cisão no mundo, colocando de um lado a
subjetividade (objeto da Psicologia) e de outro a objetividade (conhecimen- to a partir de niétodo
cientlfico).
Hoje, nós ainda pensamos o mundo assim dividido.
Quando alguém ltte diz que ”acha que.." voc4 pode responder: Isso é a sua versäo, a sua
impressão, ou seja, é subjetivo.
Mas se alguém ltte mostra resultados e dados de pesquisa para provar algo, vocé dirá: Sim, é
muito ob}etlvo e posso tomar como verdade coletiva.
Objetividade e subjetividade passaram a estar em campos separados, e essa dlcoto- mla
pezmnneœu na ciëncia e na Psicologia por todo o século XX.
Mas é no próprio sëculo XX que surgiram tambérn as tentativas de superar a dicotomia que
caracterizou a ciéncia e o pensamentomodemn com o uso de um novo método cientíííco: o
materiaiis- mo histórico e dialético.
Esse método uniu subjetividade e objetividade em uin mesmo processo, entendendo a realidade
como em permanente movimento, na qual sujeito e mundo estão em rela- ção e são
transformados por essa relaJo. Canctetizado pelos pressupostos materialistas (de que a realidade
existe independentemente de nossas ideias e da razão humana e que
exisœm leis na realidade que podem ser conhecidas), pela conœpçäo dialética (a contn- diçäo e
sua conrtante superação säo a base do movimento de trandorma‹;o constante da realidade) e
pela conœpçäo histórica (o mundo se constrói em æu movimento e que podemosconheoè-lo
estudando-o exatamenteem øeu pmceøøo de tnnsfomuçto), o mé- todo se contrapunha ao
positivismo e ao empiricismo e inaugurava novas possibilidades de compieensäo da
subjetividade.
A subjetividade que & pode her compreendida corno movimento constante do ser humano em sua
relaçäo com o mundo material e metal.
Com essas possibilidadesdadas pele históría da æciedade edo ser humano modemo é que a
Psicologiavaise desenvolver, construindo teorias que, qnando baaeadasho pensa- mento
dicotòmico, väo escolher ate ou aquele aspecto, ou sejs, vamoa encontrar teorias quevao
pn’vilegiar ao b¡’etiw’dade humana (auilo que no ær humano é]emgks’eq e pode ser
objetivamente conhecido) oua subjetividade humana (entendendo que who experién- ciase
dinåmicas internal ao ser humano que devem ser conhøeidas pea Paicologii ou, at4 mesmo, que
o mundo deve ser lido a partir da perœpçâo que o homem tern dele).
Outras teorias vao conviver com essas e väo procurar eaudar o ser humano na sua relaçao
permanente e coristitutivacom o mundo.
Sêo diversas psicoloJs,Sd tît”iÎÔCOfttO formas de da Tidade a uma experi4ncas Ëm meiuäo
ubjetiva da reatidade oob{eto que unifìca as diversas teorias no ego da Pcicol
•A história das ideias sobre o mundo psicológico entre gregos.
•A história das ideias sobre o mundo psicológîco entre os romanos e na Ida- de Média.
•A história das ideias sobre o mundo psicológico no Renascimento.
•As condiçöes para o surgimento na modernidade da ciéncia psicológica.
•O surgimento da Psicologia pam responder a neceøsidades do ser humano modemo.
O surgimento do pensamento dialético e do método do materialismo hiøtóri- co e dialético e sua
importäncia para a Psicologia.
Uma história das ideias, sem mais nada, é abstração çve reforça â t0fICep{â0 de que a Ciência é
neutra, de que os conceitos que a integram nada devem S realidade históric0-social em que
f0ram geradas g/0U ü§llcadaS.
0 que existe é uma hktória sodal das ideias, imprescindível a reflexa0 s0bre o presente de uma
ciência e de uma profissão.
Para entendermos o presente, épreciso ir em bus¢a de sua tonstituiçã0 histórica.
Pala §tflS6F 0 StU fUtUf0 é §fz‹is0 C0f\8ecer seu pasSad0 e ser present9, S0bretudo em busca
da IÉ95t1fiC6{â0 á0f §f0blemas que terio de ser enfrentad0S.
E quando falo em’poIfti‹a"nâo estou obviamente me referindo a doutrinas político-partidárias, mas
à dimensá0 d6s r0bçães de pode 9M vig0r em sociedades ‹oricretas, das quais as teorias e as
práticas fazem parte, seja para reafirmar essas relações, seja para contestá-las.
Por tudo isso, quem se dedica à historiografia da Psicologia nâ0 p0de declarar-se culpado por se
v0ltar para 0 g3ssüdo
Estudaftios o passado fito por interesse inútil e recriminável pelo que já foi, mas para
entenderm0s o presente.
A história das Ciências Humanas, em geral, e da Psic0logia, em particular,nio se dá acima da
história política, social e e‹onômi‹a do Iugar en que sã0 pf0dUZid6S, C0IT\0 St n4dâ ti¥t5St 3 ver
com elü.
Nao é tamóém uma Listdria que se escreve sobft0 §âfl0 Ég frfld0 da Listeria do país.
AHistéria da Psico- logla do Brasil 4 parte Integrante da história brasileira, êFri de sêUS tl9M9ht05
t0ftStlt tlY0S, está implicada nos rumos por ela tomados, é determinada por ela e um de seus
determinantes.
P1TT0, Maria Helena 5.0 que a #istona pode dizer sobe a çtofissao do psidI«ga: a relação
Psicologia-£dv‹a o.
Tragam para esse exercício seu conhecimento sobre gregos, romanos, Idade Média,
Renascimento e Idade Moderna.
2.Discutam o surgimento da Psicologia como fruto da modernidade.
Por que o ho- mem da Idade Média não poderia ter criado a Psicologia?
3.O texto de Maria Helena Patto afirma com ênfase a relação entre o desenvolvi- mento de uma
sociedade e o desenvolvimento das ideias que se apresentam e circulam naquele coletivo social.
As ideias de uma ciência refletem as relações de poder e os principais aspectos de uma
sociedade.
Considerando essas ideias, sugerimos que um grupo assista ao filme Giordano Bruno e outro
assista ifialileu Galileu”.
Depois discutam quem foram e o que pensa- ram esses homens.
O que aconteceu com eles?
Comparem suas ideias com o que pensamos hoje sobre o mundo.
Para saber mais
L. R., Psicologia — uma (nova) Introdu- ção(São Paulo: Educ, 2008), é básico e traz uma
abordagem histórica do mundo psi- cológico, que não deve ser visto por nós como algo natural e
universal.
O livro A Psicologia no Brasil, de Mitsuko Antunes (Sáo Paulo: Educ, 2005), nos apresenta a
história da Pslcologla no Brasil, desde o per(odo colonial, quando surgem as primeiras Ideias
psicológicas e seu desenvolvimento nos principais campos: saúde, educação e trabalho.
Raízes do Psicologia, de Izabel Frei- re (Petrópolis:Vozes, 2001), é um livro de fácil leitura, mas
completo em termos de história da Psicologia.
F. Cam- pos (S1o Paulo: Imago e Conselho Federal de Psicologia, 2001) é uma excelente fón- te
de pesquisa histórica sobre autores da Psicologia brasileira.
Introdução à hlstdria da Psicologia contempordneo,de Antonio Penna (Rio de Janeiro: Zahar,
1978) é um clássico da His- tória da Psicologia, publicado em 1978, e nos oferece uma excelente
história da PsI- cologla contemporânea.
Petrópolis: Vozes, 2003), as autoras apresentam a história da Psicologia em uma perspec- tiva
que garante e aprofunda a Ideia de
que é preciso tomar a Psicologia como uma cléncla que nem sempre existiu e que surgiu depois
que foi "inventado” o mundo psicológico para produzir uma compreensão sobre ele.
Figueiredo (Sâo Paulo: Escuta, 2007), é uma excelente leitura sobre a história da Psicologia a
partir da inven- ção do psicológlco.
•Pequenos livros sobre a vida e a obra de vários pionelros na Pslcoiogla bra- sileira estão na
coleção Plonelros da PsicoJogJo BzosJ/e/ro, editada pelo Con- selho Federal de Psicologia e
pela edi- tora lmago.
•O Conselho Federal de Psicologia possui uma série em vfdeos, coorde- nada por Ana Maria
Jacó Vilela e Mar- cos Ribeiro Ferrelra, sobre pioneiros da Psicologia brasileira.
São vários nomes de Importância que ao conta rem suas vidas contam a história da Psicologia no
Brasil.
•O Conselho Regional de Ricologla de Sao Paulo possui uma série em vfdeos: Pi )efo Did/apos,
em que são entrevls- tadas pessoas históricas importantes para a Psicologia, contando suas his-
tórias e a história da Ricologla.
•O Conselho Regional de Sâo Paulo possui em seu ‹Joe um espaço de me- mória da Psicologia:
www.c/psporg.ôr.

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